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      <title>POLÍTICAS DE COMPETÊNCIA EM INFORMAÇÃO:  leitura sobre os primórdios e a visão dos pioneiros da information literacy (Elizabeth Adriana Dudziak)                                 by Debora Lima</title>
      <link>https://padlet.com/deborabiblioteca0909/z1es97nmpo7jil3l</link>
      <description>DÉCADAS DE 1960 E 1970 - EFERVESCÊNCIA DOS MOVIMENTOS SOCIAIS E PODER       </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-04-14 13:53:43 UTC</pubDate>
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         <title>1970</title>
         <author>deborabiblioteca0909</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Em 1970</strong>, nos Estados Unidos, a Lei PL 91-345 cria a Comissão Nacional de Bibliotecas e Ciência da Informação Americana – National Commissionon Libraries and Information Science (NCLIS) recomendada pela Comissão Nacional Consultiva de Bibliotecas , criada em 1966 e que, dentre outros pontos, objetivava realizar estudos detalhados e avaliar o papel das bibliotecas como provedoras de recursos para as atividades acadêmicas, como centros para a disseminação do conhecimento e como componentes dos sistemas nacionais de informação em evolução. Ressalte-se que, até então, à exceção dos profissionais qualificados, a maioria das pessoas não detinha o conhecimento e técnicas de como pesquisar, organizar e utilizar informações de forma eficiente e eficaz. &nbsp;</div><div>Um ano antes, o bibliotecário Evan Faber iniciava um programa de orientação bibliográfica na faculdade em que atuava que, após ser apresentado na American Library Association, desencadeou um grande movimento nacional voltado à orientação bibliográfica com a adesão de bibliotecários mais jovens que não ocupavam cargos elevados nas bibliotecas. Além desse fato, outros eventos como a Guerra do Vietnã, o Movimento Feminista e o Black Power também deram força para as bibliotecas escolares e públicas e alavancaram a ideia de construir um movimento nacional de incentivo à educação na biblioteca e uso da informação em bibliotecas acadêmicas.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-14 18:17:32 UTC</pubDate>
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         <title>1976</title>
         <author>deborabiblioteca0909</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Em 1976, </strong>Cees J. Hamelink, que era professor de comunicação da Universidade de Amsterdam,<strong> reforçava a necessidade de criar um programa de competência em informação</strong>.</div><div><br><br></div><div><strong>Em 1976</strong>, o Major R. Owens, bibliotecário, ativista afro-americano e senador, publica o artigo intitulado “State Governmentand Libraries”, onde destaca, entre outras coisas, a<strong> importância da competência em informação para a democracia.</strong></div><div><br></div><div><br></div><div><strong>Em 1976, </strong>Lee G. Burchinal publica o relevante trabalho The Communications Revolution: America’s Third Century Challenge onde afirma que a competência em informação vai além do letramento/alfabetização, pois inclui a<strong> utilização eficiente e eficaz da informação</strong> e inclui também<strong> o uso de computadores para buscar e localizar informações em bases de dados</strong>.</div><div><br><br></div><div>&nbsp;</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-14 18:26:00 UTC</pubDate>
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         <title>1977 </title>
         <author>deborabiblioteca0909</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Em 1977</strong>, Patrícia Senn Breivik publica o artigo “Resources: The Fourth R”. <strong>Assumindo a correlação entre o uso de biblioteca e o desempenho acadêmico</strong>, Breivik defendia a ideia de que as faculdades deveriam promover <strong>maior uso da biblioteca e conscientizar professores e alunos sobre a importância da instrução bibliográfica.</strong> &nbsp;<br><br><br></div><div><strong>Em 1977,</strong> é criada a Library Instruction Round Table (LIRT) da ALA, voltada à defesa da <strong>instrução no uso das bibliotecas. <br>Tinha como objetivos</strong>: <br>•<strong> proporcionar um fórum de discussão sobre o uso da biblioteca; <br>• contribuir para a educação e formação de bibliotecários para a instrução de uso da biblioteca;<br>• promover instruções sobre a utilização das bibliotecas como um serviço essencial;<br> • servir como um canal de comunicação de instrução de uso da biblioteca</strong>.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-15 21:47:37 UTC</pubDate>
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         <title>1979 (Parte1)</title>
         <author>deborabiblioteca0909</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>&nbsp;Em 1979</strong> é publicado número especial da revista Library Journal, totalmente dedicado a discutir <strong>a informação na América. </strong>O ponto focal era a The White House Conference on Library and Information Science em Washington (DC). O número especial trazia artigos sobre a <strong>política nacional de informação, os programas federais de bibliotecas, novos fluxos de informação, o manifesto dos bibliotecários e as visões sobre o futuro.</strong><br><br><strong>Em 1979,</strong> <strong>Foram&nbsp; destacados oito pontos das políticas de informação</strong> (The Politics of Information):<br><br>•<strong> a disponibilização da informação; <br></strong>•<strong> o acesso;<br></strong>• <strong>a privacidade;<br></strong>• <strong>a gestão;<br>• a criação;<br>• a precificação;<br>• a estrutura de mercado e ;<br>•&nbsp; a internacionalização da informação <br><br></strong>A influência da informação na sociedade foi ampliada pelo crescimento do uso de novas e sofisticadas tecnologias de informação. <br><br>“<strong>A revolução da informação é a segunda revolução americana. Recorda-nos as ideias e sua expressão que marcaram o início da revolução americana: a Declaração da Independência”.</strong> (ZURKOWSKI, 1979, p. 1802)</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-15 21:51:18 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>deborabiblioteca0909</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-04-16 00:37:26 UTC</pubDate>
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         <title>1974</title>
         <author>deborabiblioteca0909</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Em Novembro de 1974</strong>, Paul G. Zurkowski (1974), então Presidente da Information<br> Industry&nbsp; Association, apresentou à Comissão Nacional de Biblioteconomia e Ciência da Informação Americana o relatório “The Information Service Environment: Relationships and Priorities”. A década de 70 foi considerada como um divisor de águas por Paul G. Zurkowski que, na página 4 do seu relatório, enfatizou que “informação não é conhecimento; são conceitos ou idéias que entram em um campo pessoal de percepção, são avaliados e assimilados reforçando ou alterando o conceito de realidade do indivíduo e/ou sua capacidade de agir”. Nesta época, empresas vinculadas ao ramo da publicação já tinham entendimento de que a informação poderia ser produzida em formato legível por máquinas e entregue em diferentes suportes eletrônicos. A intenção do documento era a universalização da educação em Competência em Informação e propunha a criação de um programa a ser desenvolvido entre 1974 e 1984, objetivando habilitar pessoas competentes em informação (information literates) para a utilização dos recursos de informação disponíveis, passando a ser desenvolvidos por meio de inovações tecnológicas. O termo Information Literacy foi utilizado pela primeira neste relatório referindo-se ao programa como um plano de alfabetização de pessoas em Competência em informação no prazo de dez anos.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-17 00:53:40 UTC</pubDate>
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         <title>1960</title>
         <author>deborabiblioteca0909</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Em 1960</strong>, <strong>o Gabinete de Orçamento</strong> convidou 25 agências federais, incluindo os Departamentos de Agricultura, Educação e de Trabalho, para realizar uma <strong>avaliação das práticas de gerenciamento de informações</strong>, do período de 1950 a 1960. Visando a redução dos custos, o gabinete sugeriu a simplificação dos relatórios das agências.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-17 16:35:15 UTC</pubDate>
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         <title>1962</title>
         <author>deborabiblioteca0909</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Em 1962,</strong> a American Library Association (ALA) organiza uma exposição futurista na Feira Mundial de Seattle denominada “Library-21” e projetada principalmente para <strong>vislumbrar o papel da tecnologia nas bibliotecas do futuro.</strong>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-17 16:36:21 UTC</pubDate>
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         <title>1966 (Parte 1)</title>
         <author>deborabiblioteca0909</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ainda na década de 60, Lyndon Johnson, baseando-se na premissa da administração de Kennedy com um olhar atento para a pobreza e o analfabetismo, lançou <strong>uma série de programas para erradicar a pobreza e aumentar o papel do governo norte-americano na melhoria da educação</strong>. Como resultado, em 1966 foi aprovada <strong>a primeira lei referente à educação de adultos.<br></strong><br></div><div>Nesse contexto, Horton Jr., que havia atuado em várias agências governamentais, assume as atividades da <strong>Comissão de Avaliação dos Papéis Federais</strong>. Com sua pequena equipe na comissão constatou que:<br><br></div><div>1-&nbsp; &nbsp; &nbsp;O conceito de gestão de recursos de informação se desenvolvia amplamente, com a <strong>ideia da informação como recurso organizacional</strong> que deveria ser <strong>planejado, gerenciado e controlado</strong> como qualquer outro recurso.</div><div>2-&nbsp; &nbsp; &nbsp;Havia relutância do público em geral que <strong>não estava disposto a custear bens e serviços de informação</strong>. A maioria das pessoas “comuns” <strong>não tinha aprendido</strong> <strong>na escola ou no trabalho</strong> <strong>como pesquisar, organizar e utilizar informações de forma eficiente e eficaz.</strong> Em outras palavras, para a maior parte das pessoas “comuns”, a informação era um bem gratuito.&nbsp;<br><br></div><div>A partir disso, verificou-se <strong>a necessidade da gestão da informação e o reconhecimento de seu custo e valor</strong>. A essa altura o governo considerava <strong>a informação como sinônimo de poder.<br></strong><br></div><div>O contexto da<strong> Guerra Fria (1947-1991)</strong> evidencia a importância do recurso informacional e dos meios de comunicação como primordiais na articulação de estratégias frente ao adversário.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-17 16:36:32 UTC</pubDate>
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         <title>1966 (Parte 2)</title>
         <author>pvazevedops</author>
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         <description><![CDATA[<div>Como desdobramento desses adventos, em 1966 foi publicada a Lei de acesso à informação norte-americana, a qual permitia acesso <strong>aos documentos e registros sobre as funções, procedimentos, políticas, decisões e operações dos departamentos do governo federal e agências</strong>, com algumas exceções.<br><br></div><div>Ainda em 1966, Johnson criou a <strong>Comissão Nacional Consultiva de Bibliotecas</strong>. A comissão tinha como principais objetivos:&nbsp;<br><br></div><ul><li>Realizar um estudo detalhado e uma avaliação do papel das bibliotecas como provedoras de recursos para as atividades acadêmicas, como centros para a disseminação do conhecimento, e como componentes dos sistemas nacionais de informação em evolução.</li><li>Avaliar os programas de financiamento e das agências públicas ligadas às bibliotecas.&nbsp;</li><li>Fazer recomendações para o governo e para as agências privadas para garantir um sistema de biblioteca eficaz e eficiente para a Nação.&nbsp;</li><li>Em última instância, recomendou a criação de uma comissão nacional – a National Commissionon Libraries and Information Science (NCLIS) – que atuaria como uma agência de planejamento federal.</li></ul><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-18 03:48:21 UTC</pubDate>
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         <title>UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ</title>
         <author>deborabiblioteca0909</author>
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         <description><![CDATA[<div>Disciplina: Competência em Informação: teorias e reflexões<br>Docente: Renata Lira Furtado<br>Discentes: Débora Lima; Léa Leão e Paulo Azevedo<br>Assunto: Linha do tempo da Competência em Informação na década de 1960 e 1970.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-18 12:45:21 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>1979 (Parte 2)</title>
         <author>deborabiblioteca0909</author>
         <link>https://padlet.com/deborabiblioteca0909/z1es97nmpo7jil3l/wish/2558714340</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Em 1979,</strong> o bibliotecário Robert S. Taylor estabeleceu o <strong>vínculo definitivo entre os bibliotecários e a competência em informação </strong>ao publicar o artigo “Reminiscing About the Future”, onde discutiu o futuro da profissão. Afirmava que a mudança na biblioteca era diretamente proporcional à sua integração a outros sistemas de informação. Essa afirmação foi, de fato, inovadora, uma vez que alterou o foco da atuação bibliotecária e das bibliotecas para além de seus muros. Ao descrever as novas competências requeridas aos bibliotecários, Taylor estabeleceu seis áreas para o futuro da educação de bibliotecários:<br><br>• <strong>organização da informação: foco fundamental da formação;<br>• ambiente da informação: seu contexto, dinâmica e processos sociais;<br>• mídias de informação: suas diversas formas, do impresso à imagem e ao som;&nbsp;<br>• sistemas e tecnologias: sua análise, design, avaliação da efetiva combinação entre pessoas, máquinas e informação;&nbsp;<br>• métodos de pesquisa: educação de consumidores críticos de pesquisa que resulta na formação de reais partícipes, não necessariamente geradores de pesquisa;&nbsp;<br>• gestão: que estabelece os laços entre todas as áreas anteriormente mencionadas.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-18 14:35:33 UTC</pubDate>
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