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      <title>Guerra Civil Portuguesa 1832-1834 by Guilherme Bento Camões</title>
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      <description>Trabalho realizado por Guilherme Camões Nº 8, 6ºD - Disciplina de História e Geografia de Portugal</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-03-08 20:12:21 UTC</pubDate>
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         <title>1826 - Morte de D. João VI e a sua sucessão</title>
         <author>guilhermebentocamoes</author>
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         <description><![CDATA[<div>No dia 10 de março o rei D.João VI morre e o seu filho mais velho D. Pedro é aclamado rei de Portugal. No entanto D.Pedro não queria abdicar de ser imperador do Brasil, pois se assim fosse, o Brasil voltaria a ser uma colónia dependente de Portugal.&nbsp;<br>D. Pedro decide assim abdicar do trono de Portugal a favor da sua filha, D.Maria que na altura só tinha sete anos. Como a filha não tinha idade para governar, D.Pedro acordou com o seu irmão, D.Miguel, que ele se casasse com a sua filha e que fosse regente de Portugal até que D.Maria tivesse idade para reinar e que respeitasse a constituição de 1826, que retirou poderes ao rei, ao clero e à nobreza, tornando Portugal numa monarquia liberal.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-08 21:01:07 UTC</pubDate>
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         <title>1828 - Regresso de D. Miguel</title>
         <author>guilhermebentocamoes</author>
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         <description><![CDATA[<div>D. Miguel aceita o acordo com o irmão e regressa a Portugal em 1828.<br>Vê este acordo como a forma de sair do exílio, em que foi colocado pelo seu pai, em Viena e regressar ao seu país, onde poderia voltar a por em prática as suas ideias absolutistas.<br>D. Miguel defendia que o rei deveria ter poder absoluto e não concordava com as ideias liberais de D. Pedro e tinha como principais apoiantes a nobreza e o clero.<br>D. Pedro defendia a monarquia constitucional ou liberal, em que o rei exerce o poder executivo juntamente com o secretário de estado, com base na constituição, o poder legislativo é atribuído às Cortes e o poder judicial aos Juízes. Não existem privilégios de classes.<br>&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-09 14:55:58 UTC</pubDate>
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         <title>A guerra civil 1832-1834</title>
         <author>guilhermebentocamoes</author>
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         <description><![CDATA[<div>Poucos meses depois do seu regresso, D. Miguel, aproveitando a ausência de D. Maria, quebra o compromisso com o irmão e declara-se rei absoluto em 1828. Apoiado pelo Império Espanhol e absolutistas portugueses. Começou a perseguir e matar liberais, que tiveram que fugir para os Açores ou para o estrangeiro.&nbsp;<br>Tomando conhecimento desta situação D.Pedro, abdica da coroa do Brasil e leva as suas tropas para combater o irmão, apoiado por França, Bélgica e pelo Império Britânico. A 8 de Julho de 1832 as tropas de D.Pedro desembarcam em Pampelido e dirigem-se para o Porto, onde de seguida as tropas absolutistas os cercaram, dando-se o primeiro confronto chamado cerco do Porto, que durou um ano.<br>Durante esse ano, as tropas liberais resistiram e fizeram avanços, para dividir as tropas absolutistas.&nbsp; Comandadas pelo Duque da Terceira, as tropas liberais desembarcam no Algarve, derrotaram as tropas de D. Miguel junto ao Cabo de S. Vicente, seguindo-se a vitória também nas batalhas de Almoster e Asseiceira. D. Pedro toma Lisboa e D. Miguel assume a derrota.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-09 17:10:20 UTC</pubDate>
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         <title>A convenção de Évoramonte</title>
         <author>guilhermebentocamoes</author>
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         <description><![CDATA[<div>D. Miguel vencido decide, em 1834 assinar um tratado de paz com o irmão, pondo fim à Guerra Civil Portuguesa.<br>No dia 26 de maio de 1834, em Évoramonte vila do concelho de Estremoz, os representantes de D. Pedro,&nbsp; Duque da Terceira e o Duque de Saldanha reuniram-se com o representante de D. Miguel, o General Azevedo Lemos,&nbsp; para assinarem o acordo que colocava fim à guerra civil, que ficou conhecido como a Convenção de Évoramonte.<br>Neste documento constava as condições exigidas pelos vencedores (liberais) aos vencidos (absolutistas), nomeadamente o exílio  D. Miguel na Alemanha e a posse legítima da Coroa para D. Maria II, filha de D. Pedro, sob a regência do seu pai. Após a morte de D. Pedro IV, em 1834 D. Maria II assume o reinado de Portugal com uma monarquia constitucional.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-11 10:42:35 UTC</pubDate>
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         <title>Bibliografia</title>
         <author>guilhermebentocamoes</author>
         <link>https://padlet.com/guilhermebentocamoes/yg86uxirzr3dro6c/wish/2516470848</link>
         <description><![CDATA[<div>- Gago. M, Marinho. P (2022).<em>Era uma vez...6. </em>2ª Edição. Raiz Editora;<br>- https:\\ensina.rtp.pt/artigo/a-convencao-de-evoramonte/<br>-www.infopedia.pt</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-14 17:11:35 UTC</pubDate>
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         <title>Instabilidade política em Portugal</title>
         <author>guilhermebentocamoes</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Portugal vivia tempos de&nbsp; instabilidade política e económica.<br>Havia manifestações de descontentamento por parte do povo, porque continuavam a viver em pobreza, devido aos problemas económicos que o país enfrentava, principalmente após a independência do Brasil.&nbsp;<br>Os absolutistas não ficaram satisfeitos com o compromisso feito entre D. Pedro e D. Miguel. Não concordavam com a constituição 1826 e continuaram a ver D. Miguel como o legítimo sucessor ao trono. Na sua opinião D.Pedro tinha perdido o direito ao trono porque decidiu tornar o Brasil independente e ser seu imperador.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-14 20:23:34 UTC</pubDate>
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