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      <title>Diário da Aprendizagem por Beatriz  by Beatriz Abreu</title>
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      <description>work hard, dream big</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-02-04 14:58:40 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 1: Contextualização histórica-literária de Eça de Queirós</title>
         <author>beamabreu</author>
         <link>https://padlet.com/beamabreu/bma2204/wish/231557742</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong><em>Geração de 70</em></strong><br><br></div><div>A “Geração de 70” foi um movimento realizado por um grupo de jovens intelectuais portugueses que revolucionou várias dimensões da cultura portuguesa, desde a política à literatura. O grupo fez-se notar a partir de 1865 com, como figura de destaque, Antero de Quental e com Ramalho Ortigão, Guerra Junqueiro, Teófilo Braga, Eça de Queirós, Oliveira Martins, Jaime Batalha Reis e Guilherme de Azevedo. Todos estes homens marcaram a cultura portuguesa, na literatura, na crítica literária, na história, no ensino e na política.<br><br><strong><em>Questão Coimbrã</em></strong><br><br></div><div>A Questão Coimbrã representou uma polêmica travada em 1865 entre os literatos portugueses, Antônio Feliciano de Castilho e o grupo de estudantes da Universidade de Coimbra. Ela representa uma nova forma de fazer literatura, emergindo aspectos de renovação literária juntamente com ideias que surgiram na época em torno de questões científicas. A Questão Coimbrã ataca as posturas de atraso cultural da sociedade portuguesa da época.<br><br><strong><em>Conferências do Casino</em></strong><br><br></div><div>São palestras realizadas numa sala do casino de Lisboa no ano de 1871 pelo grupo Cenáculo e tinham como objetivo aproximar Portugal da Europa. Só se realizaram cinco conferências, pois estas foram proibidas pela Inquisição.<br><br>-<strong>Conferência de Eça de Queirós</strong><br><br></div><div>"A Literatura Nova”  ou “ ORealismo como Nova Expressão de Arte"<br><br></div><div>Eça aproximou-se das teorias de Taine e dos postulados estético-sociais de Proudhon, atacando fortemente o estado da literatura portuguesa propondo uma arte que correspondesse ao espírito dos tempos, que agisse como regeneradora do corpo social e da sua consciência, que banisse o que era falsidade e pintasse a realidade tal como ela é.<br><br><strong><em>Realismo<br></em></strong><br></div><div>O Realismo surgiu na França em oposição ao Romantismo influenciando muitos artistas de língua portuguesa. Enquanto os românticos se interessavam no mundo interior subjetivo, os realistas centravam-se na objetividade do mundo exterior. A literatura realista autoproclama-se instrumento de transformação social e moral, retratar os problemas do presente é sua missão. Temas como a traição, o adultério, a dissimulação, a falta de ética e os jogos de interesses são recorrentes nas obras realistas.<br><br><strong>Naturalismo </strong><br><br></div><div>Considerado um prolongamento do Realismo, o Naturalismo acrescenta à sua estética uma visão predominantemente cientificista da existência, assumindo os preceitos do evolucionismo, da hereditariedade biológica, do positivismo e da medicina experimental. A estética naturalista propõe às obras literárias a função de representar o homem por uma visão determinista, ou seja, o meio, a herança genética, a fisiologia ou o momento influenciam o caráter e as atitudes da pessoa. Além disso, propõe uma análise social, psicológica e física de grupos marginalizados da sociedade, tratando de questões como miséria, adultério, crimes, etc.<br><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-14 16:03:00 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 2: Questionário página 231 e respetiva gramática</title>
         <author>beamabreu</author>
         <link>https://padlet.com/beamabreu/bma2204/wish/231972361</link>
         <description><![CDATA[<div><strong> <br>1)</strong> Uma troca de olhares “faltal e deslumbradora” deu origem a uma paixão intensa sentida por Pedro da Maia, comprovando-se em expressões textuais como “uma dessas paixões que assaltam uma existência, a assolam como um furacão, arrancando a vontade, a razão, os respeitos humanos e empurrando-os de roldão aos abismos”.<br><br>   <strong>1.1) </strong>A caracterização da paixão remete para o caráter excessivo, pois é feita uma analogia com Romeu, que morreu por amor.<br><br><strong>2) </strong>  O “violento interesse” de Pedro pela mulher reflete-se na sua violenta atitude quando Alencar o tenta enganar com informações da mulher em troca de uma garrafa de champanhe.<br> <br><strong>3) </strong> Pedro revela-se uma típica personagem romântica porque morre de amores por uma mulher à qual só trocou olhares.<br> <br><strong>4) </strong>O narrador caracteriza Maria como uma personagem excêntrica e sem escrúpulo, apelidade como “negreira”.<br><strong><br>5) </strong>O narrador através do uso de frases exclamativas transmite ao narratário um sentimento fornecendo, assim, dinamismo, vivacidade e emoções.<br><strong><br>6) </strong>Os serões de Arroios deixam Pedro entediado (“um tédio daquela existência de luxo e de festa”), aborrecido, inquieto, com raiva (”um desejo violento de sacudir da sala esses homens, os seus íntimos, que se atropelavam assim tão ardentemente em volta dos ombros decotados de Maria”). <br><strong><br>7) </strong>Existe um preságio de tragédia referido em “Uma sombria tarde de dezembro”, “a porta abriu-se violentamente” e “Vinha todo enlameado, desalinhado, e na sua face lívida, sob os cabelos revoltos, luzia um olhar de loucura. “.<br><br><strong>Gramática</strong><br><br><strong>1)</strong>  a) oração subordinada adjetiva relativa <br>      b) oração subordinada substantiva completiva<br>      c) oração subordinada adjetiva relativa explicativa<br><br><strong>2)</strong>    a) 2 <br>        b) 4<br>        c) 5<br>        d) 1<br>        e) 3<br><br> <br><strong><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-15 15:59:24 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 3: Realização do questionário da página 233</title>
         <author>beamabreu</author>
         <link>https://padlet.com/beamabreu/bma2204/wish/232723299</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>1) </strong>A personagem é descrita como mulher perfeita, sedutora e formosa, “uma senhora alta, loira, com um meio véu muito apertado e muito escuro que realçava o esplendor da sua carnação ebúrnea.” .<br><br><strong>   1.1) </strong>A caracterização desta personagem é feita através do uso de sensações como a visão (“olhos, profundos e sérios”), olfato (“aroma no ar”) e tato (“aquele corpo maravilhoso onde vibrava, sob linhas ricas de mármore antigo”) o que confere realismo ao discurso e um caráter hiperbólico e salientando a perfeição da mulher.<br><br><strong>2) </strong>O adjetivo e o advérbio conferem realismo à história. <br><br><strong>3) </strong>Craft caracteriza Maria Eduarda com uma expressão francesa, “Tres chic”, enaltecendo a delicadeza, a classe, o luxo e requinte da personagem feminina.<br><br><strong>4) </strong>Em ambos os momentos, a personagem é caracterizada como uma “deusa”, porém, nos últimos dois momentos, são salientados os olhos de Maria referidos em “olhos, profundos e sérios” e “à espera de uns olhos negros”. <br><br><strong>5) </strong>Carlos compara-se com um “rafeiro perdido” sentindo-se envergonhado e humilhado pelo “interesse romantesco” que tem por Maria que lhe provoca uma gigantesca inquietação.<br><strong><br><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-18 17:46:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 4:  Ficha Informativa Nº 1 Pagina 240/241</title>
         <author>beamabreu</author>
         <link>https://padlet.com/beamabreu/bma2204/wish/234273616</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong><br>1) <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;a) </strong>7<strong><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;b) </strong>5<strong><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;c) </strong>1<strong><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;d) </strong>2<strong><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;e) </strong>3<strong><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;f) </strong>4<strong><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;g) </strong>6</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-22 15:26:10 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 5: Ficha Informativa Nº3 Página 246</title>
         <author>beamabreu</author>
         <link>https://padlet.com/beamabreu/bma2204/wish/234293436</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>1)         <br>          a)  </strong>Em todas as paixões é referido o olhar, a beleza e a sensualidade das personagens femininas;<br>                As três personagens masculinas apaixonam-se rapidamente;<br>                Nos três romances está sempre expressa uma traição que desencadeia o fim do relacionamento;<br>                Fim trágico das personagens.<br><br>         <strong>  b) </strong>Romance de Pedro é legítimo;<br>                Romance de Carlos é incestuoso;<br>                Romance de João é adúltero.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-22 15:52:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 6:  Ficha Informativa Nº1 Página 295</title>
         <author>beamabreu</author>
         <link>https://padlet.com/beamabreu/bma2204/wish/251900453</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br><strong>1)</strong> O sonho e a busca de um ideal de perfeição são motivados pela sensação de abandono, frustração, inquietação e um desejo de encontrar a felicidade.<br><br><strong>2)</strong> Na poesia anteriana a angústia condiciona a uma busca de um ideal. Esta busca leva o sujeito poético a um contacto com o absoluto e ao otimismo. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-15 16:06:41 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 7: Questionário página 294</title>
         <author>beamabreu</author>
         <link>https://padlet.com/beamabreu/bma2204/wish/253520997</link>
         <description><![CDATA[<div>1) A contradição está presente em "Conheci a Beleza que não morre". O sujeito poético conhece a Beleza eterna, a perfeição, e isso provoca-lhe um sentimento de tristeza.<br>2.1) Existe uma alteração da visão do mundo pelo sujeito poético.<br>2.2) Comprava-se, por exemplo, em "Minguar, fundir-se" , "Perder a cor" "Tropeço, em sombras, na matéria dura,/E encontro a imperfeição".<br>3) O sujeito poético tenta encontrar na "forma" , "matéria dura", a ideia pura que conheceu existindo uma conceção platónica entre duas realidades, o mundo ideal, onde todas as ideias surgem numa forma ideal e pura, e o mundo sensível, mundo que conhecemos, onde existe cópias imperfeitas das ideias e dos seres.<br>4) Tal como o "eu" lírico, os poetas veem o mundo como um conjunto de formas incompletas, vivem num mundo de sombras e não podem reproduzir o ideal.<br>5) </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-19 16:36:47 UTC</pubDate>
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