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      <title>O meu padlet no Ensino e Aprendizagem em CSH (HGP) - Que ferramentas? by António Proença Cardoso</title>
      <link>https://padlet.com/antonio_cardoso/y5dastjv2jy2</link>
      <description>&quot;Aqueles que não conseguem lembrar o passado estão condenados a repeti-lo...&quot; (George Santayana)</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2016-11-24 00:20:13 UTC</pubDate>
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         <title>REFLEXÃO DA 1ª SESSÃO</title>
         <author>antonio_cardoso</author>
         <link>https://padlet.com/antonio_cardoso/y5dastjv2jy2/wish/139677992</link>
         <description><![CDATA[<div>O debate proposto pelo formador, aula tradicional versus aula inovadora e ensino por objetivos versus ensino por competências e agora por metas, não é novo e é até de certa forma, já gasto, por tantas as vezes ter sido abordado e discutido na formação de professores, nos manuais, na literatura científica e pedagógica da área, nas reuniões de professores... que muito pouco sobra para continuarmos.<br>Sabemos o que é a chamada aula tradicional, onde o professor tem lugar destacado e atrevo-me a afirmar, facilitado, no processo de ensino aprendizagem. Todavia perdemos na motivação do aprendiz, pois recorremos à exposição e apelamos à memorização.<br>Em contrapartida, na aula inovadora com a utilização de novas ferramentas o aluno é o centro do processo, participa nele, motiva-se, potencia o empenho e constrói o saber.<br>Não perdendo de vista que o inovador de ontem é hoje o ultrapassado, círculo infinito, tarefa inacabada, voltamos ao debate com novas/velhas premissas - ensino por objetivos versus ensino por competências. Já todos nós discutimos, pusemos em prática e implementámos em sala de aula, estes princípios que temos vindo a aludir e todos nós já por demais concluímos que partem de diferentes filosofias e de diferentes formas de se entender o processo de ensino aprendizagem, tal como pretendem chegar a diferentes finalidades. O primeiro com início nos anos sessenta, mas sobretudo nos anos oitenta e noventa desenvolve-se em objetivos gerais, específicos e comportamentais, trabalhados separadamente, preparam o aluno para um determinado perfil. É um ensino de certa forma reducionista.<br>O Outro, o ensino por competências, implementado a partir dos anos 2000, envolve situações de aprendizagem que exigem vários conhecimentos, que o aluno tem de mobilizar e agir sobre essas situações, é o chamado "saber em ação". É um ensino integracionista. Todavia mais complexo e nem sempre fácil de avaliar, requerendo mais tempo de preparação ao docente e mais tempo de utilização ao discente, para ser desenvolvido.<br>Não obstante e tal como no primeiro debate, penso que nem sempre o docente terá,&nbsp; de forma clara e explícita, a consciência total no decorrer em sala de aula, da sua utilização, pese embora a orientação, à partida, dos planos...&nbsp;<br>Considero também que não poucas as vezes, o docente utilizará na mesma aula, atividades que poderão ser consideradas de um e outro lado destas dualidades, sem que, no entanto, não tenha sido eficaz e contribuído indelevelmente para o sucesso do aluno.<br>Poderá parecer ambíguo e algo confuso, mas tal realidade esteve e está, de certa forma em uso, quando os programas foram criados para as competências e os planos perseguem metas/ objetivos... Andamos em círculo!? Não poderemos nós conciliar estas realidades?&nbsp;<br>Será a chamada Progressão de Aprendizagem, a nova abordagem pedagógica, que porá fim ao debate? A ver vamos... mas mais importante ainda permanece a "velha" questão da necessidade urgente da reinvenção do nosso modelo de educação que, pasme-se, tem cerca de 100 anos!</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-24 00:43:36 UTC</pubDate>
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         <title>PORTEFÓLIO DIGITAL DE HISTÓRIA - 2ª Sessão</title>
         <author>antonio_cardoso</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2017-01-21 16:43:04 UTC</pubDate>
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         <title>REFLEXÃO DA 3ª SESSÃO</title>
         <author>antonio_cardoso</author>
         <link>https://padlet.com/antonio_cardoso/y5dastjv2jy2/wish/152517210</link>
         <description><![CDATA[<div>Boas práticas - plataformas de manuais escolares (Aula Digital e Escola Virtual), um mundo de materiais e ferramentas a utilizar...<br><br>&nbsp;| <a href="http://www.leyaeducacao.com/">Aula Digital</a> | <a href="http://www.escolavirtual.pt/">Escola Virtual</a></div><div>&nbsp;</div><div>Pese embora a vertente comercial das duas grandes plataformas educativas de manuais escolares, dos dois grandes grupos, Leya Educação com a “Aula Digital” e Grupo Porto Editora com a “Escola Virtual”, a verdade é que estas páginas web disponibilizam a professores, alunos e encarregados de educação, um grande manancial de materiais pedagógico-didáticos capazes de transformar as ditas “aulas tradicionais” em autênticas aulas interativas e cheias de boas práticas, quer queira o docente e respetivos alunos, quer a escola disponibilize as condições necessárias para a sua implementação plena. As ferramentas e os materiais existem, haja vontade de ambas as partes e condições físicas para tal, que as boas práticas acontecem…<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Estas duas plataformas conseguiram concretizar, de há dois pares de anos para cá, uma completa revolução nos manuais escolares, não só na organização e estrutura do livro físico (papel/digital), desenvolvendo processos de pensamento para a construção do conhecimento, adequando-os às novas teorias de aprendizagem, mas também na disponibilização digital de grande quantidade de materiais na totalidade das disciplinas do ensino obrigatório, de variado tipo e formato para as boas práticas em sala de aula; que vão desde os vídeos, apresentações em PPT, extratos de filmes no YouTube, fichas de trabalho formativas ou de aprofundamento de temas, testes e tantos outros…<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Para além disso e em complemento, construíram e disponibilizam também, um conjunto de ferramentas digitais a utilizar por professores e suas turmas. É o caso da “Aula Digital” com a construção de testes a partir de questões por eles elaboradas ou do professor, a preparação e organização completa de aulas com sumários, tempo, atividades e materiais, avaliação, deles e/ou construída pelo professor, até à criação de salas virtuais. Caso também da “Escola Virtual” com a possibilidade de aceder a um grande grupo de disciplinas para além das que o professor leciona e repetivos materiais, à opção de adicionar ou remover livros das várias editoras, a adição das nossas turmas e interação com os repetivos alunos, a utilização de dicionários na “Infopédia” da língua e verbos portugueses, mas também do Inglês, Espanhol e Francês e até de passatempos de leitura e jogos com a possibilidade de se ganharem livros. Acrescente-se ainda a possibilidade de acesso, nesta plataforma, ao chamado “Sitio dos miúdos” onde existem artigos (“Complementaridade entre todos os recursos pedagógicos é a chave do sucesso educativo” <a href="http://www.escolavirtual.pt/sitiomiudos/artigos/artigo10">http://www.escolavirtual.pt/sitiomiudos/artigos/artigo10</a>), jogos, passatempos…, que podem ser aproveitados, também, em sala de aula.<br><br></div><div>É um mundo fantástico disponibilizado aos docentes, a inovar todos os anos, que pode, assim o queiramos… transformar as nossas "velhas" aulas, em boas práticas...</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-02-08 16:24:48 UTC</pubDate>
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         <title>APRENDIZAGEM COOPERATIVA - 4ª Sessão</title>
         <author>antonio_cardoso</author>
         <link>https://padlet.com/antonio_cardoso/y5dastjv2jy2/wish/154077905</link>
         <description><![CDATA[<div>Exemplo de uma boa prática de ensino/ aprendizagem colaborativa e cooperativa<br><br><strong>PROGRAMA </strong><strong><em>PROF2000</em></strong> <a href="http://www.prof2000.pt/"><figure class="attachment attachment-preview" data-trix-attachment="{&quot;contentType&quot;:&quot;image&quot;,&quot;height&quot;:106,&quot;url&quot;:&quot;null&quot;,&quot;width&quot;:129}" data-trix-content-type="image"><img src="null" height="106" width="129"><figcaption class="caption"></figcaption></figure><strong>Prof2000</strong></a>&nbsp;<br>Foi um programa fundamentalmente criado com serviços de suporte à formação de professores à distância e de apoio às TIC nas escolas.</div><div><strong>&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>BREVE CARACTERIZAÇÃO</strong></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>1. A quem se destinavam os serviços Prof2000</strong></div><div>A Escolas, Centros de Formação, Centros Novas Oportunidades, professores, projetos de escola e comunidade educativa em geral.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>2. Serviços disponibilizados às escolas</strong></div><div>Alojamento do portal/página de escola no domínio "prof2000.pt". Suporte para páginas ativas, asp e php.&nbsp; Acesso à área pessoal por FTP. Plataforma Moodle para gestão e administração pela escola. Listas de distribuição para departamentos e áreas disciplinares. Alojamento de páginas de projetos de escola. Serviços de correio eletrónico. Fóruns para apoio a serviços de escola. Serviço de convocatórias de reuniões. Outras soluções dinâmicas personalizadas.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>3. Serviços disponibilizados aos CNOs e CFAEs</strong></div><div>Alojamento do portal/página do Centro no domínio "prof2000.pt". Suporte para páginas ativas, asp e php;</div><div>Acesso à área do Centro por FTP. Uma plataforma Moodle, para gestão e administração pelo Centro. Acesso a plataformas Moodle e Prof2000 para formação em regime e-learning e b-learning. Acompanhamento e apoio à formação a distância.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>4. Serviços disponibilizados aos professores</strong></div><div>Conta de utilizador para gestão de uma área pessoal e alojamento de páginas e recursos educativos. Uma conta de correio eletrónico. Recursos educativos (de comunicação e partilha) para apoio à prática letiva.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>Partilha, Cooperação e Colaboração</strong></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Relativamente a este ponto, não podia deixar de referir este projeto/ programa, que muito me deleitou e do qual fiz parte com muito orgulho, embora ainda seja um associado. Foi um programa que nasceu em 1997 a partir do chamado “Trends”, resultante de uma parceria entre a desaparecida Portugal Telecom (Inovação) e o Ministério da Educação, através da Direção Regional de Educação do Centro. O seu <em>Portal</em> disponibilizava muitos serviços relacionados com a Internet e formação em TIC, às comunidades educativas, que vão desde os alunos aos professores, passando por pais e funcionários, incluindo ainda os projetos de escola.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Este programa chegou a ter algumas centenas de associados entre professores, Escolas e Centros de Formação, sobretudo da zona Centro, embora os houvesse em Setúbal, Lisboa e Porto. Deu formação a centenas, senão milhares de professores, colaborou com dezenas de Centros de Formação e mantinha um professor nas escolas associadas, o chamado “líder de escola”, sujeito a formação e “prestação de contas”, que divulgava o programa e suas valências e prestava apoio técnico à escola e respetivos professores.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Como se sabe, o Programa obteve muito sucesso e desapareceu, talvez no seu auge, porque a parceria que lhe deu origem (PT Inovação/DREC) desfez-se com o desaparecimento da PT. Tal pioneirismo e sucesso foi fundamentalmente conseguido através do trabalho cooperativo e colaborativo dos já referidos “líderes de escola”. Foi este trabalho cooperativo e colaborativo assente numa rede de comunicação entre todos (administradores, engenheiros de telecomunicações da PT e professores “líderes de escola”) que apoiou a divulgação das TIC nessas escolas junto dos professores e alunos, mas também a construção das redes, funcionamento dos computadores e sua ligação à rede da escola e desta à grande Rede. Esta equipa de algumas dezenas de “líderes de escola” e o seu trabalho cooperativo e colaborativo foi fundamental para as escolas quando começaram a entrar nestas as primeiras remessas de computadores (tal como hoje os conhecemos) e a necessidade de divulgar as suas potencialidades no processo de ensino aprendizagem, quer aos professores, quer aos alunos. As dificuldades surgidas, muitas e de variadíssima ordem, só foram ultrapassadas com a abnegação e dedicação, mas sobretudo com a cooperação entre os “líderes de escola”. Jamais se teria obtido esse sucesso sem a forte cooperação que nasceu entre os “líderes de escola” entre si e estes, com os responsáveis do Programa.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Naturalmente que a divulgação das TIC nas escolas, junto dos professores e alunos, foi um dos grandes vetores do trabalho dos “líderes”. Estes transferiram conhecimentos e práticas apoiando colegas que começavam a utilizar as TIC em sala de aula e implementaram práticas e projetos com as referidas TIC. Muita dessa utilização foi obtida através do trabalho cooperativo em sala de aula...<br><br><br></div><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-02-15 16:56:28 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A IMPORTÂNCIA DA HISTÓRIA LOCAL (PATRIMÓNIO) NO ENSINO E APRENDIZAGEM DA HISTÓRIA (HGP 2ºCEB)</title>
         <author>antonio_cardoso</author>
         <link>https://padlet.com/antonio_cardoso/y5dastjv2jy2/wish/155932314</link>
         <description><![CDATA[<div>REFLEXÃO DA <strong>5ª SESSÃO</strong></div><div><br><strong>A ANTA/ DÓLMEN DA CUNHA BAIXA – Breve reflexão e exemplo concreto<br></strong><br></div><div>1. A História Local / Património</div><div>Para a História e historiadores o tema que escolhi não é novo, mas nem por isso a discussão relativa ao papel que a História Local poderá desempenhar, pelo menos no ensino, estará terminada.&nbsp;</div><div>Nesta conformidade, questionemo-nos se a História Local está incorporada nos programas do ensino da História e Geografia de Portugal do 2ºCEB? E se ela poderá contribuir de forma relevante para potenciar o interesse e motivação dos alunos no estudo da História? Poderá também ela participar significativamente na formação da consciência cívica e na transmissão de valores e atitudes? Que papel lhe poderemos reservar na Escola de Hoje?</div><div>A noção que a História Local não é suficientemente importante para a História Nacional é redutora e foi-se alterando nas últimas décadas. Foi a História Local que abriu novos caminhos, novas conceções e até novos temas de pesquisa, e tem feito avançar inegavelmente o conhecimento histórico. Este interesse parte da perceção de que o local, na condição de objeto de estudo, oferece novas possibilidades de análise, quando confrontado com escalas espaciais mais amplas, como a nacional e quiçá com outras ainda mais abrangentes.</div><div>A História Local é a “história” que trata de assuntos relativos a um determinado local ou região. Apesar de estar relacionada inevitavelmente com a História Nacional e esta com outra mais global, caracteriza-se pela valorização do particular sendo ponto de partida para a formação de uma identidade local e regional, tornando-se objeto de investigação e fonte de produção de conhecimento sobre o passado desse local ou da região. Este é o campo de investigação que parte da situação presente para a reconstrução do passado, é uma história mais concreta, mais visível, de aproximação à vida quotidiana, mais perto portanto da comunidade local e do aluno. A construção de identidades pessoais e sociais está relacionada com a memória, já que tanto no plano individual quanto no coletivo, ela permite que cada geração estabeleça vínculos com as gerações anteriores. Deseja-se preservar o passado como um guia que sirva de orientação para enfrentar as dificuldades do presente e até as incertezas do futuro. É evidente que o ensino da História Local pode ser valorizado se o considerarmos como um ponto de partida para a aprendizagem da História, visto que aquela trabalha a realidade mais próxima, estabelecendo assim uma relação mais estreita entre educador e educando, sociedade e meio em que vivem os nossos alunos. O ensino e aprendizagem da História Local é como um espaço e um tempo de reflexão acerca da realidade social para a construção das identidades dos alunos e dos seus grupos de pertença. Possibilitando assim que se parta das histórias individuais e respetivos grupos, encaixando-as depois em contextos mais amplos e nacionais. Os alunos passariam a compreender melhor que as realidades históricas de um determinado lugar ou região e habitantes, não surgem isoladas, mas são parte de um processo histórico mais vasto, como o de um país e que a História Nacional é também feita de elementos da História Local. Naturalmente que é a partir desse local que o aluno começa a construir a sua identidade e a tornar-se membro ativo dessa comunidade.</div><div>O ensino da História Local não deve ser tratado apenas como um conteúdo a ser ensinado, mas deverá antes constituir-se numa estratégia pedagógica que trate metodologicamente os conteúdos a partir da realidade local.</div><div>É preciso romper com esta visão restritiva da História e dos programas e manuais já acabados e com todos os instrumentos prontinhos a serem utilizados. Experimente-se uma ruptura da visão globalizante da História, genérica e quiçá negadora das particularidades e especificidades do regional sem contudo nos desligarmos da História Nacional.&nbsp;</div><div>&nbsp;<br><br></div><div>2. Caso exemplificativo&nbsp;<br><br></div><div>Exemplifiquemos com um caso objetivo na História Local / Património de Mangualde, caso da Anta da Cunha Baixa, classificada aliás como monumento nacional. Poderíamos ter selecionado um outro monumento, designadamente os vestígios romanos da Quinta da Raposeira, o Românico através da Igreja Matriz de S. Julião, ou até o Palácio dos Condes de Anadia para as Invasões Francesas, enfim, modelos não faltam, a escolha foi meramente fortuita e exemplificativa.</div><div>Para o estudo do megalitismo da História Nacional - tema das primeiras Comunidades Agropastoris da Península Ibérica, manifestações religiosas e artísticas - presente nos programas do 2º CEB de História e Geografia de Portugal, poder-se-ia partir do estudo da anta no local, através de uma visita de estudo a este monumento funerário, antecedida de uma breve preparação aos alunos sobre o património que iriam observar e posteriormente a realização de um breve trabalho como por exemplo um desenho do monumento. Aproveitar-se-ia uma hora da aula seguinte para ligar a observação e explicação <em>in loco</em>, com as características do megalitismo através da observação e comentário de uma apresentação multimédia e eventualmente anotação esquematizada dessas informações e até da resolução de questões do manual, caso as houvesse.</div><div>Este simples exemplo mostra que a História Local pode integrar facilmente os programas curriculares, pelo menos do 2ºCEB, visto que estes recaem apenas na História Nacional e transformar-se numa estratégica pedagógica que aumente o interesse e a motivação do aluno para o estudo da História, desenvolvendo a consciência cívica, fortalecendo o sentimento de identidade local, a pertença a uma comunidade com um percurso espacial e temporal, a integração e intervenção na vidas da comunidade e a aquisição de valores e atitudes de defesa e valorização do património. Os conteúdos locais poderão ser significativos quer para professores e sobretudo para alunos, permitindo-lhes perceber que são parte integrante da História e não simples espetadores do ensino desta, e iniciar uma nova dinâmica, inovadora, no ensino e aprendizagem da "nossa" disciplina.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-02-24 00:22:31 UTC</pubDate>
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         <title>REFLEXÃO DA 6ª SESSÃO</title>
         <author>antonio_cardoso</author>
         <link>https://padlet.com/antonio_cardoso/y5dastjv2jy2/wish/161895175</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>A VISITA DE ESTUDO, </strong>tão tradicional e tão inovadora<br><br></div><div><strong>CONIMBRIGA</strong> – a visita de estudo tradicional <em>versus a</em> <a href="http://www.360portugal.com/Distritos.QTVR/Coimbra.VR/Conimbriga/">visita de estudo virtual</a> <br><br></div><div>Não é minha intenção proceder a uma reflexão aprofundada sobre a visita de estudo como estratégia pedagógica, mas tão só um breve comentário acerca deste recurso ao mesmo tempo tão antigo e tradicional, mas sempre tão atual e inovador, e agora com recurso às novas tecnologias, quer fora, quer dentro da sala de aula, através das visitas virtuais como preparação da visita ou até como complemento na elaboração de relatório das visitas tradicionais.</div><div>No enquadramento normativo escolar, a visita de estudo é considerada uma atividade letiva, embora diferente, pelo facto de ocorrer fora da sala de aula. Assim, como atividade curricular que é, terá de ser intencionalmente planeada, servindo objetivos concretos para desenvolver conteúdos e cuja operacionalização deverá estar prevista em regulamento. As visitas de estudo continuam a ser, apesar de todos os constrangimentos, uma das formas mais motivadoras e relevantes para os nossos alunos conhecerem e aprenderem a valorizar a sua História e a sua cultura. A visita de estudo continua a ser portanto um importante e interessante recurso pedagógico ao dispor do docente, no processo de ensino e aprendizagem. A observação <em>in loco</em> daquilo que aparece em fotografias e gravuras no manual, o contacto direto com o local, transporta os alunos, cuja capacidade de abstração é ainda insuficiente, apesar que de forma parcial, à época e ao ambiente que se pretende estudar, para além da aprendizagem da componente social e comportamental. Para além disso, a componente lúdica estimula e motiva os alunos, proporcionando maior empenhamento e interesse aos alunos. A aprendizagem e interiorização de valores e atitudes, tal como a interligação entre teoria e prática, e o carácter interdisciplinar, são características próprias deste tipo de atividade, impossíveis de replicar em sala de aula e fundamentais para a construção integral do aluno como pessoa.</div><div>Podemos distinguir dois tipos de visitas de estudo na sua forma tradicional, a visita guiada e a visita de descoberta. Na visita guiada a atividade é dinamizada pelo professor ou por um guia e deve ser organizada em pequenos grupos e de exposição curta, visto que se baseia na transmissão de conhecimentos e as explicações devem portanto ser breves e sintéticas. O seu caráter expositivo dá aos alunos um papel passivo, fazendo com que seja difícil mantê-los atentos e mobilizados para o que está a ser dito e mostrado. Mesmo que esta visita tenha sido apenas para ilustrar um tema já lecionado, este tipo de visita, do ponto de vista didático, tem resultados muito pobres, uma vez que ao aluno não é solicitada a sua participação. Contrariando esta tendência, a atenção do grupo da visita, pode ser estimulada através de perguntas, esclarecimentos e registos de apontamentos. Este tipo de exposição deve ser temporalmente curto e não conter informação a mais, de forma que não haja dispersão da atenção dos alunos. Quando se trata de uma visita de descoberta, os alunos têm um papel ativo, já que têm na sua posse um guião que os orienta, com fichas de informação, e são os próprios alunos que desenvolvem e exploram o local a visitar, o que implica necessariamente uma preparação mais rigorosa da visita pelo professor. Este tipo de visita, devido ao carácter ativo que o tem, é deveras motivadora. Aos professores é atribuído um papel de acompanhamento dos alunos embora estando sempre disponíveis para tirar dúvidas, dar esclarecimentos, fornecer informações complementares e colocar questões pertinentes, de forma que os alunos se sintam estimulados a observar e a registar tudo o que acharem interessante. Neste tipo de visitas, são favorecidos todos os tipos de comunicação entre os participantes, sejam eles alunos, professores, guias ou outros, bem como a interligação do trabalho ao aspecto lúdico de uma saída da escola. </div><div>Neste tipo de atividades alguns especialistas enunciam três grandes vantagens: Impacto positivo na memória a longo prazo; contribui para o desenvolvimento de competências pessoais e sociais e reforçam a articulação entre o domínio cognitivo e o afetivo. Dizem ainda que quando existe emoção ligada ao conhecimento, este consolida-se mais depressa e melhor.</div><div>A globalização da informação e o desenvolvimento constante das tecnologias proporcionam-nos uma viagem ao passado através de um simples clique. Também estas soluções inovadoras têm o intuito de levar os alunos à descoberta. Estas tecnologias parecem suprimir as limitações da aprendizagem confinadas à sala de aula, oferecendo acesso a materiais de ensino e de aprendizagem indiferentemente do local e do tempo. Elas permitem ampliar as fronteiras da escola e diluir as paredes da sala de aula. Surge o conceito de <em>Mobile Learning</em>; processo de aprendizagem associado aos dispositivos móveis e de todas as potencialidades disponíveis nestes dispositivos. Este conceito aproveita essas mesmas potencialidades aplicando-as em contexto de sala de aula. Atualmente, os jovens lidam diariamente com ferramentas tecnológicas que possibilitam o acesso a informações instantâneas do que sucede à escala global. A tecnologia está presente no seu quotidiano e assume as mais diversas formas. Especialistas afirmam que atualmente as tecnologias digitais influenciam os educandos antes, durante e depois da escola, através dos diversos dispositivos que rodeiam o dia-a-dia. Nesta conformidade, os estudantes, envoltos neste novo espaço social, chegam às escolas, com os seus dispositivos móveis e associados aos mesmos, uma bagagem surpreendente de habilidades, competências e novos conhecimentos. A evolução das tecnologias móveis está a permitir introduzir algumas mudanças no processo de ensino e na aprendizagem, através de experiências mediadas por dispositivos móveis, que se designam por <em>Mobile Learning</em> ou <em>m-learning</em>. A imersão tecnológica cada vez maior em espaço escolar, suscita novas competências pedagógicas por parte do professor, infraestruturas por parte da escola e novas estratégias de aprendizagem por parte dos alunos. A evolução da sociedade deu ao telemóvel uma importância que vai para além da comunicação típica entre as pessoas. Como seria de esperar este disseminou-se e também chegou à escola. Daí que se torna imperioso usar este meio de comunicação para fomentar/incrementar novas atividades que sejam motivantes e desafiadoras para os alunos.</div><div> </div><div>Para finalizar, apresentamos uma visita virtual a Conímbriga através da hiperligação à respetiva página web e em anexo um plano e respetivo relatório de uma visita tradicional ao mesmo local, a fim de as colocarmos, ou não, em confronto e/ou em complemento.</div><div><em>Visita Virtual:</em>(<a href="http://www.360portugal.com/Distritos.QTVR/Coimbra.VR/Conimbriga">http://www.360portugal.com/Distritos.QTVR/Coimbra.VR/Conimbriga</a>)</div><div>Plano de visita de estudo tradicional retirada do manual da Porto Editora “<a href="http://www.escolavirtual.pt/">HGP em Ação5</a>” anexos</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-03-22 16:59:34 UTC</pubDate>
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         <title>7ª SESSÃO</title>
         <author>antonio_cardoso</author>
         <link>https://padlet.com/antonio_cardoso/y5dastjv2jy2/wish/166777097</link>
         <description><![CDATA[<div>APRESENTAÇÃO DE APLICAÇÕES INFORMÁTICAS EM CONTEXTO EDUCATIVO</div><div>JCLIC E LA VOUIVRE<br>Nesta última sessão reservada para a apresentação do trabalho final, mostra de aplicações informáticas em contexto de sala de aula, selecionei duas aplicações, o JCLIC e LA VOUIVRE, uma francesa, a outra espanhola, ambas traduzidas para português, com manuais também em portugu</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-04-18 14:49:52 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>7ª SESSÃO</title>
         <author>antonio_cardoso</author>
         <link>https://padlet.com/antonio_cardoso/y5dastjv2jy2/wish/166786459</link>
         <description><![CDATA[<div>Apresentação de aplicações informáticas em contextos educativos<br><br><strong>JCLIC E LA VOUIVRE<br></strong><br>Na última sessão selecionei para apresentação duas aplicações educativas, "JClic" e "La Vouivre", a primeira espanhola, a outra francesa, ambas "open source", traduzidas e com manuais em português.<br>O "JClic" é uma aplicação simples e fácil de utilizar que constrói uma estrutura com diferentes jogos. Depois de construído o jogo pode gerar-se um executável para a Internet ou utilização em qualquer computador, ou gravar-se no formato de origem para se alterar ou continuar-se a desenvolver.<br>O "La Vouivre", ou jogo da glória, é outra aplicação muito simples, cujo jogo é sobejamente conhecido. A sua interface ou tabuleiro, pode-se alterar e até construir-se um personalizado.<br>Após a construção de um conjunto de questões, o docente pode gravar em formato de origem para mais tarde o alterar ou continuar, ou pode gerar um executável para utilização na Internet ou noutro computador.<br>Depois de uma primeira utilização e familiarização do programa, o docente pode, muito fácil e rapidamente, criar jogos com dezenas de questões para, até quatro jogadores.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-04-18 15:15:18 UTC</pubDate>
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