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      <title>Portefólio de Ciências Naturais by Beatriz Dias</title>
      <link>https://padlet.com/beatrizzdias97_1/ydy9zaxxymr3rtsf</link>
      <description>Bem-vindos ao meu portefólio de Ciências Naturais. Este portefólio surge no âmbito da Unidade Curricular de Didática da Matemática e das Ciências Naturais. Aqui vais encontrar atividades realizadas no laboratório da Escola Superior de Educação de Castelo Branco, os vários trabalhos desenvolvidos e as minhas reflexões.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-06-10 14:07:35 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-06-12 22:25:10 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Atividades Realizadas no Laboratório </title>
         <author>beatrizzdias97_1</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizzdias97_1/ydy9zaxxymr3rtsf/wish/3485334938</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-06-10 14:31:43 UTC</pubDate>
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         <title>A contagem do tempo - O Sol como um relógio?</title>
         <author>beatrizzdias97_1</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizzdias97_1/ydy9zaxxymr3rtsf/wish/3485339247</link>
         <description><![CDATA[<p>Esta atividade consistia na compreensão da contagem do tempo sem recurso a instrumentos tecnológicos.</p><p><strong>Procedimento:</strong></p><ul><li><p>Percorrer a lanterna ao longo do cartão em arco.</p></li><li><p>Colocar a lanterna a Este.</p></li><li><p>Observar a sombra sobre o boneco.</p></li><li><p>Colocar o Sol a Este e observar a sombra sobre o boneco.</p></li><li><p>Colocar a lanterna (Sol) no ponto mais alto (corresponde ao Sul - 12h).</p></li><li><p>Ir deslocando a lanterna (Sol) pelo arco do cartão até ao ponto Oeste. </p></li><li><p>Observar as sombras sobre o boneco.</p></li></ul><p><br/></p><p>Após a realização da atividade compreendi como o Sol pode ser utilizado como um "relógio natural". Ao simular o movimento aparente do Sol no céu, observou-se que a posição da sombra projetada pelo boneco varia ao longo do dia. De manhã, quando o Sol nasce a Este, a sombra é longa e projetada para Oeste. Ao meio-dia solar (com o Sol a Sul, no ponto mais alto do céu), a sombra é mais curta e aponta para Norte. À tarde, à medida que o Sol se desloca em direção a Oeste, a sombra alonga-se novamente, desta vez para Este.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-10 14:36:08 UTC</pubDate>
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         <title>Constelações em Bola de Esferovite</title>
         <author>beatrizzdias97_1</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizzdias97_1/ydy9zaxxymr3rtsf/wish/3485344007</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesta atividade, o objetivo foi reproduzir a constelação da Ursa Maior usando pionés de metal, ligados por um fio de corda, com base nas distâncias reais entre as estrelas.</p><p>Procedimento da atividade:</p><p>A partir de uma folha informativa, que, indicava as distâncias entre os pontos que, representam as estrelas da Ursa Maior, medimos cuidadosamente essas distâncias e espetámos os piones de metal nos locais corretos numa bola de esferovite.</p><p>De seguida, ligámos os pionés num fio de corda, seguindo as medidas indicadas, para formar o desenho da constelação.</p><p>Assim, construímos uma representação fiel da Ursa Maior, que é uma das constelações mais conhecidas no céu.</p><p>Esta atividade permitiu compreender melhor como as constelações são formadas no céu a partir da posição das estrelas. Ao reproduzir a Ursa Maior com pionés e fio, percebemos a importância da precisão nas medidas para representar corretamente o padrão da constelação. Além disso, foi uma forma prática e visual de conectar conhecimentos de astronomia e geometria.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-10 14:40:23 UTC</pubDate>
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         <title>Densidade dos materiais - Afunda ou não afunda?</title>
         <author>beatrizzdias97_1</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizzdias97_1/ydy9zaxxymr3rtsf/wish/3485350621</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesta atividade, investigámos a densidade relativa de diferentes materiais, observando quais afundam e quais flutuam quando colocados na água.</p><p>Durante a realização da atividade visualizamos que, houve materiais que afundaram e que outros não. No caso da rolha, da carioca, da tampa ... flutuaram. Quanto à rocha e ao prego, estes afundaram.</p><p>Com esta experiência concluí que, os materiais que flutuam têm uma densidade menor que a da água, o que lhes permite ficar à superfície. Por outro lado, os materiais que afundam têm uma densidade maior que a da água, fazendo com que se depositem no fundo.</p><p>Esta atividade permitiu compreender a relação entre a densidade dos materiais e o seu comportamento na água.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-10 14:46:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Ciência do dia a dia - Como se produz um som?</title>
         <author>beatrizzdias97_1</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizzdias97_1/ydy9zaxxymr3rtsf/wish/3485351914</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesta atividade, explorou-se de forma prática como se produz um som. Utilizou-se materiais simples do dia-a-dia, tais como:</p><p> uma taça, película aderente, açúcar e duas tampas de tacho de alumínio.</p><p>Resultado observados:</p><p>Quando se bateu com força as tampas uma na outra, foi possível observar que os grãos de açúcar mexeram-se sobre a película aderente da taça, sem lhe tocarmos diretamente.</p><p>Nesse sentido, concluí que o som é produzido por vibrações. Ao bater as tampas, gerra-se ondas sonoras que fizeram vibrar o ar à volta. Essas vibrações propagaram-se até à película esticada, que também começou a vibrar, fazendo com que os grãos de açúcar se movessem.</p><p>Esta experiência permitiu perceber que, o som precisa de um meio (como o ar) para se propagar, que as vibrações são a base da produção do som e mesmo sem contacto direto, é possível observar os efeitos físicos do som.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-10 14:47:40 UTC</pubDate>
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         <title>Anatomia/Som - Porque o morcego tem orelhas tão grandes?</title>
         <author>beatrizzdias97_1</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizzdias97_1/ydy9zaxxymr3rtsf/wish/3485353730</link>
         <description><![CDATA[<p>Esta atividade teve como objetivo explorar a importância do pavilhão auditivo nos seres humanos e compreender a função das orelhas grandes nos morcegos, que utilizam a audição de forma altamente sensível para se orientarem no escuro.</p><p>Resultados observados:</p><ul><li><p>Quando usamos o cone junto à orelha, percebemos que ouvimos melhor os sons baixos, pois o cone direcionava as ondas sonoras para dentro do ouvido, concentrando-as.</p></li><li><p>Sem o cone, o som parecia mais disperso e menos intenso.</p></li><li><p>O uso do funil na abertura do tubo permitiu captar uma porção maior da onda, tal como o pavilhão auditivo ajuda a captar mais som.</p></li></ul><p>Concluí que, os morcegos têm orelhas grandes porque dependem fortemente da audição para se orientarem e caçar no escuro, usando a ecolocalização, que é um processo semelhante ao que ocorre nas ecografias, onde as ondas sonoras refletem objetos.</p><p>Esta atividade ajudou-me a perceber como o som se comporta e como a <strong>f</strong>orma da orelha influencia diretamente a nossa perceção auditiva.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-10 14:49:16 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Ciência do dia a dia - Como fazer acender uma lâmpada?</title>
         <author>beatrizzdias97_1</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizzdias97_1/ydy9zaxxymr3rtsf/wish/3485362870</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesta atividade, explorámos como funciona um circuito elétrico simples, com o objetivo de compreender o que é necessário para acender uma lâmpada e distinguir materiais condutores de materiais não condutores da eletricidade.</p><p>Resultados observados:</p><ul><li><p>A lâmpada só acendeu quando todos os componentes estavam bem ligados e o circuito estava fechado, utilizando materiais condutores.</p></li><li><p>Quando algum fio estava mal ligado ou usámos materiais não condutores, a lâmpada não acendia.</p></li></ul><p>Concluí que, é essencial que o circuito esteja bem construído e completo para que a corrente elétrica possa circular e a lâmpada acender. Apenas os materiais condutores, como os metais, permitem a passagem da corrente elétrica. </p><p>Esta atividade permitiu perceber, de forma prática, como se constrói um circuito elétrico funcional.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-10 14:57:02 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Eletricidade - O que é a eletricidade?</title>
         <author>beatrizzdias97_1</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizzdias97_1/ydy9zaxxymr3rtsf/wish/3485364024</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesta atividade, explorámos a condutividade elétrica de diferentes materiais, utilizando um circuito já completo onde inseríamos vários objetos para verificar se a lâmpada acendia.</p><p>A lâmpada acendeu com materiais como, papel de alumínio, clipe metálico, esfregão de alumínio, etc. A lâmpada não acendeu com materiais como, fio de lã, rolha, cotonete, etc.</p><p>Concluí que, apenas os materiais condutores, principalmente os metálicos, permitem a passagem da corrente elétrica e fazem a lâmpada acender.</p><p>Esta experiência ajudou-me a compreender melhor o conceito de eletricidade e a importância dos materiais no funcionamento dos circuitos elétricos.</p><p><br></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-10 14:58:12 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Magnetismo - O que é invisível e irresistível?</title>
         <author>beatrizzdias97_1</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizzdias97_1/ydy9zaxxymr3rtsf/wish/3485365582</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesta atividade, explorámos o magnetismo através de experiências práticas, com o objetivo de reconhecer as forças de atração e repulsão provocadas por ímanes. Utilizou-se uma bacia com areia onde estavam vários objetos (como alfinetes, borrachas, paus, clipes, etc.), e com um íman preso a um pauzinho de espetada testámos quais eram atraídos ou não pelo campo magnético.</p><p>Verificámos que:</p><ul><li><p>Objetos metálicos, como os alfinetes e clipes, eram atraídos pelo íman;</p></li><li><p>Materiais como a borracha não sofriam qualquer influência magnética;</p></li><li><p>Ao esfregar o bico dos alfinetes nos polos do íman sempre na mesma direção, eles ganhavam propriedades magnéticas e atraiam outros alfinetes;</p></li><li><p>Consegui também usar os ímanes para deslocar carrinhos numa pista, evidenciando a força de repulsão e atração à distância.</p></li></ul><p>Concluí que os ímanes exercem forças invisíveis que podem atrair ou repelir certos materiais, principalmente os metálicos, e que essas forças têm direção e sentido. Estas atividades ajudaram a perceber como o magnetismo pode ser utilizado em diversas situações do dia a dia e como influencia a interação entre objetos.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-10 14:59:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tipos de Raízes das Plantas - Como se classificam as raízes das plantas?</title>
         <author>beatrizzdias97_1</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizzdias97_1/ydy9zaxxymr3rtsf/wish/3485366934</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesta atividade, foi possível identificar e classificar diferentes tipos de raízes com base na sua forma e estrutura. Observei que as raízes podem-se agrupar em vários tipos, sendo os principais:</p><ul><li><p>Raiz aprumada – tem uma raiz principal desenvolvida com ramificações (ex: papoila);</p></li><li><p>Raiz aprumada tuberculosa – raiz principal espessada que armazena reservas (ex: cenoura);</p></li><li><p>Raiz fasciculada – várias raízes finas com tamanho semelhante (ex: milho);</p></li><li><p>Raiz fasciculada tuberculosa – raízes fasciculadas espessadas por acumulação de reservas (ex: batata-doce).</p></li></ul><p>Conclui-se que as raízes, além de fixarem a planta ao solo, têm diferentes formas adaptadas às suas funções, como a absorção de água e nutrientes ou a reserva de alimentos. Cada tipo de raiz corresponde a características específicas das plantas.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-10 15:01:06 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Classificar folhas - Como se classificam diferentes tipos de folhas de acordo com a observação do seu limbo?</title>
         <author>beatrizzdias97_1</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizzdias97_1/ydy9zaxxymr3rtsf/wish/3485369645</link>
         <description><![CDATA[<p>Relativamente a esta atividade, através da observação direta de diferentes folhas, foi possível compreender que elas podem ser classificadas segundo várias características do seu limbo: as nervuras, o recorte e a forma.</p><p>Durante a atividade, analisei folhas reais e identifiquei:</p><ul><li><p>Tipo de nervuras (por exemplo: paralelinérveas, peninérveas ou palmadas);</p></li><li><p>Recorte do limbo (inteiro, dentado, lobado, etc.);</p></li><li><p>Formas do limbo (oval, lanceolada, acicular, entre outras).</p></li></ul><p>Esta classificação pode permitir distinguir espécies vegetais e perceber melhor a sua diversidade. Concluo que as folhas apresentam grande variedade de estruturas, adaptadas ao ambiente onde a planta vive, e que a observação atenta do limbo é uma ferramenta importante na identificação das espécies.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-10 15:04:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Características de um animal - Escolher um animal presente na ESE e preencher grelha de registos.</title>
         <author>beatrizzdias97_1</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizzdias97_1/ydy9zaxxymr3rtsf/wish/3485371758</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesta atividade, escolhi o bufo-real (<em>Bubo bubo</em>), um animal embalsamado disponível na escola, e preenchi uma ficha com as suas principais características. Através da observação direta e da pesquisa guiada, identifiquei que o bufo-real é:</p><ul><li><p>Um animal vertebrado, do grupo das aves;</p></li><li><p>Apresenta locomoção aérea, com asas adaptadas ao voo silencioso;</p></li><li><p>Respira através de pulmões;</p></li><li><p>O seu habitat natural inclui zonas florestais, rochosas e montanhosas, sendo comum em áreas pouco perturbadas pelo ser humano.</p></li></ul><p>Na segunda parte da atividade, com base nas pistas fornecidas nas diferentes estações numeradas, confirmei a classificação do bufo-real quanto às suas características mais generalizadas.</p><p>Concluí que a observação e análise cuidadosa das características físicas e comportamentais de um animal nos permite classificá-lo corretamente e entender melhor o seu modo de vida e papel no ecossistema.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-10 15:06:22 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/beatrizzdias97_1/ydy9zaxxymr3rtsf/wish/3485371758</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Trabalhos Realizados </title>
         <author>beatrizzdias97_1</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizzdias97_1/ydy9zaxxymr3rtsf/wish/3486126355</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-06-11 04:03:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Flutuabilidade - Saturno flutua na água?</title>
         <author>beatrizzdias97_1</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizzdias97_1/ydy9zaxxymr3rtsf/wish/3486137717</link>
         <description><![CDATA[<p>Foi feita uma aula invertida em que cada aluno tinha o guião da experiência. Na aula, realizámos a demonstração com balões que representavam a Terra e Saturno, para observar o comportamento deles em água.</p><p>Procedimento:</p><ol><li><p>Enchemos uma bacia com água.</p></li><li><p>Utilizámos dois balões: um azul (representava a Terra), que continha areia dentro, e um vermelho (representava Saturno), que tinha apenas ar.</p></li><li><p>Colocámos os dois balões na água para observar se afundavam ou flutuavam.</p></li></ol><p>Resultados:</p><ul><li><p>O balão azul (Terra), com areia dentro, afundou-se, mostrando uma maior densidade.</p></li><li><p>O balão vermelho (Saturno), com ar dentro, flutuou, indicando uma menor densidade.</p></li></ul><p>A atividade demonstrou que a flutuabilidade depende da densidade do objeto em relação à água. Objetos mais densos que a água afundam, enquanto objetos menos densos flutuam. Por isso, no nosso modelo, a “Terra” afundou e “Saturno” flutuou, ilustrando assim o conceito de densidade de forma clara e visual.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-11 04:14:10 UTC</pubDate>
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         <title>Flutuabilidade - Vamos fazer uma torre de líquidos?</title>
         <author>beatrizzdias97_1</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizzdias97_1/ydy9zaxxymr3rtsf/wish/3486149537</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesta experiência, misturámos água com azeite, água com óleo e azeite com óleo em diferentes recipientes e observámos o comportamento dos líquidos.</p><p>Resultados:</p><ul><li><p>A água e o azeite não se misturaram, permanecendo em camadas distintas.</p></li><li><p>A água e o óleo também ficaram separados.</p></li><li><p>O azeite e o óleo misturaram-se completamente.</p></li></ul><p>A água é um líquido polar, enquanto o azeite e o óleo são líquidos não polares, por isso não se misturam, ficando separados em camadas. Além disso, a diferença de densidade entre os líquidos faz com que o mais leve (azeite ou óleo) fique sobre o mais denso (água). Já o azeite e o óleo, que são ambos não polares e de densidades semelhantes, conseguem misturar-se facilmente. Esta atividade ajudou a compreender a importância da polaridade e da densidade na mistura dos líquidos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-11 04:24:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Slime - Vamos criar um slime seguro para as crianças?</title>
         <author>beatrizzdias97_1</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizzdias97_1/ydy9zaxxymr3rtsf/wish/3486159760</link>
         <description><![CDATA[<p>Neste trabalho, elaborámos um póster para apresentar o nosso trabalho de produção de <em>slime</em>. </p><p>O póster continha uma introdução, na qual referimos que este trabalho foi desenvolvido para alunos do 4.º ano de escolaridade, com o objetivo de elaborar um<em> slime</em> utilizando ingredientes não tóxicos, já que a maioria dos <em>slimes</em> comerciais contém bórax, uma substância tóxica que pode ser perigosa para as crianças. Incluímos uma notícia que alerta para os riscos do uso do bórax. A atividade permite explorar conceitos conceitos básicos de ciência, como misturas, mudanças de estado e propriedades dos materiais, de forma contextualizada e adequada ao nível dos alunos. Além disso, consideramos as aprendizagens essenciais para o 4º ano, que abordam noções de perigo e toxicidade.</p><p>O póster também continha os objetivos:</p><ul><li><p>Desenvolver competências de observação e experimentação por meio da elaboração do slime;</p></li><li><p>Estimular a curiosidade científica dos alunos;</p></li><li><p>Sensibilizar para os riscos associados a substâncias tóxicas, promovendo a utilização de ingredientes seguros.</p></li></ul><p>A atividade decorreu no laboratório da Escola Superior de Educação de Caixão Branca e consistiu na produção do slime com ingredientes seguros e inócuos. Foram utilizados os seguintes materiais e quantidades: 100 ml de cola branca para madeira; 1 colher de sopa de bicarbonato de sódio; 1 colher de sopa de solução para lentes de contacto; 3 gotas de corante alimentar vermelho e um pouco de óleo vegetal de coco para maior maleabilidade.</p><p>O procedimento incluiu a mistura dos ingredientes, o manuseamento e a finalização do slime. A documentação fotográfica acompanha cada etapa do processo.</p><p>A receita utilizada mostrou-se eficaz e segura, não tendo sido registada qualquer reação adversa ou desconforto entre os alunos. A atividade promoveu a motivação e a aprendizagem ativa por descoberta. O polímero obtido manteve-se estável durante alguns dias, mas após esse período endureceu e formou uma solução aquosa, tornando inviável a manipulação prolongada. Recomenda-se, portanto, o uso do slime imediatamente ou num curto intervalo após a sua produção.</p><p>A produção do slime com reagentes seguros e não tóxicos é uma atividade eficaz para o ensino das Ciências Naturais, promovendo a valorização da experimentação em segurança e o trabalho colaborativo.<br>Ao evitar o uso do bórax, preservamos a saúde das crianças e proporcionamos uma experiência científica educativa e lúdica, explorando conteúdos de matéria e reações químicas.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-11 04:32:28 UTC</pubDate>
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         <title>Visita de Estudo ao Parque do Barrocal</title>
         <author>beatrizzdias97_1</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizzdias97_1/ydy9zaxxymr3rtsf/wish/3486188428</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-06-11 04:54:08 UTC</pubDate>
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         <title>Diversidade Biológica e Diversidade Geológica do Parque do Barrocal</title>
         <author>beatrizzdias97_1</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizzdias97_1/ydy9zaxxymr3rtsf/wish/3486207780</link>
         <description><![CDATA[<p>O Parque do Barrocal situa-se em Castelo Branco, não muito longe da Escola Superior de Educação. No dia 3 de junho de 2025 foi realizada uma visita de estudo ao parque, com o intuito de explorar a sua diversidade biológica e geológica.</p><p>Ao longo do percurso, reparei na impressionante paisagem formada por blocos graníticos gigantes e moldados pelo tempo, que nos mostram a força da natureza ao longo de milhões de anos.</p><p>Em termos de biodiversidade, foi possível ver vários tipos de árvores e plantas típicas da região, como os sobreiros, as giestas e o rosmaninho, que davam um cheiro agradável ao ar. Também notei a presença de vários insetos e ouvi algumas aves. Num dos miradouros, vimos uma cegonha (se não estou em erro) a sobrevoar a zona.</p><p>Durante a visita, também observei sinais da presença de javalis. Ao longo do trilho, reparei várias vezes em zonas da terra remexidas, onde parecia que tinham sido arrancadas espécies de raízes (semelhantes a pequenos nabos). Segundo a professora, este é um comportamento típico dos javalis, que escavam o solo à procura de alimento.</p><p>Estes vestígios, como marcas no solo, zonas revolvidas e até trilhos de passagem, mostravam que o javali é uma espécie ativa naquela área, especialmente durante a noite. Foi interessante perceber como a fauna local interage com o ecossistema, mesmo que nem sempre seja visível diretamente. </p><p>Para finalizar, achei muito interessante perceber como a geologia e a vida estão ligadas naquele espaço. O parque está muito bem organizado, com passadiços, miradouros e informação útil ao longo do caminho, o que nos ajudou também a compreender melhor o que estávamos a observar.</p><p>Esta visita de estudo permitiu-me valorizar mais o património natural e compreender a importância de preservar estes espaços ricos em fauna, flora e história geológica. Foi uma experiência educativa e inspiradora.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-11 05:05:36 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Reflexão - Projeto Amália Rodrigues</title>
         <author>beatrizzdias97_1</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizzdias97_1/ydy9zaxxymr3rtsf/wish/3486242005</link>
         <description><![CDATA[<p>O presente projeto “Vamos Conhecer Amália Rodrigues” foi elaborado no âmbito da Unidade Curricular de Didática da Matemática e das Ciências Naturais em conjunto com a Unidade Curricular de Didática do Português e Estudo do Meio Social no Mestrado em Educação Pré-Escolar e Ensino do Primeiro Ciclo do Ensino Básico na Escola Superior de Educação no Instituto Politécnico de Castelo Branco.</p><p>Primeiramente, ao realizar este projeto ajudou-me a crescer enquanto pessoa e futura professora, principalmente por me fazer perceber a importância de ensinar de forma prática e ligada à realidade dos alunos. Ao longo do projeto, pensámos e implementámos atividades que levaram os alunos a pensar, questionar e participar ao longo das mesmas. Por exemplo, na realização do Peddy Paper, os alunos tinham de resolver desafios (Matemática e Ciências Naturais), aplicar conhecimentos e refletir sobre as respostas, isso fez com que aprendessem de forma mais prática e envolvente. Conseguimos interligar várias áreas como: o Português, o Estudo do Meio, a Matemática e as Ciências Naturais, usando a vida da Amália Rodrigues como tema central deste projeto. Ao trabalhar o texto “Sou Filha das Ervas”, os alunos não só aprenderam o português, mas também sobre plantas e tradições ligadas ao campo. A atividade realizada no Estudo do Meio, a linha da vida da Amália Rodrigues, por exemplo, ajudou a perceber o valor da história de vida e a organizar acontecimentos em sequência. Usar a figura da Amália Rodrigues permitiu valorizar o património cultural português e&nbsp; mostrar aos alunos a importância de conhecer as nossas raízes. Foi uma forma de ensinar os conteúdos escolares ligando-os ao fado, à história e à identidade nacional.</p><p>Através do projeto, consegui aplicar o que aprendi nas unidades curriculares, por exemplo, nas aulas de Didática do Português e do Estudo do Meio Social foi lecionado pelo Professor António Pais, como desenvolver um projeto de Leitura Fácil e a partir daí desenvolvemos a nossa caixa literária. No Peddy Paper, todos os desafios pensados foram todos a partir do que foi lecionado pelos docentes da unidade curricular de Didática da Matemática e das Ciências Naturais. Também aprendi a compreender como posso, enquanto professora, valorizar a nossa história e cultura nas aulas, ver como as crianças ficaram mais curiosas e interessadas em aprender sobre alguém tão importante como a Amália.</p><p>O trabalho em equipa também foi muito importante neste percurso. Todas tivemos ideias e ajudamos a organizá-las. Ocorreram alguns desafios, porém sempre conseguimos resolver e a tempo. Senti que conseguimos planificar e criar atividades bem pensadas e interessantes, como o vídeo da biografia, a caixa literária com o texto “Sou Filha das Ervas”, o mapa com a linha da vida da Amália Rodrigues, e o Peddy Paper no Parque Urbano de Montalvão. Se voltasse a fazer este projeto, iria fazer exatamente o mesmo, pois concordo que conseguimos atingir os nossos objetivos.</p><p>No meu ponto de vista, as atividades foram bem recebidas pelos alunos, eles mostraram-se muito interessados, participaram com entusiasmo e aprenderam bastante. Mostraram entusiasmo na visualização do vídeo, da caixa literária com os desenhos, os objetos e as plantas, e no Peddy Paper. Foi gratificante ver como, no final, já sabiam mais sobre a Amália e conseguiam ligar os conteúdos escolares ao tema do projeto. Ao longo das atividades, acabou por proporcionar um ambiente mais acolhedor, onde todos sentiram-se importantes e motivados.</p><p>Relativamente às emoções vividas durante a experiência didática, existiram duas emoções que destaco. O entusiasmo e a preocupação que senti. Senti entusiasmo desde o momento que começámos a planificar, principalmente ao perceber que era possível tornar um conteúdo tão rico como a vida da Amália Rodrigues e ser acessível a alunos do 3.º ano de escolaridade. Ao longo da implementação das atividades, o entusiasmo foi ainda mais consistente pelo envolvimento dos alunos.</p><p>Por outro lado, também senti preocupação em garantir que as atividades estivessem adequadas ao nível dos alunos e ao tempo que os alunos poderiam demorar a realizar as atividades. No final, senti-me realizada porque os alunos reagiram bastante bem, participaram e mostraram aprendizagens, por exemplo, quando no final da realização do Peddy Paper refletiram sobre a Amália Rodrigues.</p><p>Foi um trabalho/experiência que me marcou, que me deixou mais confiante e com mais prática pedagógica ao longo do meu caminho como futura professora.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-11 05:32:28 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Reflexão Final</title>
         <author>beatrizzdias97_1</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizzdias97_1/ydy9zaxxymr3rtsf/wish/3486265297</link>
         <description><![CDATA[<p>Este portefólio foi realizado no âmbito da UC de Didática da Matemática e das Ciências Naturais. O mesmo representou, para mim, uma oportunidade valiosa de consolidação e aprofundamento dos conhecimentos adquiridos ao longo das aulas de Ciências. Mais do que um simples registo de atividades, este trabalho refletiu uma verdadeira jornada de aprendizagens que decorreu tanto em contextos formais, como em sala de aula e laboratório, como também em ambientes mais alargados, como visitas de estudo e projetos interdisciplinares.</p><p>Ao longo deste percurso, tive a oportunidade de documentar e analisar diversas experiências científicas, todas elas realizadas com um olhar reflexivo e crítico. A componente prática, sobretudo no laboratório, permitiu-me não só reforçar conceitos teóricos, mas também compreender melhor os processos de observação, experimentação e análise de resultados. </p><p>O projeto Amália, em que as Ciências estiveram integradas, veio reforçar a importância da interdisciplinaridade no processo educativo. Através dele, percebi como as Ciências podem dialogar com outras áreas, contribuindo para a construção de aprendizagens significativas e contextualizadas. A visita de estudo, por sua vez, permitiu-me alargar horizontes e observar, no terreno, aquilo que tantas vezes discutimos na sala de aula, trazendo um valor acrescido ao meu percurso formativo.</p><p>Outro aspeto que considero essencial destacar é o papel da professora ao longo deste processo. A diversidade de recursos partilhados, os guiões de atividades bem estruturados, as rúbricas de avaliação, bem como os materiais de apoio que nos foram disponibilizados, contribuíram fortemente para o meu crescimento enquanto futura professora. Não foram apenas instrumentos de trabalho, foram também modelos de boas práticas pedagógicas que, no futuro, pretendo aplicar na minha ação educativa.</p><p>Em suma, este portefólio não é apenas um registo das atividades realizadas, mas sim um reflexo do caminho que percorri enquanto estudante e futura educadora. Através dele, pude desenvolver competências científicas, pedagógicas e reflexivas, ganhando consciência da importância do ensino das Ciências desde os primeiros anos de escolaridade.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-11 05:49:53 UTC</pubDate>
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