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      <title>Mural África by Caroline Martinez</title>
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      <description>grupo: Ana, Ana, Ana, Bruno, Caroline
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-12-06 20:11:55 UTC</pubDate>
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         <title>Música e Instrumentos:</title>
         <author>carolinemmg12</author>
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         <description><![CDATA[<div> Na música a cultura africana contribuiu com os ritmos que são a base de boa parte da música popular brasileira. Gêneros musicais coloniais de influência africana, como o lundu, terminaram dando origem à base rítmica do maxixe, samba, choro, bossa-nova e outros gêneros musicais atuais. Também há alguns instrumentos musicais brasileiros, como o berimbau, o afoxé e o agogô, que são de origem africana. O berimbau é o instrumento utilizado para criar o ritmo que acompanha os passos da capoeira, mistura de dança e arte marcial criada pelos escravos no Brasil colônial.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-07 22:56:13 UTC</pubDate>
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         <title>Candomblé:</title>
         <author>carolinemmg12</author>
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         <description><![CDATA[<div> Festa religiosa dos negros jeje-nagôs na Bahia, mantida pelos seus descendentes e mestiços, é um culto africano introduzido no Brasil pelos escravos. Algumas de suas divindades são: Xangô, Oxum, Oxumaré e Iemanjá, representando esta, por si só, um verdadeiro culto.<br>As cerimônias religiosas do Candomblé, são realizadas de um modo geral em terreiros, que são locais especialmente destinados para esse fim, e recebem os seguintes nomes: Macumba no Rio de Janeiro, Xangô em Alagoas e Pernambuco. As cerimônias são dirigidas pela mãe-de-santo, ou pai-de-santo. Cada orixá tem uma aparência especial e determinadas preferências. O toque de atabaque, uma expécie de tambor e a dança, individualizam um determinado orixá. Os orixás são divindades, santos do candomblé, cada pessoa é protegida por um dos orixás e pode ser possuída por ele, quando, então ela se transforma em cavalos de santo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-07 23:10:17 UTC</pubDate>
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         <title>Mandê:</title>
         <author>carolinemmg12</author>
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         <description><![CDATA[<div> Mandê é um exemplo de grupo étnico linguístico que esteve presente na formação cultural e social do nosso país. Esse grupo atualmente corresponde a população localizada em Gana, que são descendentes dos antigos povos do Saara, e os desenvolvedores da agricultura independente há cerca de 5 mil anos.<br>    Durante o século XVI, quando ocorreu a  invasão Francesa em Gana, muitos mandês foram trazidos ao nordeste do Brasil, onde há atualmente, muitos descendentes desses povos e onde há muita influência da cultura africana na nossa história.<br>   Além da influência nos nomes da população Brasileira, e a grande presença de sobrenomes como Souza, Silva, Almeida, principalmente no Nordeste do país, também foram grandes influências no Carnaval, por exemplo há o Nosso Senhor do Bonfim, que é um grande grupo que  desfila no carnaval, e que possuem seu próprio bumba-meu-boi, a chamada "burrinha". Além disso, também influênciaram muito na culinária brasileira, como por exemplo no preparo da feijoada e "kousido". E até mesmo a arquitetura do nosso país foi influênciada pela África, um dos grandes exemplos disso é o símbolo dos agudás na África, que aqui no Brasil é muito comparada a Grande Mesquita de Porto Novo, na capital do Benim, um prédio projetado por ex-escravos brasileiros, e que lembra em todos os seus aspectos uma igreja colonial de Salvador.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-07 23:11:49 UTC</pubDate>
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         <title>Culinária Afro-Brasileira:</title>
         <author>carolinemmg12</author>
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         <description><![CDATA[<div> A culinária afro-brasileira tem sua origem com a chegada dos negros escravizados à colônia. Os africanos escravizados tiveram que recriar seus quitutes com os ingredientes locais.</div><div>uma das contribuições mais importantes aos nossos hábitos alimentares, durante todo o período de colonização, foi aquela que veio da África, trazida pelos escravos. Se os comerciantes de escravos traziam os ingredientes (especiarias), os escravos traziam na memória os usos e os gostos de sua terra.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-07 23:40:21 UTC</pubDate>
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         <title>Capoeira:</title>
         <author>carolinemmg12</author>
         <link>https://padlet.com/carolinemmg12/yo89xmduhwdu8p91/wish/996422680</link>
         <description><![CDATA[<div> A capoeira é ao mesmo tempo uma luta e uma arte. Para jogá-la precisamos de um ritmo, ditado pelo atabaque, pelo berimbau e pelo agogô. Essa música é bem característica. Dois parceiros, de acordo com o toque do berimbau, executam movimentos de ataque, defesa e esquiva. Eles simulam uma luta. Para jogar capoeira é preciso habilidade e força, além de integração e respeito entre os parceiros.<br><br></div><div>O gingado é a base da capoeira. É um movimento ritmado que mantém o corpo relaxado e o centro de gravidade em constante deslocamento. A partir do gingado surgem os outros movimentos de ataque ou contra-ataque. Os jogadores nunca estão parados e isso torna a capoeira muito bonita de se ver. <br><br></div><div><strong>Origem<br></strong><br></div><div>A origem da capoeira data da época da escravidão no Brasil. Muitos negros foram trazidos da África para o Brasil para trabalhar nos engenhos de cana-de-açúcar, nas fazendas de café, nas roças ou nas casas dos senhores. A capoeira era uma forma de luta e de resistência.<br><br></div><div> Porém, para não despertarem suspeitas, os escravos adaptaram os movimentos da luta aos cantos da África, fazendo tudo parecer uma dança. A capoeira foi ficando do jeitinho que ela é hoje, gingada.<br><br></div><div>No início do século 19, no Rio de Janeiro, bandidos e malfeitores eram chamados de capoeiras, como registrou o escritor Manuel Antônio de Almeida, em "Memórias de um Sargento de Milícias". Em 1888, a escravidão foi oficialmente abolida no Brasil. Muitos negros libertos não tinham como sobreviver e acabaram na marginalidade. Em Salvador, chegaram a organizar gangues e provocar rebeliões. Durante muito tempo a capoeira foi proibida.<br><br></div><div>Na década de 1930 a capoeira já tinha adquirido um novo status em nossa sociedade. O próprio presidente Getúlio Vargas convidou um grupo de capoeira para se apresentar oficialmente no Palácio do Catete. A capoeira foi liberada. Professores de capoeira da Bahia se tornaram famosos, como os mestres Bimba, Pastinha e Gato, imortalizados nos romances de Jorge Amado.<br><br></div><div> Hoje em dia há muitas formas de jogar capoeira, e a mais tradicional preserva as raízes africanas, como a capoeira angola na Bahia.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-08 00:00:24 UTC</pubDate>
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         <title>Berimbau (instrumento):</title>
         <author>carolinemmg12</author>
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         <description><![CDATA[<div>Berimbau: O berimbau (português brasileiro) ou hungo (português angolano), também conhecido como berimbau de peito em Portugal e hungu na África, é um instrumento de corda com origem em Angola e tradicional da Bahia. É também conhecido entre os angolanos como m'bolumbumba, e utilizado pelos quimbundos, ovambos, nyanekas, humbis e khoisan. No sul de Moçambique, tem o nome de xitende.Este instrumento foi levado pelos escravos angolanos para o Brasil onde passou a ser utilizado para acompanhar a dança/luta/esporte acrobático chamado capoeira.O instrumento é tema de uma canção popular do violonista brasileiro Baden Powell de Aquino, com letra composta por Vinícius de Moraes. Considerado um dos maiores percussionistas do planeta, o músico Naná Vasconcelos, de Pernambuco, especializou-se em instrumentos de origem africana, em especial o berimbau, inclusive expandindo a sua técnica. Preservado na Bahia até o presente, o berimbau sempre foi um suvenir no estado, vendido aos turistas muito mais como adorno que como instrumento — colorido e enfeitado, bem diferente daquele que os capoeiristas utilizam.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-08 00:19:28 UTC</pubDate>
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         <title>Agogô (instrumento):</title>
         <author>carolinemmg12</author>
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         <description><![CDATA[<div>O agogô, também conhecido como gã, é um instrumento musical formado por um único ou múltiplos sinos originado da música tradicional yorubá, da África Ocidental. O agogô pode ser o instrumento mais antigo do samba.A palavra "agogô" vem do iorubá agogô, que significa "sino".É um instrumento musical idiofone, compõe-se de duas até 4 campânulas de ferro, ou dois cones ocos e sem base, de tamanhos diferentes, de folhas de Flandres, ligados entre si pelas vértices.Para se tirar som desse instrumento bate-se com uma baqueta de madeira nas duas bocas de ferro, também chamadas de campânulas, do instrumento.Na religião pertence ao Orixá Ogum, usado no candomblé onde também é chamado de Gã e em outras religiões afro-brasileiras, por isso é o primeiro instrumento que deve ser tocado nas liturgias dos cânticos. Como é um objeto sagrado, antes do seu uso deve passar por rituais litúrgicos de consagração, isso implica banho de folha, ervas, sacrifícios vegetais, animais e minerais para adquirir o (axé) "força vital" no sentido de interferir no transe dos iniciados. No candomblé é tocado com o aquidavi.Já na Capoeira faz parte da "bateria" da roda da capoeira, onde é mais conhecido por "gã" - nome este que vem de akokô, palavra nagô que significa "relógio" "tempo", assim como um som extraído de um instrumento metálico ou de madeira.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-08 00:21:00 UTC</pubDate>
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         <title>Afoxé (instrumento):</title>
         <author>carolinemmg12</author>
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         <description><![CDATA[<div>Afoxé é um instrumento musical composto de uma cabaça pequena redonda, recoberta com uma rede de bolinhas de plástico parecido com o Xequerê sendo que o afoxé é menor.O afoxé pode ser de madeira e/ou plástico com miçangas ou contas ao redor de seu corpo. O som é produzido quando se giram as miçangas em um sentido, e a extremidade do instrumento (o cabo) no sentido oposto. Antigamente era tocado apenas em Centros de umbanda e no samba. Atualmente, o afoxé ganhou espaço no reggae e música pop, rock, funk, tecnomelodia, forró, sertanejo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-08 00:22:31 UTC</pubDate>
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         <title>Mungunzá:</title>
         <author>carolinemmg12</author>
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         <description><![CDATA[<div>Feito com grãos de milho branco ou amarelos cozidos com leite e açúcar, ganhou novos complementos quando chegou às casas dos senhores, passando a levar leite de coco, canela, entre outros ingredientes.O mungunzá pode ser feito também na versão salgada, misturando o milho cozido com carnes de porco. Em alguns estados fora da região Nordeste, a versão doce deste prato é mais conhecida como canjica.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-08 00:25:27 UTC</pubDate>
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         <title>Pamonha:</title>
         <author>carolinemmg12</author>
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         <description><![CDATA[<div>A pamonha que conhecemos atualmente surgiu como uma variação do chamado acaçá, que era um bolinho de milho enrolado em folhas verdes de bananeira e servido com vatapá ou caruru.Há versão de pamonhas salgadas ou doces, feitas à base de milho triturado e leite, enroladas na palha do próprio milho e cozidas na água fervente até ficarem com a consistência mais firme.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-08 00:26:48 UTC</pubDate>
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         <title>O fator religioso:</title>
         <author>carolinemmg12</author>
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         <description><![CDATA[<div> Uns dos fatores que ajudaram a difundir a comida de origem negra foi a religião africana - o candomblé. O candomblé tem uma relação muito especial com a comida. Os devotos servem para os santos comida que pertencem à tradição africana. Como as comunidades negras se espalharam pelo Brasil, a culinária que veio da África se espalhou por todo o país.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-08 00:27:44 UTC</pubDate>
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