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      <title>Psicologia Social II by Rayssa Duarte</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-07-09 19:01:30 UTC</pubDate>
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         <title>A revolução de Stonewall</title>
         <author>laraayres</author>
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         <description><![CDATA[<div>Poucos estabelecimentos recebiam pessoas abertamente homossexuais nos anos 1950 e 1960. Aqueles que faziam isto eram, frequentemente, bares, embora os donos e gerentes raramente fossem gays. &nbsp;</div><div><br></div><div>Devido à “conduta indecente”, a State Liquor Authority (SLA) também proibia a venda de álcool para estabelecimentos considerados gays. Isso deu uma oportunidade para a máfia italiana. Em 1966, Tony Lauria, membro do grupo mafioso Cosa Nostra Americana, comprou o então restaurante localizado no bairro de Greenwich Village e o transformou no bar Stonewall Inn. Ele recebia uma grande variedade de clientes e era conhecido por ser popular entre as pessoas mais pobres e marginalizadas da comunidade gay: homens efeminados jovens, lésbicas masculinizadas, prostitutos, jovens sem-teto, drag queens, drag kings e travestis.</div><div><br></div><div>“Era um lugar seguro para nós”, afirmou ao The New York Times, Mark Segal, um frequentador daquela época. “Quando as pessoas entravam no Stonewall, elas podiam andar de mãos dadas, se beijar e, o mais importante, era possível dançar."</div><div><br></div><div>Na noite da batida, a polícia pretendia seguir a operação normal de apreensão de bebidas e prisão de clientes. Mas, daquela vez, os clientes resistiram e a violência irrompeu à medida que os policiais tentavam acalmar a multidão. Em uma explosão espontânea de frustração, clientes começaram a gritar e a atirar objetos nos policiais.</div><div><br></div><div>Há pouca concordância em relação aos acontecimentos daquela noite — exceto o fato de que os clientes entraram em confronto violento com a polícia. Reportagens de jornais, histórias orais e relatos são conflitantes. Jason Baumann, curador da coleção LGBTQIAP+ da Biblioteca Pública de Nova York, conta que os estudiosos ainda discutem “quantos dias durou a revolta, quem jogou o primeiro tijolo, a primeira garrafa e deu o primeiro soco”.</div><div><br></div><div>Independentemente de quem iniciou a revolta, a batida policial não ocorreu conforme planejado. Enquanto a violência irrompia do lado de fora do bar, a polícia recuou para dentro e se protegeu com barricadas. Manifestantes derrubaram as barricadas, trocaram golpes com a polícia e atearam fogo no bar. Os policiais demoraram horas para esvaziar as ruas. Na noite seguinte, milhares de pessoas foram até o Stonewall Inn para protestar. Confrontos eclodiram novamente naquela noite e mais algumas vezes nos dias seguintes.</div><div><br></div><div>A partir deste momento, parte da comunidade gay de Nova York, que até então se escondia, foi às ruas protestar nos arredores do Stonewall Inn durante seis dias.</div><div><br></div><div>Pela manhã, quando o último policial deixou o Stonewall Inn, a gerência do bar colocou um aviso de que o local voltaria a funcionar normalmente, e assim o fez. Mas os manifestantes foram para as ruas novamente protestar por seus direitos naquela e nas noites seguintes.</div><div><br></div><div>“A multidão inteira sentiu que nada mais seria como antes”, recordou Michael Fader, que esteve presente na rebelião. “A questão principal era que nós não iríamos desistir. E não desistimos.” Alguns meses depois, pessoas que antes temiam andar de mãos dadas foram às ruas para exigir a libertação homossexual. O movimento provocado pela operação policial em Greenwich Village logo se espalhou por cidades de todo o país.</div><div><br></div><div>Em 2015, a Prefeitura de Nova York tornou o bar monumento histórico da cidade. Um ano depois, o ex-presidente Barack Obama decretou que o bar seria o primeiro monumento nacional aos direitos dos LGBTQ.</div><div><br></div><div>É por causa da revolta de Stonewall que o orgulho LGBT+ é celebrado em junho no dia 28, na mesma data em que aconteceu o levante em Nova York.<br><br>- Lara Nogueira da Costa Ayres</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-10 22:28:22 UTC</pubDate>
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         <title>Slam Resistência - Bixarte</title>
         <author>yasminmendes1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Slam é um tipo de poesia que foi disseminada nos Estados Unidos nos anos 80, geralmente, são declamadas em batalhas e estão se espalhando nas periferias do Brasil. Essas batalhas que acontecem em saraus contam com algumas regras simples como: as poesias têm que ser autorais, há proibição de figurinos e são escolhidos jurados da plateia. O slam se mostra como uma ferramenta de empoderamento individual e, ainda, leva a poesia para o público marginalizado.<br><br></div><div>O slam é como uma poesia marginal as quais tem sonoridade e se assemelham ao Rap, além disso se tornou um estilo muito próximo das pautas sociais, principalmente, pautas negras e LGBTQI+. Sabemos da importância da existência de lugares possibilitadores de fala para os membros de grupos como os LGBT’s. No slam, as dores as quais seriam individuais se tornam parte de um processo até terapêutico no qual o grupo trabalha como um todo para a superação de vários traumas.&nbsp;<br><br></div><div>Na Final do Slam Resistência, Bixarte uma mulher trans, escritora, atriz e rapper paraibana declama sobre as vivências de uma mulher trans no Brasil. Ela que é voz de milhares de pessoas, na final dessa competição mostra que a comunidade LGBT pode sim transformar suas dores em poesia e ressignificar o lugar que lhes foi dado por uma sociedade preconceituosa.&nbsp;<br><br></div><div>Bixarte que é uma mulher trans e negra une em si duas feridas abertas na sociedade brasileira: a transfobia e o racismo. Através do Slam resistência, Bixarte mostra a importância do lugar de fala, tão dissertado e afirmado por Djamilla Ribeiro, e como, somente, mudando a estrutura de poder poderemos seguir com um país melhor. Bixarte e tantas outras representantes da comunidade LGBT fazem de seus corpos bandeira para assim, com muita luta, desatar as amarras do preconceito no Brasil.<br><br>Slam resistencia. Bixarte. 2021. https://www.youtube.com/watch?v=3EehckxB2qU</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-11 23:55:47 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>janicleidesilva</author>
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         <pubDate>2022-07-11 23:56:15 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>janicleidesilva</author>
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         <title></title>
         <author>janicleidesilva</author>
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         <pubDate>2022-07-12 01:34:21 UTC</pubDate>
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         <title>Série na Netflix  </title>
         <author>janicleidesilva</author>
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         <pubDate>2022-07-12 01:41:58 UTC</pubDate>
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         <title>FALSOS ALIADOS: A HIPOCRISIA DA COPA MUNDIAL DE 2022</title>
         <author>beatrizpacheco4</author>
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         <description><![CDATA[<div>Há poucos dias atrás, quando foi comemorado o Mês do Orgulho LGBTQIA+, a Federação Internacional de Futebol estendeu uma enorme bandeira colorida em forma de respeito a comunidade. Contudo, esse feito é contraditório a sua escolha para o país sediador da Copa do Mundo de 2022.&nbsp;<br>Esse feito reflete um fator comum na sociedade em que vivemos, isto é, aqueles que dizem-se apoiadores da causa, são, em sua maioria, aqueles que trabalham para a manutenção de um sistema preconceituoso e discriminador.&nbsp;<br>É possível ver então que, ao mesmo tempo que avançamos em uma luta tão significante, também retrocedemos. O que nos leva a pensar, quantas vidas ainda serão necessárias para de fato convivermos o amor que é tão pregado mundialmente?&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-12 01:45:58 UTC</pubDate>
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         <author>janicleidesilva</author>
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         <description><![CDATA[<div>Aos 17 anos, Simon Spier aparenta sofrer por esconder um grande segredo: não revelou ser gay para sua família e amigos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-12 01:46:20 UTC</pubDate>
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         <title>Transexualidade e Família - Jéssica Aquino</title>
         <author>Jescaquino</author>
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         <description><![CDATA[<div>O filme nos traz a história de um adolescente trans, que mora com a mãe, a avó e a companheira de sua avó. <br><br>No drama, Ray está com 16 anos e prestes a iniciar a inserção de testosterona mas, para isso, precisa da autorização escrita de ambos os pais. Sabendo disso, ele vai em busca do pai e se presenta como um garoto trans. No primeiro momento houve aquele choque pelo lado paterno, mas posteriormente a ideia foi aceita por todos os familiares.&nbsp; <br><br>É válido, ressaltar que o filme se diverge de outros na questão do sofrimento explícito sobre a questão corporal, como em A Garota Dinamarquesa, pois a saga de Ray é justamente a "conquista"&nbsp; da aceitação e autorização dos pais, o que é frequente em nossa realizada.<br><br>Percebe-se que muitas vezes, devido a fatores externos, como negligência e não aceitação familiar, indivíduos trans podem desencadear diversos fatores patológicos, como ansiedade, estresse, depressão. Isso, pois a família, possui uma função protetora no desenvolvimento humano, auxiliando no enfrentamento e compreensão da realidade. <br><br>Alguns estudos revelam menores índices de depressão e ansiedade em crianças transexuais que possuem o apoio familiar durante sua transição, e que esse acolhimento tem diminuindo tentativas de suicídio, autoagressão, uso e uso abusivo de álcool, tabaco e outras drogas. <br><br><sub><sup><br>&nbsp;Olso, Kristina R. et al. Saúde mental de crianças transgênero que são apoiadas em suas identidades. Pediatrics, 2016. 137 p. Disponível em: &lt;https://doi.org/10.1542/peds.2015-3223&gt;. Acesso em: 10 Jul 2022.</sup></sub></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-12 03:40:17 UTC</pubDate>
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         <title>Influência biológica x Influência ambiental </title>
         <author>rayssacedrim</author>
         <link>https://padlet.com/rayssacedrim/z34kxwto9hpadr5g/wish/2241530603</link>
         <description><![CDATA[<div>A discussão em torno da influência biológica e ambiental no que diz respeito às sexualidades e identidades de gênero que fogem à norma sempre se fez presente, mas os estudos que buscam encontrar essa "causa genética" traz consigo, muitas vezes, uma tentativa de tornar esse "comportamento" justificável. Ainda que possa haver relevância científica nessas pesquisas, o que parece, em muitos casos, é que se procura uma maior aceitabilidade ao tentar demonstrar que não se trata de uma "opção sexual", pois não consistiria em uma escolha, mas sim de uma "orientação sexual", de uma condição que o sujeito não teria escolhido. Essa suposta influência genética pode "facilitar" que pessoas de fora da comunidade LGBTQIA+ sejam mais tolerantes, já que desprende as sexualidades e identidades de gênero não-normativas de algo "não-natural", uma vez que o "natural" está muito associado ao biológico. Isso também faz com que alguns discursos preconceituosos atrelados à influência ambiental, como o de que estabelecer vínculos com pessoas LGBTQIA+ ou frequentar lugares dessa comunidade tornam as pessoas mais "propensas" a "virarem" LGBTQIA+ percam força. Porém, esses estudos também podem ter um "efeito positivo" em pessoas da própria comunidade, especialmente durante o próprio processo de aceitação, na medida em que retiram parte da culpa que se sente por ser o que é, tornando o discurso de "I was born this way" até empoderador.&nbsp; <br><strong><br>Referência:</strong><br><br>ANSEDE, Manuel. Maior estudo da história não encontra relação determinante entre genes e comportamento sexual. <strong>El País</strong>, 2019. Disponível em: &lt;https://brasil.elpais.com/brasil/2019/08/29/ciencia/1567101473_864944.html&gt;.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-12 03:55:26 UTC</pubDate>
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