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      <title>DOENÇA DE CHAGAS by Ludmila Barbosa</title>
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      <description>Por Letícia França, Lucas Rabelo, Ludmila Barbosa, Rômulo Colares e Victória Figueiredo.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-06-02 15:47:21 UTC</pubDate>
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         <title>AGENTE ETIOLÓGICO E VETOR</title>
         <author>aludmilabarbosa</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-06-07 13:09:06 UTC</pubDate>
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         <title>HISTÓRICO DE DESCOBERTA</title>
         <author>victoriacarmo</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em 1909, o médico e cientista brasileiro Carlos Chagas, então pesquisador assistente do Instituto Oswaldo Cruz, mudou-se&nbsp; para a cidade de Lassance no interior de Minas Gerais, com objetivo de combater a malária que acometia os trabalhadores envolvidos na construção dos ramais da estrada de ferro central do Brasil. Nesse lugar, usava um vagão de trem como moradia, consultório e laboratório, onde pesquisando animais e pessoas, descobriu diversas espécies de <em>Trypanosoma</em>, mas um deles, no tubo digestório de barbeiros, chamou mais atenção de Chagas. Assim, ele envia amostras de barbeiros infectados para o Laboratório Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro, onde infecta macacos saguis (criados em laboratório) e comprova a existência de nova espécie que circularia entre barbeiros, mamíferos e talvez humanos: o <strong><em>Trypanosoma cruzi</em></strong><strong>.</strong> Contudo, para aprofundar suas pesquisas, Carlos Chagas começa a analisar o sangue de pessoas que viviam em casas infestadas de barbeiros. Logo, em abril de 1909, descobre uma garotinha de 2 anos chamada Berenice, no sangue da qual achou o protozoário. Após esses eventos, o cenário foi ideal para que o pesquisador estudasse e descrevesse o ciclo evolutivo do agente etiológico, vetores e reservatórios, patogenia e clínica da a partir de então chamada de<strong> tripanossomíase americana ou doença de Chagas.<br><br></strong><strong><mark>REFERÊNCIAS</mark></strong><strong><br>- </strong>COSTA, Milce et al. Doença de chagas: uma revisão bibliográfica. <strong>Revista Eletrônica da Faculdade de Ceres</strong>, v. 2, n. 1, 2013.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-15 01:04:21 UTC</pubDate>
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         <title>CURIOSIDADE</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>14 de abril é considerado o dia Mundial de Conscientização sobre a Doença de Chagas, assim o grupo de pesquisas de Doenças Negligenciadas do Instituto Evandro Chagas (SOAMU/IEC) promoveu uma palestra com estratégias inovadoras dos PITs para o controle da Doença de Chagas. Essas ações são realizadas por meio de estratégias ativas como a busca do vetor nas unidades domiciliares realizadas pelas equipes de vigilância e ações passivas que consiste no postos de informações de Triatomíneos (PITs), para facilitar o acesso dos moradores às ações de vigilância. <br><br><strong><mark>REFERÊNCIAS</mark></strong><br>- <strong>Dia Mundial de Conscientização sobre a Doença de Chagas: estratégias inovadoras dos PIT’s são tema de palestra no IEC - Portal IEC</strong>. Disponível em: &lt;https://www.iec.gov.br/doenca-de-chagas/&gt;. Acesso em: 16 jun. 2022.</div><div>‌</div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-15 23:13:52 UTC</pubDate>
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         <title>MÉTODOS DE PREVENÇÃO E CONTROLE</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>As medidas de prevenção e controle relacionada à Doença de Chagas volta-se principalmente para ambiente domiciliar, visto que as principais formas de transmissão são ocasionadas pelo vetor, por alimentos contaminados, relações sexuais entre outras, assim, com foco em ações passivas e ativas para o controle do vetor transmissor, denominado como<em> Trypanosoma cruzi</em>. É fundamental evitar os riscos as principais formas de transmissão dessa doença como, higienizar adequadamente os alimentos antes de consumir, usar métodos de proteção individual contra os vetores contaminados, como repelentes, roupas de manga longa e mosquiteiros, além de manter quintais, jardins e ambientes úmidos sem acúmulo de lixo. A vigilância epidemiológica apresenta papel fundamental por promover ações ativas e passivas contra a doença de chagas com o intuito de informar a população sobre os riscos existentes.&nbsp;</div><div><br><strong><mark>REFERÊNCIAS</mark></strong></div><div>- ANO. <strong>Secretaria de Vigilância em Saúde | Ministério da Saúde Doença de Chagas</strong>. [s.l: s.n.].<br>Disponível em:&lt;https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/boletins/boletins-epidemiologicos/especiais/2021/boletim_especial_chagas_14abr21_b.pdf&gt;.</div><div>‌</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-16 00:10:22 UTC</pubDate>
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         <title>DETERMINANTES GERAIS</title>
         <author>romulocolares53</author>
         <link>https://padlet.com/aludmilabarbosa/yzsvy94c6kq7ebik/wish/2222437326</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>REFERÊNCIAS</mark></strong><br>COURA, José Rodrigues.<strong> Determinantes epidemiológicos da doença de Chagas no Brasil: a infecção, a doença e sua morbi-mortalidade</strong>. Memórias do Instituto Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro, v. 83, Suppl.1.1, 11p, nov. 1988.<br><br>CLIMA, C. E. <strong>O aquecimento favorece a transmissão da doença de Chagas</strong>. Disponível em: &lt;https://cienciaeclima.com.br/o-aquecimento-favore-a-transmissao-da-doenca-de-chagas&gt;. Acesso em: 16 jun. 2022.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-16 00:18:52 UTC</pubDate>
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         <title>DADOS EPIDEMIOLÓGICOS</title>
         <author>lucasrabelo5</author>
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         <description><![CDATA[<div>A doença de Chagas (ou Tripanossomíase Americana) é causada pelo protozoário <em>Trypanosoma cruzi</em>. A infecção passa pela fase aguda e crônica, caso não seja diagnosticada e tratada de forma precoce com medicamentos adequados. A doença de Chagas se faz presente como um problema de saúde social e pública na América Latina e tem sido vista como parte da identidade de pobreza e maus tratos às condições de subsistências mínimas. Os dados obtidos pelo Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) e pela Organização Mundial de Saúde (OMS), bases usadas para a elaboração do mapa conceitual, identificam um perfil epidemiológico da transmissão da doença de Chagas aguda, no Brasil. No Brasil, apenas os casos agudos são obrigatoriamente notificados ao Sinan.<br><br><strong><mark>REFERÊNCIAS</mark></strong></div><div>- CorreiaJ. R.; RibeiroS. C. S.; de AraújoL. V. F.; SantosM. C.; RochaT. R.; VianaE. A. S.; CairesP. T. P. R. C.; CorrêaS. M. C.; PinheiroT. G.; de CarvalhoL. C. Doença de Chagas: aspectos clínicos, epidemiológicos e fisiopatológicos. <strong>Revista Eletrônica Acervo Saúde</strong>, v. 13, n. 3, p. e6502, 2 mar. 2021.<br><br></div><div>- SOUZA HP, et al. Doenças infecciosas e parasitárias no Brasil de 2010 a 2017: aspectos para vigilância em saúde. <strong>Revista Panamericana de Salud Publica</strong>, 2020; 44: 1-7<br><br></div><div>- RODRIGUES JR, et al. <strong>Doença de Chagas aguda no estado do Maranhão, Brasil: uma comparação entre os bancos de dados do SINAN e da FUNASA</strong>. J Manag Prim Health Care, 2013; 4 (1): 3-9.</div><div><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-16 10:23:04 UTC</pubDate>
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         <title>CICLO DE VIDA DO T. cruzi</title>
         <author>aludmilabarbosa</author>
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         <description><![CDATA[<div>Imagem representativa do ciclo biológico do Trypanosoma cruzi.<br><br><strong><mark>REFERÊNCIA</mark></strong><br>Centers for Disease Control and Prevention&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-16 15:59:52 UTC</pubDate>
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         <title>TRANSMISSÃO</title>
         <author>aludmilabarbosa</author>
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         <pubDate>2022-06-16 16:49:57 UTC</pubDate>
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         <title>CURIOSIDADE</title>
         <author>leticiamerces</author>
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         <pubDate>2022-06-22 23:29:21 UTC</pubDate>
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         <title>DISTRIBUIÇÃO TEMPORAL E ESPACIAL</title>
         <author>aludmilabarbosa</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><mark>REFERÊNCIAS</mark></strong><br>- Santos F, E., A. O. Silva, Â., M. Leony, L., E. M. Freitas, N., T. Daltro, R., G. Regis-Silva, C., . . . L. N. Santos, F. (2020). Acute Chagas disease in Brazil from 2001 to 2018: A nationwide spatiotemporal analysis. <em>PLOS Neglected Tropical Diseases</em>, 1-16.<br><br>- Cardoso, Luana Pastana et al. Spatial distribution of Chagas disease and its correlation with health services* * Extracted from the Undergraduate Thesis: “Padrão Espacial da Doença de Chagas e sua Correlação com os Serviços de Saúde em um município ribeirinho na Amazônia Brasileira”, Departamento de Enfermagem, Universidade Estadual do Pará, 2018. . Revista da Escola de Enfermagem da USP [online]. 2020, v. 54 [Acessado 14 Junho 2022] , e03565. Disponível em: &lt;https://doi.org/10.1590/S1980-220X2018058603565&gt;. Epub 26 Jun 2020. ISSN 1980-220X. https://doi.org/10.1590/S1980-220X2018058603565.<br><br>- BRASIL. Ministério da Saúde. Doença de Chagas. Boletim Epidemiológico [recurso eletrônico]. Brasília: Secretaria de Vigilância em Saúde. [citado 2021 Abr 14]. Disponível em:&nbsp; Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde http://bvsms.saude.gov.br&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-23 04:32:35 UTC</pubDate>
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