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      <title>Principais obras do Pré-modernismo by Juliana Risso</title>
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      <pubDate>2023-09-06 11:15:24 UTC</pubDate>
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         <title>Autor e ano de publicação: </title>
         <author>juliana2020</author>
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         <pubDate>2023-09-06 11:19:48 UTC</pubDate>
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         <title>Breve resumo: </title>
         <author>juliana2020</author>
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         <pubDate>2023-09-06 11:19:55 UTC</pubDate>
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         <title>Breve análise da obra: </title>
         <author>juliana2020</author>
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         <title>Autor e ano de publicação </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Monteiro Lobato, obra publicada no ano de 1918.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-06 11:22:46 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Autor:</strong> Lima Barreto<br><strong>Ano de publicação: </strong>Em 1915 em formato livro às custas do próprio autor, porém foi publicado originalmente no Jornal do Commercio, em 1911.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-06 11:24:29 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Autor: Euclides da Cunha.<br>Ano de publicação: 1902.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-06 11:30:35 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A obra explora o sertão nordestino do Brasil no final do século XIX. O livro é dividido em três partes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-06 11:32:50 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>"Os Sertões: Campanha de Canudos" é uma obra essencial da literatura brasileira escrita por Euclides da Cunha em 1902. Ela mescla história, sociologia, jornalismo e prosa poética para abordar a Guerra de Canudos no contexto de transformações sociais e políticas no Brasil do século XIX. O livro explora as tensões entre modernização e tradição, analisando a vida no sertão nordestino, as crenças religiosas e o conflito entre o governo e os sertanejos liderados por Antônio Conselheiro. Euclides da Cunha, correspondente de guerra na região, oferece uma visão única dos eventos, impactando profundamente a literatura e a cultura brasileira, promovendo debates sobre a identidade nacional e questões sociais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-06 11:42:07 UTC</pubDate>
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         <title>Sobre o Livro &quot;Os Sertões&quot;.</title>
         <author></author>
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         <pubDate>2023-09-06 11:44:46 UTC</pubDate>
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         <title>Resumo</title>
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         <description><![CDATA[<div>O livro é dividido em três partes e cada uma delas aborda um dos ambiciosos projetos do Major Quaresma, sempre devotados à grandeza da nossa nação.<br>Na primeira parte, Quaresma se debruça sobre a área cultural e propõe à Câmara dos Deputados que o Brasil adote o Tupi-Guarani como língua oficial. O desfecho dessa proposta é o hospício, onde Quaresma é internado.&nbsp;<br>Na segunda parte, após receber alta do sanatório, ele compra um sítio fora da Capital e se lança à aventura da agricultura. Acredita que as terras brasileiras são as mais férteis do mundo e que, com seu exemplo, promoverá o desenvolvimento econômico do país. Derrotado pelas saúvas, decide tomar parte na política, apoiando o governo de Floriano, que enfrenta uma grave rebelião.&nbsp;<br>Na terceira parte do livro, convencido de que somente um governo forte, com mãos de ferro, poderá livrar o Brasil dos obstáculos que impedem seu pleno desenvolvimento, a história termina melancolicamente, com a injusta prisão de Policarpo por "traição à pátria".</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-06 11:47:52 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>"Canaã" é uma obra do escritor brasileiro Graça Aranha, publicada em 1902. O livro retrata a história de um grupo de imigrantes europeus que se estabelecem em uma colônia agrícola no interior do Brasil, chamada de "Canaã".&nbsp;<br><br>A narrativa se concentra principalmente na vida de dois personagens principais: o engenheiro imigrante europeu, Alberto, e sua esposa, Margarida. Eles são retratados como pessoas idealistas, que buscam uma vida melhor e mais justa em Canaã. No entanto, eles se deparam com diversos obstáculos e desafios ao longo do caminho.<br><br>A obra aborda temas como a imigração, a colonização e a busca por uma nova identidade em um país estrangeiro. Além disso, "Canaã" também discute questões sociais e políticas, como a exploração dos trabalhadores e a desigualdade social.<br><br>Graça Aranha utiliza uma linguagem poética e descritiva para retratar a paisagem exuberante e selvagem do Brasil, contrastando com a dura realidade enfrentada pelos personagens. A obra também apresenta uma crítica à sociedade brasileira da época, marcada pela corrupção e pela falta de valores éticos.<br><br>"Canaã" é considerada uma das principais obras do movimento literário conhecido como "Pré-Modernismo" no Brasil. O livro foi bastante controverso na época de seu lançamento, devido às suas críticas sociais e políticas. No entanto, ao longo dos anos, a obra ganhou reconhecimento e é considerada um clássico da literatura brasileira.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-06 11:50:09 UTC</pubDate>
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         <title>Breve resumo: </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Urupês é focado no personagem principal, o Jeca. O nome da obra é inspirado no urupê - um tipo de cogumelo parasitário que destrói a madeira -, e o Jeca Tatu é descrito como um caipira indolente, desleixado, sempre de cócoras e pés descalços, nenhuma educação, cultura, ambição ou mesmo disposição para melhorar de vida. Vive do que a natureza derrama aos seus pés e flerta o tempo todo com a preguiça, a cachaça e as crendices populares. Jeca Tatu é o homem do campo real, que leva uma vida miserável nos rincões brasileiros e é praticamente ignorado pelos governantes. É lembrado pelos políticos apenas no momento do voto nas eleições.&nbsp;<br><br></div><blockquote><em>O fato mais importante da sua vida é votar no governo. (...) Vota. Não sabe em quem, mas vota. Esfrega a pena no livro eleitoral, arabescando o aranhol de gatafunhos e que chama 'sua graça.</em></blockquote><div><br>Nessa época, era comum escritores e estudiosos cultuarem uma vida caipira sem problemas, marcada pelo contato com a natureza e distante do cotidiano real vivido na zona rural. No entanto, Há no Jeca uma mudança contínua, que evolui de acordo com a conscientização de Lobato a respeito das péssimas condições de vida do povo. Jeca é um símbolo, ele encarna o trabalhador brasileiro, sempre no lado mais frágil na luta de classes.&nbsp;<br><br>A redenção do personagem pelo seu criador veio pouco depois em outro livro, em 1918, onde Lobato reúne uma série de artigos escritos para a imprensa e afirma categórico: "O Jeca não é assim; está assim", deixando claro que o estado lastimável em que se encontrava o caipira era culpa do descaso das autoridades públicas.<br><br></div><blockquote><em>Coitado do meu patrício!, (o caipira caboclo), Apesar dos governos os outros caipiras se vão endireitando à custa do próprio esforço, ignorantes de noções de higiene… Só ele, o caboclo, ficou mumbava, sujo e ruim! Ele não tem culpa… Ele nada sabe. Foi um desses indivíduos que Monteiro Lobato estudou, criando o Jeca Tatu, erradamente dado como representante do caipira em geral!</em></blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-06 11:55:03 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <pubDate>2023-09-06 12:00:19 UTC</pubDate>
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         <title>Análise </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O conto Urupês se encaixa em uma época atribuída com muitas mudanças, principalmente de pensamento, do Brasil. Essa época compreende a transição da escola literária Simbolista para a Modernista, transição denominada como Pré-Modernismo. As questões estéticas, pregadas pelo Simbolismo, passaram a dar espaço à busca da realidade social brasileira. Monteiro Lobato, um dos principais nomes pré-modernistas, utilizou-se, em seu conto "Urupês" da figura de Jeca Tatu para tratar da verdadeira realidade do Brasil, do povo sertanejo, dos caboclos.<br><br>Suas exposições minuciosas de um Brasil primitivo, arborizado e provinciano fazem o leitor ser transportado para o período em que a história é narrada.<br><br>Monteiro Lobato, preocupado em reproduzir nos textos a riqueza da fala brasileira na zona rural, com seus coloquiais e neologismos tipicamente orais, tem no recurso da oralidade a maior ousadia, pois nessa época o uso do português coloquial em obras era visto como “inferior” e sem valor literário.<br><br>Porém é em Urupês, conto que dá nome ao livro, que toda essa crítica é mostrada. Tudo na forma de um único personagem, que representa a figura do caboclo descrita por Lobato. Jeca Tatu é um ataque direto ao modelo indianista, que idealizou tanto os nossos modelos que criou o caboclo. Segundo o autor, a miscigenação entre os portugueses, índios e negros não criou um novo sujeito mais forte, pelo contrário, o caboclo proveniente dessa mistura é um ser preguiçoso, fraco, sem cultura e passivo diante das situações cotidianas.<br><br>Jeca Tatu é o representante máximo do caboclo que vive na preguiça, alimentando-se daquilo que a natureza lhe oferece, sem nenhum tipo de educação e alheio a tudo o que acontece pelo mundo. Sertanejo preguiçoso, cachaceiro e analfabeto, representa a ignorância do homem do campo<br><br>É a denúncia do descaso do governo com relação às pessoas da zona rural, uma vez que, segundo Monteiro Lobato, “Jeca Tatu não é assim, ele está assim”.&nbsp;<br><br>Lobato faz críticas às práticas devastadoras da natureza (queimada, derrubada de árvores, desmatamento) e culpa o homem rural por não ter consciência da preservação da natureza.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-06 12:08:55 UTC</pubDate>
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         <title>Análise da obre:</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><br></strong>Inserida nos primeiros anos da república no país, a obra faz uma análise da sociedade brasileira da época. A maior crítica recai sobre o universo da política.<br><br></div><div>Em um tom profético, Barreto aborda questões como as injustiças sociais, o clientelismo, a burocracia e os interesses pessoais e políticos, dentre outros.<br><br></div><div>Por meio do nacionalismo exacerbado e da postura ingênua e idealista do protagonista, o escritor traz à tona questões de denúncia social.<br><br></div><div>Em algumas passagens, é possível identificar o tom irônico e cômico utilizado como recurso estilístico. Floriano Peixoto é um personagem real da história do país, sendo uma figura que oferece maior veracidade aos fatos apresentados.<br><br></div><div>Além disso, algumas guerras, que de fato aconteceram, também são mencionadas. Podem ser citadas como exemplo: a <strong>Revolta da Armada</strong>, a <strong>Guerra do Paraguai</strong> e a <strong>Revolução Federalista</strong>.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-13 11:30:09 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em>“Havia simples marinheiros; havia inferiores; havia escreventes e operários de bordo. Brancos, pretos, mulatos, caboclos, gente de todas as cores e todos os sentimentos, gente que se tinha metido em tal aventura pelo hábito de obedecer.”</em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-13 11:41:46 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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