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      <title>Mês das Mulheres: Histórias incriveis, mulheres extraordinárias by </title>
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      <description>Um   projeto interdisciplinar ETEC/FATEC</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-03-04 08:26:01 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-03-04 08:46:04 UTC</pubDate>
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         <title>O que é o dia internacional da Mulher?</title>
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         <description><![CDATA[<div>O Dia Internacional da Mulher é uma data comemorativa que foi oficializada pela Organização das Nações Unidas na década de 1970. Essa data simboliza a luta histórica das mulheres para terem suas condições equiparadas às dos homens. Inicialmente, essa data remetia à reivindicação por igualdade salarial, mas, atualmente, simboliza a luta das mulheres não apenas contra a desigualdade salarial, mas também contra o machismo e a violência. &nbsp; (Sala 1DS) grupo 1: Isabela, Sarah, Maria F, Gabrielle, Leticia dos Santos, Joyce, Mariana, Leticia Gabrielle e Marilía.<br>Fonte: www.m.brasilescola.uol.com.br</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-04 10:42:53 UTC</pubDate>
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         <title>5 Curiosidades do dia da mulher.</title>
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         <description><![CDATA[<div>1 - O primeiro Dia da Mulher<br><br></div><div>No dia 28 de fevereiro de 1909, o antigo Partido Socialista da América organizou o primeiro Dia Nacional da Mulher, que aconteceu em Nova York. Começou como uma manifestação pela igualdade de direitos civis e em favor do voto feminino.<br><br>2 - Comemoração anual<br><br></div><div>Foi só em 1910 que foi criado um Dia Internacional da Mulher, com a intenção de ser comemorado todo ano para que as pessoas em todo o mundo pudessem celebrar. Em 19 de março de 1911, foi realizado o primeiro Dia Internacional da Mulher; mais de 1 milhão de pessoas na Alemanha, Suíça, Áustria e Dinamarca participaram.<br><br>3 - Feriado Nacional<br><br></div><div>O Dia Internacional da Mulher é um dia de celebração em todo o mundo. Além disso, esta data se tornou um feriado oficial em dezenas de países como Afeganistão, Cuba, Vietnã, Uganda, Mongólia, Geórgia, Laos, Camboja, Armênia, Bielo-Rússia, Montenegro, Rússia e Ucrânia.</div><div><br>4 - Mulheres revolucionárias<br><br></div><div>Em 1917, as mulheres na Rússia homenagearam o dia iniciando uma manifestação contra a Primeira Guerra Mundial. O czar Nicolau II, líder do país na época, instruiu os militares a colocarem fim aos protestos e a atirar em qualquer mulher que se recusasse a ir embora. Mas as mulheres não se intimidaram e continuaram, o que levou o czar a abdicar. Este fato foi o estopim para que o governo provisório concedesse às mulheres na Rússia o direito de voto.<br><br>5 - Cor roxa<br><br></div><div>Roxo é a cor global que representa o Dia Internacional da Mulher, no entanto, historicamente, era roxo, verde e branco. Essa combinação não é mais usada devido à cor branca representar a pureza nas mulheres, que agora é vista como um conceito polêmico e desatualizado.<br><br>Grupo Purple Power - 1º DS (Davi, Paulo, Ketellyn, Cecília, Samara, Luíz, Roner, Caio, Lucas, Samuel, Gabriel H., Luna)</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-04 10:48:29 UTC</pubDate>
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         <title>Mulheres no cenário brasileiro</title>
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         <description><![CDATA[<div>No Brasil, ainda que as um mulheres possuam nível de formação superior ao dos homens, somente 39,1% ocupam cargos de gerência nas empresas. Além do mais, segundo o IBGE, recebem o equivalente a ¾ do salário dos homens. E ainda, mesmo trabalhando fora, as mulheres dedicam 18 horas por semana aos cuidados do lar e da família.<br><br></div><div>Noutro modo, de acordo com relatório da OCDE em 2019, enquanto 18% dos homens brasileiros de 25 a 34 anos têm ensino superior, essa porcentagem sobe para 25% entre as mulheres da mesma faixa etária. Todavia, a taxa de empregabilidade não acompanha o índice.<br><br></div><div>Em relação a empregabilidade, as mulheres brasileiras de 25 a 34 anos com ensino superior é de 82%. Já aquelas com ensino técnico cai para 63% e para 45% entre mulheres sem essa capacitação. De outro modo, entre os homens brasileiros, esses índices são mais altos. A taxa de empregabilidade dos que possuem ensino superior é de 89%. Já com ensino técnico é de 76%, sendo o mesmo para aquelas não possuem nenhuma formação superior.<br><br>Fonte: https://www.opadvogados.com/dia-internacional-da-mulher-conquistas-e-desafios/&nbsp;<br><br>1DS) Grupo: Rafael Kaian de Oliveira Paes, Luan de Oliveira Mansur, João Pedro Camargo Basso, Miguel Goldar, Daniel Moreira Gonçalves da Silva<br><br></div><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-04 10:49:29 UTC</pubDate>
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         <title>a importância do dia internacional da mulher</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Essa data simboliza a luta histórica <strong>das mulheres</strong> para terem suas condições equiparadas às dos homens. Inicialmente, essa data remetia à reivindicação por igualdade salarial, mas, atualmente, simboliza a luta <strong>das mulheres</strong> não apenas contra a desigualdade salarial, mas também contra o machismo e a violência.<br><strong><br>História do Dia Internacional da Mulher<br></strong><br></div><div>O Dia Internacional da Mulher existe, enquanto data comemorativa, como resultado da luta das mulheres por meio de manifestações, greves, comitês etc. Essa mobilização política, ao longo do século XX, deu importância para o 8 de março como um <strong>momento de reflexão e de luta</strong>. A construção dessa data está relacionada a uma sucessão de acontecimentos.<br><br></div><div>Uma<strong> primeira história</strong> que ficou muito conhecida como fundadora desse dia narra que, em 8 de março de 1857, 129 operárias morreram carbonizadas em um incêndio ocorrido nas instalações de uma fábrica têxtil na cidade de Nova York. Supostamente, esse incêndio teria sido intencional, causado pelo proprietário da fábrica, como forma de repressão extrema às greves e levantes das operárias, por isso teria trancado suas funcionárias na fábrica e ateado fogo nelas. Essa história, contudo, é <strong>falsa</strong> e, por isso, o 8 de março não está ligado a ela.<br><br></div><div>Existe, no entanto, outra história que remonta<strong> </strong>a <strong>um incêndio que de fato aconteceu em Nova York</strong>, no dia 25 de março de 1911. Esse incêndio aconteceu na Triangle Shirtwaist Company e <strong>vitimou 146 pessoas</strong>, 125 mulheres e 21 homens, sendo a maioria dos mortos judeus. Essa história é considerada um dos marcos para o estabelecimento do Dia das Mulheres.<br><br></div><div>As causas desse incêndio foram as<strong> </strong>péssimas<strong> </strong>instalações<strong> </strong>elétricas associadas à composição<strong> </strong>do<strong> </strong>solo e das repartições da fábrica e, também, à grande quantidade de tecido presente no recinto, o que serviu de combustível para o fogo. Além disso, alguns proprietários de fábricas da época, incluindo o da Triangle, trancavam seus funcionários na fábrica durante o expediente como forma de conter motins e greves. No momento em que a Triangle pegou fogo, <strong>as portas estavam trancadas</strong>.<br><br>brasilescola<br><br>Jenifer Soares Prado dos Santos<br>Giovana Malvezi&nbsp;<br>Gabriel Flávio<br>Bruno&nbsp;<br>Larissa<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-04 10:50:50 UTC</pubDate>
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         <title>Dandara a guerreira</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Dandara foi uma mulher negra e é um dos principais nomes da luta negra no Brasil. Teve papel fundamental na construção e comando do quilombo dos Palmares, um dos marcos da resistência contra o regime escravocrata brasileiro, que existiu e resistiu como quilombo por mais de 100 anos.<br>Uma mulher que lutou contra a humilhação, que imposta aos negros e negras no período da escravidão, tinha por objetivo acabar a identidade e a personalidade dos escravizados.<br>Ela se suicidou em 6 de fevereiro de 1694, quando foi presa. Jogou-se de uma pedreira direto para um abismo. Preferiu a morte a voltar a ser escrava.<br><br>NOMES: Amanda, Betchie, Bianca, Débora, Felipe dos Santos, Gabriel, Giovana Luisa e Jéssica.&nbsp;<br><br>SALA:2° DS</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-09 10:38:18 UTC</pubDate>
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         <title>Glória Maria</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Glória Maria nasceu no Rio de Janeiro, graduada em jornalismo na (PUC-RJ). Sua primeira reportagem foi para a Rede Globo em 1971. Se tornou conhecida pelas sua reportagens exóticas como o Deserto do Saara, Palestina e a Guerra das Malvinas.<br>&nbsp;<br>Em 2019, ela passou por uma cirurgia para retirar um tumor cerebral, que mais tarde se tornou maligno, e após alguns meses, revelou que continua seguindo o tratamento do câncer.<br><br>NOMES: Igor Hekis, Felipe Melo, Giovanna Pião, Alexandre Mendes, Rafael carvalho, Giovanna Engel, Gabriela Luíze, José Cesar, Danillo Eduardo, Angelo Ferreira, Ataide Leodoro.<br><br>Sala: 2º DS</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-09 10:43:36 UTC</pubDate>
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         <title>Mae Jemison - A Primeira Mulher Negra a Ir Para o Espaço</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Quando <strong>Mae Carol Jemison</strong> nasceu, em 17 de outubro de 1956, em Decatur, no Alabama, a NASA não permitia que mulheres fossem astronautas. Mulheres negras, como era o caso de Jemison, então, nem se fala. Mas isso não impediu que ela, crescendo em Chicago, sonhasse com ir para o espaço: determinada, ela se formou em Engenharia Química na Universidade Stanford e, depois, em Medicina na Universidade Cornell.</div><div>Em 1987, ela conseguiu entrar para a NASA e, cinco anos depois, realizou o sonho de fazer parte da tripulação de um ônibus espacial — o Endeavour, na missão STS-47, que orbitou a Terra do dia 12 ao dia 20 de setembro de 1992. Veja a trajetória de Jemison até chegar às estrelas:<br><br></div><div><strong><em>Família de classe média-baixa</em></strong><br> Caçula de três irmãos, Jemison não veio de uma família de cientistas ou algo parecido. Seu pai era faz-tudo em uma organização sem fins lucrativos e a mãe, professora primária.</div><div>&nbsp;</div><div><strong><em>Dançarina</em></strong><br> Jemison começou a dançar aos 11 anos e se apaixonou pela arte. Quando estava para se formar no ensino médio, ela estava em dúvida entre estudar Medicina ou tentar virar dançarina profissional. Sua mãe teria dito: “você pode dançar se for médica, mas não pode ser médica se for dançarina”.</div><div>&nbsp;</div><div><strong><em>Já formada, ela trabalhou para as Forças de Paz</em></strong><br> Depois de se formar em Medicina, em 1981, Jemison foi voluntária em um campo de refugiados cambojanos na Tailândia e fez parte da equipe médica das Forças de Paz em Serra Leoa e na Libéria. Além do trabalho de campo, Jemison escreveu manuais de autocuidados, participou de pesquisas para criar a vacina contra a hepatite B e desenvolveu diretrizes para o trabalho voluntário na área de saúde dos Estados Unidos.</div><div>&nbsp;</div><div><strong><em>Não foi fácil entrar para a NASA</em></strong><br> De volta aos EUA, Jemison chegou a trabalhar como médica em Los Angeles, na Califórnia. Isso até se inscrever no programa de formação de astronautas da NASA: de dois mil candidatos, ela foi uma das 15 pessoas selecionadas.</div><div>&nbsp;</div><div><strong><em>E mais difícil ainda foi ir ao espaço</em></strong><br> Depois de formada astronauta, Jemison trabalhou para a agência por quatro anos na equipe de apoio de lançamentos no Kennedy Space Center, na Flórida.</div><div>&nbsp;</div><div><strong><em>A missão propriamente dita</em></strong><br> Parceria entre EUA e Japão, a missão incluiu 44 experimentos científicos japoneses e norte-americanos. A função principal de Jemison era investigar células ósseas durante o voo. Entre os experimentos que a astronauta supervisionou, um teve como objetivo observar como girinos se desenvolvem em ambientes sem gravidade.</div><div>&nbsp;</div><div><strong><em>A vida após a NASA</em></strong><br> Em março de 1993, a astronauta saiu da agência espacial. Na época, ela afirmou estar interessada em estudar mais a fundo como a tecnologia espacial pode interagir com o dia a dia das pessoas comuns. Dois anos depois da missão, ela lançou um programa internacional de ciência para crianças chamado “The Earth We Share” (A Terra Que Compartilhamos). Atualmente, Jemison também lidera a organização “100 Year<strong> </strong>Starship”, que tem como objetivo enviar humanos para além do Sistema Solar nos próximos 100 anos.<br><br>GRUPO 3 - 3ºDS<br>INTEGRANTES: Alexandre, André, Clayton, Enzo, João Pedro, Manuela, Maria Clara, Mariana, Matteus, Murilo e Naiame.<br>FONTE: https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2018/10/mae-jemison-conheca-primeira-astronauta-negra-ir-para-o-espaco.html&nbsp;</div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-09 10:50:41 UTC</pubDate>
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         <title>Joana Martins Castilho</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mariasantoaprendiz/ykuehim9p1uska31/wish/2085828419</link>
         <description><![CDATA[<div>Joana, que nasceu em 10 de novembro de 1924 na cidade de São Paulo,&nbsp;<br>considerava-se cidadã de Taubaté, onde morou boa parte da vida. Ela foi<br>apoiada pelos pais, que juntaram dinheiro para realizar o seu sonho&nbsp;<br>e ela voou pela primeira vez aos 13 anos, decolando e pousando no campo&nbsp;<br>de pouso de Taubaté, que funcionava em uma fazenda. Foi habilitada aos 14 anos como aviadora acrobata.<br>Foi com um avião Bucker que Joana aprendeu manobras como o looping, uma volta completa, que ela fazia em série.<br><br>Feitos da Joaninha:<br><br>Foi a aviadora mais nova do mundo. Ela recebeu um Recorde no Guinness Book. Recebeu o reconhecimento de&nbsp;<br>Lideres importantes, como Adolf Hitler, Getúlio Vargas e o governo da França e Estados Unidos. Ela chegou a fazer uma reunião com Getúlio Vargas que prometeu cobrir os custos de aviação da&nbsp;<br>pequena aviadora, mas nunca as cumpriu.<br>Joaninha casou-se, teve 4 filhos. um de seus filhos o médico mastologista<br>Adalgir D’Alessandro, que reside em São Paulo e coleciona grande acervo&nbsp;<br>com fotos e reportagens sobre Joana.&nbsp;<br>Joana, que também batiza um dos hangares do aeroclube de Taubaté,&nbsp;<br>ruas e uma praça do município, e até uma unidade regional do Rotary&nbsp;<br>Clube, e uma marca de refrigerante.<br>Ela morreu em 1991, aos 67 anos, e está sepultada no Cemitério da&nbsp;<br>Quarta Parada, em São Paulo.&nbsp;<br><br>Sthephany, Renan, Tayla, Maria Rita, Luiz Miguel, Pedro Gabriel, Thiago, Yasmin e Larissa. 2 DS-Etec</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-09 10:51:37 UTC</pubDate>
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         <title>Ester Sabino</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Professora Associada do Departamento de Moléstias Infecciosas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo – FMUSP. Diretora do Instituto de Medicina Tropical da USP de 2015 a 2019.&nbsp;<br><br>Investigadora principal dos programas do NIH “Recipient Epidemiology and Donor Evaluation Study-IV Pediatric” e do “São Paulo - Minas Gerais Neglected Tropical Disease Research Center for Biomarker Discovery”. Coordenadora do projeto PITE FAPESP “A Translational Study for the Identification, Characterization and Validation of Severity Biomarkers in Arboviral Infections” e do projeto FAPESP/MRC “The Brazil-UK Centre for Arbovirus Discovery, Diagnosis, Genomics and Epidemiology (CADDE)”. Principais linhas de pesquisas: Segurança Transfusional, HIV, Doença de Chagas, Arboviroses e Anemia Falciforme.<br><br>Com experiência nos estudos de DNA dos vírus da dengue, zika e chikungunya, coordenou o grupo brasileiro de pesquisadoras do Instituto de Medicina Tropical (IMT) da Universidade de São Paulo (USP), o qual realizou, no início de 2020, o sequenciamento genético do novo coronavírus em apenas 48 horas, considerado um tempo recorde pela comunidade científica.</div><div><br>O trabalho de sua equipe não só levou à identificação da origem das primeiras contaminações no Brasil, mas também foi essencial para a descoberta da forma de transmissão do vírus no país, além de coletar dados sobre potenciais mutações genéticas do Sars-CoV-2 e os caminhos percorridos por ele, contribuindo para rastreabilidade da doença.<br><br>Nomes: Adrian Silva&nbsp;<br>Andressa Santos&nbsp;<br>Bruna Guedes&nbsp;<br>Cibely Bento&nbsp;<br>Igor Filipe<br>Taissa Anselmo<br>Kariny Amaral&nbsp;<br>José&nbsp; Paulo 3 ° ds<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-09 10:56:32 UTC</pubDate>
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         <title>Nise da Silveira</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>&nbsp; Nise Magalhães da Silveira (1905-1999) foi uma psiquiatra brasileira reconhecida por&nbsp;transformar o tratamento de saúde mental no Brasil&nbsp;em meados do século XX. Nascida em Maceió (Alagoas) em 15 de fevereiro de 1905, desenvolveu e aplicou tratamentos humanos como a&nbsp;arteterapia&nbsp;e a interação com animais.<br>&nbsp;Nise da Silveira durante sua infância, estudou em um colégio católico em Maceió. Concluiu o curso de medicina em 1926, sendo a uma das primeiras mulheres médicas no Brasil.Foi nessa época que conheceu o colega de curso Mário Magalhães da Silveira e com ele se casou.Assim, ela começa a trabalhar no Hospital da Praia Vermelha, no Serviço de Assistência a Psicopatas e Profilaxia Mental.Ao mudar para o Rio de Janeiro, envolve-se em militância política. Em 1936, é denunciada por uma colega de trabalho, e acaba sendo presa, por conta de seus ideais incompatíveis com o governo de Getúlio Vargas.<br>&nbsp; É considera pioneira no campo da psicologia junguiana no Brasil, sendo contra métodos por ela considerados agressivos, como eletrochoque e lobotomia. Ela foi a fundadora do Museu de Imagens do Inconsciente, no Rio de Janeiro.&nbsp; Ela inspirou a criação de diversas instituições psiquiátricas pelo Brasil.<br>&nbsp; Sua revolucionaria maneira de enxergar uma terapia através da interação com animais permitido uma recuperação eficaz.<br>&nbsp; Em 1956 fundou a casa das palmeiras, um centro de acolhimento na sociedade, de indivíduos que tiveram alta dos hospitais psiquiátricos, sendo reconhecida pela organização das nações unidas e Unesco, ganhando uma grande notoriedade internacional por suas realizações a psicologia médica.<br><br>Alunos: Gabriel Primo, André Gabriel, Cauã Barbosa, Guilherme Samuel, Davi Vieira, Gabriel Vieira; 3ºDS</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-10 23:56:30 UTC</pubDate>
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         <title>Melinda Ann French</title>
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         <description><![CDATA[<div>Melinda Ann French nasceu em 15 de agosto de 1964 no Texas, Estados Unidos. Ela é uma filantropa norte-americana e ex-gerente geral da Microsoft. Nos anos 2000, co-fundou a Fundação Bill &amp; Melinda Gates com seu marido Bill Gates, sendo reconhecida como a maior organização de caridade privada do mundo.<br>Melinda frequentou a Escola Católica de Santa Monica, considerada a melhor aluna da classe. Aos 14 anos, foi apresentada ao Apple II por seu pai, que mais tarde não só a inspirou como incentivou seu interesse em jogos de computador e na linguagem de programação BASIC. Melinda formou-se na Ursuline Academy of Dallas, em 1982. Em 1866, formou-se em Ciência da Computação e Economia pela Duke University.<br>Começou a carreira ensinando matemática e programação para crianças, assim que se formou juntou-se à Microsoft como gerente de marketing, onde foi responsável por liderar o desenvolvimento de produtos multimídia, entre esses produtos estava o Microsoft Word. Melinda também trabalhou na Expedia, atualmente uma das maiores empresas de reservas de viagens. Foi nomeada em 1990 como gerente geral da Information Products, onde ficou até 1996.<br>Em 1987, começou a namorar Bill Gates, após encontrá-lo em uma feira em Nova York. Casaram-se em 1994 no Havaí, tendo três filhos depois. Juntos fundaram a Bill &amp; Melinda Gates Foundation, a partir de 2014, o casal doou US$ 28 bilhões para a organização.<br>Melinda Gates tem sido classificada como uma das mulheres mais poderosas do mundo inteiro pela revista norte-americana Forbes.<br>Alunos: Luiz Fernando, Miguel Antônio, Nicolas Gmack, Pedro Montanaro, Sara Camilly, Taís Ferreira e Yuri<br>Sala: 2°AMS DS</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-18 17:35:01 UTC</pubDate>
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         <title>CAROL SHAW</title>
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         <description><![CDATA[<div>Shaw sempre esteve na região do Vale do Silício e, naturalmente, foi influenciada pela revolução tecnológica que ali aconteceu. Seu pai era um engenheiro mecânico que trabalhava no <em>Stanford Linear Accelerator Center</em> (um laboratório que trabalhava com projetos energéticos para o governo), e Carol começou a se interessar pelo universo dos computadores enquanto estava no ensino médio, quando usou um computador pela primeira vez e descobriu que podia jogar games baseados em texto no sistema BASIC. Seu interesse pelos videogames começou cedo, quando a jovem Carol costumava frequentar o minigolfe de sua região, onde havia uma sala com jogos de arcades. Ela gostava especialmente do game <em>Computer Space</em>, considerado o primeiro fliperama da história. Então, Shaw entrou na Universidade da Califórnia e graduou-se em engenharia elétrica e também em ciência da computação em 1977, conquistando um mestrado no segundo curso em Berkeley. E a evolução profissional de Shaw foi rápida: já em 1978 tornou-se a primeira mulher a desenvolver um jogo eletrônico em toda a história.&nbsp;<br><br>• Turma: 2° AMSDS<br>• Maria Luiza, Clara Elisa, Beatriz Mello, Eduardo Soldi, Mariana Angélica, Maria Eduarda, Sabrina, Pedro Henrique.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-18 23:00:59 UTC</pubDate>
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