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      <title>24 de novembro - Dia Nacional da Cultura Científica by Biblioteca Escolar</title>
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      <description>O Dia Nacional da Cultura Científica foi criado em 1996 em Portugal. Foi escolhido o dia 24 de novembro pois foi neste dia que, em 1906, nasceu Rómulo de Carvalho, o professor de Física e Química responsável pela promoção do ensino de ciência e da cultura científica em Portugal. Rómulo de Carvalho foi também poeta, sob o pseudónimo de António Gedeão. 
Celebramos, também, a vida e obra de 3 cientistas importantes em Portugal: Abel Salazar, Maria de Sousa e Elvira Fortunato</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-11-23 18:00:12 UTC</pubDate>
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         <title>Rómulo de Carvalho</title>
         <author>biblioteca237</author>
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         <description><![CDATA[<div>foi <strong>professor, pedagogo e autor de manuais escolares, historiador da ciência e da educação, divulgador científico e poeta.</strong></div><div> Rómulo Vasco da Gama de Carvalho nasceu em 24 de Novembro de 1906, em Lisboa. Em 1928 mudou-se para o Porto, onde se licenciou, em 1931, no curso de Ciências Físico-Químicas, na Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, iniciando depois a atividade docente em vários liceus de Lisboa e Porto. A partir de 1946 foi um dos diretores da <em>Gazeta de Física</em>, órgão da Sociedade Portuguesa de Física, cargo que exerceu até 1974.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-23 19:34:52 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>biblioteca237</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em 1956 publicou, com o pseudónimo de António Gedeão, o seu primeiro livro de poesia, <em>Movimento Perpétuo</em> (Coimbra), seguido de outros livros, <em>Teatro do Mundo</em>, em 1958 e <em>Máquina do Fogo</em>, em 1961. Em 1963 publicou a peça de teatro <em>RTX 78/24</em>.</div><div> </div><div>Em 1964, para comemorar o 4º Centenário do nascimento de Galileo Galilei, escreveu o "Poema para Galileo", que foi traduzido para língua italiana por Roberto Barchiesi, e publicado, em edição bilingue, pelo Istituto Italiano di Cultura. Este poema, musicado e cantado por Manuel Freire, conheceu uma grande expansão, tal como a "Pedra Filosofal", ou a "Lágrima de Preta".</div><div>  </div><div>Em 1984 publicou <em>Poemas Póstumos</em>, de António Gedeão, que foram seguidos, em 1990, pelos <em>Novos Poemas Póstumos</em>.</div><div> </div><div>A 10 de junho de 1987 foi nomeado, pelo Presidente da República, Grande Oficial da Instrução Pública. Em 1990 foi nomeado Director do Museu Maynense, da Academia de Ciências de Lisboa. Em 1992, a Escola Secundária da Cova da Piedade adoptou como patrono o nome de António Gedeão. A 8 de Junho de 1995, a Universidade de Évora conferiu a Rómulo de Carvalho o grau de Doutor 'Honoris Causa'.</div><div> </div><div>A 15 de Novembro de 1996, foi atribuída a Rómulo de Carvalho da Medalha de Prata da Universidade Nova de Lisboa, na Faculdade de Ciências e Tecnologia.</div><div>A 17 de Dezembro de 1996, o Presidente da República atribuiu-lhe a Grã Cruz da Ordem de Mérito de Santiago da Espada, na Escola Secundária Pedro Nunes. A 18 de Dezembro de 1996, foi-lhe atribuída, pelo Ministro da Cultura, a Medalha de Mérito Cultural, na Fundação Calouste Gulbenkian.</div><div>Faleceu em 19 de Fevereiro de 1997 na cidade de Lisboa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-23 19:41:00 UTC</pubDate>
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         <title>Historiador da Ciência</title>
         <author>biblioteca237</author>
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         <description><![CDATA[<div>Foi em Coimbra, no Liceu Normal D. João III, onde permaneceu no período de 1950 a 1957, que Rómulo de Carvalho iniciou o seu trabalho de investigação em <strong>História da Ciência em Portugal</strong>. Aí entrou em contacto com o Gabinete de Física Experimental pombalino sendo deste período a sua primeira obra de investigação sobre história da ciência em 1953, o livro <em>Ferreira da Silva, Homem de Ciência e de Pensamento</em>.</div><div> </div><div>Atraíu-o a ciência do século XVIII, pois “Foi no século XVIII que se fez a transformação fundamental nos métodos de ensino. Foi o momento exacto em que o domínio da Igreja, que vinha desde o início, foi enfrentada pelos filósofos. Queria saber como é que em Portugal se tinha procedido em relação àquela movimentação que se fazia no mundo ocidental e fui à procura dos possíveis homens de ciência que entre nós tivessem trabalhado nesse sentido.” (jornal <em>Público</em> em 24/11/1996).</div><div> </div><div>Após a sua reforma da docência, Rómulo de Carvalho elaborou diversos estudos sobre a Academia das Ciências, como <em>A actividade pedagógica da Academia das Ciências de Lisboa nos séculos XVIII e XIX </em>(1981), a primeira de um conjunto de 16 obras que publicaria sobre o século XVIII,  estudou, recuperou e catalogou a coleção de Física da  Aula Maynense, publicando <em>O material didáctico dos séculos XVIII e XIX do Museu Maynense da Academia das Ciências de Lisboa</em> (1993). Estudou também a colecção de Antropologia da Academia.</div><div>Enquanto historiador, publicou, em 1986,  a <em>História do Ensino em Portugal</em>, obra de referência no estudo do sistema educativo português.</div><div> </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-23 19:41:48 UTC</pubDate>
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         <title>Divulgador/Pedagogo</title>
         <author>biblioteca237</author>
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         <description><![CDATA[<div>Rómulo de Carvalho desenvolveu uma atividade de divulgação científica que marcou gerações em Portugal. Os seus livros de divulgação em Ciência e Tecnologia e os seus artigos em jornais revelavam a sua preocupação com o despertar do interesse dos portugueses pelo conhecimento científico. Na <em>Gazeta de Física</em> publicou, até 1974, 22 artigos de divulgação científica, actualização didática e orientação pedagógica.</div><div> </div><div>“A divulgação,  conforme eu gosto, é aquela que dá aos jovens as respostas que eles nunca chegaram a fazer. ‘Largo um corpo, porque é que ele cai?’ é uma coisa que pode interessar a toda a gente e trata-se de explicar isso em termos agradáveis. Para que possam ler e levá-los a pensar com mais pormenor nesse assunto e noutros.” (Entrevista, <em>Público</em>, 24-11-1996).</div><div> </div><div>A par desta atividade de divulgação, publicou, entre 1953 e 1975, diversos manuais de ensino da Física, da Química, e das Ciências da Natureza, que foram utilizados durante vários anos nos ensinos liceal e complementar.</div><div> </div><div>Destaque também para os seus cadernos de iniciação científica, onde tratava temas da Física e da Química, e para a colecção de livros “Ciência para Gente Nova”, onde esclarecia os jovens sobre temas da Física e da Química.</div><div> </div><div>Nas suas aulas procurou sempre integrar o ensino experimental, de forma a complementar os conhecimentos teóricos e facilitando a compreensão dos seus alunos: “Em relação ao ensino experimental, as experiências acompanham aquilo que queremos ensinar quando estamos na aula, mas o método de ensino não é exclusivamente experimental. As experiências servem para esclarecer o aluno sobre aquilo que está a ouvir. Eu levava sempre para a aula material que punha em cima da mesa e os alunos olhavam com toda a curiosidade: ‘Para que é isto? Para que é aquilo?’ À medida que ia falando, ia preparando as coisas e mostrando o que se passava, para ilustrar aquilo que estava a dizer.” (Entrevista, <em>Público</em>, 24-11-1996).</div><div> Adaptado de Fernando Reis, <em>in </em>http://www.romulodecarvalho.net/content/view/1/2/ (consultado em 20-11-2020)</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-23 19:43:28 UTC</pubDate>
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         <title>Abel Salazar</title>
         <author>biblioteca237</author>
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         <description><![CDATA[<div>foi  <strong>médico, escritor, investigador científico, artista plástico</strong> (desenho, escultura e pintura), <strong>crítico de arte e ensaísta português.</strong></div><div>Abel de Lima Salazar nasceu a 19 de julho de 1889, em Guimarães, e morreu a 29 de dezembro de 1946, em Lisboa. </div><div>O seu lema era: “O Médico que só sabe Medicina nem Medicina sabe”.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-23 19:45:36 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>biblioteca237</author>
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         <description><![CDATA[<div>Tirou o curso de Medicina em 1915 com a apresentação da tese "Ensaio de Psicologia Filosófica", à qual foi atribuída a classificação de vinte valores.<br>Professor da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, foi fundador e diretor do Instituto de <strong>Histologia</strong> (ramo da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Biologia">biologia</a> que estuda a estrutura microscópica e as funções das células, tecidos e órgãos que compõem os organismos animais e vegetais) e <strong>Embriologia</strong> (área da biologia que estuda o desenvolvimento embrionário dos organismos vivos, ou seja, o processo de formação do embrião a partir de uma única célula, o zigoto, que originará um novo ser vivo) tendo ganho reconhecimento mundial pelas suas investigações no domínio da histologia. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-23 19:47:09 UTC</pubDate>
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         <author>biblioteca237</author>
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         <description><![CDATA[<div>Como investigador, fez várias pesquisas sobre a estrutura e evolução do ovário, criando um método de análise microscópica (<strong>Método-férrico de Salazar</strong> – método de coloração celular 🤬-férrico que permitiu revelar mais tarde, um dos componentes da célula, o compexo de Golgi), que lhe deu fama mundial. Publicou também trabalhos sobre a <strong>anatomia do cérebro</strong>, tecido celular, sangue, entre outros. Ao todo, publicou cento e treze trabalhos científicos.<br>Em 1926 teve um esgotamento, interrompendo o seu trabalho; quando regressou, em 1930, o seu instituto encontrava-se abandonado e  praticamente em ruínas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-23 19:52:17 UTC</pubDate>
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         <author>biblioteca237</author>
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         <description><![CDATA[<div>Reconstruiu o laboratório continuando a investigação em áreas como Ciência, Arte e Filosofia.<br>Como era um opositor ao regime político da Ditadura, Abel Salazar ficou proibido de exercer qualquer profissão e foi expulso da Universidade (1935) e tudo o que restava do Laboratório de Histologia foi levado numa carroça. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-23 19:53:27 UTC</pubDate>
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         <author>biblioteca237</author>
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         <description><![CDATA[<div>Fora da Universidade, dedicou-se a vários estudos que publicou e à arte: gravuras, pinturas (paisagens, retratos, ilustração da vida da mulher trabalhadora e da mulher parisiense), aguarelas, caricaturas, esculturas e cobres martelados </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-23 19:55:01 UTC</pubDate>
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         <author>biblioteca237</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-11-23 19:55:39 UTC</pubDate>
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         <author>biblioteca237</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em 1941 conseguiu voltar à Universidade, dirigindo o Centro de Estudos Microscópicos da Faculdade de Farmácia da Universidade do Porto. Trabalhou também com o Instituto Português de Oncologia.<br>Morreu em 29 de dezembro de 1946, em Lisboa, tendo sido trasladado para o Porto onde foi enterrado. O governo da ditadura tentou manter o funeral encoberto, mas milhares de pessoas desfilaram perante o corpo do cientista, numa manifestação de apreço ao cientista, mas também contra o regime de ditadura.</div><div> </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-23 19:55:58 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>biblioteca237</author>
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         <description><![CDATA[<div>Foi instituída a Fundação Abel Salazar para divulgar e preservar a sua obra com sede na sua casa em S. Mamede de Infesta, adquirida pela Fundação Calouste Gulbenkian em 1965, com a sua vasta obra de arte </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-23 19:56:51 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>biblioteca237</author>
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         <description><![CDATA[<div>Existe, no Porto, em sua memória, o Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar da Universidade do Porto, dedicado ao estudo e investigação em Ciências Médicas.<br>Adaptado de https://sigarra.up.pt/up/pt/web_base.gera_pagina?p_pagina=antigos%20estudantes%20ilustres%20-%20abel%20salazar<br>(consultado em 20-11-2020)</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-23 19:57:23 UTC</pubDate>
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         <title>Elvira Fortunato</title>
         <author>biblioteca237</author>
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         <description><![CDATA[<div>nasceu em Almada, em 1964. </div><div><strong>Especialista pioneira mundial na eletrónica de papel, é considerada a “mãe" do </strong><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Trans%C3%ADstor"><strong>transístor</strong></a><strong> de </strong><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Papel"><strong>papel</strong></a><strong>.</strong><br>É licenciada em Engenharia dos Materiais e doutorada na área da Microeletrónica e Optoelectrónica pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa (UNL) onde, atualmente, é professora catedrática e investigadora.</div><div>É vice-reitora da UNL, diretora do i3N (Instituto de Nanoestruturas, Nanomodelação e Nanofabricação) e do CENIMAT (Centro de Investigação de Materiais) para além doutros cargos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-23 20:00:09 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>biblioteca237</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em 2010 foi condecorada pelo Presidente da República com o grau de Grande Oficial da Ordem do Infante D. Henrique, o Navegador, devido às suas conquistas científicas em todo o mundo.<br>Foi pioneira na investigação europeia sobre eletrónica transparente, nomeadamente transístores de filme finos baseados em semicondutores de óxidos. <br>Em 2008, ganhou uma bolsa da European Research Council, com o projeto <em>Invisible</em>. No mesmo ano demonstrou, com os seus colegas, a possibilidade de fazer o primeiro transístor de papel, iniciando um novo campo na área de eletrónica de papel.<br>Com mais de 500 publicações científicas, Elvira Fortunato recebeu, nos últimos 10 anos, mais de 18 prémios e distinções internacionais pelo seu trabalho.<br>Em setembro de 2020 ganhou o Prémio <em>Horizon Impact Award</em> 2020 atribuído pela Comissão Europeia.<br><br></div><div> Adaptado de Universidade Nova de Lisboa, <a href="https://www.unl.pt/pessoas/elvira-fortunato">https://www.unl.pt/pessoas/elvira-fortunato</a>e  <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Elvira_Fortunato">https://pt.wikipedia.org/wiki/Elvira_Fortunato</a> (consultado em 20-11-2020)</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-23 20:04:04 UTC</pubDate>
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         <author>biblioteca237</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Elvira Fortunato: a cientista que revolucionou o papel<br></strong><br></div><div><strong> <br></strong><br></div><div>Elvira Fortunato é apontada como "o Cristiano Ronaldo da eletrónica de papel". Engenheira de Materiais, a investigadora criou com o marido, o cientista Rodrigo Martins, o primeiro transístor de papel, invenção que promete revolucionar hábitos quotidianos e práticas empresariais, passando, por exemplo, pelo reforço das chamadas embalagens inteligentes e interativas. As ideias desenvolvem-se no Centro de Investigação de Materiais do Laboratório Associado i3N, da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, dirigido por Elvira Fortunato, e partem depois para o mercado. Ali, a ciência anda de mãos dadas com as empresas.(…)<br> Em 2016, a investigadora foi considerada pela revista Executiva como uma das mulheres mais influentes de Portugal. Está na linha da frente da chamada revolução da eletrónica de papel e da eletrónica transparente. E parece imparável. (…)<br><br></div><div>Elvira Fortunato sempre gostou de ver as coisas por dentro. Durante o liceu, nas aulas de Biologia, observava ao microscópio as células de cebola. "Sou muito curiosa, quero saber o porquê das coisas, quero saber como é que se faz." A cientista quer estar sempre a aprender. E é isso que a investigação lhe permite. "Estamos sempre a fazer coisas diferentes. Aqui, há de tudo menos monotonia", diz Elvira Fortunato (…)<br> É uma "cientista-fazedora". "Geralmente, nos laboratórios de investigação, quando se descobre qualquer coisa, diz-se: eureka! Nós não usamos eureka. Nós dizemos: funciona! Esse é o nosso grito." <br><br></div><div>Adaptado de <a href="https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/media/o-negocios/10--aniversario/detalhe/elvira-fortunato-a-cientista-que-revolucionou-o-papel"><strong>https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/media/o-negocios/10--aniversario/detalhe/elvira-fortunato-a-cientista-que-revolucionou-o-papel<br></strong></a><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-23 20:05:54 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>biblioteca237</author>
         <link>https://padlet.com/biblioteca237/y68riuee7mpbfe5m/wish/953884476</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Cientista Elvira Fortunato premiada pela Comissão Europeia por primeiro ecrã transparente<br></strong><br></div><div>O projeto <em>Invisible </em>consiste no desenvolvimento do primeiro ecrã transparente a partir de óxido de zinco, um material semicondutor de baixo custo, não degradável e que produz melhores resultados.<br><br></div><div>A engenheira de materiais e <a href="https://www.publico.pt/2018/04/04/ciencia/noticia/investigadora-elvira-fortunato-ganha-bolsa-de-35-milhoes-de-euros-1809069">investigadora Elvira Fortunato, “mãe” do transístor de papel</a>, foi distinguida pela Comissão Europeia com o Prémio <em>Horizon Impact Award</em> 2020, atribuído pela Comissão Europeia, pela <a href="https://www.publico.pt/2006/04/15/portugal/noticia/tecnologia-que-permite-produzir-ecras-transparentes-esta-a-ser-desenvolvida-em-portugal-1254131">criação do primeiro ecrã transparente com materiais ecossustentáveis</a>. O prémio, no valor de 10 mil euros, distingue projetos científicos financiados por fundos europeus e cujos “resultados tiveram impacto na sociedade”.<br><br></div><div>O projeto consistiu no desenvolvimento do primeiro ecrã transparente a partir de um material semicondutor de baixo custo, não degradável e que produz melhores resultados, o óxido de zinco, que entra na composição de pomadas para bebés ou protetores solares. A tecnologia, patenteada pela diretora do CENIMAT e pela “gigante” eletrónica Samsung, é aplicável a telemóveis, televisores, computadores ou<em> tablets</em>, permitindo obter imagens de maior resolução.<br><br></div><div>Segundo Elvira Fortunato, pioneira na eletrónica transparente, o projeto representou uma “revolução na área dos materiais semicondutores”, com recurso a “tecnologias amigas do ambiente”, que não desperdiçam tanta energia. O <em>Invisible </em>foi financiado em 2,25 milhões de euros pelo Conselho Europeu de Investigação, agência da Comissão Europeia que apoia a investigação científica, nomeadamente através de bolsas.<br><br></div><div> Notícia adaptada de <a href="https://www.publico.pt/2020/09/23/ciencia/noticia/cientista-elvira-fortunato-premiada-comissao-europeia-ecra-transparente-1932548">https://www.publico.pt/2020/09/23/ciencia/noticia/cientista-elvira-fortunato-premiada-comissao-europeia-ecra-transparente-1932548</a> (23-09-2020)</div><div>(consultado em 20-11-2020) </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-23 20:06:16 UTC</pubDate>
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         <title>Maria de Sousa (1939-2020), uma vida sem muros</title>
         <author>biblioteca237</author>
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         <description><![CDATA[<div>A imunologista Maria de Sousa morreu na noite desta terça-feira, aos 81 anos, nos cuidados intensivos do Hospital São José (em Lisboa), vítima de covid-19, depois de uma semana de internamento.</div><div>Professora emérita da Universidade do Porto, Maria de Sousa percebeu a migração organizada dos linfócitos (tipo de glóbulos brancos) e tem hoje, por essa descoberta, o seu nome em qualquer manual sobre o sistema imunitário. Tal como também tem o seu nome indissociável de uma visão inovadora sobre a <em>conversa </em>entre o sistema imunitário e o metabolismo do ferro.<br>Nasceu em Lisboa em 1939. Depois de se ter formado em Medicina em 1963, pela Faculdade de Medicina de Lisboa, começou a sua carreira dedicada à investigação científica. Inglaterra, Escócia, Estados Unidos e Portugal – assim se pode desenhar, em traços largos, a geografia científica da sua vida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-23 20:34:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>biblioteca237</author>
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         <description><![CDATA[<div>Entre 1964 e 1966, esteve nos Laboratórios de Biologia Experimental em Mill Hill, em Londres, como bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian. Foi em Londres que fez uma grande descoberta que consta hoje em qualquer manual de imunologia.<br>Até 1964, pensava-se que todos os tipos de linfócitos – células do sistema imunitário fundamentais no combate a doenças e infeções – vinham do timo, uma glândula situada no peito, entre o esterno e o coração. Pensava-se, ainda, que depois do nosso nascimento os linfócitos migravam do timo e iam proliferar e amadurecer nos órgãos linfáticos periféricos, como os gânglios linfáticos e o baço. Maria de Sousa percebeu que não era bem assim.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-23 20:36:54 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>biblioteca237</author>
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         <description><![CDATA[<div>Fez experiências em ratinhos, aos quais foi removido o timo logo a seguir ao nascimento. Verificou que esses ratinhos continuavam, afinal, a ter linfócitos nos órgãos linfáticos periféricos. Mais: percebeu que nestes órgãos linfáticos periféricos dos ratinhos desprovidos de timo havia espaços deixados vazios – ou seja, espaços destinados precisamente aos linfócitos do timo. Portanto, nos órgãos linfáticos periféricos havia áreas para os linfócitos do timo (os linfócitos T) e áreas para outro tipo de linfócitos, que estavam ocupadas por eles. Por outras palavras, havia áreas nos órgãos linfáticos periféricos dependentes dos linfócitos que migravam do timo. Essa zona reservada aos linfócitos do timo é hoje conhecida por Área T. Em suma, a viagem dos linfócitos tem lugar reservado à partida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-23 20:38:20 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>biblioteca237</author>
         <link>https://padlet.com/biblioteca237/y68riuee7mpbfe5m/wish/953982524</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando deu o nome à migração dos linfócitos, Maria de Sousa já tinha partido de Londres rumo à Escócia, em 1967. Na Universidade de Glasgow, em 1972, doutorou-se em Imunologia, permanecendo na Escócia até 1975. Daí seguiu para os Estados Unidos – para o Instituto Sloan Kettering para a Investigação do Cancro (em Nova Iorque), a Faculdade de Medicina de Cornell (em Nova Iorque) e a Faculdade de Medicina de Harvard (em Cambridge, Boston).</div><div>A partir de 1978 começou a dedicar-se ao estudo de uma possível <strong>função do sistema imunitário na proteção da</strong> <strong>toxicidade do ferro</strong>. Este interesse conduziu-a a estudos do sistema imunitário em doentes com uma doença genética de sobrecarga de ferro – a <strong>hemocromatose hereditária</strong>, doença mais frequente no Norte de Portugal do que no resto do país. É esta linha de investigação que a traz ao Porto.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-23 20:39:44 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>biblioteca237</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em 1985, tornou-se professora catedrática de Imunologia no ICBAS (Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar). Também a partir de 1985, criou uma equipa de investigação na área da hemocromatose. </div><div>Foi a 16 de outubro de 2009, aos 70 anos, que se jubilou da atividade docente no ICBAS, dando a sua última aula, intitulada “Uma escola sem muros”.</div><div>Muito destacado por muita gente foi o contributo de Maria de Sousa para o desenvolvimento da ciência em Portugal graças à criação, em 1996, do Programa Graduado em Áreas da Biologia Básica e Aplicada (GABBA, na sigla em inglês) que já permitiu a centenas de investigadores fazerem o doutoramento.</div><div>Também se destaca o seu contributo para a implantação da avaliação externa e independente dos centros de investigação portugueses, que não existia na década de 1980 em Portugal, que deu origem à atual Fundação para a Ciência e a Tecnologia, a principal financiadora pública do sistema científico português.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-23 20:40:49 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>biblioteca237</author>
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         <description><![CDATA[<div>No <a href="https://www.publico.pt/2017/11/13/sociedade/noticia/maria-de-sousa-recebe-premio-pela-projeccao-de-portugal-no-mundo-na-area-da-ciencia-1792270">rol de distinções</a> e reconhecimento público incluem-se o Grande Prémio Bial de Medicina em 1995, o Prémio Estímulo à Excelência em 2004 e a Medalha de Ouro de Mérito Científico em 2009, ambos atribuídos pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior. Seguiram-se, por exemplo, o Prémio Universidade de Coimbra 2011 e o <a href="https://www.publico.pt/2017/05/26/ciencia/noticia/maria-de-sousa-e-premio-universidade-de-lisboa-2017-1773641">Prémio Universidade de Lisboa 2017</a>.</div><div>Ao mais alto nível, foi condecorada por três presidentes da República: em 1995, por Mário Soares, com o grau de grande-oficial da Ordem Infante D. Henrique; em 2012, por Aníbal Cavaco Silva, com o grau de grande-oficial da Ordem Militar de Sant’Iago da Espada; em 2016, por Marcelo Rebelo de Sousa, com a grã-cruz da Ordem Militar de Sant’Iago da Espada, insígnia destinada a distinguir o mérito literário, científico e artístico.</div><div>O Presidente da República destaca não só a carreira académica e científica “brilhante”, como também o “exemplo de cidadania” de Maria de Sousa. “Deixa um legado incontornável na ciência e um exemplo maior de rigor, de exigência e de compromisso cívico e cultural”, pelos quais o Presidente da República “gostaria de agradecer em nome de Portugal”.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-23 20:41:54 UTC</pubDate>
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         <author>biblioteca237</author>
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         <description><![CDATA[<div>A visão vasta do mundo de Maria de Sousa, que incluía a sociedade, a ciência e a arte, manifestou-se numa amplitude de interesses. Desde a música – estudou piano no conservatório nacional – até à poesia que escrevia. Do lado mais pessoal, a hematologista Graça Porto ressalta “a própria personalidade da professora Maria de Sousa”: “Ficará recordada como uma das maiores cientistas da sua geração. Sempre pôs a ciência à frente de uma vida de conforto pessoal. Nunca esteve preocupada com cargos ou títulos, mas a sua influência como líder acabava por ser inevitável, tal era o seu espírito visionário em todas as áreas – na ciência, no ensino e até nas relações pessoais.”</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-23 20:42:56 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>biblioteca237</author>
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         <description><![CDATA[<div>Era importante o lugar da cultura na sua vida. “Era uma apreciadora de música, de literatura e de artes em geral e era ela própria autora de extraordinários poemas e textos de reflexão. Nunca é de mais ler os textos de Maria de Sousa e refletir sobre eles. Mesmo as prosas são poesias. Esta maneira de se exprimir também se refletia na sua escrita científica”, considera Graça Porto<br><br></div><div>Em relação a livros científicos, tem dois – Lymphocyte Circulation (de 1981) e Iron in Immunity, Cancer and Inflammation (de 1989) – que correspondem, grosso modo, às suas grandes marcas científicas, a circulação dos linfócitos e o ferro. Quanto à poesia, publicou A Hora e a Circunstância (1988, Gradiva). Também em 1988, a Gradiva publicou a tradução portuguesa de um livro que tem Maria de Sousa como protagonista, Um Mundo Imaginado: Uma História de Descoberta Científica, da escritora e socióloga June Goodfield, que durante cinco anos acompanhou o dia-a-dia da vida de uma imunologista portuguesa nos Estados Unidos. Maria de Sousa não quis que o seu nome aparecesse na primeira edição e escolheu ela própria o pseudónimo Anna Brito, sendo a sua identidade revelada em edições posteriores. Em 2014, Maria de Sousa publicou Meu Dito Meu Escrito – De Ciência e Cientistas com um Monólogo da Caneta (Gradiva), com as suas intervenções públicas.<br><br></div><div>Adaptado de Firmino, Teresa - <em>Maria de Sousa (1939-2020), uma vida sem muros</em>, Jornal Público, 14 de abril de 2020, <a href="https://www.publico.pt/2020/04/14/ciencia/noticia/morreu-imunologista-maria-sousa-1912199">https://www.publico.pt/2020/04/14/ciencia/noticia/morreu-imunologista-maria-sousa-1912199</a> (consultado em 19-11-2020)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-23 20:44:26 UTC</pubDate>
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