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      <title>Conceitos/ estudos importantes para minha  pesquisa by Joice Carvalho Coutinho</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-03-14 22:53:49 UTC</pubDate>
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         <title>PAULO FREIRE</title>
         <author>joicecoutinho</author>
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         <description><![CDATA[<div>Leitura de mundo<br><br>"A leitura de mundo precede a leitura da palavra..." (FREIRE 1882, p. 11)<br><br>No livro "A importância do ato de ler" Paulo Freire diz que ao ir escrevendo o texto, ia tomando distância dos momentos em que o ato de ler foi de dando em sua experiência existencial e traz o pequeno mundo em que se movia; e depois a leitura da "palavramundo". Conta que retomou a infância para buscar a compreensão do seu ato de ler o mundo...experiência vivida...(aqui me recorda o conceito de vivência de Viagotski).&nbsp;<br>Freire conta dos textos e palavras do contexto...do canto dos pássaros; dança das copas das árvores...cheiro das flores...(Freire, 1983).<br><br>"Meu primeiro mundo foi o quintal de casa, com suas mangueiras, cajueiros de fronde quase ajoelhando-se no chão sombreado, jaqueiras e barrigudeiras." (FREIRE, 1995, p. 24).<br><br>"Antes de tornar-me um cidadão do mundo, fui e sou um cidadão do Recife, a que cheguei a partir do meu quintal, no bairro de Casa Amarela. Quanto mais enraizado na minha localidade, tanto mais possibilidades tenho de me espraiar, me mundiatizar..."(FREIRE, 1995, p.25)&nbsp;<br><br>"O Brasil, na forma como existe para mim, dificilmente existiria sem o meu quintal, a que se juntaram ruas, bairros, cidades. A terra que a gente ama, de que a gente fala e a que se refere, tem sempre um quintal, uma rua, uma esquina, um cheiro de chão, um frio que corta, um calor que sufoca, um valor por que se luta, uma carência, uma língua que se fala em diferentes entonações". (FREIRE, 1995, p.25)<br><br>Amorosidade...<br>Boniteza humana...<br><br>" Esta dimensão, boniteza, faz parte para Paulo Freire, da concepção da vida,<br>bem como amorosidade, bem querer, amizade, solidariedade, utopia, alegria,<br>esperança, estética e genteidade. A vida há que ser bonita, não só a vida do indivíduo, mas a realização de um povo.<br>Um dia este país há de se tornar menos feio. Ninguém nasceu para ser feio.<br>Este país será mais bonito na medida em que a gente lutar com alegria e com esperança [...] o que muda é o jeito de brigar. (Depoimento a uma ONGCENPE<br>(em “Profissão Professor”)" - Dicionário Paulo Freire.<br><br>Inéditos viáveis.&nbsp;<br>Diálogo.<br>Educação como prática da liberdade.&nbsp;<br><br>Algumas referências:<br><br>FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler: em três artigos que se completam. São Paulo: Autores Associados: Cortez, 1983.<br><br></div><div>FREIRE, Paulo. À sombra desta mangueira. São Paulo: Editora Olho d´água, 1<strong>995</strong>.&nbsp;<br><br>- PEDAGOGIA DO OPRIMIDO;<br>- PEDAGOGIA DA AUTONOMIA;<br>- EDUCAÇÃO COMO PRÁTICA DA LIBERDADE.&nbsp;</div><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-14 23:01:06 UTC</pubDate>
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         <title>ESPINOSA </title>
         <author>joicecoutinho</author>
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         <description><![CDATA[<div>SER HUMANO-NATUREZA<br>“[...] a coisa extensa e a coisa pensante ou são atributos de Deus ou são afecções dos atributos de Deus.” (Espinosa, 2020, p.22). Para o filósofo Deus é a natureza, o universo, o cosmo, “somos seres, modos extensos da substância única (o universo), e vivemos e nos constituímos na relação com todos os outros seres e coisas existentes neste universo.” (Santos, 2018, p. 190). <br>EXPERIÊNCIA; AFETOS; CORPO; CONATUS. <br>“A teoria de Spinoza, permite compreender a experiência por meio dos afetos que resultam de nossas relações com os seres e com o mundo a nossa volta” (SANTOS, 2018, p.191). <br>“O corpo humano pode ser afetado de muitas maneiras, pelas quais sua potência de agir é aumentada ou diminuída, enquanto outras tantas não tornam sua potência de agir nem maior nem menor.” (Spinoza, 2020, p. 99). É em busca de afetos que aumentem nossa potência, as potências das crianças que sigo na pesquisa com as crianças. <br>Para Spinoza, os afetos primários são a alegria e a tristeza e destes derivam todos os outros.“A alegria é a passagem do homem de uma perfeição menor para uma maior.” “A tristeza é a passagem do homem de uma perfeição maior para uma menor”. (Spinoza, 2020, p.141). <br><br>SPINOZA, Benedictus de.<strong> </strong>Ética.<strong> </strong>[Tradução de Tomaz Tadeu] – 2.ed- Belo Horizonte: Autêntica, 2020.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-14 23:06:41 UTC</pubDate>
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         <title>LEA TIRIBA</title>
         <author>joicecoutinho</author>
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         <description><![CDATA[<div>Desemparedamento<br><br>"Afirmamos a importância de desemparedar porque entendemos que a vida ao ar livre possibilita uma aproximação absolutamente necessária à integridade, ao fortalecimento do <em>conatus, </em>na medida em que seu processo de desenvolvimento pleno está entrelaçado com outros modos de expressão da natureza: com outras crianças, outros humanos e outras produções culturais, mas também com outras espécies, elementos que se entrelaçam compondo a VIDA..."<em> (TIRIBA, 2018, p. 190) afirmando junto com Maturana,1998.</em><br><br>"Educação Infantil como Direito e Alegria" afirmando com Espinosa, dentre outros estudiosos. <br><br>TIRIBA, Léa. Crianças, natureza e Educação Intantil. Tese de Doutorado, 2005.<br>TIRIBA, Léa. Educação Infantil como direito e alegria: em busca de pedagogias ecológicas, populares e libertárias. Rio de Janeiro/São Paulo: Paz e terra, 2018.&nbsp;</div><div>TIRIBA, Lea. PROFICE, Christiana. Crianças da natureza: vivências, saberes e pertencimento. Educação e Realidade, porto Alegre, v. 44, n.2, 2019.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-14 23:06:52 UTC</pubDate>
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         <title>VIGOTSKI</title>
         <author>joicecoutinho</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;PEREJIVÂNIE (VIVÊNCIA)&nbsp;<br><br>De acordo com a perspectiva sócio-histórica, pessoas e ambientes não podem ser separadamente definidos, eles são sempre parte de uma vivência (Profice, 2016, p.20), desse modo, minha pesquisa em andamento, traz as crianças em seus contextos, onde vivem, do que brincam onde brincam e que que nos contam. Mas antes disso, traz a menina Joice que nasceu nessa cidade e brincou pelos quintais, ruas e na única praça que tinha na cidade, pelo que me recorde, a Praça Fonseca Portela, localizada no Centro, na área externa da escola e no sítio da avó.&nbsp;<br><br>Importante destacar que o conceito de vivência está contextualizado na teoria histórico-cultural, o que é diferente da palavra vivência, existência, vida cotidiana, experiência... engloba isso, mas vai além...é um conceito!<br><br></div><div><strong>Vivência/ vivência espacial</strong>- entendida dentro da teoria histórico-cultural- nenhuma vida humana se encerra nela mesma! É sempre uma existência para além de si.&nbsp;</div><div><strong><em>Toda vida é um [com]viver e [co]existir</em></strong>!</div><div>(isso me recorda Maturana)<br><br></div><div><strong>Conceito de Vivência é marca central da teoria histórico-cultural de Vigotski.&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>Vivência: chegar na singularidade humana; peculiaridade humana.<br></strong><br></div><div>Spinoza é uma influência para Vigotski. <br>Lopes enfatiza o <em>conatus</em>...&nbsp;</div><div><br>"Nenhuma vida humana se encerra nela mesma, qualquer existência humana, em sua particularidade e singularidade, é sempre uma existência estendida para muito além de si.&nbsp; VIVÊNCIA na teoria histórico-cultural- <strong>Toda vida é um [com] viver e um [co]existir.</strong>"<br>(Influência de Spinoza e do teatro)<br><br><strong>Vivência...Unidade! Relação da criança com o meio!<br></strong>Vivencia o meio e faz uma transformação de si mesma nesse meio.&nbsp;<br><br></div><div>Critica as teorias de sua época, não tem como ver o desenvolvimento da criança como as teorias clássicas do desenvolvimento: linear e universal. Traz a noção do desenvolvimento humano como uma transformação, metamorfose, na relação da criança consigo e com o meio onde vive. Para tentar compreender o que é o desenvolvimento e vivência onde entra nisso...<strong>conjugar os 3 planos genéticos do desenvolvimento.</strong>&nbsp;<br><br></div><div>-Filogênese (desde o surgimento da espécie no planeta); é preciso olhar para essa filogênese!!!<br><br></div><div>-ontogênese<br><br></div><div>-sociogênese<br><br></div><div>Vigotski diz que tem que olhar para as 3 e não 1 separadamente!!!<br><br></div><div>LER: “O SER E ESTAR NO MUNDO: A CRIANÇA E SUA EXPERIÊNCIA ESPACIAL” LOPES&nbsp;<br><br></div><div><br>(Fala do Professor Jader Janer no IV Círculo Vigotskiano: <br>vivência e a pesquisa com bebês e crianças. Disponível em <br>&nbsp;<a href="https://www.youtube.com/watch?v=AYlpFephgSo"><strong>https://www.youtube.com/watch?v=AYlpFephgSo</strong></a> <br><br><strong>No livro “Terreno Baldio” o conceito de vivência aparece em:<br></strong><br></div><div><strong>p. 91 vivências espaciais, topogênese e se fazer terreno<br></strong><br></div><div><strong>arvorear...<br></strong><br></div><div><strong>p.97 Relação com </strong><strong><em>conatus </em></strong><strong>em Spinoza...<br></strong><br></div><div><strong>p. 100 ...dois planos (o social e o individual) ...concepção de vivência”<br></strong><br></div><div><strong>p. 101 “o olhar para a vivência humana significa se dedicar a mirar a produção desse novo, para as formas singulares que unem seu plano pessoal com o social , como vai tecendo sua vida e os processos que dela fazem parte.”<br></strong><br></div><div><strong>p. 101 “...vida que se tece na vida...”<br></strong><br></div><div><strong>P. 103 “A VIVÊNCIA, PORTANTO, TEM, NA SINGULARIDADE DO EXISTIR, SUAS PECULIARIDADES EM CADA UM DE NÓS, QUE VAI SE FORJANDO A PARTIR DO PLANO SOCIAL (O MEIO) E O PLANO INDIVIDUAL (A PESSOA). Por isso, esses dois termos, muitas vezes usados como sinônimos, ao serem concebidos a partir da perspectiva dos autores, ocupam posições valorativas diferenciadas. Essas posições, inclusive, marcam também as diferenças entre o plano social e cultural.” (nota de rodapé 52)<br></strong><br></div><div><strong>Até p. 105!!!<br></strong><br></div><div><br>"[ ...] Localizemos as relações que fazem do humano, o humano. É&nbsp; nesse intermezzo que temos a vivência, esse conceito que coaduna a pessoa, a sua autoria, sua personalidade, seu mundo e seu ser no mundo". (p. 102)</div><div><br>"A vivência, portanto, tem, na singularidade do existir, suas peculiaridades em cada um de nós, que vai se forjando a partir do plano social (o meio) e o plano individual (a pessoa)." (p. 103)<br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=AYlpFephgSo"><strong><br></strong></a>Referência de onde aprofundar o conceito de vivência: Livro “Terreno Baldio” de Jader Janer Lopes.<strong><br><br></strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=AYlpFephgSo"><strong><br></strong></a><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-14 23:07:03 UTC</pubDate>
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         <title>JADER JANER</title>
         <author>joicecoutinho</author>
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         <description><![CDATA[<div>Com os estudos da Geografia das Infâncias.<br><br>As crianças estão pelo mundo, experimentam, significam, criam, inventam, refletem e têm muito a dizer. Suas infâncias são vividas de diferentes maneiras, a depender do tempo, do espaço, das relações constituídas, das condições socioeconômicas, das culturas que vivencia. “A infância, portanto, se dá num amplo espaço de negociação que implica a produção de culturas de criança, do lugar, dos lugares destinados às crianças pelo mundo adulto e suas instituições e das territorialidades de criança.” (LOPES; VASCONCELLOS, 2005, p.39). <br><br>- Conceito: amorosidade espacial.<br>Texto: "Geografia da Infância, Justiça existencial e amorosidade espacial". <br>- Vivência espacial. Livro: "Terreno Baldio"<br><br>LOPES, Jader Janer. <strong>Terreno Baldio: um livro sobre balbuciar e criançar os espaços para desacostumar geografias</strong>. São Carlos- SP: Pedro e João Editores, 2021.&nbsp;<br><br></div><div>LOPES, Jader Janer; MELLO, Marisol Boarenco de (orgs). “<strong>O jeito de que nós crianças pensamos sobre certas coisas”: dialogando com as lógicas infantis</strong>. Rio de Janeiro: Editora Rovelle, 2009.&nbsp;<br><br></div><div>LOPES, Jader Janer M. VASCONCELLOS, Tânia de. <strong>Geografia da infância.</strong> <strong>Reflexões sobre uma área de pesquisa. </strong>FEME, Juiz de Fora, FEME, 2005.<br><br></div><div>LOPES, Jader Janer. <strong>Geografia das Crianças, Geografias das Infâncias: as contribuições da Geografia para os estudos das crianças e suas infâncias.</strong> In: Contexto &amp; Educação<strong>. </strong>Editora Unijuí Ano 23 nº 79 Jan./Jun. 2008&nbsp;</div><div><strong><br></strong><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-14 23:07:13 UTC</pubDate>
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         <title>ZEMILDA SANTOS</title>
         <author>joicecoutinho</author>
         <link>https://padlet.com/joicecoutinho/ygch4nq7cus9ry2e/wish/2094760119</link>
         <description><![CDATA[<div>Experiência afetiva com a natureza.<br><br>“Como poderíamos repensar nosso modo de conceber a criança e a infância na relação com a natureza?” Entendemos que a concepção espinosana é um caminho, os estudos elaborados pela própria pesquisadora e por Tiriba e Profice trazem possíveis caminhos, e o que mais me parece urgente é o reconhecimento de que somos natureza, somos parte desse todo e afetamos e somos afetados nessa relação. &nbsp;</div><div>“[...] é necessário pensar nas afecções que à criança serão proporcionadas no que diz respeito à natureza, caso se queira obter sucesso no futuro quanto a sua proximidade, expressando noções de amor, de querer, de sentir necessidade do ecossistema, de querer preservá-lo, em suma, da natureza.” (Santos, 2018, p.213).&nbsp;<br>Essas afecções estão contingenciadas em três grandes modos, segundo a autora: modo de afecção do ambiente (advindo dos tempos, espaços e objetos, criados pelo ser humano ou não); por relações com seres naturais (das relações com seres vivos e não vivos) e por relação humana (dos relacionamentos com os pares). (Santos, 2018).<br><br>SANTOS, Zemilda. Criança e a experiência afetiva com a natureza. Curitiba: Appris, 2018.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-14 23:07:22 UTC</pubDate>
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         <title>Maturana </title>
         <author>joicecoutinho</author>
         <link>https://padlet.com/joicecoutinho/ygch4nq7cus9ry2e/wish/2094766560</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Experiência: "está indissoluvelmente atrelada à nossa estrutura. Não vemos o 'espaço' do mundo, vivemos nosso campo visual; não vemos as 'cores' do mundo, vivemos nosso espaço cromático". (p.28)<br>Conhecer como AÇÃO AFETIVA: "é entender o conhecer como ação afetiva, ação que permita o ser vivo continuar sua existência em um determinado meio ao fazer surgir seu mundo." (p.36)<br>O amor como fundamento biológico do social; "sem amor, sem aceitação do outro junto a nós, não há socialização, e sem esta não há humanidade." (p.269)<br><br>Livro: "A árvore do conhecimento: as bases biológicas da compreensão humana" (2021)<br><br>- Amar e brincar.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-14 23:16:07 UTC</pubDate>
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         <title>Clarice Cohn </title>
         <author>joicecoutinho</author>
         <link>https://padlet.com/joicecoutinho/ygch4nq7cus9ry2e/wish/2094769606</link>
         <description><![CDATA[<div>Estudos da Antropologia da Criança.<br><br>A antropóloga Clarice Cohn (2005) inicia seu livro “Antropologia da Criança” com as seguintes perguntas: “o que é ser criança? Como vivem e pensam as crianças? O que significa a infância?” Sabemos que não temos as respostas, elas variam do tempo, espaços, culturas e relações.<strong> </strong>A autora destaca que:<br><br></div><div>O que entendemos hoje por infância foi sendo elaborado ao longo do tempo na Europa, simultaneamente com mudanças na composição familiar, nas noções de maternidade e paternidade, e no cotidiano e na vida das crianças, inclusive por sua institucionalização pela educação escolar.” (CONH, 2005,p .22)<br><br></div><div>Os estudos da Antropologia da criança são “importantes para entender a criança e seu mundo a partir do seu próprio ponto de vista, em seu contexto social e cultural”. (COHN, 2005, p8). “[...] uma antropologia da criança pode ser desde aquela que analisa o que significa ser criança em outras culturas e sociedades até aquela que fala das que vivem em um grande centro urbano.” (COHN, 2005, p.9)<br><br>COHN, Clarice. <strong>Antropologia da Criança</strong>. Rio de Janeiro: Zahar, 2005.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-14 23:20:16 UTC</pubDate>
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         <title>Foucault</title>
         <author>joicecoutinho</author>
         <link>https://padlet.com/joicecoutinho/ygch4nq7cus9ry2e/wish/2097048259</link>
         <description><![CDATA[<div>"Docilização dos corpos."<br><br>FOUCAULT. Michel. Vigiar e Punir. Petrópolis: Vozes, 1987.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-16 01:27:45 UTC</pubDate>
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         <title>Luiz Rufino</title>
         <author>joicecoutinho</author>
         <link>https://padlet.com/joicecoutinho/ygch4nq7cus9ry2e/wish/2236564375</link>
         <description><![CDATA[<div>Colonialismo e descolonização<br><br></div><div><strong>Descolonização: </strong>Atos paridos nos vazios daquilo que se arroga o único curso possível. Defesa, ataque, ginga de corpo, malandragem que contraria, esculhamba, rasura, transgride, desmente e destrona o modelo dominante. Folha que se canta para extrair o remédio e o veneno. O remédio para recuperar sonhos, firmar a liga, fechar o corpo, irmanar o velho e o novo que farão guarda de proteção à palmeira que sustenta a aldeia. Veneno para azeitar o ferro, soprar pó e fumaça que quebram a maldição. Prática cotidiana implicada com a diversidade r o caráter ecológico das existências. Capacidade de responder com vida a um sistema de mortandade. Atos guerreiros que honram e comungam das aspirações de liberdade e justiça, e combatem o esquecimento.&nbsp;<br><br></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>Colonialismo: </strong>Evento que primeiramente opera no ataque aos seres, produzindo assassinatos, encarceramentos, tortura, estupro, humilhação, subordinação, esquecimento e desvio existencial. Esses ataques vão desde o corpo físico, até as mais profundas e sensíveis camadas da existência. (Rufino, 2021, p.11)<br><br></div><div>A colonização é uma grande engenharia de destruição de existências e corpos e de produção de um mundo monológico, adoecido pela ganância, escasso de beleza e poesia. (Rufino, 2021, p.11)<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><strong>Na contramão...<br></strong><br></div><div>Na contramão dessa lógica produtora de desvios e aniquilações, a educação emerge como um radical vivo; corporal; vibrante; dialógico; inacabado; alteritário; comunitário; produtor de presença; dúvida; vivência e partilha. A educação não é apaziguadora (...) A educação não é conformadora (...) A educação como radical da vida, como experiência corporificada do se e de suas práticas de saber é comum a todos. Ela nos marca como seres únicos, de vivências intrasferíveis, mensuráveis e que têm como característica existencial dar o tom do acabamento de cada um de nós pelas mãos dos outros e dos afetos roçados nas relações. A educação é uma esfera de autoconhecimento, responsabilidade, liberdade, esperança e cura. (p.11; 12)<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><strong>Defesa<br></strong><br></div><div>A defesa que faço é que a educação deve ser entendida como uma forma de erguer existências, mobilizá-las, uma encantaria implicada em contrariar toda e qualquer lógica de dominação. (Rufino, 2021, p.12)<br><br></div><div>A principal tarefa da educação é a descolonização. (Rufino, 2021, p.16)<br><br></div><div>A educação como dimensão política, estética e de prática do saber comprometida com a diversidade das existências e das experiências sociais é, em suma, um radical descolonizador. (p.12)<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>RUFINO, Luiz. Vence-demanda: Educação e Descolonização. Mórula Editora,2021<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-04 15:29:02 UTC</pubDate>
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         <title>Walter Benjamin </title>
         <author>joicecoutinho</author>
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         <description><![CDATA[<div>Experiência</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-14 16:40:23 UTC</pubDate>
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