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      <title>A Semana de Arte Moderna by Eduarda Paiva</title>
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      <description>EREM João Cavalcanti Petribu | Turma: 1º A</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-03-17 01:24:08 UTC</pubDate>
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         <title>Sejam bem-vindos/as! </title>
         <author>mdupaiva</author>
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         <description><![CDATA[<div>Um mural dedicado à <strong>Semana de Arte Moderna de 1922</strong>.<br><br>Neste ano de 2022, celebramos o centenário do evento que é um grande marco da arte moderna no Brasil.&nbsp;<br><br>A turma do 1º A da EREM João Cavalcanti Petribu preparou um mural bem bacana repleto de informações importantes sobre a Semana. Vem conferir!</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-17 01:51:32 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>severinolima079</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Bem-vindos/as ao nosso mural!</strong><br><em><br></em><strong>Escola:</strong> EREM João Cavalcanti Petribu<br><strong>Turma:</strong> 1º A<br><strong>Professores orientadores:</strong> Eduarda Paiva e Severino Lima<br><em><br>Um projeto do Programa de Residência Pedagógica</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-17 14:16:11 UTC</pubDate>
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         <title>Um marco do modernismo brasileiro</title>
         <author>fariasviniciusbr</author>
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         <description><![CDATA[<div>A Semana de Arte Moderna de 1922 é considerada um marco no modernismo brasileiro.<br><br>Congregou artistas de diversas áreas: pintura, escultura, arquitetura, música, dança, literatura.<br><br>Participaram, direta ou indiretamente, nomes célebres da arte brasileira, como Graça Aranha, Oswald de Andrade, Menotti del Picchia, Ronald de Carvalho, Mario de Andrade, Anita Malfatti, Heitor Villa-Lobos, Victor Brecheret, Di Cavalcanti, Guiomar Novais, entre outros.<br><br>Pinturas e esculturas ficaram expostas no saguão do Theatro e causaram grande escândalo ao gosto público da época.<br><br>Conferências, saraus e apresentações de dança e música aconteceram em três dias do evento.<br><br>Consolidou o ambiente propício para a publicação de diversas obras que caracterizaram a Primeira Geração do Modernismo brasileiro (Geração de 20).</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-17 21:36:04 UTC</pubDate>
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         <title>A influência das vanguardas europeias</title>
         <author>laissilvap533</author>
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         <description><![CDATA[<div>As&nbsp;vanguardas europeias&nbsp;foram importantes para o desenvolvimento da arte moderna no Brasil. O futurismo, na Itália; o&nbsp;expressionismo, na Alemanha; o&nbsp;cubismo&nbsp;de&nbsp;Picasso&nbsp;ou o dadaísmo na Suíça... Esses movimentos, e outros que os seguiram, influenciaram bastante os intelectuais brasileiros, principalmente aqueles que mantinham contato direto com essas vanguardas, quando viajavam para a Europa.<br>Na virada do século 19 para o 20, a Europa vivia intensamente o clima de rompimento com todo o passado artístico e cultural. O clima político era tenso às vésperas da&nbsp;Primeira Guerra Mundial&nbsp;(1914-1918) e com a&nbsp;Revolução Russa, em 1917.<br>Por essa razão, a tensão emocional dos artistas falava alto e determinava o tipo de criação artística e literária. Eles viviam intensamente a glorificação do mundo moderno e a criação, totalmente livre, de cada modo de expressão, de cada estilo e temática, de cada pintura ou escultura antiacadêmica.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-20 14:27:48 UTC</pubDate>
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         <title>As principais correntes vanguardistas</title>
         <author>hagattatj</author>
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         <description><![CDATA[<div>Futurismo: primeiro movimento merecedor da classificação de vanguarda, caracteriza-se pelo interesse ideológico na arte. Sua produção preconiza a subversão radical da cultura e dos costumes, negando o passado em sua totalidade e pregando a adesão à pesquisa metódica e à experimentação estilística e técnica.<br><br>Cubismo: resultado das experiências de Pablo Picasso (1881 – 1973) e de Georges Braque (1882 – 1963), esteve, inicialmente, ligado à pintura e teve por princípio a valorização das formas geométricas. Na literatura, caracteriza-se pela fragmentação da linguagem e geometrização das palavras, dispostas no papel de maneira aleatória a fim de&nbsp;<br>conceber imagens.<br><br>Surrealismo: como o Expressionismo, preocupa-se com a sondagem do mundo interior, a liberação do inconsciente e a valorização do sonho. Esse fascínio pelo que transcende a realidade aproxima os surrealistas das ideias do psicanalista austríaco Sigmund Freud (1856 – 1939).<br><br>Dadaísmo: surgido em 1916, durante a Primeira Guerra Mundial (1914 – 1918), constitui um grito de revolta contra o capitalismo burguês e o mundo em guerra. Por isso, os dadaístas são contra as teorias e ordenações lógicas.<br><br>Expressionismo: tem como herança a arte do final do século 19 e valoriza aquilo que chama de expressão: a materialização criativa (na tela ou no papel) de imagens geradas no mundo interior do artista.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-20 14:43:03 UTC</pubDate>
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         <title>Cubismo: Les Demoiselles d&#39;Avignon - Pablo Picasso</title>
         <author>thaisroberta7383y2y2o</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-03-22 01:17:39 UTC</pubDate>
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         <title>Expressionismo: O grito - Edvard Munch</title>
         <author>thaisroberta7383y2y2o</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-03-22 01:18:20 UTC</pubDate>
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         <title>Expressionismo: Paisagem chuvosa - Wassily Kandinsky</title>
         <author>thaisroberta7383y2y2o</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-03-22 01:18:53 UTC</pubDate>
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         <title>O que as vanguardas europeias representam?</title>
         <author>mariaclarapaulinodelira</author>
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         <description><![CDATA[<div>As Vanguardas Europeias representam um conjunto de movimentos artístico-culturais que ocorreram em diversos locais da Europa a partir do início do século XX. As artes europeias que se destacaram foram: Expressionismo, Fauvismo, Cubismo, Futurismo, Dadaísmo, Surrealismo. As vanguardas europeias passaram pela Literatura Brasileira deixando sua contribuição, especialmente ao somarem com a Semana de Arte Moderna e o movimento modernista, pois juntos vieram romper com a antiga estética que até então reinava em nosso país. Elas são definidas como a gama de tendências artísticas oriundas do Velho Continente. O principal objetivo das vanguardas era o de renovação da arte; uma forma de trazer uma liberdade e subjetividade maior às artes. As propostas da Vanguardas eram completamente incrédulas pela sociedade conservadora da época, o contexto era de uma “revolução”, onde conservadores, inclusive, barravam os ideais artísticos dos vanguardistas. Os movimentos, no entanto, foram importantíssimos para o crescimento de uma nova visão artística no mundo. No Brasil, por exemplo, o Modernismo – bem como a Semana de Arte Moderna de 1922 – foi uma forte influência das Vanguardas Europeias. Sob contágio do fervor dos movimentos europeus, a renovação artística brasileira acompanhou. O pensamento conservador, como na Europa, tentava barrar o avanço de uma tendência fundamental para história cultural do Brasil.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-22 20:00:29 UTC</pubDate>
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         <title>Movimento antropófago: Oswald de Andrade e Tarsila do Amaral, os grandes nomes do movimento</title>
         <author>geo123lene</author>
         <link>https://padlet.com/mdupaiva/ykaa5ppi7afml8zf/wish/2112277312</link>
         <description><![CDATA[<div>Em 11 de janeiro de 1890 nasceu, em São Paulo, José Oswald de Sousa de Andrade, filho único de José Oswald Nogueira de Andrade e Inês Henriqueta Inglês de Sousa de Andrade, sendo eles pertencentes a uma família paulistana tradicional, de classe alta e ascendência portuguesa.<br>José Oswald de Sousa de Andrade, apelidado de Oswald de Andrade,&nbsp; foi um poeta, escritor, ensaísta e dramaturgo brasileiro. Formou-se em Direito no Largo São Francisco em 1919.&nbsp; Foi um dos promotores da Semana de Arte Moderna que ocorreu em 1922 na cidade de São Paulo, tornando-se um dos grandes nomes do modernismo literário brasileiro. Ficou conhecido pelo seu temperamento "irreverente e combativo", sendo o mais inovador entre estes. Colaborou na revista Contemporânea (1915-1926). De 1926 a 1929 foi casado com Tarsila do Amaral e de 1930 a 1935 foi marido de Pagu.<br><br>O Movimento Antropofágico foi uma corrente de vanguarda que marcou a primeira fase modernista no Brasil.<br><br>Liderado por Oswald de Andrade (1890-1954) e Tarsila do Amaral (1886-1973), a finalidade principal era de estruturar uma cultura de caráter nacional, a proposta do movimento era a de assimilar outras culturas, mas não copiar. A marca símbolo do Movimento Antropofágico é o quadro Abaporu (1928) de Tarsila do Amaral, o qual foi dado de presente ao marido, Oswald de Andrade.<br><br>O Manifesto Antropofágico ou Manifesto Antropófogo, que deu origem ao movimento, foi publicado por Oswald de Andrade em 1º de maio de 1928 na Revista de Antropofagia.<br><br>Tarsila de Aguiar do Amaral nasceu em 1 de setembro de 1886, em Capivari, Brasil. Foi uma pintora, desenhista e tradutora brasileira. Ela é considerada uma das principais artistas modernistas latino-americanas, além de ser considerada a pintora que melhor alcançou as aspirações brasileiras de expressão nacionalista nesse estilo artístico.<br>Como integrante do Grupo dos Cinco, Tarsila também é considerada uma grande influência no movimento da arte moderna no Brasil, ao lado de Anita Malfatti, Menotti Del Picchia, Mário de Andrade e Oswald de Andrade. Ela foi fundamental na formação do movimento estético, Antropofagia (1928-1929); na verdade, foi Tarsila quem com seu célebre quadro, Abaporu, inspirou o famoso Manifesto Antropófago de Oswald de Andrade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-24 16:53:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Movimento antropófago: Abaporu - Tarsila do Amaral</title>
         <author>helenamanda87</author>
         <link>https://padlet.com/mdupaiva/ykaa5ppi7afml8zf/wish/2112300197</link>
         <description><![CDATA[<div>Neste trabalho, é retratada uma figura humana sentada numa posição pensativa em uma paisagem árida e ensolarada. Entretanto, o que se sobressai na obra é justamente a ênfase dada ao tamanho dos membros, em detrimento do tamanho da cabeça.Esse recurso recebeu o nome de gigantismo e foi utilizado por Tarsila em outras telas. Dessa forma, podemos perceber a importância que a artista dá à força dos pés e mãos que viabilizam o trabalho braçal do povo brasileiro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-24 17:06:12 UTC</pubDate>
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         <title>Movimento antropófago: Sol Poente - Tarsila do Amaral</title>
         <author>helenamanda87</author>
         <link>https://padlet.com/mdupaiva/ykaa5ppi7afml8zf/wish/2112306931</link>
         <description><![CDATA[<div>"Em Sol poente, de 1929, tela também da fase mais surrealista, a vegetação já se encontra totalmente revolucionada, e o que já não se pode mais definir como cactos, plantas cilíndricas de ponta arredondada, verga para a direita como fazem as árvores que crescem em local de vento."</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-24 17:10:03 UTC</pubDate>
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         <title>Movimento antropófago: A Lua - Tarsila do Amaral</title>
         <author>helenamanda87</author>
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         <description><![CDATA[<div>“Nesta obra temos a presença forte da Lua, com um cacto, que também é interpretado como se fosse uma pessoa solitária assistindo ao espetáculo da Lua naquela paisagem onírica.”<br><br></div><div>&nbsp;A Lua foi comprada pelo MoMA de Nova lorque em 2019 por um valor aproximado de 20 milhões de dólares. É o quadro mais caro da arte brasileira. No MoMA, está ao lado de duas pinturas de Picasso, um quadro do Léger e uma escultura de Brancusi, todos amigos dela em Paris nos anos 20.&nbsp;<br><br></div><div>Um orgulho para o povo brasileiro!</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-24 17:13:30 UTC</pubDate>
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         <title>O movimento antropófago</title>
         <author>karolainyleticia818</author>
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         <description><![CDATA[<div>O movimento antropofágico foi uma espécie de manifestação cultural e artística que ocorreu durante a primeira fase do Modernismo no Brasil. Por conta disso, ele é considerado uma das vanguardas desse período.<br>A ideia do movimento surgiu a partir de observações feitas por Oswald Andrade. O escritor brasileiro, em uma de suas viagens pela Europa, observou o movimento futurista e percebeu o compromisso do idealizador do movimento, o italiano Felippo Tomaso Marinetti, com relação à inovação técnica e a literatura.&nbsp;<br>No Brasil, o movimento antropofágico teve início com a publicação do primeiro manifesto antropófago ou antropofágico publicado por Andrade na revista Antropofagia, do estado de São Paulo, em 1928.<br>A utilização do termo “antropofágico” está relacionado a “antropofagia”, que refere-se ao ato de comer ou devorar a carne de outra pessoa. Dentro da história, ela é usada para apontar atos ritualísticos, no qual acredita-se que, ao comer a carne de um outro homem, a pessoa estaria adquirindo também as suas habilidades.<br>Trazendo para a realidade do movimento antropofágico, a ideia sugerida por Andrade era basicamente “devorar” essa cultura enriquecida por técnicas importadas e promover uma renovação estética na arte brasileira.<br>Diante disso, o objetivo do movimento foi promover pensamentos para “engolir” as influências estrangeiras, de forma que os modernistas enxergassem a realidade brasileira dentro delas e pudessem desenvolver uma nova cultura com a cara do país, excluindo, o eurocentrismo da arte.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-24 17:20:52 UTC</pubDate>
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         <title>Os principais acontecimentos da Semana de 22</title>
         <author>aliceehmelo123</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Abertura da Semana de 1922 (13 de fevereiro de 1922)<br></strong><br>O Teatro Municipal de São Paulo ficou lotado durante o primeiro dia da Semana de Arte Moderna. Os observadores ficaram assustados com a nova estética proposta nas pinturas, esculturas espalhadas pelo saguão. O primeiro dia da ação ainda contou com conferência “A emoção estética da Arte Moderna” apresentada por Graça Aranha, músicas e apresentações. <br><br><strong>Segundo dia (15 de fevereiro) </strong><br><br>Parte da elite acostumada com os padrões estéticos europeus vaiou a palestra de Menotti del Picchia na qual eram apresentados o que ele denominava de escritores dos novos tempos. Guiomar Novaes realizou apresentação musical, mas o ápice ficou por conta do coro do público para atrapalhar Ronald de Carvalho enquanto este declamava o poema “Os Sapos” de Manuel Bandeira. <br><br><strong>Terceiro dia (17 de fevereiro) <br><br></strong>Vilas Lobos entrou no palco do Teatro Municipal calçando um sapato em um pé e no outro um chinelo. O público considerou aquilo como um desrespeito e vaiou o artista. Contudo, foi esclarecido que o chinelo foi usado apenas por causa de um calo inflamado. Apesar do alvoroço esse dia foi o mais tranquilo dos dias do evento<br><br>Os movimentos mais importantes foram:<br><br>• Movimento Pau-Brasil;<br>• Movimento Antropofágico;&nbsp;<br>• Grupo modernista-regionalista de Recife;&nbsp;<br>• Movimento Verde-Amarelo;&nbsp;<br>• Escola da Anta.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-24 17:28:17 UTC</pubDate>
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         <title>Movimento antropófago: como surgiu?</title>
         <author>karolainyleticia818</author>
         <link>https://padlet.com/mdupaiva/ykaa5ppi7afml8zf/wish/2112379112</link>
         <description><![CDATA[<div>O movimento antropofágico teve início a partir de uma observação feita pelo escritor brasileiro Oswald de Andrade. Ele queria mostrar para os autores brasileiros que a influência estrangeira era necessário para o aprimoramento da arte brasileira, entretanto, esse aproveitamento deveria ser feito conforme a cultura do país.&nbsp;<br>Para incentivar os autores, o movimento aconteceu através do lançamento do manifesto antropófago, que foi publicado na revista Antropofagia, do estado de São Paulo. Um trecho do texto dizia o seguinte:&nbsp;<br>“Só a Antropofagia nos une. Socialmente. Economicamente. Filosoficamente. Única lei do mundo. Expressão mascarada de todos os individualismos, de todos os coletivismos. De todas as religiões. De todos os tratados de paz. Tupi, or not tupi that is the question. Contra todas as catequeses. E contra a mãe dos Gracos. Só me interessa o que não é meu. Lei do homem. Lei do antropófago.”<br>Antes disso, a publicação do manifesto foi muito influenciado pela pintura artística que Oswald de Andrade recebeu de presente da sua esposa: Tarsila do Amaral. Ele entregou-lhe um quadro chamado Abaporu, cujo nome significa “homem que come”.&nbsp; O nome do quadro, inclusive, foi conferido por ele e pelo poeta Raul Bopp, que, ao ver a obra, sugeriu ao escritor a realização de um movimento em torno da pintura.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-24 17:50:21 UTC</pubDate>
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         <title>O que foi a Semana de Arte Moderna?</title>
         <author>rayssamillena48</author>
         <link>https://padlet.com/mdupaiva/ykaa5ppi7afml8zf/wish/2112413083</link>
         <description><![CDATA[<div>A <strong>Semana de Arte Moderna </strong>foi uma manifestação artístico-cultural que ocorreu no Teatro Municipal de São Paulo entre os dias 13 a 18 de fevereiro de 1922.<br><br></div><div>O evento reuniu diversas apresentações de dança, música, recital de poesias, exposição de obras - pintura e escultura - e palestras.<br><br></div><div>Os artistas envolvidos propunham uma nova visão de arte, a partir de uma estética inovadora inspirada nas vanguardas europeias.<br><br>Juntos, eles buscavam uma renovação social e artística no país, evidenciada na "Semana de 22".<br><br>O evento chocou parte da população e trouxe à tona uma nova visão sobre os processos artísticos, bem como a apresentação de uma arte “mais brasileira”.<br><br>Houve um rompimento com a arte acadêmica, contribuindo para uma mudança estética e para o Movimento Modernista no Brasil.<br><br>Mário de Andrade foi uma das figuras centrais e principal articulador da Semana de Arte Moderna de 22. Ele esteve ao lado de outros organizadores: o escritor Oswald de Andrade e o artista plástico Di Cavalcanti.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-24 18:09:24 UTC</pubDate>
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         <title>Principais acontecimentos e contexto histórico-social</title>
         <author>biancavitoria25012007</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em 1922, quando a Independência do país completava cem anos, o Brasil passava por diversas modificações sociais, políticas e econômicas (advento da industrialização, fim da Primeira Guerra Mundial).<br><br>Surge então a necessidade de recorrer a uma nova estética, e daí nasce a "Semana de Arte Moderna".<br><br>Ela esteve composta por artistas, escritores, músicos e pintores que buscavam inovações. O intuito era criar uma maneira de romper com os parâmetros que vigoravam nas artes em geral.<br><br>A maioria dos artistas era descendente das oligarquias cafeeiras de São Paulo, que junto aos fazendeiros de Minas, formavam uma política que ficou conhecida como “Café com Leite”.<br><br>Esse fator foi determinante para a realização do evento, uma vez que foi respaldado pelo governo de Washington Luís, na época governador do Estado de São Paulo.<br><br>Além disso, a maioria dos artistas - que tinha possibilidades financeiras para viajar e estudar na Europa - trouxe para o país diversas tendências artísticas. Assim foi se formando o movimento modernista no Brasil.<br><br>Com isso, São Paulo demonstrava (em confronto com o Rio de Janeiro) novos horizontes e uma figura de protagonismo na cena cultural brasileira.<br><br>Para Di Cavalcante, a semana de arte:<br><br>Seria uma semana de escândalos literários e artísticos, de meter os estribos na barriga da burguesiazinha paulista.<br><br>Foi assim que durante três dias (13, 15 e 17 de fevereiro) essa manifestação artística, política e cultural reuniu jovens artistas irreverentes e contestadores.O evento foi inaugurado pela palestra do escritor Graça Aranha: “A emoção estética da Arte Moderna”; seguido de apresentações musicais e exposições artísticas. O evento estava cheio e foi uma noite relativamente tranquila.<br><br>No segundo dia, houve apresentação musical, palestra do escritor e artista plástico Menotti del Picchia, e a leitura do poema “Os Sapos” de Manuel Bandeira.<br><br>Ronald de Carvalho fez a leitura, pois Bandeira encontrava-se em uma crise de tuberculose. Nesse poema, a crítica à poesia parnasiana era severa, o que causou indignação do público, muitas vaias, sons de latidos e relinchos.<br><br>Por fim, no terceiro dia, o teatro estava mais vazio. Houve uma apresentação musical com mistura de instrumentos, exibida pelo carioca Villa Lobos.<br><br>Nesse dia, o músico subiu ao palco vestindo casaca e calçando em um pé sapato e no outro um chinelo. O público vaiou pensando que se tratasse de uma atitude afrontosa, mas depois foi explicado que o artista estava com um calo no pé.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-24 18:13:52 UTC</pubDate>
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         <title>Artistas que participaram da Semana de 22</title>
         <author>karinyviviani2007</author>
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         <description><![CDATA[<div>Mário de Andrade (1893-1945)<br>Oswald de Andrade (1890-1954)<br>Graça Aranha (1868-1931)<br>Victor Brecheret (1894-1955)<br>Plínio Salgado (1895-1975)<br>Anita Malfatti (1889-1964)<br>Menotti Del Picchia (1892-1988)<br>Ronald de Carvalho (1893-1935)<br>Guilherme de Almeida (1890-1969)<br>Sérgio Milliet (1898-1966)<br>Heitor Villa-Lobos (1887-1959)<br>Tácito de Almeida (1889-1940)<br>Di Cavalcanti (1897- 1976)<br>Guiomar Novaes (1894-1979)<br>Zina Aita (1900-1967)</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-24 18:28:29 UTC</pubDate>
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         <title>A importância da semana de 22 para o desenvolvimento da arte moderna no Brasil </title>
         <author>leticiamoreiramacedo28032007</author>
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         <description><![CDATA[<div>Também conhecida como <strong>Semana 22</strong>, o principal motivo era renovar e transformar o contexto artístico <strong>brasileiro</strong>, tanto na <strong>arte</strong> como na literatura. O <strong>Brasil</strong> vivia a República Velha. O capitalismo crescia no país, consolidando a república. A elite paulista estava totalmente influenciada pelos padrões europeus tradicionais.&nbsp;<br><br>Com o objetivo de mostrar as novas tendências da arte moderna que vigoravam na Europa, entre os dias 13 e 17 de fevereiro de 1922 ocorreu a semana de Arte Moderna, no Teatro Municipal de São Paulo.<br><br><br>Todos os artistas modernistas importantes da época participaram. Entre eles, estavam:<br><br>– Di Cavalcanti (Pintor, Desenhista, Ilustrador)<br><br>– Anita Malfatti (Pintora)<br><br>– Tarsila do Amaral (Pintora)<br><br>– Mario de Andrade (Escritor, Poeta)<br><br>– Oswald de Andrade (Escritor, Poeta)<br><br>– Heitor Villa-Lobos (Compositor)<br><br>– Manuel Bandeira (Escritor, Poeta)<br><br>– Víctor Brecheret (Escultor)</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-24 18:43:05 UTC</pubDate>
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         <title>A repercussão da Semana de 22</title>
         <author>henriquemathmatheus</author>
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         <description><![CDATA[<div>A crítica ao movimento foi severa, as pessoas ficaram desconfortáveis com tais apresentações e não conseguiram compreender a nova proposta de arte. Os artistas envolvidos chegaram a ser comparados aos doentes mentais e loucos.<br><br>Com isso, ficou claro que faltava uma preparação da população para a recepção de tais modelos artísticos. Monteiro Lobato foi um dos escritores que atacou com veemência as ações da Semana de 22. Anteriormente, ele já havia publicado um artigo criticando as obras de Anita Malfatti, em uma exposição da pintora realizada em 1917.&nbsp;<br><br>Há duas espécies de artistas. Uma composta dos que vêem normalmente as coisas (..) A outra espécie é formada pelos que vêem anormalmente a natureza e interpretam-na à luz de teorias efêmeras, sob a sugestão estrábica de escolas rebeldes, surgidas cá e lá como furúnculos da cultura excessiva. (...) Embora eles se dêem como novos, precursores de uma arte a vir, nada é mais velho do que a arte anormal ou teratológica: nasceu com a paranóia e com a mistificação (...)&nbsp;<br><br>Essas considerações são provocadas pela exposição da senhora Malfatti onde se notam acentuadíssimas tendências para uma atitude estética forçada no sentido das extravagâncias de Picasso e companhia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-24 19:10:49 UTC</pubDate>
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         <title>Outras obras importantes</title>
         <author>mdupaiva</author>
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         <description><![CDATA[<div>O Homem Amarelo - Anita Malfatti</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-26 14:29:30 UTC</pubDate>
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         <title>Poema &quot;Os sapos&quot;, de Manuel Bandeira</title>
         <author>mdupaiva</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Enfunando os papos,<br>Saem da penumbra,<br>Aos pulos, os sapos.<br>A luz os deslumbra.<br><br></div><div>Em ronco que aterra,<br>Berra o sapo-boi:<br>- "Meu pai foi à guerra!"<br>- "Não foi!" - "Foi!" - "Não foi!".<br><br></div><div>O sapo-tanoeiro,<br>Parnasiano aguado,<br>Diz: - "Meu cancioneiro<br>É bem martelado.<br><br></div><div>Vede como primo<br>Em comer os hiatos!<br>Que arte! E nunca rimo<br>Os termos cognatos.<br><br></div><div>O meu verso é bom<br>Frumento sem joio.<br>Faço rimas com<br>Consoantes de apoio.<br><br></div><div>Vai por cinquenta anos<br>Que lhes dei a norma:<br>Reduzi sem danos<br>A fôrmas a forma.<br><br></div><div>Clame a saparia<br>Em críticas céticas:<br>Não há mais poesia,<br>Mas há artes poéticas..."<br><br></div><div>Urra o sapo-boi:<br>- "Meu pai foi rei!"- "Foi!"<br>- "Não foi!" - "Foi!" - "Não foi!".<br><br></div><div>Brada em um assomo<br>O sapo-tanoeiro:<br>- A grande arte é como<br>Lavor de joalheiro.<br><br></div><div>Ou bem de estatuário.<br>Tudo quanto é belo,<br>Tudo quanto é vário,<br>Canta no martelo".<br><br></div><div>Outros, sapos-pipas<br>(Um mal em si cabe),<br>Falam pelas tripas,<br>- "Sei!" - "Não sabe!" - "Sabe!".<br><br></div><div>Longe dessa grita,<br>Lá onde mais densa<br>A noite infinita<br>Veste a sombra imensa;<br><br></div><div>Lá, fugido ao mundo,<br>Sem glória, sem fé,<br>No perau profundo<br>E solitário, é<br><br></div><div>Que soluças tu,<br>Transido de frio,<br>Sapo-cururu<br>Da beira do rio...<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-26 14:35:22 UTC</pubDate>
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         <title>Outras obras importantes</title>
         <author>mdupaiva</author>
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         <description><![CDATA[<div>Pierrete - Di Cavalcanti</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-26 14:38:38 UTC</pubDate>
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         <title>Trechos do Manifesto Antropófago, escrito por Oswald de Andrade e publicado em 1928 pela Revista de Antropofagia</title>
         <author>mdupaiva</author>
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         <description><![CDATA[<div>"Só a antropofagia nos une. Socialmente. Economicamente. Filosoficamente."<br><br>"Única lei do mundo. Expressão mascarada de todos os individualismos, de todos os coletivismos. De todas as religiões. De todos os tratados de paz."<br><br>"Tupi or not tupi, that is the question."<br><br>"Contra todas as catequeses. E contra a mãe dos Gracos."<br><br>"Só me interessa o que não é meu. Lei do homem. Lei do antropófago."<br><br>"Queremos a Revolução Caraiba. Maior que a Revolução Francesa. A unificação de todas as revoltas eficazes na direção do homem. Sem nós a Europa não teria sequer a sua pobre declaração dos direitos do homem."<br><br></div><div>"Nunca fomos catequizados. Vivemos através de um direito sonâmbulo. Fizemos Cristo nascer na Bahia. Ou em Belém do Pará."<br><br>"A nossa independência ainda não foi proclamada. Frase típica de D. João VI: – Meu filho, põe essa coroa na tua cabeça, antes que algum aventureiro o faça! Expulsamos a dinastia. É preciso expulsar o espírito bragantino, as ordenações e o rapé de Maria da Fonte."</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-26 14:43:38 UTC</pubDate>
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         <title>Outras obras importantes</title>
         <author>mdupaiva</author>
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         <description><![CDATA[<div>O Artesão - Vicente do Rego Monteiro</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-26 14:48:49 UTC</pubDate>
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         <title>Outras obras importantes</title>
         <author>mdupaiva</author>
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         <description><![CDATA[<div>A Estudante - Anita Malfatti</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-26 14:50:44 UTC</pubDate>
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         <title>Outras obras importantes</title>
         <author>mdupaiva</author>
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         <description><![CDATA[<div>Operários - Tarsila do Amaral</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-26 14:53:18 UTC</pubDate>
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         <title>Outras obras importantes</title>
         <author>mdupaiva</author>
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         <description><![CDATA[<div>Amigos (Boêmios) - Di Cavalcanti</div>]]></description>
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         <title>Outras obras importantes</title>
         <author>mdupaiva</author>
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         <description><![CDATA[<div>Paisagem da Espanha - John Graz</div><div><br><br></div>]]></description>
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