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      <title>9 DM - Biografias by Lucas Maia</title>
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      <description>Criado com fascinação</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-09-04 16:59:07 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>hoje tenho 70 anos e vivo em Brasília como sempre morei sou medico e empreendedor gosto de jogar vídeo game e passar um tempo com a minha família, jogar futebol mesmo não estando em forma. minha INFANCIA FOI MUITO LEGAL MAS TEVE SEUS Problemas como de qualquer outra criança os problemas principais foram as notas em português e matemática mas com muito esforço e dedicação nos estudos me tornei um bom medico.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-14 12:38:17 UTC</pubDate>
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         <title>ser lembrado é tudo</title>
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         <description><![CDATA[<div>vamo lá quando eu nasci era td normal nd de mais tudo nos conformes fui pra uma escola perto da minha casa e eu não lembro de muita coisa mas eu tinha meus amigos e eu era feliz só depois no segundo ano mudei de escola pra uma melhor deixei meus amigos, pra falar a verdade eu nem lembro deles segui minha vida fiz mais amigos e tudo muito normal pro meu gosto podia continuar assim bem minha vó morreu sabe foi triste mas depois de um tempo segui em frente mudei de novo de escola e segui tudo normal de novo mas sabe ser normal é muito chato eu queria a partir daquele momento que a minha vida seria épica e foi naquele momento que eu comecei pois eu queria que os meus netos escutassem minhas histórias incríveis eu queria melhorar eu melhorei terminei a escola depois fui pra faculdade de direito peguei um emprego de advogado e fui viajar pelo mundo Qatar, Nova Zelândia, Japão ilhas nossa fui pra muitos lugares aproveitei minha vida me casei tive filhos e meu filhos tiveram filhos e é por isso que eu falo ser lembrado é TUDO. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-14 12:41:03 UTC</pubDate>
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         <title>👍</title>
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         <description><![CDATA[<div>Começou tudo em 2006, quando o meu pai decidiu morar em Brasília, tudo tava tranquilo quando meu pai estava em um grupo de amigos e COINCIDENTEMENTE minha mãe tbm estava lá 👍, tudo suave, até que meu pai deu uma cantada na minha mãe, e não é que ela gostou? Passou-se um ano e eles me tiveram. Sim, eu nasci (não sou adotado... eu acho) eu cresci e sempre morei em Brasília, quando eu entrei na Escola Maria Montessori eu tinha uns 2 anos, estudei lá até meus 11 anos, logo em seguida fui estudar no Sigma, estudei la e me formei no Sigma, segui a carreira de direito como meus irmãos e meu pai, é praticamente isso, tmj!&nbsp;</div><h1>👍👍👍👍👍👍👍👍👍👍👍👍👍👍👍👍👍👍👍👍👍👍👍👍</h1>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-14 12:44:14 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Minha vida é bem sem graça, nasci em 2007, na com uma ótima condição de vida e nada nunca me foi negado, tenho muita gratidão por todas as oportunidades que a vida me proporcionou. Com 2 anos comecei a estudar na escolhinha, iam esperar até eu ter 3 anos, mas dei um chilique no restaurante e meu pai ficou bravo.&nbsp;<br>Lá fiz muitos amigos que tenho contato até hoje, estudei lá até meus 7 anos de idade. Com 8 fui para uma escola mais puxada, era muito tempo de estudo para uma idade tão jovem, mas acho que foi essencial para que eu tivesse a base educacional que necessitava. Nessa escola tive minhas primeiras amizades sinceras e também meu primeiro crush.&nbsp;<br>Com 11 anos comecei a estudar em uma outra escola, dessa vez minha família decidiu que essa seria minha escola até eu me formar, e foi assim que aconteceu. No começo foi muito díficil, na primeira vez que tinha mudado de escola tinha sido mais fácil, eu tinha no mínimo 3 outros amigos na nova escola, mas nessa eu estava totalmente sozinha.<br>Como sempre fui extrovertida, fiz amigos mais facilmente do que imaginei, e aí começou uma jornada de muitos anos com essa turma que perseguiu quase toda junta até&nbsp; fim do ensino médio. Antes de começar o EM, estava muito nervosa por conta do novo ensino médio, mas consegui lidar com isso, e me dediquei muito, troquei algumas vezes do itinerário mas fiz meu melhor pra escolher um curso que amava e tirar uma boa nota no enem.&nbsp;<br>Aos 20 e tantos anos já estava morando sozinha formada e muito bem solteira, obrigada. Depois de financialmente estável comecei a sair com algumas pessoas, após um tempo conheci o amor da minha vida e com essa pessoa casei e tive meus filhos, não tenho arrependimento de nada, porque foi tudo isso que me fez a pessoa que sou hoje e que conhece o mundo todo como desde pequena sonhei. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-14 12:44:51 UTC</pubDate>
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         <title>sucumba - parte 1</title>
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         <description><![CDATA[<div>Então vamos começar essa biografia sobre mim, bom, eu nasci no dia 15 de novembro lá em 2006, aqui em Brasília mesmo. Nos Meus primeiro ano de vida, eu morei em Águas Claras mas logo no ano seguinte me mudei para o Park Way. Eu e minha família ficamos morando de aluguel durante 1 anos em quanto a nossa própria casa estava sendo construída.<br><br><br><br><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-14 12:45:07 UTC</pubDate>
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         <title>oi oi</title>
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         <description><![CDATA[<div>oi</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-14 12:45:13 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Velhos e bons tempos de um bom moço.&nbsp;<br><br>Olha vou ser sincero que não sei muito começar mas vamos lá, mas tudo dando certo no seu tempo ,eu acho tiveram dias e dias que eu acabava meio perdido no que fazer ou como agir não vou mentir que se pudesse voltar no tempo eu voltava e corrigiria alguns erros, mas tudo deu certo me tornei um bom desenhista e casei com uma mulher linda morei a minha vida num bairro ruim quando crescido fui melhorando de onde morar e em estudos a vida dos meus pais foi bem difícil eu diria que a minha foi mais fácil eu vivi até os oito anos num bairro ruim e me mudei pra Brasília pra melhor estudos e melhor pra todos em casa, depois de ir ao sigma tive amigos incríveis e algumas namoradas ,no inicio do ensino médio eu tive algumas dificuldades e duvidas mas nesse rumo eu segui o caminho certo a final do ensino médio conheci uma garota linda e gentil por quem me apaixonei e vivi boa parte da minha vida tive dois filhos lindos e vivi muitas viagens pelo mundo , conheci prais e montanhas lindas, não me arrependo diria que jovem curti muito tempo com meu amor e tive todas as minhas conquistas olhando pra trás tive dias de lutas e dias de glória mas amo a vida que eu vivi, hoje tenho 83 anos sentado num balanço vendo o pôr do sol e sinto que já vivi toda a minha vida&nbsp; minha esposa, já se foi e meus filhos tem boas casas e famílias eu diria que isso é um começo fim e um adeus amo todos vocês.<br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-14 12:45:17 UTC</pubDate>
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         <title>Minha vida maluca capitulo 1</title>
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         <description><![CDATA[<div>Vou te contar como minha vida foi, tudo começou obviamente quando nasci em 2006 e como um nascimento normal nasci 3 meses antes do previsto, sabendo disso eu nasci tão adiantado que meu pai e minha mãe não tinha preparado nada para mim assim deixando minha família doida. Aos meus 4 anos ganhei meu psp que por sinal era muito legal e também conheci meu irmão que nasceu logo em seguida, depois de 2 anos aprendi a andar de bicicleta e comecei a fazer vários tipos de esportes&nbsp;na escola em que entrei fiquei 6 anos nela e nesse tempo fiz muitos amigos em que até hoje me encontro. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-14 12:45:19 UTC</pubDate>
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         <title>Opa - pt. 1</title>
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         <description><![CDATA[<div>A tarefa era escrever uma biografia, né? Nossa, lembro como o meu professor de Ética me pediu a mesma coisa quando eu estava no 9° ano... acho que o nome dele era Lucas. As coisas saíram bem diferentes do que eu imaginava. Acho que eu posso começar resumindo os meus tempos de criança, adolescente, jovem adulta e depois a terceira idade. É, parece que faz sentido.&nbsp;<br><br>Capítulo 1: Infância<br>Digamos que eu nem sempre fui tão querida como eu fui hoje. Quando eu tinha uns 4 anos eu já tinha problemas em me ajustar às pessoas do meu condomínio. Talvez elas fossem muito mais velhas que eu, talvez eu tinha uma necessidade muito grande de ser aceita pelo grupo. Tudo melhorou quando eu conheci uma menina que era mais nova, que nem eu. A gente ficou super amigas e com o tempo outras meninas da nossa idade foram se mudando pra nossa quadra. Formamos um grupinho super legal, e o chamamos de casa na árvore. Curioso né? A gente tinha uma árvore, onde passávamos a maior parte do tempo. Faz muitos anos que ela foi removida... eu chorei no dia que descobri. Quanto a escola, eu gostava muito. Estudei em uma escola pequena por uns 7 anos, e amava minhas amigas de lá. Tem uma que eu mantenho até hoje, depois de&nbsp; terminar de escrever isso eu acho quer vou visitá-la. Com o povo da escola eu não brigava muito, mas com relação a quem morava na minha quadra a situação era mais complicada.<br><br>Capítulo 2: Adolescência<br>Eu vou considerar a adolescência a partir do 6° ano da escola. O sexto? Uma bela bosta (era pra eu ser sincera, né?). Mudei de escola, fiz amigas super falsas e passei o ano sofrendo. A partir do 7° as coisas melhoraram, fiz amigas de verdade, que inclusive carrego no meu coração até hoje. E depois, bem, depois veio a pandemia de 2020. Eu sofri muito, perdi amizades, estourei minha bolha. Eu cresci pessoalmente, o mais importante. Foi voltar pra escola em 2021 que me fez viver de novo. Óbvio que as coisas nem sempre foram boas, mas a partir dali minha vida se transformou. A pandemia me fez pensar sobre o que eu queria no futuro, e o que eu decidi é que queria ser uma cidadã do mundo. Fiz minha cidadania italiana, me apliquei pra um summer course (eu passei) e depois consegui uma bolsa em uma boarding school no exterior. O meu International Baccalaureate years foram muito bons. Nesse meio tempo eu passei pra Harvard e comecei meus anos como uma jovem adulta.<br><br>Capítulo 3: jovem adulta - (por fazer)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-14 12:45:20 UTC</pubDate>
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         <title>444- Parte 1 </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A minha história começou a muitos anos atrás, mais especificamente no ano de 2007. Eu tive a melhor infância que uma criança gostaria de ter, ir ao parquinho todo o dia, ir no Mc Donald´s todo o final de semana, ter uma família perfeita que te ama, ter vários amiguinhos na escolinha... bom na verdade eu tinha apenas 3, mas eles eram os melhores amigos que eu poderia ter, era tudo perfeito! Até a minha mãe decidir se mudar.&nbsp;<br><br>Depois de me mudar começaram os problemas, passei por várias escolas diferentes, descobri que a minha família não era tão perfeita assim e ai eu entrei no Sigma. Eu fazia bastante 🤬 até o meu sexto ano no Sigma, nem sei quantas vezes eu fiz a minha mãe ser chamada lá. No sétimo ano tudo melhorou, conheci os meus melhores amigos que estão comigo até hoje. Depois de vários anos estudando no Sigma, eu mudei para outra escola, e isso foi no inicio do novo ensino médio.&nbsp;<br><br>Depois de terminar o ensino médio eu não tinha ideia do que fazer na faculdade, até que eu conheci o amor da minha vida. Descobri a minha paixão  &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-14 12:45:24 UTC</pubDate>
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         <title>nmdgb......</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Nasce em 2007, morava no Cruzeiro Velho, estudava em uma escola chamada Soma, morei 8 anos no Cruzeiro Velho. Mudei pro Guara, estudando no Sigma, e formei na UNB, durante a faculdade, trabalhava em uma empresa, depois de terminar de cursar a faculdade, tinha 20 anos, continuei trabalhando na empresa, ganhando muito dinheiro.<br><br>Quando estava com 27 anos, casei com um homen. Quando estava com 29 anos, nasci uma filha.<br>&nbsp;Quando estava com 40 anos parei de trabalhar, estava com muito dinheiro e fui viajar. Fui viajar pra Paris, comi muitas coisas e gastei muitos dinheiro. Voltei pra Brasilia.<br><br>Quando estava com 50 anos, minha filha ja tem 21 anos, emtao fui viajar pra.......<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-14 12:45:31 UTC</pubDate>
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         <title>PARTE 1</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Logo quando eu nasci, em 2007, como eu era muito quieta, minha mãe foi em vários médicos e a maioria dizia que eu era surda, mas áí ela fez 3 audiometrias, na quarta uma otorrinolaringogita<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Quando eu tinha uns 3 anos, eu estava em uma festa, e nessa festa, tinha um daqueles escorregadores infláveis, minha mãe já tinha calçado meus sapatos, mas eu não queria ir embora, então, como uma boa criança serelepe 😝 eu tirei meus sapatos para ir mais uma vez no brinquedo. Duas amigas inventaram de ir no brinquedo comigo, foi aí que nós tivemos a brilhante ideia de escorregar de mãos dadas. Obviamente a ideia não deu certo e meu braço torceu, e eu quebrei meu cotovelo. Graças a esse dia, hoje eu tenho um negócio no meu cotovelo, chamado osteocondroma, que é uma protuberância óssea envolvida por cartilagem.<br>        </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-14 12:45:42 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Quando eu era criança eu brincava muito fui crescendo e tinha muitas responsabilidades e as brincadeiras foram desaparecendo ai eu fiz faculdade de medicina trabalhei fiquei bilionário comprei uma fazenda para criar gado e fiquei mais rico e com muitos carros&nbsp; mas sempre na presença de Deus e hj estou aposentado rico com muita saúde e fui morar na  chácara do meu pai que é da família a muito tempo e estou muito feliz com meus filhos e minha esposa.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-14 12:45:46 UTC</pubDate>
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         <title>  Minha historia linda </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; Bem, eu nasci em 2007, me mudei muito durante a infância, mas sempre fui boa em me adaptar, acho que uma das coisas que mais me marcaram na minha vida foi o dia que eu quase morri, eu tinha mais ou menos uns 5/6 e tava na piscina, mas eu achava que conseguia ir na piscina de "adulto'' mas eu acabei me afogando e quase morri, mas eu consegui alcançar um adulto e fiquei bem.&nbsp;<br>&nbsp; Apesar de não ser uma criança muito perturbada tenho muitas cicatrizes, eu me machuco com tudo por isso varias marcas<br>&nbsp;No meu ensino fundamental 1 tive notas muito boas, porem no EF2 foi so ladeira a baixo, porem no ensino medio eu recuperei, como fui adiantada 1 ano, ao invés de ir a faculdade fiquei viajando um ano, onde conheci minha primeira namoradinha, entrei na faculdade e terminei meu relacionamento.<br>&nbsp; Quando eu acabei a faculdade arrumei um emprego pra me sustentar ja que eu morava sozinha, me mudei para goiania e la fiquei ate os dias de hoje.<br>  Fiz as tatuagens que sempre tive vontade e vivi muito bem.<br>&nbsp; Hoje, em 2077, sou casada com uma muie muito linda e adotei duas crias que são muito amadas.<br>&nbsp;&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-14 12:46:16 UTC</pubDate>
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         <title>A minha vida não tão interessante assim: </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Bem, para começar eu nasci em 2007, e meus pais decidiram tirar cara ou coroa para decidir meu nome. Eu acho que fui assim desde que me lembre, sempre fui animada, falante e extrovertida; posso dizer que mudei com o passar dos anos mas a minha personalidade sempre foi a mesma- a diferença é que agora eu sou mais depressiva e me isolo com frequência.&nbsp;<br>&nbsp; Eu cresci rodeada de um grupo de amigos, e falo com eles até hoje (12 anos de amizade e ainda assim as pessoas não sabem meus gostos), além disso eu sempre fui muito desastrada- teve uma vez que eu fui fazer uma trilha e caí 31 vezes e ainda quebrei meu braço- mas se eu tivesse que comentar sobre uma diferença crucial do passado pra agora seria que eu me dou melhor com meus pais, antes eu nunca fui próxima deles, mas agora eu posso conversar com eles e discutir/debater ideias.&nbsp;<br>&nbsp; Pra falar a verdade eu já fiz muita coisa da minha vida, se ela fosse um filme ela seria Senhor dos Anéis, mas escrever aqui tudo seria muito difícil então eu prefiro focar no futuro mesmo. No futuro eu me imagino viajando o mundo e vivendo várias experiências, falando vários idiomas, estudando em uma faculdade no exterior, tendo um blog onde eu comento meu dia a dia e meus interesses, a vida de escritório é muito monótona, eu quero é aventura. Não quero casamento nem filhos, eu quero é aproveitar a vida ao máximo e não me prender a um só lugar, acho que a eu do passado ficaria surpresa se me visse agora, os meus ideais mudaram muito com o passar dos anos, mas acho que ela se orgulharia de mim por dar o meu melhor- mesmo que o meu melhor não seja muito- e claro, ela ficaria feliz em ver que ainda tem amigos e estuda numa sala onde todos se dão bem.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-21 12:38:21 UTC</pubDate>
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         <title>Minha vida.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Nasci em 2006, tendo sido uma criança muito quieta e comportada. Eu não chorava muito, não dava trabalho, só ficava no meu cantinho brincando sozinho com os meus brinquedos. Quando tinha quatro anos de idade, depois de ver meus pais brigando algumas vezes, eles finalmente se separaram. Eu morei com o meu pai por um tempinho, mas logo me mudei à casa da minha mãe no Sul do país.&nbsp;<br>Lá no Sul eu não tinha muitos amigos, além de sofrer bullying por ser acima do peso. Meus únicos amigos eram adultos ou pessoas muito mais velhas que eu num geral, com esse padrão continuando por alguns anos. Minha mãe acabou se separando do marido dela na época, então me mandando para São Paulo pra morar com o meu pai. Eu também não gostei muito dessa época da minha vida, e prefiro não falar muito sobre ela. Bem, minha mãe se mudou pra São Paulo junto, para poder ficar comigo.&nbsp;<br>Éramos muito próximos, desde que eu era criança, mas depois de um tempinho ela se mudou de volta pra Brasília para morar com a mãe enquanto não juntava dinheiro para ter uma casa própria. Depois de uma viagem para Brasília nas férias, eu não quis voltar para São Paulo por motivos pessoais, então morei em Brasília com a minha mãe. Minha primeira escola nessa cidade foi uma extremamente religiosa, onde eu não era tratado nada bem pelos meus supostos amigos, além de ter sofrido bastante na mão de um garoto, que acabou me traumatizando.<br>Minha segunda escola, idem religiosa, foi melhor que a anterior, mas as pessoas da minha idade lá ainda não eram muito gentis comigo, então meus únicos amigos eram pessoas do Ensino Médio.<br>Depois de todas as escolas religiosas, me mudei para o Sigma, que me recebeu muito melhor que as outras escolas. Eu me senti seguro e aceito pela primeira vez em uma escola, coisa que foi ótima. Acabei me expondo muito no meu primeiro ano lá, mas consegui fazer amigos mesmo com meu comportamento imaturo, o que foi bom.<br>2020 não foi um ano bom para ninguém, mas pra mim principalmente.Em 2020, minha mãe morreu. Isso foi bem marcante, já que eramos muito próximos. Sempre moramos juntos, saímos juntos, éramos grandes amigos, então essa foi a pior notícia de todas, tendo me marcado bastante.<br>No final de 2021, me mudei para uma cidade chamada Atibaia, onde me juntei para uma escola que me deixou aprender anatomia e dissecação em animais, coisa que tenho muito interesse(amo biologia). Meu pai comprou um Corgi, que chamamos de "Waffles".<br>Alguns anos depois, fiz um curso de animação e desenho, tendo talento o suficiente para entrar em uma companhia de desenhos animados, criando minha própria história, com meus personagens Leonard, Lev, Thomas e Lola, contando a história sobre um demônio solitário e seus amigos. Estou bem feliz com o resultado atualmente, mesmo não tendo uma audiência tão grande, já me dá dinheiro suficiente para pagar as contas, e é tudo que importa.<br>Hoje vivo em um pequeno apartamento, com meu peixe Luís XIV, que é meu leal companheiro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-21 12:41:20 UTC</pubDate>
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         <title>Opa - pt. 2</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Capítulo 3: Jovem adulta (19-25 anos)<br>Eu me lembro muito bem do meu primeiro dia de faculdade. Foi completamente mágico. Eu tinha ido uma semana antes, pra organizar a minha vida em Boston antes das aulas começarem. E ainda bem que eu fiz isso, porque do contrário eu teria passado um pouco de necessidade. Eu não imaginava como o campus era gigante. E também era meio estranho pensar que eu estava ali de graça. Em pensar que eu passaria os meus próximos 4 anos na melhor faculdade do mundo! Era demais pra minha cabeça. Mas ainda assim estava super animada. Primeiros dias são sempre mais leves né? Ser introduzida aos professores, falar o mínimo possível com as pessoas, só pra deixar aquela faísquinha de possível amizade. Nos próximos dias as coisas foram só melhorando. Eu fiz dois amigos que eram GRUDADOS em mim, eu os amava e eles me amavam muito também. Claro que tivemos uma briguinha ou outra, mas nada sério. Eu saí com gente do mundo inteiro. É engraçado o quanto você conhece pessoas novas e legais na facul. Saudades. Depois de formada, eu consegui um emprego de pesquisadora numa empresa de Boston, mas meu sonho não era morar nos EUA pra sempre. Eu disse que queria ser cidadã do mundo né? Bom, na primeira oportunidade que eu tive de fazer pesquisa em outro país eu fui. A nação sortuda que me teve como pesquisadora foi a Índia! Eu passei um ano inteirinho lá, antes de pedir minha transferência pra França.<br><br>Capítulo 4: Adulta (26-35)<br>A partir dessa idade a gente deixa de ser tão aventureiro pra querer acalmar um pouquinho né? Bom, eu não fui por aí não. Apesar de ter tido residência fixa em Londres por esses 10 anos, nunca fiquei completamente parada. Estava sempre vivendo coisas novas, mas o dinheirinho extra e o trabalho com um salário digno me deixaram mais tranquila. Eu não precisava ficar dependendo de bolsas estudantis, podia simplesmente sobreviver do meu trabalho. Nesse meio tempo eu fiz mestrado e doutorado em Oxford e Cambridge, respectivamente. Além de ter achado o amor da minha vida (não vou mencionar, quem sabe sabe, quem não sabe, pena). Namoramos, noivamos, fomos morar juntos, casamos e tivemos 4 filhos (EU SEI). Aos meus 35 anos e com a vida "perfeita" eu fui chamada pra participar de conferências internacionais. Aí eu saí da fase "maternidade" pra fase, os filhos não dependem tanto mais de mim, posso ser mais livre.<br><br>Capítulo 5: Meia idade (36-59) - a continuar</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-21 12:50:36 UTC</pubDate>
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         <title>PARTE 1-Completa</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp;Quando eu nasci, em 2007, minha mãe percebeu que eu era bem diferente da minha irmã, pois eu era muito mais quieta e quase nunca chorava, tanto é que as vezes ela tinha que ir no berço conferir se eu estava respirando. Minha mãe foi me levar em um ortonirro, e os primeiros disseram que eu era possivelmente surda, mas teve um que pediu para fazer uma lavagem no ouvido, antes da audiometria. E acabou que eu só tinha muita cera acumulado no ouvido.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp;Quando eu tinha 3 anos, eu tava em uma festa de aniversário, que tinha um daqueles escorregadores infláveis, já era tarde e minha mãe já tinha calçado meu sapato, pra gente ir embora. Mas como uma boa criança serelepe, 🤪😝 eu calcei de novo o meu sapato e fui novamente no brinquedo, mas dessa vez com mais duas amigas. Foi então que tivemos a brilhante ideia de escorregar de mãos dadas, como o esperado, a ideia não deu certo, e meu braço torçeu e eu quebrei meu cotovelo, tive que usar gesso, por causa disso eu não consigo alcançar totalmente meu ombro direito com meu braço direito.<br>&nbsp; &nbsp;Em 2011/2012,quando eu tinha 4/5 anos, meu pai foi diagnosticado com ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica) a mesma doença do Físico Stephen Hawking. Como essa é uma doença degenerativa dos neurônios motores, aos poucos órgãos vão perdendo a função e de pouquinho em pouquinho os órgãos param de funcionar, e por causa disso meu pai só come pela GTT, e respira por um aparelho. Foi em 2015 que meu pai fez a traqueostomia, porque ou ele respirava, ou comia. Ainda em 2015 minha família "entrou" no homecare, que é basicamentep técnicas de enfermagem na sua casa 24 horas por dia. É muito difícil se ter privacidade, quando se tem todo dia algum estranho na sua casa. Muitas técnicas que chegavam na minha casa não sabiam de quase nada, ou faziam tudo mal feito, e por isso minha mãe teve que aprender os procedimentos pra ajudar meu pai.<br>&nbsp; &nbsp;Em 2019 eu entrei no Sigma, que era muito melhor que minha antiga escola, tanto em ambiente, tanto em ensino. Foi também nesse ano que eu tive uma das melhores/piores experiências da minha vida. Eu fui no meu primeiro show do BTS, foi simplesmente incrível e os meninos são&nbsp; 10x mais bonitos ao vivo, nem parece que são reais, a única parte ruim foi ter ficado aproximadamente 8 horas na fila em pé sem poder ir banheiro, mas no final valeu a pena. Com toda certeza eu faria tudo de novo, tanto é que eu fiz, e fui em mais shows deles.<br>&nbsp; &nbsp;Quando eu fui pro ensino médio, eu escolhi o entinerario de linguagens, e mais tarde mudei pare ciências da Natureza, que eu deveria ter tido como primeiro opção. O ano foi muito bom e não tão assustador como eu pensei que iria ser.<br>&nbsp; &nbsp;Eu me formei em moda na UNB e virei modelo e designer de moda. Adorei 3 gatos e duas colopsitas para me fazer companhia. Eu saí do país muitas vezes por causa do trabalho da minha irmã (diplomata).<br>&nbsp; &nbsp;Criei minha própria marca e ganhei muito dinheiro.<br>Meu pai se curou, mas ainda está na cadeira de rodas.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp;Hoje em dia eu me considero uma pessoa feliz e realizada.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-26 14:11:12 UTC</pubDate>
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         <title>Opa</title>
         <author>lucassmaia_10</author>
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         <description><![CDATA[<div>A tarefa era escrever uma biografia, né? Nossa, lembro como o meu professor me pediu a mesma coisa quando eu estava no ensino médio... acho que o nome dele era Lucas. As coisas saíram bem diferentes do que eu imaginava. Acho que eu posso começar resumindo os meus tempos de criança, adolescente, jovem adulta e depois a terceira idade. É, parece que faz sentido.&nbsp;<br><br>Capítulo 1: Infância<br>Digamos que eu nem sempre fui tão querida como eu fui hoje. Quando eu tinha uns 4 anos eu já tinha problemas em me ajustar às pessoas do meu condomínio. Talvez elas fossem muito mais velhas que eu, talvez eu tinha uma necessidade muito grande de ser aceita pelo grupo. Tudo melhorou quando eu conheci uma menina que era mais nova, que nem eu. A gente ficou super amigas e com o tempo outras meninas da nossa idade foram se mudando pra nossa quadra. Formamos um grupinho super legal, e o chamamos de casa na árvore. Curioso né? A gente tinha uma árvore, onde passávamos a maior parte do tempo. Faz muitos anos que ela foi removida... eu chorei no dia que descobri. Quanto a escola, eu gostava muito. Estudei em uma escola pequena por uns 7 anos, e amava minhas amigas de lá. Tem uma que eu mantenho até hoje, depois de&nbsp; terminar de escrever isso eu acho quer vou visitá-la. Com o povo da escola eu não brigava muito, mas com relação a quem morava na minha quadra a situação era mais complicada.<br><br>Capítulo 2: Adolescência<br>Eu vou considerar a adolescência a partir do 6° ano da escola. O sexto? Uma bela bosta (era pra eu ser sincera, né?). Mudei de escola, fiz amigas super falsas e passei o ano sofrendo. A partir do 7° as coisas melhoraram, fiz amigas de verdade, que inclusive carrego no meu coração até hoje. E depois, bem, depois veio a pandemia de 2020. Eu sofri muito, perdi amizades, estourei minha bolha. Eu cresci pessoalmente, o mais importante. Foi voltar pra escola em 2021 que me fez viver de novo. Óbvio que as coisas nem sempre foram boas, mas a partir dali minha vida se transformou. A pandemia me fez pensar sobre o que eu queria no futuro, e o que eu decidi é que queria ser uma cidadã do mundo. Fiz minha cidadania italiana, me apliquei pra um summer course (eu passei) e depois consegui uma bolsa em uma boarding school no exterior. O meu International Baccalaureate years foram muito bons. Nesse meio tempo eu passei pra Harvard e comecei meus anos como uma jovem adulta.<br><br>Capítulo 3: Jovem adulta (19-25 anos)<br>Eu me lembro muito bem do meu primeiro dia de faculdade. Foi completamente mágico. Eu tinha ido uma semana antes, pra organizar a minha vida em Boston antes das aulas começarem. E ainda bem que eu fiz isso, porque do contrário eu teria passado um pouco de necessidade. Eu não imaginava como o campus era gigante. E também era meio estranho pensar que eu estava ali de graça. Em pensar que eu passaria os meus próximos 4 anos na melhor faculdade do mundo! Era demais pra minha cabeça. Mas ainda assim estava super animada. Primeiros dias são sempre mais leves né? Ser introduzida aos professores, falar o mínimo possível com as pessoas, só pra deixar aquela faísquinha de possível amizade. Nos próximos dias as coisas foram só melhorando. Eu fiz dois amigos que eram GRUDADOS em mim, eu os amava e eles me amavam muito também. Claro que tivemos uma briguinha ou outra, mas nada sério. Eu saí com gente do mundo inteiro. É engraçado o quanto você conhece pessoas novas e legais na facul. Saudades. Depois de formada, eu consegui um emprego de pesquisadora numa empresa de Boston, mas meu sonho não era morar nos EUA pra sempre. Eu disse que queria ser cidadã do mundo né? Bom, na primeira oportunidade que eu tive de fazer pesquisa em outro país eu fui. A nação sortuda que me teve como pesquisadora foi a Índia! Eu passei um ano inteirinho lá, antes de pedir minha transferência pra França.<br><br>Capítulo 4: Adulta (26-35)<br>A partir dessa idade a gente deixa de ser tão aventureiro pra querer acalmar um pouquinho né? Bom, eu não fui por aí não. Apesar de ter tido residência fixa em Londres por esses 10 anos, nunca fiquei completamente parada. Estava sempre vivendo coisas novas, mas o dinheirinho extra e o trabalho com um salário digno me deixaram mais tranquila. Eu não precisava ficar dependendo de bolsas estudantis, podia simplesmente sobreviver do meu trabalho. Nesse meio tempo eu fiz mestrado e doutorado em Oxford e Cambridge, respectivamente. Além de ter achado o amor da minha vida (não vou mencionar, quem sabe sabe, quem não sabe, pena). Namoramos, noivamos, fomos morar juntos, casamos e tivemos 4 filhos (EU SEI). Aos meus 35 anos e com a vida "perfeita" eu fui chamada pra participar de conferências internacionais. Aí eu saí da fase "maternidade" pra fase, os filhos não dependem tanto mais de mim, posso ser mais livre.<br><br>Capítulo 5: Meia idade (36-59)<br><br></div><div>Na minha meia idade, continuei buscando desafios e oportunidades de crescimento. Com as crianças já mais independentes, pude dedicar mais tempo à minha carreira profissional e aos meus interesses pessoais. Continuei participando de conferências internacionais e expandindo minha rede de contatos.</div><div>No entanto, também percebi a importância de equilibrar meu trabalho com momentos de lazer e autocuidado. Aprendi a valorizar os momentos em família, a desfrutar de viagens e experiências enriquecedoras ao redor do mundo. Com o passar do tempo, minha perspectiva sobre a vida amadureceu, e eu valorizei cada vez mais os relacionamentos significativos e as conexões humanas.<br>Durante essa fase, decidi iniciar um projeto pessoal, escrevendo um livro sobre minhas experiências e aprendizados ao longo da vida. Através desse livro, desejava inspirar outras pessoas a buscar seus sonhos, superar desafios e encontrar felicidade em suas jornadas.</div><div>Além disso, comecei a me envolver em atividades de voluntariado, aproveitando minhas habilidades e conhecimentos para ajudar comunidades carentes ao redor do mundo. Essas experiências trouxeram um novo propósito à minha vida, permitindo-me contribuir positivamente para um mundo melhor.<br>Conforme o tempo passava, eu valorizava cada vez mais minha saúde e bem-estar. Busquei uma rotina mais equilibrada, com uma alimentação saudável e a prática regular de exercícios físicos. Também me envolvi em atividades como ioga e meditação, que me ajudaram a encontrar paz interior e lidar com o estresse do dia a dia.<br>À medida que os anos avançavam, fui percebendo a importância de transmitir meus conhecimentos e experiências para as gerações mais jovens. Tornei-me mentora de jovens estudantes e profissionais em busca de orientação e conselhos em suas carreiras.</div><div>Enquanto navegava pela meia-idade, mantive minha curiosidade intelectual, sempre buscando aprender coisas novas e desafiadoras. Investi em cursos de aperfeiçoamento, participei de palestras e workshops, e me mantive atualizada nas últimas tendências e avanços em minha área de atuação.<br>Conforme me aproximava dos 60 anos, eu olhava para trás com gratidão por todas as experiências vividas e pelas pessoas que conheci ao longo da minha jornada. A vida me ensinou lições valiosas sobre resiliência, perseverança e amor.&nbsp;<br><br>Capítulo 6: A Maturidade (60+)<br><br></div><div>Ao entrar na fase da maturidade, com mais de 60 anos, senti uma mistura de emoções. Por um lado, havia um senso de realização e sabedoria adquirida ao longo dos anos. Por outro lado, também havia um toque de nostalgia e reflexão sobre o tempo que passou tão rapidamente.<br>Nesta fase da vida, decidi dedicar mais tempo à minha família. Com os filhos adultos e seguindo seus próprios caminhos, desejei fortalecer os laços familiares e criar memórias duradouras. Realizei reuniões e encontros regulares com meus filhos e netos, compartilhando histórias, conselhos e o amor que nos unia.<br>Além disso, aproveitei a oportunidade para explorar novos hobbies e interesses. Dediquei-me à pintura, algo que sempre admirei, mas nunca tive tempo suficiente para desenvolver. Passei horas imersa em cores e pincéis, expressando minha criatividade e encontrando uma nova forma de me expressar.<br>Com o passar do tempo, a vontade de contribuir para a sociedade cresceu ainda mais forte em mim. Engajei-me em projetos de voluntariado de longo prazo, trabalhando com organizações locais e causas que me eram caras. Isso me permitiu fazer a diferença na vida de outras pessoas e criar um impacto positivo em minha comunidade.<br>Ao longo dos anos, também procurei manter minha saúde e vitalidade. Busquei um estilo de vida ativo, incorporando exercícios físicos regulares em minha rotina diária. Passei a explorar práticas como caminhadas, natação e ioga, que me ajudaram a manter a flexibilidade, o equilíbrio e a energia necessária para aproveitar a vida ao máximo.<br>Além disso, continuei a aprender e me educar. Inscrevi-me em cursos online e participei de palestras e workshops relacionados aos meus interesses. A busca pelo conhecimento nunca termina, e cada nova descoberta me trazia uma sensação renovada de entusiasmo e curiosidade.<br>Também dediquei tempo para viajar. Explorei diferentes países e culturas, maravilhando-me com a diversidade e beleza do mundo. Cada viagem proporcionou-me uma perspectiva única e me enriqueceu com experiências inesquecíveis.<br>Na maturidade, valorizei as amizades duradouras e fiz novas conexões com pessoas de todas as idades. Passei a participar de grupos de discussão, clubes de leitura e eventos sociais, onde pude compartilhar minhas histórias e aprender com as experiências dos outros.<br>Enquanto refletia sobre minha vida, decidi escrever uma segunda biografia, desta vez compartilhando as experiências e lições aprendidas na fase da maturidade. Desejava inspirar outras pessoas a abraçarem essa fase da vida com gratidão, otimismo e uma mentalidade aberta para novas oportunidades.<br>À medida que o tempo avançava, aceitei as mudanças naturais que a idade trazia, mantendo uma atitude positiva e adaptando-me às novas circunstâncias. Celebrei!<br><br>Agora, ansiosa pelo próximo capítulo da minha vida, estou pronta para abraçar os desafios e as aventuras que ainda estão por vir.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-16 00:11:52 UTC</pubDate>
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