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      <title>Linguagens Arquitetônicas do séc XX by Camila Ramos Arias</title>
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      <description>Brasil</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-06-16 14:20:50 UTC</pubDate>
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         <title>grupo 1 </title>
         <author>camilaarias3</author>
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         <description><![CDATA[<div>contexto Brasil&nbsp;- população, economia, política, ferrovias, indústrias...<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-16 14:21:34 UTC</pubDate>
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         <title>grupo 2 </title>
         <author>camilaarias3</author>
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         <description><![CDATA[<div>art nouveau - obras</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-16 14:22:24 UTC</pubDate>
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         <title>grupo 3</title>
         <author>camilaarias3</author>
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         <description><![CDATA[<div>neocolonial - Obras&nbsp;<br><br><br><br><br></div>]]></description>
         <pubDate>2021-06-16 14:24:12 UTC</pubDate>
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         <title>grupo 4</title>
         <author>camilaarias3</author>
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         <description><![CDATA[<div>art decó - obras</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-16 14:24:56 UTC</pubDate>
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         <title>grupo 5 </title>
         <author>camilaarias3</author>
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         <description><![CDATA[<div>reformas urbanas - exemplos<br>&nbsp;No começo do século XX, o Rio de Janeiro era a capital do país e vivia um período de transformações. A nova imagem do Rio era planejada por Pereira Passos, prefeito da cidade, que queria dar ao Brasil características mais modernas, fugindo da visão de atraso, de país escravocrata. O prefeito se inspirou em Paris para fazer as reformas urbanísticas no Rio, construindo praças, ampliando ruas e criando estruturas de saneamento básico. Entre as principais heranças da gestão Passos estão o Theatro Municipal, o Museu Nacional de Belas Artes e a Biblioteca Nacional.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-16 14:25:14 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 02- Art Nouveau</title>
         <author>anasantos342</author>
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         <description><![CDATA[<div>De acordo com um fluxograma da apostila seis séculos de artes visuais de Antonio Castelnou, a Art Nouveau que surge na Europa em 1990 (uso do termo), é derivada do Simbolismo de 1886 em Paris. Mas precisamente, em 1880, após a Segunda Revolução Industrial e a mecanização dos meios, bem como a larga escala de produção, as cidades começaram a crescer massificando o mercado, e criar o que chamamos de “Arte nova”. O movimento foi influenciado pelo Arts and Crafts e possui muitas similiaridades estéticas. Algumas são: Valorização de formas orgânicas complexas, Utilização de conhecimentos nas áreas da física e matemática e Temas naturais (folhas, animais, flores).<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-18 15:30:23 UTC</pubDate>
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         <title>Art nouveau-obras</title>
         <author>alinegomes3</author>
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         <description><![CDATA[<div>https://laart.art.br/blog/art-nouveau/</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-20 02:12:37 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 1 - Contexto Brasil.</title>
         <author>karitacarvalho1</author>
         <link>https://padlet.com/camilaarias3/y9j7ln65eldvm1su/wish/1616312168</link>
         <description><![CDATA[<div>Na segunda metade do século XIX, a arquitetura brasileira passou por transformações que eram parte das modificações socioeconômicas e tecnológicas ocorridas então na vida do País. Com a decadência do trabalho escravo e com o início da imigração europeia, desenvolveu‐se o trabalho remunerado e aperfeiçoaram‐se as técnicas construtivas.&nbsp; Foi sob inspiração do ecletismo e com o apoio dos hábitos diferenciados das massas imigradas, que apareceram as primeiras residências urbanas com nova implantação rompendo com as tradições e exigindo modificações nos tipos de lotes e construções. O número de edifícios cresceu ininterruptamente, durante toda a segunda metade do século XIX, e constitui o crescer durante o século XX.&nbsp; Por razões diversas, cresceram também os bairros populares, com a industrialização crescente, a camada dos trabalhadores urbanos marcava, pela primeira vez, a paisagem urbana.&nbsp; A arquitetura da segunda metade do século XIX correspondeu, em geral, a um aperfeiçoamento técnico dos edifícios e um esforço para a incorporação dos benefícios mais recentes da sociedade industrial. &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-20 17:47:33 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>GRUPO 02-ART NOUVEAU</title>
         <author>brunosaraiva1</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Art Nouveau no Brasil<br></strong><br></div><div>O Art Nouveau no Brasil começou a surgir no começo do século XX.<br><br></div><div>A primeira obra de Art Nouveau em São Paulo foi o edifício Vila Penteado, projetado pelo arquiteto sueco Carlos Ekman e finalizada em 1902.<br><br></div><div>Trata-se de duas casas em uma só, idealizada para abrigar duas importantes famílias paulistas. A obra tem dois pavimentos e mais de 60 cômodos.<br><br></div><div>Em 1949, o edifício foi doado à USP e passou a abrigar a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo até 1968. Hoje ele é sede do curso de pós-graduação da mesma faculdade.<br>Outra obra de Art Nouveau presente em São Paulo é o Viaduto da Santa Efigênia, projetado pelo italiano Giulio Micheli. A curiosidade é que a sua estrutura veio totalmente pré-fabricada da Bélgica.<br>Nas artes, o nome que se destacou no Art Nouveau no Brasil foi Eliseu Vinconte.<br><br></div><div>O premiado pintor e designer percorreu alguns estilos, entre ele o Art Nouveau.<br><br></div><div>Essa influência veio após uma viagem à Paris para aperfeiçoar seus estudos na Academia Imperial de Belas Artes.<br><br></div><div>O artista é o responsável pela decoração interna do Teatro Municipal do Rio de Janeiro.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-20 21:03:58 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Grupo 01 - Contexto Brasil</title>
         <author>joaolongenneto</author>
         <link>https://padlet.com/camilaarias3/y9j7ln65eldvm1su/wish/1616433730</link>
         <description><![CDATA[<div>O Brasil, de 1890 a 1939, tinha uma economia voltada para o comércio externo. O café, os couros e as peles eram os principais produtos de exportação. O café cultivado em regime de monocultura dominava a produção agrícola, embora a cultura do algodão assumisse uma expressão crescente a partir de 1890. Entre 10% e 20% do excedente era destinado à exportação. O algodão alimentou ainda uma indústria fabril crescente. No decorrer da Primeira República (1889-1930), a necessidade de aumentar a produção interna levou à criação de estabelecimentos fabris no Brasil. Quanto ao gado, este era explorado em regime de latifúndio. Os latifúndios cafeeiros ou pecuários estavam nas mãos dos coronéis, que também detinham o grande comércio.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-20 21:16:39 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 01 - Contexto Brasil </title>
         <author>luanabatista4</author>
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         <description><![CDATA[<div>Com a ampla rede urbana assim constituída e a nova situação econômica, iniciam-se as condições para a instalação de um grande sistema ferroviário, que passa a manter os territórios do interior em contato mais estreito com o mundo europeu. Novos tipos de mercadorias, como máquinas e materiais de construção&nbsp; mais pesados, passariam a chegar com mais facilidade. Localidades afastadas do exterior como por exemplo, São Paulo, Jundiaí e Campinas, viam -se subitamente em contato direto com a sociedade industrial europeia, a qual passava a lhes fornecer novas técnicas e recursos construtivos, como vigas, colunas e até materiais para acabamento e mobiliário. As condições gerais da economia permitiam o aparecimento das primeiras manifestações de importância, de atividades empresariais brasileiras. Surgiam os primeiros bancos, indústrias e ferrovias. &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-20 21:24:02 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 1 - Contexto Brasil</title>
         <author>paulacarolinadurigon</author>
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         <description><![CDATA[<div>De acordo com os resultados do Censo Demográfico 2000, a população brasileira atingiu em 1º de agosto daquele ano um total de 169 590 693 habitantes presentes. Comparando com o último dia do último ano do século anterior, quando a população recenseada havia indicado um contingente de apenas 17 438 434 residentes, podemos dizer que a população brasileira praticamente decuplicou durante o Século XX. Se considerarmos o não tão longínquo ano de 1970 – o ano da Copa do México – os “90 milhões em ação” de então (mais precisamente, 93 139 037 habitantes) cresceriam em 82% nos 30 anos seguintes. Em qualquer contabilidade que se faça, trata-se de um crescimento impressionante: a população que já havia quase triplicado durante a primeira metade do século, atingindo 51 941 767 de pessoas em 1950, mais que triplica novamente na sua segunda metade. (FONTE: IBGE)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-21 20:28:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 1 - Contexto Brasil</title>
         <author>paulacarolinadurigon</author>
         <link>https://padlet.com/camilaarias3/y9j7ln65eldvm1su/wish/1618301143</link>
         <description><![CDATA[<div>O primeiro fato a ser compreendido sobre o crescimento da população brasileira diz respeito às causas das elevadas taxas de crescimento no início do século e do abrupto declínio destas no período subsequente. Para isto devemos examinar a evolução dos componentes do crescimento populacional ao longo do século . Neste caso, fica evidente que a migração internacional contribuía de forma muito significativa para o crescimento da população desde o final do século anterior até as primeiras décadas do Século XX. Enquanto que o crescimento natural (isto é, o saldo entre nascimentos e mortes) pode ser estimado em cerca de 19 por mil habitantes durante as quatro primeiras décadas do século, a contribuição da imigração pode similarmente ser estimada em 2 por mil durante este mesmo período, ou seja, a migração externa respondia por cerca de 10% do crescimento populacional no período. Na verdade, o forte impacto da imigração estrangeira já datava do final do século anterior. Com a abolição formal da escravatura em 1888 e a carência decorrente de mão-de-obra agrícola, um esforço de recrutamento de trabalhadores estrangeiros foi desenvolvido não só pela iniciativa privada como pelos governos federal e estadual, através do subsídio dos custos de transporte para o Brasil. Dessa forma, estima-se que um total de quase 5 milhões de pessoas emigraram para o País entre 1887 e 1957, sendo este contingente formado em cerca de 32% por italianos, 31% por portugueses, 14% por espanhóis e 4% por japoneses. O pico deste influxo imigratório se deu na última década do Século XIX, quando mais de 1 milhão de imigrantes (majoritariamente italianos, com destino a São Paulo) aportaram aqui, estimando-se que isto representou quase um quarto do crescimento populacional total no período. (FONTE:IBGE)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-21 20:29:39 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>O estilo neocolonial no Brasil está ligado à busca de uma arte genuinamente nacional.A Arquitetura Neocolonial, nascida da reação contra o ecletismo dominante nos primeiros anos dos éculo XX. O neocolonialismo encontrou sua justificativa nas formas construtivas tradicionais do brasileiras. A produção construída nesse período ganhou visibilidade a partir da Exposição Comemorativa do Centenário da Independência, realizada em 1922 no Rio de Janeiro. Vários pavilhões foram erguidos de acordo com os cânones do estilo, que logo seria adaptado a igrejas, escolas e residências e conquistaria posições por meio de concursos públicos de projetos que buscavam recuperar elementos presentes nas antigas casas senhoriais do Nordeste e nas Igrejas barrocas de Minas. </title>
         <author>elidamontezano</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>EDIFÍCIO NEOCOLONIAL NO CENTRO HISTÓRICO DO </strong>&nbsp;</div><div><strong>RIO DE JANEIRO</strong>&nbsp;</div><div>&nbsp;&nbsp;<strong>Museu Histórico Nacional</strong>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-21 23:48:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>jeffersonkinder_17</author>
         <link>https://padlet.com/camilaarias3/y9j7ln65eldvm1su/wish/1618479196</link>
         <description><![CDATA[<div>Grupo 3<br>Neocolonial<br><br>Entre muitas bases sobre as quais se construiu a arquitetura moderna brasileira destaca-se as referências ao período colonial. O estilo denominado neocolonialismo resgatou a originalidade dos valores construtivos brasileiros, refletido principalmente na arquitetura residencial.<br>Dentre os arquitetos que se empenharam no resgate dos valores coloniais em meio ao surgimento da arquitetura moderna no Brasil vale destacar a importância de um deles, Lucio Costa. O arquiteto foi um importante defensor do estilo, até anos mais tarde se render à influência de Le Corbusier e iniciar uma obra completamente moderna.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-21 23:54:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>jeffersonkinder_17</author>
         <link>https://padlet.com/camilaarias3/y9j7ln65eldvm1su/wish/1618629502</link>
         <description><![CDATA[<div>Grupo 3 - Neocolonial<br><br>PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS&nbsp;<br><br><br>&nbsp;As principais características da Arquitetura Neocolonial podem ser observadas por exemplo, no uso de azulejos, treliças, os beirais, as varandas e os pátios ensolarados, bem como a sua forma de sentir, seus fazeres e seus pensares, todas as marcas que diferenciavam da produção feita em outros cantos, mantendo a identidade do povo brasileiro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-22 01:23:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>jeffersonkinder_17</author>
         <link>https://padlet.com/camilaarias3/y9j7ln65eldvm1su/wish/1618639651</link>
         <description><![CDATA[<div>Grupo 3 - Neocolonial<br><br>Casa no Grajaú em estilo missões ou mexicano (neocolonial hispano-americano, diferente do neocolonial luso-brasileiro). Algumas características desse estilo que vemos aqui: colunas salomônicas (retorcidas) com capitéis clássicos, paredes com superfícies irregulares, frontão em arco coberto de telhas, azulejos formando painéis ou isolados (neste caso temos um só azulejo isolado), lampiões de ferro - RJ.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-22 01:29:00 UTC</pubDate>
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