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      <title>Mulheres Negras na Literatura Brasileira - Pesquisa desenvolvida pelas 2º séries A e B (Ensino Médio) do Claretiano Colégio SP by linguaportuguesaeliteraturaclaretiano</title>
      <link>https://padlet.com/linguaportuguesaeliteraturaclaretiano/yreud5h6860te9sr</link>
      <description>&quot;As dores da cor rejeitada espalhadas em sangue no nosso Brasil /
A pele retinta restrita da vida livre que tanto pediu /
Por tantos anos seu nome era escravo, o peito marcado, sem sapato nos pés /
Sem crença, sem nome, sem sonho, sem língua e sem vida mas em prol dos fiéis /
Nas histórias seu fardo é marcado com os papéis que branco nenhum quis /
O ladrão, o preso, o escravo, o pobre coitado, nunca o juiz /
Nas favelas, vielas, nos morros o soco invisível de não se ter voz /
Se já é difícil pros homens, Carolina, Geni, Esmeralda e Ryane, o que será de nós? /
Com força inigualável tomaram como nova língua os papéis /
As grandiosas escritoras pretas formaram na literatura o fim do revés / 
Em rumo ao escapar da senzala, da margem periférica, do quarto de empregada /
Apreciem suas vozes, suas vistas, a vivência sofrida, uma conquista suada /
Maria Firmina é número um, Cidinha da Silva ilumina com sua inteligência / 
Lélia Gonzalez é histórica, Conceição Evaristo criou a escrevivência / 
São tantas tão fortes mulheres, o peito se enche em citar sua luta /
Em busca do protagonismo, do criar lírico das próprias histórias.&quot; Vitória David Reich (2º EMB)</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-03-14 02:31:30 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Firmina dos Reis</title>
         <author>linguaportuguesaeliteraturaclaretiano</author>
         <link>https://padlet.com/linguaportuguesaeliteraturaclaretiano/yreud5h6860te9sr/wish/2092951140</link>
         <description><![CDATA[<div>Nascimento: 11 de março de 1822, São Luís, Maranhão</div><div>Falecimento: 11 de novembro de 1917, Guimarães, Maranhão</div><div><br></div><div>Formou-se professora e exerceu, por muitos anos, o magistério, chegando a receber o título de "Mestra Régia". Em 1847, com vinte e cinco anos, <strong>Reis</strong> vence concurso público para a Cadeira de Instrução Primária na cidade de Guimarães-MA, conforme registra seu biógrafo Nascimento Morais Filho (1975).<br><br>Fonte: http://www.letras.ufmg.br/literafro/autoras/322-maria-firmina-dos-reis<br><br>Grupo: Davi Guimarães, Gabriel Alves, Gabriel Almeida, Pedro Gaspar, Washington Luís</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-14 02:36:24 UTC</pubDate>
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         <title>Carolina Maria de Jesus</title>
         <author>linguaportuguesaeliteraturaclaretiano</author>
         <link>https://padlet.com/linguaportuguesaeliteraturaclaretiano/yreud5h6860te9sr/wish/2092951417</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Nome da autora: Carolina Maria de Jesus</li><li>Trajetória: A autora nasceu em 14 de março de 1914, na cidade de Sacramento, Minas Gerais, numa comunidade rural. Era negra, filha de pais analfabetos, neta de escravos, e cresceu com mais de sete irmãos.</li></ul><div>Aos sete anos, começou a frequentar o Colégio Alan Kardec, onde permaneceu por pouco tempo, conseguindo concluir apenas até a segunda série do ensino fundamental. Foi nesse curto período que Carolina desenvolveu gosto pela leitura e pela escrita.</div><div>Em 1924, em busca de oportunidades, sua família mudou-se para Lajeado, onde trabalhavam como lavradores em uma fazenda. Em 1927, retornaram para Sacramento.</div><div>Em 1937, com apenas 23 anos, sua mãe faleceu e ela começa a trabalhar na Santa Casa de Franca como faxineira, e depois como empregada doméstica.</div><div>Em 1948, com 33 anos, desempregada e grávida, mudou-se para a favela do Canindé, onde trabalhava como catadora de papel e, em seu tempo livre, registrava seu cotidiano em cadernos que encontrava no material que recolhia.</div><div>A escritora teve três filhos, de relacionamentos diferentes, e nunca desejou casar-se.</div><div>Em 1941, vai até a redação do jornal Folha da Manhã com um poema que escreveu em louvor a Getúlio Vargas. No dia 24 de fevereiro, o seu poema e a sua foto são publicados no jornal. Carolina continuou levando regularmente os seus poemas para a redação do jornal, e era cada vez mais admirada pelos leitores.</div><div>Em 1958, o repórter do jornal Folha da Noite, Audálio Dantas, foi designado para fazer uma reportagem sobre a favela do Canindé e uma das casas visitadas foi a de Carolina Maria de Jesus, que lhe mostrou seu diário, surpreendendo o repórter. Audálio ficou maravilhado com a história daquela mulher.</div><div>No dia 19 de maio de 1958, Audálio publicou parte do texto, que recebeu vários elogios. Em 1959, a revista “O Cruzeiro” também publicou alguns trechos do diário.</div><div>Em 1960 foi finalmente publicado o livro autobiográfico “Quarto de Despejo: Diário de uma Favelada”, com edição de Audálio Dantas. A obra virou <em>best-seller</em>, foi vendida em 40 países e traduzida para 16 idiomas. Carolina recebeu homenagem da Academia Paulista de Letras e da Academia de Letras da Faculdade de Direito de São Paulo.</div><div><br>Com o sucesso da obra, a autora mudou-se para Santana, bairro de classe média de São Paulo, porém, em 1969, mudou-se para Parelheiros, onde viveu o fim da vida, pois a autora não conseguiu beneficiar-se de seu sucesso, e voltou à condição de catadora.&nbsp;</div><div>Morreu em 13 de fevereiro de 1977, aos 62 anos, de insuficiência respiratória.<br><br></div><ul><li>Principais obras:&nbsp;</li><li>“Quarto de despejo: Diário de uma favelada” - 1960</li><li>“Casa de Alvenaria: Diário de uma Ex-favelada”&nbsp; - 1961&nbsp;</li><li>“Pedaços da Fome” - 1963</li><li>“Provérbios” - 1965</li></ul><div><br></div><ul><li>Fonte:</li><li>https://revistagalileu.globo.com/Cultura/noticia/2019/03/quem-foi-carolina-maria-de-jesus-que-completaria-105-anos-em-marco.html</li><li>https://www.ebiografia.com/carolina_maria_de_jesus/</li><li>https://brasilescola.uol.com.br/literatura/carolina-maria-jesus.htm</li></ul><div><br><strong>Nomes: Vitória Caroline, Laura Júlia, Giovanna Eiko, Carolina Souri e Vitória Reich&nbsp;</strong></div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-14 02:36:37 UTC</pubDate>
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         <title>Conceição Evaristo</title>
         <author>linguaportuguesaeliteraturaclaretiano</author>
         <link>https://padlet.com/linguaportuguesaeliteraturaclaretiano/yreud5h6860te9sr/wish/2092951602</link>
         <description><![CDATA[<div>Maria da Conceição Evaristo de Brito nasceu em uma família humilde, em 29 de novembro de 1946, Belo Horizonte, Minas Gerais, e se mudou para o Rio de Janeiro na década de 1970. É graduada em Letras pela UFRJ e atua como professora na rede pública de ensino da capital paulista. Possui mestrado em Literatura Brasileira pela PUC (RJ) e Doutorado em Literatura Comparada pela Universidade Federal Fluminense.</div><div>Suas obras retratam as experiências de mulheres negras - suas principais protagonistas - e é repleta de profundas reflexões sobre a desigualdade racial no Brasil. Misturando realidade e ficção, seus textos são retratos inestimáveis ​​da vida cotidiana e ferramentas para condenar a opressão racial e de gênero, mas também focam na restauração do sangue negro brasileiro, deliberadamente apagado pelos portugueses durante os séculos de tráfico de escravos.<br><em><br>FONTES:<br></em><a href="http://www.letras.ufmg.br/literafro/autoras/188-conceicao-evaristo">http://www.letras.ufmg.br/literafro/autoras/188-conceicao-evaristo</a></div><div><a href="https://brasilescola.uol.com.br/literatura/conceicao-evaristo.htm">https://brasilescola.uol.com.br/literatura/conceicao-evaristo.htm</a></div><div><a href="https://beduka.com/blog/materias/literatura/resumo-de-poncia-vicencio/#:~:text=Ponci%C3%A1%20Vic%C3%AAncio%20%C3%A9%20uma%20mulher,da%20literatura%20afro%2Dbrasileira%20contempor%C3%A2nea">https://beduka.com/blog/materias/literatura/resumo-de-poncia-vicencio/#:~:text=Ponci%C3%A1%20Vic%C3%AAncio%20%C3%A9%20uma%20mulher,da%20literatura%20afro%2Dbrasileira%20contempor%C3%A2nea</a>.</div><div><a href="https://cenasprevestibular.com.br/olhos-dagua-conceicao-evaristo/#:~:text=Em%20%E2%80%9COlhos%20D'%C3%A1gua%E2%80%9D,viol%C3%AAncia%20e%20deprecia%C3%A7%C3%A3o%20na%20sociedade">https://cenasprevestibular.com.br/olhos-dagua-conceicao-evaristo/#:~:text=Em%20%E2%80%9COlhos%20D'%C3%A1gua%E2%80%9D,viol%C3%AAncia%20e%20deprecia%C3%A7%C3%A3o%20na%20sociedade</a>&nbsp;</div><div><br><em>NOMES: </em>Anna Luiza, Clara, Isabelli, Lara, Rafaela.<br><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-14 02:36:46 UTC</pubDate>
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         <title>Geni Guimarães</title>
         <author>linguaportuguesaeliteraturaclaretiano</author>
         <link>https://padlet.com/linguaportuguesaeliteraturaclaretiano/yreud5h6860te9sr/wish/2092951898</link>
         <description><![CDATA[<div>Professora, poeta e ficcionista, Geni Mariano Guimarães nasceu na área rural do município de São Manoel-SP, em 8 de setembro de 1947. Aos cinco anos, mudou-se com seus pais para outra fazenda situada em Barra Bonita no estado de São Paulo.&nbsp;</div><div>Teve seu início de carreira como escritora publicando seus primeiros trabalhos no periódico Debate Regional e no Jornal da Barra. Em 1979, lançou seu primeiro livro de poemas, Terceiro Filho.&nbsp;</div><div>No início dos anos 80, aproximou-se do grupo Quilombhoje (coletivo cultural e editora de São Paulo, responsável pela publicação da série Cadernos Negros) e do debate em torno da literatura negra dedicando-se às questões sociais, principalmente no que se refere à afirmação da afrodescendência, chegando a se candidatar para o cargo de vereadora de sua cidade em 2000, não conseguindo ser eleita.</div><div>Em 1981, publicou dois contos no número 4 de Cadernos Negros, assim como seu segundo livro de poesia, fortemente marcado pelos tons de protesto e de afirmação identitária. Em 1988, participou da IV Bienal Nestlé de Literatura, dedicada ao centenário da Abolição.<br><br></div><div>Fonte:<br>http://www.letras.ufmg.br/literafro/autoras/267-geni-guimaraes<br>https://www.literalmenteuai.com.br/resenha-a-cor-da-ternura-geni-guimaraes/<br>https://www.cenpec.org.br/tag/geni-guimaraes<br>https://mazzaedicoes.com.br/project/aquilo-que-a-mae-nao-quer/<br>https://www.martinsfontespaulista.com.br/poemas-do-regresso-929482/p<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-14 02:37:00 UTC</pubDate>
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         <title>Miriam Alves</title>
         <author>linguaportuguesaeliteraturaclaretiano</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Nome Completo:</strong> Miriam Aparecida Alves</div><div><br></div><div><strong>Trajetória:</strong> Professora, Escritora e Assistente Social. Nascida em São Paulo, em 1952, Miriam Alves começou a escrever aos 11 anos e ganhou sua primeira máquina de escrever aos 18 anos. Entre os anos 1980 a 1989, integrou o movimento Quilombhoje Literatura, um coletivo cultural responsável pela publicação da série Cadernos Negros.</div><div><br>Nomes: Enzo Bruno, Maria Fernanda, Raquel Nunes, Luiz Felipe, Mariana Amorim<br><br></div><div><strong>Fontes:</strong></div><div><a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Miriam_Alves">https://en.wikipedia.org/wiki/Miriam_Alves</a> (traduzido pro portugues)</div><div><br></div><div><a href="https://www.escavador.com/sobre/2495405/miriam-aparecida-alves">https://www.escavador.com/sobre/2495405/miriam-aparecida-alves</a></div><div><br></div><div><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Quilombhoje">https://pt.wikipedia.org/wiki/Quilombhoje</a></div><div><br></div><div><a href="http://www.elfikurten.com.br/2016/06/miriam-alves.html">http://www.elfikurten.com.br/2016/06/miriam-alves.html</a></div><div><br></div><div><a href="https://editoraogums.com/product/bara-na-trilha-do-vento/">https://editoraogums.com/product/bara-na-trilha-do-vento/</a></div><div><br></div><div><a href="https://www.amazon.com.br/Mar%C3%A9ia-Miriam-Alves/dp/8592736498/ref=asc_df_8592736498/?tag=googleshopp00-20&amp;linkCode=df0&amp;hvadid=379787583770&amp;hvpos=&amp;hvnetw=g&amp;hvrand=7788544936863332323&amp;hvpone=&amp;hvptwo=&amp;hvqmt=&amp;hvdev=c&amp;hvdvcmdl=&amp;hvlocint=&amp;hvlocphy=1001773&amp;hvtargid=pla-811344606904&amp;psc=1">https://www.amazon.com.br/Mar%C3%A9ia-Miriam-Alves/dp/8592736498/ref=asc_df_8592736498/?tag=googleshopp00-20&amp;linkCode=df0&amp;hvadid=379787583770&amp;hvpos=&amp;hvnetw=g&amp;hvrand=7788544936863332323&amp;hvpone=&amp;hvptwo=&amp;hvqmt=&amp;hvdev=c&amp;hvdvcmdl=&amp;hvlocint=&amp;hvlocphy=1001773&amp;hvtargid=pla-811344606904&amp;psc=1</a></div><div><br></div><div><a href="https://www.amazon.com.br/Juntar-peda%C3%A7os-Miriam-Alves/dp/6587746225/ref=asc_df_6587746225/?tag=googleshopp00-20&amp;linkCode=df0&amp;hvadid=379795242161&amp;hvpos=&amp;hvnetw=g&amp;hvrand=7788544936863332323&amp;hvpone=&amp;hvptwo=&amp;hvqmt=&amp;hvdev=c&amp;hvdvcmdl=&amp;hvlocint=&amp;hvlocphy=1001773&amp;hvtargid=pla-1472632603140&amp;psc=1">https://www.amazon.com.br/Juntar-peda%C3%A7os-Miriam-Alves/dp/6587746225/ref=asc_df_6587746225/?tag=googleshopp00-20&amp;linkCode=df0&amp;hvadid=379795242161&amp;hvpos=&amp;hvnetw=g&amp;hvrand=7788544936863332323&amp;hvpone=&amp;hvptwo=&amp;hvqmt=&amp;hvdev=c&amp;hvdvcmdl=&amp;hvlocint=&amp;hvlocphy=1001773&amp;hvtargid=pla-1472632603140&amp;psc=1</a></div><div><br></div><div><a href="https://www.livrarialdm.com.br/-literatura/mulher-matriz--prosas-de-miriam-alves-18305/p">https://www.livrarialdm.com.br/-literatura/mulher-matriz--prosas-de-miriam-alves-18305/p</a></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-14 02:37:09 UTC</pubDate>
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         <title>Esmeralda Ribeiro</title>
         <author>linguaportuguesaeliteraturaclaretiano</author>
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         <description><![CDATA[<div>A jornalista <strong>Esmeralda Ribeiro </strong>nasceu em outubro de <strong>1958</strong>, em <strong>São Paulo</strong>. Estudou jornalismo na Universidade de São Paulo (USP) e, em 1982, começou a fazer parte da Geração Quilombhoje, grupo que atua nos movimentos de combate ao racismo e na construção de uma "Literatura Negra". Seus primeiros poemas apareceram na antologia "Cadernos negros", de 1982. Seu primeiro conto "Ogun" apareceu na antologia de 1985.&nbsp;<br><br><br></div><div>Nos anos 80, foi uma das mulheres que participaram das discussões do I e do II Encontros de Poetas e Ficcionistas Negros Brasileiros: “<em>quero falar de ‘nós’ porque o tempo sempre nos deixou atrás das cortinas, camuflando-nos geralmente em serviços domésticos. Agora, o tempo é outro. É desse tempo que vou falar.” </em>(<em>Criação crioula</em>, nu elefante branco, p. 59). No centenário da Abolição, em 1981, publicou o volume de contos "Malungos<em> e Milongas".</em></div><div>Atualmente, trabalha na direção do grupo Quilombola e na coordenação editorial da série Cadernos negros.</div><div><strong><br>Fonte:<br></strong>fonte: <a href="http://www.letras.ufmg.br/literafro/autoras/244-esmeralda-ribeiro">http://www.letras.ufmg.br/literafro/autoras/244-esmeralda-ribeiro</a></div><div><a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Esmeralda_Ribeiro">https://en.wikipedia.org/wiki/Esmeralda_Ribeiro</a><br><a href="https://www.quilombhoje.com.br/site/cadernos-negros/">https://www.quilombhoje.com.br/site/cadernos-negros/</a><br><a href="http://www.letras.ufmg.br/literafro/autoras/29-critica-de-autores-feminios/246-o-politico-e-o-literario-na-escrita-de-esmeralda-ribeiro-critica">http://www.letras.ufmg.br/literafro/autoras/29-critica-de-autores-feminios/246-o-politico-e-o-literario-na-escrita-de-esmeralda-ribeiro-critica</a></div><div><a href="https://www.quilombhoje.com.br/livraria/index.php/produto/orukomi-meu-nome">https://www.quilombhoje.com.br/livraria/index.php/produto/orukomi-meu-nome</a>/</div><div><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-14 02:37:19 UTC</pubDate>
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         <title>Sueli Carneiro</title>
         <author>linguaportuguesaeliteraturaclaretiano</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Data de nascimento/ morte: </strong>24/06/1950 / —</div><div><br></div><div><strong>Trajetória acadêmica/ pessoal: </strong>Sueli Carneiro, nascida na cidade de São Paulo, nos anos 50, era uma de 3 filhas de um casal negro. Em 1971, ela&nbsp; ingressa na Universidade de São Paulo (USP) cursando Filosofia. Durante o período da ditadura e de seus estudos na USP, Sueli se interessou pelos movimentos negros e feministas.</div><div>Sueli já foi uma das líderes do movimento de mulheres negras no ano de 1983, e se engajou na campanha de uma radialista chamada Marta Arruda para conseguir uma abertura de vaga no conselho para uma mulher negra, o que não ocorreu de forma correta.</div><div>Em 1988, fundou o Geledés (Instituto da Mulher Negra), a primeira organização negra e feminista independente de São Paulo. Alguns meses após, foi convidada a participar do Conselho Nacional da Condição Feminina, em Brasília.</div><div>Também criou o SOS Racismo de Geledés, redimensionando o racismo como uma violação dos direitos humanos.</div><div>Em 92, rappers foram a sua procura em busca de proteção contra agressões policiais. Como solução, Sueli criou o Projeto Rappers onde os jovens reportam as denúncias e conscientizam a cidadania dos demais.</div><div>No campo dos estudos de gênero, suas obras se ligavam com intelectuais e feministas negra, exemplo da Beatriz Nascimento, Luiza Bairros e Lélia Gonzalez.</div><div><br></div><div><strong>Principais obras:</strong></div><div>Eu sou atlântica: "Este livro sobre a ativista e intelectual Beatriz Nascimento traz à superfície aquilo que estava soterrado sob camadas de uma história que aceita/recusa as narrativas que lhe convém. Eu sou Atlântica, reveste-se, assim, de um duplo papel. Um é simbólico, porque evoca o reconhecimento, propõe-se a colocar nos autos, como dizem os juristas, a trajetória de uma mulher negra que contribuiu significativamente para a luta antirracista no Brasil.</div><div>O outro é prático, posto que oferece um conjunto de textos sobre racismo, sexismo, quilombos, dominação e identidade, que serve de orientação teórico-prática e metodológica para organizações sociais envolvidas com relações raciais e de gênero no Brasil. Nesta publicação, a história se refaz e nos permite renovar a nossa ação política."<br><br></div><div>Racismo, sexismo e desigualdade no Brasil: "A autora traz a maturação do pensamento político que se difunde a partir do meio negro, abrindo caminho para a reflexão sobre os limites da nossa “democracia”, visto que a população negra, que constitui a maioria da população brasileira, continua lutando por acesso a recursos públicos que podem sustentar políticas de combate ao racismo, à discriminação e de superação das desigualdades raciais."<br>&nbsp;</div><div>Interseccionalidades: pioneiras do feminismo negro brasileiro (Compilação de textos organizada por Heloisa Buarque de Hollanda e dedicada às pioneiras dos debates sobre a especificidade das relações entre gênero e raça: Lélia Gonzalez, Beatriz Nascimento e Sueli Carneiro, até hoje grandes referências desses estudos entre nós.)</div><div><br>Escritos de uma vida: "A mulher negra é a síntese de duas opressões, de duas contradições essenciais a opressão de gênero e a da raça. Isso resulta no tipo mais perverso de confinamento. Se a questão da mulher avança, o racismo vem e barra as negras."<br><br><strong>Grupo: Leonardo, Gabriel, João Victor de Melo, Vitor e Lucas.</strong></div><div><br><br></div><div><strong>Fontes: </strong><a href="https://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa641373/sueli-carneiro#:~:text=Aparecida%20Sueli%20Carneiro%20Jacoel%20">https://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa641373/sueli-carneiro#:~:text=Aparecida%20Sueli%20Carneiro%20Jacoel%20</a>(S%C3%A3o,%2C%20escritora%2C%20ativista%20feminista%20antirracista.&nbsp;</div><div><a href="https://www.expressaopopular.com.br/loja/produto/escritos-de-uma-vida/#:~:text=A%20mulher%20negra%20%C3%A9%20a,vem%20e%20barra%20as%20negras">https://www.expressaopopular.com.br/loja/produto/escritos-de-uma-vida/#:~:text=A%20mulher%20negra%20%C3%A9%20a,vem%20e%20barra%20as%20negras</a>.</div><div><a href="https://painel.livros.leiamais.uol.com.br/uol-livros/interseccionalidades-pioneiras-do-feminismo-negro-brasileiro_47836#:~:text=SINOPSE,refer%C3%AAncias%20desses%20estudos%20entre%20n%C3%B3s">https://painel.livros.leiamais.uol.com.br/uol-livros/interseccionalidades-pioneiras-do-feminismo-negro-brasileiro_47836#:~:text=SINOPSE,refer%C3%AAncias%20desses%20estudos%20entre%20n%C3%B3s</a>.</div><div><a href="https://revistascientificas.ifrj.edu.br/revista/index.php/reci/article/view/908#:~:text=A%20autora%20traz%20a%20matura%C3%A7%C3%A3o,que%20podem%20sustentar%20pol%C3%ADticas%20de">https://revistascientificas.ifrj.edu.br/revista/index.php/reci/article/view/908#:~:text=A%20autora%20traz%20a%20matura%C3%A7%C3%A3o,que%20podem%20sustentar%20pol%C3%ADticas%20de</a></div><div><a href="http://ea.fflch.usp.br/autor/sueli-carneiro">https://www.google.com/url?sa=t&amp;source=web&amp;rct=j&amp;url=http://ea.fflch.usp.br/autor/sueli-carneiro&amp;ved=2ahUKEwjeu-WunMP2AhWlF7kGHWCeAcwQFnoECBsQAQ&amp;usg=AOvVaw2Yw4-M1KZPNGrBlvUC_guN</a></div><div><a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Sueli_Carneiro">https://www.google.com/url?sa=t&amp;source=web&amp;rct=j&amp;url=https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Sueli_Carneiro&amp;ved=2ahUKEwiflOWDmsP2AhXVqJUCHX4FBAUQFnoECHAQAQ&amp;usg=AOvVaw1bA9CntRhhiwkLO45o8LjG</a></div><div><a href="https://www.geledes.org.br/eu-sou-atlantica-sobre-a-trajetoria-de-vida-de-beatriz-nascimento/">https://www.geledes.org.br/eu-sou-atlantica-sobre-a-trajetoria-de-vida-de-beatriz-nascimento/</a><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-14 02:41:40 UTC</pubDate>
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         <title>Lélia Gonzalez</title>
         <author>linguaportuguesaeliteraturaclaretiano</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Lélia de Almeida Gonzalez (1935-1994)</strong><br><br></div><div><strong>Nascida na capital de Minas Gerais,&nbsp; Belo Horizonte</strong>, Lélia de Almeida, assim batizada, pertencia a uma família&nbsp; de&nbsp; dezoito filhos, sendo ela a décima sétima. Sua mãe, <strong>Orcinda Serafim d’ Almeida</strong>, era quem assegurava a criação e a educação dos filhos, e ainda trabalhava como empregada doméstica e ama de leite para famílias mineiras. Já seu pai, <strong>Accacio Serafim&nbsp; d’ Almeida</strong>, exercia&nbsp; a&nbsp; função&nbsp; de&nbsp; ferroviário no lar operário no qual Lélia foi criada.<br><br>Ela, com um rumo similar ao de seus irmãos mais velhos, <strong>precisou&nbsp; trabalhar&nbsp; desde&nbsp; cedo</strong>, e seu primeiro emprego foi de babá.&nbsp; Algumas&nbsp; das&nbsp; coisas&nbsp; que proporcionaram sua carreira&nbsp; foram as <strong>oportunidades educacionais que dispunha, de&nbsp; modo que prosseguiu seus estudos em escolas públicas</strong>, o&nbsp; que&nbsp; não&nbsp; aconteceu &nbsp; com&nbsp; o&nbsp; restante&nbsp; da família. &nbsp; Outro recurso&nbsp; fundamental&nbsp; para&nbsp; sua&nbsp; trajetória&nbsp; profissional foi ter efetuado&nbsp; os&nbsp; estudos&nbsp; secundários&nbsp; no&nbsp; conceituado&nbsp; <strong>Colégio Pedro&nbsp; II </strong>que, até então, era uma instituição&nbsp;exclusiva para classes médias, pequena&nbsp; burguesia&nbsp;e&nbsp; famílias de elite. A partir daí, Lélia se dirigiu à universidade onde adquiriu os títulos de <strong>bacharel em&nbsp; História&nbsp; e&nbsp; Geografia</strong>.&nbsp; Tornou-se&nbsp; <strong>bacharel&nbsp; em&nbsp; Filosofia pela&nbsp; Universidade&nbsp; Estadual&nbsp; &nbsp;da&nbsp; Guanabara,&nbsp; em&nbsp; 1962, atualmente &nbsp; nomeada &nbsp; como &nbsp; UERJ.</strong> Com &nbsp; seus&nbsp; diplomas, trabalhou &nbsp; como&nbsp; &nbsp;<strong>professora &nbsp; em&nbsp; locais de&nbsp; ensino superior cariocas, públicos e privados, como exemplo a PUC, por exemplo.</strong><br><br>&nbsp; Nesse &nbsp; âmbito &nbsp; universitário,&nbsp; Lélia &nbsp; conheceu&nbsp; &nbsp;<strong>Luiz &nbsp; Carlos Gonzalez</strong>, &nbsp; homem &nbsp; com o qual <strong>casou-se e de quem recebeu o sobrenome,&nbsp; que, &nbsp; por &nbsp; sua &nbsp; escolha, &nbsp; carregaria&nbsp; por toda a vida.</strong> <strong>Um &nbsp; relacionamento &nbsp; manifestado&nbsp; de&nbsp; amor recíproco, reflexão &nbsp; racial, &nbsp; matrimônio &nbsp; e&nbsp; &nbsp; &nbsp;cumplicidade.</strong> Porém, houve situações &nbsp; traumáticas &nbsp; para &nbsp; Lélia,&nbsp; pelo fato da família &nbsp; europeia &nbsp; de&nbsp; seu marido não apoiar o laço marital, o que &nbsp; motivou Lélia a fazer&nbsp; uma análise daquele processo de rejeição &nbsp; submetido &nbsp; a ela. <strong>A partir daí, situações similares de racismo &nbsp; sofridas &nbsp; por &nbsp; ela &nbsp; geraram influência &nbsp; nas &nbsp; suas escolhas políticas e intelectuais nas próximas décadas.<br></strong><br>&nbsp; <strong>Lélia &nbsp; fundou &nbsp; o&nbsp; &nbsp;Movimento &nbsp; Negro &nbsp; Unificado</strong>, sendo uma <strong>intelectual &nbsp; e&nbsp; &nbsp;ativista</strong>, &nbsp; participou &nbsp; de &nbsp; diversas formas de <strong>resistência política ao Regime Militar</strong>, em consequência disso, foi <strong>vigiada pelo Departamento de Ordem Política e Social (DOPS)</strong>. Também esteve <strong>presente na formação do Partido dos Trabalhadores (PT)</strong>, sendo muito ativa nas eleições dos anos de <strong>1982 e 1986</strong>. Atuou nas mobilizações civis brasileiras <strong>contra o Apartheid na África do Sul</strong>, <strong>fundou a organização Nzinga – Coletivo de Mulheres Negras, em 1983</strong>, e participou de inúmeros encontros feministas e de mulheres negras no Brasil e em outras partes do mundo. Sua trajetória dispôs de muitas experiências e colaborações com grupos sócio-culturais, artísticos e racionais.<br><br>&nbsp; <strong>Fonte base: </strong>https://www.blogs.unicamp.br/mulheresnafilosofia/lelia-gonzalez/</div><div><br></div><div>&nbsp; <strong>Grupo: </strong>Nicole, Alessandro, Fernando e Jonathas</div><div><br></div><div>&nbsp;<strong>&nbsp;Membro destaque: <br>&nbsp; ✧*:.｡. </strong><strong><em>Nicole .｡.:*✧</em></strong></div><div><br>&nbsp; <strong>Coadjuvantes:</strong> Alessandro, Fernando e Jonathas</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-14 02:42:07 UTC</pubDate>
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         <title>Ryane Leão</title>
         <author>linguaportuguesaeliteraturaclaretiano</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Nome completo-</strong><br>Ryane Leão<br><strong>data de nascimento -</strong><br>12 de julho de 1989 <br><strong>Resumo da trajetória acadêmica-</strong><br>estudou Inglês e Literatura na Universidade Federal de São Paulo<br><strong>Principais obras-</strong><br>Tudo Nela Brilha e Queima (2017) e Jamais peço desculpas por me derramar (2019)<br><br><br>Feito por: Maria Luiza Laurelli, Eduardo Biella, Enzo Eccheli e Lana Piotto.</div><div><br>Fonte:<br><br></div><div>https://allfamous.org/pt/people/ryane-leao-19890712.html<br>https://pt.wikipedia.org/wiki/Ryane_Le%C3%A3o#:~:text=Ryane%20Le%C3%A3o%20(Cuiab%C3%A1%2C%201989),participar%20de%20saraus%20e%20slams.<br><br>instagram:<br>@ondejazzmeucoraÃ§Ã£o<br><br>youtube:<br><br>-SLAM DAS MINAS RJ #2 - 2019 - Ryane LeÃ£o<br>&nbsp;<br>&nbsp;-Ryane Leão fala sobre Onde Jazz Meu Coração - SuperPoderosas - 22/08/2018<br>&nbsp;<br>&nbsp;-Resenha Tudo Nela Brilha e Queima, da Ryane Leão<br>&nbsp;<br>&nbsp;</div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-14 02:42:16 UTC</pubDate>
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         <title>Nilma Lino Gomes</title>
         <author>linguaportuguesaeliteraturaclaretiano</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nascida em 13 de março de 1961, em Belo Horizonte, Minas Gerais, filha de bordadeira e de ferroviário, <strong>Nilma Lino Gomes</strong>, é a filha mais nova entre os três irmãos.<br><br>Fonte: </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-14 02:42:26 UTC</pubDate>
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         <title>Livro de Esmeralda Ribeiro - Cadernos Negros (1978) </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; A série <strong>"Cadernos Negros"</strong> conta com uma mesa de diversos autores no decorrer de seus diversos volumes. No ano de <strong>1978, </strong>foi lançado seu primeiro livro, que simboliza o principal meio de divulgação das experiências pretas no Brasil, tornando-se uma obra de fundamental importância na visibilidade de autores pretos brasileiros.&nbsp;<br>&nbsp; Além disso, “também vem se tornando um instrumento para o exercício da lei 10639/11645, pois se constitui numa fonte extremamente rica para veiculação da cultura, do pensamento e do modo de vida dos afro-brasileiros.”</div><div>A cada ano um Caderno é lançado com poemas e contos novos de escritores afro-brasileiros e periféricos.</div><div><br>Fonte:</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-14 11:48:14 UTC</pubDate>
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         <title>Livros de Miriam Alves - Maréia (2019) </title>
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         <description><![CDATA[<div>"Maréia, oferece ao leitor histórias aparentemente independentes que se cruzam na brutalidade da experiência colonial forjada na mentira, no logro e no ganho financeiro e social de um grupo de personagens; mas também na luta, resistência e crença na força e vitória da cultura por parte de outro grupo. Assim, o romance pode nos levar à história dos Menezes de Albuquerque, mas principalmente da família de Maréia, personagem que dá título ao romance. Pode nos levar à história do processo de enriquecimento de famílias brancas que com violência e brutalidade ascenderam e conquistaram prestígio na sociedade brasileira – uma metonímia para o processo de escravização impetrado em todos países da afro-diáspora. Porém, enfaticamente, nos leva a conhecer a tradição de um grupo de afrodescendentes que foi zelosamente compartilhado para não ser esquecido."&nbsp;</div><div><br>Fonte:&nbsp;<br>https://livrariataverna.com.br/autoria-negra/3198-mareia-miriam-alves.html</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-14 11:50:13 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Firmina dos Reis - Úrsula</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>"O romance trata de uma trágica história de amor entre dois jovens: a pura e simples <strong>Úrsula</strong> e o nobre bacharel Tancredo, e, aparentemente, é uma clássica história de amor impossível, como muitas de seu tempo."<br><br>Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%9Arsula_(romance)</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-14 11:52:42 UTC</pubDate>
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         <title>Livros de Miriam Alves - Bará: na trilha do vento (2015) (Romance)</title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-03-14 11:53:37 UTC</pubDate>
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         <title>Obras de Geni Guimarães </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>A cor da ternura</strong> - Publicada em 1990, o livro fala da vida sofrida da autora e mostra como viver com ternura em um país racista, sem dúvidas não podemos esquecer dessa obra podendo ser classificada como a mais importante de sua carreira, por conta de ter recebido o prêmio Adolfo Aizen, o Jabuti que é a maior premiação literária brasileira.<br><br><strong>Poemas do regresso</strong> - uma coletânea publicada em 2020 que possui sessenta e dois poemas em sua composição, marca o reencontro de Geni com a poesia. Na leitura podemos encontrar vivências emocionais e visões de mundo da autora.<br><br><strong>Aquilo que a Mãe Não Quer</strong> -&nbsp; Publicado em 2021 um livro bem recente que trabalha a questão da tolerância e criatividade por meio da reciclagem, sendo protagonizado por dois meninos, um negro e um branco.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-14 11:54:40 UTC</pubDate>
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         <title>Carolina Maria de Jesus - Quarto de despejo: Diário de uma favelada</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Quarto_de_Despejo#cite_note-Kardec-3"><sup><br></sup></a><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-14 11:54:58 UTC</pubDate>
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         <title>Livros de Miriam Alves - Juntar Pedaços (Conto) </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-03-14 11:55:21 UTC</pubDate>
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         <title>Livro de Esmeralda Ribeiro - Malungos e Milongas (1988) </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Malungos e Milongas</strong> é um conto lançado em <strong>1988</strong> que possui como narrativa uma família negra constituída de quatro irmãos "muito ligados como se fossem filhos de um mesmo orixá" (RIBEIRO: 1988, 4). A ideia da união dos irmãos de cor é reforçada pela palavra malungos que, segundo o <em>Dicionário Aurélio</em> é o título que os escravos africanos davam àqueles que tinham vindo da África no mesmo navio. Porém, esta forte ligação será abalada pelas milongas: mexericos, intrigas. Carlos, Marta, Mauro e Ruth trabalhavam em uma mesma empresa. O "boato" que corria pelos corredores do departamento de que apenas um dos negros seria promovido ao cargo de gerente-executivo instaura a discórdia entre eles. A competição é acirrada pelos mexericos do chefe imediato - Sr. Eduardo - que havia sido preterido por Ruth. Em reflexão sobre os fatos que causaram a separação dos irmãos, a personagem conclui que "o esfacelamento que sempre acompanhou a nossa raça" agora estava se abatendo sobre sua família. (RIBEIRO: 1988, 4). "A desestruturação familiar torna-se inevitável e, como representantes da imensa diáspora negra espalhada pelo mundo, cada um dos irmãos segue o seu caminho.”</div><div><br>Fonte: </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-14 11:55:31 UTC</pubDate>
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         <title>Livros de Miriam Alves - Mulher Mat(r)iz (Conto)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-03-14 11:56:42 UTC</pubDate>
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         <title>Carolina Maria de Jesus - Casa de Alvenaria: Diário de uma Ex-favelada</title>
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         <pubDate>2022-03-14 11:57:39 UTC</pubDate>
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         <title>Livro de Esmeralda Ribeiro - Orukomi (2007)</title>
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         <description><![CDATA[<div>Em <strong>Orukomi</strong>, um menino com nome afro recebe de um contador de histórias informações sobre um país no continente africano. Esse mesmo fio mágico de contar histórias o convida a conhecer a história de seus antepassados e, sobretudo, a conhecer sobre a riqueza cultural africana.</div><div>Este livro abre a porta do conhecimento, por meio de curiosidades e 🤬 que aguçam ainda mais a vontade de aprender sobre a influência africana na cultura brasileira. Além de entreter e divertir, traz informações que deverão beneficiar estudantes e professores em cumprimento à lei 10.639/03.<br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-14 11:59:38 UTC</pubDate>
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         <title>Livro de Conceição Evaristo - Olhos D&#39;água</title>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-14 11:59:51 UTC</pubDate>
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         <title>Carolina Maria de Jesus - Pedaços da Fome</title>
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         <pubDate>2022-03-14 11:59:58 UTC</pubDate>
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         <title>Livro de Conceição Evaristo - Ponciá Vicêncio</title>
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         <pubDate>2022-03-14 12:04:00 UTC</pubDate>
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         <title>Livro de Conceição Evaristo - Becos da Memória</title>
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         <pubDate>2022-03-14 12:06:19 UTC</pubDate>
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         <title>Instagram: @ondejazzmeucoração (Ryane Leão)</title>
         <author>linguaportuguesaeliteraturaclaretiano</author>
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         <description><![CDATA[<div>Boa parte de seus poemas são conhecidos também por terem sido postados em seu instagram (@ondejazzmeucoração), para mais de 631 mil seguidores que a poeta possui em sua rede social.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-14 14:27:17 UTC</pubDate>
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         <title>Ryane Leão - Tudo Nela Brilha e Queima (2017)</title>
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         <description><![CDATA[<div>Em uma entrevista Ryane, diz que não se sentia representada nos livros em que lia, e por isso acabou&nbsp; começando a escrever sobre suas experiências e sentimentos.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-14 14:35:27 UTC</pubDate>
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         <title>Alzira Rufino</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>&nbsp;Nome completo da autora: </strong>&nbsp;Alzira dos Santos Rufino<br><br><strong>Data e local do nascimento:&nbsp;</strong></div><div>Alzira nasceu no dia 6 de julho de 1949, em Santos. Atualmente, tem 72 anos.</div><div><br></div><div><strong>Resumo da trajetória acadêmica e pessoal:&nbsp;</strong></div><div>Alzira Rufino, como é mais conhecida, é enfermeira, escritora e ativista política. Quando pequena, não tinha boas condições de vida, então sempre teve que lutar para conseguir o que queria. Na época de criança, ajudava seu irmão a vender sacos vazios de cimento, peixes e palhas de tábua e sua mãe sempre batalhou pelos estudos dos filhos, apesar de ser catadora de café e não ter boas condições para pagar uma boa escola. Aos 7 anos, a escritora recebeu um incentivo de sua professora, que pediu para ela escrever um diário, e desde essa época ela se interessou pela escrita. Quando estava na terceira série do ensino fundamental, recebeu o primeiro prêmio de redação. Aos 14 anos, ganhou outro prêmio da Santa Casa de Misericórdia dos Santos e aos 16 anos começou a trabalhar para ajudar em casa, como auxiliar de cozinha e faxineira. Alzira sempre mudava de escola e&nbsp; quando chegou o momento de decidir o rumo da vida decidiu mudar para São Paulo, para cursar enfermagem.&nbsp;</div><div>A vida acadêmica começou na década de 80, quando Rufino começou a participar de eventos relacionados a mulheres negras. Organizou a Primeira Semana da Mulher na região da Baixada Santista e, em março de 1985, fundou o Coletivo das Mulheres Negras da Baixada Santista. Esse é um dos mais antigos grupos com o objetivo de emancipação das mulheres negras dentro do corpo social brasileiro. Seu primeiro livro, uma poesia autoral chamada “Eu, mulher negra, resisto”, não obteve sucesso, porque todas as editoras recusaram. Em 1988, decidiu fazer uma autopublicação, que só nessa época teve uma boa aceitação e ela foi até convidada pelos Organizadores da II Feira Internacional do Livro Feminista, no Canadá, como palestrante. Com o objetivo de ajudar no desenvolvimento do trabalho das mulheres negras, criou, em 1990, a Casa da Mulher Negra que, além dessa contribuição, oferece tratamento psicológico e apoio jurídico para aquelas que sofrem violência doméstica, sexual e racismo. Um ano depois, a escritora foi homenageada como Mulher do Ano, pelo Conselho Nacional da Mulher Brasileira, na cidade do Rio de Janeiro, e desde essa época, edita a Revista Eparrei, que é relacionada a cultura negra. Em 1992, recebeu o título de “Cidadã Emérita” da Câmara Municipal de Santos, sendo a primeira mulher negra da região a ser homenageada. Nos anos de 1995 a 1998, Alzira foi foi coordenadora da rede feminista latino-americana contra a violência domestica, sexual e racial e, em 2005, foi uma das 52 mulheres brasileiras indicadas para o Projeto 1000 mulheres para o premio Nobel da Paz de 2005.</div><div><br><br></div><div><strong>&nbsp;Principais obras:</strong></div><div>Alzira teve muitas obras individuais, mas a sua principal obra foi seu primeiro livro de poesia chamado “Eu, mulher negra, resisto”.</div><div><br></div><div><strong>Suas outras obras foram:</strong></div><div><em>Qual o quê</em>.&nbsp;</div><div><em>A mulata do sapato lilás</em>.</div><div><em>Alzira Rufino é uma ativista feminegra</em>.&nbsp;</div><div><em>Bolsa poética</em>.<br><br>Grupo: Livia Fonseca, Ana Clara França, Giulia Miranda, Giovanna Xavier e Luiza Toledo</div><div><br>Fonte: </div><div><a href="http://www.letras.ufmg.br/literafro/autoras/528-alzira-dos-santos-rufino#:~:text=Alzira%20dos%20Santos%20Rufino%2C%20nascida,Mulheres%20Negras%20da%20Baixada%20Santista%E2%80%9D"><strong>http://www.letras.ufmg.br/literafro/autoras/528-alzira-dos-santos-rufino#:~:text=Alzira%20dos%20Santos%20Rufino%2C%20nascida,Mulheres%20Negras%20da%20Baixada%20Santista%E2%80%9D</strong></a><strong>.</strong></div><div><a href="https://www.wikiwand.com/pt/Alzira_Rufino"><strong>https://www.wikiwand.com/pt/Alzira_Rufino</strong></a></div><div><a href="https://valentebibliotecablog.wordpress.com/2020/11/22/biografias-alzira-rufino-geni-guimaraes-juniao/"><strong>https://valentebibliotecablog.wordpress.com/2020/11/22/biografias-alzira-rufino-geni-guimaraes-juniao/</strong></a></div><div><a href="http://www.mulher500.org.br/alzira-rufino-1949/"><strong>http://www.mulher500.org.br/alzira-rufino-1949/</strong></a></div><div><a href="https://afrohistoricos.com.br/personalidade/alzira-rufino/"><strong>https://afrohistoricos.com.br/personalidade/alzira-rufino/</strong></a></div><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-14 14:38:20 UTC</pubDate>
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         <title>Podcast do poema Resisto, de Alzira Rufino </title>
         <author></author>
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         <pubDate>2022-03-14 14:42:56 UTC</pubDate>
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         <title>Ryane Leão - Jamais Peço Desculpas por me Derramar (2019)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Em seus textos, Ryane tende a colocar em pauta assuntos que remetem a sua vida pessoal, como amor próprio, feminismo, luta, empoderamento, religião, candomblé, a importância de vidas negras na sociedade, a representatividade lgbtq, etc.<br><br>Fonte: </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-14 14:43:44 UTC</pubDate>
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         <title>Djamila Ribeiro</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Djamila nasceu em 01 de agosto de 1980, em Santos, no litoral paulista. A caçula de quatro irmãos, filha de um estivador e de uma dona de casa comunistas cresceu em berço político, iniciou o contato com a militância ainda na infância, frequentando protestos.</div><div>Filósofa, escritora, ativista dos diretos humanos e feminista brasileira, Djamila se tornou uma das principais vozes no combate ao racismo. Com coragem e conhecimento, ela mostra a razão pela qual a luta contra a discriminação deveria ser prioridade para todas nós. Segundo ela, o empoderamento dos movimentos negro e feminista é resultado de um “trabalho histórico, que vai ganhando mais resultado à medida que as pessoas vão adquirindo mais consciência”.<br><br>Fonte: <br><br><a href="https://www.agenciajovem.org/wp/5-autoras-negras-que-voce-precisa-conhecer/">https://www.agenciajovem.org/wp/5-autoras-negras-que-voce-precisa-conhecer</a> <br><br><a href="https://brasilescola.uol.com.br/literatura/literatura-negra.htm#:~:text=Entende%2Dse%20por%20literatura%20negra,narrativas%20e%20poemas%20assim%20classificados">https://brasilescola.uol.com.br/literatura/literatura-negra.htm#:~:text=Entende%2Dse%20por%20literatura%20negra,narrativas%20e%20poemas%20assim%20classificados</a>.&nbsp;<br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-14 14:45:47 UTC</pubDate>
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         <title>Djamila Ribeiro - Pequeno Manual Antirracista</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Sinopse: "Neste pequeno manual, a filósofa e ativista Djamila Ribeiro trata de temas como atualidade do racismo, negritude, branquitude, violência racial, cultura, desejos e afetos. Em onze capítulos curtos e contundentes, a autora apresenta caminhos de reflexão para aqueles que queiram aprofundar sua percepção sobre discriminações racistas estruturais e assumir a responsabilidade pela transformação do estado das coisas. Já há muitos anos se solidifica a percepção de que o racismo está arraigado em nossa sociedade, criando desigualdades e abismos sociais: trata-se de um sistema de opressão que nega direitos, e não um simples ato de vontade de um sujeito. Reconhecer as raízes e o impacto do racismo pode ser paralisante. Afinal, como enfrentar um monstro desse tamanho? Djamila Ribeiro argumenta que a prática antirracista é urgente e se dá nas atitudes mais cotidianas. E mais ainda: é uma luta de todas e todos."<br><br>Fonte:&nbsp;<br>https://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=14774#:~:text=PEQUENO%20MANUAL%20ANTIRRACISTA%20%2D%20Djamila%20Ribeiro%20%2D%20Grupo%20Companhia%20das%20Letras&amp;text=Onze%20li%C3%A7%C3%B5es%20breves%20para%20entender,racial%2C%20cultura%2C%20desejos%20e%20afetos</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-14 14:51:50 UTC</pubDate>
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         <title>Por um Feminismo Afro-latino-Americano (1988) - Lélia Gonzalez</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Sinopse:<br></strong>“<em>Por um feminismo afro-latino-americano</em> reúne em um só volume um panorama amplo da obra desta pensadora tão múltipla quanto engajada. São textos produzidos durante um período efervescente que compreende quase duas décadas de história ― de 1979 a 1994 ― e que marca os anseios democráticos do Brasil e de outros países da América Latina e do Caribe.”<br><br><strong>Fonte base:<br></strong>https://www.amazon.com.br/Por-feminismo-afro-latino-americano-L%C3%A9lia-Gonzalez/dp/8537818895<br><br><strong>Grupo: </strong>Nicole, Alessandro, Fernando e Jonathas</div><div><br><strong>&nbsp;Membro destaque: <br>&nbsp;✿*:･ﾟ</strong><strong><em> Nicole ﾟ･:*✿</em></strong></div><div><br><strong>Coadjuvantes:</strong> Alessandro, Fernando e Jonathas</div><div><br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-14 14:56:24 UTC</pubDate>
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         <title>Nilma Lino Gomes - Formação</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>• Se graduou em pedagogia durante o ano de 1988 na UFMG;<br><br></div><h1>• Terminou seu mestrado em Educação na mesma universidade em 1994;<br><br>• Continuou os estudos para doutorado de <strong>Antropologia Social</strong> na Universidade de S̃ão Paulo, com o orientador <mark>Kabengele Munanga</mark>, com quem, mais tarde, escreveu um livro.<br><br>Sua tese de doutorado foi: <em>Corpo e cabelo como ícones de construção da beleza e da identidade negra nos salões étnicos de Belo Horizonte</em>.</h1><div><br>Fonte:<br>https://pt.wikipedia.org/wiki/Nilma_Lino_Gomes<br>https://grupoautentica.com.br/autentica/autor/nilma-lino-gomes/176<br>https://fapemig.br/pt/noticias/743/</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-14 15:03:50 UTC</pubDate>
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         <title>Publicações interessantes de Lélia Gonzalez: </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><em>Mulher Negra </em><strong><em>(1984)<br></em></strong><strong>Sinopse:</strong></div><div><a href="https://www.fcc.org.br/conteudosespeciais/mulherio/arquivo/II_7_1982menor.pdf">https://www.fcc.org.br/conteudosespeciais/mulherio/arquivo/II_7_1982menor.pdf</a></div><div><br></div><div><em>E a trabalhadora negra, cumé que fica? </em><strong><em>(1982)<br></em></strong><strong>Sinopse:&nbsp;</strong></div><div><a href="https://www.fcc.org.br/conteudosespeciais/mulherio/arquivo/II_7_1982menor.pdf">https://www.fcc.org.br/conteudosespeciais/mulherio/arquivo/II_7_1982menor.pdf</a></div><div><br><em>Racismo e Sexismo na Cultura Brasileira </em><strong><em>(1983)</em></strong></div><div><strong>Sinopse:</strong></div><div>https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/5509709/mod_resource/content/0/06%20-%20GONZALES%2C%20L%C3%A9lia%20-%20Racismo_e_Sexismo_na_Cultura_Brasileira%20%281%29.pdf</div><div><br></div><div><em>A categoria político-cultural de amefricanidade </em><strong><em>(1988)<br></em></strong><strong>Sinopse:</strong></div><div>https://file:///home/chronos/ue897d05b546ccb009f135ca8507de2accd31aed7/MyFiles/Downloads/53969-Texto%20do%20artigo-751375213275-1-10-20201111%20(1).pdf</div><div><br><em>Festas Populares no Brasil </em><strong><em>(1987)</em></strong></div><div><strong>Sinopse:</strong></div><div><a href="https://arcaz.ct.utfpr.edu.br/items/show/186#:~:text=http%3A//www.projetomemoria,items/show/186">https://arcaz.ct.utfpr.edu.br/items/show/186#:~:text=http%3A//www.projetomemoria,items/show/186</a>.</div><div><br></div><div><strong>Grupo: </strong>Nicole, Alessandro, Fernando e Jonathas</div><div><br><strong>Membro destaque: <br>✧*:.｡.</strong><strong><em> Nicole .｡.:*✧</em></strong></div><div><br><strong>Coadjuvantes:</strong> Alessandro, Fernando e Jonathas</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-14 15:08:06 UTC</pubDate>
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         <title>Lugar de Negro (1982) - Lélia Gonzalez</title>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Sinopse:</strong><br>"Escrito por Lélia Gonzalez em parceria com o sociólogo argentino Carlos Hasenbalg (1942-2014). Na clássica obra, a pesquisadora aborda a história do movimento negro desde o golpe de 1964, incluindo a criação do Movimento Negro Unificado (MNU). <br><br><strong>Fonte base:<br></strong>https://revistacult.uol.com.br/home/leiam-lelia-gonzalez/<br><br>&nbsp;<strong>Grupo: </strong>Nicole, Alessandro, Fernando e Jonathas</div><div><br></div><div>&nbsp;<strong>&nbsp;Membro destaque: <br>&nbsp; ✿*:･ﾟ</strong><strong><em> Nicole ﾟ･:*✿</em></strong></div><div><br>&nbsp; <strong>Coadjuvantes:</strong> Alessandro, Fernando e Jonathas</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-14 19:30:21 UTC</pubDate>
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