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      <title>O Grande by The Gabriel</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2019-03-26 11:27:57 UTC</pubDate>
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         <title>O que é Saneamento?</title>
         <author>fonegamex</author>
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         <description><![CDATA[<div>Saneamento é o conjunto de medidas que visa preservar ou modificar as condições do meio ambiente com a finalidade de prevenir doenças e promover a saúde, melhorar a qualidade de vida da população e à produtividade do indivíduo e facilitar a atividade econômica. No Brasil, o saneamento básico é um direito assegurado pela Constituição e definido pela <a href="http://www.tratabrasil.org.br/lei-do-saneamento">Lei nº. 11.445/2007</a> como o conjunto dos serviços, infraestrutura e Instalações operacionais de abastecimento de água, esgotamento sanitário, limpeza urbana, drenagem urbana, manejos de resíduos sólidos e de águas pluviais.<br><br></div><div>Embora atualmente se use no Brasil o conceito de Saneamento Ambiental como sendo os 4 serviços citados acima, o mais comum é o saneamento seja visto como sendo os serviços de acesso à água potável, à coleta e ao tratamento dos esgotos.<br><br></div><var>I<strong>mportância</strong></var><div><br></div><div>Ter saneamento básico é um fator essencial para um país poder ser chamado de país desenvolvido. Os serviços de água tratada, coleta e tratamento dos esgotos levam à melhoria da qualidade de vidas das pessoas, sobretudo na Saúde Infantil com redução da mortalidade infantil, melhorias na Educação, na expansão do Turismo, na valorização dos Imóveis, na Renda do trabalhador, na Despoluição dos rios e Preservação dos recursos hídricos, etc.<br><br></div><div>Em 2013, segundo o Ministério da Saúde (DATASUS), foram notificadas mais de 340 mil internações por infecções gastrintestinais no país.<br><br></div><div>Em vinte anos (2015 a 2035), considerando o avanço gradativo do saneamento, o valor presente da economia com saúde, seja pelos afastamentos do trabalho, seja pelas despesas com internação no SUS, deve alcançar R$ 7,239 bilhões no país.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-29 11:55:42 UTC</pubDate>
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         <title>Água no Brasil</title>
         <author>fonegamex</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Atendimento</mark></strong></div><ul><li><strong>83,5%</strong> dos brasileiros são atendidos com abastecimento de água tratada.</li><li>São quase <strong>35 milhões</strong> de brasileiros sem o acesso a este serviço básico.</li><li>Em 2016, <strong>1</strong> em cada <strong>7 mulheres</strong> brasileiras não tinha acesso à água.</li></ul><div><br></div><div><strong><mark>Consumo</mark></strong></div><ul><li>O consumo médio de água no país é de 154,1 litros por habitante ao dia. Em 2016, os consumos apresentam variações regionais de 112,5 l/hab.dia no Nordeste a 179,7 l/hab.dia no Sudeste.</li><li><strong>110 litros /dia</strong> é a quantidades de água suficiente para atender as necessidades básicas de uma pessoa, segundo a ONU (Organização das Nações Unidas).</li><li><strong>14,3%</strong> das crianças e dos adolescentes não têm acesso à água.</li><li><strong>7,5%</strong> das crianças e dos adolescentes têm água em casa, mas não é filtrada ou procedente de fonte segura</li><li><strong>6,8%</strong> das crianças e dos adolescentes não contam com sistema de água dentro de suas casas</li></ul><div><br></div><div><strong><mark>Dados por região</mark></strong></div><ul><li>No Norte, <strong>57,49%</strong> da população é abastecida com água tratada;</li><li>O abastecimento de água acontece para <strong>73,25%</strong> da população no Nordeste;</li><li>A região Sudeste abastece <strong>91,25%</strong> da população com água tratada;</li><li>No Sul, o índice de atendimento total de água é de <strong>89,68%</strong>;</li><li>O Centro-Oeste, abastece <strong>90,13%</strong> da população com água tratada.</li></ul><div><strong> </strong></div><div><strong><mark>Perdas</mark></strong></div><ul><li>Ao distribuir água para garantir consumo, os sistemas sofrem perdas na distribuição, que na média nacional alcançam <strong>38,29%</strong> (SNIS, 2017) </li><li><strong> </strong>Acima da média dos países desenvolvidos, que é de 15%. </li><li>Retrocesso de magnitude semelhante é observado quando se observa o índice de perdas na distribuição para o Brasil no período 2012-2016, evidenciando assim a necessidade de maiores esforços na diminuição das perdas</li></ul><div><br></div><div><strong><mark>Dados por região</mark></strong></div><ul><li>O Norte perde <strong>55,14%</strong> da água potável</li><li>As perdas de água são de <strong>46,25%</strong> no Nordeste</li><li>Antes de chegar as residências, <strong>34,35%</strong> da água é perdida na região Sudeste</li><li>O índice de perdas na região Sul é de <strong>36,54%</strong></li><li>O Centro Oeste perde <strong>34,14%</strong> da água potável antes de chegar as residências</li></ul><div><br></div><div><strong> </strong></div><div><strong><mark>Águas Subterrâneas</mark></strong></div><ul><li>O total de água extraída em poços é de <strong>17,580 Mm³/ano</strong>, volume suficiente para abastecer a população brasileira por 1 ano.</li><li><strong>18%</strong> da água subterrânea é utilizada para abastecimento público urbano.</li><li>Os custos envolvidos na perfuração e instalação de poços tubulares somam mais de <strong>R$ 75 bilhões</strong>, valor equivalente a <strong>6,5 anos</strong> de investimentos do Brasil em água e esgotos.</li><li>Existem mais de <strong>2,5 milhões</strong> de poços tubulares.</li><li><strong>88%</strong> dos poços tubulares são clandestinos.</li><li><strong>5.570</strong> municípios brasileiros são abastecidos por águas subterrâneas.</li><li>O subsolo do país recebe cerca de <strong>4.329 Mm3</strong> de esgotos por ano.</li><li>Cerca de <strong>6 m</strong>il áreas de aquíferos e águas subterrâneas estão contaminadas no estado de São Paulo.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-15 22:56:47 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Esgoto</title>
         <author>fonegamex</author>
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         <description><![CDATA[<h1><strong><mark>Coleta</mark></strong><ul><li><strong>52,36%</strong> da população têm acesso à coleta de esgoto</li><li>Quase <strong>100 Milhões</strong> de brasileiros não têm acesso a este serviço</li><li>Mais de <strong>3,5 milhões</strong> de brasileiros, nas 100 maiores cidades do país, despejam esgoto irregularmente, mesmo tendo redes coletoras disponíveis</li><li>Cerca de <strong>13 milhões</strong> de crianças e adolescentes não têm acesso ao saneamento básico</li><li><strong>3,1%</strong> das crianças e dos adolescentes não têm sanitário em casa</li></ul></h1><h1><strong> </strong><br><strong><mark>Dados por região</mark></strong><ul><li>No Norte, <strong>10,24%</strong> da população têm acesso aos esgotos</li><li><strong>26,87%</strong> dos nordestinos têm atendimento de esgotos</li><li><strong>78,56%</strong> da população na região Sudeste têm o esgoto coletado</li><li>A parcela da população com coleta de esgoto na região Sul é de <strong>43,93%</strong></li><li>Centro Oeste atende <strong>53,88%</strong> da população com coleta de esgoto</li></ul></h1><h1><br><strong><mark>Tratamento</mark></strong><ul><li><strong>46%</strong> dos esgotos do país são tratados.</li><li>A média das 100 maiores cidades brasileiras em tratamento dos esgotos foi de <strong>50,26%</strong>. Apenas 10 delas tratam acima de <strong>80%</strong> de seus esgotos.</li></ul></h1><h1><br></h1><h1><strong><mark>Dados por região</mark></strong><ul><li>O tratamento de esgoto é de <strong>22,58%</strong> na região Norte;</li><li>O Nordeste trata <strong>34,73%</strong> dos esgotos;</li><li>O esgoto tratado no Sudeste é de <strong>50,39%;</strong></li><li>O Sul trata <strong>44,93%</strong> dos esgotos;</li><li>O índice de tratamento de esgoto é de <strong>52,02%</strong> no Centro Oeste;</li></ul></h1><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-15 22:59:31 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>fonegamex</author>
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         <description><![CDATA[<var><strong>GRAFICOS</strong></var>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-15 23:08:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>fonegamex</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-04-15 23:11:36 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>fonegamex</author>
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         <pubDate>2019-04-15 23:12:14 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>fonegamex</author>
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         <pubDate>2019-04-15 23:12:58 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>fonegamex</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-04-15 23:13:40 UTC</pubDate>
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         <title>Benefícios Econômicos e Sociais da Expansão do Saneamento Brasileiro</title>
         <author>fonegamex</author>
         <link>https://padlet.com/fonegamex/ygef88ik4pl7/wish/351983326</link>
         <description><![CDATA[<div>A parcela da população brasileira com acesso aos serviços de distribuição de água tratada passou de 80,6% em 2004 para 83,3% em 2016. Já a parcela da população com acesso aos serviços de coleta de esgoto passou de 38,4% para 51,92% entre 2005 e 2016.<br><br></div><div>A despeito dos inegáveis avanços do saneamento básico no Brasil, o número de brasileiros sem acesso a esses serviços ainda é enorme e o desafio da universalização é cada vez maior. Este estudo analisa a evolução do saneamento no país entre 2004 e 2015 e seus impactos sobre a sociedade, focando, principalmente, os reflexos sobre a economia. O estudo também traz um balanço dos benefícios sociais e econômicos que a população brasileira terá com a universalização do saneamento num horizonte de longo prazo.<br><br></div><div>O estudo tem por referência o relatório do Instituto Trata Brasil sobre os benefícios econômicos do saneamento no Brasil, publicado em março de 2014. Além de atualizar as informações estatísticas daquele documento, o presente estudo aprofunda as questões do impacto da falta de saneamento na economia, aprimorando as técnicas estatísticas e abordando novos temas como a geração de emprego e renda associada aos investimentos e à operação dos serviços de coleta e tratamento de esgoto.<br><br></div><div>As informações são do Sistema Nacional de Informações sobre o Saneamento (SNIS), do Ministério das Cidades, e da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios de 2004 a 2015, do IBGE. Também são empregadas outras pesquisas do IBGE, como a Pesquisa Nacional de Saúde, a Pesquisa Anual da Indústria da Construção, a Pesquisa Anual dos Serviços e as Contas Nacionais Consolidadas. As informações de saúde – número e custos das internações por doenças gastrointestinais infecciosas – vêm do DATASUS. Os dados internacionais vêm do UNICEF, da Organização Mundial de Saúde e do Banco Mundial.<br><br></div><div>Os capítulos da primeira parte do relatório descrevem a situação do saneamento no Brasil e no mundo. Nessa parte também são analisadas as relações entre o avanço do saneamento e a mortalidade infantil e o desenvolvimento humano das nações. Na segunda parte são apresentadas estimativas dos efeitos de geração de emprego e renda dos investimentos na expansão do sistema de saneamento e da subsequente operação da nova infraestrutura instalada. São quantificadas as externalidades da falta de saneamento, as quais compreendem os impactos decorrentes do déficit de saneamento sobre a saúde, a produtividade do trabalho, o atraso escolar e a valorização ambiental. A parte final do estudo faz um balanço dos benefícios e dos custos do avanço do saneamento no Brasil entre 2005 e 2015. A análise apontou para um balanço animador: o que o país investiu nesses dez anos já retornou com lucro para a sociedade brasileira.<br><br></div><div>Esse resultado reforça uma questão: quais serão os efeitos econômicos e sociais positivos da universalização dos serviços de tratamento e distribuição de água e de coleta e tratamento de esgoto sobre a renda, a saúde, e os mercados no Brasil do futuro? A resposta encontrada nas análises foi animadora. O país tem muito a ganhar se cumprir, nas duas próximas décadas, as metas de universalização do saneamento.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-16 14:24:02 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>fonegamex</author>
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         <description><![CDATA[<div>                                                                                                          <strong>Projetos  Sociais que foram um sucesso</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-16 14:28:23 UTC</pubDate>
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         <title>Programa Consumo Responsável</title>
         <author>fonegamex</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em parceria com o Departamento Municipal de Água e Esgotos de Porto Alegre (DMAE) e a empresa Itron, o Instituto Trata Brasil desenvolveu o projeto “Água e Cidadania pela Vida” em dois bairros contemplados com redes de água potável. As comunidades de Vila Athenis e Jardim da Amizade fazem parte do Programa Consumo Responsável, desenvolvido pelo Dmae.<br><br></div><div>Os bairros receberam redes provisórias de água potável e também melhorias no sistema de medição de consumo através das tecnologias desenvolvidas pela ITRON. O Trata Brasil entra no projeto educando e conscientizando os moradores sobre o uso racional a água, seja através de oficinas, seja com outras atividades que fazem os moradores pensarem sobre seus hábitos de consumo.<br><br></div><div>Ao final das medições observou-se que 60% dos moradores da Vila Athenis encontravam-se na faixa de consumo de água recomendada ou tolerável, enquanto no Jardim da Amizade este nível chegou a 70% dos moradores. A média de consumo de água diário recomendada pela organização das Nações Unidas (ONU) é de 110 litros por dia por habitante, mas no Brasil é mais comum encontrarmos usos mais próximos dos 200 litros diários. No vídeo pode-se ter um gostinho da importância do projeto nas comunidades, como os próprios moradores mostram.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-16 14:32:24 UTC</pubDate>
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         <title>Água na Escola – Gotas de Futuro</title>
         <author>fonegamex</author>
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         <description><![CDATA[<div>No ano de 2017, o Instituto Trata Brasil lançou um novo projeto em parceria com a atleta Daiane dos Santos. Trata-se do “<strong>Água na Escola – Gotas de Futuro</strong>”, que aconteceu em algumas escolas das cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, mais próximas à bairros e regiões que abrigam mais de 40 mil moradores e cujas escolas demandam atividades de educação ambiental. É também um local que busca resolver os problemas de saneamento básico, em especial o acesso ao esgotamento sanitário.<br><br>A parceria com Daiane dos Santos foi natural, uma vez que a atleta já é Embaixadora do Instituto e muito ligada às causas ambientais. Daiane é um exemplo não somente de atleta, tendo conquistado inúmeros títulos nacionais e internacionais, mas também como educadora, através do projeto “Brasileirinhos” e outros que buscam formar jovens cidadãos nos conceitos de responsabilidade social, cidadania, autoestima e confiança.<br><br>O tema “saneamento básico” foi escolhido porque no Brasil ainda há grandes desigualdades no acesso à água tratada, coleta e tratamento de esgotos. Segundo o Ministério das Cidades, ano 2015, o país ainda possui mais de 35 milhões de brasileiros sem água tratada e cerca de 100 milhões sem coleta de esgotos, principalmente nas áreas mais vulneráveis (favelas, áreas irregulares, bairros afastados).<br><br>O projeto objetiva, através de palestras recreativas e atividades lúdicas, conscientizar pais, alunos, professores e funcionários sobre a importância do uso racional da água e de reivindicarem as redes para coleta e tratamento dos esgotos. Trata também da importância de as moradias estarem conectadas às redes, onde elas já estejam instaladas. Saneamento básico ajuda a termos qualidade de vida e nos protege contra as doenças da água poluída.<br><br>Já foram atingidos mais de 22 mil alunos em mais de 5 estados brasileiros.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-16 14:33:53 UTC</pubDate>
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         <title>Projeto leva tecnologias de saúde e saneamento básico a municípios do Amazona</title>
         <author>fonegamex</author>
         <link>https://padlet.com/fonegamex/ygef88ik4pl7/wish/351988734</link>
         <description><![CDATA[<div>Mais de 2.700 famílias rurais e ribeirinhas dos municípios amazonenses de Borba, Nova Olinda e Itacoatiara foram beneficiadas por três projetos de tecnologia social nas áreas de saneamento básico, tratamento de água e saúde. A iniciativa, lançada nessa sexta-feira (10) em Manaus, é uma parceria entre o Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social (Idis), e a Fundação Banco do Brasil (BB). As tecnologias sociais são metodologias ou soluções desenvolvidas junto com as comunidades aliando os saberes populares e científicos para um determinado problema social.<br><br></div><div>As crianças são o foco principal do projeto. Segundo a diretora-presidente do Idis, Paula Fabiani, a instituição diagnosticou que é crítica a situação de desenvolvimento da primeira infância nessas localidades.<br><br></div><div>“O Idis vem trabalhando nos últimos cinco anos em projetos de desenvolvimento da infância no estado. A gente encontrou nessas comunidades crianças que tem diarreia a cada 15 dias, não tem uma alimentação adequada, e por isso existe também uma questão ligada ao desenvolvimento da anemia. A partir desse diagnóstico, partimos para procurar soluções para esses problemas. Foi aí que a gente encontrou no banco de tecnologias da Fundação Banco do Brasil soluções que poderia ser aplicadas nessas comunidades”, contou Fabiani.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-16 14:36:37 UTC</pubDate>
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