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      <title>TFG (2020 -2021) by Lara Amorim</title>
      <link>https://padlet.com/laraamorimnn/tfg2020_2021</link>
      <description>Utopias e Outras alternativas de futuro no séc. XXI: Táticas de Construções Colaborativas Digitais para pensar Cidades Inclusivas, Justas e Sustentáveis </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-05-12 20:03:38 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-11-14 00:29:00 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title>A interlocução no espaço ancestral - tekoá jatai&#39;ity . mbyá guarani</title>
         <author>laraamorimnn</author>
         <link>https://padlet.com/laraamorimnn/tfg2020_2021/wish/2181893775</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Autora: Branca Torres</strong><br><strong>Orientadores: Maria Ayara Mendo Perez e Diego Portas</strong><br><strong>Instituição: Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ (Rio de Janeiro/RJ)<br><br></strong>Este trabalho procura contribuir para a visibilidade dos povos nativos não somente na academia, mas também no meio profissional da arquitetura. Reconhecer seus saberes-referência de visão de mundo, relações e construção de espaço é um caminho possível para a produção de uma arquitetura condizente com a nossa história.<br><br>Como processo participativo, o trabalho esbarrou em dificuldades de difícil manipulação, mas conseguiu agregar o máximo de conhecimento adquirido no tempo de troca que foi possível e, a partir de agora, oferece uma base para futuros projetos que hão de ser realizados na aldeia Jatai’ity e em outras aldeias. Pretende-se levar esse material aos guarani como forma de reconhecimento pelo espaço aberto e contribuir com o que eles desejarem construir.<em><br><br>Veja o trabalho completo </em><a href="https://drive.google.com/drive/folders/1HqOc3Rc_xOxygAEYuKMY8Tm4scjRKjKo?usp=sharing&amp;utm_medium=website&amp;utm_source=archdaily.com.br"><em>aqui</em></a><em>.</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 20:26:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Um ensaio sobre a cidade: viver em tempos paralelos</title>
         <author>laraamorimnn</author>
         <link>https://padlet.com/laraamorimnn/tfg2020_2021/wish/2181895722</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Autora: Giovanna do Val Custódio</strong><br><strong>Orientadores: Daniel Corsi e Angelo Cecco</strong><br><strong>Instituição: Universidade Presbiteriana Mackenzie (São Paulo/SP)<br><br></strong>Pensar o vazio como agente estruturador parece essencial em cidades que se transformaram tão rapidamente em grandes metrópoles, como a cidade de São Paulo. Os vazios podem abrigar dinâmicas de fluxos impostas e geradas pelos sólidos, que por vezes são construídos sem considerar esses espaços.<br><br>Identificando os largos como pontos de convergência em que o vazio está incluído e reconhecendo estes como geradores de possibilidades, as ações aqui propostas se constroem em três tempos, três largos. Busca-se fazer desses espaços pontos de sentido através da ressignificação dos limites do espaço público.<br><br>No tempo 1, propõe-se a adição de estruturas que se acoplam em duas empenas, configurando ora módulos de acesso ao público, ora varandas para os moradores e usuários dos edifícios, enquanto no térreo uma praça seca se coloca como extensão da Rua São Bento. No tempo 2, a proposta de uma praça elevada em uma cobertura gera uma nova cota publica, uma ampliação do Largo do Café. Acima dela, plataformas mecânicas configuram diferentes níveis, criando ambientes efêmeros. No tempo 3, propõe-se volumes translúcidos que se movem configurando diversos espaços, interagindo com o painel pintado por Maurício Nogueira Lima. Ressignificando, assim, não somente o painel, mas também o espaço público.<em><br><br>Veja o trabalho completo </em><a href="https://drive.google.com/drive/folders/1niaNmCDtZ-mif3BhMium8ZWn_HlZKLAQ?usp=sharing&amp;utm_medium=website&amp;utm_source=archdaily.com.br"><em>aqui</em></a><em>.</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 20:28:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Favela de nome, cidade de fato</title>
         <author>laraamorimnn</author>
         <link>https://padlet.com/laraamorimnn/tfg2020_2021/wish/2181901388</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Autora: Kelly Alencar</strong><br><strong>Orientadora: Ligia Pinheiro de Jesus</strong><br><strong>Instituição: Centro Universitário das Faculdades Metropolitanas Unidas - FMU FIAM-FAAM (São Paulo/SP)<br><br></strong>Aprendemos a interpretar a favela como um local insalubre, criminalizado e com falta de infraestrutura, responsável por espalhar essas problemáticas por toda a cidade. Entretanto, não é a favela em sua precariedade material que sufoca a cidade, e sim o contrário. “A pressão socioeconômica exercida pelos centros urbanos esmagam as potencialidades transformadoras dos territórios nas periferias da cidade” (BASSANI, 2016). A favela é uma cidade de fato.<br><br>O trabalho estuda as favelas Iguaçu e Jardim Planalto, localizadas entre o distrito do Sapopemba em São Paulo e um trecho no município de Santo André, onde se situa o perímetro da Bacia Hidrográfica do Ribeirão do Oratório, com o objetivo de desenvolver estratégias de reurbanização que possam qualificar essas áreas. Espera-se para estes locais mais do que potencializar as áreas existentes de luta e pertencimento que tenham a qualidade de vida transformada, pelos moradores. Faz-se necessário reivindicar pelo direito à cidade através da qualificação de vazios que são resíduos da autoconstrução, regularização urbanística e fundiária, assistência técnica, participação e envolvimento dos moradores no processo de projeto e intervenção.<br><br>Através do plano urbanístico proposto, esses espaços que hoje são invisíveis ao olhar da comunidade serão trabalhados tornando-os visíveis para os mesmos.<em><br><br>Veja o trabalho completo </em><a href="https://drive.google.com/drive/folders/1T0k7_bp8guWuEhGt2YGzUQ0sJ1XrtFtE?usp=sharing&amp;utm_medium=website&amp;utm_source=archdaily.com.br"><em>aqui</em></a><em>.</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 20:35:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atlas XV: investigações para um método de representação de corpografias urbanas cotidianas</title>
         <author>laraamorimnn</author>
         <link>https://padlet.com/laraamorimnn/tfg2020_2021/wish/2181903617</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Autor: Matheus Lima Rodrigues</strong><br><strong>Orientador: Gustavo Badolati Racca</strong><br><strong>Instituição: Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ (Rio de Janeiro/RJ)<br></strong><br>Este trabalho teórico objetiva a sistematização de um método de produção de representações gráficas “vivificadas”, construídas sobre bases etnográficas, para contribuir com novas leituras sobre o espaço urbano e, a partir das alteridades de sua microescala, de suas corpografias e tempos, se contrapor às macronarrativas criadas sob interesse de espetacularização urbana e de manutenção de hegemonias.<br><br>Tomando como base obras “contra-hegemônicas” contemporâneas e contribuições teóricas de outros campos de saber, identificamos elementos comuns à produção gráfica – corpo, objeto representado, instrumento, produto gráfico e interface – e investigamos as potencialidades e as particularidades de cada variável em um trabalho realizado na Praça XV de Novembro, no Centro do Rio de Janeiro – por sua iconografia, resultante de sua importância como espaço público em vários tempos da cidade – onde os suportes desenho, fotografia e vídeo são utilizados como práticas estratégicas para sensibilizar quem projeta ao cotidiano e às reverberações do projeto urbano.<br><br>Utilizamos o formato de atlas, em referência às montagens visuais de Aby Warburg (Bilderatlas Mnemosyne), para a construção de um sítio eletrônico capaz de orientar as representações criadas, reunindo temporalidades diversas, obtidas por meio de pesquisa e de montagem, evidenciando fios narrativos possíveis e incentivando novas interpretações e reações a partir destes.<em><br><br>Veja o trabalho completo </em><a href="https://drive.google.com/drive/u/1/folders/1CLO642jJp4oiBWfQLHmykJM1wbjokylo?usp=sharing&amp;utm_medium=website&amp;utm_source=archdaily.com.br"><em>aqui</em></a><em>.</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 20:37:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A doméstica de Magé - Uma arquitetura em 8 atos</title>
         <author>laraamorimnn</author>
         <link>https://padlet.com/laraamorimnn/tfg2020_2021/wish/2181905294</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Autor: Pedro Vitor Costa</strong><br><strong>Orientadores: Cauê Capillé e Maria Ayara Mendo</strong><br><strong>Instituição: Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ (Rio de Janeiro/RJ)<br><br></strong>O trabalho inicia uma investigação do território periférico a partir da vivência de 8 empregadas domésticas. 8 moradoras da cidade de Magé, cidade pertencente a região metropolitana do Rio de Janeiro, que possuem o cotidiano marcado pelo movimento pendular. A partir de entrevistas e relatos se constrói uma cartografia que conecta a história do território à memória das protagonistas, numa busca por compreender a rotina e as horas vividas diariamente. A narrativa percorre diversas escalas e camadas e passa revelar as estruturas coloniais preservadas pela morfologia urbana e espaços projetados.<br><br>A pesquisa se volta, então, para o ato de projetar e expõe a necessidade de questionamento de modelos hegemônicos para construção de novas formas de compreensão do corpo, espaço e tempo na arquitetura.<br><br>O processo é compilado no protótipo de um livro, marcado pelo cruzamento de diversas formas de linguagem e apreensão da realidade. Um ensaio prático-teórico que se compromete mais com a provocação de novos questionamentos do que com o anseio por respostas.<em><br><br>Veja o trabalho completo </em><a href="https://drive.google.com/drive/folders/1P-Rq_xYAbOVhQpxCQHb53DWqJ7Keyl6u?usp=sharing&amp;utm_medium=website&amp;utm_source=archdaily.com.br"><em>aqui</em></a><em>.</em></div><div><a href="https://www.archdaily.com.br/br/952276/os-melhores-trabalhos-de-conclusao-de-curso-em-2020/5fc52a4063c01711b9000249-os-melhores-trabalhos-de-conclusao-de-curso-em-2020-imagem"><br></a><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 20:39:44 UTC</pubDate>
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         <title>Ressignificando caminhos: a arquitetura no desastre</title>
         <author>laraamorimnn</author>
         <link>https://padlet.com/laraamorimnn/tfg2020_2021/wish/2181906432</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Autora: Laura Grimberg De Sousa Chaveca</strong><br><strong>Orientador: Guido Paulo Kaestner Neto</strong><br><strong>Instituição: Universidade Regional de Blumenau - FURB (Blumenau/SC)<br></strong><br></div><div>Desastres naturais ocorrem historicamente em Blumenau. O grande volume de chuvas que acomete a cidade faz com que muitas comunidades sofram, principalmente, com deslizamentos de terra. Famílias perdem muito do pouco que tem e necessitam alojar-se, temporariamente, em abrigos. Estes, raramente oferecem as condições necessárias para uma recuperação emocional dos ocupantes, que muitas vezes se deparam com espaços violentos e sem privacidade, quando deveriam encontrar um ambiente acolhedor.<br><br>Assim, nasceu a ideia deste projeto: projetar um abrigo temporário que proporcione conforto, amparo e privacidade para as comunidades afetadas por desastres. Esses foram feitos para serem montados pelas mulheres, já que elas e as crianças são as maiores vítimas.<br><br>O projeto também busca combater o ócio, com a proposta de varanda, possibilitando atividades cotidianas de trabalho ou lazer. O módulo traz, também, flexibilidade na escolha de materiais e composição de implantação. Ele foi desenvolvido em encaixes e dispõe de um manual de montagem objetivo.<br><br>Rotas de fuga foram pensadas para orientação interna da comunidade e rotas de entrada implantadas como um convite à cidade. Objetivando o uso dos módulos pós-desastre, outras ideias de uso foram sugeridas, como em feiras e projetos educacionais, transcendendo, então, a ideia de temporariedade.<em><br><br>Veja o trabalho completo </em><a href="https://drive.google.com/drive/folders/1j3KRgqJKv3YEhjccJPm_-rS14pJeK4fc?usp=sharing&amp;utm_medium=website&amp;utm_source=archdaily.com.br"><em>aqui</em></a><em>.</em><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 20:41:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Oásis Urbano: Um Laboratório Verde para a Cidade</title>
         <author>laraamorimnn</author>
         <link>https://padlet.com/laraamorimnn/tfg2020_2021/wish/2181913686</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Autora: Sulâni Kurtz</strong><br><strong>Orientador: Marcos Antonio Leite Frandoloso</strong><br><strong>Instituição: Universidade de Passo Fundo - UPF (Passo Fundo/RS)<br><br></strong>Ao refletir sobre a atualidade, criaram-se diversos questionamentos: como Arquitetos e Urbanistas podem dar forma à um futuro melhor? Qual é o futuro que desejamos construir? Qual será a marca que deixaremos para as futuras gerações? Assim, a proposta vem como uma investigação para essas perguntas, baseadas no entendimento que a sustentabilidade é o caminho, em diálogo com a conservação do meio ambiente, a redução de resíduos e, também, o repensar as cidades em que vivemos.<br><br>Pensando global e agindo local, achou-se pertinente a utilização de um espaço degradado e abandonado, que faz parte da paisagem urbana há 57 anos. E por isso, tanto a área como o patrimônio construído, são regenerados, reciclados e reativados através de programas que aliam a sustentabilidade à vivência comunitária, desse espaço central no tecido urbano, transformando-o em um espaço vivo, rico em biodiversidade social e ambiental, um Oásis em meio a cidade.<br><br>Desta maneira, o Parque Oásis Urbano investiga a potencialidade desse espaço como um epicentro de práticas sustentáveis capazes de organizar a comunidade em torno de soluções. Sua presença será uma constante lembrança da capacidade de mudança dos espaços industriais, assim o Silo que conservava grãos conservará o meio ambiente.<em><br><br>Veja o trabalho completo </em><a href="https://drive.google.com/drive/folders/1VpWJk8KLtIN-EZs3DdABEdmmHh6mUHkl?usp=sharing&amp;utm_medium=website&amp;utm_source=archdaily.com.br"><em>aqui</em></a><em>.</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 20:48:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reinserção social e recuperação da cidadania: um conjunto habitacional para pessoas em situação de rua</title>
         <author>laraamorimnn</author>
         <link>https://padlet.com/laraamorimnn/tfg2020_2021/wish/2181916251</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Autora: Karina Deconto</strong><br><strong>Orientadores: Carlos Bahima e Eliane Constantinou</strong><br><strong>Instituição: Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS (Porto Alegre/RS)<br><br></strong>Apesar do investimento cada vez maior em recursos públicos, o número de indivíduos em situação de rua só vem aumentando. Isso acontece porque a questão da moradia provisória é vista apenas pelo viés do uso, sem viabilizar a possibilidade de uma solução definitiva.<br><br>O projeto do conjunto habitacional para pessoas em situação de rua vai muito além da moradia permanente: ele integra a população com os espaços e usa a arquitetura como uma ferramenta de reinserção social. Isso se dá através da criação de um plano, baseado no modelo Housing First, que conta com um núcleo de apoio localizado no próprio conjunto habitacional, que abrange todos os serviços necessários para a recuperação e reinserção dessas pessoas na sociedade.<br><br>A moradia permanente ocorre a partir da construção de um módulo habitacional econômico e de fácil montagem, produzido pelos próprios beneficiários, através de oficinas profissionalizantes. As unidades possuem paredes modulares e se adaptam em diferentes cenários, podendo ser aplicado em terrenos ociosos e dentro de preexistências, contribuindo assim, para a solução de mais uma problemática sensível às cidades brasileiras: o aumento do número de edificações desocupadas, que deixaram de cumprir com seu papel social e encontram-se em estado de abandono.<em><br><br>Veja o trabalho completo </em><a href="https://drive.google.com/drive/folders/1T5WBdp01f-t6a4DzTEv_jdJWCwvLLHf6?usp=sharing&amp;utm_medium=website&amp;utm_source=archdaily.com.br"><em>aqui</em></a><em>.</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 20:51:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vírgulas Arquitetônicas: respiros e inflexões urbanas</title>
         <author>laraamorimnn</author>
         <link>https://padlet.com/laraamorimnn/tfg2020_2021/wish/2181918892</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Autor: Dante Akira Uwai</strong><br><strong>Orientador: Eliel Américo Santana da Silva</strong><br><strong>Instituição: Universidade de Brasília - UnB (Brasília/DF)<br><br></strong>O ponto de partida foi criar uma realidade dentro da realidade, uma experiência situacionista em um dos epicentros de transformação urbana no Brasil, o centro histórico de São Paulo.<br><br>A deriva situacionista orienta o trabalho em sua escala urbana. A partir de um ponto de interesse, traça-se um círculo mágico, referência ao Homo ludens de Johan Huizinga, que convida o usuário a explorar a cidade e reinterpretar lugares invisíveis no cotidiano.<br><br>No raio de ação são propostos 11 projetos: intervenções temporárias que, por meio da materialidade e cor, formam uma constelação, conectando-se na escala urbana e extrapolando os limites do lote. Os projetos fazem uso dos Terrain Vague existentes, criando um projeto que é a própria cidade, revisitada. O uso é sugestivo, porém não é engessado, incentivando a experimentação e uma reinterpretação do lugar.<br><br>É papel do arquiteto, por vezes, distanciar-se das normas e programas e ter um olhar focado no fim e não no meio. Dito isso, adquire-se uma postura utópica e ativa na interpretação da sociedade e do futuro da cidade, criando espaços que potencializam as narrativas geradas pelos próprios usuários. Aqui a cidade é protagonista, extensão da obra arquitetônica.<em><br><br>Veja o trabalho completo </em><a href="https://drive.google.com/drive/folders/1t11vj-oJU9lvaUrbHq4JZZ_RAgU9jIGw?usp=sharing&amp;utm_medium=website&amp;utm_source=archdaily.com.br"><em>aqui</em></a><em>.</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 20:54:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Memorial e Centro de Pesquisa da Cultura e Diversidade Sexual e de Gênero</title>
         <author>laraamorimnn</author>
         <link>https://padlet.com/laraamorimnn/tfg2020_2021/wish/2181920210</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Autor: Renan Araújo de Carvalho</strong><br><strong>Orientador: Alexandre Suárez de Oliveira</strong><br><strong>Instituição: Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - UNESP (Bauru/SP)<br></strong><br>Apesar de ser uma característica intrínseca ao ser humano, a homossexualidade sempre esteve envolta em tabus e preconceitos que configuraram sua marginalidade cultural e política. Desse modo, a história de luta, as conquistas e contribuições das minorias sexuais foram sujeitas à invisibilidade e ao ostracismo social.<br><br>A atual desvalorização das distintas identidades sexuais e de seu patrimônio cultural foram fatores que levaram à pesquisa que demonstrou, em âmbito local, nacional e internacional, os excludentes processos que resumiram as minorias sexuais à ocupação das mazelas dos espaços públicos e sua árdua trajetória na conquista de seu direito à expressão, à cidade e aos espaços dignos.<br><br>Desse modo, em um parque símbolo da cidade de Bauru – interior do estado de São Paulo – o edifício trans(a)parente emerge e complementa a história de um projeto paisagístico e urbano incompleto, que originalmente visava a existência de um teatro coberto no local onde foi planejado este ensaio. O projeto arquitetônico de um centro de pesquisa social, de caráter memorial e museológico, se dispõe a materializar e salvaguardar a cultura da comunidade LGBTQIA+, promovendo assim um espaço político e educacional de apoio, acolhimento, convivência e expressão das distintas imagens identitárias sexuais.<em><br><br>Veja o trabalho completo </em><a href="https://drive.google.com/drive/folders/1CQFj7zdWbUKG7u1QR7yRACnnNJOz4ABJ?usp=sharing&amp;utm_medium=website&amp;utm_source=archdaily.com.br"><em>aqui</em></a><em>.</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 20:55:25 UTC</pubDate>
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         <title>ExtraOrdinário banal: um ensaio sobre espaços invisíveis</title>
         <author>laraamorimnn</author>
         <link>https://padlet.com/laraamorimnn/tfg2020_2021/wish/2181921916</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Autora: Mariana Martins Pessoa</strong><br><strong>Orientador: Braulio Romeiro</strong><br><strong>Instituição: Universidade Federal de Goiás - UFG (Goiânia/GO)<br><br></strong>O ensaio é resultado de uma investigação teórica, prática e experimental que busca com uma reflexão aberta, subjetiva e crítica contestar e expandir o que se compreende por “fazer arquitetura”. A pesquisa desenvolvida na Avenida Anhanguera em Goiânia encontra, além da cidade legitimada e solidificada pela arquitetura, lugares indefinidos e ruidosos que por contraste evidenciam a insuficiência, os limites e contradições do projeto, ao passo que apresentam a potência de possibilidades não exploradas.<br><br>Através de ferramentas como a psicogeografia, a deriva, e a fotografia busca-se expor uma cidade invisível, que se torna veículo para revelar outras perspectivas sobre o que é projetado e sobre o que sobra.<br><br>Afim de posicionar a arquitetura e urbanismo para além da inserção de transformações agressivas e radicais, que modificam e rompem com as particularidades desses espaços, especula-se sobre o tratamento da mesma sob novo princípio: como instrumento investigativo de modos de viver, que apoie a tomada de consciência sobre as possibilidades de experimentar e transformar os espaços e a vida.<em> </em>Ao protagonizar espaços invisíveis emergem novos processos e estratégias para representá-los. A discussão se desenvolve em um diário de bordo e dois produtos experimentais: o kit do novo turista e o projeto fachadas cegas.<br><em><br>Veja o trabalho completo </em><a href="https://drive.google.com/drive/folders/1yZFKEKs8xqTaDef7cEaAQOodLSQfiAib?usp=sharing&amp;utm_medium=website&amp;utm_source=archdaily.com.br"><em>aqui</em></a><em>.</em></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1482521413/cc893b95ba0f5860ff9f8b69cbb9b9d5/imagem_2022_05_12_175623682.png" />
         <pubDate>2022-05-12 20:57:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ensaios do Corpo no Lugar de Morar</title>
         <author>laraamorimnn</author>
         <link>https://padlet.com/laraamorimnn/tfg2020_2021/wish/2181924015</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Autora: Natália Dário Mendes Barros</strong><br><strong>Orientador: Cristiano Cezarino Rodrigues</strong><br><strong>Instituição: Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG (Belo Horizonte/MG)<br><br></strong>Ensaios do Corpo no Lugar de Morar é um projeto-pesquisa que investiga o habitar em confinamento e as consequências da pandemia na relação entre corpo e arquitetura. Será que a experiência global do confinamento vai mudar as formas de se conceber e construir espaços? A partir de uma abordagem fenomenológica e com contribuições da dança, cenografia, artes visuais e tecnologia, o trabalho propôs outros modos de pensar e fazer arquitetura.<br><br>O trabalho foi multiplataforma. A publicação digital reuniu a pesquisa teórica, referências e explicações técnicas. O projeto do <a href="http://www.instagram.com/entreparedesejanelas?utm_medium=website&amp;utm_source=archdaily.com.br">instagram</a> foi uma chamada aberta que instigou experiências poéticas dos moradores com a casa e incentivou o (re)descobrir e (re)inventar das relações com o habitar. Artistas brasileiros e do exterior participaram compartilhando sentimentos e percepções sobre corpo-espaço na quarentena.<br><br>A performance foi um experimento de (des)ajuste do corpo à arquitetura, em um misto de deriva, desvio e desconforto. A intenção era subverter as funções da casa, rompendo com os signos normatizantes e provocando outras apropriações possíveis. Quatro câmeras foram conectadas simultaneamente a um a aplicativo de videoconferência e transmitidas ao vivo para o YouTube. Os enquadramentos formam planos que se cruzam no espaço, acompanhando o movimento do corpo.<em><br><br>Veja o trabalho completo </em><a href="https://drive.google.com/drive/folders/1V-WdAkpGBnlL3oE7jPSxvQM1rVS3FbpN?usp=sharing&amp;utm_medium=website&amp;utm_source=archdaily.com.br"><em>aqui</em></a><em>.</em></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1482521413/b14189f216c3c4d7ffeca5243b951c49/imagem_2022_05_12_175913737.png" />
         <pubDate>2022-05-12 20:59:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Corpo Rede: Ensaio Sobre o Habitar de um Corpo Informacional**</title>
         <author>laraamorimnn</author>
         <link>https://padlet.com/laraamorimnn/tfg2020_2021/wish/2181926224</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Autor: Jordi Marchon</strong><br><strong>Orientador: Adriano Carneiro / Co-orientadora: Suzane Queiroz</strong><br><strong>Instituição: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro - PUC-Rio (Rio de Janeiro/RJ)<br><br></strong>O ensaio “Corpo Rede” utiliza da prática artística associada a problematizações teóricas a fim de construir uma narrativa capaz de proporcionar a visualização do imaterial. Pressupondo que projetar é tornar algo visível, o ensaio conduz investigações propositivas em 6 atos com intuito de nos distanciar da imersão alienante do cotidiano para tatear um novo corpo, um novo habitar e uma nova condição de espaço formado por dispositivos e informação que define o indivíduo contemporâneo.<br><br>O trabalho utiliza de uma metodologia dividida em duas fases: A primeira baseada no levantamento bibliográfico com os principais autores contemporâneos que tangenciam a tese e a segunda fase que consiste em experimentações em campo, onde coloco meu corpo confinado em laboratório, como campo de exploração do espaço público durante a pandemia.<br>O propósito do trabalho é trazer a problemática sobre o Big Data e a situação desconhecida de poder, controle e vigilância. Propondo a habitação de um espaço híbrido através de um corpo informacional que o conceito ortodoxo de arquitetura não abriga. Explorando uma nova subjetividade, através de ações descentralizadoras do controle de dados de instituições privadas e governamentais sugerindo a retomada de autonomia e a reconfiguração do tecido urbano e de nossos corpos.<em><br><br>Veja o trabalho completo </em><a href="https://drive.google.com/drive/folders/1DecObszKJUqm_kGI91b8dNefHdx8IyYT?usp=sharing&amp;utm_medium=website&amp;utm_source=archdaily.com.br"><em>aqui</em></a><em>.</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 21:02:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O corpo feminino na cidade: Reestruturação do espaço público durante a pandemia de COVID-19</title>
         <author>laraamorimnn</author>
         <link>https://padlet.com/laraamorimnn/tfg2020_2021/wish/2181928722</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Autora:</strong> Aline Rafaela Marafigo da Cruz<br><strong>Orientadora: </strong>Maria Carolina Maziviero<br><strong>Instituição: </strong>Universidade Federal do Paraná - UFPR (Curitiba/PR)<br><br>As relações de desigualdade de gênero preexistentes à pandemia se intensificaram e têm afetado de maneira mais drástica a vida de grande parte das mulheres durante esse período. Protagonistas na economia do cuidado, são elas também as mais vulneráveis aos problemas estruturais da mobilidade urbana agravados pela pandemia. Por se deslocarem mais pelo espaço urbano e serem mais dependentes do transporte público, elas estão mais sujeitas aos riscos de contaminação dentro dos veículos por conta das aglomerações vistas desde o início da pandemia. Deste modo, o objetivo principal do projeto é desenvolver intervenções que incorporem a perspectiva de gênero e a experiência das mulheres durante a pandemia da covid-19. Deste modo, busca oferecer alternativas e condições seguras aos deslocamentos e aos espaços públicos da rede cotidiana das mulheres. Essas alternativas visam garantir a chegada não só aos empregos, o que normalmente tem sido priorizado no desenho de redes de mobilidade, mas também o acesso a equipamentos de apoio e serviços às mulheres. Assim, pretende-se promover a construção de um espaço público que esteja de acordo com as necessidades cotidianas da mulher e que promova o pleno exercício do direito à cidade.<br><br></div><div><em>Veja o trabalho completo </em><a href="https://drive.google.com/drive/folders/1Y4fsNF5CVcKWHlPBj6SInrHTd2_1xGiL?usp=sharing&amp;utm_medium=website&amp;utm_source=archdaily.com.br"><em>aqui</em></a><em>.<br></em><br></div><div><a href="https://www.archdaily.com.br/br/973359/os-melhores-trabalhos-de-conclusao-de-curso-em-2021/61b896671385fc7c212be177-os-melhores-trabalhos-de-conclusao-de-curso-em-2021-imagem"><br></a><br></div><div><a href="https://www.archdaily.com.br/br/973359/os-melhores-trabalhos-de-conclusao-de-curso-em-2021/61b8966d1385fc7c212be17a-os-melhores-trabalhos-de-conclusao-de-curso-em-2021-imagem"><br></a><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 21:05:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Contos de uma VITÓRIA AFRO-ARQUI-FUTURISTA</title>
         <author>laraamorimnn</author>
         <link>https://padlet.com/laraamorimnn/tfg2020_2021/wish/2181930092</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Autora:</strong> Gabriela Mindas Braga<br><strong>Orientador: </strong>Lutero Proscholdt Almeida<br><strong>Instituição: </strong>Universidade Federal do Espírito Santo - UFES (Vitória/ES)<br><br>Esse trabalho pretende discutir a <a href="https://www.archdaily.com.br/br/tag/arquitetura">Arquitetura</a> e o <a href="https://www.archdaily.com.br/br/tag/urbanismo">Urbanismo</a> como ferramentas capazes de enunciar lógicas de produção na cidade, em específico em Vitória, Espírito Santo. No passado essas disciplinas foram usadas como armas da colonialidade para enclausurar e hierarquizar corpos e espíritos. Mas também foram instrumentos de resistência, força e criação, e hoje devem ser reclamadas e ressignificadas pelos grupos marginalizados a fim de reestruturar o presente e construir um outro futuro.<br><br>A fim de subverter as lógicas ocidentais de produção da <a href="https://www.archdaily.com.br/br/tag/arquitetura">Arquitetura</a> e <a href="https://www.archdaily.com.br/br/tag/urbanismo">Urbanismo</a>, o Afrofuturismo foi a ferramenta utilizada, interseccionando imaginação, tecnologia, criatividade, cultura e relações. A imaginação acontece como política. Dentro das lógicas ocidentais, criar histórias com Negros no futuro e dominando tecnologias no presente e no futuro, é desafiar as normas. Ter controle sobre imagens e liberdades é resistir.<br><br>Este trabalho parte do desejo de questionar e emancipar. A <a href="https://www.archdaily.com.br/br/tag/arquitetura">Arquitetura</a> e o <a href="https://www.archdaily.com.br/br/tag/urbanismo">Urbanismo</a> também vão estar no futuro. O que vamos fazer agora? O que vamos fazer depois? Se essas disciplinas partem da premissa do que ainda não existe, se fazer um projeto é ficcionar, a imaginação é o campo em que o passado, o presente e o futuro se encontram.<br><br></div><div><em>Veja o trabalho completo </em><a href="https://drive.google.com/drive/folders/1l4A7tBWR4bO6N81A6kNowbfv3bCfLTnY?usp=sharing&amp;utm_medium=website&amp;utm_source=archdaily.com.br"><em>aqui</em></a><em>.<br></em><br></div><div><a href="https://www.archdaily.com.br/br/973359/os-melhores-trabalhos-de-conclusao-de-curso-em-2021/61b89bbdf91c81dab4000023-os-melhores-trabalhos-de-conclusao-de-curso-em-2021-imagem"><br></a><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 21:06:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Urbana: um ensaio sobre o centro de Goiânia sob uma perspectiva de gênero</title>
         <author>laraamorimnn</author>
         <link>https://padlet.com/laraamorimnn/tfg2020_2021/wish/2181932158</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Autora:</strong> Beatriz Rezende Gonçalves<br><strong>Orientadora: </strong>Eline Maria Mora Pereira Caixeta<br><strong>Instituição: </strong>Universidade Federal de Goiás - UFG (Goiânia/GO)<br><br>As práticas escolares projetuais da arquitetura e urbanismo das últimas décadas reiteram a ideia de uma cidade acessível. Afirmando que o grande objetivo de um projeto bem elaborado é a compreensão e ocupação integral dos espaços pelos usuários. Isso, porém, não é possível até que todas as cidadãs e cidadãos tenham a isonomia necessária para usufruir dos mesmos.<br><br>Todas as desigualdades sociais, econômicas, culturais e de gênero são realçadas no espaço urbano. Isso acontece, pois, a cidade é a súmula das relações que nela ocorrem. Por conta disso, o desequilíbrio presente nas relações entre mulheres e homens se apresenta nesse espaço e também o compõe.<br><br>A pesquisa proposta por esse trabalho busca explorar as qualidades urbanísticas e arquitetônicas que interferem na forma como as mulheres percebem e vivenciam a cidade. Ela parte do subsídio teórico de literaturas feministas e de análises das práticas e vivências cotidianas das usuárias, assim como uma análise da ocupação do espaço sob uma perspectiva de gênero.<br><br>Os aspectos levantados foram utilizados para propor um guia com diretrizes de projeto para intervenção no centro de Goiânia com o propósito de produzir edifícios, ruas, percursos, e, portanto, uma cidade mais atenta às necessidades deste outro corpo.<br><br></div><div><em>Veja o trabalho completo </em><a href="https://drive.google.com/drive/folders/19B5HJnTGooPOyF10KC-PzdAbZBlTsPB4?usp=sharing&amp;utm_medium=website&amp;utm_source=archdaily.com.br"><em>aqui</em></a><em>.<br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 21:08:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Corpos construtores: pixo* como leitura e ação no Rio de Janeiro</title>
         <author>laraamorimnn</author>
         <link>https://padlet.com/laraamorimnn/tfg2020_2021/wish/2181932993</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Autora:</strong> Gabriela Moussa Manhães Mosso<br><strong>Orientadores: </strong>Maria Ayara Mendo Perez e Claudio Rezende Ribeiro<br><strong>Instituição: </strong>Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ (Rio de Janeiro/RJ)<br><br>A partir da prática do Pixo no Rio de Janeiro, o projeto ensaia possibilidades de percepção de corpos invisibilizados na cidade e na arquitetura, o desenho de um manual de visualização destes corpos a partir de seus gestos, e intervém no espaço urbano em escala 1:1.<br><br>Ativado por noções como opacidade (Mombaça, 2020), coreopolícia e coreopolítica (Lepecki, 2007) e corpografias urbanas (Jacques e Britto, 2008), o trabalho versa sobre como re-agir a partir das frestas do chão do sistema capitalista e neocolonial, no contexto de violência e controle do Estado sobre os corpos, especialmente durante a pandemia de Covid-19.<br><br>A partir do vestígio deixado por tais corpos, simultaneamente visíveis e invisíveis, é possível construir uma arqueologia que atrela a construção do corpo à construção arquitetônica e da cidade, percebendo a presença também do vestígio arquitetônico. Como ação insurgente, o pixo se aproveita dos desvios do funcionalismo para a máxima potência de uso do espaço urbano, tensionando seu limite e habitando os muros desde uma perspectiva de resistência e de expressão do vulgar.<br><br></div><div><em>Veja o trabalho completo </em><a href="https://drive.google.com/drive/folders/18CgkNPFkZ5-suIMAZ7nmWRVINVdsznl7?usp=sharing&amp;utm_medium=website&amp;utm_source=archdaily.com.br"><em>aqui</em></a><em>.<br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 21:09:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Intervir em limites: um olhar feminista sobre os viadutos e os corredores de ônibus da cidade de Porto Alegre</title>
         <author>laraamorimnn</author>
         <link>https://padlet.com/laraamorimnn/tfg2020_2021/wish/2181936617</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Autora:</strong> Ana Clara Lacerda Menuzzi<br><strong>Orientadora: </strong>Clarice Misockzy de Oliveira<br><strong>Instituição: </strong>Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS (Porto Alegre/RS)<br><br>Esse trabalho estuda os corredores de ônibus e viadutos da cidade de Porto Alegre, e propõe um Plano de Qualificação para essas estruturas, que abrange todo o território municipal, e uma aplicação do Plano com intervenção em uma área da cidade, no entorno o Viaduto dos Açorianos.<br><br>O trabalho usa o conceito de limite, do livro “A Imagem da Cidade” (Kevin Lynch): um elemento linear não compreendido pelos cidadãos como uma via, mas como barreira entre partes da cidade. Assim, os corredores de ônibus são entendidos como limites por suas barreiras visuais, e os viadutos são assim compreendidos pela estigmatização territorial e insegurança gerada nas pessoas que neles circulam.<br><br>Esses objetos relacionam-se à perspectiva de gênero no urbanismo, que sustenta que a cidade reforça a desigualdade de gênero, pois seu planejamento foi historicamente conduzido por homens. As mulheres são as mais afetadas pela insegurança urbana: mentalmente separamos os locais seguros daqueles a evitar, pois somos ensinadas que qualquer violência que sofrermos será justificada por nossa “imprudência”.<br><br>Os limites urbanos são espaços chave para a vivência das mulheres, pois evitar espaços do sistema de mobilidade significa limitar as possibilidades de deslocamento dentro da cidade e o próprio direito à cidade.<br><br></div><div><em>Veja o trabalho completo </em><a href="https://drive.google.com/drive/folders/1IXqmK8EFCYU9aSlUfUitxcVpfRi8I-BW?usp=sharing&amp;utm_medium=website&amp;utm_source=archdaily.com.br"><em>aqui</em></a><em>.<br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 21:13:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Guaicurus: uma alternativa à reprodução da cidade desigual</title>
         <author>laraamorimnn</author>
         <link>https://padlet.com/laraamorimnn/tfg2020_2021/wish/2181940201</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Autor:</strong> Bernardo Rezende Alves<br><strong>Orientadora: </strong>Maristela Siolari da Silva<br><strong>Instituição: </strong>Universidade Federal de Viçosa - UFV (Viçosa/MG)<br><br>Este trabalho é um estudo sobre a cidade de Belo Horizonte e uma tentativa de vislumbrar soluções para um desenvolvimento que faça valer o direito à cidade de seus cidadãos. Durante o estudo é perceptível como o desenvolvimento da capital mineira é, desde a sua concepção, excludente, reproduzindo um processo de periferização contínua, excluindo populações de baixa renda de seus espaços centrais e infra estruturados. É importante destacar como novas centralidades se formaram ao longo de décadas, sobretudo para população de alta renda, o que, em conjunto com o desenvolvimento metropolitano da cidade, relegaram à centralidade original um papel de circulação, onde os espaços vazios e os estacionamentos se amontoam. A área de intervenção é o baixo centro de BH, ligado a diversos grupos sociais invisibilizados e que constantemente têm sua presença nesse espaço ameaçada com intervenções que não os levam em conta, uma vez que não são ocupantes fixos, em outras palavras, não moram nesse território, mas circulam, trabalham, e o vivem diariamente.<br><br></div><div><em>Veja o trabalho completo </em><a href="https://drive.google.com/drive/folders/1q096TcLUpbxjWcAlP_e_TWrsYAMa6kVJ?usp=sharing&amp;utm_medium=website&amp;utm_source=archdaily.com.br"><em>aqui</em></a><em>.<br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 21:17:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>CCAATEA - Centro de Convivência para Adolescentes e Adultos com Transtorno do Espectro Autista</title>
         <author>laraamorimnn</author>
         <link>https://padlet.com/laraamorimnn/tfg2020_2021/wish/2181942174</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Autor: Vinicius Gabriel Gomes da Silva</strong><br><strong>Orientador: Felipe Corres Melachos</strong><br><strong>Instituição: Universidade Anhembi Morumbi (São Paulo/SP)<br><br></strong>A proposta se contempla em projetar um espaço de convivência e apoio às pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), na cidade de São Paulo, que atenda as reais necessidades desta população na área cognitiva, comportamental e social, constituindo a otimização da arquitetura em um ambiente adaptado e adequado, a fim de estabelecer aspectos sensoriais e perceptivos a esses indivíduos.<br><br>Entretanto, se inicia a setorização por meio de blocos relativamente autônomos empilhados de forma desalinhada, que de certa forma se multiplicam em espaços de contemplação e permanência para os indivíduos do espectro autista, gerando assim enquadramentos inusitados da paisagem perante a disposição dos cheios e vazios. A sua forma pura e concreta, se constitui de um quadrado com quatro extremidades, onde os indivíduos associam a sensação de auto-regulação para si, como maneira de manter a noção espacial perante a variação dos blocos. A circulação se caracteriza através de um conjunto de rampas que percorre sucessivamente os diferentes níveis, como se trouxesse para dentro da edificação uma extensão de cidade. Assim a sensação de percorrer sobre o edifício estimula a esses indivíduos, o sequenciamento espacial perante os níveis com a atividade de tratamento em torne de atividades da vida diária.<em><br><br>Veja o trabalho completo </em><a href="https://drive.google.com/drive/folders/1amItRJGhaiFnAUg4ZSPU_VgA1nAua0sK?usp=sharing&amp;utm_medium=website&amp;utm_source=archdaily.com.br"><em>aqui</em></a><em>.</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 21:20:11 UTC</pubDate>
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   </channel>
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