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      <title>Ecos silenciados: a memória na voz de autores negros by studycris letice</title>
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      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-11-12 19:18:54 UTC</pubDate>
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         <title>Apresentação</title>
         <author>studycrisletice</author>
         <link>https://padlet.com/studycrisletice/y9zyr0jmgywrohtw/wish/2786319679</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>A proposta de pesquisa baseia-se no estudo da categoria memória através do conjunto de saberes construído e divulgado por autores e autoras negras. Seja escrita ou transmitida oralmente, a memória consiste em um instrumento essencial de coesão social e de resistência. Com base nisso, o trabalho estrutura-se na relação entre memória e cultura negra, tendo em vista a relevância desse elemento para a construção de uma identidade social negra. Destaca-se, portanto, a categoria  memória  na construção de uma memória histórica e étnica do povo negro. Tendo em vista a tentativa de manipulação e sequestro desta pelos grupos dominantes,  urge a necessidade do estudo desta a partir de autores que de fato a representem. Desse modo, propõe-se traçar um panorama acerca da análise desse conceito -a memória- por autores negros, a fim de quebrar com estereótipos coloniais dominantes.  </p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-12 19:35:24 UTC</pubDate>
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         <title>Lélia Gonzalez: A memória e a consciência</title>
         <author>studycrisletice</author>
         <link>https://padlet.com/studycrisletice/y9zyr0jmgywrohtw/wish/2786321543</link>
         <description><![CDATA[<p>A antropóloga e militante do Movimento Negro Unificado Lelía Gonzales, referência no debate sobre feminismo negro, ao falar sobre memória na palestra “Racismo e sexismo na cultura brasileira” analisa a opressão de gênero e raça na sociedade brasileira e o mito da democracia racial através da psicanálise. Para Lélia Gonzalez, na perspectiva da psicanálise, existe uma dualidade entre consciência e memória. Já que, tudo que é consciente também tem algo de inconsciente, então por trás da consciência também há desconhecimento e alienação. Enquanto isso a memória é o não saber que sabe, a memória restitui uma história que não foi escrita, segundo ela, a consciência exclui o que a memória inclui. A consciência é o discurso dominante que se impõe como verdade, ocultando a memória dos povos dominados. Mas a memória persiste, ela “fala através das mancadas do discurso da consciência.”.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-12 19:39:17 UTC</pubDate>
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         <title>Frantz Fanon: A “desaculturação” do povo negro</title>
         <author>studycrisletice</author>
         <link>https://padlet.com/studycrisletice/y9zyr0jmgywrohtw/wish/2786323228</link>
         <description><![CDATA[<p>Franz Fanon, psiquiatra e revolucionário que na sua palestra “Racismo e cultura” debate como o racismo opera como um fenômeno social e cultural, elemento mais visível de uma estrutura mais ampla de dominação. Fanon discute acerca de como em tal estrutura, um povo, através do desenvolvimento técnico-militar, impõe a racialização sob outros povos através da colonização, e como esse processo se desenvolve historicamente. É a partir desse processo que, para o autor, ocorre o fenômeno da “desaculturação”. Este, consiste na perda das características culturais de determinado grupo, frente a tentativa de exclusão deste, consistindo em uma consequência direta do processo colonizatório. “O empreendimento da desculturação apresenta-se como o negativo de um trabalho, mais gigantesco, de escravização econômica e mesmo biológica.” (FANON, 2019, p.47). Nesse sentido, ao discutir as relações sobre tal fenômeno e racismo, como um processo socialmente construído, o autor coloca que da mesma forma que existe uma cultura racista é possível uma cultura sem racismo. A análise de Fanon no que se refere aos temas previamente comentados, relaciona-se diretamente ao estudo da categoria memória. Sendo esta relacionada à construção cultural de um povo, a tentativa de "desculturação" confere, portanto, um atentado à memória cultural de um grupo social.&nbsp; Desse modo, o processo de "desculturação" comentado pelo autor confere a uma violação do direto a memória do povo negro, impulsionada pelos colonizadores brancos. Isso porque, ao retirar a memória, há o objetivo de apagar determinado grupo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-12 19:42:57 UTC</pubDate>
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         <title>Jones Manoel: A memória das lutas de libertação no Brasil e em África</title>
         <author>studycrisletice</author>
         <link>https://padlet.com/studycrisletice/y9zyr0jmgywrohtw/wish/2786324753</link>
         <description><![CDATA[<p>O historiador brasileiro Jones Manoel, organizador da coletânea “Revolução Africana” que compila uma série de textos de autores revolucionários africanos em uma perspectiva anticolonial, entre eles textos de Franz Fanon, autor que abordaremos a seguir, debate a importância da memória das experiências de libertação nacional em África em seu prefácio “A luta de classes pela memória: raça, classe e Revolução Africana”. Jones afirma que a queda da União Soviética representou uma vitória da burguesia ocidental no embate pela memória do século 20 contra as forças comunistas e os povos do terceiro mundo. Segundo ele, por conta deste processo, as grandes lutas de libertação hoje nos dizem muito pouco, são esquecidas ou destituídas pela mídia, e demais aparelhos ideológicos, de seu caráter revolucionário. Como é o caso dos Panteras Negras. Por conta disso, Jones defende uma luta pela memória dessas experiências como forma de fortalecer o movimento revolucionário e a luta dos povos dominados hoje. Já no artigo “A República de Palmares e a disputa pelos rumos da nacionalidade brasileira”, o historiador introduz a discussão sobre a importância da memória do Quilombo dos Palmares como arma na luta por uma nacionalidade brasileira alternativa. Uma prova de que outro Brasil é possível, e que na perspetiva marxista, o socialismo brasileiro deve se inspirar no Quilombo dos Palmares e nas lutas de libertação do povo negro brasileiro.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-12 19:45:57 UTC</pubDate>
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         <title>Beatriz nascimento: O quilombo e a memória</title>
         <author>studycrisletice</author>
         <link>https://padlet.com/studycrisletice/y9zyr0jmgywrohtw/wish/2786325657</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>A historiadora Beatriz Nascimento, em seu escrito “ Kilombo e memória comunitária: Um estudo de caso” apresenta um relatório de pesquisa do quilombo Carmo da Mata&nbsp; na qual destaca a relevância do quilombo para&nbsp; resistência de uma memória comunitária. A autora menciona que durante o processo de aquisição de fontes para a pesquisa, optou pelo trabalho com as fontes orais. Foi, portanto, através de depoimentos orais que a historiadora construiu sua pesquisa. Vale destacar, dito isto, a relevância do trabalho com fontes orais quando se trata da cultura negra. Isso porque, sendo fundamentada em uma cultura oral, esta tem boa parte de sua história contida nas memórias transmitidas oralmente durante gerações. O estudo de Beatriz Nascimento tem, portanto, grandiosa importância pois se dispõe a tratar da cultura negra através de um elemento essencial para esta, a oralidade.&nbsp; Assim sendo, a historiadora trata acerca do modo que a memória de resistência do quilombo em estudo manteve-se e transmitiu-se através da oralidade. A oralidade constitui, portanto, elemento de coesão grupal e conservador de uma memória social. É fator essencial na construção da memória do povo negro.&nbsp;</p><p>A “História tradicional’’, em sua tentativa de silenciar sociedades orais, acaba por desconsiderar a memória oral, uma memória viva. Assim sendo, a exclusão da validade da oralidade como fonte, visa a descartar a memória destas sociedades que têm como base de seu registro a forma oral. Ao trazer este debate acerca da importância da oralidade para a construção da memória do povo negro que tem o quilômbo como um símbolo de resistência, Beatriz resgata e evidencia este elemento.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-12 19:47:33 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias negras apagadas pelos grupos dominantes: Sueli Carneiro e Chimamanda Adchie</title>
         <author>studycrisletice</author>
         <link>https://padlet.com/studycrisletice/y9zyr0jmgywrohtw/wish/2786327591</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>O ensino de História, quando feita em uma perspectiva eurocêntrica, desconsidera a história e a memória das sociedades orais. Sendo assim, a historiografia fundamentada somente por fontes escritas e oficiais leva ao que a filósofa Sueli Carneiro chama de "epistemicídio". Segundo Sueli Carneiro, o epistemicídio é uma das ferramentas utilizadas para fortalecer a dominação racial. E se expressa na negação da legitimidade dos conhecimentos produzidos pelos grupos dominados, assim como de seus membros como sujeitos de de conhecimento. Assim negando a educabilidade destes grupos, como através do acesso ensino formal, reproduz uma série de desigualdades. Assim como a "história única", conceito da escritora Chimamanda Adichie, que explicita que quando o conhecimento é produzido somente por um grupo privilegiado  reforçam-se  estereótipos acerca de determinada cultura ou uma visão única e tendenciosa acerca de um acontecimento. Desse modo, o estudo e valorização dos saberes produzidos rompe com a perpetuação de  discursos reprodutores de "histórias únicas" e tentativas de exclusão de saberes e  memórias do povo preto, frutos de interesses dos grupos dominantes, ainda muito presentes nas instituições de ensino.</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-12 19:51:31 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;A história que a História não conta&quot;</title>
         <author>studycrisletice</author>
         <link>https://padlet.com/studycrisletice/y9zyr0jmgywrohtw/wish/2786329244</link>
         <description><![CDATA[<p>A canção disponível acima, samba enredo da Mangueira no ano de 2019, sintetiza bem o assunto tratado na presente exposição. Trata de uma memória forjada pelos grupos dominantes a qual apaga a memória existente pertencente aos grupos historicamente oprimidos. Assim sendo, o samba enredo traz à tona a discussão sobre memória e história tratando acerca de uma história única contada através da História oficial, excludente. </p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-12 19:55:02 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>studycrisletice</author>
         <link>https://padlet.com/studycrisletice/y9zyr0jmgywrohtw/wish/2789420268</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><em>“</em></strong><em> A sociedade de modelo de capitalismo dependente que substituiu a de escravismo colonial, consegue apresentar o problema do Negro no Brasil sem ligá-lo, ou ligá-lo insuficientemente, às suas raízes históricas, pois tal ligação diacrônica remeteria o estudioso ou interessado ao nosso passado escravista. O sistema competitivo inerente ao modelo de capitalismo aependente, ao tempo em que remanipula os símbolos escravistas contra&nbsp; o negro procura apagar a sua memória histórica e étnica, a fim de que ele fique como homem flutuante, ahistórico.”&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</em></p><p><em>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;-    Clóvis Moura</em></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-14 16:10:01 UTC</pubDate>
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         <title>Apresentação geral</title>
         <author>studycrisletice</author>
         <link>https://padlet.com/studycrisletice/y9zyr0jmgywrohtw/wish/2791265761</link>
         <description><![CDATA[<p>A presente exposição foi construída por  Cristiane Letice da Silva Fonseca, Silas Emanuel Domingos de Queiroz, Iasmin Karina Oliveira Soares e Angeele Alves da Silva, alunos do curso de  licenciatura em História da UFRN. </p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-15 18:21:48 UTC</pubDate>
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         <title>REFERÊNCIAS:</title>
         <author>studycrisletice</author>
         <link>https://padlet.com/studycrisletice/y9zyr0jmgywrohtw/wish/2791390492</link>
         <description><![CDATA[<p>BARROS, José D’Assunção. “Teorias da História” e “Filosofias da História”: considerações sobre o contraste entre dois espaços de reflexão sobre o fazer histórico. <strong>Anos 90</strong>, Porto Alegre, v. 19, p. 367-400, 2011.</p><p><br/></p><p>RÜSEN, Jörn. Tarefa e função de uma teoria da história. In: <strong>Razão Histórica</strong>: teoria da história: os fundamentos da ciência histórica. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 2001. Cap. 1, p. 25 – 45.</p><p><br/></p><p>CERRI, Luis Fernando. <strong>Um lugar na História para a Didática da História</strong>. História &amp; Ensino, Londrina, v. 23, n. 1, p. 11-30, jan./jun. 2017.</p><p><br/></p><p>FANON, Frantz. Racismo e cultura. <em>In</em>: MANOEL, Jones.<strong> Revolução africana</strong>: Uma antologia do pensamento marxista. [<em>S. l.</em>: <em>s. n.</em>], 2020</p><p><br/></p><p>GONZALES, Lélia. Racismo e sexismo na cultura brasileira. <em>In</em>: GONZALEZ, Lélia.<strong> Por um feminismo afro-latino-americano.</strong> [<em>S. l.</em>: <em>s. n.</em>], 2020. cap. 5.</p><p><br/></p><p>MANOEL, Jones. A República de Palmares e a disputa pelos rumos da nacionalidade brasileira. <strong>Opera Mundi</strong>, 27 ago. 2023. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://operamundi.uol.com.br/opiniao/82500/a-republica-de-palmares-e-a-disputa-pelos-rumos-da-nacionalidade-brasileira">https://operamundi.uol.com.br/opiniao/82500/a-republica-de-palmares-e-a-disputa-pelos-rumos-da-nacionalidade-brasileira</a>. Acesso em: 1 out. 2023.</p><p><br/></p><p>NASCIMENTO, Beatriz. Kilombo e memória comunitária: Um estudo de caso. <em>In</em>: NASCIMENTO, Beatriz.<strong> Uma História feita por mãos negras</strong>. [<em>S. l.</em>]: Zahar, 2021. cap. 14.</p><p><br/></p><p>MOURA, Clóvis. Escravismo, colonialismo, imperialismo e racismo.<strong>Afro- Ásia</strong>, [<em>s. l.</em>], ed. 14, 1983.</p><p><br/></p><p><strong>REFERÊNCIAS IMAGENS:</strong></p><p><br/></p><p>CAPA livro Condenados da Terra. Imagem. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://th.bing.com/th/id/OIP.FT-2xlvh6J9Kx1OtmPrRUQAAAA?pid=ImgDet&amp;rs=1">https://th.bing.com/th/id/OIP.FT-2xlvh6J9Kx1OtmPrRUQAAAA?pid=ImgDet&amp;rs=1</a>. Acesso em: 14 nov. 2023.</p><p><br/></p><p>CAPA livro Por uma revolução africana. Imagem. Disponível em:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://th.bing.com/th/id/OIP.BVrOARubJsyyTt7ns0UK0gAAAA?w=177&amp;h=180&amp;c=7&amp;r=0&amp;o=5&amp;dpr=1.7&amp;pid=1.7">https://th.bing.com/th/id/OIP.BVrOARubJsyyTt7ns0UK0gAAAA?w=177&amp;h=180&amp;c=7&amp;r=0&amp;o=5&amp;dpr=1.7&amp;pid=1.7</a>  Acesso em: 14 nov. 2023.</p><p><br/></p><p>CAPA livro Uma História feita por mãos negras. Imagem. Disponível em:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://th.bing.com/th/id/OIP.BRsRn-jShEXpKs9L0U55hwHaJ3?pid=ImgDet&amp;rs=1">https://th.bing.com/th/id/OIP.BRsRn-jShEXpKs9L0U55hwHaJ3?pid=ImgDet&amp;rs=1</a>. Acesso em : 14.nov.2023</p><p><br/></p><p>CAPA livro Por um feminismo afro latino americano. Imagem. Disponível em:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://livrariataverna.com.br/4290-thickbox_default/por-um-feminismo-afro-latino-americano-lelia-gonzales.jpg">https://livrariataverna.com.br/4290-thickbox_default/por-um-feminismo-afro-latino-americano-lelia-gonzales.jpg</a>. Acesso em: 14.nov.2023</p><p><br/></p><p>Frantz Fanon. Imagem. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://1.bp.blogspot.com/-zP7YrjnDa4A/XlqrG2IKvlI/AAAAAAABVwE/ospCOgSShag9YpWhvqHus-KpPL2K5QvggCLcBGAsYHQ/s1600/fanon.jpg">https://1.bp.blogspot.com/-zP7YrjnDa4A/XlqrG2IKvlI/AAAAAAABVwE/ospCOgSShag9YpWhvqHus-KpPL2K5QvggCLcBGAsYHQ/s1600/fanon.jpg</a>. Acesso em: 14.nov.2023</p><p><br/></p><p><em>Enterro de Agostinho Neto, líder do MPLA.</em> Imagem. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.pstu.org.br/as-consequencias-praticas-das-teorias-pan-africanistas/">https://www.pstu.org.br/as-consequencias-praticas-das-teorias-pan-africanistas/</a>. Acesso em: 14.nov.2023</p><p><br/></p><p>Uma celebração para marcar a independência da Argélia no verão de 1962. (Centro para o Estudo da História Moderna e Contemporânea).Imagem. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://jacobin.com.br/2021/07/a-revolucao-argelina-mudou-o-mundo-para-melhor/">https://jacobin.com.br/2021/07/a-revolucao-argelina-mudou-o-mundo-para-melhor/</a>. Acesso em:14.nov.2023</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Imagem  do desfile campeão e arrebatador da Vila Isabel em 1988,"Kizomba, festa da raça". Imagem. Disponível em:<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://twitter.com/ujcbr/status/1186019047277842432/photo/1.Acesso">https://twitter.com/ujcbr/status/1186019047277842432/photo/1.Acesso</a> em; 14.nov.2023</p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>Vídeo:</strong></p><p><br/></p><p>VIEIRA, Leandro. História para ninar gente grande. Intérprete:Marquinho Art Samba. [<em>S. l.</em>: <em>s. n.</em>], 2019.&nbsp;</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/Fbeto2Xqj_I">Mangueira 2019 Letra e Samba</a></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-15 20:05:22 UTC</pubDate>
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