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      <title>Meu padlet fabuloso by </title>
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      <description>Criado com a melhor das intenções</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-09-24 22:17:36 UTC</pubDate>
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         <title>Literatura de Cordel no Rio Grande do Norte.</title>
         <author>anapaulauzl26</author>
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         <description><![CDATA[<div>Poesia apresentada em pequenos folhetos, abordando autos, histórias e historietas contadas e cantadas. A literatura de cordel abrange ainda pequenas novelas, contos fantásticos, moralizantes ou de fundo vagamente histórico, de maneira a agradar o gosto popular. Impressos em papel jornal, apresentando na capa xilogravura em conotação com o tema. Os temas da literatura de cordel são variados e na maioria das vezes estão relacionados à divulgação de histórias tradicionais, narrativas de épocas passadas que a memória popular conservou e transmitiu. Essas narrativas enquadram-se na categoria de romances de cavalaria, amor, guerras, viagens ou conquistas marítimas e também relatos de fatos do cotidiano. Os versos que mais impressionam a imaginação.<br><br></div><div>popular são sobre heróis, os romances trágicos, épicos e heroicos, os acontecimentos do dia a dia, com a presença de seres e situações mágicas, e a descrição de fatos sociais recentes que prendem a atenção do povo.<br><br></div><div> <br><br></div><div>No Rio Grande do Norte, ainda temos alguns cordelistas em atividade, como Antônio Francisco (Mossoró), Chagas Ramalho (Macaíba), Chico Pequeno (Natal), Chico Traíra (Açu), João Gomes Sobrinho, conhecido como Xexéu (Santo Antônio), Severino Ferreira (Touros) e outros.<br><br></div><div> <br><br></div><div>(…) Nas noites que o sono foge,<br><br></div><div>A minha mente descansa,<br><br></div><div>Debruçada sobre as páginas<br><br></div><div>Do caderno da lembrança<br><br></div><div>Recapitulando as cenas<br><br></div><div>Do meu filme de criança.<br><br></div><div>Logo na primeira cena<br><br></div><div>Vejo nosso casarão<br><br></div><div>Com quatro silos na sala<br><br></div><div>Cheios de milho e feijão<br><br></div><div>E em um quarto pegado a casa<br><br></div><div>Que pai guardava algodão<br><br></div><div>Tem cenas que eu paro a fita<br><br></div><div>Deixo a imagem congelada,<br><br></div><div>Como bem a de vovô<br><br></div><div>Numa noite enluarada,<br><br></div><div>Contando histórias pra nós<br><br></div><div>Na subida da calçada. (…)<br><br></div><div> <br><br></div><div>Trechos do Cordel O <em>Feiticeiro do Sal</em>.<br><br></div><div>Antônio Francisco – Mossoró.<br><br></div><div> <br><br></div><div><strong>Desafio </strong>– é um encontro de dois cantadores que desenvolvem um duelo poético, em versos, apoiado numa parte do dizer comum e tradicional dessas pelejas, dependendo a outra da criatividade e do improviso. Um dos maiores poetas populares norte-rio-grandenses foi Fabião Hermenegildo Ferreira da Rocha (1848-1928), mais conhecido como Fabião das Queimadas – notável poeta popular, nascido na Fazenda “Queimadas”, atual município de Lagoa de Velhos. Era cantador, que ao invés da viola, acompanhava-se de uma rabeca. Conhecido como “poeta das vaquejadas”, deixou inúmeros romances<br><br></div><div>sobre bois e cavalos de sua região. O “Romance do boi da mão de pau” foi mencionado por Luís da Câmara Cascudo em seu livro “Vaqueiros e cantadores” e, em 1999, por ocasião dos 400 anos da cidade de Natal, o romance foi recriado por Ariano Suassuna<br><br></div><div>e por Antônio Nóbrega e gravado em CD.<br><br></div><div> <br><br></div><div><strong>Repente </strong>-Ao repentista é oferecido um tema a ser desenvolvido livremente, e com desenvoltura e criatividade esse passa a ser glosado seguramente. No RN, alguns grandes repentistas, com verdadeiro talento poético, ficaram na lenda como tendo vencido o desafio com o próprio diabo disfarçado.<br><br></div><div> <br><br></div><div>Trechos de um Repente entre Fabião das Queimadas e Manoel Tavares:<br><br></div><div> <br><br></div><div>Fabião, nós somos velhos<br><br></div><div>E velhos não valem nada;<br><br></div><div>Porque só vale quem ama,<br><br></div><div>Quem traz a alma enganada.<br><br></div><div>Ao que o outro respondeu:<br><br></div><div>A minha alma de velho<br><br></div><div>Anda agora renovada,<br><br></div><div>Que a paixão é como sono,<br><br></div><div>Chega sem ser esperada.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-12 13:09:25 UTC</pubDate>
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         <title>Referências:</title>
         <author>anapaulauzl26</author>
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         <description><![CDATA[<div>https://editoragrafset.com/literatura-de-cordel-no-rio-grande-do-norte/<br><br>http://www.ablc.com.br/o-cordel/grandes-cordelistas/<br><br>https://www.culturagenial.com/cordel-nordestino-poemas/</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-12 13:16:58 UTC</pubDate>
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         <title>Grandes Cordelistas</title>
         <author>anapaulauzl26</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-12 13:19:45 UTC</pubDate>
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         <title>O poeta da roça - Patativa do Assaré</title>
         <author>anapaulauzl26</author>
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         <description><![CDATA[<div>Sou fio das mata, cantô da mão grosa<br>Trabaio na roça, de inverno e de estio<br>A minha chupana é tapada de barro<br>Só fumo cigarro de paia de mio<br><br>Sou poeta das brenha, não faço o papé<br>De argum menestrê, ou errante cantô<br>Que veve vagando, com sua viola<br>Cantando, pachola, à percura de amô<br><br>Não tenho sabença, pois nunca estudei<br>Apenas eu seio o meu nome assiná<br>Meu pai, coitadinho! vivia sem cobre<br>E o fio do pobre não pode estudá<br><br>Meu verso rastero, singelo e sem graça<br>Não entra na praça, no rico salão<br>Meu verso só entra no campo da roça e dos eito<br>E às vezes, recordando feliz mocidade<br>Canto uma sodade que mora em meu peito</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-13 22:53:26 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anapaulauzl26</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-13 22:53:59 UTC</pubDate>
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         <title>Ser nordestino - Bráulio Bessa</title>
         <author>anapaulauzl26</author>
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         <description><![CDATA[<div>Sou o gibão do vaqueiro, sou cuscuz sou rapadura<br>Sou vida difícil e dura<br>Sou nordeste brasileiro<br>Sou cantador violeiro, sou alegria ao chover<br>Sou doutor sem saber ler, sou rico sem ser granfino<br>Quanto mais sou nordestino, mais tenho orgulho de ser<br>Da minha cabeça chata, do meu sotaque arrastado<br>Do nosso solo rachado, dessa gente maltratada<br>Quase sempre injustiçada, acostumada a sofrer<br>Mais mesmo nesse padecer eu sou feliz desde menino<br>Quanto mais sou nordestino, mais orgulho tenho de ser<br><br>Terra de cultura viva, Chico Anísio, Gonzagão de Renato Aragão<br>Ariano e Patativa. Gente boa, criativa<br>Isso só me dá prazer e hoje mais uma vez eu quero dizer<br>Muito obrigado ao destino, quanto mais sou nordestino<br>Mais tenho orgulho de ser.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-13 23:04:25 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Literatura de Cordel</title>
         <author>anapaulauzl26</author>
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         <description><![CDATA[<div>Todo nordestino raiz conhece algum cordel ou já ouviu falar, visto que é uma expressão nordestina popular onde relata  poemas, rimas e repentes, esses cordéis contam um pouco da nossa histórias e lutas, caracterizando bem nosso clima e condições da terra. Muito fácil compreensão, torna-se uma leitura agradável e acessível.  <br><br>Ana Paula da Silva Costa  <br>Polo: Grossos</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-13 23:09:19 UTC</pubDate>
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