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      <title>CALDEIRAS: Gerenciamento de Riscos by </title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-08-15 21:06:36 UTC</pubDate>
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         <title>EXPLOSÃO</title>
         <author>goncyasmin</author>
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         <description><![CDATA[<div>O principal risco relacionado ao emprego de caldeiras é o relacionado a explosão, por sua gravidade e presença durante todo funcionamento. Esses riscos relacionam-se principalmente pelos seguintes fatores:<br>&nbsp;<br>• <strong>Diminuição da resistência</strong>, que pode ser decorrente do superaquecimento ou da modificação da estrutura do material;<br><br>•<strong> Diminuição de espessura</strong> que pode ser originada da corrosão ou da erosão;<br><br>• <strong>Aumento de pressão</strong> decorrente de falhas diversas, que podem ser operacionais ou não. <br><br>• <strong>Superaquecimento</strong>, quando o aço é submetido à temperaturas maiores do que as admissíveis, acarretando na redução da resistência do material.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-15 21:12:12 UTC</pubDate>
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         <title>CHOQUE TÉRMICO</title>
         <author>goncyasmin</author>
         <link>https://padlet.com/goncyasmin/yh8f7b65opveafy6/wish/2261584488</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Caldeiras que possuem queimadores com <strong>potência excessiva </strong>ou <strong>queimadores que operam em on-off</strong> estão suscetíveis a choques térmicos, em virtude de frequentes <strong>paradas </strong>e <strong>recolocação em marcha</strong>, favorecidos também pelas <strong>incrustações </strong>das superfícies.&nbsp;</div><div><br>Quando a caldeira é alimentada com água fria (&lt;80°C) ou com entrada de água quente nas regiões frias essa probabilidade também existe.</div><div><br>Os problemas com choques térmicos acontecem com mais frequência com as caldeiras <strong>fumotubulares</strong>, especialmente com aquelas com câmara de reversão traseira seca.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-15 21:17:35 UTC</pubDate>
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         <title>DEFEITO DE MANDRILAGEM</title>
         <author>goncyasmin</author>
         <link>https://padlet.com/goncyasmin/yh8f7b65opveafy6/wish/2261588487</link>
         <description><![CDATA[<div>Mandrilagem é a operação de <strong>expansão dos tubos</strong> por meio do mandril junto aos furos dos espelhos da caldeira. Através desse processo, os tubos ficam ancorados nos espelhos das caldeiras se a estanqueidade for adequada.<br>O risco atrelado a essa operação surge quando há corpos estranhos na superfície externa da extremidade dos tubos, comprometendo a <strong>estanqueidade</strong>. <br>Esse defeito pode acarretar no <strong>aparecimento de trincas nos espelhos</strong>, entre furos e/ou nos tubos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-15 21:25:31 UTC</pubDate>
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         <title>FALHAS EM JUNTAS SOLDADAS</title>
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         <description><![CDATA[<div>Na fabricação das caldeiras é muito aplicado o processo de soldagem sendo comum nas solda de tubos, solda de espelhos, de reforços, estais, etc. Portanto, falhas nesse processo aumentam os riscos de acidentes nas caldeiras, pois representam regiões de menor resistência do metal.<br><br>O Instituto Internacional de Solda, classifica os defeitos em grupos:&nbsp;<br><br>• Grupo l - Fissuras ou trincas.&nbsp;<br>• Grupo 2 - Cavidades&nbsp;<br>• Grupo 3 - Inclusão de escória&nbsp;<br>• Grupo 4 - Falta de fusão e de penetração&nbsp;<br>• Grupo 5 - Defeitos de forma&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-17 01:51:44 UTC</pubDate>
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         <title>CORROSÃO</title>
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         <link>https://padlet.com/goncyasmin/yh8f7b65opveafy6/wish/2262826989</link>
         <description><![CDATA[<div>A corrosão é um dos principais responsáveis pela degradação de uma caldeira, agindo como um fator de redução de espessura das superfícies submetidas a pressão. Pode ocorrer tanto nas partes em contato com a água (corrosão interna), como nas partes em contato com os gases (corrosão externa).<br><br>Um dos problemas é que a corrosão não é sentida pelos instrumentos de operação da máquina, ou seja, os pressostatos e as válvulas de segurança não detectam sua evolução já que não é acompanhada por elevação de pressão de trabalho.&nbsp;<br><br>O avanço da corrosão pode ser detectado através de inspeções minuciosas do equipamento (obrigatório por lei).</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-17 02:00:43 UTC</pubDate>
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         <title>ALTERAÇÕES NA ESTRUTURA METALOGRÁFICA DO AÇO</title>
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         <link>https://padlet.com/goncyasmin/yh8f7b65opveafy6/wish/2262834212</link>
         <description><![CDATA[<div>Em decorrência da alta capacidade de produção de vapor, nas caldeiras que operam com pressões elevadas ocorre a decomposição da água, consequentemente o desprendimento de oxigênio e de hidrogênio.&nbsp;<br><br>O H2, difundindo-se na estrutura do aço, atua sobre a cementita (confere dureza e resistência ao aço carbono), decompondo-a em ferrita e carbono, o que reduz a resistência do aço.&nbsp;<br><br>O H2 pode ainda reagir com o carbono, produzindo CH4 (gás metano), provocando o empolamento do aço, ou seja, a formação de protuberâncias superficiais.&nbsp;</div><div><br>de&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-17 02:10:26 UTC</pubDate>
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