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      <title>REINO MONERA by MARIA EDUARDA NUNES MACHADO SEMPER</title>
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      <description>Um padlet feito por Maria Semper, Jenifer, Kevin e Steffany</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-06-04 19:13:19 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-06-05 01:02:16 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Metabolismo Celular</title>
         <author>7247172</author>
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         <description><![CDATA[<p>O metabolismo bacteriano inclui todas as reações químicas que ocorrem na célula para garantir sua sobrevivência, crescimento e reprodução. Ele pode ser dividido em dois grandes processos: <strong>catabolismo</strong> (quebra de moléculas para obtenção de energia) e <strong>anabolismo</strong> (síntese de moléculas complexas).</p><p><strong>Fontes de Energia e de Carbono</strong></p><p>As bactérias podem ser classificadas conforme a fonte de energia e carbono que utilizam:</p><ul><li><p><strong>Fototróficas</strong>: obtêm energia da luz.</p></li><li><p><strong>Quimiotróficas</strong>: obtêm energia de compostos químicos.</p></li></ul><p>Quanto à fonte de carbono:</p><ul><li><p><strong>Autotróficas</strong>: utilizam CO₂ como fonte de carbono.</p></li><li><p><strong>Heterotróficas</strong>: utilizam moléculas orgânicas.</p></li></ul><p>Exemplo de combinações:</p><ul><li><p><strong>Fotoautotróficas</strong>: energia da luz e carbono do CO₂.</p></li><li><p><strong>Quimioheterotróficas</strong>: energia e carbono de compostos orgânicos.</p></li></ul><p><strong>Respiração e Fermentação</strong></p><p><strong>1. Respiração</strong><br>Processo em que as bactérias obtêm energia a partir da oxidação de nutrientes, utilizando uma cadeia transportadora de elétrons. Pode ser:</p><ul><li><p><strong>Aeróbica</strong>: utiliza oxigênio como aceptor final de elétrons. Produz grande quantidade de ATP.</p></li><li><p><strong>Anaeróbica</strong>: utiliza outras substâncias inorgânicas como aceptor de elétrons (como nitrato ou sulfato). Produz menos ATP que a respiração aeróbica.</p></li></ul><p><strong>2. Fermentação</strong><br>Processo anaeróbico em que a energia é obtida a partir da quebra parcial de nutrientes, como a glicose, sem a participação da cadeia transportadora de elétrons. Produz menos ATP e resulta em produtos como ácido láctico, etanol ou outros compostos.</p><p><strong>Diversidade Metabólica</strong></p><p>As bactérias apresentam enorme diversidade metabólica, permitindo que colonizem ambientes extremos:</p><ul><li><p><strong>Nitrobactérias</strong>: realizam quimiossíntese, oxidando compostos inorgânicos como amônia e nitrito.</p></li><li><p><strong>Cianobactérias</strong>: realizam fotossíntese oxigênica, liberando O₂.</p></li><li><p><strong>Bactérias anaeróbias estritas</strong>: vivem apenas em ambientes sem oxigênio.</p></li><li><p><strong>Bactérias facultativas</strong>: podem alternar entre respiração aeróbica e anaeróbica ou fermentação, dependendo da disponibilidade de oxigênio.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-04 19:35:56 UTC</pubDate>
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         <title>Fontes:</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/731017_2/ywiym5d6imn29vvp/wish/3479256765</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Fontes utilizadas:</strong></p><ol><li><p><strong>Madigan, M.T., Bender, K.S., Buckley, D.H., Sattley, W.M., &amp; Stahl, D.A.</strong><br><strong>Brock: Biologia dos Microrganismos</strong> (15ª edição) — Pearson<br>→ Um dos livros-texto mais completos sobre microbiologia, aborda em detalhes a estrutura, fisiologia e patogenicidade de bactérias, incluindo M. tuberculosis.</p></li><li><p><strong>Prescott, L.M., Harley, J.P., &amp; Klein, D.A.</strong><br><strong>Microbiologia</strong> (7ª edição) — Artmed<br>→ Outro clássico na área, com capítulos dedicados a microrganismos patogênicos e doenças infecciosas.</p></li><li><p><strong>Organização Mundial da Saúde (OMS)</strong><br><strong>Global Tuberculosis Report</strong><br>→ Relatórios anuais com dados atualizados sobre epidemiologia, tratamento e estratégias de controle da tuberculose.<br>→ <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.who.int/tb">https://www.who.int/tb</a></p></li><li><p><strong>Ministério da Saúde (Brasil)</strong><br><strong>Manual de Recomendações para o Controle da Tuberculose no Brasil</strong><br>→ Documento oficial com orientações sobre diagnóstico, tratamento e prevenção da tuberculose no país.<br>→ <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/t/tuberculose">https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/t/tuberculose</a></p></li><li><p><strong>Centers for Disease Control and Prevention (CDC)</strong><br><strong>Tuberculosis (TB)</strong><br>→ Fonte confiável para informações clínicas, laboratoriais e de saúde pública sobre tuberculose.<br>→ <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.cdc.gov/tb">https://www.cdc.gov/tb</a></p></li><li><p><strong>Murray, P.R., Rosenthal, K.S., &amp; Pfaller, M.A.</strong><br><strong>Microbiologia Médica</strong> (9ª edição) — Elsevier<br>→ Referência fundamental para compreender a microbiologia clínica de M. tuberculosis.</p></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-04 19:35:59 UTC</pubDate>
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         <title>Bactéria da Tuberculose</title>
         <author>731017_2</author>
         <link>https://padlet.com/731017_2/ywiym5d6imn29vvp/wish/3479268645</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Nome Científico: </strong>Mycobacterium tuberculosis</p><p><strong>Descoberta: </strong>Foi descoberta em 1882 pelo médico alemão <strong>Robert Koch</strong>, sendo por isso também chamada de bacilo de Koch.</p><p><strong>Classificação Taxonômica:</strong></p><ul><li><p><strong>Reino:</strong> Bacteria</p></li><li><p><strong>Filo:</strong> Actinobacteria</p></li><li><p><strong>Ordem:</strong> Actinomycetales</p></li><li><p><strong>Família:</strong> Mycobacteriaceae</p></li><li><p><strong>Gênero:</strong> Mycobacterium</p></li><li><p><strong>Espécie:</strong> M. tuberculosis</p></li></ul><p><strong>Características Estruturais:</strong></p><ul><li><p><strong>Morfologia:</strong> Bacilo (forma alongada), reto ou levemente curvado.</p></li><li><p><strong>Parede celular:</strong> Espessa, rica em <strong>lipídios</strong>, especialmente <strong>ácidos micólicos</strong>, conferindo resistência à dessecação e a muitos agentes químicos.</p></li><li><p><strong>Corantes:</strong> Não se cora facilmente pelo método de Gram. Utiliza-se a coloração de <strong>Ziehl-Neelsen</strong>, que identifica as <strong>bactérias ácido-resistentes</strong>.</p></li><li><p><strong>Esporos:</strong> Não forma esporos.</p></li><li><p><strong>Cápsula:</strong> Pode possuir uma capa de polissacarídeos que ajuda na resistência.</p></li><li><p><strong>Flagelos:</strong> Não possui; é <strong>não motil</strong>.</p></li><li><p><strong>Reprodução:</strong> Assexuada, por <strong>fissão binária</strong>.</p></li></ul><p><strong>Metabolismo:</strong></p><ul><li><p><strong>Tipo:</strong> Aeróbia estrita (necessita obrigatoriamente de oxigênio para sobreviver).</p></li><li><p><strong>Crescimento:</strong> Lento; o tempo de duplicação pode levar entre 15 a 20 horas, muito mais demorado que outras bactérias comuns.</p></li></ul><p><strong>Patogenicidade:</strong></p><p><strong>Mycobacterium tuberculosis</strong> é o agente etiológico da <strong>tuberculose</strong>, uma doença infecciosa crônica que afeta principalmente os <strong>pulmões</strong> (tuberculose pulmonar), mas pode também acometer outros órgãos, como rins, ossos, sistema nervoso, entre outros (tuberculose extrapulmonar).</p><p><strong>Mecanismo de infecção:</strong></p><ol><li><p>Transmitida principalmente por via <strong>aérea</strong>, através da inalação de gotículas de saliva contendo a bactéria, eliminadas por pessoas infectadas ao tossir, espirrar ou falar.</p></li><li><p>Ao atingir os pulmões, a bactéria pode ser fagocitada por <strong>macrófagos</strong>, mas muitas vezes sobrevive no interior dessas células, impedindo sua destruição.</p></li><li><p>Forma-se um <strong>granuloma</strong> ou <strong>tubérculo</strong>, onde a bactéria pode permanecer <strong>latente</strong> por anos.</p></li><li><p>Quando o sistema imunológico enfraquece, a infecção pode se reativar, causando os sintomas clínicos da tuberculose.</p></li></ol><p><strong>Sintomas da Doença:</strong></p><ul><li><p>Tosse persistente, muitas vezes com sangue (hemoptise)</p></li><li><p>Dor no peito</p></li><li><p>Perda de peso e de apetite</p></li><li><p>Febre</p></li><li><p>Suores noturnos</p></li><li><p>Fadiga</p></li></ul><p><strong>Diagnóstico:</strong></p><ul><li><p><strong>Exame bacteriológico:</strong> Identificação do bacilo no escarro (baciloscopia).</p></li><li><p><strong>Cultura:</strong> Em meios específicos, como <strong>Lowenstein-Jensen</strong>, mas pode demorar semanas devido ao crescimento lento.</p></li><li><p><strong>Teste tuberculínico (PPD):</strong> Identifica infecção latente.</p></li><li><p><strong>Exames moleculares:</strong> Testes rápidos como o <strong>GeneXpert</strong>, que detecta material genético da bactéria e resistência à rifampicina.</p></li></ul><p><strong>Tratamento:</strong></p><p>Realizado com uma combinação de antibióticos, durante um período longo (6 meses ou mais). O esquema clássico é conhecido como <strong>RIPE</strong>:</p><ul><li><p><strong>Rifampicina</strong></p></li><li><p><strong>Isoniazida</strong></p></li><li><p><strong>Pirazinamida</strong></p></li><li><p><strong>Etambutol</strong></p></li></ul><p>O tratamento prolongado é necessário devido à resistência natural da bactéria e sua capacidade de permanecer em estado latente.</p><p><strong>Prevenção:</strong></p><ul><li><p><strong>Vacinação:</strong> BCG (Bacilo de Calmette-Guérin), principalmente em recém-nascidos, confere proteção parcial, especialmente contra formas graves da tuberculose em crianças.</p></li><li><p><strong>Controle de infecção:</strong> Isolamento de casos ativos, ventilação adequada de ambientes, uso de máscaras por pacientes infectados.</p></li><li><p><strong>Tratamento de casos latentes:</strong> Pessoas com infecção latente podem receber medicamentos preventivos para evitar o desenvolvimento da doença.</p></li></ul><p><strong>Importância em Saúde Pública:</strong></p><ul><li><p>A tuberculose é considerada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) uma das principais causas de morte por doenças infecciosas no mundo.</p></li><li><p>Estima-se que cerca de <strong>um quarto</strong> da população mundial esteja infectada de forma <strong>latente</strong> pelo M. tuberculosis.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-04 19:56:56 UTC</pubDate>
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         <title>Organização bacteriana.</title>
         <author>810017_4</author>
         <link>https://padlet.com/731017_2/ywiym5d6imn29vvp/wish/3479273868</link>
         <description><![CDATA[<p>As bactérias são organismos unicelulares procariontes, ou seja, não possuem núcleo organizado nem organelas membranosas. Sua estrutura é relativamente simples, mas altamente eficiente.</p><p><strong>Estrutura Celular das Bactérias</strong></p><ul><li><p><strong>Membrana plasmática</strong>: camada lipoproteica que envolve o citoplasma e controla a entrada e saída de substâncias.</p></li><li><p><strong>Parede celular</strong>: estrutura rígida composta principalmente por peptideoglicano (mureína), que confere forma e proteção à célula.</p></li><li><p><strong>Cápsula</strong> (em algumas espécies): camada externa viscosa que protege contra fagocitose e facilita a adesão a superfícies.</p></li><li><p><strong>Citoplasma</strong>: substância gelatinosa onde ocorrem processos celulares e onde se localizam ribossomos e o material genético.</p></li><li><p><strong>Material genético</strong>: localizado em uma região chamada nucleoide, geralmente consiste em uma única molécula circular de DNA. Muitas bactérias possuem também plasmídeos, pequenos fragmentos de DNA que podem ser transferidos entre células.</p></li><li><p><strong>Ribossomos</strong>: responsáveis pela síntese de proteínas; são menores que os encontrados em células eucarióticas.</p></li><li><p><strong>Estruturas de locomoção</strong>: algumas bactérias possuem flagelos que permitem o movimento. Outras podem ter fímbrias ou pili, importantes na adesão a superfícies e na troca de material genético (conjugação).</p></li></ul><p><strong>Formas e Arranjos:</strong></p><p>As bactérias podem apresentar diversas formas básicas:</p><ul><li><p><strong>Cocos</strong>: esféricos.</p></li><li><p><strong>Bacilos</strong>: cilíndricos.</p></li><li><p><strong>Espirilos</strong>: espiralados.</p></li><li><p><strong>Vibriões</strong>: em forma de vírgula.</p></li></ul><p>Além da forma, podem se organizar em diferentes arranjos, dependendo da forma como se dividem:</p><ul><li><p><strong>Diplococos</strong>: pares de cocos.</p></li><li><p><strong>Estreptococos</strong>: cadeias de cocos.</p></li><li><p><strong>Estafilococos</strong>: agrupamentos irregulares, semelhantes a cachos de uva.</p></li><li><p><strong>Estreptobacilos</strong>: cadeias de bacilos.</p></li></ul><p><strong>Reprodução:</strong></p><p>As bactérias se reproduzem assexuadamente, principalmente por <strong>fissão binária</strong>, processo rápido em que uma célula se divide em duas idênticas. Apesar disso, podem trocar material genético através de mecanismos como:</p><ul><li><p><strong>Conjugação</strong>: transferência direta de DNA entre duas células.</p></li><li><p><strong>Transformação</strong>: captação de fragmentos de DNA do ambiente.</p></li><li><p><strong>Transdução</strong>: transferência de DNA mediada por vírus bacteriófagos.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-04 20:05:59 UTC</pubDate>
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