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      <title>EDC287 by Bárbara Jennifer</title>
      <link>https://padlet.com/barbarajennifer/edc287</link>
      <description>EDC287 - Educação e Tecnologias Contemporâneas </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-03-03 19:06:56 UTC</pubDate>
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         <title>Oi! Me chamo Bárbara e esse Padlet foi criado com o objetivo de compartilhar meus aprendizados na disciplina Educação e Tecnologias Contemporâneas à luz das leituras e discussões feitas nos fóruns do componente. </title>
         <author>barbarajennifer</author>
         <link>https://padlet.com/barbarajennifer/edc287/wish/1265606997</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-03-03 19:14:44 UTC</pubDate>
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         <title>Anotações sobre o texto &quot;Educação em tempos de pandemia: reflexões sobre as implicações do isolamento físico imposto pela COVID-19&quot;.</title>
         <author>barbarajennifer</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>PRETTO, Nelson De Luca; BONILLA, Maria Helena Silveira; SENA, Ivânia Paula. <a href="https://blog.ufba.br/gec/files/2020/05/GEC_livro_final_imprensa.pdf"><strong>Educação em tempos de pandemia: reflexões sobre as implicações do isolamento físico imposto pela COVID-1 9</strong></a>. Salvador: Edição do autor, 2020.</li><li>&nbsp;O problema para as famílias de baixa renda não se dá somente pelo défict na educação brasileira, mas também pela fome que se espalha pelo país, pela falta de acessibilidade às tecnologias, pela falta de moradia adequada, a necessidade de alunos trabalharem para ajudar na renda familiar;&nbsp;</li><li>Utilização das tecnologias digitais não como mera ferramenta de aula, mas como instrumento estruturantes da aprendizagem, uma vez que através dessas tecnologias digitais também se formam pensamentos. A inclusão digital para além do contato dos indivíduos com a tecnologia, a inclusão como domínio e conhecimento acerca dessas tecnologias.</li><li>A educação como mercadoria: qualidade educacional medida em números. A educação como reprodutora dos interesses do capital.&nbsp;</li><li>Professores com responsabilidades além de sua função profissional, como assumir custos de infraestrutura física e tecnológica.&nbsp;</li><li>"Legitimação da possibilidade de redução do ensino à mera realização de atividades que dispensam o professor, e da relação da escola com as demais mediações sociais que ela proporciona. Ou seja, esvazia-se significativamente escola como espaço de convivência e de debate político" Aumento da defesa do homeschooling.</li><li>Há uma tentativa de transpor para o ensino remoto a mesma rotina de aulas que se tinha no ensino presencial. O que, em minha opinião é muito pouco efetivo, visto que a educação remota não deveria ser meramente uma adaptação da educação presencial e, sim, uma modalidade diferente que requer metodologias diferentes e dinâmicas diferentes. Usar as tecnologias como ferramentas de adaptação é superficial em relação à educação voltada para o uso dessas tecnologias e o conhecimento sobre o que são e como funcionam.&nbsp;</li><li>Luta pela democratização do acesso à educação. Nesse cenário de pandemia, há de haver uma luta pela democratização do acesso (e não o mero acesso) às tecnologias digitais.&nbsp;</li><li>Processo formativo e de pesquisa centrado numa política de produção e não de consumo de informações. A escola amplia sua dimensão formativa-educativa. </li></ul><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-04 13:56:58 UTC</pubDate>
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         <title>inovação ou precarização?</title>
         <author>barbarajennifer</author>
         <link>https://padlet.com/barbarajennifer/edc287/wish/1320753379</link>
         <description><![CDATA[<div>Trago essa notícia de 2020 sobre uma professora de matemática do RJ que viralizou nas redes sociais por usar os azulejos da sua própria casa como lousa nas aulas remotas que leciona. <br>O vídeo da professora gerou reações diferentes. De um lado, há aqueles que defendem que ela inovou e que, para a educação, não há limite para que ela aconteça. Do outro, estão aqueles que denunciam a precarização das condições de trabalho do profissional da educação e não colaboram para a romantização dessa feita. <br>Essa notícia em questão, traz o primeiro ponto de vista:  a professora como uma heroína e inovadora, servindo de exemplo para que outros professores façam o mesmo(?). Fico me perguntando o quanto esse tipo de repercussão contribui para a manutenção da realidade das condições de trabalho dos professores. Se, realmente, usar as paredes de sua própria casa como quadro para poder dar aula é algo louvável e inspirador. Para mim, é algo triste. <br>Até que ponto o amor pela educação e pela profissão compensam a falta de estrutura e condições dignas de trabalho?</div>]]></description>
         <enclosure url="https://g1.globo.com/rj/norte-fluminense/noticia/2020/09/14/professora-do-rj-inova-ao-usar-azulejos-da-cozinha-como-quadro-para-ensinar-matematica.ghtml" />
         <pubDate>2021-03-17 14:05:43 UTC</pubDate>
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         <title>sobre o acesso às tecnologias digitais...</title>
         <author>barbarajennifer</author>
         <link>https://padlet.com/barbarajennifer/edc287/wish/1327753292</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-03-18 21:59:02 UTC</pubDate>
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         <title>diálogo interessante</title>
         <author>barbarajennifer</author>
         <link>https://padlet.com/barbarajennifer/edc287/wish/1332638523</link>
         <description><![CDATA[<div>Tenho acompanhado as aulas remotas da minha irmã mais nova, que é do 4º ano do Ensino Fundamental 1. Durante a semana, prestei atenção ao diálogo da professora com os alunos. Ela estava perguntando se eles consideram o acesso à internet um desejo ou uma necessidade. E foi MUITO interessante ouvir as respostas de crianças de 8-9 anos sobre essa questão. Alguns puseram que antes não achavam que era uma necessidade, mas que durante a pandemia eles têm que usar a internet para tudo o que fazem, inclusive para estudar. Outras crianças levantaram opiniões sobre como deve ser a vida de pessoas que não têm acesso à internet e que, por isso, não estão tendo como estudar. Achei realmente muito interessante a professora ter trazido esse diálogo para o contexto de aula de aula e, acima de tudo, com crianças! É importante que dialoguemos sobre isso e sobre a importância do acesso às tecnologias digitais também com elas. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-20 15:27:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>barbarajennifer</author>
         <link>https://padlet.com/barbarajennifer/edc287/wish/1367927268</link>
         <description><![CDATA[<div>Trago essa charge numa tentativa de dialogar com o acesso ao letramento digital. Sabemos que a inclusão digital está para além do mero acesso às tecnologias digitais, mas, principalmente, ao letramento digital. E com esse letramento digital quero dizer construir o conhecimento necessário para acessar, entender e produzir através das TICs. Com isso, relacionando com a charge, podemos nos questionar onde, se não na educação básica e formação dos professores, poderemos obter o acesso ao letramento digital?&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-30 13:26:06 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Creative Commons: o que é? </title>
         <author>barbarajennifer</author>
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         <description><![CDATA[<div>Trago o link da sessão de perguntas frequentes da Creative Commons Brasil cujas respostas são bem didáticas e acredito que nos permitem pensar na licença como também um movimento político.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://br.creativecommons.net/faq/" />
         <pubDate>2021-04-07 12:22:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>barbarajennifer</author>
         <link>https://padlet.com/barbarajennifer/edc287/wish/1391090796</link>
         <description><![CDATA[<div>Permito utilizar essa imagem para fazer uma analogia com a relação sujeito - trabalho. Nesse sentido, traduzirei "computer working" para "computador de trabalho". Se pensarmos no conceito de trabalho como as etapas de: projeto - execução - produto (SAVIANI, 2015), podemos relacionar o uso da palavra trabalho de forma ainda mais ampla. No software proprietário, nesse caso representado pelo sistema operacional windows, temos acesso apenas ao produto do trabalho de alguém (nesse caso, de quem criou esse SP), não nos sendo permitido planejar e executar em cima daquele produto de forma colaborativa. Já no SL, além da possibilidade que nos é negada no SP e, além de termos acesso ao produto do trabalho de alguém, somos possibilitados também de realizar todas as etapas do conceito de trabalho apresentado no início do texto. Planejar (projeto) a programação de um software novo ou até de modificar o SL utilizado, executar esse projeto no próprio SL e, por fim, teremos o produto do trabalho que, por natureza (livre), poderá ser compartilhado a fim de melhorias e cooperação dentre os usuários do SL.<br><br>&nbsp;SAVIANI<strong>,</strong> Dermeval. S<strong>OBRE A NATUREZA E ESPECIFICIDADE DA EDUCAÇÃO</strong>. Germinal: Marxismo e Educação em Debate, Salvador, v. 7, n. 1, p. 286-293, jan. 2015. ISSN 2175-5604.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-07 12:26:46 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Quanto custa o Ensino Remoto?</title>
         <author>barbarajennifer</author>
         <link>https://padlet.com/barbarajennifer/edc287/wish/1418664049</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao ver essa matéria, principalmente no trecho: "as mudanças feitas propiciaram o mercado tomar conta do empreendimento educacional e naturalizar o que não é natural", me lembrei das grandes empresas como a Google e a Microsoft se colocando "à disposição" das escolas e universidades prometendo ser a solução para o ensino remoto. Essa mercantilização do processo de ensino-aprendizagem em muito interfere na forma como esse é realizado durante a pandemia. A sala de aula virtual acaba por se tornar apenas uma ferramenta de transposição das aulas para o ambiente. Ou seja, as tecnologias digitais são encaradas, muitas vezes por despreparo e desconhecimento dos professores e alunos, como meras ferramentas "facilitadoras" do ensino remoto e não como realmente um ambiente de produção, planejamento e execução.  </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-14 22:16:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>barbarajennifer</author>
         <link>https://padlet.com/barbarajennifer/edc287/wish/1418676126</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-04-14 22:23:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Quem é o Tutor EaD?</title>
         <author>barbarajennifer</author>
         <link>https://padlet.com/barbarajennifer/edc287/wish/1585519753</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma colega, nos fóruns, se questionou a importância do tutor/monitor nos cursos à distância. Pensei muito sobre o assunto e resolvi trazer a minha experiência, porque fui monitora em uma disciplina na UFBA durante o Semestre Letivo Suplementar e eu, honestamente, arrisco dizer que o processo foi mais enriquecedor do que se tivesse sido presencialmente. Acredito que os monitores (tutores) são muito importantes na construção da aprendizagem da turma e na relação entre o professor e os alunos. No meu caso, a turma em questão tinha 40 alunos matriculados e uma das maiores preocupações do professor que me orientou era como ele faria pra:<br>1) trazer todos esses 40 alunos pra matéria de forma ativa e participativa;<br>2) utilizar o AVA, o meet, etc, como espaços de sala de aula, onde os alunos pudessem não só postar atividades, mas também dialogar entre si.<br>3) construir atividades que realmente despertassem o interesse nos alunos pelos conteúdos abordados.<br><br>E foi, a partir disso, que ele solicitou a minha ajuda. E pensamos em possibilidades, sempre juntamente com os alunos pra construir um semestre significativo. Pelo relato dos alunos na última aula do SLS, todos acharam muito boa a experiência e (ainda bem!) se sentiram confortáveis pra opinar sobre o que poderia ter sido diferente.<br>Eu trouxe esse meu relato porque, primeiramente foi uma experiência diferente do que eu achava que seria a monitoria, que pra mim se resumiria a tirar dúvidas dos alunos (como já ouvi relatos dos semestres presenciais). E, na verdade, foi um espaço de aprendizagem -tanto do ambiente digital (como os recursos do AVA), quanto da construção de um espaço colaborativo entre o professor, eu (a monitora) e os alunos.<br>Em segundo lugar, trouxe porque eu acho realmente muito importante a presença de um tutor nos cursos à distância (e não somente neles!), principalmente se pensarmos que a demanda é muito grande pra um único professor (o que poderia acarretar até no desânimo de fazer atividades mais participativas), os alunos não interagem entre si (e, na minha experiência, fizemos encontros extracurriculares online pra conversar sobre a disciplina) e, principalmente, se pensarmos no processo de ensino-aprendizagem como um espaço de múltiplas vias, tanto do professor pros alunos quanto vice-versa. Nessa perspectiva, o tutor seria esse facilitador (e também faria parte) do processo.<br>Por fim, acredito que para que a experiência seja proveitosa para todos, é preciso que acha o preparo tanto por parte da estrutura do curso, dos docentes e dos tutores, para que a construção das atividades seja realmente participativa e não somente instrumentalizada e artificial.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-04 15:22:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Quais são as consequências da Plataformização da Educação?</title>
         <author>barbarajennifer</author>
         <link>https://padlet.com/barbarajennifer/edc287/wish/1585528742</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;No texto “O uso das Plataformas Digitais pelas IES no contexto de afastamento social pela Covid-19”, o professor Nelson Pretto enumera algumas possíveis consequências do uso de empresas como a Google como plataforma oficial das Universidades. Já em um dos podcast disponibilizados pelas professoras na disciplina, ele traz a possibilidade de, um dia, a Google decidir que não vai mais oferecer "gratuitamente" os serviços às Universidades, como o armazenamento ilimitado, por exemplo.<br>Para minha surpresa, me deparei com essa notícia:<br>https://www.tecmundo.com.br/ciencia/216882-google-encerra-nuvem-ilimitada-universidades-buscam-alternativas.htm<br><br>Justamente se trata da Google encerrar o armazenamento em nuvem ilimitado para as Universidades que usam o WorkSpace. E aí, assim como o professor Nelson Pretto aborda nesse podcast, vira um grande "tiro no pé" essa parceria Google-Universidades.<br>Entre os motivos, seguem alguns (que inclusive, estão no texto também):<br><br>- O uso da plataforma Google, a longo prazo, pode influenciar na diminuição do investimento em T.I. nas Universidades. E isso pode causar, como está acontecendo no momento, uma grande inquietação por parte das instituições que se encontram na situação de rompimento desses serviços, principalmente no que diz respeito à adaptação de todos os servidores (e agora alunos, visto que na pandemia a plataformização foi ampliada) à uma plataforma nova.<br><br>Uma das soluções possíveis que o professor traz é a união das Universidades Públicas (especificamente aqui na Bahia, que temos 13) para a criação de uma plataforma comum às IES públicas, como uma forma de autonomia tecnológica e privacidade de dados da instituição, dos servidores e, agora, dos alunos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-04 15:25:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>BNCC: Utopia ou projeto político? </title>
         <author>barbarajennifer</author>
         <link>https://padlet.com/barbarajennifer/edc287/wish/1585540275</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A BNCC (BRASIL, 2017), se baseando no modelo excludente do novo ensino médio, prevê o conhecimento por áreas, ou seja, tira a importância das matérias em sua especificidade, como a sociologia, a história e a geografia, por exemplo. Em uma primeira olhada, isso parece "bom", se considerarmos nos conhecimentos sendo construídos em interdisciplinaridade e enfim, mas, se pensarmos nas consequências dessa aglutinação... aí fica bem preocupante. Citei essas 3 disciplinas porque, ao meu ver, são disciplinas que necessitam e ensinam bastante uma coisa muito importante pra enxergar toda a nossa realidade brasileira: o pensamento crítico. Obviamente, reduzir as possibilidades da construção desse pensamento crítico aos alunos do ensino médio é justamente reduzir as possibilidades de cidadãos que pensem criticamente o contexto que estão inseridos.<br>Não vejo a BNCC como utopia, não vejo como "ideal", vejo como uma manobra de uniformização e condensação de uma coisa tão importante para a educação como é o currículo. Para mim, faz parte de um processo mascarado de redução da diversidade educacional. Justamente como os colegas falaram, são realidadeS DIFERENTES, escolas em bairros, cidades, contextos diferentes. Uniformizar tudo é anular que essas diferenças existem.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-04 15:29:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Uso das TICs pra quem?</title>
         <author>barbarajennifer</author>
         <link>https://padlet.com/barbarajennifer/edc287/wish/1585544539</link>
         <description><![CDATA[<div>Muito se fala sobre a democratização do uso das TICs nas escolas, mas, em sua maioria, esse acesso é voltado para os alunos. Muitos são os documentos e programas que visam assegurar isso também. Reparando neles, fiquei pensando que muito pouco (ou quase nada) se têm sobre essas práticas voltadas para a formação docente. Foi inclusive, um dos debates que tivemos no inicio do semestre do componente EDC287. Que se cobra muito que os professores saibam usar o ambiente virtual nesse período de pandemia como um ambiente de aprendizagem e não como uma transposição da sala de aula presencial, mas, ao mesmo tempo, não se pensa que essa formação para o meio digital não foi oferecida ao professor no momento de sua formação.<br>E aí, eu penso o seguinte: para além dessas determinações do bncc e mec, é preciso que haja essa formação para os docentes, para que estejam preparados e saibam como fazê-las.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-04 15:31:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O professor e suas multiplicidades</title>
         <author>barbarajennifer</author>
         <link>https://padlet.com/barbarajennifer/edc287/wish/1585640785</link>
         <description><![CDATA[<div>No artigo<a href="https://ava.ufba.br/Forma%C3%A7%C3%A3o%20de%20professores%20exige%20rede!"> </a>"Formação de professores exige rede!", professor Nelson Pretto traz a a seguinte fala da professora Maria Cristina Davini, da Universidade de Buenos Aires, na 19a Reunião Anual da ANPEd, em 1996:<br>"Enquanto não tivermos no Brasil uma política educacional que considere o professor e a professora, diferentes entre si e entre todos, elementos chaves de todo o processo, não adianta distribuir parâmetros, computadores, livros ou parabólicas".<br>É exatamente esse o ponto do meu comentário: o professor em suas multiplicidades. Não existe UM professor, UMA professora. Existem professores, em suas diferentes realidades e contextos, em seus diferentes aspectos e formações. Assim como também existem diferentes alunos porque, afinal, as pessoas são diferentes. Então eu penso que, assim como discutimos bastante sobre as diferentes realidades dos alunos, sejam de escolas públicas ou privadas, em modalidades presenciais ou à distância, precisamos pensar, também, na diversidade de realidades dos professores do brasil. Assim como não tem como unificar todos os alunos como sendo iguais, também não há como considerar que os professores são todos os iguais e que precisam de resoluções iguais para todos. Por isso, eu penso que, para além das políticas públicas de formação dos professores para o ambiente virtual, é preciso sobretudo compreender e levar em conta as diferentes realidades dos professores. Porque não há como pensar em uma formação no curso de graduação que favoreça somente àqueles que já têm o acesso e o "domínio" desse ambiente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-04 16:05:13 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>barbarajennifer</author>
         <link>https://padlet.com/barbarajennifer/edc287/wish/1606392985</link>
         <description><![CDATA[<div>Trago esse vídeo para pensarmos no pós-pandemia... em práticas que podem ser usadas em salas de aulas presenciais que utilizam a tecnologia para além da instrumentalização... </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 01:30:22 UTC</pubDate>
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         <title>Recursos educacionais abertos</title>
         <author>barbarajennifer</author>
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         <pubDate>2021-06-15 01:35:29 UTC</pubDate>
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         <pubDate>2021-06-15 01:36:05 UTC</pubDate>
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         <pubDate>2021-06-15 02:03:01 UTC</pubDate>
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         <author>barbarajennifer</author>
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         <pubDate>2021-06-15 02:05:13 UTC</pubDate>
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