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      <title>Portefólio de Seminário Áreas Disciplinares do 1.º Ciclo do Ensino Básico by Joana Amaro</title>
      <link>https://padlet.com/joanaamaro60/yd8ajijpx7kxv1tx</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-10-22 17:53:48 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2026-01-22 11:50:19 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Tarefa 2: Ortografia no 1.º CEB</title>
         <author>daniafilipa04</author>
         <link>https://padlet.com/joanaamaro60/yd8ajijpx7kxv1tx/wish/3645798186</link>
         <description><![CDATA[<p>   A tarefa teve início com a análise e exploração de textos de apoio, nomeadamente a Brochura PNEP - Dimensão gráfica e ortográfica. De seguida passámos para a realização de uma atividade prática, a qual era adaptada da mesma brochura.</p><p>   Esta atividade consistia na leitura e análise do texto apresentado na imagem a cima, com o intuito de identificar, analisar e classificar as incorreções ortográficas do aluno.  </p><p>   Uma vez feita essa análise e para concluir a tarefa deveríamos escolher um tipo de incorreção presente no texto e criar um instrumento para uma intervenção didática. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-22 18:02:44 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 3</title>
         <author>daniafilipa04</author>
         <link>https://padlet.com/joanaamaro60/yd8ajijpx7kxv1tx/wish/3645799188</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>No âmbito da área das Ciências Sociais foi nos proposto, na Tarefa 3, analisar diferentes jogos relacionados com esta área e criar um jogo original.  Assim, desenvolvemos um jogo que intitulamos como "Mímica à Portuguesa", cujo o principal objetivo é dar a conhecer as expressões e ditados populares portugueses, promovendo a compreensão do seu significado e da sua origem, bem como a valorização do património cultural.</p><p><br/></p><p>As Ciências Sociais definem-se pelo estudo do ser humano e das suas múltiplas relações: com outros indivíduos, com o meio natural e com os recursos criados por gerações anteriores. Neste sentido, englobam áreas como a História, Geografia, Antropologia, Sociologia, Economia e Direito que contribuem para o desenvolvimento da cidadania, pois permitem que o aluno perceba a sociedade como uma construção humana em constante reconstrução, reconhecendo-se como um agente social capaz de intervir e atuar na sua própria realidade.</p><p><br/></p><p>No 1.º Ciclo do Ensino Básico, a disciplina de Estudo do Meio assume um papel importante na construção da cidadania. Torna-se, por isso, essencial promover abordagens de ensino que vão além do uso exclusivo do manual escolar, proporcionando atividades didáticas que incentivem os alunos a construir a sua aprendizagem de forma ativa, significativa e motivadora.</p><p><br/></p><p>Neste contexto, é importante desenvolver conceitos como espaço e tempo com a questão da origem e significado das expressões, pois é nestas duas dimensões que as relações humanas se desenrolam. O jogo permite explorar estas noções de forma lúdica, favorecendo a compreensão de vivências e tradições da comunidade.</p><p><br/></p><p>O desenvolvimento desta tarefa leva-nos a assumir, enquanto professoras, um papel de mediadoras no processo de ensino e aprendizagem. Cabe-nos o papel de organizar a informação e criar as situações de aprendizagem sugestivas, recorrendo ao método da descoberta. Através da realização do jogo, o aluno é colocado no centro da ação, utilizando o jogo para construir o seu próprio saber.</p><p><br/></p><p>Com a realização do jogo "Mímica à Portuguesa", pretendemos que os alunos desenvolvam a sua consciência histórica. Como refere Alves (2014): </p><p>"Normalmente confere-se à História o papel de encontrar no passado pontos de referência, de nos fornecer as origens, as genealogias e as ligações civilizacionais e até de nos ancorar face à fugacidade do presente. Mas, numa perspectiva mais prospectiva, também se lhe atribui a função de ajudar os alunos na construção da sua identidade pessoal, nacional e civilizacional." (p. 68)</p><p><br/></p><p>Deste modo, através da realização do jogo,  pretende-se que os alunos construam o seu conhecimento sobre a comunidade que os rodeia e desenvolvam a sua identidade pessoal e cultural.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-22 18:03:27 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Apontamentos de aula relativos à Tarefa 2</title>
         <author>daniafilipa04</author>
         <link>https://padlet.com/joanaamaro60/yd8ajijpx7kxv1tx/wish/3652319933</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-10-27 10:59:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Apontamentos de aula relativos à Tarefa 2</title>
         <author>daniafilipa04</author>
         <link>https://padlet.com/joanaamaro60/yd8ajijpx7kxv1tx/wish/3652732241</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-10-27 15:14:37 UTC</pubDate>
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         <title>Material criado em aula, no seguimento da tarefa 2, para intervenção didática</title>
         <author>daniafilipa04</author>
         <link>https://padlet.com/joanaamaro60/yd8ajijpx7kxv1tx/wish/3654173949</link>
         <description><![CDATA[<p>   A imagem a cima apresenta um material criado por nós para ser usado numa intervenção didática, que visa trabalhar a ortografia e os erros ortográficos. </p><p>   Com esta tarefa, pretendemos que os alunos trabalhem grafemas que apresentem sons semelhantes, mas com grafias diferentes. Para isso criamos um recurso didático que estimula os alunos a associarem corretamente cada palavra à sua imagem correspondente, desenvolvendo a consciência fonológica e ortográfica.</p><p>   O recurso didático apresentado tem como objetivo trabalhar a complexidade das relações som-grafema que tem efeito na aprendizagem da ortografia. Na língua portuguesa, a correspondência entre os sons e grafemas é complexa, uma vez que o mesmo som pode ser representado por diversos grafemas, por exemplo “o caso complexo da representação do som /s/: este som pode ser representado pelos grafemas &lt;s&gt;, &lt;ss&gt;, &lt;c&gt;, &lt;ç&gt; e &lt;x&gt;” (PNEP, 2011, p.53).</p><p>   Pretendemos que os alunos reflitam sobre a diversidade de representações gráficas dos sons e que compreendam a necessidade de associar a grafia correta ao significado da imagem, desenvolvendo estratégicas da via fonológica (“recorre à identificação dos fonemas e à aplicação das regras que estabelecem a representação do som em causa, em diferentes contextos, a fim de se efectuar a conversão dos fonemas em grafemas de forma correcta;” (PNEP, 2011,p.53)) e da via lexical ("recorre às representações ortográficas das palavras que vamos armazenando no nosso léxico mental; em resultado do contacto com a forma escrita e de outro tipo de conhecimento que temos de uma palavra (significado, modo como se pronuncia, construções em que entra, etc.) retemos informação acerca da maneira como ela se escreve; ao escrevê-la, podemos activar essa informação ortográfica guardada na memória, sem recurso à análise dos fonemas que a constituem e à conversão de cada um deles em grafemas, com activação das regras correspondentes “ (PNEP, 2011,p.53)).</p><p>   Ao relacionarem imagens com palavras homófonas (como maçã/massa, caçar/casar, massa/assa), os alunos são levados a compreender que as palavras soam de forma semelhante, no entanto podem ter grafias e significados diferentes, o que reforça a importância do contexto semântico na escrita.</p><p>   Esta atividade contribui para o enriquecimento do léxico ortográfico e para o uso consciente da ortografia, competências fundamentais da consolidação da escrita. Com este material pretende-se que os alunos associem a imagem à sua escrita correta, pretendendo assim a “aquisição de conhecimento relacionado com alfabeto e representação escrita de fonemas” (ME, 2018, p. 11).</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-28 07:45:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Referências Bibliográficas </title>
         <author>daniafilipa04</author>
         <link>https://padlet.com/joanaamaro60/yd8ajijpx7kxv1tx/wish/3654204271</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Tarefa 2:</strong></p><p>Baptista, A. , Viana, L. F. , &amp; Barbeiro, F. L. (2011). <em>O Ensino da Escrita: Dimensões Gráfica e Ortográfica</em>. Lisboa: Ministério da Educação- Direção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular. </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Basico/Documentos/ensino_escrita_net.pdf">https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Basico/Documentos/ensino_escrita_net.pdf</a></p><p><br></p><p>Ministério da Educação. (2018). <em>Aprendizagens Essenciais- Português do 1.º ano (1.º Ciclo do Ensino Básico)</em>. Direção-Geral da Educação.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Aprendizagens_Essenciais/1_ciclo/ae_1.o_ano_1o_ciclo_eb_portugues.pdf">https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Aprendizagens_Essenciais/1_ciclo/ae_1.o_ano_1o_ciclo_eb_portugues.pdf</a></p><p><br></p><p><strong>Tarefa 4:</strong></p><p>Figueiredo, S. A., Santos, B. A., Oliveira, E. C. Almeida, E. F., &amp; Mulatti, L. S. (2024). <em>Conto e reconto como estímulos à leitura na alfabetização - constituição do sujeito leitor na alfabetização: Processos que se inter-relacionam</em>. Revista Ilustração, 5(8), 143-158.</p><p><br></p><p>Martins et al. (2017). <em>Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória</em>. Lisboa: Ministério da Educação. Direção-Geral de Educação (DGE).</p><p><br></p><p>Ministério da Educação. (2018). <em>Aprendizagens Essenciais- Português do 2.º ano (1.º Ciclo do Ensino Básico)</em>. Direção-Geral da Educação.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Aprendizagens_Essenciais/1_ciclo/portugues_1c_2a_ff.pdf">https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Aprendizagens_Essenciais/1_ciclo/portugues_1c_2a_ff.pdf</a></p><p><br></p><p>Sousa, O. &amp; Costa-Pereira, T. (2022). <em>Compreensão na Leitura: Investigação e Ensino.</em> Ensino da Leitura e da Escrita Baseado em Evidências.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-28 08:09:48 UTC</pubDate>
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         <title>Recurso didático manipulável</title>
         <author>daniafilipa04</author>
         <link>https://padlet.com/joanaamaro60/yd8ajijpx7kxv1tx/wish/3654515554</link>
         <description><![CDATA[<p>   O nosso recurso manipulável surgiu no seguimento da tarefa 4 desenvolvida em sala de aula, sendo pensado para ser implementado numa turma do 2.º ano do 1.º Ciclo do Ensino Básico. Com este recurso, pretendemos trabalhar competências associadas à leitura, nomeadamente o reconto e as modalidades de compreensão na leitura, neste caso, a reorganização da leitura.</p><p>   Como ponto de partida, selecionamos a obra “Os Ovos Misteriosos”, de Luísa Ducla Soares, por usar uma linguagem simples e pela sua estrutura narrativa permitir um trabalho diversificado de interpretação e reconto.</p><p>  A atividade teria início com a leitura conjunta da obra. Após a leitura realizada em voz alta, os alunos, com o apoio do/a professor/a, elaborariam um esquema no quadro com as principais ideias da história, identificando personagens, principais conflitos e sequência de acontecimentos.</p><p>   De seguida, a turma seria dividida em três grupos, cada um responsável por explorar e trabalhar uma parte da obra:</p><ul><li><p>Grupo 1: situação inicial (desde o início da história até ao chocar dos ovos).</p></li><li><p>Grupo 2: situação intermédia (desde o chocar dos ovos até ao aparecimento do rapaz).</p></li><li><p>Grupo 3: situação final (desde o aparecimento do rapaz até ao final do livro).</p></li></ul><p>   Para representar cada uma destas situações, os alunos iriam criar fantoches com materiais fornecidos pelo/a professor/a. Estes fantoches seriam utilizados para o reconto da história, permitindo que cada grupo apresentasse a sua parte da obra de forma oral e expressiva, sem ensaio prévio. Após cada apresentação, os colegas iriam comentar o que poderia ser melhorado, permitindo aos grupos aperfeiçoar para uma apresentação final.</p><p>   A prática de contar e recontar histórias está presente na cultura humana desde sempre, por isso esta atividade ter sido a nossa principal escolha para a apresentação de um recurso manipulável. Como referido por Figueiredo et al. (2024) “pode-se afirmar que o ato de contar histórias, além de ser uma atividade inerente ao ser humano, é essencial para a sua formação como indivíduo construtor do próprio conhecimento, de sua própria formação intelectual e social. O contador tem o poder de reencenar o mundo, dando som e imagens às palavras, leva o outro para o mundo da fantasia quando o convida a brincar com seus próprios pensamentos, possibilitando que este vivencie experiências de formas diversas.” (p.146).</p><p>   Neste sentido, o reconto de histórias torna-se uma prática de ensino com grande importância no processo de desenvolvimento de competências associadas a leitura e a escrita. “Sendo assim, o reconto, que é a reestruturação oral de um texto já existente, assume papel importante na alfabetização. Na reconstrução do texto, o que se busca é o apoderamento do texto modelo. Essa metodologia consiste em recontar algo similar com o que estava no livro, no jornal, na revista, ou no encarte, como se a criança fosse a autora. O objetivo é o assentimento ao texto escolhido, respeitando sua tipologia, as marcas do gênero, o tema e a sua estrutura, auxiliando assim, na alfabetização e no interesse à leitura de modo geral.” (Figueiredo et al., 2024, p.147).</p><p>   De acordo com as Aprendizagens Essenciais do Português para o 2.º ano de escolaridade, a leitura e a escuta ativa proporcionam uma aquisição de saberes relativos a noções elementares de géneros como contos (“aquisição de saberes (noções elementares de géneros como contos de fadas, lengalengas, poemas) proporcionados por escuta ativa; leitura;” (ME, 2018, p.10)). O mesmo documento reforça a “criação de experiências de leitura (por exemplo, na biblioteca escolar) que impliquem ler e ouvir ler; dramatizar, recitar, recontar, recriar, ilustrar; (ME, 2018, p.10). Estas práticas permitem uma aprendizagem mais significativa com os textos literários, estimulando o gosto pela leitura nos alunos. Por fim, as Aprendizagens Essenciais salientam ainda a “realização de percursos pedagógico didáticos interdisciplinares, com Matemática, Estudo do Meio e Expressões, tendo por base obras literárias e textos de tradição popular.” (ME, 2018, p.11). </p><p>   Esta abordagem permite que os alunos não trabalhem somente a disciplina do português, mas também outras disciplinas de forma integrada, contribuindo para a sua formação enquanto cidadãos e para o desenvolvimento do seu pensamento crítico e criativo, competências que são destacadas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória como centrais na aprendizagem. Segundo o PASEO quando os alunos estão a trabalhar estas competências têm a oportunidade de desenvolver "ideias e projetos criativos com sentido no contexto a que dizem respeito, recorrendo à imaginação, inventividade, desenvoltura e flexibilidade, e estão dispostos a assumir riscos para imaginar além do conhecimento existente, com o objetivo de promover a criatividade e a inovação" (Martins et al., 2017,p.24).</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-28 12:36:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 4: O ensino e aprendizagem da leitura e da educação literária no 1.º CEB</title>
         <author>joanaamaro60</author>
         <link>https://padlet.com/joanaamaro60/yd8ajijpx7kxv1tx/wish/3661295785</link>
         <description><![CDATA[<p>  Esta tarefa consistiu numa primeira aula na leitura expressiva do livro-álbum “O meu balão vermelho” de Kazuki Yamada, realizada por três colegas. Durante a leitura tivemos a oportunidade de fazer os origamis dos animais que participam na história. Após a leitura foi feita a exploração das modalidades de compreensão na leitura: literal, inferencial, reorganização, crítica e apreciativa. </p><p>   Na segunda aula exploramos o livro-álbum “Cem sementes que voaram” de Isabel Minhós Martins e Yara Kono. Através deste, em grupo, e com base no livro “Tarefas integradoras com os livros de literatura para a infância” de Helena Simões, Mariana Oliveira Pinto e Sílvia Ferreira, dinamizamos atividades de pré-leitura, leitura e pós-leitura. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-01 14:30:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Apontamentos de aula relativos à Tarefa 4</title>
         <author>joanaamaro60</author>
         <link>https://padlet.com/joanaamaro60/yd8ajijpx7kxv1tx/wish/3661302919</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-11-01 14:41:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexão Crítica da Tarefa 4</title>
         <author>joanaamaro60</author>
         <link>https://padlet.com/joanaamaro60/yd8ajijpx7kxv1tx/wish/3661337673</link>
         <description><![CDATA[<p>   A tarefa levou-nos a perceber que a leitura é um processo ativo, no qual o leitor interage com o texto e constrói significado a partir dele. A ideia que “ao ler e ao interagir com diferentes formas de pensar, perspetivar o mundo e de sentir, o sujeito leitor transforma o seu conhecimento e transforma-se.” (Sousa e Costa-Pereira, 2022, p.270) assume a leitura como um processo interativo e dinâmico. Para que este processo ocorra é essencial que o leitor possua conhecimentos prévios, motivação e competências de compreensão, deste modo é importante “proporcionar momentos em que a criança experiência de forma prazerosa e com a autoperceção de que é capaz de compreender e de ultrapassar as dificuldades com que se depara” (Sousa e Costa-Pereira, 2022, p.277).  </p><p>   Neste sentido, o nosso papel enquanto futuras professoras é determinante, pois ensinar a ler não se resume a ensinar a pronunciar palavras ou a identificar sons, implica compreender textos e “quem não compreende textos não consegue continuar na escola a aprender e terá não só o percurso escolar como profissional comprometidos, mas, também, essa falta de domínio terá impacto na autoimagem de competências e capacidades do aluno” (Sousa e Costa-Pereira, 2022, p.271). Para que isto não aconteça, é importante proporcionarmos nos nossos futuros alunos atividades de leitura que sejam desafiantes e prazerosas, permitindo que eles consigam compreender e ultrapassar possíveis dificuldades. Além disso, é importante desenvolver com eles uma rotina de leitura em voz alta feita por nós e por eles quando já leem, para que possam ter experiências de leitura prazerosas.</p><p>   Compreendemos ainda que quando se partilham leituras regularmente está-se a construir uma comunidade letrada e a “criar-se conhecimento: conhecimento de livros, de textos, de linguagem letrada (léxico, sintaxe, semântica, figuras de estilo), mas, igual mente, conhecimento dos tópicos abordados (floresta amazónica, o Antártico, os animais de estimação, a mata atlântica, direitos humanos) e, também, modos de organizar a informação (como se apresenta a informação sobre a capivara? ou como se organiza a informação numa fábula?)” (Sousa e Costa-Pereira, 2022, p.277).</p><p>   Por fim, esta tarefa fez-nos compreender de forma mais profunda a importância da leitura na vida da criança: quanto mais a criança lê, mais conhece e quanto mais conhece, melhor compreende sobre o mundo que a rodeia. Enquanto futuras professoras, sentimos que desenvolver a leitura no espaço escolar é essencial e que temos a responsabilidade de criar condições para que todos os alunos tenham acesso a experiências de leituras significativas e diversificadas, que os motivem e lhes permitam construir autonomia e prazer pela leitura.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-01 15:26:30 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexão Crítica da Tarefa 2</title>
         <author>joanaamaro60</author>
         <link>https://padlet.com/joanaamaro60/yd8ajijpx7kxv1tx/wish/3661338249</link>
         <description><![CDATA[<p>   A tarefa permitiu-nos aprofundar a compreensão sobre a dimensão gráfica e ortográfica no 1.º Ciclo do Ensino Básico (CEB).  </p><p>   Conforme referido na Brochura PNEP - Dimensão gráfica e ortográfica (2011), a ortografia é "a capacidade de operar com um sistema complexo, estabelecido por uma norma numa comunidade alargada" (p. 49) e está presente no nosso dia a dia, assumindo um papel importante na sociedade.  Relativamente à vida escolar “o maior perigo reside no facto de um frágil domínio da ortografia poder representar um obstáculo para o próprio desenvolvimento da relação com a escrita." (PNEP, 2011,p.49). </p><p>    Apesar desta unidade curricular ser focada no 1.º CEB é essencial como futuras professoras entendermos que a aprendizagem da escrita inicia-se muito antes da entrada no 1.º CEB. Cabe ao educador, na educação pré-escolar, trabalhar aprendizagens associadas a escrita, para que os alunos tenham a oportunidade de contactarem desde cedo com a representação ortográfica.</p><p>    O trabalho realizado com esta tarefa levou-nos a compreender que “a aprendizagem formal da escrita (e da leitura) é marcada pela necessidade de sistematização do conhecimento das convenções ortográficas.” (PNEP, 2011, p.50). Também aprendemos que cabe ao professor durante a aprendizagem observar as “concepções que os alunos possuem quanto à escrita” (PNEP, 2011, p.50) e a “capacidade dos alunos para operarem com as unidades fonológicas implicadas na representação escrita, designadamente os fonemas” (PNEP, 2011, p.50).</p><p>   Acreditamos que, como futuras professoras, iremos encontrar muitas limitações dentro da sala de aula no que diz respeito ao ensino formal da escrita. No entanto, esta tarefa permitiu-nos compreender que a ortografia exige um trabalho sistemático, progressivo e sustentado em estratégias que permitam cada aluno construir o seu próprio conhecimento ortográfico de forma sólida.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-01 15:27:23 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Proposta de atividade: Percussão Corporal (Expressão Musical 1.º CEB)</title>
         <author>joanaamaro60</author>
         <link>https://padlet.com/joanaamaro60/yd8ajijpx7kxv1tx/wish/3731563928</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Fundamentação Teórica:</strong></p><p><br/></p><p>"A percussão corporal consiste na utilização do corpo como instrumento musical, explorando os vários sons que este pode produzir" (Campo &amp; Vieira, 2016, p. 761). Esta permite às crianças construir conhecimentos a partir das experiências rítmicas que realizam.</p><p><br/></p><p>De acordo com Gallahue, o movimento é “uma faceta importante de todos os aspectos do seu desenvolvimento, seja no domínio motor, cognitivo ou afetivo do comportamentos humano” (2010, p. 49, citado por Campos &amp; Vieira, 2016, p. 761). Assim, a percussão corporal assume um papel significativo no desenvolvimento da criança, na medida em que integra dimensões expressivas, motoras e cognitivas.</p><p><br/></p><p>"A imagem corporal consiste na perceção que cada ser humano tem do seu próprio corpo. A percussão corporal surge como tomada de consciência crítica e artística do próprio corpo e das suas potencialidades"(Campos &amp; Vieira, 2016, p. 762).</p><p><br/></p><p>No sentido de desenvolver e de potencias esta tomada de consciência do corpo e das suas potencialidades foi desenvolvido o método BAPNE, criado por Javier Romero Naranjo. Este método tem como objetivo o desenvolvimento das inteligências múltiplas de Howard Gardner. Para isso o método “utiliza a percussão corporal fundamentando-se em cinco disciplinas que são a Biomecânica, a Anatomia, a Psicologia, a Neurociência e a Etnomusicologia. As iniciais de cada uma destas disciplinas dão origem ao acrónimo BAPNE” (NARANJO, 2013, p. 236, citado por Campos &amp; Vieira, 2016, p. 762).</p><p><br/></p><p>Assim, a percussão corporal constitui uma prática artística e pedagógica que integra o movimento, o ritmo e a consciência corporal, promovendo o desenvolvimento motor, cognitivo e social das crianças. Esta pode ser desenvolvida através de abordagens livres e exploratórias, como também através de propostas estruturadas, como o método BAPNE, contribuindo para uma aprendizagem significativa e para a construção ativa do conhecimento.</p><p><br/></p><p><strong>Apresentação da Proposta de Atividade:</strong></p><p><br/></p><p>Aquecimento:</p><p>São apresentadas imagens aos alunos, que produzem sons de acordo com o que observam. A professora pede que cada som seja reproduzido quatro vezes individualmente e, de seguida, quatro vezes em conjunto.</p><p><br/></p><p>Atividade:</p><p>1.ª Parte: Sequências Rítmicas Corporais</p><p>Cada quadrado da imagem corresponde ao batimento de uma pulsação.</p><p>Na 1.ª sequência, a professora realiza a sequência em conjunto  com os alunos. Na 2.ª e 3.ª sequência, a professora a apenas executa o primeiro quadrado, sendo o restante realizado pelos alunos. Na 4.ª sequência, os alunos executam a sequência de forma autónoma.</p><p><br/></p><p>2.ª Parte: Criação de Sequências</p><p>A professora fornece as imagens aos alunos.</p><p>A turma é dividida em grupos, e cada grupo cria uma nova sequência rítmica com 4 tempos. </p><p>Após a apresentação à turma, dois grupos juntam-se para trabalhar uma sequência com 8 tempos.</p><p><br/></p><p>Relaxamento:</p><p>As crianças sentam-se numa roda e vão inspirar pelo nariz e expirar pela boca. </p><p><br/></p><p>Discussão sobre a atividade:</p><ul><li><p>Qual som acharam mais fácil/difícil de fazer?</p></li><li><p>Como decidiram a sequência do vosso grupo?</p></li><li><p>Como se sentiram a fazer música com o vosso corpo?</p></li></ul><p><br/></p><p><strong>Fundamentação da Proposta de Atividade segundo os Documentos Orientadores:</strong></p><p><br/></p><p>A utilização do corpo como instrumento musical por parte das crianças pode auxiliar no desenvolvimento da coordenação motora, no desenvolvimento da compreensão de ritmo, facilitar a aquisição da consciência corporal e desenvolver a atenção e concentração.&nbsp;</p><p><br/></p><p>Segundo as Aprendizagens Essenciais da Educação Artística (Música) pretendemos trabalhar com esta atividade o domínio: Experimentação e Criação, com foco em desenvolver conhecimentos que passam por:</p><p>-  Explorar fontes sonoras diversas (corpo, objetos do quotidiano, instrumentos musicais) de forma a conhecê-las como potencial musical.</p><p>- Improvisar, a solo ou em grupo, pequenas sequências melódicas, rítmicas ou harmónicas a partir de ideias musicais ou não musicais (imagens, textos, situações do quotidiano, etc.).</p><p>(Ministério da Educação, 2018, p. 7)</p><p><br/></p><p>Durante toda a atividade procuramos desenvolver nos alunos aspetos relacionados com o "Pensamento  Crítico  e Pensamento Criativo" (Ministério da Educação, 2017). O pensamento criativo é desenvolvido principalmente durante 2.ª parte da atividade com a criação e exploração livre dos sons. Nesta pretendemos também promover a interajuda e a negociação de decisões artísticas, desenvolvendo  competências de “Relacionamento Interpessoal” e “Desenvolvimento Pessoal e Autonomia” (Ministério da Educação, 2017).<em>  </em>O pensamento critico é trabalhado especialmente na etapa final, durante a discussão com os alunos sobre as suas opiniões relativamente à atividade, sendo que perguntas  obrigam os alunos a refletir sobre o seu próprio processo de aprendizagem. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-23 17:49:28 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/joanaamaro60/yd8ajijpx7kxv1tx/wish/3731563928</guid>
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         <title>Tarefa- Teatro</title>
         <author>joanaamaro60</author>
         <link>https://padlet.com/joanaamaro60/yd8ajijpx7kxv1tx/wish/3737012312</link>
         <description><![CDATA[<p><br><strong>"O diabo é o aborrecimento" - Peter Brook</strong></p><p><br/></p><p><strong>O “espaço visível" e o “impulso invisível"</strong></p><p><br/></p><p>"Tudo o que quero fazer é 'representar o visível, e através dele mostrar o invisível'… O cenário é simples, mas os espaços vazios por trás do visível são importantes."</p><p><br/></p><p><strong>Reflexão para o ensino artístico:</strong></p><p><br/></p><p>Esta frase realça o papel do teatro no desenvolvimento cognitivo, emocional e social das crianças. O ensino artístico deve permitir que as crianças explorem o mundo visível (as formas, as cores, as pessoas, os objetos) mas também explorem o invisível, ou seja, as suas emoções, imaginação e interpretações do mundo.</p><p>Os cenários podem ser simples uma vez que o mais importante é a performance e a mensagem que está a ser passada.</p><p><br/></p><p>O teatro abre espaço para a reflexão, não dando conclusões finais. Permite que os alunos desenvolvam o seu pensamento critico e a sua criatividade.</p><p>Valorização do processo criativo e não apenas do produto final. As pausas, as escolhas e as imperfeições das criações das crianças revelam tanto quanto as formas visíveis das mesmas, relativamente á forma como as crianças veem e interpretam o mundo à sua volta.</p><p>O ensino artístico deve ser um espaço de descoberta, sensibilidade e pensamento criativo, no qual o que se vê é apenas uma parte do que realmente se comunica.</p><p><br/></p><p><strong>Reflexão Crítica da Tarefa:</strong></p><p><br/></p><p>Segundo Campaniço (2017):</p><p>A expressão dramática é um dos processos mais valiosos e completos de educação. Quando nos referimos à expressão dramática estamos perante uma atitude pedagógica em relação à expressão corporal, preconizando o «deixar exprimir». (...) Ou seja, provocar um deixar-fazer, um libertar. (...) [É] encontrar, de uma forma espontânea, principalmente na criança, a oportunidade de se descobrir e descobrir tudo: as coisas, as pessoas, o mundo. (p. 24)</p><p><br/></p><p>Na perspetiva de Costa (2003): </p><p>O Teatro é desejo de fazer, mas também de ver. Prazer de ver esse dom de jogo vivo. O prazer de ver personagens vivas reinventar à nossa frente um outro tempo, um outro espaço e outras leituras do real, tão enigmáticos quanto a nossa vida (p. 342).</p><p><br/></p><p>Assim, entendemos que esta tarefa contribuiu para consolidar a importância que a expressão dramática e o teatro  têm no desenvolvimento das capacidades expressivas dos alunos. É importante que enquanto futuras professoras reconheçamos o impacto desta área no desenvolvimento pessoal e social dos alunos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-01-03 23:55:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tarefa- Arte</title>
         <author>joanaamaro60</author>
         <link>https://padlet.com/joanaamaro60/yd8ajijpx7kxv1tx/wish/3737012666</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>O que é que este erro pode ensinar ao professor de artes?</strong></p><p><br/></p><p>A arte não tem de ser perfeita.</p><p>O que para alguns pode ser um enorme erro para outros pode ser arte, por essa razão o professor de artes não deve focar-se em que os seus alunos apresentem trabalhos cheios de técnicas, mas que sejam trabalhos que transmitem os seus sentimentos.</p><p>O erro na sala de aula não deve ser visto como algo negativo, deve ser visto como parte do processo da criação. Este permite experimentação e a expansão da criatividade. Através do erro podem surgir novos caminhos que não tinham sido pensados anteriormente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-01-03 23:59:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tarefa - Arte: Ficha técnica + Mapa visual Taumatrópio</title>
         <author>joanaamaro60</author>
         <link>https://padlet.com/joanaamaro60/yd8ajijpx7kxv1tx/wish/3737013542</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Ficha técnica Taumatrópio</strong></p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p><strong>Materiais:</strong></p><p>· papel cavalinho;</p><p>· tesoura;</p><p>· linha;</p><p>· material de desenho (lápis, borracha, lápis de cor, marcadores…);</p><p>· cola;</p><p>· compasso ou tampa;</p><p>· palitos</p><p><br></p><p><strong>Técnicas que são aplicadas: </strong>recorte, desenho</p><p><br></p><p><strong>Modo de execução:</strong></p><p><br></p><p>1. Desenhar 2 circunferências numa folha de papel;</p><p>2. Fazer 1 desenho, à escolha do aluno, em cada círculo, sendo que estes desenhos se devem complementar (exemplo um peixe em um dos círculos e um aquário no outro);</p><p>3. Cortar as circunferências de modo a obter 2 círculos separados;</p><p>4. Escolher entre o uso de linha ou de palitos;</p><p>No caso escolha de linha:</p><p>5. Colar os círculos um no outro, mantendo os desenhos visíveis, e garantindo que enquanto um desenho está na orientação contraria do outro (de cabeça para baixo);</p><p>6. Após colados, fazer 1 furo em cada extremidade do círculo, direita e esquerda, com a ajuda do compasso. Caso seja necessário usar uma borracha como apoio para facilitar o processo;</p><p>7. Passar a linha por um dos furos, segurando a mesma com um nó. Repetir o processo no outro furo;</p><p>8. Torcer as linhas e faz girar o taumatrópio.</p><p>No caso da escolha de palito:</p><p>5. Colar o palito em um dos desenhos;</p><p>6. Colar o outro desenho garantindo que este se encontra na orientação contrária;</p><p>7. Rodar o palito entre as mãos;</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-01-04 00:04:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Referências Bibliográficas</title>
         <author>joanaamaro60</author>
         <link>https://padlet.com/joanaamaro60/yd8ajijpx7kxv1tx/wish/3741592904</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Tarefa- Teatro:</strong></p><p><br/></p><p>Campaniço, A. (2017). <em>A Integração da Expressão          </em></p><p><em>Dramática/Teatro na Gestão do Currículo, num grupo de Educação Pré-Escolar e num grupo de 1.º Ciclo do Ensino Básico</em>. Instituto Politécnico de Beja. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://hdl.handle.net/20.500.12207/4707">http://hdl.handle.net/20.500.12207/4707</a></p><p><br/></p><p>Costa, I. (2003). <em>Desejo de teatro. o instinto do jogo teatral como dado antropológico</em>. Fundação Calouste Gulbenkian.</p><p><br/></p><p><strong>Reflexão sobre a Educação Artística:</strong></p><p><br/></p><p>Sargedas, M. E. F. C. da C. (2022). A importâncias das Expressões Artísticas no 1.º CEB,  a partir de uma abordagem interdisciplinar. Instituto Politécnico de Setúbal. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://hdl.handle.net/10400.26/39790"><strong>http://hdl.handle.net/10400.26/39790</strong></a></p><p><br/></p><p><strong>Proposta de atividade: Percussão Corporal (Expressão Musical 1.º CEB):</strong></p><p><br/></p><p>Campo, G., &amp; Vieira, M. H. (2016). Atividades de percussão corporal na educação musical infantil: descobrindo o ritmo, o corpo e o movimento. In F. I. Ferreira, C. I. dos Anjos, A. A. Duarte, E. Fernandes, N. H. R. Franco, S. E. dos Santos &amp; T. Sarmento (Org.),<em> Atas do II Seminário Luso-Brasileiro de Educação de Infância: "Investigação, formação docente e culturas da infância"</em>. Instituto de Educação, Universidade do Minho. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://hdl.handle.net/1822/52372">http://hdl.handle.net/1822/52372</a></p><p><br/></p><p>Ministério da Educação. (2018). Aprendizagens Essenciais: Educação Artística - Música (1.º Ciclo do Ensino Básico). Direção-Geral da Educação.</p><p><br/></p><p>Ministério da Educação. (2017).<em> Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória</em>. Direção-Geral da Educação. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/perfil_dos_alunos.pdf">https://dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/perfil_dos_alunos.pdf</a></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2026-01-06 18:07:27 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/joanaamaro60/yd8ajijpx7kxv1tx/wish/3741592904</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Reflexão sobre a Educação Artística</title>
         <author>joanaamaro60</author>
         <link>https://padlet.com/joanaamaro60/yd8ajijpx7kxv1tx/wish/3741617492</link>
         <description><![CDATA[<p>A educação artística é a área que procura explorar as emoções dos alunos, através das expressões artísticas (plástica, musical e dramática), contribuindo para que consigam compreender melhor o mundo que os rodeia.</p><p><br/></p><p>O objetivo da educação artística não é só ensinar arte,  técnicas de arte ou explorar vocações artísticas. É de incluir as diferentes áreas da educação artística, como a educação visual, a educação dramática e a dança no currículo escolar, promovendo uma educação que tem em conta a individualidade de cada aluno e que respeita os seus valores morais e éticos.</p><p><br/></p><p>A educação artística não deve ser encarada como algo "extra", mas sim como a base da estrutura educativa. Tal como refere Sousa (2003): </p><p><br/></p><p>Mais importante do que “aprender”, “conhecer” e “saber”, é o vivenciar, descobrir, criar e sentir. Estes pressupostos levam, necessariamente, a radicais alterações de posicionamento pedagógico por parte de todos os agentes educativos, bem como as profundas alterações metodológicas e programáticas em todas as áreas disciplinares (e não apenas (…) nas artísticas) (p. 63, citado por Sargedas, 2022, p. 14).</p><p><br/></p><p>Deste modo, entendemos que a educação artística contribui para o desenvolvimento emocional e intelectual da criança, melhorando, por consequência, os seus mecanismos de defesa.</p><p><br/></p><p>Enquanto futuras professoras, reconhecemos a importância desta área no 1.º ciclo, uma vez que pode servir como motivação para trabalhar outras áreas do conhecimento, como a Matemática, o Português e o Estudo do Meio.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-01-06 18:33:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Proposta de jogo: Mímica à Portuguesa </title>
         <author>joanaamaro60</author>
         <link>https://padlet.com/joanaamaro60/yd8ajijpx7kxv1tx/wish/3757414952</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Contexto:</strong></p><p><br/></p><ul><li><p><strong>De que tarefa surgiu este jogo?</strong></p></li></ul><p>O jogo surgiu no âmbito da Tarefa 3, realiza em sala de aula.</p><p><br/></p><ul><li><p><strong>Como é que responde a tarefa proposta?</strong></p></li></ul><p>Este jogo foi criado para ser uma estratégia lúdica e pedagógica que permite trabalhar conteúdos curriculares de forma dinâmica, promovendo a participação ativa dos alunos e a aprendizagem significativa.</p><p><br/></p><ul><li><p><strong>Quais são os objetivos?</strong></p></li></ul><p>O principal objetivo do jogo é dar a conhecer as expressões e ditados populares portugueses, promovendo a compreensão do seu significado e da sua origem, bem como a valorização do património cultural.</p><p><br/></p><ul><li><p><strong>Aprendizagens Essenciais:</strong></p></li></ul><p><strong>Destinatários do Jogo:</strong> Jogo destinado ao 3.º e 4.º ano.</p><p><br/></p><p><strong>Aprendizagens essenciais:</strong></p><p><br/></p><p><strong>3.º ano</strong>: Este jogo enquadra-se nas Aprendizagens Essenciais definidas pelo Ministério da Educação, nomeadamente:</p><p>Reconhecer vestígios do passado local: costumes e tradições. (Ministério da Educação, 2018, p.5)</p><p><br/></p><p><strong>4.º ano</strong>: Reconhecer e valorizar o património cultural - local, nacional, etc.- identificando costumes e tradições. (Ministério da Educação, 2018, p.9)</p><p><br/></p><p><strong>Explicação do jogo:</strong></p><p><br/></p><p>O jogo é composto um baralho de cartas. Cada carta contém uma expressão/ditado popular, bem como o seu significado e a sua origem.</p><p><br/></p><p>Este deve ser jogado com o mínimo de três pessoas.</p><p><br/></p><p>Um dos integrantes começa por retirar uma carta do baralho, e em seguida deve fazer mímica para que os restantes adivinhem qual a expressão popular que lhe calhou.</p><p><br/></p><p>Uma vez que acertem a expressão o grupo deve tentar adivinhar o significado e origem da expressão, podendo fazer questões ao colega que fez a mímica.</p><p><br/></p><p>Quando adivinharem o significado e origem da expressão passa a vez ao próximo participante, que deve retirar uma nova carta do baralho e repete-se o processo.</p><p><br/></p><p><strong>Link das cartas: </strong><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.canva.com/design/DAG5y_P8HG8/6vyAKbewbZzLR-0sntd7Dg/edit?utm_content=DAG5y_P8HG8&amp;utm_campaign=designshare&amp;utm_medium=link2&amp;utm_source=sharebutton">https://www.canva.com/design/DAG5y_P8HG8/6vyAKbewbZzLR-0sntd7Dg/edit?utm_content=DAG5y_P8HG8&amp;utm_campaign=designshare&amp;utm_medium=link2&amp;utm_source=sharebutton</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-01-20 15:38:33 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/joanaamaro60/yd8ajijpx7kxv1tx/wish/3757414952</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Referências Bibliográficas</title>
         <author>joanaamaro60</author>
         <link>https://padlet.com/joanaamaro60/yd8ajijpx7kxv1tx/wish/3758723161</link>
         <description><![CDATA[<p>Alves, L. A. M. (2014). A história local como estratégia para o ensino da História. <em>Estudos em homenagem ao Professor Doutor José Marques, vol. 3</em>, p. 65-72. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://hdl.handle.net/10216/8786">https://hdl.handle.net/10216/8786</a></p><p><br/></p><p>Ministério da Educação. (2018). Aprendizagens Essenciais: Estudo do Meio - 3.º ano (1.º Ciclo do Ensino Básico). Direção-Geral da Educação.<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Aprendizagens_Essenciais/1_ciclo/3_estudo_do_meio.pdf"> https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Aprendizagens_Essenciais/1_ciclo/3_estudo_do_meio.pdf</a></p><p><br/></p><p>Ministério da Educação. (2018). Aprendizagens Essenciais: Estudo do Meio - 4.º ano (1.º Ciclo do Ensino Básico). Direção-Geral da Educação. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Aprendizagens_Essenciais/1_ciclo/4_estudo_do_meio.pdf">https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Aprendizagens_Essenciais/1_ciclo/4_estudo_do_meio.pdf</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-01-21 12:18:24 UTC</pubDate>
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