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      <title>A escravidão by Ludwig Van Beethoven</title>
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      <description>A forma mais desprezível de tratar um ser humano.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-10-09 15:15:05 UTC</pubDate>
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         <title>O que é a escravidão? Qual o seu contexto?</title>
         <author>LVBeethoven</author>
         <link>https://padlet.com/LVBeethoven/yat50n7x9fesbys5/wish/1804228945</link>
         <description><![CDATA[<div>A escravidão era um forma de trabalho compulsório que privava o trabalhador de ser livre ou de adquirir a liberdade de escolha do tipo de trabalho que seria exercido. Devemos estabelecer, ainda, que os escravos eram considerado uma propriedade do senhor e podiam ser utilizado na agricultura, nas minas e nos serviços domésticos. Ainda, podiam ser trocados, vendidos ou alugados também.<br>O trabalho escravo surgiu na Antiguidade - por volta da Roma Antiga -, na qual ela era imposta a prisioneiros de guerra e à pessoas empobrecidas que não quitavam suas dividas. Ainda, podia ser usada, nesse contexto, a extrema violência. Nela o trabalhador também era privado de ser livre e do trabalho a ser exercido.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-09 15:36:27 UTC</pubDate>
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         <title>O tráfico negreiro e a escravidão moderna.</title>
         <author>LVBeethoven</author>
         <link>https://padlet.com/LVBeethoven/yat50n7x9fesbys5/wish/1814337664</link>
         <description><![CDATA[<div>Os africanos escravizados eram, em geral, prisioneiros de guerra, criminosos ou endividados. Para que os mesmos chegassem aos locais destinados ao trabalho nas colônias americanas, estes foram transportados em navios negreiros. Essa atividade se tornou uma atividade comercial intercontinental, a qual dava bastante lucro.<br>Essa atividade deu origem a&nbsp;<strong>escravidão moderna</strong>, que era distinta das demais pelo critério da <em>racialização</em>, da importância <em>monetária</em> e da <em>abrangência de territórios</em>.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-13 15:27:47 UTC</pubDate>
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         <title>O tráfico transatlântico.</title>
         <author>LVBeethoven</author>
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         <description><![CDATA[<div>A necessidade de uma coletividade de trabalhadores nas grandes plantações de açúcar, tabaco, e algodão na América&nbsp; levou os povos europeus - principalmente os portugueses, que foram os pioneiros do tráfico transatlântico, que veremos a seguir - buscarem mais mão de obra, já que a resistência e a hostilidade dos indígenas ao trabalho forçado aumentou.<br>Desse modo, os portugueses, em específico, fundaram as colônias de Luanda e Benguela, e formaram uma sociedade portuguesa voltada à captura e venda de escravos. Ainda, os europeus criaram rotas diretas entre a África e a América → a partir disso, o tráfico negreiro virou um negócio transatlântico.<br>Com isso, guerras entre reinos africanos voltadas à captura de escravos para serem comercializados com os europeus aumentou.<br><br></div><var><strong><mark>A travessia atlântica</mark></strong></var><div><br>Podemos estabelecer que as condições dos escravos nos navios negreiros ocorria em circunstâncias precárias: os navios ficavam lotados, havia a disseminação de doenças, a alimentação era insuficiente, os porões eram sujos e havia violência física e sexual. Para que os escravos fugissem, eles armavam motins.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-13 15:54:02 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Funcionamento do tráfico negreiro.</title>
         <author>LVBeethoven</author>
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         <description><![CDATA[<div>Como dito anteriormente, com o desenvolvimento de propriedades de <em>plantation</em>, a necessidade de mão de obra dilatou. Dessa forma, os europeus começaram a adquirir, comercializar, e a colocar os escravos para trabalharem. Por conseguinte, o comércio de escravos era <strong>triangular</strong>, ou seja, os povos europeus adquiriam os escravos na África, negociavam os mesmos na América e levavam açúcar, tabaco e rum para a Europa. O maior porto de embarque foi a África Centro-Ocidental.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-13 18:03:14 UTC</pubDate>
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         <title>O discurso de justificativa.</title>
         <author>LVBeethoven</author>
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         <description><![CDATA[<div>Para que o tráfico negreiro continuasse em vigor, ou seja, para justificar os lucros ganhos na prática de escravizar e legitimá-la, os povos europeus criaram o <strong><mark>Discurso de Justificativa</mark></strong>, que tinha como apologia as seguintes teses:<br><br></div><ul><li>Poder do senhor: O grau de poder do senhor era delimitado de acordo com sua quantidade de escravos;</li><li>Imposição para compra e venda e de castigos;</li><li>Legitimação da escravidão → justa, natural, e necessária;</li><li>Os povos negros eram descendentes de Caim.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-13 18:08:14 UTC</pubDate>
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         <title>Agentes do tráfico.</title>
         <author>LVBeethoven</author>
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         <description><![CDATA[<div>As transações negreiras tinham o domínio espanhol e português*. A elite mercantil, os comerciantes, os capitães de navios, os marinheiros e os armadores formavam a rede comercial escravista no Atlântico, a qual era financiada pelos banqueiros europeus. Já na África, esta rede era constituída por soberanos e chefes africanos, através do comércio de escambo. Para que o tráfico funcionasse, foi necessário o estabelecimento de impostos e tarifas.<br><br>*: No século XVIII, comerciantes luso-brasileiros dominaram o tráfico.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-13 18:30:15 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A escravidão africana no Brasil.</title>
         <author>LVBeethoven</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os africanos escravizados possuíam uma variedade cultural, a qual se dividia em dois grandes grupos étinicos-culturais: os <strong>bantos</strong> e os <strong>iorubas</strong>.<br><br><strong><em><mark>Povos Iorubas<br><br></mark></em></strong>Os povos iorubas se organizavam em Cidades-Estado, as quais eram relacionadas ao comércio, além de ser um conjunto de povos ligados por traços culturais.<br><br><strong><em><mark>Povos Bantos</mark></em></strong><br><br>Os bantos se organizavam em províncias e aldeias e eram de origem de uma mesma língua. O Reino do Congo era o maior reino banto na África.<br>Esses povos se converteram ao cristianismo e a comercialização a partir do contato com os portugueses, no século XV.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-13 18:47:27 UTC</pubDate>
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         <title>Escravidão e resistência no Brasil.</title>
         <author>LVBeethoven</author>
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         <description><![CDATA[<div>O comércio escravo no Brasil ocorriam nas praças mercantis de Salvador, Olinda e Rio de Janeiro. Os escravos que viam para este país iam trabalhar nas lavouras, nas minas, nos serviços domésticos e em áreas urbanas. Para aqueles que acabavam fazendo parte do trabalho errado ou tentavam fugir, estes eram castigados fisicamente, com chicotadas e palmatórias, eram presos com algemas e correntes.<br>Para fugirem dos maus tratos de seus senhores, os escravos resistiam: fugiam para quilombos, evitavam ter filhos, entravam em banzo, se assassinavam ou armavam motins para com seus senhores.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-13 19:03:35 UTC</pubDate>
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         <title>Identidade cultural, religiosidade e resistência.</title>
         <author>LVBeethoven</author>
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         <description><![CDATA[<div><mark>↪ Identidade cultural</mark><br>O trabalho escravo ocorria principalmente nas regiões do nordeste e de Minas Gerais. No século XIX, principiou a produção cafeeira no Vale do Paraíba e no oeste paulista. As senzalas e os quilombos eram locais de convívio social e de preservação cultural.<br><br><mark>↪ Religiosidade e resistência</mark><br>Para os cristãos, a religião africana era vista como feitiçaria. Desse modo, os escravos entraram em sincretismo religioso, ou seja, associaram suas entidades religiosas a santos católicos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-13 19:23:08 UTC</pubDate>
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         <title>Escravidão no Caribe.</title>
         <author>LVBeethoven</author>
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         <description><![CDATA[<div>As ilhas caribenhas estavam sob domínio espanhol. A primeira perda de terras foi para a Inglaterra, que conquistou Bermudas. Contudo, a Coroa espanhola conquistou barbados (no qual havia a produção de cana-de-açúcar), Cuba e a Ilha Hispaniola (República Dominicana. Mas mais uma perda foi feita: a Inglaterra conquistou a Jamaica.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-13 19:30:44 UTC</pubDate>
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         <title>Escravidão nas Treze Colônias ⇨ EUA.</title>
         <author>LVBeethoven</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nos Estados Unidos da América, a maior concentração de escravos localizava-se no sul do país. Nele, eram cultivados o tabaco, o algodão, o anil e o arroz. Podemos dizer que, com a pós independência, houve o aumento de escravos, o que levou o tráfico para o sul e à colônias espanholas. O os altos índices de reprodução escrava estimulou os senhores de engenho.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-13 20:24:43 UTC</pubDate>
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         <title>Domínios franceses.</title>
         <author>LVBeethoven</author>
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         <description><![CDATA[<div>A França fundou, no Caribe, São Domingos (atual Haiti), a qual era a colônia mais rica das ilhas caribenhas, pois havia uma grande produção do <em>plantations</em>.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-13 20:29:29 UTC</pubDate>
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         <title>Cuba.</title>
         <author>LVBeethoven</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em Cuba, houve uma grande diminuição da entrada de espanhóis nas colônias, o que favoreceu o crescimento econômico. Nela, também teve a compra de cartas de <mark>alforrias</mark>. Todavia, por começarem a implantar sistemas de <em>plantations</em>, houve o aumento da escravidão.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-13 20:29:59 UTC</pubDate>
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         <title>Resistência à escravidão.</title>
         <author>LVBeethoven</author>
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         <description><![CDATA[<div>As revoltas escravas, no Caribe, ocorreram principalmente em São Domingos, no qual tiveram assassinatos e atentados. A abolição da escravatura veio em 1804, a qual influenciou outros territórios.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-13 20:30:34 UTC</pubDate>
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         <title>Resistência a escravidão.</title>
         <author>LVBeethoven</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nos EUA, houve fugas e formação de quilombos como forma de resistência. Os afro-americanos livres do norte dos EUA lutavam pela abolição à escravatura.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-13 20:35:48 UTC</pubDate>
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         <title>Escravidão no Caribe e nos EUA.</title>
         <author>LVBeethoven</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-10-13 20:39:18 UTC</pubDate>
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