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      <title>BIOLOGIA by Vitória Pelicioni</title>
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      <description>Leishmaniose</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2017-05-22 17:06:10 UTC</pubDate>
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         <title>O que é Leishmaniose?</title>
         <author>pelivitoria</author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div><figure class="attachment attachment-preview" data-trix-attachment="{&quot;contentType&quot;:&quot;image&quot;,&quot;height&quot;:458,&quot;url&quot;:&quot;https://i2.wp.com/biosom.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/08/leshmaniose-2.png?resize=696%2C458&amp;ssl=1&quot;,&quot;width&quot;:696}" data-trix-content-type="image"><img src="https://i2.wp.com/biosom.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/08/leshmaniose-2.png?resize=696%2C458&amp;ssl=1" width="696" height="458"><figcaption class="caption"></figcaption></figure></div><div><br></div><div>A Leishmaniose é uma doença crônica causada pela picada do mosquito palha que transmite o parasita <strong><em>Leishmania. </em></strong>Existem três tipos da doença, a leishmaniose cutânia, leishmaniose visceral e a leishmaniose mucocutânea.<br><br></div><div>Existem hoje cerca de 20 espécies do parasita que podem afetar&nbsp; os humanos. A doença começa a se desenvolver rapidamente quando os parasitas chegam as correntes sanguíneas e se espalham pelas células e outros tecidos. Países com maiores incidências da doença são: Índia e Bangladesh.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-05-22 17:34:41 UTC</pubDate>
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         <title>Quais são os tipos da Leishmaniose?</title>
         <author>pelivitoria</author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div><strong>A) Cutânea –</strong> a leishmaniose cutânea, que afeta a pele, costuma provocar úlceras na pele e é a forma mais comum da doença.</div><div><strong>B) Visceral –</strong> a leishmaniose visceral, ou também conhecida como calazar,  afeta os órgãos internos como o baço e fígado, e  pode ser fatal, pois também atinge o  sistema imunológico através de danos a esses órgãos.</div><div><strong>C) Mucocutânea –</strong> essa é a forma mais rara de leishmaniose. Ela afeta as membranas mucosas do nariz do palato, o que pode levar a destruição total ou parcial dessas membranas</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-05-22 17:36:22 UTC</pubDate>
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         <title>fonte</title>
         <author>pelivitoria</author>
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         <description><![CDATA[<div><a href="https://biosom.com.br/blog/saude/leishmaniose/">https://biosom.com.br/blog/saude/leishmaniose/</a><br><a href="https://consultaremedios.com.br/crsaude/leishmaniose-sintomas-tratamento-o-que-e-cura-e-mais/problemas-de-saude/sua-saude">https://consultaremedios.com.br/crsaude/leishmaniose-sintomas-tratamento-o-que-e-cura-e-mais/problemas-de-saude/sua-saudehttps://consultaremedios.com.br/crsaude/leishmaniose-sintomas-tratamento-o-que-e-cura-e-mais/problemas-de-saude/sua-saude</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-05-22 17:40:06 UTC</pubDate>
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         <title>Clique na imagem</title>
         <author>pelivitoria</author>
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         <pubDate>2017-05-25 21:07:59 UTC</pubDate>
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         <title>Clique na imagem</title>
         <author>pelivitoria</author>
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         <pubDate>2017-05-25 21:21:23 UTC</pubDate>
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         <author>pelivitoria</author>
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         <description><![CDATA[<div>Taxa de Letalidade por LV, Brasil, 2006 a 2015 </div>]]></description>
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         <pubDate>2017-05-25 21:26:01 UTC</pubDate>
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         <author>pelivitoria</author>
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         <description><![CDATA[<div>Casos de óbitos</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-05-25 21:29:16 UTC</pubDate>
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         <title>TRATAMENTO DA LEISHMANIOSE</title>
         <author>pelivitoria</author>
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         <description><![CDATA[<div>As drogas de primeira escolha para o tratamento da Leishmaniose são os Antimoniais Pentavalentes. Devem ser administrados por via parenteral (ou seja, intra-muscular ou intra-venosa), por uma período mínimo de 20 dias. A dose e o tempo da terapêutica variam com as formas da doença e gravidade dos sintomas.</div><div>O seu principal efeito colateral é a indução de arritmias cardíacas e está contra-indicado em mulheres grávidas nos 2 primeiros trimestres, doentes com insuficiência hepática e renal e naqueles em uso de drogas anti-arrítmicas.</div><div>Outras drogas usadas no tratamento da leishmaniose incluem a anfotericina B, paromomicina e pentamidina.</div><div>Há vacinas em desenvolvimento no Brasil, já em fases avançadas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-05-25 21:33:11 UTC</pubDate>
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         <title>Clique na imagem</title>
         <author>pelivitoria</author>
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         <description><![CDATA[<div> Casos confirmados de Leishmaniose Visceral, Brasil, Grandes Regiões e Unidades Federadas. 1990 a 2015 </div>]]></description>
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         <pubDate>2017-05-25 21:45:40 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>pelivitoria</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>O que é a leishmaniose canina?</strong></div><div>A Leishmaniose canina é uma doença endémica no Sul da Europa, Norte de África, Médio Oriente, China e América do Sul, que também afeta o Homem. É causada um parasita denominado Leishmania infantum que se localiza, sobretudo, na medula óssea, nos gânglios linfáticos, no baço, no fígado e na pele. O cão é o principal hospedeiro e hospedeiro reservatório e em Portugal, estima-se que 110 mil cães estejam infetados embora muitos não manifestem a doença. Outros animais como os gatos, as raposas e os roedores podem, igualmente, ser afetados. </div><div> </div><div><strong>Como é que o meu cão se infecta com Leishmania? </strong></div><div>O parasita é transmitido aos cães e ao Homem, pela picada de insetos flebótomos fêmeas das espécies Phlebotomus perniciosus e P. ariasi. Estes pequenos insetos de cor amarela clara vivem nos refúgios de animais, habitações, caixotes de lixo, jardins, matas, etc. e alimentam-se, preferencialmente, ao final do dia.</div><div>Em regiões endémicas, a principal via de transmissão é através do inseto, embora, a transfusão sanguínea, o contacto direto, a transmissão venérea e a transmissão mãe-filho também possam estar implicadas. Os cães que vivem sempre no exterior ou na maior parte do tempo fora de casa, os cães de raças exóticas, os cães de pelo curto e os animais com idade igual ou superior a 2 anos correm maior risco de ser infetados.</div><div> </div><div><strong>Quais os sinais clínicos mais frequentes?</strong></div><div>O período de incubação varia de 1 mês a 2 ou mais anos e os sinais clínicos mais frequentes são: aumento dos gânglios linfáticos, crescimento exagerado das unhas, perda de pelo, úlceras e descamação da pele, emagrecimento, atrofia muscular, sangramento nasal, anemia, alterações dos rins, fígado e articulações, entre outros. No entanto, a Leishmaniose canina apresenta diferentes sinais clínicos e diversos graus de gravidade, podendo estar associada a outras doenças concomitantes.</div><div> </div><div><strong>Como é feito o diagnóstico?</strong></div><div>O diagnóstico é essencialmente clínico e confirmado por análises laboratoriais. Os exames laboratoriais parasitológicos destinam-se à pesquisa do parasita e/ou de anticorpos e simultaneamente devem ser efetuadas análises de sangue e de urina para avaliar o estado geral do animal. A interpretação dos resultados laboratoriais deve ser sempre feita em conjunto com o quadro clínico. </div><div> </div><div><strong>Tenho um cão doente com leishmaniose, que cuidados devo ter? </strong></div><div>Deve cumprir rigorosamente o tratamento recomendado pelo Médico Veterinário e é extremamente importante continuar a prevenir as picadas do inseto flebótomo utilizando inseticidas com efeito repelente sob a forma de coleiras,  de pulverização ou de spot-on. </div><div>A leishmaniose canina é uma doença de carácter crónico e o tratamento nem sempre é eficaz, havendo a necessidade de controlos regulares.</div><div> </div><div><strong>Tenho um cão positivo nas análises mas sem sintomas, que cuidados devo ter?</strong></div><div>Um resultado laboratorial positivo num animal sem sintomas pode significar, apenas, um contacto anterior com o parasita, e o animal pode nunca vir a manifestar a doença. No entanto, o cão é portador e se o parasita se encontrar na pele, poderá ser transmitido ao inseto. Uma vez mais deverá prevenir a picada do inseto flebótomo utilizando inseticidas com efeito repelente, tal como acima referido, e fazer controlos laboratoriais regulares para monitorizar a evolução.</div><div> </div><div><strong>Como posso prevenir a infeção por Leishmania e/ou a leishmaniose no meu cão?</strong></div><div>Para além da manutenção de um bom estado de saúde do seu cão, pode prevenir esta doença, aplicando, regularmente, no seu animal, inseticidas com efeito repelente sob a forma de coleiras,  de pulverização ou de spot-on,  de modo a impedir a picada do flebótomo. Deve também fazer, anualmente, o despiste da infeção de modo a detetar precocemente o parasita, sobretudo se o seu cão vive numa área endémica. </div><div>Em Portugal, existe já uma vacina contra a leishmaniose canina e poderá aconselhar-se com o seu Médico Veterinário. A prevenção é fundamental para reduzir o número de casos de leishmaniose nos animais e para evitar o risco para os humanos.</div><div> </div><div><strong>Posso apanhar leishmaniose ao contactar com o meu cão?</strong></div><div>O parasita é fundamentalmente transmitido pela picada do inseto flebótomo. O risco de contrair leishmaniose é pequeno nos humanos imunocompetentes. No Homem, quando o tratamento é feito corretamente, a percentagem de cura é acima dos 95%. A leishmaniose humana ocorre, principalmente, nas populações mais pobres em áreas rurais e suburbanas ou em indivíduos imunodeficientes (VIH/SIDA, por exemplo). </div><div> </div>]]></description>
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         <pubDate>2017-05-25 21:54:44 UTC</pubDate>
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         <author>pelivitoria</author>
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         <author>pelivitoria</author>
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         <author>pelivitoria</author>
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         <author>pelivitoria</author>
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         <title>Dados da Leishmaniose Tagumentar no Município de Sonora-MS</title>
         <author>pelivitoria</author>
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         <description><![CDATA[<div>Segundo um funcionário da Vigilância sanitária, há casos de leishmaniose tagumentar em Sonora, o mosquito transmosssor é encontrado na região da hidrelétrica(mata) seguindo a serra até o assentamento, não havendo na área urbana.<br>nos ultimos 5 anos foram notificado os seguintes casos:<br>2013-05<br>2014-08<br>2015-03<br>2016-05<br>2017-03<br><br> </div>]]></description>
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         <title>Medidas Preventivas no Município</title>
         <author>pelivitoria</author>
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         <description><![CDATA[<div>O município de Sonora não adotou nenhum tipo de medida preventiva, apenas orientação, para procurar um centro de atendimento e fazer exames, sendo o primeiro: Reação de Monegrocliquico que é injetado na corrente sanguínea e após 48b horas é feita a leitura e depois a biopsia. </div>]]></description>
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         <pubDate>2017-05-31 19:21:12 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>pelivitoria</author>
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         <description><![CDATA[<div>* Não obtivemos dados dos outros tipo de leishmaniose no município.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-05-31 19:26:03 UTC</pubDate>
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