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      <title>DOENÇAS INFECCIOSAS by </title>
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      <description>SAÚDE AMBIENTAL - LUIZ EMÍLIO CAIRES DE OLIVEIRA</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2017-11-29 21:18:47 UTC</pubDate>
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         <title>MALÁRIA</title>
         <author>luizemiliocaires</author>
         <link>https://padlet.com/luizemiliocaires/y7nj8ptf7zli/wish/211641502</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>AGENTE TRANSMISSOR</strong><br><strong>Malária</strong> ou <strong>paludismo</strong>, entre outras designações, é uma doença infecciosa aguda ou crônica causada por protozoários parasitas do gênero <em>Plasmodium</em>, transmitidos pela picada do mosquito <em>Anopheles</em>.<br><strong>CICLO DE VIDA DO PATÓGENO<br></strong>O mosquito da malária só sobrevive em áreas que apresentem médias das temperaturas mínimas superiores a 15°C, e só atinge número suficiente de indivíduos para a transmissão da doença em regiões onde as temperaturas médias sejam cerca de 20-30°C, e umidade alta. Só os mosquitos fêmeas picam o homem e alimentam-se de sangue. Os machos vivem de seivas de plantas. As larvas se desenvolvem em águas paradas, e a prevalência máxima ocorre durante as estações com chuva abundante.<br><strong>PREVALÊNCIA NO BRASIL<br></strong>A área endêmica da doença no Brasil compreende a região amazônica – responsável por 99% dos casos autóctones –, incluindo Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins. Em 2015, houve redução de aproximadamente 1% no número de casos autóctones em comparação com 2014, passando de 139.204 para 138.069. Na análise por estado, o Maranhão (71%) apresentou a maior queda, seguido de Rondônia (29%), Pará (17%) e Acre (14%).<br><strong>DIAGNÓSTICO<br></strong> O Diagnóstico da malária é feito com a ajuda do exame microscópico das amostras de sangue. Os sintomas da malária podem assemelhar-se a febres da gripe, da gastroenterite, as tifóides ou outras as virais. <br><strong>TRATAMENTO</strong><br> O tratamento mais eficiente para malária é uma terapia combinada à base de artemisinina (ACTs em inglês). A terapia tem baixo nível de toxicidade, poucos efeitos colaterais e age rapidamente contra o parasita. <br><strong>PREVENÇÃO</strong><br> O controle vetorial é a principal estratégia para reduzir a transmissão da malária. Se a cobertura da estratégia for alta, a proteção pode ser garantida para as comunidades. A organização Mundial da Saúde recomenda dois tipos de controle efetivos: 1. Mosquiteiros tratados com inseticida e 2. Borrifação residual intradomiciliar. MSF distribui mosquiteiros para mulheres grávidas e crianças com menos de cinco anos de idade, já que são mais vulneráveis à malária grave. </div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-29 21:23:41 UTC</pubDate>
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         <title>LEISHMANIOSE</title>
         <author>luizemiliocaires</author>
         <link>https://padlet.com/luizemiliocaires/y7nj8ptf7zli/wish/211641578</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>AGENTE TRANSMISSOR</strong><br><strong>Leishmaniose visceral,</strong> é uma doença transmitida pelo mosquito-palha ou birigui (Lutzomyia longipalpis) que, ao picar, introduz na circulação do hospedeiro o protozoário <em>Leishmania chagasi</em>.<br><strong>Forma Tegumentar:</strong>Pode acometer apenas a pele ou se estender para acometimento mucoso. Apresenta-se com lesões ulceradas que podem evoluir para formas graves de destruição de pele, mucosa e cartilagens. As lesões começam como pápulas ou nódulos e evoluem para ulcerações com borda alta e cratera central, em geral são indolores.<br><strong>CICLO DE VIDA DO PATÓGENO</strong><br>O mosquito palha fêmea, da família dos flebotomíneos, é o vetor transmissor do protozoário Leishmania chagasi para os hospedeiros, dentre eles destacam-se os cães e o homem. Através da picada, são inoculados parasitas na forma Promastigota os quais invadem os macrófagos. No ambiente intracelular, o parasita assume a forma amastigota (sem flagelo) e inicia uma replicação binária (assexuada). Quando as células rompem, são liberados promastigotas os quais podem infectar novos macrófagos ou inocular um mosquito palha, fechando o ciclo. No interior do mosquito palha, o Leishmania também realiza reprodução assexuada, alternando entre amastigota e promastigota (esquema em anexo).<br><strong>PREVALÊNCIA NO BRASIL</strong><br>No Brasil essa forma da Leishmaniose é comum no centro-oeste (Mato grosso do sul) e interior do Estado de São Paulo (Bauru, Araçatuba). <br><strong>DIAGNÓSTICO</strong><br>O diagnóstico precoce é fundamental para evitar complicações que podem pôr em risco a vida do paciente. Além dos sinais clínicos, existem exames laboratoriais para confirmar o diagnóstico. Entre eles destacam-se os testes sorológicos (Elisa e reação de imunofluorescência), e de punção da medula óssea para detectar a presença do parasita e de anticorpos.<br><strong>PREVENÇÃO</strong><br>Mantenha a casa limpa e o quintal livre dos criadores de insetos. O mosquito-palha vive nas proximidades das residências, preferencialmente em lugares úmidos, mais escuros e com acúmulo de material orgânico. Ataca nas primeiras horas do dia ou ao entardecer.<br><strong>TRATAMENTO</strong><br>Os antimoniais pentavalentes, por via endovenosa, são as drogas mais indicadas para o tratamento da leishmaniose, apesar dos efeitos colaterais adversos.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-29 21:23:55 UTC</pubDate>
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         <title>HANSENÍASE</title>
         <author>luizemiliocaires</author>
         <link>https://padlet.com/luizemiliocaires/y7nj8ptf7zli/wish/211641645</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>AGENTE TRANSMISSOR</strong><br>A hanseníase é uma doença infecciosa e contagiosa causada por um bacilo denominado <em>Mycobacterium leprae</em>. <br><strong>CICLO DE VIDA DO PATÓGENO</strong><br>Seu ciclo de vida varia de acordo com o seu hospedeiro, em humanos pode ser de muitos anos. <br><strong>PREVALÊNCIA NO BRASIL</strong><br>Na América Latina, o Brasil se destaca apresentando aproximadamente 80% dos casos de Hanseníase do continente. No Estado do Rio de Janeiro, a prevalência detectada em 2006 é 3 de 1,42/10.000 habitantes, sendo a baixada fluminense a área de maior concentração de casos.  <br><strong>PREVENÇÃO</strong><br>A hanseníase pode afetar indivíduos em todas as idades e em ambos os sexos. A manifestação da hanseníase depende muito do sistema imunológico do indivíduo que entra em contato com a bactéria. Más condições nutricionais, sociais e de higiene interferem na resposta e eficiência desse sistema, sendo assim única forma de se prevenir de pegar a doença é ficar longe dos pacientes que a já foram diagnosticados com a doença. <br><strong>DIAGNÓSTICO</strong><br>O diagnóstico da Hanseníase é feito observando os sintomas físicos, que são muito característicos, raramente sendo preciso realizar outros exames. São feitas analises das lesões cutâneas, palpações dos nervos, avaliações da sensibilidade superficial e da força muscular dos membros superiores e inferiores. <br><strong>TRATAMENTO</strong><br>A Organização Mundial de Saúde considera o fato de haver ou não bacilos nas lesões e divide a doença em dois tipos, o paucibacilar e o multibacilar, com esquemas de tratamento diferentes, embora sempre baseados numa dose mensal de 600 mg de rifampicina, dose vigiada na unidade básica de saúde.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-29 21:24:11 UTC</pubDate>
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         <title>CONCEITO E CARACTERÍSTICAS - DOENÇAS INFECCIOSAS E NÃO INFECCIOSAS</title>
         <author>luizemiliocaires</author>
         <link>https://padlet.com/luizemiliocaires/y7nj8ptf7zli/wish/211641730</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Doenças Infecciosas</strong> são doenças de homens ou animais que manifestam uma infecção, sendo resultante da penetração e desenvolvimento ou multiplicação de um agente infeccioso no organismo de uma pessoa ou animal, podem estar relacionadas com condições ambientais, como de saneamento. <strong>Doenças não infecciosas </strong>são aquelas que<em>, não se relaciona com uma invasão do organismo por outros seres vivos parasitários. </em>São doenças que vão aumentando em adultos de meia-idade acarretando, muitas vezes, sérios problemas nas pessoas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-29 21:24:26 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>TODA DOENÇA CONTAGIOSA É INFECCIOSA?TODA DOENÇA INFECCIOSA É CONTAGIOSA?</title>
         <author>luizemiliocaires</author>
         <link>https://padlet.com/luizemiliocaires/y7nj8ptf7zli/wish/211644515</link>
         <description><![CDATA[<div>Sim e não, já que as doenças contagiosas normalmente estão relacionadas a patógenos que levam a infecção do organismo.<br>As doenças infecciosas estão associadas a entrada de organismos patogênicos no organismo e em alguns casos ela só é contagiosa em condições específicas, como é o caso do tétano, que só é transmitido a outra pessoa por contaminação de uma ferida profunda com solo contaminado com esporos da bactéria e não por contato direto do doente com um indivíduo sadio.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-29 21:33:57 UTC</pubDate>
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         <title>As postagens só serão válidas quando devidamente comentadas</title>
         <author>brigida_queiroz</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2017-11-30 18:01:16 UTC</pubDate>
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         <title>DOENÇA ESCOLHIDA &gt; TÉTANO</title>
         <author>luizemiliocaires</author>
         <link>https://padlet.com/luizemiliocaires/y7nj8ptf7zli/wish/212948123</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>AGENTE TRANSMISSOR</strong><br>O agente causador da doença é o <strong><em>Clostridium tetani </em></strong><em>e sua transmissão ocorre</em>pela introdução dos esporos da bactéria em ferimentos externos, geralmente perfurantes, contaminados com terra, poeira, fezes de animais ou humanas. Isso porque o bacilo se encontra no intestino dos animais, especialmente do cavalo e do homem (sem causar doença) e os esporos podem estar presentes tanto em solos contaminados por fezes ou com esterco, como na pele ou na poeira das ruas, por exemplo.<br><strong>CICLO DE VIDA DO PATÓGENO<br></strong>A bactéria fica no solo em estado de esporo, entra no corpo através de algum corte ou ferida profunda que seja contaminado com terra, há a multiplicação dos indivíduos no local da ferida, surgem os sintomas da doença e caso este indivíduo contaminado defeque no solo, as bactérias presentes em seu corpo irão para o solo reiniciar o ciclo.<br><strong>PREVALÊNCIA NO BRASIL</strong><br>Os casos confirmados encontram-se distribuídos, em sua maioria, na Região Nordeste seguida das regiões Sudeste e Sul.<br><strong>PREVENÇÃO</strong><br> O <strong>tétano</strong> não é contagioso, porém, mesmo aqueles que já contraíram a doença, não adquirem anticorpos para evitá-lo novamente. A <strong>vacinação</strong> é a única forma de proteção. Para uma <strong>imunização</strong> adequada, em caso de ferimento, é preciso ter tomado três doses de toxóide tetânico (presente em todas as seguintes <strong>vacinas</strong>: DTP, DT e dT), tendo sido a última dose há menos de dez anos. <br><strong>DIAGNÓSTICO<br></strong>O diagnóstico do tétano é essencialmente clínico e não depende de confirmação laboratorial. Os exames laboratoriais auxiliam apenas no tratamento do paciente e no controle das complicações.<br><strong>TRATAMENTO<br></strong>O tratamento do <em>tétano</em>, necessariamente, é feito com o doente internado em hospital para administração de imunoglobulina ou, quando não disponivel, soro antitetânico, além de antibiótico venoso e limpeza cirúrgica do ferimento. Como a doença<em> </em>não produz imunidade, o doente deve também receber o esquema vacinal completo contra o <em>tétano</em>.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-12-04 16:46:22 UTC</pubDate>
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