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      <title>Hipertexto em Torto Arado - 2MC3 by </title>
      <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC3</link>
      <description>O conceito de hipertexto se refere a uma forma de escrita e leitura não linear que permite ao leitor escolher a orientação da sua leitura, sem uma ordem predefinida. Com base nesse conceito e munidos de reflexões sobre o Brasil agrícola construídas na disciplina de geografia, os alunos da 2ª série foram convidados a construírem hipertextos a partir da leitura de trechos da obra Torto Arado, de Itamar Vieira Junior. Aqui está o resultado. Boa leitura!</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-09-26 21:15:15 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC3/wish/1781079410</link>
         <description><![CDATA[<div>Com mais frequência conseguíamos um<a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC3/wish/1781081329"> teiú</a>, fácil de encontrar porque comia as carcaças dos animais&nbsp;</div><div>mortos</div><div>, do gado</div><div>minguando&nbsp;</div><div>sem pasto, das caças abatidas pela estiagem. Então, bastava ficar à espreita onde&nbsp;</div><div>houvesse bicho morto para</div><div>acossá</div><div>-</div><div>lo. E se não os comêssemos, certamente eles comeriam</div><div>nossa carne magra.&nbsp;</div><div>As&nbsp; crianças&nbsp; eram&nbsp; as&nbsp; que&nbsp; mais&nbsp; padeciam:&nbsp; paravam&nbsp; de</div><div>cres</div><div>cer,&nbsp; ficavam&nbsp; frágeis&nbsp; e&nbsp; por&nbsp; qualquer&nbsp; coisa&nbsp; caíam&nbsp;</div><div>doentes. Perdi</div><div>a conta de quantas não resistiram à má alimentação e seguiram sem vida, em cortejo, para o&nbsp;</div><div>cemitério&nbsp; da&nbsp; Viração.&nbsp; A&nbsp; morte</div><div>apeava&nbsp; nas&nbsp; casas&nbsp; dos&nbsp; nossos&nbsp; vizinhos&nbsp; e,&nbsp; mesmo&nbsp; com&nbsp; todo&nbsp; esforço&nbsp; de&nbsp; Z</div><div>eca&nbsp;</div><div>Chapéu Grande para restituir a saúde e o vigor</div><div>às crianças doentes, muitas não resistiam. As velas que meu</div><div>pai acendia para cada criança pareciam não querer permanecer acesas: mesmo sem ventos ou golpes de ar,&nbsp;</div><div>se apagavam.</div><div>Não havia remédio, dizia sem&nbsp;</div><div>se conformar com a sua incapacidade de reverter a situação. Que&nbsp;</div><div>procurassem outro curador</div><div>ou se conformassem com os desígnios de Deus.</div><div>Continuávamos&nbsp; a&nbsp; colher&nbsp; buriti&nbsp; e&nbsp; dendê&nbsp; para&nbsp; levar&nbsp; para&nbsp; a&nbsp; feira</div><div>da&nbsp; cidade&nbsp; às&nbsp; segundas</div><div>-</div><div>feiras.&nbsp; Minha&nbsp;</div><div>mãe, as comadres, eu, B</div><div>elonísia e Domingas catávamos os frutos nas várzeas dos marimbus. Meu pai, Zezé e&nbsp;</div><div>os outros moradores&nbsp; colhiam os&nbsp; cachos</div><div>de&nbsp; dendê&nbsp; nos&nbsp; pés&nbsp; para&nbsp; prepararmos o azeite.&nbsp; Os&nbsp; buritizeiros</div><div>eram&nbsp;</div><div>altos e seus frutos não eram de serventia se colhidos nos</div><div>cachos. Era p</div><div>reciso esperar que&nbsp;</div><div>caíssem</div><div>para que&nbsp;</div><div>pudessem&nbsp; ser</div><div>consumidos.&nbsp; Armazenávamos&nbsp; os&nbsp; frutos&nbsp; em&nbsp; grandes&nbsp; tonéis&nbsp; de</div><div>água&nbsp; para&nbsp; amolecer&nbsp; a&nbsp; casca.&nbsp;</div><div>Retirávamos com as mãos, de forma</div><div>suave, para aproveitar a polpa, e levávamos aquelas massas em</div><div>sacos de&nbsp;</div><div>linhagem&nbsp; na&nbsp; cabeç</div><div>a,&nbsp; pela estrada,&nbsp; para&nbsp; comerciar com</div><div>as&nbsp; senhoras&nbsp; que&nbsp; faziam doce&nbsp; de&nbsp; buriti&nbsp; e&nbsp; sucos&nbsp; para&nbsp;</div><div>vender.</div><div>Pela estrada, debaixo do sol forte, a massa do buriti</div><div>aquec</div><div>ido escorria pelas tramas da linhagem e nos&nbsp;</div><div>besuntava com</div><div>s</div><div>ua polpa gordurosa e alaranjada. Nossa pel</div><div>e negra ficava</div><div>q</div><div>uase&nbsp; acobreada. Chegávamos à&nbsp;</div><div>cidade envergonhadas da</div><div>suj</div><div>eira em nosso cabelo e roupas. Levávamos tecidos enrolados</div><div>e</div><div>mbaixo da cabeça&nbsp;</div><div>para ajudar no equilíbrio do peso e ameni</div><div>z</div><div>ar um pouco o que escorria. Mas tinha dias em que o sol pa</div><div>r</div><div>ecia&nbsp;</div><div>u</div><div>ma fogueira acesa de cabeça para baixo, nossos corpos</div><div>s</div><div>e enchiam do sumo do buriti. Eu mesma cheguei a&nbsp;</div><div>escorregar</div><div>n</div><div>a&nbsp; massa&nbsp; que&nbsp; escorria.&nbsp; Da&nbsp; mesma&nbsp; forma,&nbsp; levávamos&nbsp; o&nbsp; azeite</div><div>d</div><div>e&nbsp; dendê&nbsp; fabricado&nbsp; em&nbsp; nossos&nbsp;</div><div>quintais, quando havia, em gar</div><div>r</div><div>afas vazias de cachaça,&nbsp;</div><div>fechadas com cortiças usadas. Não t</div><div>ín</div><div>hamos animal&nbsp;</div><div>naquele&nbsp; tempo,&nbsp; então&nbsp; era preciso&nbsp; contar&nbsp; com</div><div>a</div><div>força&nbsp; dos&nbsp; braços&nbsp; para carregar as&nbsp; sacolas&nbsp; de&nbsp; taboa com&nbsp; as&nbsp;</div><div>gar</div><div>r</div><div>afas cheias de azeite, chegando com as mãos inchadas e dor</div><div>m</div><div>entes à feira.</div><div>O&nbsp; sol&nbsp; nos&nbsp;</div><div>castigava&nbsp; com&nbsp; a&nbsp; fome&nbsp; e&nbsp; nos&nbsp; restava&nbsp; o&nbsp; desalento&nbsp; pe</div><div>l</div><div>as&nbsp; ro</div><div>ç</div><div>as&nbsp; perdidas.&nbsp; Meu&nbsp; pai&nbsp; estava&nbsp;</div><div>alquebrado,&nbsp; e&nbsp; mesmo&nbsp; o&nbsp; jarê</div><div>p</div><div>erdeu&nbsp; um&nbsp; pouco&nbsp; do&nbsp; brilho&nbsp; que&nbsp; havia&nbsp; antes.&nbsp; Num&nbsp; desses&nbsp; dias,</div><div>d</div><div>epois&nbsp; de&nbsp;</div><div>acondicionarmos&nbsp; a&nbsp; massa&nbsp; do&nbsp; buriti&nbsp; nos&nbsp; sacos&nbsp; de&nbsp; linha</div><div>g</div><div>em,&nbsp; minha&nbsp; mãe&nbsp; adoeceu&nbsp;</div><div>com&nbsp; febre&nbsp; e&nbsp; forte&nbsp; dor&nbsp; de&nbsp;</div><div>barriga, nada</div><div>f</div><div>icava em seu estômago. Mas precisávamos de dinheiro, então,</div><div>c</div><div>omo ocorria nesses casos, eu&nbsp;</div><div>iria com as filhas de Tonha para a</div><div>c</div><div>idade, e Belonísia ficaria cuidando de Domingas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-30 11:58:07 UTC</pubDate>
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         <title>hipertexto</title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-09-30 11:59:04 UTC</pubDate>
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         <title>Hipertexto 1</title>
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         <description><![CDATA[<div>Quando o destino levou José Alcino, o marido</div><div>ao seu encontro, Donana não teve dúvidas de que se&nbsp;</div><div>abrigaria embaixo do chapéu que o protegeu do sol durante a longa travessia que havia feito. José migrou das&nbsp;</div><div>cercanias do <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC3/wish/1789243037">Recôncavo</a> para a Chapada, atraído pela promessa de riqueza, vinda das notícias de exploração&nbsp;</div><div>de diamante. Tão logo chegou à região, viu que a sanha pela pedra havia transformado a terra num horizonte de lutas e de bandos armados guiados por coronéis que enriqueciam às custas do sangue e da loucura dos que se entregavam à sorte do garimpo. O homem, então, deitou sua sacola com seus poucos objetos e duas mudas de roupa&nbsp; no&nbsp; chão onde Donana&nbsp; vivia.&nbsp; Decidiu&nbsp; fazer&nbsp; o&nbsp; que havia&nbsp; aprendido com seus&nbsp; pais,&nbsp; o&nbsp; que&nbsp; o&nbsp; havia sustentado até o momento da partida e durante o caminho em que seguiu para chegar à Chapada. José Alcino pediu uma enxada e mostrou que sabia trabalhar a terra. Pediu morada na mesma fazenda onde minha avó vivia cativa, sem nunca ter tentado deixar seus tutores, trabalhando pelo que comia. Construiu uma casa de barro, cobriu com&nbsp; junco,&nbsp; fez&nbsp; amizade&nbsp; com&nbsp; o&nbsp; capataz&nbsp; que&nbsp; havia&nbsp; criado&nbsp; Donana.&nbsp; Com&nbsp; o&nbsp; tempo,&nbsp; disse&nbsp; que precisava de companhia, que queria família e não podia viver sozinho. Notou que a moça não parava de olhar para o seu chapéu, e mesmo evitando seus olhos, a levou para casa. Pouco&nbsp; antes&nbsp; de&nbsp; Donana&nbsp; dar&nbsp; à&nbsp; luz&nbsp; meu&nbsp; pai,&nbsp; José Alcino caiu&nbsp; de&nbsp; um&nbsp; cavalo,&nbsp; enquanto&nbsp; viajava&nbsp;</div><div>acompanhando&nbsp; um&nbsp; carregamento&nbsp; de&nbsp; cana.&nbsp; Os&nbsp; dons&nbsp; de&nbsp; minha&nbsp; avó&nbsp; voltaram&nbsp; a&nbsp; ser&nbsp; motivo&nbsp; de&nbsp; conversas&nbsp; e&nbsp;</div><div>intrigas&nbsp; na&nbsp; casa-grande,&nbsp; nos&nbsp; rumos&nbsp; que&nbsp; os trabalhadores&nbsp; tomavam&nbsp; para&nbsp; suas&nbsp; roças&nbsp; debaixo&nbsp; do&nbsp; sol. Contou minha mãe que Donana andou devagar, amparada por vizinhas, para o local onde havia ocorrido o acidente.&nbsp;</div><div>Não chorou quando o viu caído já sem vida no chão, assim como eu não havia derramado lágrima por Tobias. Talvez por motivos diferentes, mas foi estranho saber, depois de tudo o que aconteceu, que a história havia se repetido. Salu disse que, assim que Donana pegou o chapéu caído a alguns passos do corpo, voltou num carro de boi, com a cabeça do homem que havia lhe dado casa e companhia no colo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-30 12:02:11 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Minha mãe me contou que, ainda menina, Donana viveu na companhia da família do <a href="https://www.dicio.com.br/capataz/">capataz </a>que <br>havia assumido sua guarda, servindo como empregada em sua casa na fazenda. Foi lá que passou a sentir <br>grande desconforto, pouco antes do período de sua <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC3/wish/1789235078">menarca. </a>Tinha febre, sentia um sono intenso durante o <br>dia, não conseguia dormir à noite. Vomitava quase tudo que lhe caía no estômago. Ouvia a dona da casa dizer <br>que ela estava com encosto, que não iria durar muito tempo. Dias antes de o sangue lhe escorrer pelas pernas, <br>Donana passou a ver objetos balançarem de forma violenta, o mato seco queimar por onde caminhava, e até <br>mesmo as roupas que secavam no varal desaparecerem como palha seca. A família, com medo, levou a menina <br>para um curador conhecido de Caxangá, e a deixou hospedada em sua casa. Lá, Donana viu portas e janelas <br>baterem onde nem corrente de ar havia, viu a esteira de palha que foi destinada para o seu sono queimar. Até <br>que o curador desistiu do tratamento.<br>A família percorreu<a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC3/wish/1789243072"> léguas</a>, indo de casa em casa, em busca dos curadores conhecidos da região, <br>“bateram em dezesseis portas, dezesseis casas de <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC3/wish/1789249501">jarê</a>”, disse Salu, enquanto retirava as folhas secas da&nbsp;<br>pequena horta no quintal. “Eram os curadores mais conhecidos da Chapada Velha. Por último, a menina&nbsp;<br>passou a receber encantados, com mais frequência o Velho Nagô, e foi dito à família que o problema do outro&nbsp;<br>mundo tinha sido resolvido. Os encantados a aguardariam chegar à idade adulta para que pudesse ela própria&nbsp;<br>ser uma curadora e guiar os espíritos em benefício dos que necessitavam de seus poderes. Foi nessa última&nbsp;<br>casa, ao lado do curador João do Lajedo, que Donana aprendeu a manejar ervas e raízes para fazer xaropes e&nbsp;<br>remédios para os mais distintos males que acometiam gente de toda origem: de coronéis a trabalhadores, de<br>moças ricas que viviam na cidade às mulheres da roça que trabalhavam ao lado de seus maridos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-30 12:05:23 UTC</pubDate>
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         <title>Hipertexto 1</title>
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         <description><![CDATA[<div>
<strong>Significado de mazela</strong>: Dificuldades, problemas <strong>sociais</strong>.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-30 12:06:16 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Anos depois do acidente que <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC3/wish/1781105228">emudeceu</a> uma de suas filhas,</div><div>meu pai, incentivado por Sutério, havia convidado o irmão de minha mãe para residir em Água Negra. <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC3/wish/1781105228">O gerente queria trazer gente que “trabalhe muito" e "que não tenha medo de trabalho”, nas palavras de meu pai, “para dar seu suor na plantação”. Podia construir casa de barro, nada de alvenaria, nada que de marcasse o tempo de presença das famílias na terra. Podia colocar roça pequena para ter abóbora, feijão, quiabo, nada que desviasse da necessidade de trabalhar&nbsp;</a></div><div><a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC3/wish/1781105228">para o dono da fazenda, afinal, era para isso que se permitia a morada</a>. Podia trazer mulher e filhos, melhor assim,&nbsp; porque&nbsp; quando&nbsp; eles&nbsp; crescessem&nbsp; substituiriam&nbsp; os&nbsp; mais&nbsp; velhos.&nbsp; Seria&nbsp; gente&nbsp; de&nbsp; <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC3/wish/1781105228">estima</a>,&nbsp; conhecida, afilhados&nbsp; do&nbsp; fazendeiro.&nbsp; Dinheiro&nbsp; não&nbsp; tinha,&nbsp; mas&nbsp; tinha&nbsp; comida&nbsp; no</div><div>prato.&nbsp; Poderia&nbsp; ficar&nbsp; naquelas&nbsp; paragens, sossegado, sem ser importunado, bastava obedecer às ordens que lhe eram dadas. <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC3/wish/1781105228">Vi meu pai dizer para meu tio que no tempo de seus avós era pior, não podia ter roça, não havia casa, todos se amontoavam no mesmo espaço, no mesmo barracão.</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-30 12:06:19 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC3/wish/1781099284</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp;Foi possível temperar os peixes enquanto havia <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC3/wish/1789215690">umbu</a>, que, junto com o sal, garantiu algum sabor à carne. Quando a farinha passou a<a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC3/wish/1789223040"> rarear</a>, meu pai recordou a receita do beiju de jatobá que Donana fazia. Havia vagens em abundância. Era uma árvore que resistia bem à falta d’água, frondosa, imponente, uma reserva de alimento de segunda linha, ignorada quando havia tudo o mais. Assim, comemos beiju de jatobá por meses, até enjoar.<br>Disputamos a palma com o gado da fazenda. Havia uma parcela de terra destinada ao seu plantio. O cacto que se destinava à nossa alimentação estava em nossos quintais. Quem não foi previdente em ter sua própria plantação de palma, que acabaria com o passar dos meses, tinha que contar com a solidariedade de um vizinho, para garantir o cortado na mesa, guisado no azeite de dendê. Também havia as caças. Mas, no alto da estiagem, era mais fácil encontrar as carcaças dos animais mortos pela falta de alimento do que achar algum para ser abatido. Os veados eram escassos, seja pela caça ou pela falta de água nas áreas de sequeiro. Com muito esforço, os víamos bebendo água nos <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC3/wish/1789244445">marimbus</a>, mas estavam cada vez em menor número. A paca, muito apreciada, não dava as caras na mata. Nem capivara, nem cutia. Era possível capturar algumas aves como o jacu, inhambu e juriti, mas elas quase não tinham carne, então nos contentávamos com o gostinho dos ossos. Houve até o caso de uma família em Pau-de-Colher, contou tia Hermelina, que morreu depois de comer uma <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC3/wish/1789254873">sariema</a> no desespero da fome; a ave tinha comido uma cascavel e sua carne estava impregnada do veneno peçonhento.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-30 12:07:16 UTC</pubDate>
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         <title>Hipertexto 1 </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC3/wish/1781103741</link>
         <description><![CDATA[<div>"capataz"<br>Chefe de um grupo de trabalhadores, especialmente dos que realizam trabalhos braçais.</div><div>Aquele que é responsável pela administração de uma fazenda ou de uma propriedade situada na zona rural.</div><div>[Por Extensão] Aquele em quem o chefe confia, como seu braço-direito, podendo exercer funções de subchefe.</div><div>Indivíduo que, por ser responsável pela rede de pesca, recebe maior parte do que foi pescado.<br>https://www.dicio.com.br/capataz/</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-30 12:09:24 UTC</pubDate>
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         <title>hipertexto 1 </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC3/wish/1781105228</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Significado de Emudeceu</strong></div><div><em>Emudeceu</em> vem do verbo emudecer. O mesmo que: calou, embatucou, silenciou.<br>fonte: https://www.dicio.com.br/emudecer/<br><br><strong>Situação análoga a escravidão</strong><br>Considera-se sujeito à condição análoga à escravidão o trabalhador submetido, de forma isolada ou conjuntamente, a trabalho forçado; jornada exaustiva; situação degradante de trabalho; restrição, por qualquer meio, de locomoção em razão de dívida contraída com empregador ou preposto, no momento da contratação ou no curso do contrato de trabalho; retenção no local de trabalho em razão de: cerceamento do uso de qualquer meio de transporte; manutenção de vigilância ostensiva e apoderamento de documentos ou objetos pessoais.<br>fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2021-06/mulher-submetida-trabalho-analogo-escravidao-e-libertada-em-sp<br><br><strong>estima<br>Significado de Estima</strong></div><div>substantivo feminino</div><div>Ação ou efeito de estimar, ter apreço, afeição, amizade; afeto.</div><div>Sentimento de amizade, de apreço em relação a outra pessoa.<br>fonte: https://www.dicio.com.br/estima/</div><div><strong><br></strong><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-30 12:10:03 UTC</pubDate>
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         <title>Hipertexto 2</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC3/wish/1789201755</link>
         <description><![CDATA[<div>Lei n° 11.340 - Lei Maria da Penha<br><br>Com a construção histórica da sociedade, infelizmente constituísse como comum atos e pensamentos machistas, como por exemplo a agressão citada no texto. Felizmente, em 2006, a lei Maria da Penha que protege a mulher contra as agressões domésticas foi criada, mas assim como a vítima do texto, muitas tem medo de denunciar. Além disso, acham que serem agredida é algo natural, pelo pensamento infiltrado de serem submissas, e pela pouca ação do sistema judiciário em relação a lei criada.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-04 10:56:24 UTC</pubDate>
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         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC3/wish/1789203932</link>
         <description><![CDATA[<div>Em poucos meses iniciaram a construção da escola. Não soubemos como, nem quais interesses particulares<br>envolveram a negociação entre o prefeito e a família Peixoto, mas a obra foi autorizada, e os próprios<br>moradores passaram a construir o pequeno edifício de três salas em regime de mutirão, aos domingos, dia em<br>que poderiam deixar de cuidar da roça não poderiam deixar de dar comida e água aos animais.<a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC3/wish/1798445191"> O local<br>destinado à construção era o cruzamento dos caminhos para os rios Santo Antônio e Utinga</a>.<br>Foi uma <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC3/wish/1789239633">obra providencial</a>, porque naquele mesmo ano se iniciou um período longo de estiagem, de<br>modo que o pouco dinheiro destinado aos que construíam a escola, mesmo com os meses de atraso e o<br>pequeno montante de recursos destinado ao pagamento da mão de obra, garantiu a sobrevivência de muitas<br>famílias. Foi um tempo difícil. Meu pai se referia àquele período como a <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC3/wish/1789240778">pior seca desde 1932</a>. Aquele também<br>foi o último ano que vi uma plantação extensa de arroz naquelas terras. O arroz, dependente de água, foi o<br>primeiro a secar com a estiagem. Depois secaram a cana, as vagens de feijão, os umbuzeiros, os pés de<br>tomates, quiabo e abóbora. Havia uma reserva de grãos guardada em casa e no galpão da fazenda. Com a<br>seca, veio o medo de que nos mandassem embora por falta de trabalho. Depois veio o medo mais imediato<br>da fome. Os grãos passaram a <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC3/wish/1798469582">rarear</a>, o feijão acabou antes do arroz, e do arroz restava muito pouco. Havia<br>um razoável suprimento de <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC3/wish/1798487198">farinha de mandioca</a> que algumas famílias fabricavam e trocavam por outros<br>alimentos. Agora, mais que antes, seguíamos quase todos os dias para os rios para pescar, e a cada pescaria<br>só conseguíamos capturar peixes cada vez menores, que só serviam para dar um gosto ao <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC3/wish/1798499807">angu de farinha</a>.<br>Peixes grandes chegavam das cabeceiras com as enxurradas, e como não caía nem um chuvisco, restavam<br>apenas os menos nobres e menos desenvolvidos, como o <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC3/wish/1798575952">cascudo e a piaba</a>.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-04 10:57:41 UTC</pubDate>
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         <title>hipertexto 3</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC3/wish/1789214930</link>
         <description><![CDATA[<div>Pesquisas feitas pela&nbsp; Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede Penssan), divulgam dados de que cerca de 20% da população não tem comida suficiente para se alimentar, o que enquadra a personagem do livro. Essa é uma discrepante falta de comprometimento do governo com a constituição e principalmente com a população.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-04 11:03:56 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Hipertexto 1</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC3/wish/1789215690</link>
         <description><![CDATA[<div> &nbsp;Intitulado por Euclides da Cunha como a “árvore sagrada do sertão”, o umbuzeiro é também conhecido como imbuzeiro e seu fruto é o umbu.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-04 11:04:22 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC3/wish/1789216925</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC3/wish/1789218023">Meu&nbsp; tio&nbsp; viajou&nbsp; no&nbsp; lombo&nbsp; de&nbsp; um&nbsp; burro,&nbsp; a&nbsp; mulher&nbsp; em&nbsp; outro, os&nbsp; filhos&nbsp; caminhando, se&nbsp; revezando&nbsp; na&nbsp;</a></div><div>
<a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC3/wish/1789218023">travessia&nbsp; para&nbsp; a&nbsp; montaria&nbsp; dos&nbsp; animais.</a>&nbsp; Foram&nbsp; morar&nbsp; numa&nbsp; construção&nbsp; de&nbsp; alvenaria, uma&nbsp; casa&nbsp; vazia&nbsp; que abrigava os trabalhadores que chegavam. Era permitido que se hospedassem ali até a aceitação definitiva da morada,&nbsp; <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC3/wish/1789218023">dada&nbsp; de&nbsp; acordo&nbsp; com&nbsp; a&nbsp; produtividade&nbsp; e&nbsp; a&nbsp; disposição&nbsp; para&nbsp; o&nbsp; trabalho&nbsp; da&nbsp; nova&nbsp; família</a>.&nbsp; Se&nbsp; aceitos, destinava-se a</div><div>eles uma parcela de terra para que pudessem construir a tão almejada casa e ter seu quintal e animais pequenos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-04 11:05:06 UTC</pubDate>
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         <title>hipertexto 4</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC3/wish/1789218023</link>
         <description><![CDATA[<div>Meio de transporte usado pela família.&nbsp;<br><br>Em troca dos serviços, a família poderia se hospedar nas casas.&nbsp;E isso lembra a época dos feudos, pois os camponeses trabalhavam em troca de moradia e para ganhar um pedaço de terra. <br><br><br><br><br><br><br>
</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-04 11:05:44 UTC</pubDate>
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         <title>Hipertexto 2</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC3/wish/1789223040</link>
         <description><![CDATA[<div>Rarear</div><ol><li><em>transitivo direto e intransitivo</em></li><li>tornar(-se) raro, menos compacto, menos denso.</li><li>"a idade rareia os cabelos"</li><li>2.</li><li><em>transitivo direto e intransitivo</em></li><li>tornar(-se) menos frequente; reduzir ou ficar reduzido a um pequeno número; rarefazer.</li><li>"a aluna rareou as saídas para melhor estudar"</li></ol><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-04 11:08:40 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC3/wish/1789223106</link>
         <description><![CDATA[<div>Para convencê-lo, meu pai disse que o arrozal era bom de trabalhar. Que ali chovia, tinha terra boa, que, "olha”, abria os</div><div>braços mostrando a roça e o quintal, mostrando a mata ao seu</div><div>redor, "aqui não nos falta&nbsp;</div><div>nada”. <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC3/wish/1789245931">&nbsp;“Você&nbsp; tem&nbsp; os&nbsp; meninos,&nbsp; isso&nbsp; é</a></div><div><a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC3/wish/1789245931">de&nbsp; ajuda.&nbsp; Tem&nbsp; um&nbsp; passarinho&nbsp; preto&nbsp; miudinho&nbsp; assim",&nbsp; mostrava as&nbsp;</a></div><div><a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC3/wish/1789245931">falanges dos dedos dando a dimensão aproximada da praga,</a></div><div><a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC3/wish/1789245931">"que ataca o arrozal de manhã cedo. Os meninos podem ajudar a espantar</a></div><div><a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC3/wish/1789245931">eles. Aqui todo mundo acorda cedo para espantar os passarinhos, só assim fazemos&nbsp;</a></div><div><a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC3/wish/1789245931">boa colheita”.</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-04 11:08:43 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 5</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC3/wish/1789224395</link>
         <description><![CDATA[<div>Semanas depois, soube que seu marido havia retornado. Senti tristeza, mas pensei: “Se é pai dos meninos dela tem de haver algum perdão”. Quem sabe o homem não muda? Ou quem sabe, o gostar de Maria seja maior que as diferenças que existem entre eles. No fundo, será que ela percebeu que poderia ser pior estar sozinha na terra com aquele tanto de filhos, sem condições de roçar e dar de comer a todo mundo! Talvez tenha sido por isso, pela vergonha de ter me chamado naquele dia em que o enfrentei com valentia que corria em meu sangue, que Maria se afastou de mim. Foi mudando com o tempo, se tornando mais tristonha, mais sozinha do que era. Se me encontrava, cumprimentava, mas já não se detinha a falar da vida, das <mark>mazelas </mark>que sofria, <mark>das pancadas do marido</mark>, das <mark>dificuldades para botar comida na mesa. </mark>Eu também, para não a magoar sem querer, nem mesmo ofender, deixei de levar as coisas que plantava e que fui trabalhando com minha força.</div><div>Quanta gente foi adentrando na solidão de meu rancho foi dizendo que era uma roça bonita, que era maior e mais bem cuidada que a roça de muitos homens? Se admiravam quando viam que eu trabalhava sozinha. Com os olhos, mediam meu corpo de cima a baixo, se pudessem me fariam disputar queda de braço com os homens, só para saber se a força para revirar a terra, para trabalhar o chão, vinha dele mesmo. Para ter certeza de que não era das forças dos encantados em que o povo acreditava. Sutério passava rigorosamente toda semana e levava o que podia. Mas não o deixava levar o melhor, como meu pai fazia por gratidão. Separava os legumes maiores para casa, para meus pais. Só não os deixava apodrecer nos pés, de desgosto, porque achava um desrespeito com a própria terra. Mas se desse para dar aos animais, eu dava, <mark>só para não deixar que ele levasse meu suor</mark>,<mark> minhas dores nas costas, meus calos nas mãos e minhas feridas nos pés,</mark> <mark>como se fosse algo seu.</mark><br>Adaptado de VIEIRA Junior, Itamar. Torto arado. Editora</div><div>
<br>das&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-04 11:09:25 UTC</pubDate>
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         <title>Hipertexto2-</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC3/wish/1789235078</link>
         <description><![CDATA[<div>"período de sua menarca"<br>Menarca é o nome dado à primeira menstruação da mulher e é uma das últimas fases da puberdade. O primeiro ciclo tende a acontecer entre os 10 e 15 anos, podendo variar conforme o estilo de vida, histórico de menstruação das mulheres da família, hábitos alimentares, alterações hormonais, entre outros fatores.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-04 11:15:36 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Hipertexto 1 </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC3/wish/1789235864</link>
         <description><![CDATA[<div>Antigamente a o fruto Buriti era fonte de renda para os mais pobres, por ser uma planta de fácil acesso e baixo custo, com este fruto era possível fazer doces, sucos e picolés.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-04 11:16:05 UTC</pubDate>
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         <title>Hipertexto 2</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC3/wish/1789239633</link>
         <description><![CDATA[<div>De acordo com o dicionário, "Providencial" é: Um adjetivo Que se refere ou que pertence à providência; providente. Que vem da Providência divina. Que ocorre por um feliz acaso; oportuno. Assim podemos concluir que "Obra providencial", é uma obra que veio em momento oportuno e necessário</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-04 11:18:12 UTC</pubDate>
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         <title>Hipertexto 2: Rêconcavo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC3/wish/1789243037</link>
         <description><![CDATA[<div>O Recôncavo baiano é a região geográfica localizada em torno da Baía de Todos-os-Santos, abrangendo não só o litoral mas também toda a região do interior circundante à Baía.<del><br></del>Geograficamente, o Recôncavo inclui a Região Metropolitana de Salvador, onde está a capital do estado da Bahia, Salvador e outras cidades circundantes à Baía de Todos-os-Santos, entre elas, as de maior representatividade histórica e econômica são: Santo Antônio de Jesus, Santo Amaro, Amargosa, Nazaré, Salinas da Margarida, Cachoeira, Jaguaripe,[1] São Félix, Castro Alves, Maragojipe e Cruz das Almas.[2] Entretanto, o termo Recôncavo é constantemente utilizado para referir-se às cidades próximas à Baía de Todos-os-Santos, limitando-se ao interior, ou seja, excetuando-se a capital do estado, Salvador, no limite norte.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-04 11:20:07 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Hipertexto 3 </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC3/wish/1789243072</link>
         <description><![CDATA[<div>''A família percorreu léguas'':<br>Léguas é a medida itinerária antiga cujo valor é variável segundo as épocas e os países, geralmente com valores entre os 4 e os 7 quilómetros.<br>https://dicionario.priberam.org/l%C3%A9guas</div>]]></description>
         <enclosure url="https://dicionario.priberam.org/l%C3%A9guas" />
         <pubDate>2021-10-04 11:20:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Hipertexto 3</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC3/wish/1789244445</link>
         <description><![CDATA[<div>  Terra pantanosa à margem de rios, com vegetação semiaquática.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-04 11:20:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Hipertexto 2</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC3/wish/1789245931</link>
         <description><![CDATA[<div>Tem relação com o curta-metragem "Vida Maria", pois a parte sublinhada diz que os meninos ajudavam para fazer boa colheita e no vídeo é mostrado que os homens que cuidavam das plantações e colheitas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-04 11:21:39 UTC</pubDate>
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         <title>Hipertexto 4 </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC3/wish/1789249501</link>
         <description><![CDATA[<div>''Casas de jarê'': jarê é um termo sob qual se abriga grande quantidade de crenças, cultos e rituais com características diversas, desenvolvidas conforme necessidades e conveniências entre os praticantes.<br>https://pt.wikipedia.org/wiki/Jarê</div>]]></description>
         <enclosure url="https://pt.wikipedia.org/wiki/Jar%C3%AA" />
         <pubDate>2021-10-04 11:23:38 UTC</pubDate>
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         <title>Hipertexto 4</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC3/wish/1789254873</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-10-04 11:26:40 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC3/wish/1789255301</link>
         <description><![CDATA[<div>Era&nbsp; verdade.&nbsp; Nos&nbsp; longos&nbsp; anos&nbsp; em&nbsp; que&nbsp; plantaram&nbsp; arroz, no&nbsp; meio&nbsp; do&nbsp; sertão&nbsp; de&nbsp; água,&nbsp; na&nbsp; beira&nbsp; dos <a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC3/wish/1789261292">pântanos dos marimbus,</a> acordávamos antes que o sol se levantasse n</div><div>o horizonte seguíamos rumo à roça da fazenda. Nos muníamos de galhos, pedras, tudo que fosse instrumento para espantar os pássaros<a href="https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC3/wish/1789261292"> miudinhos</a>, de penas negras e<br>que brilhavam quase azuis na luz da manhã. Se não fôssemos rápidos o suficiente, seu bico</div><div>entrava no grão que amadurecia e sugava</div><div>tudo que estivesse dentro, com sua minúscula língua. Enquanto os adultos trabalhavam, cabia a nós, as crianças&nbsp;</div><div>espantar a praga. Os&nbsp; meninos chegavam com estilingues,&nbsp; por vezes abatiam a ave pequena. Certa vez, Belonísia chorou e só cessou o pranto quando sugeri que fizéssemos&nbsp;</div><div>um enterro, com direito a uma caixa de vela, como urna, e flores que colhemos no campo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-04 11:26:53 UTC</pubDate>
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         <title>Hipertexto 4</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC3/wish/1789257059</link>
         <description><![CDATA[<div>O trecho "o dono quis nos dividir, dizendo que aquele "bando de vagabundos" queria a fazenda dele, comprada com seu trabalho", encontrado em outro momento do livro é complementado com o trecho "Mas se desse para dar aos animais, eu dava, só para não deixar que ele levasse meu suor [...] como se fosse algo seu". A junção das partes deixa claro como o verdadeiro trabalhador é o camponês, e que existe uma iniquidade nas divisões de terra e de papeis sociais. É necessária uma reforma agraria, para que os injustiçados deixem de sofrer com o roubo dos frutos de seu trabalho, que no caso é análogo escravo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-04 11:27:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>hipertexto 3</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC3/wish/1789261292</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;fonte: https://www.guiachapadadiamantina.com.br/wp-content/uploads/2020/05/guia-chapada-diamantina-Marimbus-Andara%C3%AD-Rui-Rezende.jpg<br>&nbsp;<br>Miúdo:<br>https://dicionario.priberam.org/mi%C3%BAdo<br><br><br><br><br>
</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-04 11:30:05 UTC</pubDate>
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         <title>Hipertexto 5</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC3/wish/1789265460</link>
         <description><![CDATA[<div>Pau-de-Colher é&nbsp;um bairro localizado na Bahia. Também conhecido como um movimento que ocorreu na primeira metade do século XX, na Bahia. Foi um fenômeno milenalista, e que completou com o massacre de seus participantes por forças policiais militares de Pernambuco.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-04 11:32:20 UTC</pubDate>
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         <title>Hipertexto 5-</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC3/wish/1789275443</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br>"Servindo como empregada em sua fazenda" ---} Pode-se associar esse trecho com a reforma agrária, uma vez que os grandes latifundiários possuíam muitos&nbsp; funcionários e&nbsp; imensas faixas de terras. Tais pessoas eram sujeitas à más condições de trabalho, desigualdades e vida indigna. Como pode-se inferir, a reforma agrária apenas promoveu concentração fundiária, o qual a terra passou a ser controlada por poucas pessoas, e por consequência, muita gente teve que se submeter à péssimas condições de vida e, principalmente, de trabalho. Isso se faz presente nesse trecho, pois diz que havia uma mulher que servia como empregada para um fazendeiro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-04 11:37:38 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Hipertexto 6-&quot;Ouvia a dona da casa dizer que ela estava com encosto, que não iria durar muito tempo&quot; ---} Partindo pela ideia de que na época em que o romance Torto Arado foi produzido, podemos dizer que se uma pessoa estivesse passando mal, ela estaria sucumbida por uma entidade maligna que causa uma determinada doença, ou seja, se por exemplo alguém estivesse naquele tempo e  lugar passando mal, isso era causado por um espírito malicioso.  A partir disso, vê-se que em certas épocas, crença populares eram vistas como a verdade e eram encaradas de modo preternatural, uma vez que até no texto a família levou a garota que tinha um &quot;encosto&quot; para curandeiros, para ver se a menina melhorava desse mal.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC3/wish/1794144610</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-10-05 18:54:16 UTC</pubDate>
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         <title>Hipertexto 6</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC3/wish/1797668793</link>
         <description><![CDATA[<div>Alto da estiagem&nbsp;<br>Baixo índice de pluviosidade, isso é representado na imagem da poesia de "morte e vida Severina".</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-06 20:00:56 UTC</pubDate>
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         <title>Hipertexto 5</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jchiovetto/tortoarado2MC3/wish/1797779320</link>
         <description><![CDATA[<div>Desde a época do feudalismo, trabalhos análogo escravos em uma relação de dono de terra e camponês são vistas na sociedade. Na época Brasil império, muitos eram enganados, recebiam uma proposta de vida no campo maravilhosa, mas chegando lá, ficavam devendo mais do que recebiam, e trabalhavam de forma desumana. E é justamente essas situação que acontece com o personagem do texto, que trabalha a ponto de seu corpo ficar dolorido. Não só no campo são vistas cenas como essa, a indústria têxtil também tem sua mão de obra análoga escrava. Em 2014, em uma periferia de São Paulo, foram encontrados 37 bolivianos em situações degradantes tal como a do personagem do texto, trabalhando para a Renner. Ainda são necessários muitos passos para que uma igualdade seja conquistada.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-06 21:01:06 UTC</pubDate>
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         <title>Hipertexto 1</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>No encontro entre os Rios Santo Antônio e Utinga, localiza-se uma área denominada de "Fazenda dos Peixoto", na mesma região em que o trecho cita a construção da escola.<br>fonte: <a href="https://www.google.com.br/maps/place/Fazenda+dos+Peixoto+-+Torto+Arado/@-12.5572904,-41.3396198,18z/data=!4m5!3m4!1s0x769ff789c637fad:0x8335645dd6a772f8!8m2!3d-12.5572261!4d-41.3387911!5m1!1e4">Fazenda dos Peixoto - Torto Arado - Google Maps</a><br><br><strong><em>Rio Utinga</em></strong> é um curso de água que banha o estado da Bahia. É um rio muito importante para o abastecimento da população e para a agropecuária desenvolvida nas cidades de Utinga, Wagner, Lajedinho e Andaraí, que são municípios da Chapada Diamantina. Sua <strong><em>Foz </em></strong>deságua no <strong><em>Rio Santo Antônio, </em></strong>um curso de água do estado de Minas Gerais, Região Sudeste do Brasil, pertencente à bacia do rio Doce.<br>fonte: <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Utinga">Rio Utinga – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)</a><br><br><br><br>
</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-07 02:44:24 UTC</pubDate>
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         <title>Hipertexto 3</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-10-07 02:49:12 UTC</pubDate>
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         <title>Hipertexto 4</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>
<strong><em>Rarear</em></strong><br>v.t. e v.i.<br>1. Ficar(-se) raro;<br>2. Ficar(-se) menos condensado; desmoitar-se;<br>3. Ficar(-se) menos constante ou corriqueiro;<br>4. Ação de ficar (ou já se encontrar) em número reduzido;<br><br>v.i.<br>5. Possuir falhas ou vácuos;<br>6. Possuir escassez ou carência.<br>(Etm. raro + ear)<br>fonte:&nbsp;<a href="https://www.lexico.pt/rarear/">Significado de Rarear - O que é, Sinónimos e Conceito no Dicionário (lexico.pt)</a>
</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-07 02:53:44 UTC</pubDate>
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         <title>Hipertexto 5</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-10-07 03:00:40 UTC</pubDate>
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         <title>Hipertexto 6</title>
         <author></author>
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         <pubDate>2021-10-07 03:05:47 UTC</pubDate>
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         <title>Hipertexto 7</title>
         <author></author>
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         <pubDate>2021-10-07 03:11:36 UTC</pubDate>
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         <title>Hipertexto 8</title>
         <author></author>
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