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      <title>Arquivo - Seminário Temático II by Mima Gomes</title>
      <link>https://padlet.com/jemimagomescosta/ynh1a9y46rd2ubmm</link>
      <description>Sobre as aulas do Seminário  Interdisciplinar II Temático</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-06-04 22:38:39 UTC</pubDate>
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         <title>Sobre mim...</title>
         <author>jemimagomescosta</author>
         <link>https://padlet.com/jemimagomescosta/ynh1a9y46rd2ubmm/wish/3018331956</link>
         <description><![CDATA[<p>Jemima Gomes, 21 anos, cursando o IV semestre de letras na UNEB.</p><p>Ingressei no curso com a expectativa de começar minha vida acadêmica, porém este curso abriu novas oportunidades em meu caminho, além das amizades, a experiência e o aprofundamento educacional, me permitiu estar atuando na área de trabalho que sempre desejei.</p><p>A partir desse curso sei que irei galgar novos horizontes.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-04 23:09:32 UTC</pubDate>
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         <title>Avalição do percurso na disciplina</title>
         <author>jemimagomescosta</author>
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         <description><![CDATA[<p>A partir do texto a seguir realizo uma autoavaliação do meu desempenho durante a disciplina ''Seminário Interdisciplinar Temático I'' regido pela docente Sayonara Miranda. </p><p><br></p><p>Ao iniciar essa disciplina, meus objetivos principais eram adquirir uma compreensão sólida dos conceitos fundamentais, desenvolver habilidades práticas relevantes e ser capaz de aplicar teorias em contextos reais. Além de poder desenvolver e conduzir um seminário em sala de aula.</p><p><br></p><p>Durante a disciplina adquiri conhecimento e puder ampliar meu olhar para novos contextos, diante disso pude desvolvenver academicamente e posso dizer até como indivíduo.</p><p><br></p><p> Com essas reflexões, posso afirmar que pude maximizar meu aprendizado tendo proveitamento para as disciplinas seguintes. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-05 23:59:49 UTC</pubDate>
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         <title>Padlet- pontos positivos e negativos </title>
         <author>jemimagomescosta</author>
         <link>https://padlet.com/jemimagomescosta/ynh1a9y46rd2ubmm/wish/3019661782</link>
         <description><![CDATA[<p>Trabalhar em textos com o padlet foi uma experiência gratificante, acredito eu até confortavel para desevolver textos academicos. Por meio dele pude conduzir meus trabalhos de maneira eficaz durante a minha disponiblidade.</p><p>O ponto negativo dessa rede é a falta de apoio cibernético e a limitação de pastas gratuitas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-06 00:08:12 UTC</pubDate>
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         <title>Conto &#39;&#39;A gata que preferiu viver dentro de casa&#39;&#39;</title>
         <author>jemimagomescosta</author>
         <link>https://padlet.com/jemimagomescosta/ynh1a9y46rd2ubmm/wish/3231768871</link>
         <description><![CDATA[<p>Esse conto , intitulado de: “A Gata que Preferiu Viver Dentro de Casa'', ilustra de forma bem-humorada a busca incessante da Gata por quem é o “animal mais esperto” da selva. Ao longo da história, a Gata se envolve com animais cada vez mais poderosos, mas sempre acaba encontrando um ser ainda mais forte e, ao final, chega à conclusão de que a verdadeira sabedoria não está em força bruta, mas na capacidade de adaptação e perspicácia.</p><p><br/></p><p>O conto também parece fazer uma crítica velada à percepção de poder e inteligência, mostrando que a Gata, em sua busca por um ser mais esperto, vai se afastando de sua própria natureza e se submetendo a cada novo “líder”. </p><p><br/></p><p>No fim, a lição parece ser que a verdadeira sabedoria pode estar na observação, na habilidade de entender e adaptar-se às situações, como a Mulher na história, que, ao final, consegue dominar as circunstâncias com sua inteligência.</p><p>Além disso, a história pode ser vista como uma metáfora para o processo de reflexão e de questionamento das normas e valores impostos pela sociedade. Ela nos lembra que as hierarquias e noções de poder podem ser mutáveis e nem sempre estão relacionadas com força ou domínio, mas sim com estratégias mais sutis e, por vezes, com a habilidade de se ajustar ao contexto e às mudanças ao redor.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-24 18:25:09 UTC</pubDate>
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         <title>Racismo Institucional e estrutural</title>
         <author>jemimagomescosta</author>
         <link>https://padlet.com/jemimagomescosta/ynh1a9y46rd2ubmm/wish/3231783378</link>
         <description><![CDATA[<p>O racismo institucional e o racismo estrutural são conceitos interligados, mas com algumas diferenças em sua aplicação. Ambos envolvem práticas discriminatórias enraizadas nas instituições e na sociedade, mas se manifestam de formas distintas.</p><p>	</p><p>O Racismo Institucional: Refere-se à discriminação racial que ocorre dentro de instituições como escolas, hospitais, empresas, sistemas de justiça, entre outros. Esse tipo de racismo se manifesta em políticas, práticas e atitudes que, de forma direta ou indireta, marginalizam pessoas negras e outras minorias raciais. Um exemplo pode ser a forma como certos grupos são sistematicamente excluídos de cargos de liderança, ou como políticas de contratação e promoção favorecem indivíduos de determinada raça em detrimento de outros.</p><p><br></p><p>O Racismo Estrutural: Esse conceito é mais amplo e está relacionado com a forma como o racismo está imbricado nas estruturas sociais, econômicas e políticas de uma sociedade. O racismo estrutural refere-se às desigualdades históricas que se perpetuam ao longo do tempo, criando condições de vida desiguais para diferentes grupos raciais. Ele pode ser observado nas disparidades no acesso à educação, à saúde, ao mercado de trabalho, na violência policial, nas taxas de encarceramento, e em muitos outros aspectos da vida social. O racismo estrutural é resultado de uma longa história de discriminação e exploração, onde as vítimas desse processo, muitas vezes, não têm acesso a mecanismos que possam alterar essa realidade.</p><p><br></p><p>Assim, o racismo institucional se dá nas práticas e políticas específicas dentro de instituições, enquanto o racismo estrutural é o racismo mais amplo, presente nas estruturas e normas que regem a sociedade como um todo. Ambos estão interconectados e têm um impacto profundo e duradouro na vida das pessoas afetadas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-24 18:48:12 UTC</pubDate>
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         <title>    </title>
         <author>jemimagomescosta</author>
         <link>https://padlet.com/jemimagomescosta/ynh1a9y46rd2ubmm/wish/3231799844</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Essa animação segue uma jovem garota negra que está em um processo de descoberta e amor pelo seu cabelo natural. Ao longo da história, a protagonista, inicialmente, se sente frustrada e incomodada com a textura do seu cabelo, o que é retratado de forma simbólica e expressiva na animação. Porém, ao longo do filme, ela começa a desenvolver um profundo sentimento de aceitação e orgulho de sua identidade e da singularidade de seu cabelo, o que pode ser interpretado como uma metáfora para o processo de empoderamento e reconciliação com a própria herança e cultura.</p><p><br/></p><p>Essa curta também toca nas complexas questões sociais e culturais que envolvem o cabelo de pessoas negras, como os padrões de beleza impostos pela sociedade, que frequentemente desvalorizam os cabelos naturais e promovem os alisados como o ideal. A animação apresenta essa jornada de aceitação de forma lúdica, porém profunda, mostrando que o cabelo, mais do que um simples aspecto físico, está profundamente ligado à identidade e ao amor-próprio.</p><p><br/></p><p>“Love Hair” se destaca pela sua animação vibrante e colorida, que reflete a energia positiva e a transformação emocional da protagonista. Ela transmite uma mensagem importante sobre a importância de se aceitar como se é e a celebração da diversidade natural dos cabelos, especialmente no contexto das comunidades negras.</p><p><br/></p><p>A obra é uma forma de empoderamento e resistência contra os estigmas raciais relacionados ao cabelo e uma maneira de desafiar os padrões eurocêntricos de beleza, incentivando as crianças (e adultos) a se orgulharem de suas características únicas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-24 19:14:23 UTC</pubDate>
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         <title>Evolução Humana</title>
         <author>jemimagomescosta</author>
         <link>https://padlet.com/jemimagomescosta/ynh1a9y46rd2ubmm/wish/3231802382</link>
         <description><![CDATA[<p>A problemática da imagem da evolução humana, que associa a “primitividade” à negritude e a “superioridade” à brancura, reflete uma visão racista e eurocêntrica que historicamente usou a ideia de evolução para justificar a subordinação de povos não-brancos. Muitas ilustrações antigas da evolução humana mostram uma progressão linear, onde seres humanos de características africanas são retratados como mais “primitivos” e, à medida que avançam, se tornam mais “evoluídos” e brancos, com o homem branco representando o ápice da evolução. </p><p><br></p><p>Essa concepção, baseada em teorias pseudocientíficas como o darwinismo social, promoveu a ideia de que as raças não-brancas eram inferiores e precisava da “civilização” branca. Hoje, essas representações são amplamente rejeitadas, pois a evolução humana não segue uma hierarquia racial, e a ciência reconhece a igualdade de todos os grupos humanos, independentemente de sua cor ou origem.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-24 19:18:29 UTC</pubDate>
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         <title>Entrevista </title>
         <author>jemimagomescosta</author>
         <link>https://padlet.com/jemimagomescosta/ynh1a9y46rd2ubmm/wish/3231817543</link>
         <description><![CDATA[<p>Maria Rita Galvão,38 anos, com uma trajetória de vida inspiradora e cheia de superação, a professora de Artes cresceu em um ambiente onde, como mulher negra, enfrentou muitos desafios desde muito cedo. A maior parte da sua infância foi marcada pela exclusão, preconceito e dificuldades financeiras. </p><p>O desejo de vencer na vida motivou a seguir em frente e superar essas dificuldades, especialmente em relação ao preconceito e à autoestima.</p><p>Maria Rita decidiu que queria ser a professora que nunca teve — uma professora negra que pudesse inspirar outros jovens, principalmente aqueles que se sentem invisíveis. Ao longo dos anos, fez de tudo para continuar estudando, se especializando e acreditando em si mesma. Depois de se formar em Artes com Licenciatura em Teatro na Uesb, ela buscou se inserir em ambientes que valorizassem a diversidade.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-24 19:43:49 UTC</pubDate>
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         <title>Documentário &#39;&#39;Guerras no Brasil&#39;&#39;</title>
         <author>jemimagomescosta</author>
         <link>https://padlet.com/jemimagomescosta/ynh1a9y46rd2ubmm/wish/3231822824</link>
         <description><![CDATA[<p>O documentário é uma análise crítica das diversas formas de guerra que o país enfrenta, não apenas no campo militar, mas também nas lutas urbanas, raciais e econômicas, que envolvem um número significativo de cidadãos em um cenário de desigualdade e exclusão social.</p><p>A produção é composta por uma série de entrevistas com especialistas, historiadores, ativistas e pessoas afetadas diretamente por essas “guerras”. A partir desses relatos, o documentário vai além das tradicionais narrativas militares e políticas, ampliando o conceito de guerra para incluir as lutas diárias de comunidades periféricas contra o tráfico de drogas, a violência policial, o racismo e a falta de acesso a serviços básicos.</p><p>O filme também explora a militarização crescente das periferias urbanas, com destaque para o papel das forças policiais nas favelas e para a escalada da violência em áreas como o Rio de Janeiro e São Paulo. A brutalidade policial e o genocídio da população negra, especialmente os jovens, são questões centrais abordadas, colocando em xeque a suposta segurança pública promovida pelo Estado. O documentário denuncia a guerra invisível travada nas cidades brasileiras, onde milhares de vidas são perdidas em uma luta constante pela sobrevivência.</p><p>Além das questões contemporâneas, “Guerras no Brasil” faz um recorte histórico, remontando aos conflitos que definiram o Brasil desde o período colonial, passando pela escravidão e chegando aos dias de hoje. A ideia central do filme é mostrar que, embora os tempos tenham mudado, as estruturas de poder e as desigualdades sociais ainda perpetuam um ciclo de violência que atinge principalmente os mais vulneráveis.</p><p>O documentário também traz uma reflexão sobre o nacionalismo militarista, especialmente nos momentos em que o Brasil passou a militarizar suas políticas internas e externas. Isso é abordado de maneira crítica, ligando o passado militarista com as atuais políticas de segurança pública e com o fortalecimento da militarização da vida urbana.</p><p>“Guerras no Brasil” é um documentário contundente e essencial para compreender as raízes da violência no país. Sua abordagem multifacetada expõe as diversas “guerras” que as pessoas enfrentam diariamente, desafiando a ideia de que o Brasil é uma nação em paz. Ao destacar as vozes das vítimas e especialistas, o filme oferece uma visão abrangente e esclarecedora sobre os complexos conflitos internos do Brasil, provocando reflexão e, talvez, um impulso para a mudança.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=6Qk90VMfMfs" />
         <pubDate>2024-11-24 19:52:52 UTC</pubDate>
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         <title>A África que habita em mim</title>
         <author>jemimagomescosta</author>
         <link>https://padlet.com/jemimagomescosta/ynh1a9y46rd2ubmm/wish/3231826522</link>
         <description><![CDATA[<p>Essa obra é, ao mesmo tempo, uma jornada pessoal e coletiva. A protagonista, interpretada por Lázaro Ramos, é um personagem que, ao longo do documentário, vai se conectando cada vez mais com suas raízes africanas. O filme não apenas aborda a história e as tradições africanas, mas também se dedica a mostrar como essas influências ainda reverberam na sociedade contemporânea brasileira, especialmente nas práticas culturais, religiosas, na música e nas danças afro-brasileiras. Ignez utiliza uma linguagem visual rica e simbólica, empregando imagens fortes que evocam a África ancestral e suas diversas expressões artísticas.</p><p>“A África que Habita em Mim” também é uma crítica à marginalização das culturas africanas no Brasil e à construção de uma narrativa que muitas vezes coloca o africano e seus descendentes como parte de um “passado distante”, ao invés de reconhecê-los como uma presença contínua e vibrante na cultura nacional. O filme questiona o apagamento histórico da contribuição africana, principalmente no contexto da escravidão e da luta pela igualdade social, apontando para o racismo estrutural que ainda persiste na sociedade brasileira.</p><p>O documentário, embora com um olhar poético e contemplativo, não se esquiva de aspectos dolorosos da história do Brasil. Ele mostra como o processo de colonização e a escravidão criaram uma estrutura de desigualdade que ainda ressoa no Brasil contemporâneo. Ao mesmo tempo, “A África que Habita em Mim” celebra a resistência e a força da cultura afro-brasileira, oferecendo um espaço para o reconhecimento da beleza, riqueza e diversidade dessa herança.</p><p>No entanto, o filme pode ser visto como um tanto idealizado em algumas passagens, especialmente ao enfatizar a conexão espiritual e emocional com a África de forma quase mística. Embora isso contribua para a carga simbólica do documentário, pode também parecer um pouco distante da realidade de muitas pessoas negras no Brasil, que enfrentam diariamente o racismo estrutural e a marginalização, sem necessariamente ter acesso a uma conexão com suas raízes africanas de forma tão palpável.</p><p>Além disso, o documentário poderia ter explorado mais a fundo as questões sociais e políticas que envolvem as comunidades negras no Brasil hoje, dando espaço para um debate mais incisivo sobre as condições de vida e a luta por igualdade racial. Embora a obra se concentre na celebração cultural, ela poderia ter equilibrado mais a reflexão histórica com uma análise crítica das realidades atuais.</p><p>Conclusão:</p><p>“A África que Habita em Mim” é uma obra cinematográfica importante, que provoca uma reflexão sobre a identidade e as raízes afro-brasileiras, celebrando a riqueza e a continuidade da cultura africana no Brasil. Sua estética envolvente e a sensibilidade com que aborda a temática tornam-no um documentário marcante, mas sua abordagem idealizada e a falta de uma crítica mais incisiva sobre as questões sociais atuais podem limitar sua profundidade em alguns aspectos. Ainda assim, é um filme essencial para aqueles que buscam compreender melhor as relações entre o Brasil e a África, além de promover a valorização da cultura negra em um país ainda marcado por desigualdades raciais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-24 19:59:55 UTC</pubDate>
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         <title>Akin e os olhos de estrelas</title>
         <author>jemimagomescosta</author>
         <link>https://padlet.com/jemimagomescosta/ynh1a9y46rd2ubmm/wish/3231833671</link>
         <description><![CDATA[<p>Em um reino marcado pela magia e pelo destino, a princesa Alika é tragicamente afetada por uma maldição que a separa de Akin, o guerreiro que a ama. Desesperado para reverter o mal, Akin busca ajuda divina, em uma jornada de fé e sacrifício. A história explora os temas de amor, perda e a busca por um vínculo eterno, enquanto personagens enfrentam forças sombrias que ameaçam sua união.</p><p>Uma lenda que transcende o tempo, mostrando que, mesmo diante da adversidade, o amor verdadeiro tem o poder de deixar uma marca eterna.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-24 20:12:58 UTC</pubDate>
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         <title>QR CODE DO CONTO DE AKIN</title>
         <author>jemimagomescosta</author>
         <link>https://padlet.com/jemimagomescosta/ynh1a9y46rd2ubmm/wish/3231834235</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-11-24 20:13:52 UTC</pubDate>
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         <title>Boneca Abayomi</title>
         <author>jemimagomescosta</author>
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         <description><![CDATA[<p>A boneca Abayomi tem uma história rica e significativa dentro da cultura afro-brasileira, especialmente no contexto das tradições de resistência e resiliência das mulheres negras durante o período da escravidão no Brasil. A palavra “Abayomi” vem da língua yorubá e significa “encontro precioso” ou “encontro com alegria”, simbolizando o vínculo e a conexão profunda entre as mulheres negras e suas raízes. Essas bonecas foram criadas por mulheres africanas e afro-brasileiras como um símbolo de resistência e identidade cultural, além de serem uma forma de preservar suas tradições e histórias durante o período de escravidão.</p><p>História da Boneca Abayomi</p><p>Durante a escravidão no Brasil, muitas mulheres negras, especialmente as que eram escravizadas, confeccionavam bonecas com materiais simples, como fios, pedaços de pano e fibras naturais, para acalentar seus filhos e, ao mesmo tempo, preservar sua cultura. Essas bonecas não eram apenas brinquedos, mas também símbolos de afeto, proteção e resistência. No contexto das imposições da escravidão, elas eram uma forma de manter viva a conexão com suas raízes africanas e, ao mesmo tempo, passavam de geração em geração o valor da solidariedade feminina e da fortaleza coletiva.</p><p>As bonecas Abayomi também desempenhavam um papel importante como símbolos de união entre as mulheres negras, que, mesmo em condições extremas de sofrimento, conseguiam criar algo belo e cheio de significado. Elas eram um símbolo de luta contra a opressão e uma forma de resistência cultural. A palavra “Abayomi”, que significa “encontro precioso”, também remete a esse laço especial, um encontro com a esperança e a alegria em meio à dor e à violência.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-24 20:15:16 UTC</pubDate>
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