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      <title>Portefólio de Literatura Portuguesa  by </title>
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      <description>Beatriz Bernardino
Turma 10ºF
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-09-19 15:46:33 UTC</pubDate>
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         <title>Apresentação</title>
         <author>beatrizrealistabernardino</author>
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         <description><![CDATA[<div>O meu nome é Beatriz Bernardino e tenho 15 anos. Sou teimosa, calma, por vezes envergonhada, mas quando estou com as pessoas em quem confio o meu comportamento muda um pouco, pois fico mais à vontade e a vergonha desaparece.<br><br></div><div>  Gosto de ajudar os outros e no que toca aos meus amigos estou sempre lá para eles quando precisam, pois quando vejo meus amigos felizes eu também fico feliz. Sou sensível, mas não sentimental.<br><br></div><div>  Os meus objetivos futuros são ir para a universidade, para o curso de que gosto, conseguir trabalhar nessa área e mais tarde constituir uma família.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-09-19 15:59:46 UTC</pubDate>
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         <title>A vida</title>
         <author>beatrizrealistabernardino</author>
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         <description><![CDATA[<div>É vão o amor, o ódio, ou o desdém; <br>Inútil o desejo e o sentimento... <br>Lançar um grande amor aos pés d'alguém <br>O mesmo é que lançar flores ao vento! <br><br>Todos somos no mundo "Pedro Sem", <br>Uma alegria é feita dum tormento, <br>Um riso é sempre o eco dum lamento, <br>Sabe-se lá um beijo donde vem! <br><br>A mais nobre ilusão morre... desfaz-se... <br>Uma saudade morta em nós renasce <br>Que no mesmo momento é já perdida... <br><br>Amar-te a vida inteira eu não podia... <br>A gente esquece sempre o bem dum dia. <br>Que queres, ó meu Amor, se é isto a Vida!... </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-09-19 16:25:34 UTC</pubDate>
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         <title>Significado de Portefólio</title>
         <author>beatrizrealistabernardino</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Portefólio </strong>é uma <strong>coleção de trabalhos</strong> já realizados de uma empresa ou de um profissional.O portefólio é um termo vindo do inglês e tem uma importância muito grande para profissionais com a necessidade de mostrar além de seu currículo. O portefólio agrega valor para o indivíduo e normalmente é iniciado durante a vida acadêmica. Ao contrário de uma mera compilação de trabalhos,o portefólio visa testemunhar o processo de aprendizagem do seu ator, reunindo elementos que evidenciem a forma como esse processo decorreu. Não reúne apenas os melhores trabalhos,mas aqueles dos quais resultou uma aprendizagem significativa,o portefólio deverá incluir também reflexões pessoais sobre as atividades desenvolvidas. Os elementos a incluir no portefólio deverão ser definidos em conjunto pelos alunos e pelo professor.<br><br></div><div>    Em termos de organização,o portefólio deverá incluir diversas secções, com indicação do seu conteúdo, sendo um trabalho individual, a sua composição obedecerá a um gosto e a critérios pessoais, ainda que respeitando a estrutura base.<br><br></div><div>    A principal vantagem do portefólio é permitir ao aluno “aprender a aprender”, solicitando continuamente atitudes de autoavaliação que são determinantes na sua aprendizagem.  <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-09-19 20:39:24 UTC</pubDate>
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         <title>Poesia Trovadoresca</title>
         <author>beatrizrealistabernardino</author>
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         <description><![CDATA[<div>Trovadorismo foi um movimento literário e poético que surgiu na Idade Média no século XI. Foi o primeiro movimento literário da língua portuguesa, pois dele surgiram as primeiras manifestações literárias. A poesia trovadoresca, ou poesia galaico-portuguesa, subdivide-se em três categorias: cantigas de amigo,cantigas de amor  cantigas de escárnio e maldizer. Chegaram até nós três colectâneas de poesias: o <em>Cancioneiro da Vaticana</em>, o <em>Cancioneiro da Biblioteca Nacional</em> e o <em>Cancioneiro da Ajuda</em>, todos eles contendo composições que vão do século XII ao século XIV. Os trovadores mais famosos foram o rei Afonso X de Castela e o rei D. Dinis de Portugal.<br><br>Adaptado de: <a href="http://alfarrabio.di.uminho.pt/vercial/trovador.htm">http://alfarrabio.di.uminho.pt/vercial/trovador.htm</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-02 14:54:24 UTC</pubDate>
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         <title>Difusores da poesia trovadoresca</title>
         <author>beatrizrealistabernardino</author>
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         <description><![CDATA[<div>- o trovador – compositor (quase sempre fidalgo) da poesia e da música.</div><div><br>- o jogral – executor (geralmente de baixa condição) que vivia do lucro desta arte de cantar ou tanger.</div><div><br></div><div>- a soldadeira ou jogralesa – cantadeira ou dançarina, a soldo, que acompanhava o jogral (era, muitas vezes, de moral duvidosa).</div><div><br></div><div>* segrel – cavaleiro-trovador que andava de corte em corte (era de baixa estirpe e fazia-se acompanhar de um jogral ou substituía-o).</div><div><br></div><div>* menestrel – era, no século XIII, um músico-poeta (por vezes confundia-se com o jogral, só que vivia sob a proteção de um nobre e andava de corte em corte).<br><br>Adaptado de: <a href="https://sentirportugus.blogspot.com/2014/09/poesia-trovadoresca-consideracoes-gerais.html">https://sentirportugus.blogspot.com/2014/09/poesia-trovadoresca-consideracoes-gerais.html</a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-02 15:00:18 UTC</pubDate>
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         <title>Cancioneiros da Poesia Trovadoresca</title>
         <author>beatrizrealistabernardino</author>
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         <description><![CDATA[<div>-  o <em>Cancioneiro da Vaticana: </em>encontra-se depositado na Biblioteca do Vaticano, donde deriva o nome por que é conhecido. <br><em>- </em>o <em>Cancioneiro da Biblioteca Nacional: </em>é uma colectânea de lirismo trovadoresco galaico-português (cantigas de amigo, de amor e de escárnio e maldizer).<em><br><br>- o Cancioneiro da Ajuda: </em>Recebe o seu nome por se conservar na biblioteca do Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa. <em> </em></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-02 15:06:37 UTC</pubDate>
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         <title>Contextualização de Idade Média</title>
         <author>beatrizrealistabernardino</author>
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         <description><![CDATA[<div>A Idade Média é um período da história da Europa entre os séculos V e XV. Inicia-se com a Queda do Império Romano do Ocidente e termina durante a transição para a Idade Moderna. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-03 15:47:17 UTC</pubDate>
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         <title>Música</title>
         <author>beatrizrealistabernardino</author>
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         <description><![CDATA[<div>Só existo contigo, Diogo Piçarra</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-03 15:55:22 UTC</pubDate>
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         <title>Estratificação social na idade média</title>
         <author>beatrizrealistabernardino</author>
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         <description><![CDATA[<div>Na Idade Média a sociedade era bastante estratificada. A população estava dividida em grupos privilegiados e grupos não privilegiados:<br><br><br>-&gt; Grupos privilegiados-&gt; Nobreza e Clero - Tinham cargos administrativos e não tinham de pagar impostos;<br><br><br>-&gt; Grupos não privilegiados-&gt; Povo - Trabalhavam nos campos dos nobres e dos clérigos e pagavam impostos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-03 16:08:09 UTC</pubDate>
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         <title>Arte Medieval</title>
         <author>beatrizrealistabernardino</author>
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         <description><![CDATA[<div>A arte da Idade Média insere-se no período quese chama de Idade Média. A Igreja Católica assume neste período um papel de extrema importância filtrando todas as produções científicas e culturais, fazendo com que muitas obras artísticas tenham temática religiosa.<br> <br> <strong>  Estilo Gótico: </strong></div><div> O estilo gótico predominou na Europa no final do século XIII ao XV. As construções (igrejas, mosteiros, castelos e catedrais) seguiram, no geral, algumas características em comum. <br>  O formato horizontal foi substituído pelo vertical, opção que fazia com que a construção estivesse mais próxima do céu. Os detalhes e elementos decorativos também foram muitos usados. As paredes passaram a ser mais finas e de aspecto leve. As janelas apareciam em grande quantidade. As torres eram em formato de pirâmides. Os arcos de volta-quebrada e ogivas foram também recursos arquitetônicos utilizados. </div><div> Com relação às esculturas góticas, o realismo prevaleceu. Os escultores procuravam dar um aspecto real e humano às figuras retratadas (anjos, santos e personagens bíblicos).  </div><div> No que toca à pintura, podemos destacar as iluminuras, os vitrais, painéis e afrescos. Embora a temática religiosa ainda prevalecesse, observa-se, no século XV, algumas características do Renascimento: busca do realismo, expressões emotivas e diversidade de cores.  </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-09 14:13:58 UTC</pubDate>
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         <title>Estilo Gótico- Escultura</title>
         <author>beatrizrealistabernardino</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title>Estilo Gótico- Pintura</title>
         <author>beatrizrealistabernardino</author>
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         <title>Estilo Gótico- Arquitetura</title>
         <author>beatrizrealistabernardino</author>
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         <pubDate>2018-10-09 14:30:46 UTC</pubDate>
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         <title>Estilo Gótico-Vitrais</title>
         <author>beatrizrealistabernardino</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os primeiros<strong> vitrais<br> medievais surgiram no século 10 em Catedrais da França e Alemanha. Coloridas e imensas, essas janelas adornadas eram verdadeiras Bíblias de luz, que revelavam a História Sagrada, a história dos homens e as verdades da fé.<br>  Adaptado de: </strong><a href="http://lounge.obviousmag.org/anna_anjos/2013/07/os-vitrais-medievais.html"><strong>http://lounge.obviousmag.org/anna_anjos/2013/07/os-vitrais-medievais.html</strong></a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-09 14:36:19 UTC</pubDate>
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         <title>Estilo Gótico-Iluminuras</title>
         <author>beatrizrealistabernardino</author>
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         <description><![CDATA[<div>Iluminura é um tipo de pintura decorativa aplicada às letras capitulares dos códices de pergaminho medievais. O termo aplica-se igualmente ao conjunto de elementos decorativos e representações imagéticas executadas nos manuscritos produzidos principalmente nos conventos e abadias da Idade Média. <br>  Adaptado de:<br><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Iluminura">https://pt.wikipedia.org/wiki/Iluminura</a></div>]]></description>
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         <title>Cantiga de amigo &quot;Ai Flores do Verde Pino&quot;</title>
         <author>beatrizrealistabernardino</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-10-09 14:58:55 UTC</pubDate>
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         <title>Subgenêros das cantigas de amigo</title>
         <author>beatrizrealistabernardino</author>
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         <description><![CDATA[<div>  Barcarolas ou marinhas: Ocorrem na presença do mar, que adquire certa personalização ao se lhe dirigir a amiga como seu confidente. Ex: Ondas do Mar de Vigo<br>  Cantigas da Peregrinação: A amiga está num santuário, ermita ou capela,lugar de reunião que serve de pretexto para o encontro dos apaixonados. Este contexto é exclusivo da literatura galego-portuguesa. Ex: Eno Sagrado em San Simion<br>  Bailada ou bailia: Composições alegres e festivas nas quais se realiza um convite á dança. Ex: Bailemos nós já todas três aí amigas.<br>  Alvas, albas ou alvoradas: Faz-se referência ao amanhecer; nas "alvas" provençais os amantes separavam-se após terem pernoitados juntos. Ex: Levad' amigo que dormidas as manhanas frias.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-16 14:43:09 UTC</pubDate>
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         <title>Conto inspirado na cantiga de amigo &quot;Levou&#39;s Louçana</title>
         <author>beatrizrealistabernardino</author>
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         <description><![CDATA[<div>Havia uma rapariga que era bela e delicada como uma flor. Essa rapariga ia lavar cabelos á fonte  fria e ficava sempre alegre de amores.  A jovem  estava apaixonada por um rapaz que via sempre que ia á fonte, mas nunca tinha a coragem de falar com ele. O rapaz era forte, mas com feições meigas pelas quais  a rapariga se apaixonou e ia sempre à mesma hora, todos os dias aquela fonte pois  esse momento era um dos mais felizes do dia da rapariga.<br><br></div><div>  Certo dia, quando estava ela a ir para a fonte, aproximou-se um rapaz dela e cumprimentou-a. Quando esta olhou para ele viu que este era o rapaz por quem ela estava apaixonada, e simplesmente o cumprimentou também com um sorriso. Depois de conversarem o rapaz disse que o único motivo pelo qual ele ia aquela fonte a todos os dias era para ver a rapariga, por quem está apaixonado, a lavar cabelos. A rapariga confessou-lhe que esse também era o motivo pelo qual ela ia áquela fonte e viveram felizes para sempre.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-23 14:45:14 UTC</pubDate>
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         <title>Levou&#39;s a louçana</title>
         <author>beatrizrealistabernardino</author>
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         <pubDate>2018-10-23 14:48:01 UTC</pubDate>
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         <title>Origem das Cantigas de Amor</title>
         <author>beatrizrealistabernardino</author>
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         <description><![CDATA[<div>As cantigas de amor têm origem provençal (Provença: região ao sul da França) no período compreendido entre o século XI e XIII, que tanto influenciaram as cantigas de amor em Portugal.Entretanto, isso não significa que os trovadores portugueses se limitaram a uma mera imitação. Em Portugal as cantigas de amor ganharam nova dimensão e maior sinceridade. Era o gênero mais praticado pelos trovadores.<br>  Adaptado de: <a href="https://www.recantodasletras.com.br/teorialiteraria/4289239">https://www.recantodasletras.com.br/teorialiteraria/4289239</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-30 15:07:56 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Definição da cantiga de amor</title>
         <author>beatrizrealistabernardino</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizrealistabernardino/z0lv932j14zx/wish/298560542</link>
         <description><![CDATA[<div>Gênero de poesia medieval em que o homem apaixonado , na condição de submisso e sofredor, declara o seu amor á mulher amada, representada como um ser.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-30 15:17:48 UTC</pubDate>
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         <title>Artifícios poéticos das cantigas de amigo</title>
         <author>beatrizrealistabernardino</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizrealistabernardino/z0lv932j14zx/wish/298567254</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Coblas</strong>: segundo a "Arte de Trovar", as estrofes tinham o nome de coblas ou cobras e o seu número ficava ao sabor do trovador.<br> <strong>Refrão</strong>: é o estribilho, ao qual regressava o coro ou o solista entre a execução de duas coplas. Podia estar ligado ao corpo da copla pelo sentido, ou ser independente dela.Surge nas paralelísticas e, em geral, nas cantigas de amigo, mas não aparece nas de mestria.<br><strong>Finda:</strong> é uma copla de menor extensão, de um a quatro versos, que encerra a cantiga em jeito de conclusão.<br><strong>Atafinda</strong>: é um processo de ligação de coplas, feita pela continuação do último verso de uma estrofe na copla seguinte. Essa ligação faz-se através de partículas como "e", "ca", "pois", "quando", "pero", "que", etc.<br><strong>Verso / palavra perduda</strong>: verso/palavra sem correspondência temática/rimática que aparece no meio, início ou fim da copla e deve repetir-se no mesmo lugar.<br><strong>Enjambement</strong>/<strong>transporte</strong>/<strong>encavalgamento</strong>: consiste em completar o sentido de um verso no verso seguinte. D. Dinis chegou até a dividir a palavra.Este processo é uma constante na poesia de todas as épocas.<br><strong>Dobre</strong>: repetição da mesma palavra de rima duas ou mais vezes em lugares simétricos da estrofe, de preferência no primeiro e no último verso.<br><strong>Mordobre</strong>/<strong>mozdobre</strong>: repetição da mesma palavra em lugares simétricos, porém jogando com as suas várias flexões.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-30 15:26:40 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Ai senhora fremosa, por Deus&quot; </title>
         <author>beatrizrealistabernardino</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ai senhor fremosa! por Deus<br>e por quam boa vos El fez,<br>doede-vos algũa vez<br>de mim e destes olhos meus<br>   que vos virom por mal de si,<br>   quando vos virom, e por mi.<br><br>E porque vos fez Deus melhor<br>de quantas fez e mais valer,<br>querede-vos de mim doer<br>e destes meus olhos, senhor,<br>   que vos virom por mal de si,<br>   quando vos virom, e por mi.<br><br>E porque o al nom é rem,<br>senom o bem que vos Deus deu,<br>querede-vos doer do meu<br>mal e dos meus olhos, meu bem,<br>   que vos virom por mal de si,<br>   quando vos virom, e por mi.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-30 15:36:31 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Amor, em que grave dia vos vi&quot; </title>
         <author>beatrizrealistabernardino</author>
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         <description><![CDATA[<div>Amor, em que grave dia vos vi,<br>pois [a] que tam muit'há que eu serv'i,<br>jamais nunca se quis doer de mi!<br>E pois me tod'este mal per vós vem,<br>mia senhor haja bem, pois est assi,<br>e vós hajades mal e nunca bem.<br>  <br>Em grave dia que vos vi, Amor,<br>pois a de que sempre foi servidor,<br>me fez e faz cada dia peior!<br>E pois hei por vós tal coita mortal,<br>faça Deus sempre bem a mia senhor,<br>e vós, Amor, hajades todo mal.<br>  <br>Pois da mais fremosa de quantas som<br>[jamais] nom pud'haver se coita nom<br>e por vós viv'eu em tal perdiçom,<br>que nunca dormem estes olhos meus <br>mia senhor haja bem por tal razom,<br>e vós, Amor, hajades mal de Deus.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-30 15:42:47 UTC</pubDate>
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         <title>Análise da cantiga de amor &quot;Ai senhora fremosa, por Deus&quot;</title>
         <author>beatrizrealistabernardino</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizrealistabernardino/z0lv932j14zx/wish/298584006</link>
         <description><![CDATA[<div>Autor: D.Dinis<br>Interlocutor do Sujeito Poético: "Senhor", a mulher amada<br>Sentimentos: O trovador está apaixonado pela senhora<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-30 15:51:16 UTC</pubDate>
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         <title>Análise da cantiga de amor &quot;Amor, em que grave dia vos vi&quot;</title>
         <author>beatrizrealistabernardino</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizrealistabernardino/z0lv932j14zx/wish/299093878</link>
         <description><![CDATA[<div>Autor: D.Dinis<br>Interlocutor do Sujeito Poético: "Senhor", a mulher amada<br>Sentimentos: O trovador fala de como se apaixonou pela donzela assim que a viu</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-31 17:18:28 UTC</pubDate>
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         <title>Cantigas de escárnio</title>
         <author>beatrizrealistabernardino</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizrealistabernardino/z0lv932j14zx/wish/304424000</link>
         <description><![CDATA[<div>Nas cantigas de escárnio os autores faziam sátiras de maneira indireta, fazendo uso de duplo sentido e não fazia menção direta a pessoa satirizada, isto é, o nome dessa pessoa não aparecia na cantiga.</div><div>Nas cantigas de escárnio eram cheias de ambiguidades, trocadilhos e jogos de palavras, onde se destacam a ironia e o sarcasmo nas obras dos autores.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-14 17:22:07 UTC</pubDate>
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         <title>Cantigas de maldizer</title>
         <author>beatrizrealistabernardino</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizrealistabernardino/z0lv932j14zx/wish/304425520</link>
         <description><![CDATA[<div>Nas cantigas de maldizer, os autores faziam criticas diretas, e nessas sátiras chegavam a fazer uso de palavrões e agressões verbalizadas. As cantigas de maldizer são mais agressivas.</div><div>Nas cantigas de maldizer era usada uma linguagem extremamente pesada e chula, e muitas vezes eram abordados temas como: prostituição, adultério, imoralidade dos religiosos e outros assuntos.</div><div>Nesse tipo de cantiga, o nome da pessoa que era satirizada poderia aparecer de maneira explicita e não acontece o uso de duplo sentido.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-14 17:24:24 UTC</pubDate>
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         <title>Cantigas de Escárnio</title>
         <author>beatrizrealistabernardino</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-11-20 15:11:08 UTC</pubDate>
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         <title>Cantigas de Maldizer</title>
         <author>beatrizrealistabernardino</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-11-20 15:11:41 UTC</pubDate>
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         <title>Livros de Linhagem</title>
         <author>beatrizrealistabernardino</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os <strong>livros de linhagens</strong>, também designados <strong>nobiliários</strong>, são livros que apresentam as relações genealógicas de membros de famílias nobres. Foram comuns no passado medieval da Europa, particularmente na Península Ibérica.<br>  A função dos livros de linhagens era prática, servindo para regular casamentos consanguineos e assegurando os direitos hereditários dos membros de uma família nobre e dos seus descendentes, além de conservar a memória dos antigos feitos dos fidalgos (<em>filhos d'algo</em>). Muitos destes livros transmitem um importante legado histórico, cultural e literário.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-20 15:15:22 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>A genealogia nos Livros de Linhagens(resumo do texto da pág.113)</title>
         <author>beatrizrealistabernardino</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizrealistabernardino/z0lv932j14zx/wish/306398610</link>
         <description><![CDATA[<div>Os textos genealógicos, correspondem a uma sequência de nomes e de relações entre os nomes que constituem uma rede familiar ou linhagística e o seu objetivo mais vísivel é o de perpetuar a memória e a história de uma sucessão familiar,ou mesmo de uma rede de histórias familiares que se entrecruzam.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-20 15:37:56 UTC</pubDate>
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         <title>Biografia de Fernão Lopes</title>
         <author>beatrizrealistabernardino</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizrealistabernardino/z0lv932j14zx/wish/310963004</link>
         <description><![CDATA[<div>Fernão Lopes foi escrivão e cronista oficial do reino de Portugal e o 4.° guarda-mor da Torre do Tombo. De origem plebeia, pelos serviços prestados à Coroa, recebeu carta de nobreza. <br>Nascimento<strong>: </strong>1385, Lisboa <br>Falecimento<strong>: </strong>1460, Lisboa (80 anos)<br>Formação: Universidade de Bolonha<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-04 15:55:40 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Bibliografia de Fernão Lopes</title>
         <author>beatrizrealistabernardino</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizrealistabernardino/z0lv932j14zx/wish/310968714</link>
         <description><![CDATA[<div>-Crónica de el-rei D. Pedro I;<br>-Crónica de D. Fernando;<br>-Crónica de D. João I.;<br>-História de uma revolução: primeira parte da "Crónica de El-Rei D. João I de Boa Memória;<br>-Crónica da regência e do reinado de D. João I;<br>-Crónicas de D. Pedro I, D. Fernando e D. João I: antologia;<br>-Crônicas;<br>-The English in Portugal: 1367-87;<br>-Paixão e morte do infante D. João e D. Maria Teles;<br>-Chronica d'el rei D. Diniz, D. Affonso III, D. Affonso Henriques, D. Affonso V, D. Pedro I D. Sancho II.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-04 16:04:34 UTC</pubDate>
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         <title>Crise de 1383-1385</title>
         <author>beatrizrealistabernardino</author>
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         <description><![CDATA[<div>A Crise de 1383–1385 foi um período de guerra civil na História de Portugal, também conhecido como Interregno, uma vez que não existia rei no poder. A crise começou com a morte do rei Fernando de Portugal, que não gerou herdeiros masculinos. <br><strong>  Duração: </strong>2 de Abril de 1383 - 14 de Outubro de 1385</div><div>  Vencedor<strong>: </strong>Vitória de D.João I de Portugal</div><div>  Local<strong>: Portugal</strong> e Castela.<br>  Combatentes: Coroa de Castela, Reino da Inglaterra, Reino da França, Coroa de Aragão.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-11 15:45:12 UTC</pubDate>
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         <title>Crónica de D. João I</title>
         <author>beatrizrealistabernardino</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizrealistabernardino/z0lv932j14zx/wish/313457153</link>
         <description><![CDATA[<div>A <strong>Crónica d’El Rei D.João I</strong>, foi escrita em 1443 pelo cronista Fernão Lopes, por incumbência do Rei D.Duarte.<br> A crónica é composta por 3 partes:<br>  -1ª parte – descreve o que se passou entre a morte de D.Fernando e a subida ao trono de D. João I, Mestre de Avis.<br>  -2ª parte – descreve os acontecimentos ocorridos durante o reinado de D. João I até 1441, altura em que foi assinada a paz com Castela.<br>  -3ª parte – D. João morreu.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-11 15:50:11 UTC</pubDate>
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         <title>Biografia de Gil Vicente</title>
         <author>beatrizrealistabernardino</author>
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         <description><![CDATA[<div>Biografia de Gil Vicente</div><div>Gil Vicente (1465-1536) foi um dramaturgo e poeta português, o representante maior da literatura renascentista de Portugal antes de Camões. Criador de vários autos é considerado o fundador do teatro em Portugal.</div><div>Gil Vicente (1465-1536) nasceu em Guimarães, Portugal no ano de 1465. Por falta de documentos, muitos fatos de sua vida são cercados de dúvidas, como o próprio local e ano de seu nascimento. Sabe-se que sua atividade de dramaturgo foi desenvolvida em torno da corte portuguesa, abrangendo os reinados de D. Manuel I e de D. João III.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-01-10 12:37:28 UTC</pubDate>
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         <title>Obra de Gil Vicente</title>
         <author>beatrizrealistabernardino</author>
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         <description><![CDATA[<div>Primeira Obra de Gil Vicente:<br>O nome de Gil Vicente apareceu pela primeira vez, em 1502, quando encenou a peça “Auto da Visitação” ou “Monólogo do Vaqueiro”, em homenagem ao nascimento do príncipe D. João, futuro D. João III, filho de D. Manuel I e de D. Maria de Castela. No monólogo, escrito em castelhano, um simples homem do campo expressa sua alegria pelo nascimento do herdeiro, desejando-lhe felicidades. A interpretação entusiasmou a Corte, iniciando assim sua carreira que se estendeu por mais de 30 anos.<br><br>Características da Obra de Gil Vicente:<br>Embora tenha vivido em pleno Renascimento, Gil Vicente não se deixou impregnar pelas concepções humanísticas, retratou através de suas peças, os valores populares e cristãos da vida medieval. Seu teatro se caracteriza por ser primitivo e popular, embora tenha surgido no ambiente da corte, para servir de entretenimento nos serões oferecidos ao rei.</div><div>Gil Vicente escreveu mais de quarenta peças, algumas em espanhol e muitas em português, onde criticou de forma impiedosa toda a sociedade de seu tempo. O valor do teatro vicentino reside na sátira, muitas vezes agressiva, contrabalançada pelo pensamento cristão. Sua obra é rica pela universalidade dos temas e pelo lirismo poético que soube colocar na arte, em plena atmosfera renascentista.</div><div>De sua observação satírica não deixou ninguém de fora, papa, rei, clero feiticeiras, alcoviteiras, judeus, moças casadouras e agiotas. Sua galeria de tipos é rica e vários tipos foram ridicularizados:</div><ul><li>A imperícia dos médicos - Farsa dos Físicos</li><li>A prática das feiticeiras - Auto das Fadas</li><li>A fanfarrice da nobreza – Farsa dos Almocreves</li><li>O comportamento do clero – O Clérigo da Beira</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2019-01-10 12:40:24 UTC</pubDate>
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         <title>Características do Texto Dramático</title>
         <author>beatrizrealistabernardino</author>
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         <description><![CDATA[<div>O texto dramático é escrito para ser representado. Normalmente não tem narrador e predomina o discurso na segunda pessoa (tu/vós). Além disso, o texto dramático pressupõe o recurso à linguagem gestual, à sonoplastia e à luminotécnica.</div><div><br>É composto por <strong>dois tipos de texto</strong>:<br><br></div><div>1- <strong>Texto principal</strong>, que corresponde às falas dos atores. É composto por:</div><ul><li><strong>Monólogo </strong>– uma personagem, falando consigo mesma, expõe perante o público os seus pensamentos e/ou sentimentos;</li><li><strong>Diálogo</strong> – falas entre duas ou mais personagens;</li><li><strong>Apartes</strong> – comentários de uma personagem para o público, pressupondo que não são ouvidos pelas outras personagens.</li></ul><div>2- <strong>Texto secundário</strong> (ou didascálias, ou indicações cénicas) que se destina ao leitor, ao encenador da peça ou aos atores. O texto secundário é composto:</div><ul><li>pela listagem inicial das personagens;</li><li>pela indicação do nome das personagens no início de cada fala;</li><li>pelas informações sobre a estrutura externa da peça (divisão em atos, cenas ou quadros);</li><li>pelas indicações sobre o cenário e guarda roupa das personagens;</li><li>pelas indicações sobre a movimentação das personagens em palco, as atitudes que devem tomar, os gestos que devem fazer ou a entoação de voz com que devem proferir as palavras;</li></ul><div>  <strong>ESTRUTURA INTERNA E EXTERNA</strong><br><br><strong>Estrutura externa</strong> – o teatro tradicional e clássico pressupunha divisões em <strong>atos</strong>, correspondentes à mudança de cenários, e em <strong>cenas </strong>, equivalentes à mudança de personagens em cena.</div><div>O teatro moderno, narrativo ou épico, põe de parte estas regras tradicionais de divisão na estrutura externa.</div><div><br><strong>Estrutura interna</strong> – uma peça de teatro divide-se em:</div><div>• <strong><em>Exposição </em></strong>– apresentação das personagens e dos antecedentes da ação;</div><div>• <strong><em>Conflito </em></strong>– conjunto de peripécias que fazem a ação progredir;</div><div>• <strong><em>Desenlace</em></strong> – desfecho da ação dramática.<br><br><strong>FORMAS DO GÉNERO DRAMÁTICO</strong></div><div>• Tragédia<br>• Comédia<br>• Drama<br>• Teatro Épico.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-01-10 12:51:05 UTC</pubDate>
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         <title>Farsa de Inês Pereira</title>
         <author>beatrizrealistabernardino</author>
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         <description><![CDATA[<div>A <strong><em>Farsa de Inês Pereira</em></strong> é uma peça de teatro escrita por Gil Vicente. Nela o autor retrata a ambição de uma criada da classe média portuguesa do séc.XVI.<br><br>Resumo:</div><div>Inês, moça simples e casadoira, mas com grande ambição procura um marido que seja astuto, sedutor. A mãe de Inês, preocupada com a filha e a sua educação, incita-a a casar com Pêro Marques, pretendente arranjado por Lianor Vaz. No entanto, Inês Pereira não se apraz do filho do lavrador, por este ser ignorante e inculto.<br>Entram então em cena dois casamenteiros judeus, e Inês casa-se com um escudeiro, de sua graça <em>Brás da Mata</em>.<br><br>Este casamento depressa se revela desastroso para Inês, que por tanto procurar um marido astuto acabou por casar com um que antes de sair para a guerra, dá ordens ao seu moço que fique a vigiar Inês e que a tranque em casa de cada vez que sair à rua.<br><br></div><div>Meses após a sua partida, Inês recebe a prazerosa notícia de que o seu marido foi morto por um pastor. Não tarda em querer casar de novo e, nesse mesmo dia, chega-lhe a noticia de que Pêro Marques continua casadoiro, de resto como ele havia prometido a Inês aquando do primeiro encontro de ambos.<br><br></div><div>Inês casa com ele logo ali e, já no fim da história, aparece um ermitão que se torna amante da protagonista.<br><br></div><div>O ditado "mais quero asno que me carregue que cavalo que me derrube", não podia ser melhor representado do que na última cena da obra, quando o marido a carrega em ombros até ao amante, e ainda canta com ela "assim são as coisas".<br><br>Personagens<br><br></div><ul><li>Inês: representa uma mulher fútil, ambiciosa, preguiçosa e interesseira, que se casa duas vezes apenas para se livrar do tédio da vida de doméstica. Não conseguindo ter a liberdade pretendida no primeiro casamento, consegue-a no segundo, com um marido ingénuo (Pêro Marques). Apesar do seu comportamento impróprio, consegue até mesmo a simpatia do público pela inteligência com que planeia os seus passos.</li><li>Lianor Vaz: é a alcoviteira, personagem que naquela época arranjava casamentos, numa sugestão de que a base da família estaria corrompida.</li><li>Mãe: apesar de dar conselhos à filha, acha importante que ela não fique solteira e torna-se cúmplice das atitudes dela.</li><li>Pêro Marques: é o marido bobo. Apesar de ser ridicularizado por Inês, casa-se com ela e deixa que ela o maltrate e o traia.</li><li>Escudeiro: Preocupado em arranjar uma esposa, finge e engana, criando uma imagem de "bom moço"; revela-se depois um tirano, e deixa Inês presa em sua casa; é morto por um pastor.</li><li>Moço: era o criado do primeiro marido de Inês que, embora não gostasse do Escudeiro, o ajuda a mentir para se casar com ela.</li><li>Ermitão: era um velho amigo de Inês que se tornou Emirtão, no fim da história Inês vai ter com o ermitão às costas do seu marido..</li><li>Latão e Vidal: judeus casamenteiros que apresentaram o Escudeiro a Inês.</li></ul><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-01-10 12:54:54 UTC</pubDate>
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         <title>O amor</title>
         <author>beatrizrealistabernardino</author>
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         <description><![CDATA[<div>O amor é um importante sentimento presente na vida de toda a gente, numas pessoas mais do que em outras, mas mesmo assim presente.<br><br></div><div>  O amor pode demonstrar-se e sentir-se de várias formas e várias pessoas podem fazê-lo sentir assim, seja família, amigos, um namorado/a, um animal, um objeto com algum tipo de significado, etc…<br><br></div><div>  O amor pode ser  a melhor coisa do mundo, como muitas vezes também pode ser das piores e magoar-nos, porém, de qualquer maneira, é sempre um sentimento de que todos necessitamos seja para aprendermos com os nossos erros, seja para nos fazer as pessoas mais felizes do mundo, nem que por um momento apenas.<br><br></div><div>  Há muitas formas de demonstrar esse sentimento sejam elas através de palavras ou atos o que em muitos casos não é fácil, mas não me vou prolongar muito, porém o amor não pode ser explicado, pois tem que ser sentido.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-01-17 12:33:50 UTC</pubDate>
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         <title>Poesia Palaciana</title>
         <author>beatrizrealistabernardino</author>
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         <description><![CDATA[<div>Poesia Palaciana é o nome dado para as poesias que eram produzidas em palácios pelos nobres. Destinada também ao público nobre, esse tipo de poesia foi recolhida por Garcia Resende, no Cancioneiro Geral e impresso em 880 composições no ano de 1516.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-01-31 12:18:58 UTC</pubDate>
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         <title>Renascimento em Portugal</title>
         <author>beatrizrealistabernardino</author>
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         <description><![CDATA[<div>O Renascimento em Portugal refere-se à influência e evolução do Renascimento em Portugal, de meados do século XV a finais do século XVI. O movimento cultural que assinalou o final da Idade Média e o início da Idade Moderna foi marcado por transformações em muitas áreas da vida humana. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-01-31 12:29:38 UTC</pubDate>
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         <title>Renascimento na Europa</title>
         <author>beatrizrealistabernardino</author>
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         <description><![CDATA[<div>O movimento artístico que chamamos “Renascimento” nasceu na Itália, em Florença, nas primeiras décadas do século XV. Nos finais de 1400, tinha-se espalhado por toda a Itália. Na primeira metade do século seguinte, quando Roma se sobrepunha a Florença como principal centro artístico, tinha alcançado os resultados mais clássicos.<br> Nessa mesma época, começou a difundir-se pelo resto da Europa, iniciando uma completa revolução artística, cujos efeitos perdurariam, com constantes acontecimentos, durante séculos, até quase o limiar da nossa época.<br><br>Características gerais:<br><br></div><ul><li>Racionalidade;</li><li>Dignidade do Ser Humano;</li><li>Rigor Científico;</li><li>Ideal Humanista;</li><li>Reutilização das artes greco-romana.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2019-01-31 12:42:15 UTC</pubDate>
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         <title>Humanismo</title>
         <author>beatrizrealistabernardino</author>
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         <description><![CDATA[<div>Humanismo é a filosofia moral que coloca os humanos como principais, numa escala de importância, no centro do mundo. É uma perspectiva comum a uma grande variedade de posturas éticas que atribuem a maior importância à dignidade, aspirações e capacidades humanas, particularmente a racionalidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-01-31 12:57:43 UTC</pubDate>
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         <title>Classicismo</title>
         <author>beatrizrealistabernardino</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em arte, classicismo refere-se ao mundo antigo, ou seja, à valorização da Antiguidade Clássica como padrão por excelência do sentido estético. A arte classicista procura a pureza formal, o equilíbrio, o rigor ou, segundo a nomenclatura proposta por Friedrich Nietzsche, pretende ser mais apolínea que dionisíaca. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-01-31 12:59:52 UTC</pubDate>
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         <title>Temas da lírica</title>
         <author>beatrizrealistabernardino</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizrealistabernardino/z0lv932j14zx/wish/343723196</link>
         <description><![CDATA[<div>Os temas presentes na lírica são Natureza, Amor, Saudade, Mulher e o Desconcerto do Mundo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-21 12:06:39 UTC</pubDate>
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         <title>Análise do poema &quot;Descalça vai para a fonte&quot;</title>
         <author>beatrizrealistabernardino</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizrealistabernardino/z0lv932j14zx/wish/343724872</link>
         <description><![CDATA[<div>Este texto é fundamentalmente uma descrição de Lianor em que o sujeito poético “tenta” aqui a abordagem da temática amorosa, ou do Amor, com um tom ligeiro.</div><div><br>Este texto aproxima-se das tradicionais cantigas de amigo tanto formal como tematicamente: por um lado, é uma redondilha, por outro, estamos em presença de uma jovem que vai à fonte, temática recorrente naquele género medieval.</div><div><br></div><div>A jovem é descrita como estando descalça, indo formosa e não segura. Aqui, a falta de segurança, pode ser o resultado da sua beleza que a torna alvo de sedução ou tentações do Amor, contra os quais se encontra desprotegida e livre.</div><div><br>Outros elementos a considerar:</div><div><br></div><div>- metáfora - <em>nas mãos de prata</em></div><div>- comparação e hipérbole - <em>mais branca que a neve pura;</em></div><div>- as formas verbais <em>Leva – traz – vai – chove</em> conferem movimento à descrição, dinamismo.</div><div>- bem ao gosto petrarquista, o eu poético faz uma descrição desta rapariga, assumindo uma posição meramente contemplativa. Na sua contemplação, destaca os atributos físicos em detrimento da característica psicológica, <em>e não segura, </em>única representação neste soneto.</div><div>                                                                      </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-21 12:11:11 UTC</pubDate>
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         <title>Análise do poema &quot;Amor é fogo que arde sem se ver&quot;</title>
         <author>beatrizrealistabernardino</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizrealistabernardino/z0lv932j14zx/wish/343741486</link>
         <description><![CDATA[<div>O poema de Camões é um soneto italiano (2 quadras e 2 tercetos). Começa com a apresentação de um tema, que passa a ser desenvolvido, e, geralmente no último verso, contém uma conclusão que esclarece o tema. É decassílabo, o que significa que contém dez sílabas poéticas em cada estrofe.  O poema possui um esquema rímico clássico, formado por ABBA, ABBA, CDC, DCD. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-21 12:36:13 UTC</pubDate>
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         <title>Lírica Camoniana</title>
         <author>beatrizrealistabernardino</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizrealistabernardino/z0lv932j14zx/wish/343750967</link>
         <description><![CDATA[<div>Na lírica camoniana, estão presentes os temas tradicional e o renascentista (o velho e o novo), nomeadamente o amor, a natureza, o ambiente palaciano e a saudade, como se pode observar nos poemas “ Amor é fogo que arde sem se ver” e “Aquela triste e leda madrugada”z.</div><div>Nas temáticas de influência renascentista, o poeta desenvolveu várias temáticas: o amor platónico, a saudade, o destino, a beleza suprema, a mudança, a mulher vista á luz do petrarquismo e do dantismo. O amor aparece como fonte de contradições entre a vida e a morte, a água e o fogo, a esperança e o desengano. A concepção da mulher está em ligação com a temática amorosa e da forma como se trata a Natureza, oscila igualmente entre o polo platónico. Na poesia renascentista verifica-se um alargamento dos temas e a colocação do ser humano no centro de tudo. A nível formal, o verso é o da medida nova, com o uso do verso decassílábico heroico ou sáfico. As formas poéticas mais frequentes são o soneto e a canção.</div><div>Na poesia da influência tradicional, é evidente o aproveitamento da temática da poesia trovadoresca, das formas palacianas. Assim, encontramos temas tradicionais e populares (o amor,a saudade, a beleza da mulher, o contacto com a natureza, a ida à fonte…), o ambiente cortesão com as suas “cousas de folgar” e as suas futilidades, o humor. A nível formal, o verso é o da medida velha. Contém cinco sílabas métricas (redondilha menor) ou sete (redondilha maior). As formas poéticas mais frequentes são as da poesia palaciana do século anterior: os vilancetes, as cantigas, as esparsas, e as trovas. Assim, o poeta não encontra harmonia entre a vida ideal, marcada pela busca do amor, e a realidade concreta. Predomina o desajuste entre o que deseja e o que consegue. Valoriza a interiorização como forma de atingir a plenitude divina, uma forma de escapar da irracionalidade aparente do mundo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-21 12:52:56 UTC</pubDate>
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         <title>Análise do poema &quot;Triste e leda madrugada&quot;</title>
         <author>beatrizrealistabernardino</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizrealistabernardino/z0lv932j14zx/wish/345307141</link>
         <description><![CDATA[<div>Este texto é constituído por duas quadras e dois tercetos em metro decassilábico, com esquema rimático, ABBA/ABBA/CDC/DCD, verificando-se a existência de rima interpolada em A, emparelhada em B e cruzada em CD.<br>O soneto aborda a separação de dois sujeitos que estiveram juntos e o sofrimento que essa separação provocou, utilizando o termo anafórico “Ela”, que substitui a palavra madrugada ao longo do poema, referindo-a como única testemunha desse afastamento. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-26 15:13:05 UTC</pubDate>
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         <title>As viagens na literatura do séc.XVI</title>
         <author>beatrizrealistabernardino</author>
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         <pubDate>2019-05-02 11:35:10 UTC</pubDate>
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         <title>O Grande Peregrino</title>
         <author>beatrizrealistabernardino</author>
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         <pubDate>2019-05-02 11:35:43 UTC</pubDate>
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         <title>Peregrinação: estrutura e organização temática</title>
         <author>beatrizrealistabernardino</author>
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         <title>Biografia de Fernão Mendes Pinto </title>
         <author>beatrizrealistabernardino</author>
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         <title>Vídeo sobre a Peregrinação de Fernão Mendes Pinto</title>
         <author>beatrizrealistabernardino</author>
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         <title>Bocage</title>
         <author>beatrizrealistabernardino</author>
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         <pubDate>2019-06-06 11:14:44 UTC</pubDate>
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         <title>Neoclassicismo</title>
         <author>beatrizrealistabernardino</author>
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         <pubDate>2019-06-06 11:33:21 UTC</pubDate>
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         <title>Pré-Romantismo</title>
         <author>beatrizrealistabernardino</author>
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         <pubDate>2019-06-06 11:36:04 UTC</pubDate>
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         <title>Análise do poema de Bocage &quot;Apenas vi do dia a luz brilhante&quot; </title>
         <author>beatrizrealistabernardino</author>
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         <pubDate>2019-06-11 14:49:37 UTC</pubDate>
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         <title>Análise do poema de Bocage &quot;Importuna razão, não me persigas&quot;</title>
         <author>beatrizrealistabernardino</author>
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         <pubDate>2019-06-11 14:52:42 UTC</pubDate>
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         <title>Análise do poema de Bocage &quot;A frouxidão no amor é uma ofensa&quot;</title>
         <author>beatrizrealistabernardino</author>
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         <title>Análise do poema de Bocage &quot;Liberdade querida e suspirada&quot;</title>
         <author>beatrizrealistabernardino</author>
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         <title>Análise do poema de Bocage &quot;Já sobre o coche de ébano estrelado&quot;</title>
         <author>beatrizrealistabernardino</author>
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         <title>Biografia de Almeida Garrett</title>
         <author>beatrizrealistabernardino</author>
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         <pubDate>2019-09-19 07:53:29 UTC</pubDate>
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