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      <title>Mundo literário  by Thaynara Maia</title>
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      <description>Um pouco das nossas aulas </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-11-25 00:06:44 UTC</pubDate>
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         <title>Aula dia 02 de Setembro</title>
         <author>maiat844</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><br>"Amor é fogo que arde sem se ver”</strong></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>A aula inicia-se com o texto do livro “O demônio da teoria “com a introdução “O que restou dos nossos amores?” a visão da palavra “demônio” pelo cristianismo europeu. Ao analisar as teorias, Compagnon chega à percepção que a teoria ela é crítica ou prescritiva, ela observa o fenômeno e observa, promove sobretudo a polemica, pois é reflexiva que leve as pessoas a pensar e criticar, portanto, a teoria é vista como o demônio. Ele diz que os anos 70 é o auge das teorias literárias, sugiram inúmeras teorias e após os anos 70 a teoria passou de reflexiva para dogmática. A teoria passa por um processo de limitação, deixando os pensamentos e as várias percepções restritas, por isso, para o cristianismo é mais conveniente restringir esses pensamentos e logo demonizar os novos pensamentos, já que, as reflexões e instigações das teorias literárias irão quebrar vários tabus instituídos pela visão cristã. Logo Compagnon, traz em seu texto o questionamento “O que restou de nossos amores?” numa percepção de que as teorias literárias no século XXI diminuíram em grande escala, já que na atualidade o livre pensamento pode fazer com que o sujeito pensador que se opor a visão da maioria passe por um processo de rejeição, dessa forma, as teorias literárias no século XXI estão estagnadas. E finaliza fazendo um paralelo com a canção de Renato Russo “monte castelo”, que dialoga com trechos de camões, versículos bíblicos trazendo um novo sentido a essa junção de trechos., observando a ideia de amor explicita na música.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-25 01:06:04 UTC</pubDate>
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         <title>Aula do dia 09 de setembro</title>
         <author>maiat844</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>&nbsp;<br></strong>"Sair do senso comum e mergulhar intensamente num imenso oceano de ideias e pensamentos gerenciais representa uma atitude corajosa e desafiante de quem cultiva uma prática administrativa dinâmica e criativa"</div><div>&nbsp;<br><br></div><div>A aula inicia com o texto de compagnon sobre a discussão da teoria, na qual relaciona a teoria e o senso comum.&nbsp; A teoria está baseada nos princípios científicos, ela é uma forma de pensamento sobre o fenômeno que ninguém vê, não deveria ser pedagógica, mas sim um caminho que levasse ao pensamento. A teoria em si, não serve como teologia nem pedagogia, mas ela deve duvidar e questionar sobre aquilo que está preconcebidos. A ideia é combater ferozmente para fazer viver e continuar a pensar. Sobre a literatura não tem uma definição exata sobre o seu conceito, há várias percepções acerca do que é literatura.&nbsp; Compagno diz que nos anos 70 as teorias é um contradiscurso que punha em questão as premissas da critica tradicional, as premissas sobre a literatura não são mais tratadas como evidente. Para ter teoria não se pode ter evidencias, há teoria quando são questionadas, quando são expostas ao discurso histórico, quando são problematizadas e não quando são cristalizadas, ela é opositiva e subversiva e insurgente, ela muda com o tempo.&nbsp; Sobre a teoria e pratica da literatura, a teoria investe nos estudos literários, na história da literatura, na crítica literária e na própria pesquisa em si, a pratica é o centro de tudo e a teoria ela nasce da pratica, ela descreve e analisa a pratica. Entre a pratica e a teoria há sujeitos históricos e estão carregados de visões de mundo e ideologias. No segundo bloco, inicia uma discussão sobre o período em que o Brasil passou a ter uma independência, e um questionamento sobre quando o Brasil passou a ser independente. Sobre a semana da arte moderna, a professora trouxe a analise de quadros de Tarsila do Amaral, o primeiro quadro foi ABAPORU(1928) , que remete a ideia de sertão , a posição do personagem sentado nos lembra a algum pensador, o titulo é em&nbsp; Tupi Guarani, além disso, algumas observações foram feitas como: O preconceito contra o nordestino, a questão da visão do sul em relação as formas do personagem na qual a cabeça é pequena e o restante do corpo é maior, remetendo ao&nbsp; pensamento de que o nordestino serve apenas pela força braçal e não pelo modo de pensar.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-25 01:13:52 UTC</pubDate>
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         <title>Aula dia 16 de setembro</title>
         <author>maiat844</author>
         <link>https://padlet.com/maiat844/y8a2h7jwnx1f90gh/wish/1911558146</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Aula dia 16 de setembro<br></strong><br></div><div>Inicia-se com a continuação do texto de Compagnon com a discussão do tópico “teoria, crítica, história” a diferenciação entre a crítica e a história, a crítica é uma análise, uma opinião e a crítica literária é uma análise da leitura ou de uma obra, para fazer uma crítica literária a pessoa tem que ter conhecimento sobre a obra literária e analisar essa obra. Sendo Compagno a critica ela lida com o texto e a história com o contexto, a história literária é feita a partir do momento em que se lê sobre o autor em que se da ao texto um mínimo de contexto, as obras são feitas de acordo com o tempo histórico, cada obra vai situar em um período. No segundo momento, analisamos os “poemas piadas” de Oswald de Andrade, do qual o autor usa da ironia, do sarcasmo em trechos curtos, o poema erro de português, é um poema curto que rompe com a&nbsp; tradição que foi pregada, trazendo o contexto histórico do processo de colonização, a imposição da cultura portuguesa aos índios. No poema pronominais, retrata um pouco dessa imposição da língua portuguesa, e do preconceito linguístico, outro poema é “vicio na fala”&nbsp; que também relata a questão linguística, sobre a questão do que é correto ou não na linguagem formal. O capoeira, nos lembra a repressão contra os negros e o uso da capoeira como forma de defesa utilizada pelos negros. O poema a descoberta, que fala um pouco sobre a carta de Pero Vaz, o autor pega, e o outros poemas como o regresso da pátria e Amor.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-25 01:18:54 UTC</pubDate>
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         <title>A aula do dia 23 de Setembro </title>
         <author>maiat844</author>
         <link>https://padlet.com/maiat844/y8a2h7jwnx1f90gh/wish/1911560685</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br></strong><br></div><div>A aula inicia com a discussão do texto “O mundo como texto: leitura da história e da Literatura” que vai discutir a relação da história e a literatura e as divergências entre elas. A autora diz que ambas usam linguagem para abordar, a história era vista como a verdade e utilizavam no século XIX e a literatura não era vista de tal forma, mas sim como algo subjetivo é relacionada a ideia de deleite e diversão. Já no século XX a literatura começa a se engajar politicamente, a história começa a existir a serviço de uma causa e as produções poéticas e artísticas passam a ter uma visão crítica à sociedade. A literatura e a história oferecem uma narrativa sobre o mundo pela linguagem. A professora inicia uma discussão pertinente, pois muitas coisas na história são distorcidas, e muita coisa da Literatura é a realidade social. A autora do texto aborda sobre a narrativa, na qual o texto narrativo constrói um enredo, desvenda uma história. Um outro termo muito importante para a história e literatura é a representação, a representação da história é feita de várias maneiras como: as canções, as artes plásticas entre outras, a Sandra diz que o historiador e a literatura conseguem recontar esse passado e transformar em presente, usando o imaginário para transfigurar e trazer através da arte a representação da realidade, como o quadro Arapuru de Tarsila do Amaral. O texto tem o intuito de quebrar justamente o tabu de que tudo que é da história é verdade e o que está na literatura é mentira, a autora ela explica a distinção entre a história e a literatura e o que ambas têm de parecido, nem sempre a história é verdadeira, ainda mais se for vista por um único lado, como a história do Brasil que é contada pela visão do colonizador, contar um lado e apagar a existência dos outros lados é uma ficção utilizada pelo historiador. A história tem um compromisso com a veracidade do real e a literatura não tem esse compromisso, mas ambas podem utilizar da ficção. Ela é associada ao imaginário, a linguagem e a representação.&nbsp;<br><br></div><div>No segundo momento, é feita as análises dos quadros da Tarsila do Amaral, começando pelo quadro “operário” 1933, na qual o período do quadro retrata o processo de industrialização, em que várias pessoas foram para São Paulo a grande metrópole em busca de emprego, já que o mundo estava em crise depois da quebra da bolsa de valores em Nova Iorque e o quadro retrata as várias raças de operários e muito deles imigrantes. O quadro segunda classe, traz a realidade do êxodo rural, quando as famílias vão para a cidade grande em busca de melhorias, em especial o sertanejo, as cores utilizadas nos quadros remetem a tristeza, e as vestes demonstram a pouca condição social, um exemplo disso é os pés descalços dos trabalhadores.&nbsp; “Antropofagia, 1929” Tem uma intratextualidade com outras obras de Tarsila e por fim o quadro “A costureira” mulheres da classe operaria, mulheres pretas, pardas e brancas, estando em uma mesma situação, trabalhando nas fabricas.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-25 01:20:39 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A aula do dia 30 de Setembro </title>
         <author>maiat844</author>
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         <description><![CDATA[<div><br><br></div><div>A aula inicia-se com a análise da música de Margarete Menezes “Samba Enredo,2019” a proposta da música é trazer sobre as pessoas negras, é mostrar o que foi silenciado. A mangueira traz visibilidade às pessoas excluídas pela sociedade, trazendo a cultura afro para representar o samba, já que o samba é de origem africana. Em sua canção no trecho “A mangueira chegou com os versos que o livro pagou” ela busca esclarecer e desconstruir a visão europeia de descobrimento do Brasil, a história que foi contada pelos europeus silenciou os povos brasileiros, apagando a história dessas pessoas. Ademais, fizemos a leitura do cordel “Dandara de Palmares “do livro “heroínas negras brasileiras “da Jarid Arraes. Logo após, continuamos com a leitura do texto de Sandra Jatahy, com a discussão sobre a história e sua função no tempo, a história trabalha com fontes historiográficas, ao contrário da Literatura que cria traços e fatos, mas a história só nos apresenta uma versão dos fatos, sob um único olhar.&nbsp; O texto literário não tem compromisso com a veracidade, a literatura tem a liberdade de criar personagens e criar histórias, já a história é limitada.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-25 01:28:56 UTC</pubDate>
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         <title>Aula dia 07 de Outubro </title>
         <author>maiat844</author>
         <link>https://padlet.com/maiat844/y8a2h7jwnx1f90gh/wish/1911577674</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br></div><div>A aula inicia com a leitura de um conto de Marcelino Freire “trabalhadores do Brasil”, que retrata a classe trabalhadora do Brasil, os operários e as classes mais pobres, que colaboram com o trabalho mais braçal. Logo após, em relação intertextual a professora utilizou samba enredo “Meu Deus, Meu Deus, está extinta a escravidão?” Analisando aspectos do texto que mais chamou a atenção, que aborda sobre os quilombos e os negros escravizados, aborda a desigualdade social e a desvalorização do povo negro pelos homens de olhos verdes, as diferenças religiosas e de raça, entretanto a canção traz que o mesmo sangue é igual. E quando a lei Áurea foi assinada trouxe uma falsa bondade aos povos negros, se a abolição chegou ao fim é devido as lutas dos povos negros e por isso a escravidão não foi totalmente extinta, a partir do momento em que tiveram essa liberdade também ficaram sem ter moradia e sustento e por isso essa liberdade cruel, muitas dessas pessoas se submeteram a trabalhos que não valorizam seus esforços e vivem em situação de escravidão. Além disso, começa uma discussão do texto de Sandra Jatahi, ainda com a abordagem da diferenciação entre a literatura e a história, na qual o historiador pega os fatos, interpreta e cria uma história, história está que não é tida como uma verdade absoluta, esse historiador conta a história do seu lugar de fala. A literatura e a história elas inventam também e criam ficções, a literatura tem a liberdade de escrita e não se prende a verdade. Os historiadores podem olhar para a literatura e usá-la como fonte, já a literatura diz muito sobre si. E para finalizar utilizou o conto da escrava Suzana e traz essa ideia de a pessoa deixar a casa grande para não ter uma moradia e um trabalho e por isso essa ideia da escrava Suzana de não deixar a casa grande.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-25 01:31:43 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Aula  do dia 04 de Novembro</title>
         <author>maiat844</author>
         <link>https://padlet.com/maiat844/y8a2h7jwnx1f90gh/wish/1911589266</link>
         <description><![CDATA[<div>A aula inicia com a discussão sobre as narrativas ainda associando a literatura e a história, levantando uma reflexão sobre a questão da história sobre um único aspecto. Logo após, uma discussão do que seria a sociedade, que seria diversos indivíduos convivendo em coletividade, vivendo em grupos sociais dos quais se identificam. Com o conceito de cultura, que pode ser uma construção de ideologias, costumes, hábitos e tradições. A cultura ela não é estática, com o passar dos anos ela vai se modificando e se adequando ao tempo, o que não se pode esquecer é a origem dessa cultura e respeitar de onde ela vem e não utilizar de apropriação cultural. No segundo momento, a professora faz uma discussão sobre o contexto social e utiliza a música que tem uma associação com as questões sociais, utilizando o texto de Antônio Cândido “literatura e vida social” que aborda a relação da literatura com contextos sociais.&nbsp; Fazendo um paralelo com uma serie da Netflix “ um conto sombrio dos grimm“ sob a perspectiva sociológica.&nbsp; A ideia é associar a obra e analisar os aspectos influenciadores na vida social. Já que as artes tem influência nas questões sociais. Antônio Cândido opta por saber as influências da vida social nas obras literárias. Ele diz&nbsp; que a literatura exprime a sociedade, a literatura é um produto social, ela em qualquer tempo tem marcas do seu tempo social e irá trazer de alguma forma essas marcas e exprime sobre cada civilização que se ocorre.&nbsp; Ela traz as informações sobre aquele povo naquela época, são informações seguras e históricas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-25 01:39:09 UTC</pubDate>
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         <title>Aula dia 11 de Novembro </title>
         <author>maiat844</author>
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         <description><![CDATA[<div>Continuamos com o texto de Antônio Cândido, literatura e vida social, na atualidade a literatura chega aos leitores de diversas formas, ainda mais com os avanços tecnológicos que ajudam na propagação dessas obras, o tempo foi passando e os fatores socioculturais foi mudando com o passar dos séculos. A cada século surge uma nova interpretação e um novo grupo de leitores, com mentes críticas e que analisam as obras por diferentes vieses. O pensamento dessas obras vai de acordo ao contexto social da época, essa construção crítica é com base as vivências e os ensinamentos do século.&nbsp; Antônio Cândido aborda sobre a literatura de agregação e a segregação “arte de agregação e arte de segregação.<br><br></div><div>A primeira se inspira principalmente na experiência coletiva e visa a meios comunicativos acessíveis. Procura, neste sentido, incorporar-se a um sistema simbólico vigente, utilizando o que já está estabelecido como forma de expressão de determinada sociedade. A segunda se preocupa em renovar o sistema simbólico, criar novos recursos expressivos e, para isto, dirige-se a um número ao menos inicialmente reduzido de receptores, que se destacam, enquanto tais, da sociedade.” (P.33). A literatura de agregação ela busca unir e a de segregação inova os sistemas simbólicos e a diferenciação como exemplo as obras de Van Gogh. Logo após inicia a discussão literária do conto “Rapunzel “as histórias sempre iniciam com os sonhos de um casal ter um filho, e sempre o desejo de querer algo que não se pode ter e na literatura dos contos de fadas sempre tem um preço. E foi isso que os pais de Rapunzel sofreram, porque ao momento em que a feiticeira o pega em flagrante ela pede a filha em troca, então em tudo uma pessoa faz de errado e continua comentando os mesmos erros há sempre uma consequência. O conflito no conto vai ser a feiticeira que o faz pagar pelo erro e o pai não tem outra escolha a não ser entregar a filha após o nascimento.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-25 01:43:15 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Aula dia 18 de novembro </title>
         <author>maiat844</author>
         <link>https://padlet.com/maiat844/y8a2h7jwnx1f90gh/wish/1911598449</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br></strong><br></div><div>A aula inicia com o conto Rapunzel, com o intuito de abordar sobre os aspectos do real, do social e cultural. A história da Rapunzel é algo muito corriqueiro em nosso país, já que, a maior parte da sociedade possui uma baixa renda. Ao analisarmos o papel da feiticeira, observa-se que ela se tornou a mãe adotiva da menina, e o ato de trancar a menina em uma torre, representa um sentimento de posse, já que ela não quer que Rapunzel tenha algum contato com outra pessoa. Rapunzel, só conhece aquilo que a feiticeira lhe apresentou. Ao ter contato com o príncipe, Rapunzel viu no príncipe a sua liberdade, e aceitou o casamento justamente por não suportar ficar mais naquela torre, Rapunzel se sentia sozinha e presa e sempre aos cuidados da feiticeira. Logo, não satisfeita com aquela vida, era a única opção que Rapunzel conseguiu naquele momento. Presa desde aos 12 anos em uma torre, logo, quando entra em fase de puberdade e vira uma mulher, conclui-se que a feiticeira não soube lidar com essa fase de Rapunzel e por isso a trancou naquela torre, de modo que ficasse protegida de outras pessoas. A feiticeira impede a fuga de Rapunzel com o príncipe e ele pula da torre e teve seus olhos arranhados, o príncipe ao passar muitos anos encontra Rapunzel com dois filhos, passando por situações difíceis, em um deserto. O casal retorna ao palácio do príncipe e se tornam felizes. A questão do relacionamento de Rapunzel, é bem representado pela sociedade, a gravidez precoce, a expulsão de dentro de casa. A falta de respeito ao olhar dos pais, pela filha ter tido relações dentro do local que era pra ser lugar de proteção. Além disso, gera uma discussão acerca do conhecimento e o quanto a leitura é importante, para tornar seres pensantes e críticos. De volta a Antônio Cândido, observa-se que os romances contemporâneos tem o intuito da agregação. Como o romance de Luís Rufato, “estive em Lisboa e lembrei de você” e entre outros. Antônio Cândido aborda sobre o sistema literário, que é composto por autor, obra e público. Sobre o sistema literário, o autor é seria a pessoa que cria, que pensa essa obra, entretanto, o autor pode ter a ajuda da coletividade. Antônio Cândido diz que todo autor é influenciado pela marca do seu tempo. Sobre a obra, ela é influenciada pela ideologia, pela visão de mundo do autor, pelo contexto social. Já o público, ele influência muito o artista, principalmente na leitura da obra.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-25 01:44:51 UTC</pubDate>
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         <title>Aula dia 25 de novembro</title>
         <author>maiat844</author>
         <link>https://padlet.com/maiat844/y8a2h7jwnx1f90gh/wish/1921429636</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;<br>A aula inicia com a discussão do texto de Cândido, e uma imagem sobre a “ a arte como direito” no caso o direito ao acesso a arte e a importância da arte o ser humano, e principalmente a arte como uma forma de conhecimento. O homem sem acesso a arte, ele não é visto como humano. Logo&nbsp; após, um questionamento sobre “ o que você tem fome ? E dentre muitas respostas estão a fome de conhecimento, de justiça e de igualdade é uma delas. Para agregar a discussão a professora trouxe uma canção dos Titãs “ comida” para dialogar com as respostas, a canção fala das vontades, dos sonhos e dos prazeres da vida. A vida não é só comida, a vida é composta de diversas necessidades, de direitos que foram adquirindo ao longo do tempo e que estão expressos no Artigo 5• da CF. Antônio Cândido no texto “ O direito a literatura ou a literatura como direito” e aborda a questão da igualdade dos direitos, a constituição nos garante o direito à igualdade, embora, no cotidiano as pessoas ainda se encontram em grande desigualdade social, e tendo acesso as coisas mínimas, a sociedade não é justa , e alguns são privilegiados em relação a outros. É preciso muito esforço para alcançar uma vida melhor na sociedade brasileira, principalmente na área da educação. Aquele indivíduo que se esforça através do conhecimento tem grandes chances de prosperar, até porque o conhecimento é algo que ninguém nos tira, e para vivermos em uma sociedade capitalista é preciso ter recursos e hoje para conseguir recursos é preciso ter conhecimento para conseguir um emprego melhor, para realizar um sonho. No segundo momento tivemos a presença da psicóloga&nbsp; Michele , para dialogar conosco justamente sobre esse conhecimento humano e no campo da construção do conhecimento infantil. Ela aborda a importância do processo de formação da criança e o uso da literatura e outros meios, como séries, para dialogar com as temáticas do cotidiano. As crianças, tem muita curiosidade ao ter contato com algumas temáticas e é de suma importância ter o acompanhamento dos pais nesse processo, debater sobre uma variedade de assuntos&nbsp; com as crianças é muito importante, além disso, tem que quebrar o tabu de proteção que foram implantados por alguns pais, que priva os filhos de ter acesso a muitas coisas para não ter o trabalho de explicar ao ser questionados pelos filhos.&nbsp; Outro levantamento importante foi sobre o mito da infância feliz, que vem refletir justamente nessa perspectiva dos pais de querer esperar o momento certo ou deixar a vida ensinar aos filhos sobre as coisas do cotidiano, sendo que é melhor as crianças ter esse contato e explicações dos próprios&nbsp; pais do que de terceiros.&nbsp;<br>&nbsp;Ademais, é importante que os pais tenha&nbsp; a consciência de que todo mundo um dia foi criança e que tinha curiosidades, e&nbsp; que fazia coisas de crianças, sendo assim, é preciso sabedoria para lidar com os pequenos até que cheguem na fase adulta , esse processo de formação é fundamental na construção do eu.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-30 21:17:18 UTC</pubDate>
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