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      <title>ATIVIDADE 1B - TPT - SESI: O que os produtores de conteúdo indígena têm a dizer sobre o meio ambiente? by Elioenai Piovezan</title>
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      <description>Sua publicação deverá apresentar os seguintes tópiscos:  1) SUPORTE: um vídeo, de preferência, uma imagem ou o trecho de um texto representativo de seu conteúdo que seja relacionado ao meio ambiente; 2) LEGENDA: PERFIL: um resumo da biografia do produtor com os dados principais; 3) IDEIAS: um compilado das principais ideias apresentadas no suporte; 4) ETNIA: um breve texto de apresentação sobre o povo indígena ao qual o autor pertence; 5) DESCUBRA MAIS: links para os canais de comunicação, redes sociais e publicações importantes.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-05-22 20:35:51 UTC</pubDate>
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         <title>Kaê Guajajara</title>
         <author>gbfsant2019</author>
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         <description><![CDATA[<p>Aline Silva de Lira (nome civíl), mais conhecida pelo nome artístico de Kaê Guajajara, nasceu em Mirinzal, Maranhão, no dia 10 de agosto de 1993, e é uma cantora, compositora, atriz, autora e ativista indígena brasileira, falando em suas músicas sobre algumas disputas pelas próprias terras indígenas, além da violência contra seu povo e desmatamento. Kaê cresceu no complexo de favelas da Maré, no Rio de Janeiro, e havia deixado o Maranhão aos sete anos devido as condições de vida de sua mãe que não eram boas por conta de conflito constante com os madereiros, por virem de uma aldeia não demarcada. Ela pertence ao povo Guajajara, um dos povos indígenas mais numerosos do Brasil, com todas suas terras situadas no Maranhão. Esse povo possui uma história de mais de 380 anos de contato que foi marcada tanto por aproximações com os brancos como por recusas totais, submissões, revoltas e grandes tragédias. Houve uma revolta em 1901 contra os missionários capuchinhos que teve como resposta a última "guerra contra os índios" na história do Brasil. Kaê fundou um grupo de rap "Crônicos", que denunciava nas letras as violências vividas na comunidade. Quando começou a seguir carreira solo, pensou em fugir das questões indígenas em seu trabalho, mas percebeu que sua arte poderia fazer diferença. Kaê tem uma filha, chamada Diana, e seu primeiro EP foi Hapohu lançado em 2019, em um vídeo no YouTube. Além disso, é fundadora da Azuruhu, que é um selo musical voltado ao desenvolvimento de artistas indígenas.</p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.instagram.com/reel/C4VaeXhuz5w/?igsh=Zmg0bW90NGlmZ3Fm">https://www.instagram.com/reel/C4VaeXhuz5w/?igsh=Zmg0bW90NGlmZ3Fm</a></p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.instagram.com/reel/C3xF-qiubRj/?igsh=azdxemRldWRkcWdw">https://www.instagram.com/reel/C3xF-qiubRj/?igsh=azdxemRldWRkcWdw</a></p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://vm.tiktok.com/ZMrNRjTfL/">https://vm.tiktok.com/ZMrNRjTfL/</a></p><p><br></p><p>Emanuelly, Giovanna, Helena e Keithy</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-13 17:25:30 UTC</pubDate>
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         <title>Raoni Metuktire </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p> Raoni Metuktire é um cacique nascido em 1932, na aldeia Mebêngôkre, no Mato Grosso. Atualmente, segue na luta pela defesa do meio ambiente no Brasil, também é reconhecido pela sua atuação a favor dos povos indígenas, na década de 50 aprendeu a falar português, em 1978, foi pauta de documentário indicado ao Oscar, durante a escrita da Constituição de 1988, foi protagonista, já que buscou direito aos indígenas brasileiros. Simbolo da resistência indígena, Raoni foi indicado para o Prêmio Nobel da Paz em 2020. Sofreu ampla perseguição durante o governo de Jair Bolsonaro, e subiu a rampa junto do atual presidente Lula na posse de 2023.</p><p><br/></p><p><strong>Ideias defendidas por Raoni Metuktire:</strong></p><p> Consciência Global:  Por meio de viagens internacionais e reuniões com líderes mundiais, Raoni aumenta a conscientização global sobre os desafios enfrentados pela Amazônia e seus povos indígenas. Ele procura construir a solidariedade internacional e o apoio às causas ambientais e de direitos humanos.</p><p>Ativismo Ambiental: Raoni colabora com diversas organizações e ativistas ambientais para promover esforços de conservação. Ele fez parceria com figuras como Sting para chamar a atenção para a situação da Amazônia e para mobilizar recursos para esforços de proteção.</p><p><br/></p><p><strong>Etnia:</strong></p><p> Raoni Metuktire vem da etnia Kayapó, residentes em uma área que cobre o norte de Mato Grosso e o sul do Pará.</p><p><br/></p><p><strong>Links:</strong></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/Ef1zfo65w4g?si=AfhwNVls7GY11aJf">https://youtu.be/Ef1zfo65w4g?si=AfhwNVls7GY11aJf</a> Apresentação de Projeto.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/nlxRbEJy3SE?si=ZsHHwK8lYatyrenE">https://youtu.be/nlxRbEJy3SE?si=ZsHHwK8lYatyrenE</a> Entrevista com Raoni Metuktire.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/0jZYYGL1644?si=m6r2lvSzxDGxGjbF">https://youtu.be/0jZYYGL1644?si=m6r2lvSzxDGxGjbF</a> Mini Biografia e como foi indicado ao Prêmio Nobel da Paz.</p><p><br/></p><p><strong>Integrantes:</strong></p><p>Pedro Carvalho, Celeny Vitoria e Bruno</p><p><br/></p><p> </p>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/Ef1zfo65w4g?si=AfhwNVls7GY11aJf" />
         <pubDate>2024-06-13 17:51:10 UTC</pubDate>
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         <title>Kauri Daldeia</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>O influenciador indígena Kauri Daldeia tem uma perspectiva única e valiosa sobre o meio ambiente, baseada em suas tradições, conhecimentos ancestrais e conexão espiritual com o ambiente.</p><p>É crucial valorizar e dar visibilidade às vozes dos produtores de conteúdo indígenas em discussões sobre o meio ambiente, reconhecendo a importância de seus conhecimentos e perspectivas para a construção de um futuro mais equilibrado e sustentável. Ele é da tribo Waiãpi-tupi.</p><p>Influencer indígena acumula milhões de seguidores no TikTok. Conheça a história do <strong>primeiro influencer indígena do Brasil</strong>, o Kauri. Ele tem 28 anos e mora na aldeia Karapijuty, no Amapá. Com mais de 2 milhões de seguidores no Tik Tok e mais de 28 milhões acumulados em curtidas, Kauri mostra muito mais do que dancinhas.</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://vm.tiktok.com/ZMrNx2n5p/">https://vm.tiktok.com/ZMrNx2n5p/</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://vm.tiktok.com/ZMrNxY8mP/">https://vm.tiktok.com/ZMrNxY8mP/</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://vm.tiktok.com/ZMrNxYXVn/">https://vm.tiktok.com/ZMrNxYXVn/</a></p><p>Integrantes: Germano, Mateus Meneses, Cauã ,Murilo Eduardo, Pedro Borges </p><p><br/></p><p>Fonte:  brasilescola.com</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2525503021/2771718d8ef1622d845d3cd7bf6afe12/v09044g40000co3em7fog65imk8c4mog.mp4" />
         <pubDate>2024-06-13 18:09:39 UTC</pubDate>
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         <title>Tukumã Pataxó</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>   Nascido na aldeia de Coroa Vermelha, extremo sul da Bahia, Tukumã Pataxó desde pequeno aprendeu sobre as questões ligadas ao ativismo de seu povo, entre elas a luta pela demarcação de terras.  </p><p>   “Desde cedo vivenciamos isso diariamente e entendemos por que precisamos ter o nosso local e por que ele é tão sagrado pra gente”, conta o jovem de 24 anos, que hoje cursa gastronomia na Universidade Federal da Bahia, a UFBA. Apesar da influência das lideranças indígenas de família, foi na escola que o seu ativismo realmente tomou forma.  </p><p>   “Na aldeia, eu estudei em um colégio trilíngue, que ensina o português, o inglês e a nossa língua nativa, o Patxohã”, diz. “Essa experiência e a vivência dentro da comunidade me ajudaram muito na militância e na construção do ser indígena.”  </p><p>   Para ele, a escola foi um espaço importante para aprender a preservar sua cultura, sua língua, seus esportes e suas tradições. </p><p>   O influenciador já levou sua visão de mundo para diversas localidades do Brasil, como Salvador, Distrito Federal e Rio de Janeiro, sempre fazendo questão de ressaltar que o futuro do Brasil como nação passa pela integração com sua origem, ou seja, os povos indígenas. </p><p>   Ele e sua esposa  descrevem um pouco sobre suas culturas, que são distintas, pelas redes sociais. Ele possui 289 mil seguidores em seu Instagram, onde compartilha conhecimento sobre seu povo e as dificuldades que são enfrentadas. </p><p>  Tukumã é da etnia Pataxó, povo que vive no extremo sul da Bahia, em aldeias distribuidas em seis terras indígenas, localizadas entre os municípios de Santa Cruz de Cabrália, Porto Seguro, Itamaraju e Prado. Uma dessas aldeias é Coroa Vermelha onde ele nasceu.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Para saber mais</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.dialethoseventos.com.br/palestrante/3296/tukuma-pataxo">golohttps://www.dialethoseventos.com.br/palestrante/3296/tukuma-pataxoB</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://converger.com.br/palestrante-tukuma-pataxo/">https://converger.com.br/palestrante-tukuma-pataxo/</a> </p><p>  </p><p>Participantes:</p><p><br/></p><p>Sarah Durval </p><p>Brenda Bolog</p><p>Evellyn Dias</p><p>Samuel Lira</p><p>Miguel Francelino </p><p><br/></p><p> </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-13 18:10:44 UTC</pubDate>
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         <title>Puwe Puyanawa e a Aliança Reflorestar</title>
         <author>brenoad2</author>
         <link>https://padlet.com/elioenaipiovezan2/y94dg280rj0rgrac/wish/3027343216</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Puwe Puyanawa apresentando os esforços de reflorestamento na Terra Indígena Puyanawa, destacando a importância de recuperar áreas degradadas e preservar a biodiversidade local.</strong>&nbsp;</p><p><strong>Puwe Puyanawa</strong> é líder indígena e coordenador do projeto Aliança Reflorestar na Terra Indígena Puyanawa, localizada no Acre. Ele trabalha ativamente na recuperação de áreas desmatadas através de práticas agroflorestais, com o objetivo de restaurar o bioma amazônico e promover a sustentabilidade.&nbsp;</p><p>Puwe Puyanawa e sua comunidade estão envolvidos na Aliança Reflorestar, um projeto que visa recuperar áreas degradadas através do plantio de mudas de árvores nativas, frutíferas e de madeira de lei. A iniciativa demonstra como as áreas desmatadas podem ser transformadas em ecossistemas produtivos e saudáveis, respeitando a ancestralidade e os conhecimentos tradicionais de manejo da floresta. A ação também busca fortalecer a rede de comunidades tradicionais e garantir um futuro sustentável para as próximas gerações.&nbsp;</p><p>Os Puyanawa são um povo indígena do Acre, Brasil. Sua história inclui a expropriação de terras durante o ciclo da borracha. Desde a demarcação oficial de suas terras em 2001, os Puyanawa têm trabalhado para recuperar suas tradições e terras através de projetos de reflorestamento e sustentabilidade, resgatando práticas ancestrais de cuidado com a floresta.</p><ul><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" class="Hyperlink SCXW253182573 BCX0" href="https://www.instagram.com/aliancareflorestar">Instagram da Aliança Reflorestar</a>&nbsp;</p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" class="Hyperlink SCXW253182573 BCX0" href="https://www.aliancareflorestardaamazonia.org/">Site oficial da Aliança Reflorestar</a>&nbsp;</p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" class="Hyperlink SCXW253182573 BCX0" href="https://mapbiomas.org/">MapBiomas - Monitoramento da cobertura florestal</a>&nbsp;</p></li><li><p>(<a rel="noopener noreferrer nofollow" class="Hyperlink SCXW253182573 BCX0" href="https://portalamazonia.com/meio-ambiente/indigenas-acreanos-lideram-acoes-de-reflorestamento-da-amazonia/">Portal Amazônia - Portal Amazônia</a>)&nbsp;</p><p><br/></p></li></ul><p><strong>Integrantes do grupo:</strong>&nbsp;</p><p>Breno Amaral</p><p>Gabriel Bento</p><p>Vinicius Cavalcante&nbsp;</p><p>Pedro Ernesto&nbsp;</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=a0KlyO5W9zY" />
         <pubDate>2024-06-13 18:16:21 UTC</pubDate>
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         <title>Djuena Tikuna </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/elioenaipiovezan2/y94dg280rj0rgrac/wish/3027344941</link>
         <description><![CDATA[<p>Denizia Araújo Peres, mais conhecida por seu nome indígena&nbsp;Djuena Tikuna&nbsp;(Aldeia Umariaçu&nbsp;II, Terra Indígena Tukuna,Tabatinga,&nbsp;1984), é uma das maiores referências em&nbsp;música indígena&nbsp;no país. Cantora indígena do&nbsp;Amazonas&nbsp;e primeira jornalista indígena formada no estado, em 2017 tornou-se a primeira indígena a realizar um&nbsp;espetáculo musical&nbsp;no&nbsp;Teatro Amazonas, em&nbsp;Manaus, nos 121 anos de existência do local, onde lançou o álbum&nbsp;Tchautchiüãne.&nbsp;Realizou também a primeira Mostra de Música Indígena - WIYAE do seu estado.</p><p><br/></p><p>Jornalista de formação, ela foi uma das pioneiras ao despontar no cenário nacional da música e das artes cantando em sua língua materna. Suas letras falam da preservação da identidade e da língua indígena, dos rituais sagrados e das ameaças aos direitos indígenas nos territórios.</p><p><br/></p><p>Ela pertence  à etnia Tikuna da região do Alto Solimões do estado do Amazonas</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/MjUoBY6EHAA?si=R6ZiuPZNalB1RMX1">https://youtu.be/MjUoBY6EHAA?si=R6ZiuPZNalB1RMX1</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.google.com/url?sa=t&amp;source=web&amp;rct=j&amp;opi=89978449&amp;url=https://pt.wikipedia.org/wiki/Djuena_Tikuna&amp;ved=2ahUKEwir7rv0l9mGAxWHr5UCHXolA-cQFnoECEQQAQ&amp;usg=AOvVaw19E67FDR9S5jCwpNdgshiE">https://www.google.com/url?sa=t&amp;source=web&amp;rct=j&amp;opi=89978449&amp;url=https://pt.wikipedia.org/wiki/Djuena_Tikuna&amp;ved=2ahUKEwir7rv0l9mGAxWHr5UCHXolA-cQFnoECEQQAQ&amp;usg=AOvVaw19E67FDR9S5jCwpNdgshiE</a></p><p><br/></p><p>Trabalho feito por Jhonatam Santos Silva .</p>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/MjUoBY6EHAA?si=R6ZiuPZNalB1RMX1" />
         <pubDate>2024-06-13 18:19:27 UTC</pubDate>
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         <title>Ailton Krenak</title>
         <author>alexiacaldeirao</author>
         <link>https://padlet.com/elioenaipiovezan2/y94dg280rj0rgrac/wish/3027532591</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Ailton Alves Lacerda Krenak</strong> <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ordem_do_M%C3%A9rito_Cultural">OMC</a>, mais conhecido como <strong>Ailton Krenak</strong> (<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Mantena">Mantena</a>, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/29_de_setembro">29 de setembro</a> de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1953">1953</a>), é um líder <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Povos_ind%C3%ADgenas_do_Brasil">indígena</a>, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ambientalismo">ambientalista</a>, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Fil%C3%B3sofo">filósofo</a>, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Poeta">poeta</a>, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Escritor">escritor</a> <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Brasileiros">brasileiro</a> da etnia indígena <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Crenaques">krenaque</a> e Imortal da <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Academia_Brasileira_de_Letras">Academia Brasileira de Letras</a>. Ailton é também professor <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Honoris_causa"><em>honoris causa</em></a> pela <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Universidade_Federal_de_Juiz_de_Fora">Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)</a> e é considerado uma das maiores lideranças do <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Movimento_ind%C3%ADgena_no_Brasil">movimento indígena brasileiro</a>, possuindo reconhecimento internacional.</p><p>Ailton Krenak é um importante líder indígena, ambientalista e escritor brasileiro, conhecido por seu ativismo em defesa dos direitos dos povos indígenas e do meio ambiente. </p><p>Nasceu em 1953 no município de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Itabirinha">Itabirinha</a>, no estado de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Minas_Gerais">Minas Gerais</a>, na região do Médio <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Doce">Rio Doce</a>. Aos dezessete anos de idade, mudou-se com sua família para o estado do <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Paran%C3%A1">Paraná</a>, onde se <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Alfabetiza%C3%A7%C3%A3o">alfabetizou</a> e se tornou <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Produ%C3%A7%C3%A3o_gr%C3%A1fica">produtor gráfico</a> e <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Jornalista">jornalista</a>. Na <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/D%C3%A9cada_de_1980">década de 1980</a>, passou a dedicar-se exclusivamente ao movimento indígena. Em 1985, fundou a <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Organiza%C3%A7%C3%A3o_n%C3%A3o_governamental">organização não governamental</a> <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="new" href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=N%C3%BAcleo_de_Cultura_Ind%C3%ADgena&amp;action=edit&amp;redlink=1">Núcleo de Cultura Indígena</a>, que visa a promover a cultura indígena. Teve emenda popular assegurando sua participação no <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Congresso_Nacional_do_Brasil">Congresso Nacional do Brasil</a> para o processo constituinte em 1986.<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ailton_Krenak#cite_note-6"><sup>[5]</sup></a></p><p>Participou da <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Assembleia_Nacional_Constituinte_de_1987">Assembleia Nacional Constituinte</a> que elaborou a <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Constitui%C3%A7%C3%A3o_brasileira_de_1988">Constituição Brasileira de 1988</a>, na qual protagonizou uma das cenas mais marcantes da mesma: em <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Discurso">discurso</a> na <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Tribuna">tribuna</a>, pintou o rosto com a tinta preta do <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Jenipapo">jenipapo</a>, segundo o tradicional costume indígena brasileiro, para protestar contra o que considerava um retrocesso na luta pelos direitos dos povos indígenas brasileiros.</p><p><br/></p><p>Ideias de Ailton Krenak sobre o Meio Ambiente</p><ol><li><p><strong>Visão Holística da Natureza</strong>: Krenak defende uma visão holística da natureza, onde os seres humanos não são vistos como superiores ou separados do ambiente natural, mas como parte integrante dele. Para ele, todos os elementos da natureza — seres humanos, animais, plantas, rios e montanhas — estão interconectados e devem ser respeitados igualmente.</p></li><li><p><strong>Critica ao Modelo de Desenvolvimento Ocidental</strong>: Ele é crítico do modelo de desenvolvimento ocidental, que ele vê como destrutivo e insustentável. Krenak argumenta que a busca incessante por progresso e crescimento econômico resulta na degradação ambiental e na perda de biodiversidade, o que ameaça a própria sobrevivência humana.</p></li><li><p><strong>Sustentabilidade e Resiliência</strong>: Krenak promove a sustentabilidade e a resiliência como formas de viver em harmonia com a Terra. Ele destaca a importância de aprender com os modos de vida indígenas, que historicamente têm sido sustentáveis e respeitosos com o meio ambiente.</p></li><li><p><strong>Direitos da Natureza</strong>: Ailton Krenak apoia a ideia de reconhecer direitos à natureza, uma abordagem legal que concede personalidade jurídica a elementos naturais, como rios e florestas, permitindo que sejam defendidos em tribunais. Esta ideia visa proteger o meio ambiente de forma mais eficaz contra a exploração e a destruição.</p><p><br/></p><p>Prêmios e reconhecimentos</p><p><br/></p><p>Relato de <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="external text" href="https://museudapessoa.org/historia-detalhe/?id=25363">história de vida de Ailton Krenak</a>, no <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Museu_da_Pessoa">Museu da Pessoa</a>.</p><ul><li><p><strong>2016:</strong> Professor Honoris Causa pela <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Universidade_Federal_de_Juiz_de_Fora">Universidade Federal de Juiz de Fora</a>.</p></li><li><p><strong>2020:</strong> <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="mw-redirect" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pr%C3%AAmio_Juca_Pato">Prêmio Juca Pato</a> de Intelectual do Ano, oferecido pela <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Uni%C3%A3o_Brasileira_de_Escritores">União Brasileira de Escritores</a>.</p></li><li><p><strong>2021:</strong> Título de Doutor Honoris Causa concedido pela UnB- Universidade de Brasília.</p></li><li><p><strong>2022:</strong> Prêmios de Impacto do Prince Claus.</p></li><li><p><strong>2024:</strong> Toma posse da cadeira de número 5 na ABL (Academia Brasileira de Letras), após vitória por 23 votos. Assumindo a vaga deixada por José Murilo de Carvalho.</p></li></ul><p>Etnia: Ele pertence à etnia Krenak, que é um dos povos indígenas do Brasil, especificamente do estado de Minas Gerais.</p><p>Links:<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.instagram.com/_ailtonkrenak/">https://www.instagram.com/_ailtonkrenak/</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=Z5cfqdWxvhM">https://www.youtube.com/watch?v=Z5cfqdWxvhM</a></p><p> Integrantes: Alexia, Lavínia, Livia e Lucas</p><p><br/></p></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-14 00:27:13 UTC</pubDate>
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         <title>Katú Mirim</title>
         <author>yasmimmoreira2_1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Katú Mirim (@katumirim)</p><p><br/></p><p>Ela é uma artista indígena da etnia Guarani Mbyá e utiliza suas redes sociais para compartilhar a cultura e tradições de seu povo, além de falar sobre questões sociais e ambientais.</p><p>  É uma rapper, cantora, compositora, atriz e ativista da causa indígena. Katú Mirim é reconhecida por suas letras, que através do rap/rock (ou hip-rock como ela cunhou em 2021), reconta a história da colonização pela ótica indígena, através do rap ela fala das suas vivencias, identidade, gênero e orientação sexual (mulher lésbica).</p><p> Katú Mirim nasceu e cresceu no interior Paulista. Com onze meses de idade foi adotada por um casal de não-indígenas. Veio ter conhecimento de que era adotada ainda na infância, e aos treze anos descobriu que era filha biológica de pai indígena e mãe negra. Descobriu que sua família biológica é composta por indígenas e negros. Sua bisavó materna foi sequestrada da aldeia pelo seu avô, já sua família paterna tem como ascendente o povo Boe Bororo.</p><p>Inicialmente Katú buscou informações sobre o seu povo Boe Bororo (etnia de seu pai biológico) e estudou sobre sua ancestralidade, resgatando sua auto estima e se afirmando como indígena Boe Bororo. O povo Boe Bororo foi sequestrado de Mato Grosso e escravizado na cidade de Jundiai deixando na cidade seus descendentes.</p><p>Katú Mirim ganhou notoriedade na internet quando publicou no YouTube um vídeo levantando a hashtag "#indionaoefantasia" abrindo o debate sobre os símbolos que eram utilizados de maneira indiscriminada e questionando aos usuários, se a sua utilização realmente se tratava de uma homenagem.</p><p> Em 2017, estreou no rap com o single Aguyjevete voltando para o cenário musical com uma música que fala da resistência do povo indígena e negro.</p><p> 1b</p><p>Grupo: Heloisa, Ana Clara, Carolina e Yasmin.</p><p> </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-20 17:33:13 UTC</pubDate>
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