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      <title>O suicídio e as diferentes culturas by Alexandre De Oliveira Marques</title>
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      <description>Mural das reações dos vários povos sobre o ato de tirar a própria vida.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-09-27 10:40:30 UTC</pubDate>
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         <title>MÉXICO</title>
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         <description><![CDATA[<div>GRUPO 7<br>BEATRIZ SILVA 201902498879<br>CAMILA REIS 201709119292<br>EVELYN OURO 201804130036<br>INGRID ELIZIÁRIO 201801012547</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-29 23:26:17 UTC</pubDate>
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         <title>MÉXICO</title>
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         <description><![CDATA[<div>GRUPO 7<br>BEATRIZ SILVA 201902498879<br>CAMILA REIS 201709119292<br>EVELYN OURO 201804130036<br>INGRID ELIZIÁRIO 201801012547</div>]]></description>
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         <title>MÉXICO</title>
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         <description><![CDATA[<div>GRUPO 7<br>BEATRIZ SILVA 201902498879<br>CAMILA REIS 201709119292<br>EVELYN OURO 201804130036<br>INGRID ELIZIÁRIO 201801012547</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-29 23:49:49 UTC</pubDate>
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         <title>MÉXICO</title>
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         <description><![CDATA[<div>O filme promove uma exaltação do folclore mexicano fazendo uma verdadeira homenagem à cultura do país latino. A história se inicia na véspera do feriado mexicano "Dia dos Mortos", que na tradição mexicana neste dias os mortos tem permissão divina para visitar sues familiares e amigos que se lembram deles. Por isso as famílias fazem altares com as fotos e comidas preferidas das pessoas que já se foram. Esta é uma festa muito animada, pois ao contrario do que possa nos parecer é uma dia para se receber os amados familiares que já partiram.<br><br>GRUPO 7<br>BEATRIZ SILVA 201902498879<br>CAMILA REIS 201709119292<br>EVELYN OURO 201804130036<br>INGRID ELIZIÁRIO 201801012547<br><br></div>]]></description>
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         <title>MÉXICO</title>
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         <description><![CDATA[<div>GRUPO 7<br>BEATRIZ SILVA 201902498879<br>CAMILA REIS 201709119292<br>EVELYN OURO 201804130036<br>INGRID ELIZIÁRIO 201801012547</div>]]></description>
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         <title>Suicídio na população Brasileira</title>
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         <description><![CDATA[<div>Grupo 2<br>Juliana Teixeira Lima - 201907308121<br>Patrick Thales Aguiar - 201709005092<br>Erika Cristina - 201908328738<br>Vanessa Gama dos Santos -201903417937<br>Simone Alves D’Oliveira Titiry Pinto – 201903165717<br>Karen Luane Felix Rodrigues -&nbsp; 201701174693<br>Caroline Villares de Moraes - 201804187178<br>Ana Paula Fonseca Cardoso&nbsp;<br>201908173361<br><br></div>]]></description>
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         <title>Suicídio na população brasileira</title>
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         <description><![CDATA[<div>Grupo 2&nbsp;<br>Associação Brasileira de Estudos e Prevenção do Suicídio<br><br>Juliana Teixeira Lima 201907308121<br>Patrick Thales Aguiar - 201709005092<br>Erika Cristina - 201908328738<br>Vanessa Gama dos Santos -&nbsp; 201903417937<br>Simone Alves D’Oliveira Titiry Pinto –&nbsp; 201903165717<br>Karen Luane Felix Rodrigues -&nbsp; 201701174693<br>Caroline Villares de Moraes - 201804187178<br>Ana Paula Fonseca Cardoso&nbsp;<br>201908173361</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-01 22:25:09 UTC</pubDate>
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         <title>Suicídio na população Brasileira</title>
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         <description><![CDATA[<div>Juliana Teixeira Lima - 201907308121<br>Patrick Thales Aguiar - 201709005092<br>Erika Cristina - 201908328738<br>Vanessa Gama dos Santos -201903417937<br>Simone Alves D’Oliveira Titiry Pinto –&nbsp; 201903165717<br>Karen Luane Felix Rodrigues - 201701174693<br>Caroline Villares de Moraes - 201804187178<br>Ana Paula Fonseca Cardoso&nbsp;<br>201908173361</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-01 22:30:31 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 2 - BRASIL</title>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Principais fatos sobre o suicídio:<br></strong><br></div><ul><li>Cerca de 800 mil pessoas morrem por suicídio todos os anos.</li><li>Para cada suicídio, há muito mais pessoas que tentam o suicídio a cada ano. A tentativa prévia é o fator de risco mais importante para o suicídio na população em geral.</li><li>O suicídio é a segunda principal causa de morte entre jovens com idade entre 15 e 29 anos.</li><li>79% dos suicídios no mundo ocorrem em países de baixa e média renda.</li><li>Ingestão de pesticidas, enforcamento e armas de fogo estão entre os métodos mais comuns de suicídio em nível global.</li></ul><div>Trata-se de um grave problema de saúde pública; no entanto, os suicídios podem ser evitados em tempo oportuno, com base em evidências e com intervenções de baixo custo. Para uma efetiva prevenção, as respostas nacionais necessitam de uma ampla estratégia multissetorial.<br><br><sup>Juliana Teixeira Lima - 201907308121<br>Patrick Thales Aguiar - 201709005092<br>Erika Cristina - 201908328738<br>Vanessa Gama dos Santos - 201903417937<br>Simone Alves D’Oliveira Titiry Pinto –&nbsp; 201903165717<br>Karen Luane Felix Rodrigues - 201701174693<br>Caroline Villares de Moraes - 201804187178<br>Ana Paula Fonseca Cardoso -<br>201908173361</sup></div>]]></description>
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         <title>Suicídio na População Brasileira</title>
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         <description><![CDATA[<div>O suicídio não é um fenômeno recente, mas os números têm impactado tão fortemente os órgãos internacionais de saúde que não há dúvidas: estamos diante de um grave problema de saúde pública. No Brasil, cerca de 12 mil pessoas tiram a própria vida por ano, quase 6% da população. No mundo, são cerca de 800 mil de suicídios anuais. O Brasil só perde para os EUA.<br><br>Não por acaso, desde 2003, o dia 10 de setembro foi escolhido como o Dia Mundial de Prevenção do Suicídio. No Brasil, a campanha Setembro Amarelo foi iniciada há cinco anos.<br><br>No mundo, as notificações apontam para um suicídio a cada 40 segundos. No Brasil, a cada 46 minutos uma pessoa tira a própria vida. Uma realidade devastadora quando se identifica o perfil das vítimas brasileiras: a maioria é homem, negro, com idade entre 10 e 29 anos, segundo dados do Ministério da Saúde avaliados nos últimos quatro anos e divulgados numa pesquisa no ano passado.<br><br>Juliana Teixeira Lima - 201907308121<br>Patrick Thales Aguiar - 201709005092<br>Erika Cristina - 201908328738<br>Vanessa Gama dos Santos - 201903417937<br>Simone Alves D’Oliveira Titiry Pinto - 201903165717<br>Karen Luane Felix Rodrigues - 201701174693<br>Caroline Villares de Moraes - 201804187178<br>Ana Paula Fonseca Cardoso - 201908173361<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-01 23:01:36 UTC</pubDate>
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         <title>Suicídio na População Brasileira </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O suicídio é um fenômeno multifatorial que impacta diretamente da saúde pública não apenas dos países afetados por ela, mas do mundo. Segundo a OMS, 1 em cada 100 mortes no mundo, são ocasionadas pelo suicídio. Sendo assim, todos os anos mais pessoas morrem de suicídio do que de câncer de mama, HIV ou malária.&nbsp;</div><div>No Brasil, a maior taxa de suicídio da população, segundo o Ministério da Saúde, ocorre na população indígena.&nbsp;<br><br><br>Juliana Teixeira Lima - 201907308121<br>Patrick Thales Aguiar - 201709005092<br>Erika Cristina - 201908328738<br>Vanessa Gama dos Santos - 201903417937<br>Simone Alves D’Oliveira Titiry Pinto –&nbsp; 201903165717<br>Karen Luane Felix Rodrigues - 201701174693<br>Caroline Villares de Moraes - 201804187178<br>Ana Paula Fonseca Cardoso - 201908173361<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-01 23:09:26 UTC</pubDate>
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         <title>Suicídio na População Brasileira </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/marquesalexandre1/ymxrnrmi43ytghb9/wish/1785232380</link>
         <description><![CDATA[<div>Juliana Teixeira Lima matrícula - 201907308121<br>Patrick Thales Aguiar - 201709005092<br>Erika Cristina - 201908328738<br>Vanessa Gama dos Santos - 201903417937<br>Simone Alves D’Oliveira Titiry Pinto –&nbsp; 201903165717<br>Karen Luane Felix Rodrigues - 201701174693<br>Caroline Villares de Moraes - 201804187178<br>Ana Paula Fonseca Cardoso - 201908173361</div>]]></description>
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         <title>GRUPO 4 - ÁFRICA</title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title>India</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O suicídio é uma questão de saúde pública urgente na Índia. Mesmo o suicídio sendo a quarta forma de morte no mundo, ainda é a terceira entre as mulheres, e indo num caminho oposto de outros países do mundo, a diferença do número de homens e mulheres que tentam suicídio na Índia é de 1.5/ 1 respectivamente enquanto no resto do mundo é de 3/1. Estudos do início dos anos 2000 já alertavam para o crescente problema que a Índia vinha e vem enfrentando nas últimas décadas. O significado de suicídio na Índia foi modificado de acordo com a época vivida e a motivação para o ato. No início do período Védico (4000-2000 a.C.) o suicídio era permitido, e os indianos faziam sacrifícios para terem boas colheitas e na esperança de proteção. Alguns textos indianos antigos retratam o suicídio como uma forma de evitar vergonha e desgraça. O suicídio também foi mencionado em histórias de Ramayana e Mahabharata, onde o este foi visto como algo a ser replicado (crescente número de suicídio no reino de Ayodhya após o falecimento do Lord Sri Ram), como um sacrifício (quando Dadhichi sacrificou sua vida para que os Deuses pudessem usar seus ossos contra os demônios), como um ato condenatório (Bhagavad Gita condenava o suicídio e acreditava que tal morte não poderia ter o “shraddha”, rito funerário), a tentativa de suicídio deveria ser castigada (os Brahmas acreditam que aquele que tenta suicídio deve jejuar por um tempo específico), e por fim os Upanishads, as escrituras sagradas, condenam o suicídio e atestam que: “aquele que tira sua própria vida entrará nas áreas sem sol coberto por uma escuridão impenetrável depois da morte”.<br><br></div><div>Na literatura Hindu o suicídio é justificado quando é para atingir a salvação do círculo do nascimento e renascimento e para alcançar a imortalidade. Existem também algumas exceções para o suicídio como: pessoas que se afogam na junção dos rios sagrados (Ganges e Yamuna), quem vaga e decide por passar fome pelo resto de sua vida, pessoas que estão muito doentes ou idosas e querem dar fim em suas vidas, sutee (sati) mulheres que ocasionam suas próprias mortes nos funerais de seus maridos falecidos para se juntarem a eles no próximo mundo. Sutee (sati) surgiu como um ato voluntário que depois se tornou uma obrigação e as viúvas eram forçadas/ incentivadas a cometerem o suicídio tanto através de uma pressão social ou uma força física. O suicídio religioso (para atingir a salvação do círculo de nascimento e renascimento) é planejado por bastante tempo, às vezes até anos enquanto o suicídio não religioso é visto como um ato de desespero, muitas vezes não planejado.<br><br></div><div>Durante muito tempo o suicídio e sua tentativa foram criminalizados e por isso muitas famílias omitiam as causas de morte para acidente ou relacionados quando algum suicídio ocorria com medo de serem penalizados tanto de forma legal quanto socialmente. Segundo Rao (1983: 212/213), “Os sobreviventes das tentativas de suicídio e os seus familiares são vistos de forma suspeita e este ato mancha a imagem da família prejudicando as perspectivas de casamento. As atitudes da sociedade frente a pessoa que tentou suicídio e sua família são compostas de medo, censura, vergonha e condescendência, coisas que podem prejudicar a vida econômica e social daquela família.”<br><br></div><div>Em 2018, o governo da Índia, seguindo orientações de prevenção do Ato de Cuidados a Saúde Mental (2017), descriminalizou a tentativa de suicídio, reduzindo-se portanto o sofrimento e estresse causado naqueles que tentaram suicídio e nas suas famílias.<br><br></div><div>HINDUÍSMO<br><br></div><div>&nbsp;“O suicídio no Hinduísmo significa matar a própria alma, pura e simplesmente. Com isso, esta religião enxerga o ato de suicídio de forma negativa, como um pecado e um ato totalmente des­prezível. O Hinduísmo enxerga a vida como sagrada, onde cada indivíduo tem a missão de ser responsável e desempenhar o seu papel no mundo. Quando ocorre o suicídio, este é visto motivado por paixões ruins e ilusão. No entanto, esta religião possui a crença de que o suicídio pode ser permitido em algumas situações, principalmente quando ocorrerem por gurus como um ato de sacrifício”, relata o portal.<br><br><br>Grupo 1 - Índia:<br>Alexia Paula Muniz Ribeiro da Silva - 201707009491</div><div>Aline da silva Pereira - 201708179038</div><div>Beatriz Cabral Marques Moreira – 201801018367</div><div>Emily Meneses Rangel Santos - 201908158158</div><div>Luzia Regina da Silva - 201808275462</div><div>Neiva Valeria Dutra Koppe - 202101126131</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-03 13:20:10 UTC</pubDate>
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         <title>India</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>https://www.delas.pt/quase-40-dos-suicidios-femininos-acontece-na-india/atualidade/445140/<br><br>Grupo 1 - Índia:<br>Alexia Paula Muniz Ribeiro da Silva - 201707009491</div><div>Aline da silva Pereira - 201708179038</div><div>Beatriz Cabral Marques Moreira – 201801018367</div><div>Emily Meneses Rangel Santos - 201908158158</div><div>Luzia Regina da Silva - 201808275462</div><div>Neiva Valeria Dutra Koppe - 202101126131</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-03 13:21:59 UTC</pubDate>
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         <title>India</title>
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         <description><![CDATA[<div>Uma discussão sobre a questão da morte nas tradições do Hinduísmo. O tema da morte sempre constituiu um mistério. Inconscientemente rejeitamos sua ocorrência, pois intuímos a continuidade da existência. O Hinduísmo considera esse inconformismo com a morte como uma indicação da eternidade da alma. A imortalidade pode ser vista, segundo os ensinamentos da Bhagavad-gītā, em duas perspectivas: a da transmigração da alma e a da libertação da existência material. Uma jornada com retorno, e uma jornada sem retorno e em direção ao eterno. Na plataforma da auto realização há o reconhecimento da existência continuada do ser, da consciência ou conhecimento ilimitado e da satisfação estética infinita. Ou seja, a morte do corpo e a perda dos prazeres dos sentidos temporários pode não representar em última análise, um prejuízo. Porque há a possibilidade de se manifestar um ganho maior, não há motivo para medo e ansiedade. A passagem para outro corpo é algo tão natural, como ir para outro lugar diferente.<br>Hinduísmo busca, portanto, na&nbsp; experiência&nbsp; prática,&nbsp; estruturar&nbsp; a&nbsp; vida da pessoa, por meio de vários processos, para &nbsp; que &nbsp; ela &nbsp; possa &nbsp; realizar &nbsp; a&nbsp; &nbsp;sua natureza (svarupa)&nbsp; &nbsp; &nbsp;enquanto alma espiritual (ātman). O Hinduísmo não &nbsp; vê &nbsp; a&nbsp; &nbsp;vida como&nbsp; mero&nbsp; sintoma&nbsp; de&nbsp; condições&nbsp; que&nbsp; a torna&nbsp; possível,&nbsp; mas&nbsp; sim,&nbsp; decorrente&nbsp; da presença no&nbsp; corpo&nbsp; da alma&nbsp; espiritual,&nbsp; e considera desconcertante acreditar no karmasem&nbsp; aceitar&nbsp; os&nbsp; conceitos&nbsp; da alma&nbsp; &nbsp; &nbsp;individual&nbsp; &nbsp; &nbsp;(jīvātmā)&nbsp; &nbsp; &nbsp;e&nbsp; &nbsp; &nbsp;seu renascimento (punar-janma)<br><br>Hinduísmo<br><br>Para esta religião, a vida é considerada como sagrada, sendo a alma tida como imortal. Uma característica que se faz presente é a crença na reencarnação da alma após a morte física. Acerca dessa consciência na imortalidade da alma é retratado no trecho do Bhagavad-Gîtâ (poema épico que contém princípios do hinduísmo), no canto 2 que diz:&nbsp; “O Eu nunca nasceu nem jamais morrerá. E uma vez que existe, nunca deixará de existir. Sem nascimento, sem morte, imutável, eterno – sempre ele mesmo é o Eu, a alma. Não é destruído com a destruição do corpo”.<br><br>Em relação à ideia de morte e de transmutação da alma para outro corpo envolve uma série de questões, entre elas, o que influencia é a maneira como a pessoa agiu em vida está diretamente associada a uma expectativa de como ela reencarnará na próxima vida, esse é o que se chama de Karma, ou seja, as ações de vidas passadas refletem no modo como virá nas vidas futuras.<br><br>A prática do suicídio estaria a interromper esse ‘caminho’ no ciclo kármico, portanto sendo considerada uma morte na ignorância, e isso reflete na próxima reencarnação. Assim, de acordo com o Bhagavad-Gîtâ quando se morre em uma situação tida como modo de ignorância, podendo considerar entre elas o suicídio, a alma nasce em corpo irracional como de um animal para experimentar certas privações que paulatinamente vá contornando essa ação ignorante do ser. (BG XIV. 15).<br><br>Apesar de no hinduísmo ficar evidente o caráter negativo dado ao tema suicídio, em outros momentos é possível perceber uma permissão à prática que estaria associada à ‘nobreza da causa’ como é o caso do Sati, considerado uma autoimolação ligada ao rito referente aos laços matrimoniais hindu, que consistia na recém viúva se lançar na pira funerária do marido falecido. Acreditava-se que dessa forma se garantia a permanência da união do casal nas próximas reencarnações por meio do sacrifício da viúva. O Sati foi abolido na Índia.<br><br>Grupo 1 - Índia:<br>Alexia Paula Muniz Ribeiro da Silva - 201707009491</div><div>Aline da silva Pereira - 201708179038</div><div>Beatriz Cabral Marques Moreira – 201801018367</div><div>Emily Meneses Rangel Santos - 201908158158</div><div>Luzia Regina da Silva - 201808275462</div><div>Neiva Valeria Dutra Koppe - 202101126131</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-03 13:24:44 UTC</pubDate>
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         <title>India</title>
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         <description><![CDATA[<div>https://www.who.int/india/health-topics/suicide<br><br>Tentativa de suicídio e suicídio é ilegal no código penal indiano. A maioria das famílias não se reportará sobre tentativas de suicídio (Rao 1983: 212). É um problema que muitas vezes as famílias encobrem os suicídios como acidentes, porque por medo de serem punidas por lei. Portanto, o número estimado de casos desconhecidos deve ser muito alto. As consequências das famílias em que a tentativa de suicídio ou suicídio ocorreram estão ao lado de penas legais para desvantagens sociais:<br><br>"Sobreviventes de tentativas de suicídio e familiares são investigados com desconfiança, e tal 'mancha' familiar pode prejudicar as perspectivas do casamento. A atitude da sociedade em relação ao suicídio e sua família é agravada de medo, censura, vergonha e condescendência, tudo isso pode ferir o status econômico e social de uma família" (Rao 1983: 212/213).<br><br>A proibição de tentativa e suicídio cometido por lei obviamente não é solução para o problema do suicídio. Em vez disso, intensifica a pressão social para a pessoa que tentou suicídio e para a família em questão, pois por medo de ser punido e perder o status social.<br><br>Grupo 1 - Índia:<br>Alexia Paula Muniz Ribeiro da Silva - 201707009491</div><div>Aline da silva Pereira - 201708179038</div><div>Beatriz Cabral Marques Moreira – 201801018367</div><div>Emily Meneses Rangel Santos - 201908158158</div><div>Luzia Regina da Silva - 201808275462</div><div>Neiva Valeria Dutra Koppe - 202101126131</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-03 13:28:07 UTC</pubDate>
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         <title>India</title>
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         <description><![CDATA[<div>https://www.grin.com/document/80758<br><br>Grupo 1 - Índia:<br>Alexia Paula Muniz Ribeiro da Silva - 201707009491</div><div>Aline da silva Pereira - 201708179038</div><div>Beatriz Cabral Marques Moreira – 201801018367</div><div>Emily Meneses Rangel Santos - 201908158158</div><div>Luzia Regina da Silva - 201808275462</div><div>Neiva Valeria Dutra Koppe - 202101126131</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-03 13:29:49 UTC</pubDate>
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         <title>India</title>
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         <description><![CDATA[<div>https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3554961/<br><br>Grupo 1 - Índia:<br>Alexia Paula Muniz Ribeiro da Silva - 201707009491</div><div>Aline da silva Pereira - 201708179038</div><div>Beatriz Cabral Marques Moreira - 201801018367</div><div>Luzia Regina da Silva - 201808275462</div><div>Neiva Valeria Dutra Koppe - 202101126131</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-03 13:30:15 UTC</pubDate>
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         <title>India</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Nova Délhi, 2 abr (EFE).- O suicídio se tornou a principal causa de morte entre as mulheres abaixo dos 50 anos na Índia, um fenômeno que analistas estão relacionando à opressão que elas sofrem no casamento.<br><br>Ao contrário de outros países, as mulheres casadas se matam mais que as divorciadas e as viúvas no gigante asiático, onde o suicídio é a principal causa de morte de mulheres entre os 15 e os 49 anos: só em 2010, foram cerca de 78 mil, segundo o relatório Global Burden of Diseases, Injuries, and Risk Factors 2010 (Ônus Global de Doenças, Lesões e Fatores de Risco).<br><br>O estudo, realizado pelo Instituto de Saúde Métrica e Avaliação na Universidade de Washington e publicado recentemente, define as queimaduras como a segunda causa de óbitos.<br><br>Em terceiro lugar ficam as mortes provocadas pelo parto, que historicamente já foi a principal causa mortis de mulheres jovens indianas, mas que se reduziu nos últimos anos.<br><br>Para o psicanalista Sudhir Kakar, os dados refletem que 'a causa dos suicídios de mulheres jovens é o casamento'.<br><br>'Quando as mulheres se casam, atravessam um período muito duro, já que se mudam para a casa dos sogros, onde têm muito pouco apoio e passam a ocupar o nicho mais baixo', explicou à Agência Efe o psicanalista.<br><br>No país, a maioria dos casamentos é arranjada pelos pais e em muitos casos se mantém a estrutura da família estendida, com várias gerações vivendo sob o mesmo teto com uma hierarquia muito rigorosa.<br><br>Ranjana Kumari, diretora do Centro de Pesquisa Social de Nova Délhi, afirmou à Efe que 'as meninas se casam muito novas e não estão preparadas para o casamento nem para a violência que em muitos acontece'.<br><br>Um estudo recente da ONU aponta que 47% das mulheres na Índia têm casamentos arranjados por seus pais quando ainda são menores de idade, o que representa mais de 40% dos casos de casamentos infantis mundiais.<br><br>'Além disso, não podem partilhar seus problemas com ninguém. Estão sozinhas', disse a ativista, que acredita que 'há uma total falta de apoio perante os problemas mentais'.<br><br>Kumari também considerou o dote uma das causas que levam uma mulher a se suicidar, diante do assédio que sofrem por parte das famílias para que paguem mais e para evitar arruinar seus pais.<br><br>Na Índia, as mulheres são obrigadas a pagar ao namorado e a sua família um dote, uma prática proibida por lei, mas que se acentuou com a chegada da modernidade e o consumismo e cada vez se exigem quantias maiores, que podem incluir carros e apartamentos.<br><br>Uma investigação da London School of Hygiene and Tropical Medicine (Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres) publicada na revista médica 'The Lancet' também aponta o casamento como uma das causas de suicídios de mulheres indianas.<br><br>O relatório afirma que as viúvas e divorciadas são menos propensas a se suicidar na Índia, ao contrário dos países ocidentais, onde as mulheres casadas se suicidam menos.<br><br>Os contrastes não acabam aí, já que o estudo afirma que nos países desenvolvidos os homens se suicidam três vezes mais que as mulheres, enquanto na Índia a diferença cai para uma vez e meia a mais.<br><br>Além disso, na faixa entre 15 e 29 anos, quando acontecem 56% dos suicídios femininos, os números de indivíduos homens e mulheres são semelhantes, o que não acontece em outros países.<br><br>As estimativas de suicídios femininos dos estudos internacionais dão dados superiores aos oficiais indianos, que situam em 64.607 o número de mulheres que se mataram em 2010.<br><br>A diferença se atribui a que as famílias denunciam em muitos casos os suicídios como acidentes para evitar a vergonha social e porque na Índia a tentativa de suicídio está criminalizada.<br><br>A ingestão de pesticidas é o método usado em quase metade dos suicídios na Índia, que tem uma das taxas mais altas de suicídio no mundo, por ser altamente letal. EFE<br><br>Grupo 1 - Índia:<br>Alexia Paula Muniz Ribeiro da Silva - 201707009491</div><div>Aline da silva Pereira - 201708179038</div><div>Beatriz Cabral Marques Moreira – 201801018367</div><div>Emily Meneses Rangel Santos - 201908158158</div><div>Luzia Regina da Silva - 201808275462</div><div>Neiva Valeria Dutra Koppe - 202101126131</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-03 13:31:57 UTC</pubDate>
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         <title>Suicídio na África: Moçambique tem a mais alta taxa de suicídio no continente (dados de 2016)</title>
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         <pubDate>2021-10-03 13:34:12 UTC</pubDate>
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         <title>Depressão e suicídio na África</title>
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         <pubDate>2021-10-03 13:36:14 UTC</pubDate>
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         <title>Índia</title>
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         <description><![CDATA[<div>Taxas de suicídio padronizadas por idade (por 100.000 habitantes), ambos sexos, 2019</div><div>A Índia possui uma taxa de suicídio de 12.7% para ambos os sexos.<br><br>Grupo 1 - Índia:<br>Alexia Paula Muniz Ribeiro da Silva - 201707009491</div><div>Aline da silva Pereira - 201708179038</div><div>Beatriz Cabral Marques Moreira – 201801018367</div><div>Emily Meneses Rangel Santos - 201908158158</div><div>Luzia Regina da Silva - 201808275462</div><div>Neiva Valeria Dutra Koppe - 202101126131</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-03 13:59:53 UTC</pubDate>
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         <title>Índia</title>
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         <description><![CDATA[<div>Taxas de suicídio padronizadas por idade (por 100.000 habitantes), sexo feminino, 2019<br>Indo em contra mão ao resto do mundo, a Índia apresenta uma taxa de suicídio de 11.1% para o sexo feminino.<br><br>Grupo 1 - Índia:<br>Alexia Paula Muniz Ribeiro da Silva - 201707009491</div><div>Aline da silva Pereira - 201708179038</div><div>Beatriz Cabral Marques Moreira – 201801018367</div><div>Emily Meneses Rangel Santos - 201908158158</div><div>Luzia Regina da Silva - 201808275462</div><div>Neiva Valeria Dutra Koppe - 202101126131</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-03 14:02:34 UTC</pubDate>
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         <title>Índia</title>
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         <description><![CDATA[<div>Taxas de suicídio padronizadas por idade (por 100.000 habitantes), sexo masculino, 2019<br>Ainda diferente dos outros países que apresentam uma maior&nbsp; diferença nas taxas de suicídio entre os homens e mulheres, a Índia possui uma taxa de suicídio de 14.1% para o sexo masculino.<br><br>Grupo 1 - Índia:<br>Alexia Paula Muniz Ribeiro da Silva - 201707009491</div><div>Aline da silva Pereira - 201708179038</div><div>Beatriz Cabral Marques Moreira – 201801018367</div><div>Emily Meneses Rangel Santos - 201908158158</div><div>Luzia Regina da Silva - 201808275462</div><div>Neiva Valeria Dutra Koppe - 202101126131</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-03 14:05:40 UTC</pubDate>
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         <title>Suicídio na África</title>
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         <description><![CDATA[<div>Como a perda da filosofia Ubuntu impacta no suicídio na África?</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-03 14:20:23 UTC</pubDate>
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         <title>GRUPO 5 JAPÃO</title>
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         <description><![CDATA[<div><strong>1. INTRODUÇÃO – SUICÍDIO CULTURA JAPONESA</strong><br>Fatores culturais têm grande influência nos casos de suicídio e variam de sociedade para sociedade. O Japão é um país de primeiro mundo e também é conhecido por sua alta taxa de suicídio. A história do suicídio no Japão remonta aos tempos antigos.<br>O samurai pertencente à classe alta não existe há mais de um século, mas ainda existem alguns vestígios que sobreviveram. A morte é uma responsabilidade, nas palavras de Durkheim, suicídio altruísta. O gesto de suicídio está se tornando cada vez mais solene, preciso e ritualístico. Este é um procedimento implementado em nome de Seppuku, uma forma de polimento que especifica " ventre cortado ". Sua leitura popular, harakiri, é mais familiar para nós. Durante a Segunda Guerra Mundial, um fenômeno semelhante também aconteceu com os soldados japoneses. Uma morte considerada honrosa, os kamikazes foram reconhecidos como heróis pela sociedade japonesa. (MOHOMED, 2012)<br>Os samurais eram a elite guerreira do Japão feudal. Eles não temiam a morte e deveriam morrer com honra defendendo seu senhor, ou defendendo a própria reputação e o nome de seus ancestrais. Se falhassem, eram ensinados a cometer o haraquiri, pois se morressem defendendo sua honra teriam cumprido sua missão de vida. Este era um dos ensinamentos do Bushido. (HIRANO, 2015)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-03 14:23:13 UTC</pubDate>
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         <title>GRUPO 5 - JAPÃO</title>
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         <description><![CDATA[<div>1<strong>.1. SEPPUKU, HARAKIRI E KAMIKAZE</strong><br>O ritual seppuku, em sua forma mais comum e reconhecível, tornou-se um espetáculo altamente ritualizado de suicídio nobre e artístico na década de 1700. O condenado usava um quimono de morte branco cerimonial e foi autorizada uma refeição final. A lâmina de execução, que pode variar de tamanho de uma espada longa a uma faca cerimonial, foi então servida no último prato, e era esperado que ele escrevesse um poema de morte antes de esfaquear-se no abdômen e cortar primeiro da esquerda para a direita e<br>depois para cima. Ao concluir o corte, seu segundo passo seria dado por um Kaishakunin, o encarregado auxiliar no ritual suicida japonês seppuku, cuja função é a decapitação da vítima, que avançaria para dar o golpe fatal no pescoço exposto do condenado. (MOHOMED, 2012)<br>O ritual do harakiri consistia na introdução da espada curta do samurai no lado esquerdo do abdômen, cortando a  região central do corpo e puxando a lâmina para cima.<br>O centro do corpo era entendido como o centro das moções e do espírito. Assim, com esse ato o samurai estaria, literalmente, cortando sua alma e reconhecendo sua perda, sua derrota, sua desonra. (HIRANO, 2015)<br>No século XX, mais precisamente durante a Segunda Guerra Mundial, os jovens pilotos da Marinha Imperial Japonesa atiravam seus aviões contra os alvos inimigos. Os pilotos eram chamados kamikazes, cujo significado é “ventos dos deuses”. Esses jovens cometiam esse suicídio com devoção e orgulho, em nome da Pátria e do Imperador. (HIRANO, 2015)<br>No final da Segunda Guerra Mundial, o Japão estava sendo massacrado pelos bombardeios dos EUA e precisava impedir o avanço dos inimigos com o menor número de mortos. Para isso adotou uma estratégia onde os pilotos atiravam seus próprios aviões, carregados de bomba, contra o alvo inimigo, surpreendendo a todos, principalmente seus<br>adversários. (HIRANO, 2015)<br>Estima-se que 5.000 soldados Kamikaze perderam suas vidas durante a guerra.<br>A sociedade japonesa incute padrões absolutos de moralidade. Preceitos como honra, orgulho, vergonha, serviço, lealdade estão arraigados na cultura japonesa. O suicídio tornou-se uma prática institucionalizada no Japão ao longo de sua história. No Japão feudal existia o Bushido, código de honra subentendido, transmitido oralmente e cujo<br>significado é “caminho do guerreiro”. Esse código versava sobre lealdade, fidelidade, coragem, justiça, educação, humildade, compaixão, honra e, acima de tudo, viver e morrer com dignidade. Para os samurais, esse código tinha mais forças do que as próprias leis do Japão. (HIRANO, 2015)<br>Os kamikazes praticavam a morte voluntária porque não aceitavam a derrota. Eles acreditavam que valia a pena morrer para que o Japão não acabasse. Matar-se frente<br>ao insucesso ou fracasso escolar pode ter o mesmo sentido que a perda de uma guerra ou deixar seu senhor morrer. O jovem japonês do século XXI, encontra no suicídio, a  solução para adaptar-se à situação de perdedor no mundo competitivo em que vivemos. (HIRANO, 2015)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-03 14:24:48 UTC</pubDate>
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         <title>GRUPO 5 - JAPÃO</title>
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         <description><![CDATA[<div><br><strong>1.2. HIKIKOMORI: SÍNDROME DO ISOLAMENTO EM CASA</strong><br>São identificados como apáticos, niilistas, desiludidos, distantes da escola e da sociedade - o jovem adulto filho mais velho de uma família com um bom nível socioeconômico. São notívagos, e passam a noite mantendo-se ocupados sob o brilho azulado de telas de TV e computador com apenas seus próprios pensamentos. A baixa taxa de suicídio entre hikikomoris precisa ser enfatizada. Embora o comportamento seja típico, todos com esta síndrome apresentam tipos específicos de&nbsp; personalidade. Alguns deprimidos outros são agressivos e ansiosos. Todos eles têm uma característica comum,<br>que é a incapacidade de assumir responsabilidades. Não é incomum desistir também por completo da higiene pessoal, ficando por alguns dias ou até por alguns meses sem<br>tomarem banho. (CASTRO; TORRES, 2018)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-03 14:27:33 UTC</pubDate>
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         <title>GRUPO 5 - JAPÃO</title>
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         <description><![CDATA[<div><br><strong>1.3. AOKIGAHARA, MACABRO 'BOSQUE DE SUICÍDIOS' JAPONÊS</strong><br>O bosque é conhecido no Japão como o local onde dezenas de pessoas vão, anualmente, para tirar as próprias vidas. O número exato de mortes no local não é divulgado, justamente para não estimular as pessoas a buscarem Aokigahara com a intenção de se suicidar. O Japão tem uma das taxas de suicídio mais altas do mundo, apesar de o número de casos ter diminuído. O bosque é localizado a noroeste do icônico Monte Fuji - a cerca de 100 km de Tóquio - e se espalha por 30 quilômetros quadrados<br>em uma região de solo de lava escura enrijecida, resultado da última grande erupção do vulcão, no ano de 864. A região é tradicionalmente associada com a morte: acredita-se que o local tenha sido usado anteriormente para o antigo costume de ubasute, em que idosos eram abandonados para morrer em épocas de escassez de alimentos e de seca<br>prolongada. (PREVIDELLI, 2020)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-03 14:31:56 UTC</pubDate>
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         <title>GRUPO 5 - JAPÃO</title>
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         <description><![CDATA[<div><br><br><strong>2. PANDEMIA E SUICÍDIOS NO JAPÃO</strong><br>Pandemia eleva taxa de suicídio no Japão após década de declínio, neste primeiro semestre de 2020, os números pareciam manter a queda constante, observada nos últimos<br>15 anos, incluindo dez anos consecutivos de declínio desde 2009. Porém, a partir de julho, a curva de suicídios começou a subir em meio ao estresse emocional e financeiro causado<br>pela pandemia. Uma das causas prováveis é o aumento do desemprego entre as mulheres, mais numerosas em empregos precários, especialmente em hotéis e restaurantes, dois setores muito afetados pela crise econômica gerada pela Covid-19. De acordo com os números divulgados o de outubro de 2020, foram registrados 2.153 suicídios —o maior total mensal em mais de cinco anos. Um crescimento de 82,6% em relação a outubro de 2019. Outra preocupação das autoridades é o aumento nas taxas de suicídio entre jovens.<br>Segundo o levantamento, mais de 300 crianças e adolescentes de até 18 anos cometeram o suicídio entre abril e novembro, número que representa um aumento de 30% em relação ao mesmo período de 2019. De acordo com uma porta-voz do Centro de Prevenção de Suicídios de Tóquio, os jovens se tornaram um público particularmente vulnerável por estarem mais ansiosos com o futuro e sofrerem mais com as diminuições das relações sociais. (WINGFIELD-HAYES, 2021)<br>https://www.youtube.com/watch?v=nAurIatq9tU<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-03 14:36:45 UTC</pubDate>
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         <title>GRUPO 5 - JAPÃO</title>
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         <description><![CDATA[<div>https://labdicasjornalismo.com/noticia/1619/conheca-a-voz-do-silencio<br><br><strong>Animação japonesa levanta questões sobre deficiência auditiva, isolamento, depressão, bullying e suicídio</strong><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-03 14:39:08 UTC</pubDate>
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         <title>GRUPO 5 - JAPÃO</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>3. CONCLUSÃO</strong><br>No Japão existe uma cobrança muito alta para o crescimento profissional, desde pequenas as crianças são pressionadas a tirarem as melhores notas até adultos com a<br>exigência de conseguirem bons empregos e essa cobrança é mais acentuada devido aos valores sociais e culturais do país.<br>A dificuldade em encontrar empregos estáveis gera ansiedade e depressão e evidências apontam que essas pessoas estão se matando porque perderam completamente a esperança e são incapazes de pedir ajuda, pois talvez grande motivo de suicídios seja por conta de uma cultura japonesa que não reclama, e doenças mentais são um verdadeiro tabu. "Não há muitas formas de expressar raiva ou frustração no Japão", diz Nishida.<br>“É possível inferir algumas razões, principalmente a questão do desemprego, das dificuldades econômicas e do alto nível de exigência da sociedade japonesa, além do caráter patriarcal e machista da cultura japonesa”, afirma o psiquiatra Rodrigo Fonseca Martins Leite, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. É importante destacar que a depressão não existia no Japão até o final dos anos 1990, quando uma empresa farmacêutica deu a ela o nome “resfriado da alma” (kokoro no kaze) a fim de poder criar mercado para os antidepressivos.<br>Fica claro que o Japão tem um longo caminho a percorrer para que isso mude, porém, pode-se dizer que o governo já está “abrindo os olhos” para esse problema, pois foi criado o Ministério da Solidão, responsável por criar campanhas e políticas públicas voltadas aos cuidados com a saúde mental e prevenção do suicídio. O que demonstra uma preocupação e cuidado com a problemática.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-03 14:43:40 UTC</pubDate>
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         <title>GRUPO 5 - JAPÃO</title>
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         <description><![CDATA[<div>ADRIANA GUIMARÃES DE LACERDA FERREIRA - 201707264201<br>ANDREA ISABEL MAGALHÃES CARDOSO - 202003393721<br>FLÁVIA FERNANDES BRAVO DE ASSUMPÇÃO- 201801021635<br>JULIA FÉLIX SOARES - 201903213398<br>MARCELLE CRISTINA NOGUEIRA MOREIRA - 201709047097<br>MONICA GUIMARAES MOUTELLA - 201802060324<br>RACHEL DOS SANTOS FÉLIX MACHADO - 201803396611<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-03 14:46:27 UTC</pubDate>
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         <title>GRUPO 5 - JAPÃO</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br><strong>Sistema de Saúde</strong><br>O sistema de saúde para doenças mentais também é ruim. Faltam psiquiatras, e não há qualquer tradição destes profissionais trabalharem junto com psicólogos.</div><div>Pessoas com problemas mentais podem receber prescrições de medicamentos psicotrópicos fortes, mas, com frequência, isso não vem acompanhado de um acompanhamento psicológico.</div><div>O próprio mercado de psicologia do Japão é uma bagunça. Ao contrário de outros países, não há um sistema de ensino estabelecido pelo governo nem para qualificação profissional de psicólogos clínicos.</div><div>Qualquer um pode ser apresentar como tal, e é muito difícil saber se quem presta este tipo de serviço sabe o que está fazendo.</div><div>Não é um bom cenário, ainda mais porque, apesar da taxa de suicídio ter começado a declinar nos últimos três anos, ela ainda é muito alta.</div><div>Nishida diz que o Japão agora começa a debater mais sobre doenças mentais e não tratar isso como algo assustador e estranho que afeta apenas a alguns poucos. Mas o especialista acredita que ainda há um longo caminho a ser percorrido.</div><div>"Quando há uma discussão na TV sobre problemas mentais no Japão, eles ainda falam como se depressão fosse sinônimo de suicídio. Isso precisa mudar."</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-03 14:59:07 UTC</pubDate>
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         <title>GRUPO 5 - JAPÃO</title>
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         <description><![CDATA[<div>https://www.netflix.com/br/title/80223226<br><strong>Filme "A voz do silêncio" na Netflix</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-03 15:48:46 UTC</pubDate>
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         <title>Suicídio na População Brasileira</title>
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         <description><![CDATA[<div>De acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2021, o Brasil registrou 12.895 suicídios em 2020. O país é líder mundial em casos de ansiedade e está em 2º lugar no ranking de casos de depressão.<em><br><br></em>Por ano, <a href="https://www.paho.org/pt/topicos/suicidio"><strong><em>800 mil pessoas se suicidam no mundo</em></strong></a><strong><em>.</em></strong> E 79% dos suicídios ocorrem em países de baixa e média renda, segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS). No Brasil, a média anual é de 12 mil mortes em decorrência do suicídio.</div><div>De acordo com a <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/audios/2020/09/casos-de-ansiedade-depressao-e-suicidio-aumentam-durante-pandemia"><strong><em>Organização Mundial da Saúde (OMS)</em></strong></a>, o Brasil é líder mundial em casos de ansiedade e está em 2º lugar no ranking de casos de depressão – uma doença que tem forte ligação com muitos casos de suicídio.</div><div>Com o início da pandemia de Covid-19, muitas pessoas tiveram que lidar com o isolamento e com a solidão, o que levou especialistas a temerem um aumento dos transtornos mentais. No entanto, no primeiro ano de pandemia não foram registrados aumentos nem nos casos de transtornos mentais nem nos suicídios.&nbsp;</div><div>De acordo com o <a href="https://forumseguranca.org.br/anuario-brasileiro-seguranca-publica/"><strong><em>Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2021</em></strong></a>, divulgado em julho pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, o Brasil registrou 12.895 suicídios em 2020, uma média de 35 casos por dia. A variação foi de 0,4% em relação a 2019, quando foram registrados 12.745 casos.&nbsp;</div><div>Os estados que apresentaram maior número, repetindo o ano anterior, foram São Paulo, Minas Gerais e Porto Alegre.&nbsp;</div><div>Apesar de os números terem permanecido estáveis, eles são altos e merecem atenção.<br><br><sup>Juliana Teixeira Lima - 201907308121<br>Patrick Thales Aguiar - 201709005092<br>Erika Cristina - 201908328738<br>Vanessa Gama dos Santos - 201903417937<br>Simone Alves D’Oliveira Titiry Pinto –&nbsp; 201903165717<br>Karen Luane Felix Rodrigues - 201701174693<br>Caroline Villares de Moraes - 201804187178<br>Ana Paula Fonseca Cardoso - 201908173361</sup></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-03 21:11:48 UTC</pubDate>
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         <title>A cidade que mata o futuro: em 2020, Altamira enfrentou um aumento avassalador de suicídios de adolescentes</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Nos quatro primeiros meses de 2020, o número de pessoas que tiraram a própria vida na cidade mais violenta da Amazônia já é quase o triplo da média anual do Brasil.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-03 21:24:13 UTC</pubDate>
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         <title>Rituais de morte na África</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-10-03 22:09:02 UTC</pubDate>
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         <title>Os rituais da Morte Natural x morte por suicídio na África (Grupo 4)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-10-03 22:22:31 UTC</pubDate>
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         <title>HOLANDA </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Grupo: 08<br>Alessandra dos Santos - 201802014772<br>Luciana Ribeiro de Vasconcelos<br>201903556821 </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-04 00:46:58 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 6 - CORÉIA DO SUL</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Ana Beatriz Gomes de Freitas - 201801008604<br>Ana Caroline de Oliveira 201902278501<br>Bruna Meireles Rodrigues - 201708200797<br>Isabela Cruz dos Santos - 201707210403<br>Lucas Abrahão Fontenele ribeiro - 20170721021<br>Natasha Gomes de Medeiros - 201808074084<br>Tatiany Pessanha Vidal - 201708051521<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-04 01:34:41 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 6 - CORÉIA DO SUL</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;A Ponte Mapo, localizada em Seul, foi durante muitos anos o lugar que mais atraiu pessoas destinadas a cometerem suicídio no país. Um estudo aponta que cerca de 1.090 pessoas tenham tirado as suas vidas na ponte, entre 2003 e 2011. Vendo isso, a Samsung criou uma campanha para ajudar a reduzir esses índices: instalaram luzes com frases de otimismo feitas por psicólogos, para que as pessoas lessem enquanto caminham pela ponte. São frases como: “Volte novamente e pegue um ar fresco”, “Como você está?” e “Não é bom caminhar na ponte?” são botadas juntos com imagens de comidas gostosas, crianças e idosos felizes. Também foram colocados telefones emergências junto com câmeras, para que as pessoas possam falar com uma central de saúde mental quando estiverem com risco suicida, e consequentemente, autoridades chegarem a tempo no local. Com essa ação, a taxa de suicídio diminuiu em 85%. Hoje em dia, a Ponte Mapo é chamada de “Ponte da vida”.<br>Ana Beatriz Gomes de Freitas - 201801008604<br>Ana Caroline de Oliveira 201902278501<br>Bruna Meireles Rodrigues - 201708200797<br>Isabela Cruz dos Santos - 201707210403</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-04 02:02:58 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 6 - Coréia do Sul</title>
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         <description><![CDATA[<div>Ana Beatriz Gomes de Freitas - 201801008604<br>Ana Caroline de Oliveira 201902278501<br>Bruna Meireles Rodrigues - 201708200797<br>Isabela Cruz dos Santos - 201707210403</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-04 02:14:37 UTC</pubDate>
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         <title>Suicídio na Coreia do Sul- Grupo 6</title>
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         <description><![CDATA[<div>A grande maioria dos textos apontam a Coreia do Sul como o país com maior taxa de suicídio de um estado membro da OCDE, um problema social bastante relevante e que concentra os maiores índices de suicídio entre os idosos e isso acontece por que é a faixa etária abrangente com maior índice de pobreza na Coreia do Sul, com quase metade da população idosa do país abaixo da linha de pobreza combinado com a falta de segurança social para os idosos e mal planejamento no setor previdenciário. Entre tantos motivos o que mais aparece é a visão de que estes são um fardo financeiro para as suas famílias e a zona rural tende a ter taxas de suicídio mais altas. Outro fato é que os homens têm uma taxa de suicídio quase duas vezes maior que as mulheres. Embora, a taxa de tentativa de suicídio é maior entre as mulheres. No geral o nível socioeconômico é o grande causador das tentativas e das mortes por suicídio, uma vez que é medido pelo nível de educação, grau de urbanidade e privação da residência de uma população. Nos adolescentes as ideias suicidas ocorrem em decorrência do baixo nível socioeconômico, alto stress, sono inadequado, uso de álcool e tabagismo. E ainda de acordo com a pesquisa as cidades que tem as maiores taxas de suicídio são: Gangwon em primeiro lugar com 37,84%, seguido de Chungnam em segundo lugar&nbsp; e Jeonbuk&nbsp; em terceiro lugar. Entre os idosos, pessoas com idade superior a 65 anos o primeiro lugar aparece Ulsan, em segundo lugar Gangwon e em terceiro lugar aparece Incheon, dentre as pessoas na faixa etária entre 20 a 39 anos de idade Daegu&nbsp; aparece em primeiro lugar, seguido de Gangwon, Jeonnam e Chungnam respectivamente.Integrantes:Ana Beatriz Gomes de Freitas - 201801008604Ana Caroline de Oliveira 201902278501Bruna Meireles Rodrigues - 201708200797Isabela Cruz dos Santos – 201707210403Lucas Abrahão Fontenele ribeiro 201707210217Tatiany Pessanha Vidal – 201708051521</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-04 03:10:01 UTC</pubDate>
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         <title>Suicídios no K-pop 2</title>
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         <description><![CDATA[<div>Ana Beatriz Gomes de Freitas - 201801008604<br><br></div><div>Ana Caroline de Oliveira 201902278501<br><br></div><div>Bruna Meireles Rodrigues - 201708200797<br><br></div><div>Isabela Cruz dos Santos – 201707210403&nbsp;<br><br></div><div>Natasha Gomes de Medeiros – 201808074084&nbsp;<br><br></div><div>A fama por trás das celebridades sul-coreanas, esconde terríveis sombras, por trás do glamour, principalmente da musica pop coreana. A maioria dessas celebridades q começam seus treinamentos já no início da adolescência, com a expectativa de uma agencia acha-los bons e começarem a lançar suas primeiras músicas. Mesmo com a conquista do sucesso, continuam a passar por rigorosos treinamentos, passando há não serem mais donos de sua própria vida, se tornam maquinas, sofrem diversos abusos tanto físicos quanto mentais.<br><br></div><div>"Estou me recuperando, estava sofrendo de uma série de problemas que se acumulavam um em cima do outro… Mas tenho um coração de aço e vou tentar ficar bem”, foi umas das mensagens deixadas pela cantora Goo Hara (amiga de Sulli, que a pouco cometera suicídio) foi hospitalizada depois de uma tentativa de tirar sua vida, infelizmente um mês depois, ela veio a se suicida-se. A cantora constantemente queixava-se do assédio que vinha sofrendo.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-04 12:48:48 UTC</pubDate>
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         <title>Grécia </title>
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         <description><![CDATA[<div>Patricia da Silva Paulote - matrícula:201903313333</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-04 17:41:44 UTC</pubDate>
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         <title>Grécia Antiga</title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-10-04 17:44:21 UTC</pubDate>
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         <title>Grécia</title>
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         <pubDate>2021-10-04 17:48:24 UTC</pubDate>
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         <title>Grécia </title>
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         <pubDate>2021-10-04 17:50:43 UTC</pubDate>
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         <title>Grécia</title>
         <author></author>
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         <pubDate>2021-10-04 17:51:48 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 3 - Nova Zelândia </title>
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         <description><![CDATA[<div>Neste país, segundos&nbsp; pesquisas feitas em 2017 pela Unicef, o país da Nova Zelandia tem o maior indice de mortes por suicidio entre adolescentes com q faixa etaria de 15 a 19 anos. Dentre&nbsp; todos os países desenvolvidos, cerca de 15,6 , quase 16 adolescentes por 100 mil pessoas se matam. Esse indice é maior do q muitos países como o dos Estados Unidos, e maior ainda se for comparar com a Inglaterra, Grã Bretanha, certa de cinco vezes mais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-06 17:57:44 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 3 - Nova Zelândia </title>
         <author></author>
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         <pubDate>2021-10-06 18:02:46 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 3 - Nova Zelândia </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Grupo 3&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<br>Milena Melo<br>Alessandra dos Santos<br>Jeaninne&nbsp;<br>Isabella Belardo<br>Vinicius dos Santos<br>Mateus da Rocha</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-06 18:11:51 UTC</pubDate>
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