<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Agostinho E- 001  de 2024 - 1 A graça e a liberdade para o 1º Estudinho § 1 a 6. 08 01 2024 by Vera Braga</title>
      <link>https://padlet.com/vabraga/yurikj86potufkk4</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-01-08 19:21:38 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-11-17 10:35:53 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title></title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/yurikj86potufkk4/wish/2841934575</link>
         <description><![CDATA[<p>3. A graça e a liberdade. P. 298&nbsp;</p><p>Está no item III&nbsp; - A liberdade cristã</p><p>§1. Maior problema : conciliar graça e livre-arbítrio</p><p>Agostinho constata que existo, que sou, que penso e que vivo. E que a vontade e dada sem discussão, e para Agostinho <strong>querer é usar o livre-arbítrio&nbsp; e a definição de livre arbítrio sempre se confunde com a vontade.</strong> &nbsp;</p><p>§2. Agostinho não questiona o livre-arbítrio e como ele se confunde com a vontade e a vontade é um bem inalienável em nenhum momento o livre-arbítrio pode ser questionado.&nbsp; Mas a escolha voluntária nunca ocorre sem motivos e alguns motivos podem ocorrer com força irresistível . o livre-arbítrio é precisamente uma escolha que se exerce porque se tem motivos.&nbsp; &nbsp;Ex. A pedra que cai por uma causa, mas ela cai sem <strong>motivos.</strong> , no entanto uma vontade que se exercesse sem motivos seria uma noção sem sentido, contraditória e impossível,&nbsp; logo não se pode suprimir o livre arbítrio sem se destruir a vontade. (VB -o motivo comanda a vontade e o livre arbítrio). &nbsp;</p><p>§3. Recomendação do parágrafo: não misturemos o pensamento de Santo Agostinho com o nossos. <strong>O que Santo Agostinho busca?</strong> Agostinho que saber se amar a Deus está em nosso poder. &nbsp;E diz que o poder de fazer o que escolhemos fazer é mais do que o livre-arbítrio, pois é a LIBERDADE. Logo o problema que Agostinho quer resolver é o da graça e da liberdade.</p><p>§4. Gilson propõe a doutrina de Pelágio, que não é a causa da doutrina de Agostinho, mas permite que conheçamos a maiorias das exposições de Agostinho.</p><p>§5. Agostinho expos que Pelágio define o pecado como sendo um mau suso do livre-arbítrio, e que não diminuiu nem a liberdade e nem a bondade natural e nem o poder de fazer o bem. Logo, <strong>o socorro da graça não tem de se aplicar à &nbsp;vontade , que não está corrompida e então não tem necessidade da graça.</strong> O socorro se reduz ao perdão da ofensa feia a Deus por se ter realizado um ato mau. E Deus não oferece a graça de agir bem <strong>a uma vontade que se tornou impotente</strong>, ele faz como faria um juiz que perdoa e apaga o erro cometido. <strong>Temos uma transformação grande do dogma da redenção</strong>. A vontade livre está intacta depois da queda de Adão e permaneceu intacta pois sua natureza não foi corrompida, pois todo homem desfruta do estado de liberdade de Adão ao sair das mão de Deus. Assim, a humanidade não estando decaída (a liberdade não foi corrompida) não tem necessidade da justificação, se está se liga a remissão de ofensa. &nbsp;O sacrifico de Cristo atua apenas na remissão dos pecados, <strong>sem atingir a vontade m pois o errou não se deformou.</strong></p><p><strong>§ 6. E vamos fazer o que faz Agostinho com relação a esta doutrina de Pelágio, no próximo Estudinho.</strong></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-01-08 19:28:52 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/vabraga/yurikj86potufkk4/wish/2841934575</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
