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      <title>História pelos muros by Luana Ribeiro Penetra</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-11-21 21:47:43 UTC</pubDate>
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         <title>A questão da violência contra populações marginalizadas (EFO9HI26)</title>
         <author>luanarp</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-11-21 21:49:19 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo</title>
         <author>luanarp</author>
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         <description><![CDATA[<div>Brenda Vilarde<br>Luana Ribeiro&nbsp;<br>Marcela Valverde<br>Renata Moura</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-21 22:18:16 UTC</pubDate>
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         <title>Resistência Popular</title>
         <author>luanarp</author>
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         <description><![CDATA[<div>Crítica voltada para a violação de direitos humanos pela polícia militar, que apesar de ser um dos temas mais discutidos nas últimas décadas, continua se repetindo diariamente contra jovens negros. Nesse quesito, é possível dialogar a pichação com uma realidade diária: a abordagem policial e sua agressividade no que diz respeito ao contexto social e etnia dos suspeitos abordados, o que evidencia um racismo estrutural do Estado, que constantemente ultrapassa os direitos humanos com as classes mais pobres. É também exposto, incluído no mesmo contexto social,&nbsp; um movimento de força feminina,&nbsp; dialogando diretamente com lutas feministas em prol dos direitos das mulheres. Através disso, é possibilitado um vislumbre inicial para discussões mais profundas, como o histórico do feminismo e a luta ao longo dos anos; o patriarcado estrutural e seu diálogo constante com o capitalismo e a posição das mulheres no mercado de trabalho; a inserção das mulheres na política e importância desse ato para a luta por direitos igualitários; ideologia de gênero e debate entre teorias sobre gênero e sexualidade.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-21 22:21:27 UTC</pubDate>
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         <title>Viva a insurgência negra</title>
         <author>luanarp</author>
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         <description><![CDATA[<div>Foram muitas as vozes silenciadas, principalmente daqueles que historicamente são calados. Gilberto Gil, Milton Nascimento, Cartola e Elza Soares são exemplos de insurreição, foram vozes emblemáticas que se opuseram à ditadura militar brasileira. Seja pelo samba ou pela MPB, eles cantaram e lutaram pela liberdade. Hoje, pessoas pretas são ainda os alvos principais da violência exercida pelo Estado, são ainda alvos do racismo estrutural. Mesmo assim, a luta antirracista e pela liberdade resiste e seguirá resistindo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-21 22:24:03 UTC</pubDate>
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         <title>Viva a vadiagem, viva a viadagem</title>
         <author>luanarp</author>
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         <description><![CDATA[<div>A relação entre vadiagem e viadagem, nos remete diretamente às políticas repressivas de controle social durante a ditadura civil-militar no Brasil. Podemos destacar o caso de São Paulo, em que, entre os anos de 1976 e 1982, houve uma crescente política de policiamento contra os grupos LGBT. Em nome da moralidade e do conservadorismo defendidos pelo regime, policiais perseguiam e prendiam esses indivíduos com intuito enquadrá-los sob a justificativa de estarem infringindo a lei ao cometerem vadiagem. Dessa forma, o crime de vadiagem tornou-se ferramenta de combate aos homossexuais.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-21 22:25:59 UTC</pubDate>
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         <title>Universidade Indígena</title>
         <author>luanarp</author>
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         <description><![CDATA[<div>Universidade Indigena: Por que não há uma universidade indigena? A constituição de 1988 garante a todos o acesso livre aos serviços públicos garantidos pela mesma a todes que sejam cidadã e cidadão brasileiro. À sociedade também cabe o papel de lutar pela causa indigena e pela inclusão dos mesmos nos espaços públicos como as universidades.&nbsp;</div><div>Por uma universidade pública e inclusiva aos povos originários.&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-21 22:31:35 UTC</pubDate>
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         <title>Necropolítica</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A Necropolítica, termo cunhado pelo filósofo, teórico político e historiador camaronês Achille Mbembe, consiste em ações e omissões cometidas pelo Estado, as quais estabelecem quem vive e quem morre em meio às desigualdades do sistema capitalista neoliberal.</div><div>Durante a história brasileira, em diversos momentos as populações marginalizadas foram alvos da necropolítica, incluindo no período da pandemia da Covid-19. Com o avanço da pobreza e da violência, o Estado, como forma de “conter” utiliza de sua a polícia armada, perpetuando assim a chamada Necropolítica.&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-21 22:53:14 UTC</pubDate>
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