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      <title>DIÁRIO DE BORDO - 2025/1 by Paula Coelho</title>
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      <description>Ana Paula Fernandes Coelho</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-02-11 17:01:39 UTC</pubDate>
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         <title>17/02</title>
         <author>anapaulafernandescoelho255</author>
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         <description><![CDATA[<p>Hoje começamos falando sobre a audiodescrição de imagens, que é um tipo de tradução voltada principalmente para pessoas cegas ou com algum tipo de deficiência visual.</p><p>Como exemplo, eu trouxe uma reportagem do jornal Gazeta do ano de 2015, mostrando um pouco de como é realizada a audiodescriçaõ em diferentes contextos.</p><p>Na reportagem, uma das mulheres entrevistadas se emociona ao ter a oportunidade de "ver" o nascimento de seu sobrinho através da audiodescrição realizada por uma profissional de letras especializada na área.</p><p><br></p><p>Por mais que a reportagem seja antiga, ela mostra a importância que vemos hoje no aprimoramento das técnicas de audiodescrição e tradução para pessoas cegas, até mesmo relacionado ao braile.</p><p>Inserir essas práticas em diferentes contextos proporciona a inclusão e facilita a vida das pessoas portadoras de deficiências visuais.</p><p><br></p><p>Hoje já é possível encontrar a audiodescrição na TV, em teatros, cinemas e hospitais.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-12 14:30:21 UTC</pubDate>
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         <title>24/02</title>
         <author>anapaulafernandescoelho255</author>
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         <description><![CDATA[<p>Para hoje, a professora apresentou o tema que iremos produzir no projeto de extensão: Vídeo-aulas.</p><p>A ideia é que sejam aulas de Língua Portuguesa para estrangeiros, principalmente para falantes de inglês (em duplas).</p><p>Devemos apresentar um vocabulário de uma situação específica.</p><p><br></p><p>As aulas serão apresentadas num colégio como parte da nota do projeto de extensão.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-12 14:32:45 UTC</pubDate>
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         <title>10/03</title>
         <author>anapaulafernandescoelho255</author>
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         <description><![CDATA[<p>Para a aula de hoje, a professora mostrou alguns exemplos de como devemos produzir uma vídeo-aula.</p><p>Os exemplos se tratavam de simulações de situações cotidianas, utilizadas para ensinar algumas palavras do idioma selecionado.</p><p><br/></p><p>As vídeo-aulas em simulação são muito eficazes justamente por exemplificarem situações onde a língua é usada de maneira prática e real.</p><p>A professora também nos passou um guia para criarmos um roteiro, além de sugerir que fizéssemos um curso da plataforma Bradesco sobre vídeo-aulas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-12 14:33:07 UTC</pubDate>
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         <title>17/03</title>
         <author>anapaulafernandescoelho255</author>
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         <description><![CDATA[<p>Hoje nós demos início a criação dos roteiros para as videoaulas, que serão apresentadas em formato piloto no dia 30/03.</p><p><br/></p><p>A ideia para a nossa simulação será uma conversa casual entre dois colegas.</p><p>O tema será a vida num geral e sobre como o tempo passa de forma rápida.</p><p>Ainda estamos decidindo sobre o ambiente da simulação.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-12 14:33:36 UTC</pubDate>
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         <title>17/02</title>
         <author>anapaulafernandescoelho255</author>
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         <description><![CDATA[<p>Em nossa primeira aula falamos sobre a figura de linguagem Metáfora.</p><p><br></p><p>Basicamente, a metáfora é uma comparação ou uma frase/termo que colocamos para se referir à algo, uma analogia.</p><p><br></p><p>Por exemplo:</p><p><br></p><p>No meme acima, Champolim diz que até faria uma piada com os políticos, mas eles "roubariam a graça".</p><p>Esse "roubariam a graça" é uma metáfora humorística para dizer que políticos são ladrões.</p><p><br></p><p>A metáfora é um ótimo recurso no humor, porque com ela podemos fazer uma ótima ponte discursiva e até mesmo praticar ali a ética do discurso midiático.</p><p><br></p><p>O Chapolim não disse diretamente que políticos são ladrões, mas o traço de humor utilizado na metáfora deixa isso nas entrelinhas.</p><p>O entendimento da piada também recorre a discursos anteriores, onde todos temos consciência de que políticos roubam e por isso a piada se torna uma metáfora.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-12 14:33:49 UTC</pubDate>
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         <title>24/02</title>
         <author>anapaulafernandescoelho255</author>
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         <description><![CDATA[<p>Na aula de hoje, começamos nossos estudos sobre os metaplasmos.</p><p>Mais especificamente, metaplasmos de acréscimo ou supressão de sílabas/sons.</p><p><br></p><p><strong>PEP: Acréscimo.</strong></p><p><strong>Prótese - Início</strong></p><p><strong>Epêntese - Meio</strong></p><p><strong>Paragoge - Fim</strong></p><p><br></p><p><strong>ASA: Supressão.</strong></p><p><strong>Aférese - Início</strong></p><p><strong>Síncope - Meio</strong></p><p><strong>Apócope - Fim</strong></p><p><br></p><p>Esses metaplasmos são do tipo que as palavras sofrem em suas evoluções.</p><p>Na língua portuguesa, ainda mais no dialeto brasileiro, esses metaplasmos são extremamente comuns e variam de acordo com o sotaque de cada região.</p><p><br></p><p>Por exemplo:</p><p><br></p><p>"Cê sabe, né?"</p><p><br></p><p>A palavra "Cê" é nada menos do que um "Você" que sofreu uma Aférese.</p><p><br></p><p>o "Né" (uma expressão generalizada do português brasileiro) é a junção de um Apócope com o verbo É (um verbo difícil de explicar nesse contexto, então eu talvez esteja errada em colocar como um verbo), formando assim o "Né".</p><p><br></p><p>Uma coisa interessante, ainda falando sobre o português brasileiro, é essa junção entre metaplasmos que formam uma expressão de significado único, como o Né.</p><p>Essas junções acontecem na linguagem oral e acabam fazendo parte da comunicação casual/coloquial (como as gírias).</p><p>Um exemplo é a expressão "Azidéia", bem comum aqui em São Paulo.</p><p><br></p><p>Azidéia basicamente significa "Que ideia idiota", ou algo semelhante.</p><p>É a junção de três metaplasmos de supressão:</p><p>Olha = A</p><p>As = o S vira Z</p><p>Ideias = Ideia</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-12 14:34:04 UTC</pubDate>
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         <title>10/03</title>
         <author>anapaulafernandescoelho255</author>
         <link>https://padlet.com/anapaulafernandescoelho255/ykqc856236i7k72z/wish/3325887076</link>
         <description><![CDATA[<p>Na aula de hoje continuamos os estudos sobre os metaplasmos para alterações de pronúncia como Lambdacismo e Rotacismo.</p><p><br></p><p>É claro que, de maneira geral, os exemplos dados são propositalmente exagerados para facilitar nosso processo de aprendizado.</p><p>Eu acredito que as pessoas tenham um conceito mínimo de fala "correta" (não existem regras para a oralidade), afinal, se alguém alterar demais a pronúncia ou até mesmo inverter/acrescentar sílabas (mesmo que de forma inconsciente), podemos deixar de entender algo.</p><p><br></p><p>Mesmo que não existam regras para a oralidade, existe um padrão de pronúncia para as palavras que usamos.</p><p>Se não existisse esse "padrão", penso eu que não seria possível existir uma distinção entre as línguas de mesma origem (como as línguas latinas, que possuem várias semelhanças).</p><p>É claro que a formação de um idioma depende de muito mais fatores, mas num geral da história podemos observar um padrão de pronúncia.</p><p>Mesmo com a existência dos dialetos e sotaques, a base fonética das palavras são as mesmas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-12 14:34:18 UTC</pubDate>
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         <title>17/03</title>
         <author>anapaulafernandescoelho255</author>
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         <description><![CDATA[<p>Hoje realizamos nossa avaliação.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-12 14:34:26 UTC</pubDate>
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         <title>11/02</title>
         <author>anapaulafernandescoelho255</author>
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         <description><![CDATA[<p>Para nossa primeira aula, tivemos a conversa com a coordenação e apresentação do curso, além do plano de ensino.</p><p><br/></p><p>A professora introduziu nossa primeira leitura do semestre:</p><p><strong>CHAUCER, Geoffrey - Os contos da Cantuária.</strong></p><p><br/></p><p>Ela selecionou alguns dos contos e os dividiu entre os grupos, para que daqui duas semanas nós pudéssemos compartilhar as leituras feitas com o restante da turma.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-12 14:34:49 UTC</pubDate>
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         <title>18/02 (ausente)</title>
         <author>anapaulafernandescoelho255</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-02-12 14:35:01 UTC</pubDate>
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         <title>25/02</title>
         <author>anapaulafernandescoelho255</author>
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         <description><![CDATA[<p>Na aula desta semana fizemos uma roda de conversa para compartilhar e relacionar os contos de Chaucer lidos pela turma.</p><p><br></p><p>O nosso conto foi  "O conto do Beleguim".</p><p>Resumindo, o conto fala sobre um Frade que usava de sua lábia para enganar as pessoas através da fé.</p><p>Um dia o Frade é desrespeitado e é levado a julgamento, onde todos descobrem a verdade sobre os frades e que seu verdadeiro lugar seria embaixo do rabo do diabo (não consigo reproduzir seriamente o que lemos, sorry 😅).</p><p>A história é contada por um Beleguim presente no julgamento do Frade.</p><p><br></p><p>A lição de moral do conto do frade é mostrar como existem pessoas falsas credoras/falsos profetas, e que elas podem utilizar de sua influência e posição social para tirar proveito daquelas que, muitas vezes, acreditam facilmente em qualquer coisa em troca de uma cura ou salvação.</p><p><br></p><p>É interessante como já naquela época, Chaucer utilizava de uma linguagem suja e cômica, mas ao mesmo tempo séria.</p><p>Ao ler, dá para perceber que em nenhum momento ele está de brincadeira.</p><p>Por mais que seja engraçado (e muito), a crítica é muito real e séria para a época do autor.</p><p>Chaucer foi ousado em seu livro, e mesmo hoje em dia, os temas dos contos servem perfeitamente para ilustrar situações da sociedade.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-12 14:36:35 UTC</pubDate>
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         <title>11/03 (Ausente)</title>
         <author>anapaulafernandescoelho255</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-02-12 14:36:58 UTC</pubDate>
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         <title>12/02</title>
         <author>anapaulafernandescoelho255</author>
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         <description><![CDATA[<p>Em nossa primeira aula, a professora apresentou o plano de ensino e conversou sobre alguns assuntos relacionados a oralidade.</p><p>Falamos um pouco sobre a pronúncia em língua em inglesa e como ela afeta a compreensão para não falantes nativos, gerando algum tipo de confusão (como na imagem acima).</p><p>A professora também leu um trecho do livro de Chimamanda:</p><p>"O perigo de uma história única".</p><p>Partindo da leitura conversamos sobre ideais de vida, comparação e formas de construir um posicionamento crítico, civil e politicamente.</p><p><br></p><p>Um comentário que fiz durante a aula e acredito seja interessante desenvolver aqui, foi quando a professora nos questionou sobre como deveria ser feito o desenvolvimento de um pensamento ético/crítico na sociedade (em nossa opinião).</p><p><br></p><p>Eu disse que acreditava ser impossível um mundo onde todas pessoas tenham ideais minimamente semelhantes (mesmo que esses pareçam óbvios para alguns).</p><p>De uma forma geral, é claro que todos pensamos diferente sobre diferentes coisas.</p><p>De fato, é impossível colocarmos numa mesa ou num papel, um tipo perfeito de ideologia/posicionamento ético.</p><p>Da mesma forma que é muito complexo e delicado defender a liberdade de expressão sem colocar um "mas".</p><p><br></p><p>A sociedade (não a humanidade) é naturalmente desigual e instável.</p><p>Automaticamente todas as pessoas pensam da forma que assim acreditam ser o correto, mesmo que não compartilhem.</p><p>Mesmo numa comunidade de pessoas que vivem a mesma realidade e pensam de maneira aparentemente semelhante, tem suas divergências.</p><p><br></p><p>Existem coisas que todos dizemos ser o senso comum de algo correto a ser seguido, mas esquecemos que num mundo como o nosso, tudo pode ser possível. </p><p><br></p><p>É um tipo de pensamento que não possui conclusão exata, como ficar rodando em círculos sem parar.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-12 14:37:12 UTC</pubDate>
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         <title>19/02</title>
         <author>anapaulafernandescoelho255</author>
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         <description><![CDATA[<p>Na aula de hoje, começamos nossos estudos com o IPA (international phonetic alphabet).</p><p><br></p><p>Basicamente, o IPA consiste numa série de caracteres que representam os sons da fala de todos os idioma do mundo.</p><p>Ele é dividido em quadros/tabelas que organizam as consoantes, vogais, diacríticos, suprasegmentais e outros símbolos.</p><p><br></p><p>Durante a aula assistimos vídeos sobre o IPA, aprendemos a pronunciar as vogais e a ler o quadro das consoantes.</p><p>É um item interessante para aprender novos idiomas, principalmente àqueles que estão muito distantes da nossa realidade linguística, como línguas orientais por exemplo.</p><p>Além de que aprender o alfabeto fonético evita causar confusões ou desentendimentos na hora do diálogo, afinal ele te ajuda a entender a pronúncia "correta" das palavras.</p><p><br></p><p>"Correta" porque ele não considera as diferenças regionais por exemplo.</p><p>Às vezes oque o alfabeto considerar como sendo o som, pode variar de pessoa para pessoa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-12 14:37:20 UTC</pubDate>
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         <title>12/03</title>
         <author>anapaulafernandescoelho255</author>
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         <description><![CDATA[<p>Na aula de hoje iniciamos as apresentações dos trabalhos sobre as variações do inglês.</p><p><br/></p><p>A nossa variação foi o inglês Indiano.</p><p><br/></p><p>O inglês chegou à Índia por volta do século XVII/XVIII junto das expansões marítimas.</p><p>Os ingleses implantaram o idioma e mudaram severamente a cultura indiana com a colonização até o meados do século XX, quando a independência foi finalmente declarada após a revolução indiana.</p><p><br/></p><p>O inglês indiano tem um sotaque forte e bem silábico, e também se mistura com palavras do hindi.</p><p><br/></p><p>Apresentamos alguns exemplos em vídeo do sotaque indiano e em seguida fizemos nossa dinâmica com o resto da turma.</p><p><br/></p><p>A dinâmica foi mostrar algumas expressões do dialeto e pedir para que o pessoal tentasse adivinhar quais eram seus significados.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-12 14:37:29 UTC</pubDate>
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         <title>26/02</title>
         <author>anapaulafernandescoelho255</author>
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         <description><![CDATA[<p>Para ala de hoje, conversamos sobre as variações do inglês e seus países falantes.</p><p><br/></p><p>Partindo disso, a professora nos propôs um trabalho.</p><p>Foram selecionados alguns países falantes de inglês e distribuídos entre grupos.</p><p>O objetivo é realizarmos pesquisas sobre o dialeto, curiosidades da cultura e propormos uma atividade para a classe.</p><p><br/></p><p>Nosso dialeto sorteado foi o Indiano.</p><p><br/></p><p>Deixei acima uma página que fala um pouco sobre a língua inglesa ao redor do mundo, sobre como se tornou uma língua global e quais são os países falantes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-12 14:37:37 UTC</pubDate>
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         <title>13/02</title>
         <author>anapaulafernandescoelho255</author>
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         <description><![CDATA[<p>Hoje foi nossa primeira aula de tradução, onde o professor introduziu os primeiros conceitos e termos sobre a tradução.</p><p>Acredito que o quê mais confundiu a todos foi a relação entre  Intra/Intersemiótico e Intra/Interlingual.</p><p><br></p><p><strong>Intra = Dentro         Semiótico: Significante+Significado</strong></p><p><strong>Inter = Fora             Lingual: Idioma/língua/dialeto</strong></p><p><br></p><p>Exemplos:</p><p><br></p><p>Livro para Livro = Intrasemiótico</p><p>Livro para Filme = Intersemiótico</p><p>Mesma língua = Intralingual</p><p>Outra língua = Interlingual</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-12 14:37:56 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>20/02 </title>
         <author>anapaulafernandescoelho255</author>
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         <description><![CDATA[<p>Na aula desta semana conversamos sobre algumas abordagens de tradução utilizadas.</p><p><br/></p><p>Abordagem prescritiva: Vem basicamente de um modelo a ser seguido, ou seja, existem normas para realizar a tradução.</p><p><br/></p><p>Abordagem descritiva: Faz uma análise de como a tradução foi feita, ou seja, uma descrição.</p><p><br/></p><p>Tradução livre: É parcial, adaptável.</p><p><br/></p><p>Tradução Literal: Fiel, é traduzida palavra por palavra.</p><p><br/></p><p>Como exemplo, usamos o livro Moby Dick.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-12 14:38:04 UTC</pubDate>
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         <title>27/02</title>
         <author>anapaulafernandescoelho255</author>
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         <description><![CDATA[<p>Na aula desta semana estudamos a virada cultural e o surgimento das teorias descritivas da tradução nos anos 70.</p><p><br/></p><p>Surge o conceito de Recepção de traduções: Pensar no público alvo, pensar na recepção final da tradução. (Realizar estudos práticos).</p><p>Escopo: O tradutor deve ser bicultural.</p><p><br/></p><p>Teoria dos polissistemas: Um sistema dividido em várias esferas que giram em torno de obras tradicionais.</p><p>Essa teoria também diz que, obras consideradas não canônicas, ou seja, obras marginais, podem se tornar canônicas em outros países com suas traduções.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-12 14:38:22 UTC</pubDate>
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         <title>06/03 </title>
         <author>anapaulafernandescoelho255</author>
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         <description><![CDATA[<p>Para a aula de hoje, conversamos sobre nosso projeto integrador.</p><p><br/></p><p>A ideia do projeto é ser algo comercial, portanto, em duplas deveremos escolher um site de língua inglesa para ser traduzido.</p><p><br/></p><p>O site também deve conter conteúdo em vídeos institucionais.</p><p><br/></p><p>Começamos a decidir os projetos e a definir os detalhes de montagem e apresentação.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-12 14:38:30 UTC</pubDate>
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         <title>19/03</title>
         <author>anapaulafernandescoelho255</author>
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         <description><![CDATA[<p>Para a aula desta semana, alguns grupos terminaram suas apresentações sobre os dialetos da língua inglesa.</p><p><br></p><p>Depois, demos início aos estudos sore gêneros orais e sua aplicação em sala de aula de acordo com documentos oficiais da educação (BNCC).</p><p><br></p><p>Lemos um artigo breve a respeito e consultamos a bncc para realizarmos uma breve conversa.</p><p><br></p><p>Basicamente, falamos sobre a importância dos gêneros orais para o ensino de língua inglesa, e sobre como os documentos oficiais deveriam tomar grandes medidas para implementar essa competência de uma forma mais eficaz nas escolas brasileiras.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-20 13:13:21 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>13/03</title>
         <author>anapaulafernandescoelho255</author>
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         <description><![CDATA[<p>Continuamos a utilizar as traduções de Moby Dick como objeto de estudo, e mais para o fim também usamos as traduções de Alice no país das maravilhas.</p><p><br/></p><p>Introduzimos também as teorias da domesticação x estrangeirização.</p><p><br/></p><p>Domesticada = Dinâmica</p><p>Estrangeira = Literal</p><p><br/></p><p>O termo adaptação: É amplo em termos teóricos, mas no ramo literário é bem preciso e específico para traduções.</p><p><br/></p><p>Teoria da refração: Se refere à sobrevivência de livros clássicos, onde eles são adaptados para públicos específicos ou ideologias específicas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-20 13:14:58 UTC</pubDate>
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         <title>20/03</title>
         <author>anapaulafernandescoelho255</author>
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         <description><![CDATA[<p>Para a aula de hoje conversamos um pouco mais sobre as teorias apresentadas anteriormente pelo professor, mas dessa vez aplicamos ao livro Alice no país das maravilhas.</p><p>Depois, o professor nos apresentou sua tese de doutorado, que fala sobre as traduções feitas para a língua tupi na época colonial, mais especificamente, interpretações da bíblia.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-20 13:15:11 UTC</pubDate>
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         <title>18/03</title>
         <author>anapaulafernandescoelho255</author>
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         <description><![CDATA[<p>Para nossa aula de hoje, demos início ao surgimento do romancismo.</p><p>É importante ressaltar quê: Romantismo não é o mesmo que o Romântico do século 18.</p><p>O romance inicialmente definia mais um gênero literário do que o conceito de romance em si que temos hoje.</p><p>As traduções acabam sendo confusas porque:</p><p>Novel = Romance</p><p>Novela = Soap opera (???)</p><p><br></p><p>Os romances em sua origem costumavam ser bem trágicos e um pouco sofridos, bem introspectivos, mesmo porquê faziam parte do realismo, portanto, a grande diferença é que agora as histórias focavam no cotidiano e na vida pessoas comuns. </p><p><br></p><p>Também citamos alguns exemplos, o principal deles foram as obras de Jane Austen.</p><p>Jane utilizava da linguagem para satirizar convenções sociais de sua época.</p><p><br></p><p>Outro ponto, é que os romances nem sempre se tratavam especificamente de histórias de amor.</p><p>Eles também focavam em histórias secundárias da vida dos personagens e carregavam grandes climáx durante o livro.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-20 13:18:03 UTC</pubDate>
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