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      <title>Portfólio de Ética by Maria Melo</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-07-04 23:36:16 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariatabatinga</author>
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         <description><![CDATA[<p>Olá, meu nome é Maria Eduarda Tabatinga de Melo, tenho 21 anos e sou natural de Teresina, Piauí, mas fui criada em um interior piauiense bem aconchegante, Batalha. Desde muita nova, sempre acompanhei minha avó em suas consultas médicas e vive de perto a importância da humanidade na medicina. Ficava encantada com a arte que era cuidar não só da saúde, mas também da alma de cada pessoa que vai até você precisando da sua ajuda. Crescer foi necessário, mas também um despertar para um mundo que não é tão mágico quanto eu acreditava e não tão humano quanto eu gostaria. Mas no fim das contas, o que os corredores dos hospitais com minha avó me ensinaram foi que enquanto houver uma alma cuidando de outra, a medicina permanece com a sua arte. E, assim, aos 21 anos começo essa experiência desafiadora, assustadora e apaixonante na UFAL com o desejo de sempre aprender mais. Afinal de contas, só vive o propósito quem suporta o processo. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-04 23:53:19 UTC</pubDate>
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         <title>O seu nome é somente uma sopa de letrinhas ou você apenas não sabe o seu simbolismo? </title>
         <author>mariatabatinga</author>
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         <description><![CDATA[<p>A primeira aula de Ética foi uma experiência que extrapolou os limites da universidade. Com um ambiente receptivo e acolhedor, iniciamos esse processo já com uma troca que, no início, causou um pouco de estranheza, mas depois tudo ficou claro.</p><p><strong>Pra que algo mais nosso do que nosso nome? </strong></p><p>É a primeira palavra que o mundo aprende sobre nós, um sussurro da identidade que nos acompanha antes mesmo dos nossos primeiros passos e esconde diversas histórias, as quais muitas vezes nem damos atenção. </p><p>Sabermos o nome um dos outros de uma maneira lúdica e descontraída foi, aos poucos, aproximando a turma e criando um vínculo que nem nós mesmos já sabíamos que estava sendo criado. </p><p>Dali saíram risadas, reflexões, empatia e um eco de histórias antigas que estão sempre conosco. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-05 03:39:34 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariatabatinga</author>
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         <description><![CDATA[<p>No momento da apresentação dos nomes de uma maneira nada tradicional, me lembrei do livro <strong>"A Hora da Estrela"</strong>, de Clarice Lispector. Na obra a personagem Macabéa tem uma relação simbólica com o seu nome, é um nome raro e estranho, como ela mesma. Clarice tem a incrível capacidade de dar identidade aos seus personagens desde a escolha de seus nomes e, no caso de Macabéa, a personagem carrega um nome forte, mas vive uma vida frágil, é passiva, resignada, silênciosa diante do seu sofrimento. É uma estrela apagada na imensidão da exclusão. </p><p><strong>Nossos nomes ecoam histórias que nem imaginamos.</strong>  </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-05 03:52:36 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariatabatinga</author>
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         <description><![CDATA[<p>A aula também me lembrou muito sobre a música "Meu Nome é Gal", um hino de afirmação desse ícone da música brasileira, símbolo de orgulho, presença e arte. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-05 03:56:39 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariatabatinga</author>
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         <description><![CDATA[<p>Outra parte importante da aula foi o momento em que fomos separados em duplas para falarmos sobre nossas expectativas e nossos temores sobre o curso e o momento que estamos vivendo. </p><p>Foi um momento de muito acolhimento, pois algumas vezes carregamos angústias que acreditamos ser somente nossas. Quando compartilhamos e ouvimos uns aos outros, percebemos que muitos dos sentimentos bons e ruins estão em cada um de nós. </p><p>Isso faz você se sentir acolhida em um momento de tanta apreensão quanto o começo da universidade, em que muitas vezes nos sentimos perdidos e desamparados. </p><p>Compartilhar essas expectativas e esses anseios só mostrou o que nos uni, mesmo com as nossas individualidades. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-05 04:02:59 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariatabatinga</author>
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         <description><![CDATA[<p>Esse momento de aproximação pelos medos e expectativas me lembraram o poema "Esperança", de Mario Quintana, que fala sobre a esperança teimosa diante do medo. </p><p>E a medicina nada mais é do que isso, temos o medo de errar, o medo de lidar com a vida humana, o medo de nos perdemos no meio do caminho. Mas, mais do que os medos, temos o desejo de acertar e melhorar, de lidar com a alma de cada pessoa e nos acharmos em novos caminhos nessa longa e incrível caminhada. </p><p>Por isso, a medicina é arte. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-05 04:11:18 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariatabatinga</author>
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         <description><![CDATA[<p>A aula também remeteu ao hino de Cartola, O Mundo é um Moinho, pois a música fala sobre como a vida - com suas dores, desilusões, decepções, mas experiência e aprendizado - nos mostra que sabemos de muito pouco. </p><p>Um alerta doce sobre a perda de inocência e o peso do mundo real, algo que agora encaramos de frente com a Medicina. Lidar com situações que nunca havíamos lidado, tomar decisões que não afetam apenas a nós, conviver com distintas realidades. Todos os desafios que tornam o curso lindo e humano, porém mais complexo do que imaginávamos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-05 04:18:14 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>lucasantunes7</author>
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         <description><![CDATA[<p>Meu nome é Lucas Antunes, tenho 19 anos e sou de Maceió. Estar hoje cursando Medicina na UFAL ainda me parece surreal. Durante muito tempo, isso soava como algo distante, quase impossível de alcançar, um sonho que eu alimentava com muito cuidado, mas que, no fundo, parecia grande demais. E hoje, viver isso é algo que me enche de gratidão e, ao mesmo tempo, de responsabilidade.</p><p>Me apaixonei pela Medicina não apenas pela complexidade do corpo humano, mas principalmente pela beleza da relação entre médico e paciente. A humanidade do cuidado, o compromisso com a dignidade do outro, e essa proximidade verdadeira com quem está vulnerável, tudo isso encheu meus olhos e me fez ter a certeza de que é isso que quero pra minha vida.</p><p>Mesmo assim, nem sempre é fácil. A intensidade da faculdade, os desafios diários e a vontade de dar conta de tudo, estudo, família, vida pessoal, às vezes me sobrecarregam. Tem dias em que o medo de não conseguir equilibrar tudo aparece. Mas, apesar disso, sigo firme, porque lembro que escolhi essa profissão por um motivo maior: cuidar de pessoas com empatia, ética e compromisso.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-05 13:15:46 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexão sobre a escolha profissional </title>
         <author>mariatabatinga</author>
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         <description><![CDATA[<p>Na segunda aula de Ética, fomos levados a refletir profundamente sobre a Medicina em si e o valor dos aprendizados que o curso nos oferece — tanto técnicos quanto humanos. Essa conversa preparou o terreno para algo ainda mais simbólico: a análise de uma imagem que nos foi apresentada — a de um homem com uma mochila nas costas, de pé sobre uma montanha, observando o horizonte diante de várias outras montanhas.</p><p>Essa imagem nos provocou: estaria ele olhando com orgulho para os desafios que superou? Ou se preparando para novas batalhas que estão por vir? Ou seriam aquelas montanhas os altos e baixos da vida, nos lembrando da instabilidade que nos forma e nos desafia?</p><p>As interpretações foram diversas, ricas e pessoais. E o mais bonito foi ver a turma inteira mergulhada em reflexões sinceras, partilhando sentidos, sentimentos, histórias.</p><p>Depois disso, ainda vivemos uma experiência marcante: nos sentamos em roda, e cada um disse uma palavra que representasse o sentido da circularidade. Palavras como:</p><p>“comunhão, horizontalidade, igualdade, infinidade, companhia.”</p><p>Ali, entendi de forma muito concreta que ninguém caminha sozinho. Que a formação em Medicina é coletiva, construída no encontro com o outro: colegas, professores e pacientes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-05 17:44:30 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariatabatinga</author>
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         <description><![CDATA[<p>Além disso, a música “Tocando em Frente”, de Almir Sater e Renato Teixeira, me veio à cabeça ao refletir sobre a imagem do homem diante das montanhas. Ela traduz bem aquela cena, os altos e baixos da vida, as marcas que carregamos e a importância de seguir, mesmo com o peso nas costas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-05 17:45:19 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariatabatinga</author>
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         <description><![CDATA[<p>Durante a aula, também lembrei do filme Patch Adams, que me marcou pela forma como mostra o cuidado com o outro de maneira leve, humana e verdadeira. Assim como refletimos em roda, ele traz a ideia de que a escuta, o vínculo e a igualdade entre as pessoas são essenciais na prática da Medicina.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-05 17:45:56 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>carolynejla10</author>
         <link>https://padlet.com/mariatabatinga/ya2717x5se8mq84e/wish/3511273281</link>
         <description><![CDATA[<p>Olá, eu sou a Júlia, tenho 20 anos e sou de Maceió. Toda criança sempre é questionada sobre, apesar de muito nova e inocente, o que ela deseja ser no futuro, na minha vez de viver esse momento sempre escolhia algo diferente, de ginástica à bombeira, foi na área da saúde que me imaginei sendo feliz e realizada, grande parte dessa escolha se deu devido aos dias em que não tinham aula e acompanhar minha mãe no posto de saúde era a diversão do dia, o que mais me marcou desses momentos foi o sentimento de gratidão das pessoas por um exame agendado ou uma simples coleta de sangue realizada, quando cresci percebi que, mesmo com as dificuldades e fragilidades da área da saúde, queria viver com isso: o sentimento de ser “útil”, fazer uma pequena diferença na vida das pessoas. Estar cursando medicina&nbsp; na UFAL hoje se dá em grande parte pela Júlia criança, que quando outra criança começa a chorar na coleta de sangue sempre explicava que era como uma picada de formiga e que não doía nada, e pela Júlia adulta, que, desde da época do vestibular, decide lutar e viver a cada dia essa jornada apaixonante e desafiadora que é a medicina.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-05 22:48:30 UTC</pubDate>
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         <title>SOMOS ENSINADOS A OUVIR?</title>
         <author>carolynejla10</author>
         <link>https://padlet.com/mariatabatinga/ya2717x5se8mq84e/wish/3511280522</link>
         <description><![CDATA[<p>Desde de muito novos somos estimulados a utilizar, predominantemente, a fala como mecanismo de interação social, apesar da relevância da voz como fenômeno de representação, o ato da escuta tem sido realmente considerado?</p><p>Na aula 3 fomos convidados à conversar sobre a importância da escuta responsiva e a treinar, indiretamente, essa prática na roda formada. Diversas visões do texto “ESCUTAR: uma perspectiva de prática colaborativa-dialógica” foram levantadas pelos grupos, o que mais me marcou foi a consciência individual de alguns colegas sobre a prática inconsciente de apenas “ouvir” e não “escutar” as pessoas ao seu redor. Tal realidade também atinge a prática médica e interfere na qualidade do atendimento profissional, uma vez a maioria dos profissionais da saúde só escuta os sintomas da doença e não as necessidades dos pacientes.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-05 23:44:41 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A ESCUTA É O CAMINHO PARA A HUMANIZAÇÃO?</title>
         <author>carolynejla10</author>
         <link>https://padlet.com/mariatabatinga/ya2717x5se8mq84e/wish/3511280904</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesse&nbsp; momento me lembrei dos preceitos afirmados pela psiquiatra Nise da Silveira, a qual acreditava que a escuta ativa é uma das principais formas de humanizar a medicina.Tal realidade foi encenada no seu filme "Nise: o coração da loucura", uma demonstração de como a empatia formada pela abordagem humana de escutar as particularidades de cada indivíduo,  esquecido e escanteado da sociedade, pode transformar contextos sociais </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-05 23:47:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>vitoriaagodoy12</author>
         <link>https://padlet.com/mariatabatinga/ya2717x5se8mq84e/wish/3511374488</link>
         <description><![CDATA[<p>Oi! Sou Maria Vitória. Vivi para minhas tias, Vida para minha mãe, Bombom para minha avó e Mavi para meus amigos, o meu favorito. Tenho vinte anos. Nasci na capital alagoana, mas cresci em Major Izidoro, uma cidadezinha no sertão onde todos se conhecem pelo nome ou pelo nome de algum familiar. Lá, sou a neta da Fátima e a menina da Álbanny. Agora, virei “a menina da Álbanny que foi para Maceió estudar”.</p><p>Continuo tentando me acostumar a essa nova realidade. Entre um dia cansativo e outro, ainda me pego pensando: <em>caramba, isso tá mesmo acontecendo.</em> Minha paixão pela medicina começou no início da adolescência, admirada com a forma como o conhecimento podia ser instrumento de alívio e cura para a dor do outro. Relutei por muito tempo, embora soubesse o que queria. Tentei me ver em outras áreas, desejar outros caminhos, porque esse me parecia inalcançável, longe demais da minha realidade para que me atrevesse a sonhar. Toda tentativa foi em vão. Quando me dei conta, já era tarde: a medicina estava tão enraizada que desistir dela seria desistir de uma parte de mim. Hoje, à Mavi que não desistiu, graças a todos que não a deixaram desistir, que fantástica e assustadora é a sensação de viver um sonho. E, acima de tudo, que gratificante é ter a oportunidade de viver a medicina.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-06 05:27:38 UTC</pubDate>
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         <title>Seus valores são inegociáveis? 
</title>
         <author>vitoriaagodoy12</author>
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         <description><![CDATA[<p>Embora todas as aulas de ética tenham sido extremamente enriquecedoras, foi no nosso quarto encontro que me deparei com a reflexão mais profunda e pessoal até então. Afinal, quais são os meus valores?<strong> </strong>Diante de uma lista com dezenas deles, foi proposto, em um primeiro momento, que escolhêssemos dez. A tarefa foi mais desafiadora do que eu imaginava. Percebi que até então nunca havia parado para pensar sobre quais princípios me guiam. Liberdade foi o primeiro que escolhi, o que imediatamente me chamou atenção. Depois vieram realização, relações interpessoais, criatividade, lealdade, serenidade, entre outros. Encerrada essa primeira etapa, o desafio tornou-se ainda mais difícil: dos dez escolhidos, deveríamos manter apenas dois. Me vi em um dilema moral, visto que qualquer escolha implicava abrir mão de valores que também considero essenciais. Precisei voltar a refletir: <strong>de quais valores eu não abriria mão?</strong></p><p><br></p><p>Liberdade e conhecimento foram as minhas escolhas, após muito pensar. Em seguida, iniciou-se a terceira e última etapa da atividade: em grupo, deveríamos entrar em consenso sobre um único valor. Como fazer isso entre pessoas tão diferentes, com visões de mundo diversas? Em que ponto nossas perspectivas poderiam se alinhar? Apesar das diferenças individuais, nossos valores convergiam em um: sabedoria. Não limitada a aquisição de conhecimento, a sabedoria envolve a capacidade de refletir, ponderar e escolher com responsabilidade. Algo que abrange os mais diversos aspectos da vida. Ao final da atividade, os grupos compartilharam suas escolhas com a turma. Além da sabedoria, foram citados como valores da turma: afeição, relações interpessoais, desenvolvimento pessoal, excelência e harmonia interior.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-10 00:45:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>vitoriaagodoy12</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Deixa que a dúvida venha a respeito da vida&nbsp;</strong></p><p><strong>Iluminado seja aquele que já sabe o que é&nbsp;</strong></p><p><br></p><p>Foi impossível não me lembrar da letra de “Índia”, do trio Gilsons. A música reflete o sentimento de olhar para o interior questionar quem sou e quais valores realmente me definem.</p><p><br></p><p><strong>E eu já não sei quase nada sobre tudo de você&nbsp;</strong></p><p><strong>Melhor não saber nada, assim posso entender&nbsp;</strong></p><p><br></p><p>A canção nos propõe a desconstrução das certezas, sugerindo que, para entender, é preciso dar vez à dúvida.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-10 01:38:41 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>carolynejla10</author>
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         <pubDate>2025-07-15 13:00:25 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>carolynejla10</author>
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         <pubDate>2025-07-15 13:02:06 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>carolynejla10</author>
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         <pubDate>2025-08-05 12:01:00 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>carolynejla10</author>
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         <pubDate>2025-08-05 13:05:14 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariatabatinga</author>
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         <pubDate>2025-08-05 14:57:15 UTC</pubDate>
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         <title>Avaliação da equipe E</title>
         <author>kamillesilva</author>
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         <description><![CDATA[<p>Foi ótimo conhecer um pouco mais de cada integrante da equipe e ver como temos, muitas vezes, visões, medos e expectativas tão similares, mesmo quando acreditamos que não. As associações artísticas e musicais feitas foram muito interessantes na discussão. Além disso, a estética e organização do portifólio foi muito bem executada. Arrasaram!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-27 01:15:23 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>carolynejla10</author>
         <link>https://padlet.com/mariatabatinga/ya2717x5se8mq84e/wish/3563708324</link>
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         <pubDate>2025-09-01 21:56:50 UTC</pubDate>
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         <title>Manhã com psicólogo! </title>
         <author>carolynejla10</author>
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         <description><![CDATA[<p>Nossa manhã começou com um encontro com o psicólogo da famed, na reunião fomos convidados a sentar no chão e compartilhar a experiência individual do curso com o grupo. Com isso, alguns alunos- como Thiago, Marília e Mateus - compartilharam seus medos, anseios e vivências geradas durante o início do período, relatos que, apesar de pessoais, refletiram o sentimento geral da turma e contribuiu para formação de uma identificação coletiva. Dessa forma, momentos como esse são fundamentais na rotina exaustiva da faculdade, uma vez que trabalham os sentimentos gerados durante o curso e relembram as reais motivações que fizeram cada um escolher a medicina como profissão.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-24 21:44:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>vitoriaagodoy12</author>
         <link>https://padlet.com/mariatabatinga/ya2717x5se8mq84e/wish/3602683292</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante essa aula, discutimos o Código de Ética Médica e percebi que ele vai muito além de apenas um conjunto de regras. O Código aborda os deveres e direitos do médico, o sigilo profissional, a responsabilidade com a sociedade, as relações entre médicos, a publicidade da profissão e também os cuidados em situações de urgência. Ele funciona como um guia que orienta a prática médica de forma ética, com respeito à dignidade e à autonomia do paciente.</p><p>Um ponto que chamou atenção foi como o Código evidencia que a atuação médica não se limita ao conhecimento técnico, e exige decisões diante de situações complexas. Ele estabelece, por exemplo, a proibição de procedimentos sem fundamentação científica, a necessidade de respeitar a autonomia do paciente e a prioridade do cuidado sobre interesses pessoais ou financeiros. Em grupo, durante a elaboração da resenha crítica, discutimos como essas orientações se aplicam no cotidiano médico e nos dilemas que podem surgir entre o que é possível e o que é correto, o que nos proporcionou uma compreensão ainda mais completa. Observamos que, embora seja um documento essencial, alguns aspectos podem demandar atualização diante de novos desafios.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-25 00:02:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mariatabatinga</author>
         <link>https://padlet.com/mariatabatinga/ya2717x5se8mq84e/wish/3603920253</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante essa aula, assistimos alguns minutos de um filme e tivemos que nos colocar no lugar do personagem principal para fazermos uma escolha que, a princípio, acreditamos que se tratava apenas de ética. No trecho do filme, retrata uma situação em uma emergência de um hospital, em que chegam dois indivíduos acidentados, um policial e um "bandido". Todavia, o estado geral de saúde do bandido estava bem mais crítico que o do policial e o médico foi informado que havia apenas um centro cirúrgico que ele deveria tomar a decisão sobre quem iria para a sala de cirurgia. Nesses segundos de pressão, tanto interna quanto externa, o fez escolher levar o policial para o centro cirúrgico, apesar da consciência do estado do bandido. Agora tivemos que pensar, e você, no lugar daquele médico, quem levaria para o centro cirúrgico? </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-25 12:39:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mariatabatinga</author>
         <link>https://padlet.com/mariatabatinga/ya2717x5se8mq84e/wish/3603927136</link>
         <description><![CDATA[<p>Muitas vezes, acreditamos que seguir a ética a todo custo é uma situação fácil, mas esquecemos que somos fruto do contexto. Quando o homem se vê diante da pressão, muitas vezes o peso das circunstâncias fala mais alto do que a razão cuidadosamente construída ao longo do tempo. Nessas horas, ele pode se afastar por um instante dos princípios que sempre buscou seguir e agir guiado apenas pela própria intuição. Isso não o torna uma pessoa má, nem apaga sua ética. Pelo contrário: revela sua humanidade.</p><p><br/></p><p>A pressão traz à tona instintos de sobrevivência, respostas rápidas, impulsos que nem sempre passam pelo filtro da lógica. É natural. Não é sinal de fraqueza, mas de que somos feitos de emoções, de medos e de urgências. O caráter não se mede por um momento isolado, mas pela capacidade de reconhecer, aprender e seguir tentando fazer o certo, mesmo depois de tropeços.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-25 12:43:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>It’s the terror of knowing what this world is about</title>
         <author>mariatabatinga</author>
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         <description><![CDATA[<p>A música <em>“Under Pressure”</em>, do Queen com David Bowie, é quase um grito coletivo sobre como a vida, com seus desafios e cobranças, pode nos colocar contra a parede. Quando eles cantam <em>“It’s the terror of knowing what this world is about”</em>, expressam exatamente o peso de existir em um mundo cheio de incertezas, expectativas e problemas que às vezes fogem ao nosso controle.</p><p><br/></p><p>Nesses momentos de pressão, o ser humano nem sempre age de forma racional ou fiel à ética que carrega. A emoção, o instinto e até o medo podem assumir o comando, fazendo com que ele siga caminhos que talvez não escolheria em tempos de calma. Mas a música traz um lembrete poderoso: isso não define quem somos. Somos falhos, sim, mas também somos capazes de amor, empatia e mudança.</p><p><br/></p><p>No fim, <em>“Under Pressure”</em> não fala apenas do peso que sentimos, mas da humanidade que ainda existe em nós — mesmo quando tropeçamos, quando erramos, quando cedemos à pressão. Ela mostra que não é a queda que nos torna ruins, mas a falta de compaixão, de amor e de tentativa de fazer melhor.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-25 12:47:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mariatabatinga</author>
         <link>https://padlet.com/mariatabatinga/ya2717x5se8mq84e/wish/3603940537</link>
         <description><![CDATA[<p>“Chega um tempo em que não se diz mais: meu Deus.</p><p>Tempo de absoluta depuração.</p><p>Tempo em que não se diz mais: meu amor.</p><p>Porque o amor resultou inútil.</p><p>E os olhos não choram.</p><p>E as mãos tecem apenas o rude trabalho.</p><p>E o coração está seco.”</p><p><br/></p><p>Esse trecho fala daquele momento em que a pressão é tão forte que tira do indivíduo a capacidade de expressar sentimentos que antes pareciam essenciais — fé, amor ou até mesmo sensibilidade (chorar). O poema mostra como, sob peso, algumas reações mais éticas ou emocionais se silenciaram, não por maldade, mas por exaustão, dificuldade de manter tudo aquilo.</p><p><br/></p><p>Mesmo que o “amor resultou inútil”, o poema não o torna culpado ou ruim; ele evidencia uma crise, um ponto de ruptura. E muitos de nós, em situações de estresse, afastam temporariamente aquilo que sempre foi norte — a ética, a intuição reta — justamente porque estão tentando sobreviver ao peso, não por desejar mal.</p><p><br/></p><p>Esse conflito entre “o certo ideal” e “o que se faz quando tudo pesa” é muito parecido com o que você comentou: quando alguém sob pressão “esquece” sua ética ou deixa a intuição conduzir, não necessariamente porque é mala pessoa, mas porque, humana, falha, é obrigada a escolher entre seguir princípios ou simplesmente resistir.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-25 12:51:28 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariatabatinga</author>
         <link>https://padlet.com/mariatabatinga/ya2717x5se8mq84e/wish/3603945744</link>
         <description><![CDATA[<p>Nessa canção, Cartola fala sobre a vida como um moinho que, com o tempo, “tritura” as ilusões, os sonhos e até a inocência das pessoas. O eu-lírico aconselha alguém mais jovem, avisando que o mundo pode ser duro e que as escolhas, feitas no calor da emoção, podem trazer consequências. Mas a música não tem um tom de condenação — ela é mais um alerta, um gesto de carinho, reconhecendo que errar faz parte da vida.</p><p><br/></p><p>Assim como no seu tema, <strong>o ser humano, pressionado pelo tempo, pelas dores e pelos dilemas, pode tomar decisões impulsivas, pode se perder por instantes</strong>, mas isso não define sua essência. Somos moldados pelas experiências — inclusive pelos erros.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-25 12:54:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>carolynejla10</author>
         <link>https://padlet.com/mariatabatinga/ya2717x5se8mq84e/wish/3604020774</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-09-25 13:34:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ser ético é o novo punk rock. </title>
         <author>vitoriaagodoy12</author>
         <link>https://padlet.com/mariatabatinga/ya2717x5se8mq84e/wish/3604022148</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>O punk rock surgiu em meados da década de 1970 nos Estados Unidos como um movimento de contracultura e resistência jovem. Em "Superman", o herói se refere à bondade como o novo punk rock contra um sistema cada vez mais cruel. </p><p><br/></p><p>Lutar pela humanização e responsabilidade social dentro da medicina é um ato de rebeldia. Ser ético é o novo punk rock. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-25 13:35:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>vitoriaagodoy12</author>
         <link>https://padlet.com/mariatabatinga/ya2717x5se8mq84e/wish/3604029495</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-09-25 13:39:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>lucasantunes3129</author>
         <link>https://padlet.com/mariatabatinga/ya2717x5se8mq84e/wish/3604207151</link>
         <description><![CDATA[<p>O filme Patch Adams, assistido em aula, é inspirador e mostra a trajetória de uma pessoa que, em meio a um período de desorientação, é internada em um hospital psiquiátrico e ali descobre sua vocação: cuidar das pessoas. A partir dessa experiência, decide se tornar médico e exercer sua profissão de forma prestativa e humana. A obra ensina que o cuidado em saúde vai além de tratar doenças, estando profundamente ligado à escuta, à empatia e ao acolhimento do sofrimento do outro. Essa reflexão dialoga diretamente com os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS) e com a proposta da clínica ampliada, que entendem o paciente não apenas como portador de uma patologia, mas como sujeito inserido em um contexto de vida, social e emocional, valorizando o cuidado integral e humanizado.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-25 15:17:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>lucasantunes3129</author>
         <link>https://padlet.com/mariatabatinga/ya2717x5se8mq84e/wish/3604209688</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-09-25 15:18:32 UTC</pubDate>
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         <title>Trem bala, parceiro</title>
         <author>lucasantunes3129</author>
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         <description><![CDATA[<p>O filme Patch Adams também pode ser associado à música Trem Bala, de Ana Vilela, que transmite a ideia de que o mais importante na vida não são as conquistas materiais, mas sim os vínculos, o amor e a presença das pessoas que nos cercam. Essa mensagem dialoga com a postura de Patch, que buscava enxergar o paciente em sua integralidade, valorizando o afeto, a escuta e a humanização do cuidado. Assim como na canção, o filme reforça que são as relações humanas que dão sentido à existência e contribuem para a cura emocional e física.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-25 16:13:41 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>lucasantunes3129</author>
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         <pubDate>2025-09-25 16:26:28 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>carolynejla10</author>
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         <pubDate>2025-09-25 16:34:59 UTC</pubDate>
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         <title>Banalidade do mal com “Clube da Luta”</title>
         <author>lucasantunes3129</author>
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         <description><![CDATA[<p>A “banalidade do mal”, conceito de Hannah Arendt, mostra como a violência pode surgir da obediência cega e da falta de reflexão crítica. No filme Clube da Luta, vemos homens alienados pela sociedade de consumo transformarem sua frustração em violência coletiva, sem questionar as consequências éticas de seus atos. Assim, o mal aparece não como algo excepcional, mas como fruto da passividade e da adesão a discursos prontos. A ética, nesse sentido, exige a responsabilidade individual e coletiva para evitar que a alienação cotidiana normalize a desumanização.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-25 16:55:04 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>lucasantunes3129</author>
         <link>https://padlet.com/mariatabatinga/ya2717x5se8mq84e/wish/3604352982</link>
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         <pubDate>2025-09-25 16:55:53 UTC</pubDate>
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