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      <title>JULIA MENTA LIMA by Julia Lima</title>
      <link>https://padlet.com/juliamenta/Bookmarks</link>
      <description>DISCIPLINA: PSICOLOGIA NA APRENDIZAGEM</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-04-07 00:31:43 UTC</pubDate>
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         <title>APRESENTAÇÃO</title>
         <author>juliamenta</author>
         <link>https://padlet.com/juliamenta/Bookmarks/wish/2133709392</link>
         <description><![CDATA[<div>Olá, meu nome é Julia, tenho 21 anos, sou de Rondônia. Gosto de ler, ouvir música, assistir uma seriezinha, sair com amigos, ir pra cachoeira e trilhazinha, sonequinha aleatória, ficar em casa e fazer brownies sem padrão nenhum de textura, gosto e qualidade.<br><br>Estou muito curiosa com o rumo que o curso vem tomando de acordo com os períodos e cada vez mais instigada a entender as diferentes áreas que a Psicologia abrange. Recentemente, processos de aprendizagem e desenvolvimento tem me despertado bastante interesse devido a algumas disciplinas que tivemos, como psico. do desenvolvimento 1. Mas, também no meu cotidiano, tenho me deparado muito com situações e questionamento sobre esses assuntos. A partir de 2020 acompanhei de perto o crescimento da minha sobrinha que nasceu no mesmo ano e acho que esse contato mais próximo também vem despertando maior interesse por esses assuntos, pelos processos que cada indivíduo passa em seu desenvolvimento, como absorve cada experiência vivida e a sua relação o que aprende em diferentes contextos sociais.<br>Algumas trocas com experiências de colegas sobre livros que leram ou trabalhos que já realizam com crianças, conteúdos que tiveram contato também tem me deixado bastante curiosa sobre o assunto.<br>Além disso, tenho pensado também sobre quais perspectivas que educandos, pais e sociedade em geral tem se organizado para transmitir saberes e contribuir com o processo de aprendizagem das crianças e adolescentes.&nbsp;<br><br>Estou curiosa pelos conteúdos que a disciplina pode oferecer e espero aproveitar bastante este período.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-07 01:30:25 UTC</pubDate>
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         <title>AULA 14/04/22 - CONTRIBUIÇÕES DA ANÁLISE DO COMPORTAMENTO À EDUCAÇÃO: UM CONVITE AO DIÁLOGO</title>
         <author>juliamenta</author>
         <link>https://padlet.com/juliamenta/Bookmarks/wish/2144372143</link>
         <description><![CDATA[<div>A aula de hoje me deixou bastante satisfeita no que tange à proposta de trazer outras abordagens da psicologia para a disciplina. Já tinha curiosidade de entender um pouco melhor a análise do comportamento e hoje tive um vislumbre do que essa abordagem abrange, de conceitos como: condicionamento, das relações que o sujeito estabelece com o ambiente que o cerca, os estímulos e as respostas de "reforço" ou "punição/enfraquecimento".&nbsp;<br>Relacionado ao processo de aprendizagem, a questão "como respeitar os ritmos individuais de aprendizagem?" norteia grande parte da discussão. A análise do comportamento vê a necessidade de, primeiramente analisar o comportamento de seus alunos, conhecendo-os o máximo possível para entender as facilidades e dificuldades de cada um, sem buscar uma avaliação média da turma, mas observar de forma individual e se tornar flexível a cada realidade.&nbsp;<br>Assim, a aprendizagem pode ser evidenciada através da mudança de comportamento de cada aluno, por isso, os métodos de ensino devem tornar o aluno ativo durante a disciplina.<br>Os tipos de reforçador me chamaram bastante atenção no texto. Visto que, reforçadores artificiais (nota, prêmio, estrelinha) são tão presentes em nossa vivências escolares, enquanto, muitas vezes, os reforçadores naturais (confirmação de acerto, indicação de progresso, aprovação social...) nem sempre são presentes na relação aluno e professor ou são realmente aplicados sem planejamento e talvez em momentos soltos, deixando de atingir os resultados esperados.<br>Além disso, o controle aversivo também é uma questão bem presente nessa discussão. Apesar de reformas envolverem a extinção de punições corporais por partes dos professores, percebe-se que outra formas de punição ainda persistem, onde a relação entre aluno e professor se dá através da crítica, ridicularização, hierarquização e sarcasmo frente ao processo de aprendizagem. Penso o quanto isso persiste em nossa cultura, tanto nas instituições acadêmicas quanto no ambiente familiar, que se torna uma fortaleza onde quem é de fora não consegue intervir, onde a violência se estabelece de diferentes formas, através da punição e controle aversivo, que não consegue instruir qual caminho o sujeito deveria tomar e resultam em diferentes efeitos colaterais e respostas emocionais levadas ao longo de toda a vida do sujeito.<br>Fico pensando na necessidade de pais também estudarem sobre esse processo, visto que, os primeiros ensinamentos provém do ambiente familiar e, de certa forma, estabelecem uma relação intrínseca com o aprendizado que é proporcionado ao longo dos anos escolares. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-14 21:39:54 UTC</pubDate>
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         <title>RECOMENDAÇÕES DA AULA:</title>
         <author>juliamenta</author>
         <link>https://padlet.com/juliamenta/Bookmarks/wish/2144401758</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><strong>site</strong>: neuroconecta;</li><li><strong>livro</strong>: clínica análitico comportamental;&nbsp; análise do comportamento aplicada ao espectro autista;</li><li><strong>video</strong>: Camila Gomes;</li></ul><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-14 22:38:46 UTC</pubDate>
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         <title>AULA 05/04/22 - CONCEPÇÕES SOBRE O DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM SEGUNDO A PSICOGÊNESE (PIAGET) - conclusões sobre texto/aula</title>
         <author>juliamenta</author>
         <link>https://padlet.com/juliamenta/Bookmarks/wish/2172261837</link>
         <description><![CDATA[<div>Segundo a teoria psicogenética, o conhecimento é construído e reorganizado, se centra na interação entre o sujeito e o objeto. Essa perspectiva sobre como o conhecimento é reorganizado parece ser o ponto central que abrange a discussão do ensino através dessa teoria.<br>Primeiramente, comparando à análise do comportamento, me chamou atenção o quanto o erro é tratado de forma diferente. Ao invés de fazer tudo para evitá-lo, nesta perspectiva busca-se lidar com ele de forma mais direta, sem enfatizar o que a criança não sabe, mas permitir que o erro apareça nas experiências da criança para que, a partir desse encontro, ela caminhe para formular novas hipóteses para os problemas que surgem, modifique as estruturas já formadas e as reorganize, para assim aprender. "o erro é mobilizador". Esse fato se associa muito a questão da criança ter um papel ativo na aprendizagem através desse método.<br>incentivar a fazer hipóteses &gt;&gt;&gt;&gt; Focar no erro<br>diferente de outras teorias, Piaget, argumenta que o desenvolvimento precede a aprendizagem.<br><br>Na prática, é tão comum que as concepções das teorias de aprendizagem sejam distorcidas. De um lado, pode ser por parte de professores, ao terem contato com as teorias de forma superficial e não entenderem a fundo o que abrange os métodos para colocá-los em prática. Talvez isso também seja um reflexo de como certas demandas no processo de aprendizagem perecem desde a infância até a vida adulta? Porque eles não conhecem afundo as teorias aderidas pelas instituições de ensino? Isso também tem a ver como todo seu processo de ensino? Como o pensamento hipotético dedutivo não ter sido incentivado ao longo de sua formação? Assim, ensinam o que aprenderam, mas sem aprender a ensinar, a construir conhecimento junto com os alunos? Além disso, muitas vezes, quando há aqueles que compreendem os métodos são novamente barrados a aplicar em razão da hierarquia das instituições de ensino e dos pais, que também defendem muitas perspectivas de como o ensino deve ser aplicado aos seus filhos, mas nem sempre buscam estudar sobre como ocorre o processo de desenvolvimento atrelado a aprendizagem humana.<br>Mas, também, como colocar tais métodos em prática? Em meio a tantas demandas que abrangem o processo de aprendizagem. Visto teorias que não abrangem todos as realidades sociais? Como pensar uma adaptação das teorias aos sistemas de ensino inseridos nas realidades atuais específicas?<br>Essas foram algumas reflexões que surgiram e ficaram dessa aula...<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-06 01:23:16 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/juliamenta/Bookmarks/wish/2172261837</guid>
      </item>
      <item>
         <title>RECOMENDAÇÕES:</title>
         <author>juliamenta</author>
         <link>https://padlet.com/juliamenta/Bookmarks/wish/2172310149</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Crianças com TDAH, TEA... aprendem de um jeito diferente? Como os conhecimento científicos chegam para a população em geral?</strong></div><div>Esses questionamentos e outras discussões trazidas na aula, me lembraram do livro: "Flores para Algernon". Ele traz a história de Charlie, um adulto que, segundo a ficção, tem uma deficiência intelectual e será submetido a uma cirurgia para aumentar seu QI.<br>A trama traz muitas reflexões sobre capacitismo, sobre o conceito de inteligência, como as pessoas lidam com estereótipos, como a ciência se apresenta à sociedade, até onde ela seria capaz de chegar por um ideal de progresso que implica em muitas questões éticas e conflitantes e a relação de tudo isso com as afetações e sentimentos de cada um.&nbsp;<br>Mas, o fator principal que me faz lembrar dessa aula, é como Charlie encara o mundo antes e depois da cirurgia. Suas concepções sobre as relações sociais, questões morais e éticas, seus sentimentos, sua infância, como os outros o veem, com ele vê as ações dos outros...sofrem muitas mudanças ao longo desse processo que interferiria em sua cognição. Por exemplo, quando ele começa a perceber que as pessoas com quem convivia estavam rindo dele e não com ele, as pessoas que ele considerava como amigos, à princípio.<br>Em outros aspectos, me lembra como Piaget traz o papel da afetividade no processo de aprendizagem, em como a vida afetiva estaria ligada a vida intelectual.<br><br>“Pode soar como ingratidão, mas essa é uma das coisas das quais me ressinto aqui – a atitude de que sou uma cobaia. As referências constantes de Nemur sobre ter me feito o que sou ou sobre algum dia haver outros como eu que se tornarão seres humanos reais. Como posso fazê-lo entender que ele não me criou? Ele comete o mesmo erro que os outros quando olham para uma pessoa de mente débil e riem porque não entendem que existem sentimentos humanos envolvidos.”<br><br>“Que estranho é o fato de pessoas de sensibilidade e sentimentos honestos, que não tirariam vantagem de um homem que nasceu sem braços ou pernas ou olhos, não verem problema em maltratar um homem com pouca inteligência.”</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-06 02:18:17 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>AULA 05/04/22 -  A REPRESENTAÇÃO DA LINGUAGEM E O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO (EMILIA FERREIRO)</title>
         <author>juliamenta</author>
         <link>https://padlet.com/juliamenta/Bookmarks/wish/2194210357</link>
         <description><![CDATA[<div>Emília Ferreiro traz o processo de aprendizagem da escrita como uma das formas de representação da linguagem. Ou seja, nesta perspectiva, não se resume a escrita a um mero "código de transcrição gráfica de unidades sonoras". Partindo da mesma base de Piaget, aqui a criança aparece como sujeito ativo no processo de aprendizagem e desenvolvimento. Apesar de discutir-se muito sobre abordagens e metodologias que alcancem os melhores resultados na alfabetização, percebe-se ainda falta voltar o olhar às concepções que as próprias crianças tem sobre a escrita e o que abrange seu sistema. Perceber que elas não chegam à escola, ao processo de alfabetização sem ter tido nenhum contato/experiência sobre esse sistema. Antes mesmo de ser formalmente alfabetizadas, a crianças já estão em constante contato com o sistema de escrita, ela se apresenta como um objeto social aos sujeitos, principalmente no meio urbano, mesmo que as crianças ainda tenham apreendido esses elementos de forma distinta dos adultos que passaram pelo processo de alfabetização tem, as crianças já possuem uma compreensão sobre esses elementos colocados. É preciso compreender como elas encaram esses problemas, como eles são diferentes das compreensão de um adulto, como elas encaram a sequência de soluções propostas, como podem contribuir com suas experiências fora da escola para o próprio processo de aprendizagem, para que assim seja proposta uma solução adequada e condizente com o real processo de aprendizagem dos indivíduos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-22 00:30:17 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>AULA 19/05/22 - NA VIDA DEZ; NA ESCOLA ZERO: OS CONTEXTOS CULTURAIS DA APRENDIZAGEM DA MATEMÁTICA (CARRAHER T.; CARRAHER D.; SHLIEMANN)</title>
         <author>juliamenta</author>
         <link>https://padlet.com/juliamenta/Bookmarks/wish/2194256506</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Afinal, de quem é a culpa do "fracasso"?</em><br>Ao abordar o contexto de evasão e fracasso escolar, é possível ver as diferentes teorias que norteiam essa discussão. Percebe-se como elas trazem que as classes mais vulneráveis econômico e socialmente não são integradas no tange ao conhecimento formal que norteia o ensino escolar. O que varia mais, em cada perspectiva, seria o foco entre os fatores responsáveis por isso.&nbsp;<br>As autoras e o autor trazem essa questão de como o fracasso escolar representa o fracasso da própria escola, inclusive em suas metodologias. Apontam o problema das teorias que abrangem a noção de "privação cultural": não se responsabiliza educadores de estarem vinculados a instituições que não são capazes de produzir resultados, além de culpar apenas o aluno e seu contexto social, portanto, não inclui todos os problemas que abrangem as instituições escolares como seus valores, métodos usados, os critérios, didática....<br>A teoria&nbsp; trazida que mais chama atenção é em relação a seletividade do sistema, em que aborda como as escola constituem aparelhos ideológicos do estado. Segundo essa perspectiva, seria através dessa reprodução da estrutura e ideologia de classes dominantes, representando uma falta de integração social nas instituições de ensino, que barra os meios de acesso das classes mais baixas a essa educação formal.<br>Como proposta, seria necessário que a escola compreendesse sua função e papel social numa sociedade que abrange grupos tão diversos. Seria fundamental conhecer a realidade do aluno, utilizar do que ele já tem, do que faz sentido pra ele, do fenômeno social com que ele teve contato e originou certo conhecimento. Mais uma vez, como abordado por textos anteriores, seria fundamental oferecer um papel ativo ao aluno no processo de aprendizagem que abranja elementos de sua realidade. Mas além disso, valorizar conhecimentos apreendidos em sua realidade, no contexto informal, onde métodos e resolução de problemas são constantemente postos para elas e podem ser facilitadores no aprendizado.<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-22 03:01:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>RECOMENDAÇÕES:</title>
         <author>juliamenta</author>
         <link>https://padlet.com/juliamenta/Bookmarks/wish/2194257009</link>
         <description><![CDATA[<div>Esse video do canal "quebrando a caixa" traz conteúdos e reflexões com base na música: "pedagoginga" de Thiago Elniño. No clipe, um dos pontos principais é sobre como o interesse pela cultura não ocorre no contexto escolar, mas fora dela. A música traz o conceito de "pedagogia cultural", que procura ir além dos limites das instituições escolares,&nbsp; em detrimento da "pedagogia tradicional" que, em muitos momentos, não se comunica com a realidade dos estudantes, não gerando identificação com as narrativas que são passadas no ambiente escolar.<br>O autor da música afirma que a escola precisaria entender que hoje ela é uma das mais fragilizadas ferramentas de ensino, visto que, não abrange a realidade externa, nem toda a força da vivência cultural.&nbsp;<br>"Ela explicava, explicava, querendo que eu<br>Criasse um interesse num mundo que não tinha nada haver com o meu<br>Não sei se a escola aliena mais do que informa<br>Te revolta ou te conforma com as merdas que o mundo tá<br>Nem todo livro, irmão, foi feito pra livrar<br>Depende da história contada e também de quem vai contar<br>Pra mim contaram que o preto não tem vez<br>E o que que o Hip-Hop fez? Veio e me disse o contrário<br>A escola sempre reforçou que eu era feio<br>O Hip-Hop veio e disse: Tu é bonito pra caralho<br>O Hip-Hop me falou de autonomia<br>Autonomia que a escola nunca me deu<br>A escola me ensinou a escolher caminhos<br>Dentro do quadradinho que ela mesmo me prendeu"</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-22 03:02:49 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>juliamenta</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-07-11 00:26:00 UTC</pubDate>
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         <author>juliamenta</author>
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         <title>@revistaneurodiversidade</title>
         <author>juliamenta</author>
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         <author>juliamenta</author>
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         <pubDate>2022-07-11 00:44:53 UTC</pubDate>
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         <author>juliamenta</author>
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         <title>VIDEO ANTÔNIO</title>
         <author>juliamenta</author>
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         <pubDate>2022-07-13 20:49:20 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>juliamenta</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>"experimentos feitos pelo o Antônio que ao longo do tempo possibilitaram a aquisição de habilidades motoras e por consequência, fez com que progredisse na escrita, demanda da escola que estava baixando a auto estima, foi sendo superada pela brincadeira com ciências." (GUIMARÃES, 2021)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-13 21:07:27 UTC</pubDate>
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