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      <title> Olhos nos olhos da BETA by jose paula</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-08-05 18:49:30 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>josedepaula</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-08-05 18:49:30 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>josedepaula</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-08-05 18:49:30 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Cecilio Neto, Lupen Freitas, Isabelly Bocalon, Guilherme Chaves, João Orlandi, Samuel Asafe,Victor Hugo.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Os cones são os responsáveis pela visão precisa, central e detalhada e pela visão em cores, estando agrupados principalmente na mácula. Os bastonetes são responsáveis pela visão periférica (lateral) e pela visão noturna.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-05 19:17:09 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Cecilio Neto, Lupen Freitas, Isabelly Bocalon, Guilherme Chaves, João Orlandi, Samuel Asafe,Victor Hugo.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/josedepaula/y3nj46uoal79fgr1/wish/2255638652</link>
         <description><![CDATA[<div>Existem as camadas pigmentada, nuclear externa, plexiforme externa, nuclear interna, plexiforme interna, camada de células ganglionares e estrato óptico. A camada pigmentada evita que a luz reflita por todo o globo ocular, deixando assim a visão mais nítida. As demais camadas apresentam função de transformar a luz em estímulos elétricos e enviá-los ao nervo óptico<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-05 19:26:06 UTC</pubDate>
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         <title>Agnes Fagundes, Gabriele Rânia, Gabriella Alves, Inis Morais, Marina Andrade, Paulo Marques </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/josedepaula/y3nj46uoal79fgr1/wish/2255639159</link>
         <description><![CDATA[<div>Os pigmentos sensíveis à cor dos cones são combinações dos retinais com fotopsinas. Somente um dos três pigmentos coloridos está presente em cada um dos diferentes cones. Esses pigmentos coloridos são chamados de pigmento sensível ao azul, ao verde e ao vermelho. As características de absorção&nbsp; dos pigmentos nos três tipos de cones mostram absorvências do pico do comprimento de ondas luminosas de 445, 535 e 570 nanômetros, respectivamente. Esses são também os comprimentos de onda para a sensibilidade máxima à luz para cada tipo de cone, o que começa a explicar como a retina diferencia as cores.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-05 19:27:05 UTC</pubDate>
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         <title>Anna, Alvaro, Débora Helena, Ranna, Sophia, Thiago e Yasmin </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/josedepaula/y3nj46uoal79fgr1/wish/2255640186</link>
         <description><![CDATA[<div><br>O segmento externo do bastonete, que se projeta na camada pigmentar da retina,<br>tem concentração de cerca de 40% do pigmento fotossensível, chamado<br>rodopsina ou púrpura visual. Essa substância é a combinação da proteína<br>escotopsina com o pigmento carotenoide retinal (também chamado<br>“retineno”). Além disso, o retinal é tipo particular, chamado 11-cis retinal.<br>Essa forma cis do retinal é importante, porque somente ela pode se ligar à<br>escotopsina, para sintetizar rodopsina.<br>Quando a energia luminosa é absorvida pela rodopsina, essa começa a se<br>decompor dentro de fração muito pequena de segundo. A causa dessa rápida decomposição é a fotoativação de elétrons, na parte retinal da rodopsina, o que leva à mudança instantânea da forma cis do retinal para a forma toda-trans que tem a mesma estrutura<br>química que a forma cis, mas tem estrutura física diferente — uma molécula<br>reta, e não uma molécula angulada. Como a orientação tridimensional dos<br>locais reativos do retinal todo-trans já não se ajusta à orientação dos locais<br>reativos da proteína escotopsina, o retinal todo-trans começa a se afastar da<br>escotopsina. O produto imediato é a batorrodopsina, que é uma combinação<br>parcialmente degradada do retinal todo-trans e da escotopsina. A batorrodopsina é extremamente instável e decai em nanossegundos para lumirrodopsina. Esse produto, então, decai em microssegundos para metarrodopsina I e, depois, em cerca de 1 milissegundo, para metarrodopsina II e, por fim, muito mais lentamente (em segundos), para os produtos de degradação completos escotopsina e retinal todo-trans.<br>É a metarrodopsina II, também chamada rodopsina ativada, que provoca<br>alterações elétricas nos bastonetes, e os bastonetes então transmitem a<br>imagem visual para o sistema nervoso central sob a forma de potencial de<br>ação do nervo óptico. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-05 19:30:27 UTC</pubDate>
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         <title>Anna, Álvaro, Débora, Ranna, Sophia, Thiago e Yasmin </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/josedepaula/y3nj46uoal79fgr1/wish/2255640758</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando o bastonete é exposto à luz, o potencial receptor resultante é diferente dos potenciais receptores de quase todos os outros receptores sensoriais, uma vez que a excitação do bastonete causa aumento<br>da negatividade do potencial de membrana intrabastonetes que é estado de<br>hiperpolarização. Esse fenômeno é exatamente oposto à diminuição da<br>negatividade (o processo de “despolarização”) que ocorre em quase todos os<br>outros receptores sensoriais</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-05 19:32:18 UTC</pubDate>
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         <title>Agnes Fagundes, Gabriele Rânia, Gabriella Alves, Inis Morais, Marina Andrade, Paulo Marques </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/josedepaula/y3nj46uoal79fgr1/wish/2255642516</link>
         <description><![CDATA[<div>Adaptação à luz: decorrente da redução das substâncias fotoquímicas nos batonetes e cones à retinal e opsinas, as concentrações das substâncias químicas fotossensíveis que permanecem nos bastonetes e nos cones são reduzidas e, assim, a sensibilidade do olho à luz vai reduzir para ocorrer a adaptação.<br>Adaptação ao escuro: retinal e as opsinas nos bastonetes e cones são convertidos de volta a pigmentos sensíveis à luz. Ademais, há a conversão da vitamina A em retinal e, assim, o aumento dos pigmentos sensíveis a luz. O limite final é determinado pela quantidade de opsinas nos bastonetes e nos cones, equilibrando com o retinal.<br>Curva de adaptação ao escuro: a primeira parte equivale a adaptação dos cones, visto que a maioria dos eventos ocorrem 4x de forma mais rápida nos cones do que nos bastonetes. Mas, os cones não chegam perto do mesmo grau de alteração de sensibilidade na escuridão que os bastonetes. Assim, em adaptação rápida, os cones param de se adaptar após alguns minutos e os bastonetes possuem uma adaptação mais lenta e aumentam ainda mais a sensibilidade (a sensibilidade dos bastonetes é causada por convergência do sinal neuronal sobre a célula ganglionar única na retina).<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-05 19:37:51 UTC</pubDate>
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         <author></author>
         <link>https://padlet.com/josedepaula/y3nj46uoal79fgr1/wish/2255642563</link>
         <description><![CDATA[<div>Lívia, Gyovanna, Sandy e Laysa<br>Todas as teorias da visão em cores se baseiam na observação bem conhecida de que o olho humano consegue detectar quase todas as graduações de cores, quando apenas luzes monocromáticas vermelhas, verdes e azuis são apropriadamente misturadas em diferentes combinações.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-05 19:38:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ana Clara Macedo; João Vitor Martins; Julia Parreira; Julia Pimentel; Laís Grigoli; Pedro Henrique Esper </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/josedepaula/y3nj46uoal79fgr1/wish/2255644147</link>
         <description><![CDATA[<div>A magnitude do potencial receptor é proporcional ao logaritmo da intensidade da luz. Com isso, os olhos conseguem discriminar intensidades variadas de luz, consequentemente de cores. Isso se dá por uma cascata química que amplifica os efeitos estimuladores cerca de um milhão de vezes. Assim, pode-se afirmar que o potencial receptor não acontece de forma linear.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-05 19:44:06 UTC</pubDate>
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         <author></author>
         <link>https://padlet.com/josedepaula/y3nj46uoal79fgr1/wish/2255644722</link>
         <description><![CDATA[<div>Lívia, Gyovanna, Sandy e Laysa<br>De outra forma, todos os neurônios da retina conduzem seus sinais visuais por condução eletrotônica que pode ser explicada da maneira seguinte.<br>A condução eletrotônica significa fluxo direto de corrente elétrica, e não potenciais de ação, no citoplasma neuronal e nos axônios nervosos do ponto de excitação por todo o trajeto até as sinapses de eferência. Até mesmo nos bastonetes e nos cones, a condução em seus segmentos externos, onde são gerados os sinais visuais, até os terminais sinápticos é por condução eletrotônica. Isso significa que, quando ocorre a hiperpolarização, em resposta à luz no segmento externo de um bastonete ou cone, quase o mesmo grau de hiperpolarização é conduzido por fluxo de corrente elétrica no citoplasma por todo o percurso até o terminal sináptico, não sendo necessário potencial de ação. Depois, quando o transmissor de um bastonete ou cone estimula uma célula bipolar ou uma célula horizontal, mais uma vez, o sinal é transmitido da entrada para a saída por fluxo direto de corrente elétrica, não por potenciais de ação. A importância da condução eletrotônica é que permite condução graduada da força do sinal. Desse modo, para os bastonetes e cones, a magnitude da hiperpolarização está diretamente relacionada com a intensidade da iluminação; o sinal não é tudo ou nada, como seria o caso para cada potencial de ação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-05 19:46:10 UTC</pubDate>
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         <title>Ana Clara Macedo; João Vitor Martins; Julia Parreira; Julia Pimentel; Laís Grigoli; Pedro Henrique Esper </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/josedepaula/y3nj46uoal79fgr1/wish/2255645784</link>
         <description><![CDATA[<div>As membranas dos bastonetes são permeáveis ao sódio, favorecendo a entrada do sódio e alteração do potencial de membrana, isso é conhecido como Corrente de Sódio ou Corrente do Escuro, que promove a liberação de neurotransmissor no escuro. A rodopsina ativada (metarrodopsina II) atua como uma enzima para ativar várias moléculas de transducina,</div><div>uma proteína também encontrada na membrana do disco do segmento externo.&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-05 19:49:32 UTC</pubDate>
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