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      <title>Texto acessível by Silvana Silva</title>
      <link>https://padlet.com/ssilvana2011/yc68sc06q03g98n</link>
      <description>Deixe um depoimento.  Em que aspectos foi bom ou fácil de escrever o texto acessível? Em que aspectos você teve dificuldade em escrever algo? </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-01-28 17:27:48 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-04-28 01:38:25 UTC</lastBuildDate>
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         <title>África à vista: estudos sobre a gramática. Aluna: Larissa Abreu</title>
         <author>larissaabreu694</author>
         <link>https://padlet.com/ssilvana2011/yc68sc06q03g98n/wish/2049637552</link>
         <description><![CDATA[<div>O primeiro capítulo do livro traz uma análise das atas produzidas por africanos. A partir desse material pode-se perceber que apesar dos africanos terem domínio da língua para construir argumentos utilizando o Português da época, há construções que revelam um certo distanciamento, como a ocorrência de tópico nulo, o que indica 2 possibilidades: resquícios de uma crioulização da língua ou interferência da língua de origem em construções do Português. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-15 22:08:32 UTC</pubDate>
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         <title>África na contrução da língua. Amanda Guedes</title>
         <author>amandamellog035</author>
         <link>https://padlet.com/ssilvana2011/yc68sc06q03g98n/wish/2054522594</link>
         <description><![CDATA[<div>O primeiro capítulo faz a a análise de atas escritas por africanos em língua portuguesa, de uma forma complexa a autora cria um link entre o reflexo da língua africana na estrutura de lingua portuguesa brasileira, e como essas construções não fazem parte do português europeu. Ela constata a presenta de sujeito e tópico nulo, tanto no português brasileiro e extremamente marcado nas atas escritas pelos africanos. Podemos concluir que há o reflexo África nas estruturas de língua portuguesa faladas no Brasil</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-18 03:30:41 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Português como 1° e 2° língua- Laura Zorzi</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ssilvana2011/yc68sc06q03g98n/wish/2055344262</link>
         <description><![CDATA[<div>O segundo capítulo do texto apresenta dados que demonstram pouca diferenciação no português ao ser aprendido como L1 ou L2. As mudanças na língua, como a da posição do sujeito, não foram causadas pelo aprendizado do português como L2, mas sim em um processo de aquisição por parte dos africanos. Eles&nbsp;tiveram acesso a uma linguagem de sujeito nulo e adquiriram essa característica por inserção o que se apresenta diversas vezes nos textos do início do século XIX.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-18 14:34:18 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>África à vista: Capítulo II - Sujeito - João G.</title>
         <author>jgredfield8</author>
         <link>https://padlet.com/ssilvana2011/yc68sc06q03g98n/wish/2055393731</link>
         <description><![CDATA[<div>O capítulo 2 busca fazer uma análise do caso de sujeito nulo, a partir das atas escritas por africanos da SPD. O enfoque do capítulo, no entanto, está mais no processo de aquisição desse parâmetro da língua Portuguesa do que no destaque a influências de línguas africanas no português. Partindo da teoria gerativista de GU (de princípios e parâmetros), a análise tenta traçar nas atas (comparando com outros estudos, referentes à aquisição do mesmo caso) como os africanos, tendo o português como L2, assimilaram o sujeito nulo - assim como também ponderando se, de fato, o contato da LP no Brasil com falantes de línguas africanas serviu de arranque, num primeiro momento, para mudanças no preenchimento de posição do sujeito (o que, apesar de não ter se revelado exatamente o caso, abriu portas para destacar mudanças posteriores, surgidas possivelmente de uma nova prosódia do PB que veio a influenciar a sintaxe).</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-18 15:01:13 UTC</pubDate>
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         <title>Estudos sobre a gramática - África à vista Eduarda J.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ssilvana2011/yc68sc06q03g98n/wish/2056048100</link>
         <description><![CDATA[<div>No&nbsp;cap I a autora analisa as atas em português feitas por africanos e cria uma conexão da língua africana na estrutura da língua portuguesa, diferenciando do português europeu, demonstrando e comparando os diferentes tópicos, como tópico nulo, que é presente tanto no português brasileiro quanto nas atas africanas, representando o reflexo africano na linguagem brasileira.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-18 23:13:36 UTC</pubDate>
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         <title>Capítulo 10: A Aventura da Fala das Crianças: Entendendo os Pequenos Passo a Passo</title>
         <author>laura0fagundes</author>
         <link>https://padlet.com/ssilvana2011/yc68sc06q03g98n/wish/2953433890</link>
         <description><![CDATA[<p>Honestamente, o tema foi algo muito divertido para mim, porque é algo que eu gosto de explorar no meu tempo livre: A evolução do cérebro humano, suas emoções e neurociência. </p><p>A fala das crianças para alguns é algo muito bobo e simples, mas analisando com cuidado, quando ouvimos uma bebê ou uma criança falar estamos testemunhando diretamente a evolução de sua mente bem na nossa frente, passando de um pequeno ser que não consegue se expressar para algo a mais.</p><p><br></p><p>O meu maior anseio no meu texto acessível sobre a fala infantil foi não poder expressar o quanto isso é algo fantástico, e algo a ser admirado por quem o presencia, além de fazer um texto compreensivo para o meu público alvo.</p><p><br></p><p>Tentei colocar minhas palavras com cuidado, usar uma linguagem que fosse ser compreensiva a todos que o leesem e especialmente transmitir o sentimento do tema que eu estava fazendo.</p><p>Eu usei palavras no diminutivo, adjetivos simples como: bonito, lindo. E cheguei a citar palavras escritas de maneira errada, tentando escreve-las como crianças as pronunciam, como: "eu taí" querendo dizer "eu caí".</p><p><br></p><p>Minha dificuldade foi exatamente manter um cuidado para que todos entendessem o que eu queria expressar.</p><p><br></p><p>(Aluna: Laura Fagundes; Turma E)</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-13 17:12:15 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>andryelleliz</author>
         <link>https://padlet.com/ssilvana2011/yc68sc06q03g98n/wish/2953803126</link>
         <description><![CDATA[<p>Foi fácil escrever pois o assunto do texto foi estimulador, mais é a parte difícil foi transcrever e simplificar para o publico alvo. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-14 14:01:18 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Capítulo 6- &quot;Carne a peso de ouro. Quem vamos?&quot;</title>
         <author>viniciusgiesch</author>
         <link>https://padlet.com/ssilvana2011/yc68sc06q03g98n/wish/2953965726</link>
         <description><![CDATA[<p>O texto que adaptei foi o capítulo 6. Esse capítulo levanta o debate sobre números e a visão que a linguagem tem sobre eles. O público alvo é crianças do ensino fundamental que estejam aprendendo sobre numerais. De maneira geral, a adaptação do texto foi bem fácil, pois o texto já tem uma linguagem mais acessível ao público alvo. Com isso, não foram necessárias tantas modificações, ocorrendo apenas algumas substituições de palavras, fragmentação de frases longas e supressão de partes do texto que eram desnecessárias para o leitor. Também foram substituídas algumas gírias regionais que apareceram durante o texto. (Vinícius Henrique Giesch da turma E)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-14 19:38:45 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Capítulo 18- Linguagem não é (só) sobre comunicação. </title>
         <author>pietrocb</author>
         <link>https://padlet.com/ssilvana2011/yc68sc06q03g98n/wish/2954062323</link>
         <description><![CDATA[<p>Escolhi este capítulo por achar que seria um assunto que faz parte da vida de praticamente todas as pessoas, que é o uso de estrangeirismos na língua portuguesa. </p><p>É um pouco difícil escrever numa linguagem acessível, principalmente porque linguística é um assunto pouco conhecido pela maioria das pessoas. Mas o que procurei fazer foi tentar trazer para a realidade de quem estivesse lendo. </p><p>Acredito que para tornar um texto acessível, devemos trazê-lo para a realidade do leitor, para que ele possa ter uma compreensão maior do assunto abordado. </p><p>Na verdade, teria sido interessante tentar refletir sobre algo que o autor diz, que "nós escolhemos como falar tendo em vista a maneira como queremos ser vistos", algo que sempre achei, mas nunca tinha expressado em palavras. Gostaria de "viajar" um pouco sobre esse tema, mas acho que teria fugido muito do assunto do texto. </p><p>De qualquer forma, qualquer que seja o assunto, é preciso um grande esforço do autor para tornar seu texto mais acessível, até para atingir um público maior. Todo autor de texto sempre tem que ter isso em mente, e se colocar no lugar do leitor. O que não é tão simples quanto possa parecer. </p><p>Pietro Campos Benvenutti</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-14 23:37:12 UTC</pubDate>
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         <title>Capítulo 5 -  Comunicação para todos: Aplicação da comunicação aumentatica e alternativa na divulgação cientifica </title>
         <author>mullerwolmir</author>
         <link>https://padlet.com/ssilvana2011/yc68sc06q03g98n/wish/2971612396</link>
         <description><![CDATA[<p>Testemunho: Descobri duas poderosas estratégias para tornar a comunicação acessível: o Método Ekarv e os símbolos pictográficos. Ekarv simplifica textos, mantendo sua essência, enquanto os símbolos transformam palavras em imagens. Essas ferramentas estão sendo usadas em oficinas para professores, promovendo inclusão em espaços culturais e educacionais. O objetivo é garantir igualdade no acesso ao conhecimento, promovendo participação plena na sociedade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-26 19:52:18 UTC</pubDate>
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         <title>Capítulo 15 | Doença da Linguagem | Luis Felipe Presotto</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ssilvana2011/yc68sc06q03g98n/wish/2971971976</link>
         <description><![CDATA[<p>Aspectos de Facilidade: O capítulo escolhido é um capítulo mais científico pois falava sobre a complexidade das comunicações enquanto portador de uma doença que afeta diretamente a linguagem. A interpretação dos fatos e dados foi um ponto fácil de reescrever.</p><p><br/></p><p>Aspectos de Dificuldade: Entretanto, adequar a linguagem científica, o vocabulário, foi algo difícil de ajustar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-27 13:08:47 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Capitulo 18 : Linguagem não é (só) sobre comunicação.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ssilvana2011/yc68sc06q03g98n/wish/2972249349</link>
         <description><![CDATA[<p>Acabei escolhendo o capitulo 18 por me enteressar por essa questão da evolução das palavras por influência de outras. </p><p>E por coincidência eu vejo muitos videos sobre esse assunto, o que ajudou na escolha.</p><p>E sobre reescrever eu achei um pouco difícil para explicar o conceito de denotação e conotação alem de explicar o sentido da palavra "sobre" em inglês foi também uma das partes difíceis.</p><p>Mas pela minha escolha do publico alvo ter sido pessoas que ja tem pelo menos o ensino fundamental foi mais facil do que ter escolhido pessoas com escolaridade menor do que essa. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-28 01:38:25 UTC</pubDate>
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