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      <title>O tempo e o Vento - Érico Verríssimo by Bruna Soares</title>
      <link>https://padlet.com/brunapereira23/z2xi61jj3h5ry73u</link>
      <description>Por Alessandro Modolin, Alicia Viana, Bruna Soares, Guilherme Cortez e Isabela Mel.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-09-07 23:56:01 UTC</pubDate>
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         <title>Conheça o autor</title>
         <author>brunapereira23</author>
         <link>https://padlet.com/brunapereira23/z2xi61jj3h5ry73u/wish/3107625359</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><mark>Érico Veríssimo</mark></strong>, autor da obra, tinha suas obras marcadas pela presença de coloquialismo e características intimistas. O escritor costumava abordar a sobriedade&nbsp;da linguagem, sem excessivo esbanjo de adjetivos, utilizando sempre o cultivo dos<strong> <mark>vícios da própria região</mark></strong>. </p><p>Suas intencionalidades são caracterizadas por <strong><mark>romances regionalistas</mark></strong>, retratando em suas obras aspectos sociais, políticos e históricos do <strong><mark>Rio Grande do Sul</mark></strong>. </p><p>Ademais, suas obras também são marcadas pela abordagem <strong><mark>neorealista</mark></strong> dos personagens e da sociedade. Assim, explorando temáticas como a <strong><mark>desigualdade social, as relações familiares, o contexto político e as transformações históricas</mark></strong>. Para mais, Érico tinha sensibilidade ao retratar o cotidiano e a vida simples, além de retratar também a psicologia dos personagens.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-08 00:07:10 UTC</pubDate>
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         <title>Qual o contexto histórico da obra?</title>
         <author>brunapereira23</author>
         <link>https://padlet.com/brunapereira23/z2xi61jj3h5ry73u/wish/3107627592</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p><strong><mark>Segunda fase modernista</mark></strong></p></li></ul><p>Caracterizada pela <strong>preocupação social</strong>. A prosa foi marcada por <strong>romances regionalista e urbanos</strong>, assim, se aproximando da linguagem coloquial e regional.</p><ul><li><p><strong><mark>Ditadura de Vargas</mark></strong></p></li></ul><p>Poder centralizado que implantou a <strong>censura</strong> no Brasil e <strong>reduziu a liberdade</strong> dos civis.</p><ul><li><p><strong><mark>Segunda Guerra Mundial</mark></strong></p></li></ul><p>Reforçou a ideia de lealdade e identificação com a nação, o que desencadeou o sentimento <strong>nacionalista</strong> e <strong>patriótico</strong>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-08 00:15:26 UTC</pubDate>
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         <title>Estética literária</title>
         <author>brunapereira23</author>
         <link>https://padlet.com/brunapereira23/z2xi61jj3h5ry73u/wish/3107632084</link>
         <description><![CDATA[<p>A estética literária da época em que se passa a obra “O Tempo e o Vento” de Érico Veríssimo, tinha como características as poesias marcadas pelo <strong><mark>conflito existencial e pela reflexão regionalista</mark></strong> dos problemas contemporâneos. Nessa época, os autores buscavam um <strong><mark>sentido para a vida</mark></strong>, buscando sempre uma <strong><mark>denúncia sociopolítica</mark></strong>, junto da liberdade de criação.</p><p>Trazendo isso para a obra, observa-se a problemática da <strong><mark>disputa de terras</mark></strong> e os obstáculos para a <strong><mark>colonização/formação da região Sul</mark></strong> que durou em torno de 200 anos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-08 00:31:04 UTC</pubDate>
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         <title>Ficha técnica da obra</title>
         <author>brunapereira23</author>
         <link>https://padlet.com/brunapereira23/z2xi61jj3h5ry73u/wish/3108329019</link>
         <description><![CDATA[<p>A obra <strong><mark>“O tempo e o vento”</mark></strong> constituída por três romances <strong><mark>“O Continente”, “O Retrato” e “O Arquipélago”</mark></strong>, narra o processo da formação da identidade cultural e geográfica do Rio Grande do Sul, recriando <strong><mark>200 anos da história gaúcha</mark></strong>, de 1745 a 1945,&nbsp; misturando elementos fictícios e acontecimentos reais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-08 21:20:41 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>I. O Continente</title>
         <author>brunapereira23</author>
         <link>https://padlet.com/brunapereira23/z2xi61jj3h5ry73u/wish/3108330854</link>
         <description><![CDATA[<p>&nbsp;A obra “O tempo e o vento” começa com “O continente”, essa primeira parte possui um <strong><mark>caráter épico</mark></strong> e narra o <strong><mark>nascimento do Rio Grande do Sul</mark></strong> através da<strong> <mark>família Terra Cambará</mark></strong>, lançando uma <strong><mark>alternância temporal</mark></strong> que dá forma circular à estrutura da história, desse modo Érico Veríssimo constrói o enredo transitando entre o presente que se passa durante a <strong><mark>Revolução Federalista, que ocorreu entre 1893 a 1895</mark></strong>, e o passado, que é o ponto de partida da história, localizado na região dos Sete Povos das Missões, em que passava por um <strong><mark>período de disputas territoriais entre Portugal e Espanha</mark></strong>, e o genocídio dos povos guarani.&nbsp;</p><p>Diante desse contexto, nasce <strong><mark>Pedro Missioneiro</mark></strong> que perdera sua mãe indígena no seu nascimento e acaba sendo criado por um padre espanhol. Anos depois, Pedro cresce e conhece <strong><mark>Ana Terra</mark></strong>, filha de uma família paulista estabelecida nas terras do sul. Fruto do relacionamento proibido nasceu Pedro Terra, que mais tarde se muda com sua mãe Ana para a vila de Santa Fé, onde ele cresce e começa a construir sua família, tendo dois filhos; <strong><mark>Juvenal Terra e Bibiana Terra</mark></strong>, que se apaixona perdidamente por <strong><mark>Rodrigo Cambará</mark></strong>. Bibiana e Rodrigo se casam e têm três filhos, entre eles Bolívar, um dos protagonistas no decorrer da saga, assim como seus descendentes, <strong><mark>o filho Licurgo e o neto Rodrigo</mark></strong>.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-08 21:23:47 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>II. O Retrato</title>
         <author>brunapereira23</author>
         <link>https://padlet.com/brunapereira23/z2xi61jj3h5ry73u/wish/3108331917</link>
         <description><![CDATA[<p>Rumo ao <strong><mark>século XX</mark></strong>, em “O retrato” a linguagem de Érico Veríssimo muda sua narrativa, já que o épico é trocado pelo <strong><mark>caráter psicológico</mark></strong>, destacando a transição do <strong><mark>modo de vida rural para urbano</mark></strong> no Rio Grande do Sul,a partir do olhar de Rodrigo Terra Cambará, filho de Licurgo, que retorna para Santa Fé formado como médico, desejando levar todo conhecimento que adquiriu na faculdade em Porto Alegre para modernizar sua cidade natal, fazendo com que ele mergulhasse na <strong><mark>atmosfera política</mark></strong>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-08 21:25:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>III. O Arquipélago</title>
         <author>brunapereira23</author>
         <link>https://padlet.com/brunapereira23/z2xi61jj3h5ry73u/wish/3108334194</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><mark>A última parte da trilogia</mark></strong>, encerra a história da família<strong> <mark>Terra Cambará</mark></strong>. Situada durante o <strong><mark>governo de Getúlio Vargas</mark></strong>, em 1945, Rodrigo volta do Rio de Janeiro para Santa Fé, com a saúde debilitada, e reencontra seu filho <strong><mark>Floriano</mark></strong>, escritor que, após uma temporada nos Estados Unidos, também retorna à cidade.&nbsp; O filho enfrenta o pai lembrando um histórico de atitudes de Rodrigo que impactaram negativamente toda a família.</p><p>A <strong><mark>estrutura narrativa</mark></strong> de “O Arquipélago" destaca os relatos de Floriano, que está escrevendo a história dos Terra Cambará, e também partes do <strong><mark>diário de Sílvia</mark></strong>, casada com Jango, outro filho de Rodrigo. Silvia coloca o <strong><mark>ponto de vista feminino nesta jornada patriarcal amparada por mulheres fortes.&nbsp;</mark></strong></p><p>A terceira parte da obra é um final pontuado por <strong><mark>lembranças, rancores, remorsos e paixões não consumadas</mark></strong>. O livro que Floriano escreve começa exatamente como Érico inicia seu épico: “Era uma noite fria de Lua cheia”, deixando evidente a <strong><mark>forma circular</mark></strong> que Veríssimo escreve a história, <strong><mark>transitando entre presente e passado.</mark></strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-08 21:30:40 UTC</pubDate>
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         <title>Capitão Rodrigo Cambará</title>
         <author>brunapereira23</author>
         <link>https://padlet.com/brunapereira23/z2xi61jj3h5ry73u/wish/3108350796</link>
         <description><![CDATA[<p>O capítulo <strong><mark>“Um certo capitão Rodrigo”</mark> </strong>retrata a imagem do <strong><mark>homem gaúcho forte, bravo, destemido, na figura do personagem principal</mark></strong>, o capitão Rodrigo Cambará. Na cena da chegada do capitão à vila de Santa Fé, é possível identificar essa imagem:</p><p><br></p><p>“Toda a gente tinha achado estranha a maneira como o capitão Rodrigo Cambará entrara na vida de Santa Fé. Um dia <strong><mark>chegou a cavalo</mark></strong>, ninguém sabia de onde, com o <strong><mark>chapéu de barbicacho puxado para a&nbsp; nuca, a bela cabeça de macho altivamente erguida, e aquele seu olhar de gavião que irritava e ao mesmo tempo fascinava as pessoas</mark></strong>.&nbsp;</p><p>Tinha um violão a tiracolo; <strong><mark>sua espada, apresilhada aos arreios</mark></strong>, rebrilhava ao sol daquela tarde de outubro de 1828 e o lenço encarnado que trazia ao pescoço esvoaçava no ar como uma bandeira. Apeou na frente da venda do Nicolau, <strong><mark>amarrou o alazão no tronco dum cinamomo, entrou arrastando as esporas, batendo na coxa direita com o rebenque, e foi logo gritando</mark></strong>, assim com ar de velho conhecido:</p><p>– Buenas e me espalho! Nos pequenos dou de prancha e nos grandes dou de talho!</p><p>– Pois dê”&nbsp;</p><p><br></p><p><strong><mark>A introdução do personagem</mark></strong> na história com a sua chegada na vila, seguida de seu <strong><mark>cumprimento desaforado</mark></strong> deixa mais explícita a figura do homem gaúcho, e antecipa o incômodo que essa figura causará no espaço.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-08 22:08:08 UTC</pubDate>
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         <title>Ana e Bibiana Terra</title>
         <author>brunapereira23</author>
         <link>https://padlet.com/brunapereira23/z2xi61jj3h5ry73u/wish/3108352330</link>
         <description><![CDATA[<p>A figura feminina na obra é <strong><mark>representada como alicerce da família</mark></strong>, por mais que a sociedade no período em que se passa a história fosse fundada nos princípios do patriarcado, <strong><mark>o autor procura destacar a força delas</mark></strong>, que vendo seus maridos e filhos indo para os conflitos, <strong><mark>garantem a subsistência e o futuro da família</mark></strong>. Dentre essa figura feminina se destacam <strong><mark>Ana e Bibiana</mark></strong>, simbolizando a <strong><mark>persistência feminina</mark></strong>. Diante disso, em uma discussão com seu pai Rodrigo, que enaltece o papel dos homens como guerreiros, seu filho Floriano cita a <strong><mark>força das mulheres de sua família</mark></strong>:&nbsp;<br></p><p>“<strong><mark>Elas eram o chão firme que os heróis pisavam</mark></strong>. A casa que os abrigava quando eles voltavam da guerra. <strong><mark>O fogo que os aquecia</mark></strong>. As mãos que <strong><mark>lhe davam de comer e de beber</mark></strong>. Elas eram o <strong><mark>elemento vertical e permanente da raça</mark></strong>.”</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-08 22:11:17 UTC</pubDate>
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         <title>Bibiana Terra</title>
         <author>brunapereira23</author>
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         <pubDate>2024-09-08 22:19:01 UTC</pubDate>
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         <title>Ana Terra</title>
         <author>brunapereira23</author>
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         <pubDate>2024-09-08 22:20:04 UTC</pubDate>
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         <title>Capitão Rodrigo Cambará</title>
         <author>brunapereira23</author>
         <link>https://padlet.com/brunapereira23/z2xi61jj3h5ry73u/wish/3108358970</link>
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         <pubDate>2024-09-08 22:27:08 UTC</pubDate>
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         <title>Árvore Genealógica - Família Terra Cambará</title>
         <author>brunapereira23</author>
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         <pubDate>2024-09-16 15:06:01 UTC</pubDate>
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