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      <title>ATUAÇÃO DAS(OS) PSICÓLOGAS(OS) EM QUESTÕES RELATIVAS A TERRA by NATALIA BRITO</title>
      <link>https://padlet.com/nataliabrito084/y53p9lj5qcph7psj</link>
      <description>Avicenan Jennings, Camila Gibson, Dainara Melo, Daniel Medeiros, Natália Brito, Theo Alexandria</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-08-27 19:04:08 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-10-17 15:54:52 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Uma introdução:  Por que a Psicologia é convocada a esse campo?</title>
         <author>nataliabrito084</author>
         <link>https://padlet.com/nataliabrito084/y53p9lj5qcph7psj/wish/1701347034</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; A história do Brasil é marcada pela concentração de terras por parte dos grandes latifundiários, os quais mantiveram esse poder e essas propriedades por operarem grandes violências e silenciamentos. O termo “rural” tem sido atribuído a essa realidade cruelmente desigual - representada hodiernamente pelo agronegócio - a qual é responsável por reservar ao trabalhador rural um local de iletramento, pobreza e, principalmente, negligência. Por isso, imprime-se nesse caso o desafio de transformar conceitualmente o termo “rural”, reconhecendo essa estigmatização limitante e problematizando a desigualdade e a concertação de terras. Tal problematização deve ser protagonizada pelos próprios trabalhadores e concretizada em lutas efetivas dos movimentos sociais, proporcionando novos significados e configurações do “rural” em práticas concretas.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Em tal contexto, a Psicologia é convocada a cuidar do trabalhador submetido a condições insalubres de trabalho, sem a garantia de direitos nem de salários dignos, contando ainda com o adoecimento mental agravado pelo contato com agrotóxicos e o desenvolvimento de distúrbios psíquicos, como o quadro depressivo. Mas, para além dessas condições particulares que devem ser assistidas, as ciências psi, a fim de serem eticamente responsáveis, devem abranger a sua atuação também para a modificação da realidade causadora de tantos sofrimentos.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-27 19:12:36 UTC</pubDate>
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         <title>Aspectos históricos: Como a Psicologia entra nessa área?</title>
         <author>nataliabrito084</author>
         <link>https://padlet.com/nataliabrito084/y53p9lj5qcph7psj/wish/1707848294</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><ul><li><strong>Postura acrítica e opressora</strong> (antes do contato com movimentos sociais): legitimação científica do eugenismo e higienismo → justificar o desajuste de certos grupos sociais<ul><li>Exemplo nas questões da terra = ajudar a retirar credibilidade da guerra de Canudos sob a premissa de seus participantes serem degenerados&nbsp;</li></ul></li><li><strong>Postura crítica e autônoma:</strong> início em 1960 - encontro da Psicologia Social Comunitária e da Educação Popular com os Movimentos Sociais de Luta pela Terra&nbsp;<ul><li>Contexto: criação das Ligas Camponeses; fortalecimento do debate sobre a Reforma Agrária; trabalho de alfabetização de Paulo Freire → porém: interrupção devido ao golpe militar de 1964</li><li>A partir da década de 60 (o que se fortalece em 70, 80, 90…) → Psicologia mais próxima da população e mais comprometida com a vida das classes mais baixas - práticas psi ganham significação de mobilização e transformação social&nbsp;<ul><li>exemplo: ação integrada com outros profissionais na educação popular e conscientização da população</li></ul></li><li>A atuação e as pesquisas da Psicologia ganham força à medida que os movimentos sociais de luta pela terra são tonificados e consolidados&nbsp;<ul><li>Referências teóricas para um fazer crítico, historicizado e não naturalizante das relações sociais são cruciais nesse momento. Podemos citar:<ul><li>Martín-Baró (Psicología Libertadora), Maritza Montero, Lane e Sawaia na Psicologia;</li><li>Orlando Fals Borda (metodologia da Investigação-Ação Participante);&nbsp;</li><li>Paulo Freire (proposta de alfabetização conscientizadora);</li><li>Frantz Fanon.&nbsp;</li></ul></li></ul></li></ul></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-31 18:47:24 UTC</pubDate>
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         <title>Pesquisas, temas e demandas: O que sabemos? </title>
         <author>nataliabrito084</author>
         <link>https://padlet.com/nataliabrito084/y53p9lj5qcph7psj/wish/1707998705</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Pesquisas nesta área referem-se bastante ao rural, mas a minoria trata da questão da luta pela terra (MST, acampamento, assentamento)</li><li>Até 2013, foram encontrados 58 estudos sobre a relação entre Psicologia e os assuntos rurais, os principais temas foram:<ul><li>A produção da subjetividade na luta pela terra;</li><li>Os desafios e as dificuldades do trabalho cooperado;</li><li>A dor e o sofrimento dos trabalhadores rurais;</li><li>Estudos etários comparativos entre população urbana e rural;</li><li>Socialização, desenvolvimento e educação infantil;</li><li>A representação social dos estudantes em relação ao rural e o papel da extensão universitária.</li></ul></li><li>Quanto ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, os principais temas envolvem aos motivos que levam os sujeitos a aderirem ao movimento, a produção de subjetividade e questões internas a ele, bem como a afetação dos sujeitos externos ao MST (como polícia militar, agrônomos e técnicos agropecuários e a imprensa)</li><li>A questão da terra também está profundamente atrelada aos povos indígenas e a luta pela demarcação do território deles. Nesse sentido, foram encontrados 49 produções acadêmicas acerca da interseção entre a temática e a Psicologia, nas categorias:<ul><li>Sujeito (25 etnias diferentes)</li><li>Assunto (a questão dos mitos e da mitologia, as brincadeiras infantis, a saúde, a religião, o suicídio, a AIDS, os gêneros e as relações familiares)</li><li>Conceitos (identidade, cultura, memória, aspectos intergrupais, etc)</li></ul></li><li>Quanto à vivência nos assentamentos e acampamentos rurais, questões interessantíssimas já foram pesquisadas, como:<ul><li>a questão de gênero;&nbsp;</li><li>a invisibilidade da problemática rural;&nbsp;</li><li>a formação da consciência política dos trabalhadores;&nbsp;</li><li>a discussão sobre as tensões e desafios dos movimentos sociais;&nbsp;</li><li>as experiências e desafios da coletivização e do cooperativismo;&nbsp;</li><li>a relação com grupos externos e a produção da subjetividade na luta pela terra.</li></ul></li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-31 20:15:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Afinal, qual é a chave para atuação da Psicologia nas questões da terra?  </title>
         <author>nataliabrito084</author>
         <link>https://padlet.com/nataliabrito084/y53p9lj5qcph7psj/wish/1708061462</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Não se pode negar a complexidade no que diz respeito às questões da terra, as quais abrangem injustiças, silenciamentos, desigualdades e colonizações. O sujeito inserido nesse contexto é transpassado por questões macrossociais e estruturais, bem como por afetações das mais particulares. Sendo assim, para atuar nesse campo, o psicólogo deve ter uma compreensão histórica e dialética entre o objetivo (políticas públicas, condições de trabalho, cooperação, historicidade, modos de produção) e o subjetivo (crenças e valores, identidade, saberes, sentimentos, emoções) e buscar entender tanto a conjuntura macro, quanto o impacto desta na singularidade de cada pessoa, a partir de um olhar teórico que entende o sujeito como produto, mas também produtor da história.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Por isso, a Psicologia não pode deixar de agir nos movimentos sociais e nas contestações coletivas a esse contexto social, articulada com as próprias comunidades inseridas nessa realidade. Esse âmbito não se propõe a ser uma nova área separada das demais, mas a usar os conhecimentos psicológicos - como Psicologia Sócio-Histórica, dos Movimentos Sociais, Comunitária, Política, Análise Institucional e Esquizoanálise - no intuito de produzir intervenções que neguem a desigualdade e a injustiça, e ajude, de forma ético-política, a produzir transformações nas questões dos trabalhadores rurais e dos indígenas na sua relação com a terra.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-31 21:00:52 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Música: Funeral de um lavrador - Chico Buarque</title>
         <author>nataliabrito084</author>
         <link>https://padlet.com/nataliabrito084/y53p9lj5qcph7psj/wish/1708080443</link>
         <description><![CDATA[<div>Essa música, de Chico Buarque, retrata um pouco dos sofrimentos subjetivos produzidos no trabalhador rural inserido no contexto que está sendo discutido. Diante da realidade de concentração de terras que vive o Brasil, o eu-lírico declara que, apenas após morrer, pôde ter uma terra para chamar de sua, denominando a sua cova de “a parte que me cabe deste latifúndio”. Esse mesmo local, o lavrador afirma ser “a terra que queria ver dividida”, apontando para o desejo da realização de uma reforma agrária no país, a qual enfrenta grandes entraves. Por fim, pode-se ainda notar as condições precárias que vive um trabalhador rural, com baixos salários que não permitem uma alimentação digna, o que se pode ver, na canção, em “É uma cova grande para tua carne pouca” e “É uma cova grande para teu defunto parco”.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://open.spotify.com/track/0BqrxdNuiFLTXRJ4br1EOh" />
         <pubDate>2021-08-31 21:17:38 UTC</pubDate>
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         <title>Documentário: Cabra Marcado para Morrer (1964-1984)</title>
         <author>nataliabrito084</author>
         <link>https://padlet.com/nataliabrito084/y53p9lj5qcph7psj/wish/1710155171</link>
         <description><![CDATA[<div>O documentário, dirigido por Eduardo Coutinho, conta a história de Pedro Teixeira, líder da Liga Camponesa de Sapé (PB) e assassinado por ordem latinfundiários. A produção começa a ser feita em 1964, mas é logo interrompida pelo contexto da Ditadura Militar, e é retomada apenas em 1981. Nesse sentido, o documentário retrata bem a subjetividade dos trabalhadores rurais em luta pela terra, bem como a repressão ferrenha que sofriam os integrantes desses movimentos sociais.&nbsp; <br><br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=VxzgLPyLIf4">Link do documentário na íntegra</a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=VW-q2ZYDE9k" />
         <pubDate>2021-09-01 15:07:37 UTC</pubDate>
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         <title>Livro: Morte e Vida Severina - João Cabral de Melo Neto</title>
         <author>nataliabrito084</author>
         <link>https://padlet.com/nataliabrito084/y53p9lj5qcph7psj/wish/1710224707</link>
         <description><![CDATA[<blockquote>"E se somos Severinos<br>iguais em tudo na vida,&nbsp;<br>morremos de morte igual,&nbsp;<br>mesma morte severina:&nbsp;<br>que é a morte que se morre&nbsp;<br>de velhice antes dos trinta,&nbsp;<br>de emboscada antes dos vinte,&nbsp;<br>de fome um pouco por dia"</blockquote><div><br>Esse espetacular poema de João Cabral de Melo Neto conta a história do sertanejo pernambucano Severino, que, diante de todas as dificuldades enfrentadas no âmbito rural, segue um destino comum: buscar uma vida melhor na cidade grande, Recife. Em seu êxodo, Severino se depara com a morte de diversas formas diferentes, o que retrata uma vivência de grandes sofrimentos no meio rural. Com um final magnífico, Morte e Vida Severina retrata a vida severina de tantos trabalhadores do campo que, diante de uma dura realidade de seca e concentração de terras, buscam algum tipo de esperança.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-01 15:34:38 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Desafios e limites na atuação do profissional </title>
         <author>dainaramelo700</author>
         <link>https://padlet.com/nataliabrito084/y53p9lj5qcph7psj/wish/1711266009</link>
         <description><![CDATA[<div>Ainda que a atuação da psicologia no contexto rural sirva como ferramenta para a compreensão mais profunda das vastas culturas que compreendem as comunidades interioranas brasileiras, a realidade que se apresenta perante a tentativa de abranger essas subjetividades é carregada de percalços. Outrossim, a importância de superar barreiras impostas por contendas de uma política colonizadora e coronelista, uma sociedade centrada na urbanização, edificada pela desigualdade social e epistêmica que silencia essas comunidades supramencionadas, ultrapassa tais adversidades devido o compromisso de estabelecer um diálogo que construa pontes entre as distâncias subjetivas e geográficas.&nbsp;</div><div>Sendo assim, com base na atuação da psicologia para a contribuição na construção de conhecimentos relativos a realidade dos povos indígenas, quilombolas, povos e comunidades tradicionais do interior do brasil, é imprescindível apontar os desafios da produção de pesquisa, que resultam em saberes a serem utilizados para o embasamento de políticas públicas que possam contribuir na melhoria da realidade dessas comunidades e indivíduos. &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-02 01:10:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Cordel: Nordestino sim, Nordestinado não - Patativa do Assaré</title>
         <author>dainaramelo700</author>
         <link>https://padlet.com/nataliabrito084/y53p9lj5qcph7psj/wish/1711458718</link>
         <description><![CDATA[<blockquote>“Mas não é o Pai Celeste<br>Que faz sair do Nordeste<br>Legiões de retirantes<br>Os grandes martírios seus<br>Não é permissão de Deus<br>É culpa dos governantes<br><br>Já sabemos muito bem<br>De onde nasce e de onde vem<br>A raiz do grande mal<br>Vem da situação crítica<br>Desigualdade política<br>Econômica e social”</blockquote><div><br>A psicologia oferece, para as discussões relativas à luta por direitos e pela emancipação dos povos do campo, um reforço e aliança que possa contribuir nessa batalha que ocorre há centenas de anos aqui no Brasil.&nbsp;</div><div>É justamente sobre essa guerra e desbalanceamento de poderes sobre a terra e a condição de viver que Patativa do Assaré narra no cordel “<strong>Nordestino sim, Nordestinado não”. </strong>O poeta denuncia o sofrimento causado pelo abandono e descaso do Estado para com os povos do campo, culpabilizando os “ingratos da terra” pela opressão e negação de direitos que causa a miséria que os aflige. <br><br><mark><sup>O cordel completo se encontra no pdf.<br></sup></mark><a href="https://www.youtube.com/watch?v=zReqMykFbs8"><mark><sup>Link para o cordel cantado por Patativa do Assaré</sup></mark></a><mark><sup>.&nbsp;</sup></mark></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-02 02:17:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Entrevista com Amanda Moura, da etnia Huni Kuin e Coordenadora Geral do DCE-UFRN, sobre questões de saúde envolvendo as populações indígenas e o direito ao território.</title>
         <author>theoalexandria098</author>
         <link>https://padlet.com/nataliabrito084/y53p9lj5qcph7psj/wish/1713657395</link>
         <description><![CDATA[<div>A entrevista tem por finalidade trazer um relato pessoal de Amanda Moura acerca das questões tão candentes envolvendo os Povos Originários e seu&nbsp;devido direito ao território. Sendo assim, Amanda discorre tanto sobre questões pessoais, testemunhos e vivências, quanto faz, com base nos seus estudos no curso de Ecologia e sua militância pela demarcação,&nbsp; avaliações de como as situações vividas se relacionam com a necessidade de ter compromissos ético-políticos para garantir a saúde mental e física de tais povos.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-02 20:32:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>theoalexandria098</author>
         <link>https://padlet.com/nataliabrito084/y53p9lj5qcph7psj/wish/1713768455</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><strong>Abordagem Metodológica Qualitativa</strong></li></ul><div><br></div><div>Dentre as pesquisas realizadas pela Psicologia acerca das questões relativas à terra, tem-se o artigo <strong>"Subjetividade em movimento: o MST no Rio Grande do Norte"</strong><em>,</em> de Jáder Ferreira Leite e Magda Diniz Bezerra Dimenstein. Esse trabalho propõe discorrer sobre a construção de subjetividades dentro das territorialidades dos trabalhadores sem-terra do MST, em específico, no acampamento Garavelo II, localizado na região agreste do Rio Grande do Norte, com 16 famílias habitantes da área, a partir de entrevistas semi-estruturadas e observações cotidianas dos trabalhadores acampados.&nbsp;</div><div>Na referida pesquisa, é interessante destacar que o conceito de território, influenciado pela perspectiva teórica de Deleuze e Guattari, não se limita na dimensão física ou geográfica, ele contempla as ações, relações e sistemas relacionados ao sujeito, é um movimento de desterritorialização e reterritorialização constante.&nbsp; Nesse sentido, dentro dos territórios do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) foi possível observar modos de subjetivação próprios dessa realidade, como uma produção de coletividade na qual as subjetividades dos trabalhadores são confrontadas com elementos de diferentes ordens dentro do acampamento, uma vez que a conquista dos espaços permite a remodelação de vivências antigas, a exemplo das relações entre homens e mulheres, que são fortemente analisadas pelos pesquisadores. Nota-se, portanto, um esforço coletivo dentro do MST na busca pela emancipação da condição miserável de vida dos trabalhadores rurais, os quais precisam manter a harmonia a fim de obter essa forma de resistência e transformação das forças sociais em contraponto aos avanços do capital no campo.<br><br><a href="https://www.scielo.br/j/psoc/a/WnH4wXQqcW3csx9mdHc9zSG/?lang=pt&amp;format=pdf">Link para acessar o artigo</a></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-02 22:15:14 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>dainaramelo700</author>
         <link>https://padlet.com/nataliabrito084/y53p9lj5qcph7psj/wish/1714081500</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-09-03 01:15:43 UTC</pubDate>
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         <title>Contextualizando o profissional da área</title>
         <author>nataliabrito084</author>
         <link>https://padlet.com/nataliabrito084/y53p9lj5qcph7psj/wish/1714083823</link>
         <description><![CDATA[<div>O trabalho do psicólogo no contexto das ruralidades e questões referentes à terra se trata de uma importante tarefa para avançar a área como ciência e profissão, contribuindo para a transformação social, assumindo um compromisso com setores marginalizados historicamente e socialmente, submetidos à invisibilidade social no país. Portanto, a seguir estão alguns elementos, com base nas referências técnicas da crepop, julgados necessários para contextualizar a atuação das(os) psicólogas(os) nas questões da terra:</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-03 01:16:33 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>dainaramelo700</author>
         <link>https://padlet.com/nataliabrito084/y53p9lj5qcph7psj/wish/1714097099</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-09-03 01:21:22 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>dainaramelo700</author>
         <link>https://padlet.com/nataliabrito084/y53p9lj5qcph7psj/wish/1714104670</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title></title>
         <author>nataliabrito084</author>
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         <description><![CDATA[<div>- Conhecer o processo histórico, social e político do Brasil relacionado ao conjunto de lutas sociais travadas em torno da democratização da terra. Visto que ainda hoje o país se encontra com um modelo concentracionista e conservador de distribuição de terras, que tem um forte impacto para a produção da subsistência de milhões de trabalhadores e trabalhadoras rurais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-03 01:24:10 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nataliabrito084</author>
         <link>https://padlet.com/nataliabrito084/y53p9lj5qcph7psj/wish/1714111712</link>
         <description><![CDATA[<div>- Reconhecer a diversidade regional, cultural, social e econômica dos modos de relação com a terra dos trabalhadores e trabalhadoras rurais (assentados da reforma agrária, quilombolas, populações ribeirinhas, indígenas, trabalhadores sem-terra, quebradeiras de coco, etc.). A relação com a terra imprime dinâmicas específicas nos modos de vida, bem como aponta as particularidades nas demandas por políticas públicas, além de evidenciar a necessidade de considerar a construção histórica das subjetividades.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-03 01:26:29 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>dainaramelo700</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-09-03 01:26:51 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nataliabrito084</author>
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         <description><![CDATA[<div>- Realizar um movimento de entrada e de debate, por parte dos profissionais de Psicologia, no campo das políticas públicas relativas às questões da terra, a exemplo da reforma agrária e da assistência técnica e extensão rural.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-03 01:27:15 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nataliabrito084</author>
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         <description><![CDATA[<div>- Atuar de modo inter e multidisciplinar num diálogo aberto com outros campos do conhecimento, tais como as Ciências Agrárias, Sociologia e Antropologia, Educação, Direitos Humanos, mas também com os saberes populares e da tradição, necessários para uma maior compreensão do meio rural.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-03 01:27:46 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nataliabrito084</author>
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         <description><![CDATA[<div>- Investir numa atuação generalista dos psicólogos, visto que o conjunto de demandas que se voltarão para ele será de natureza bastante heterogênea. Vasquez (2009) destaca que o trabalho com comunidades do campo se insere num território cuja população está adscrita, daí a existência de níveis de complexidade dessas demandas, bem como sua diversidade (demandas no campo da saúde, educação, organização social das famílias, gestão da produção, cultura, lazer, arte, etc.).</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-03 01:28:36 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nataliabrito084</author>
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         <description><![CDATA[<div>- Pautar a atuação profissional nos marcos legais e éticos que regem a profissão de Psicologia e, assim, garantir a contribuição do saber psicológico nesse campo de atuação de modo qualificado.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-03 01:29:21 UTC</pubDate>
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         <title>Foto do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra, por Sebastião Salgado.</title>
         <author>theoalexandria098</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-09-03 01:29:43 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>dainaramelo700</author>
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         <description><![CDATA[<div>Acerca das dificuldades de acesso aos serviços de assistência a saúde mental:&nbsp;</div><div><br></div><blockquote><sup>“Embora tenhamos um sistema de saúde universal e público, um dos grandes desafios é fazer com que suas ações se efetivem em todo o território nacional, em espaços de difícil acesso, onde as condições de infraestrutura (estradas, transporte, postos de saúde) impedem uma oferta qualificada dos serviços. Os habitantes das zonas rurais têm sofrido com a ausência das políticas de saúde em seu cotidiano, especialmente se considerarmos a atenção primária e saúde mental. [...] É inegável o crescimento da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), especificamente de CAPS em todo o país. Contudo, a realidade da atenção em saúde mental no campo ainda se configura como um problema, principalmente para os moradores de comunidades rurais. O acesso aos serviços é extremamente difícil, bem como a dinâmica organizacional dos mesmos não facilita a participação desses moradores na rede de atenção psicossocial.” (Victor et al., 2012, p. 269)</sup></blockquote><div><br></div><div><sup>Para acessar o artigo na íntegra:</sup><a href="http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1679-44272012000200008"><mark><sup> O cuidado em saúde mental em zonas rurais</sup></mark></a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-03 01:41:45 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>dainaramelo700</author>
         <link>https://padlet.com/nataliabrito084/y53p9lj5qcph7psj/wish/1714158008</link>
         <description><![CDATA[<div>Sobre percepções pré-concebidas e generalistas de alunos da psicologia acerca de comunidades interioranas:<br><br></div><blockquote><sup>“Ao ingressarem num curso superior, os estudantes trazem consigo sua história e refletem o contexto social onde viveram. Nesse sentido, os dados refletem parte da percepção social do campo na sociedade brasileira. Assim, outros fatores extrínsecos à formação acadêmica, como a mídia, religião, ambiente familiar, momento político e econômico do país devem ser considerados reforçadores de uma visão depreciativa do meio rural e de seus habitantes. Os resultados apontam ainda para a necessidade de estudos que aprofundem a discussão do papel do professor universitário como formador de atitudes e (des)construção de percepções dos alunos. Há que se considerar o espaço acadêmico como um local favorável à modificação de percepções, visando uma formação mais ampla, democrática e comprometida socialmente.” (Martins et al., 2021, p. 95)</sup></blockquote><div><br><sup>Para acessar o artigo na íntegra: </sup><a href="http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S2177-20612010000100008"><mark><sup>A formação em Psicologia e a percepção do meio rural: um debate necessário</sup></mark></a></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-03 01:42:25 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>dainaramelo700</author>
         <link>https://padlet.com/nataliabrito084/y53p9lj5qcph7psj/wish/1714159748</link>
         <description><![CDATA[<div>Quanto aos desafios e limitações, pode-se apontar:&nbsp;</div><div><br></div><blockquote><sup>“No que se refere aos desafios mais marcadamente metodológicos, destacamos a limitação de algumas estratégias e ferramentas para se adequar à realidade dos participantes da pesquisa.[...] Por tratar-se de uma realidade social marcada por baixos níveis de escolaridade e alto nível de analfabetismo, mas também por uma diversidade sociocultural, tivemos que adaptar as perguntas a uma linguagem mais coloquial e regional para que os assentados entendessem e pudessem responder satisfatoriamente. [...] Enfrentamos dificuldades, sobretudo nos primeiros assentamentos, quando as entrevistas e as conversas saíram truncadas, desencontradas, devido à dificuldade de os assentados nos entender, assim como a nossa, de nos fazer entender. [...] A configuração espaço-territorial dos assentamentos pesquisados também emergiu como importante desafio na pesquisa. Em geral estão muito distantes da capital e do município-sede, com acesso precário. Outra particularidade foi a dificuldade de deslocamento entre as casas devido à distância entre elas.” (Dantas et al., 2018, p. 7-8 )</sup></blockquote><div><br></div><div><sup>Para acessar o artigo completo: </sup><a href="https://doi.org/10.1590/1807-0310/2018v30165477"><mark><sup>A pesquisa em contextos rurais: desafios éticos e metodológicos para a psicologia.</sup></mark></a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-03 01:43:06 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nataliabrito084</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><strong>Abordagem Metodológica Quantitativa</strong></li></ul><div><br></div><div>	Uma das outras possíveis formas de se obter juízos acerca de uma realidade pode ser a abordagem metodológica quantitativa, a qual se propõe a verificar uma hipótese mediante o mapeamento de um campo amostral. Sendo assim, tal método auxilia formalizações de determinadas realidades; tais dados podem ser utilizados, também, concomitantemente aos demais dados qualitativos colhidos, formulando uma síntese pertinente para investigar o objeto que está sendo pesquisado.&nbsp;</div><div>	Concernente às questões do Território, podemos observar uma aplicabilidade das inúmeras formas de investigação quantitativa no artigo <strong>“Condições de vida, gênero e saúde mental entre trabalhadoras assentadas”,</strong> de Maria da Graça Silveira da Costa, Magda Diniz Bezerra Dimenstein e Jáder Ferreira Leite. Ao abordar as questões metodológicas no escrito citado, os autores explicitam um dos possíveis métodos quantitativos de uma pesquisa que, no caso do artigo, fora o de <em>Self-Reporting Questionnaire</em> (SRQ-20), método participativo para averiguar as condições gerais de vida, moradia, saúde e perfil socioeconômico das famílias do assentamento estudado. Com efeito, conseguiram mapear 43 das 61 famílias do assentamento para, assim, determinar as reais condições humanas do território.</div><div>	Logo, os ajuizamentos são favorecidos por uma análise dos dados quantitativos recolhidos, sendo indispensável a avaliação de tais dados para a confirmação ou descarte de uma hipótese acerca dos territórios estudados. No caso do artigo supracitado, podemos ver que o mapeamento utilizado reforça uma conclusão de que, das 55 mulheres entrevistadas, 24 delas apresentavam indicativos de Transtornos Mentais Comuns (TMC), aquiescendo uma conclusão de que as vulnerabilidade socioeconômicas relatadas no SQR-20 são fatores que aumentam os indicativos de TMC.<br><br><a href="https://www.scielo.br/j/epsic/a/qKQ4yVyYYX9kqf7f3LDqWKD/?lang=pt">Link para acessar o artigo</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-03 01:43:41 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Indígena da etnia Korubo empunhado uma borduna, fotografado por Sebastião Salgado.</title>
         <author>theoalexandria098</author>
         <link>https://padlet.com/nataliabrito084/y53p9lj5qcph7psj/wish/1714212319</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-09-03 02:01:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Documentário: Guerras do Brasil, episódio 1</title>
         <author>danielmedeiros065</author>
         <link>https://padlet.com/nataliabrito084/y53p9lj5qcph7psj/wish/1714258786</link>
         <description><![CDATA[<div>A série documental <strong>Guerras do Brasil.Doc&nbsp; </strong>apresenta<strong> </strong>os fatos e as diferentes visões dos principais conflitos armados da história do país. Em seu primeiro episódio, é possível observar que as problemáticas relativas às questões territoriais dos povos originários do Brasil começa com a colonização portuguesa e, infelizmente, está longe de ter fim. Seguindo essa lógica, o Projeto de Lei 490 (PL 490), o qual tramita no Congresso desde 2007 e que busca alterar a forma como as terras indígenas são demarcadas, é uma demonstração da infindável disputa dos indígenas pelos seus direitos à terra. Há, nesse sentido, um verdadeiro genocídio aos legítimos donos da terra brasileira, uma vez que as subjetividades e a vida desses povos está ligada intrinsecamente aos seus territórios.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-03 02:17:52 UTC</pubDate>
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