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      <title>O Nordeste na literatura brasileira: a seca em prosa e verso by Alany Karine Peixoto Rego</title>
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      <description>Padlet criado com o intuito de apresentar o Nordeste com outros olhos. Uma versão artística e que evidencia nossa terra e cultura!</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-10-05 23:28:46 UTC</pubDate>
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         <title>Conhecendo o Nordeste e Sertão...</title>
         <author>alanykarine</author>
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         <description><![CDATA[<div>Composto por nove estados que perpetuam 1.558.000km² do solo brasileiro, o Nordeste é uma região que cultiva particularidades inigualáveis e distintas. Como primeiro território ocupado pelos Portugueses em 1500, sua diversidade é reflexo de sua vegetação rica e composta por variados biomas, entre eles, a caatinga, conhecida como floresta branca,&nbsp;exclusivamente brasileira e coberta de suas espécies e vegetais muito específicos apenas da região Nordeste, predominando uma das principais áreas verdes do país. Os climas semiárido e tropical identificam o maior sertão brasileiro, caracterizado por altas temperaturas e estações definidas.<br>Bem mais do que é dito no senso comum, o sertão é um real significado de um povo que luta todos os dias pelo seu reconhecimento e representação, e que mostram sua bravura diante as dificuldades que percorrem em seus cotidianos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-08 18:30:56 UTC</pubDate>
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         <title>Sou nordestino!</title>
         <author>alanykarine</author>
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         <description><![CDATA[<div>Sou nordestino!<br><br>Sou do sertão terra quente<br>que é bem difícil chover<br>nasci de um povo valente<br>acostumado a sofrer<br>sou nordestino oxente<br>e tenho orgulho de ser<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-08 18:34:59 UTC</pubDate>
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         <title>Vidas Secas - Graciliano Ramos </title>
         <author>juliaana1</author>
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         <description><![CDATA[<div>SECA. No sertão não é só a terra que é seca, as vidas também são. Ainda, não só as vidas. As pessoas, os animais, o clima, o local e a própria linguagem é seca. Em sua narrativa, o estilo seco é usado para denunciar a aridez da marginalização social. A secura vai além da esterilidade do solo quando, paralelamente, a miséria também está na aspereza social.&nbsp;</div><div>SOLIDÃO. O pobre parece não ter voz. Nesse caso, a invisibilidade não pode ser culpada pela ardência do sol chamejante, nem marcada por fatores climáticos. Isso se dá pela indiferença estatal. A denúncia de Graciliano se mostra no uso do discurso livre no qual o marginalizado não tem o direito de chefiar a narração. O pobre também não tem nome, basta chamar de filho mais novo e filho mais velho. As palavras são desnecessárias e servem para entristecer: "Dos homens do sertão o mais arrasado era seu Tomás da bolandeira. Por quê? Só se era porque lia demais".&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-10 13:41:05 UTC</pubDate>
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         <title>Súplica Cearense</title>
         <author>juliaana1</author>
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         <description><![CDATA[<blockquote>"Oh! Senhor, pedi pro sol se esconder um pouquinho<br>Pedi pra chover, mas chover de mansinho<br>Pra ver se nascia uma planta no chão, planta no chão"</blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-10 13:42:01 UTC</pubDate>
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         <title>Cante lá que eu canto cá</title>
         <author>juliaana1</author>
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         <description><![CDATA[<blockquote><em>"Você é muito ditoso,<br>Sabe lê, sabe escrevê,<br>Pois vá cantando o seu gozo,<br>Que eu canto meu padecê.<br>Inquanto a felicidade<br>Você canta na cidade,<br>Cá no sertão eu infrento<br>A fome, a dô e a misera.<br>Pra sê poeta divera,<br>Precisa tê sofrimento.<br>&nbsp;<br>Sua rima, inda que seja<br>Bordada de prata e de ôro,<br>Para a gente sertaneja<br>É perdido este tesôro.<br>Com o seu verso bem feito,<br>Não canta o sertão dereito,<br>Porque você não conhece<br>Nossa vida aperreada.<br>E a dô só é bem cantada,<br>Cantada por quem padece.<br>&nbsp;<br>Só canta o sertão dereito,<br>Com tudo quanto ele tem,<br>Quem sempre correu estreito,<br>Sem proteção de ninguém,<br>Coberto de precisão<br>Suportando a privação<br>Com paciença de Jó,<br>Puxando o cabo da inxada,<br>Na quebrada e na chapada,<br>Moiadinho de suó."</em></blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-10 13:43:00 UTC</pubDate>
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         <title>Patativa do Assaré</title>
         <author>juliaana1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nascido no interior do Ceará e um dos maiores nomes da literatura nordestina, Patativa declama e lamenta as lutas sertanejas. Através do pranto, critica o organismo social que provoca as desigualdades econômicas que tanto desfavorecem a vida no sertão, que já que já é repleta de lamentações pelas condições climáticas.&nbsp;<br>O pseudônimo Patativa, assim como seu portador, é o nome de um belo pássaro presente na região nordestina.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-10 13:57:11 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>juliaana1</author>
         <link>https://padlet.com/alanykarine/y3g0c7aq89q6vzru/wish/2333631604</link>
         <description><![CDATA[<div>“Chorou, mas estava invisível, e ninguém percebeu o choro.”<br>- Graciliano Ramos</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-10 14:03:23 UTC</pubDate>
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         <title>Alceu Valença - A Seca</title>
         <author>alanykarine</author>
         <link>https://padlet.com/alanykarine/y3g0c7aq89q6vzru/wish/2333633684</link>
         <description><![CDATA[<blockquote>A seca torrou garrancho<br><br>Senhor mande chuva pro Nordeste!<br><br>Senhor mande chuva pro Sertão!</blockquote>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/vCM6EQKHVno" />
         <pubDate>2022-10-10 14:04:38 UTC</pubDate>
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         <title>S de seca (Patativa do Assaré – ABC do Nordeste Flagelado)</title>
         <author>juliaana1</author>
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         <description><![CDATA[<blockquote>S — Sofre o casado e o solteiro<br>sofre o velho, sofre o moço,<br>não tem janta, nem almoço,<br>não tem roupa nem dinheiro.<br>Também sofre o fazendeiro<br>que de rico perde o nome,<br>o desgosto lhe consome,<br>vendo o urubu esfomeado,<br>puxando a pele do gado<br>que morreu de sede e fome.</blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-10 14:06:11 UTC</pubDate>
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         <title>Retirantes - Candido Portinari (1944)</title>
         <author>juliaana1</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-10-10 14:09:58 UTC</pubDate>
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         <title>Cordel</title>
         <author>alanykarine</author>
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         <description><![CDATA[<div>O cordel é um símbolo de representação nordestina que envolve toda a nação verde-amarela. Transborda em suas linhas, a cultura e folclore de um povo que nasceu oprimido e já marginalizado diante a sociedade. É por meio dele, que achamos o símbolo necessário para revelar nossa força, características regionais e história nordestina.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-10 14:30:35 UTC</pubDate>
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         <title>Cultura nordestina</title>
         <author>acavalcante</author>
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         <description><![CDATA[<div>A cultura nordestina, é abrangente e diversificada; ela varia não somente das regiões, mas também das épocas do ano; ela é viva e expressada em cada um dos nordestinos, seja por meio de crenças, danças, culinária ou por suas produções. A poesia popular, repentes, cordel e o artesanato, são exemplo de produções nordestinas; eles são utilizados para representar/contar a história, dores e sofrimento desses povos, que são marcados pelas vivência do semiárido, de uma forma leve e descontraída (no estilo memorável nordestino). Nas festividades culturais, encontra-se o São João, comemorado em junho por todos os nordestinos! Nele, as comidas (milho, pamonha, canjica, bolos, pé de moleque...), estilo musical (forró) e decoração (bandeirolas, balões e fogos de artifício) são típicos. Apesar de ser um marco religioso católico, todos participam do São João, independente de suas crenças e/ou religião.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-10 23:40:09 UTC</pubDate>
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         <title>Cordel sobre o São João, Bráulio Bessa</title>
         <author>acavalcante</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-10-10 23:49:16 UTC</pubDate>
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         <title>Ser nordestino, Braúlio Bessa</title>
         <author>acavalcante</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>Sou o gibão do vaqueiro, sou cuscuz sou rapadura<br>Sou vida difícil e dura<br>Sou nordeste brasileiro<br>Sou cantador violeiro, sou alegria ao chover<br>Sou doutor sem saber ler, sou rico sem ser granfino<br>Quanto mais sou nordestino, mais tenho orgulho de ser<br>Da minha cabeça chata, do meu sotaque arrastado<br>Do nosso solo rachado, dessa gente maltratada<br>Quase sempre injustiçada, acostumada a sofrer<br>Mais mesmo nesse padecer eu sou feliz desde menino<br>Quanto mais sou nordestino, mais orgulho tenho de ser<br></em><br></div><div><em>Terra de cultura viva, Chico Anísio, Gonzagão de Renato Aragão<br>Ariano e patativa. Gente boa, criativa<br>Isso só me dá prazer e hoje mais uma vez eu quero dizer<br>Muito obrigado ao destino, quanto mais sou nordestino<br>Mais tenho orgulho de ser</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-11 10:55:41 UTC</pubDate>
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         <title>Luiz gonzaga- Numa sala de reboco</title>
         <author>acavalcante</author>
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         <description><![CDATA[<div>"Todo tempo quanto houver pra mim é pouco<br>Pra dançar com meu benzinho numa sala de reboco<br>Todo tempo quanto houver pra mim é pouco<br>Pra dançar com meu benzinho numa sala de reboco"&nbsp;<br>O rei do baião cantando sobre a cultura nordestina, mais especificamente, do meio de diversão através da dança.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/aC4cwa-LK-Q" />
         <pubDate>2022-10-11 11:06:21 UTC</pubDate>
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         <title>Mastruz com leite</title>
         <author>acavalcante</author>
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         <description><![CDATA[<div>Música característica do São João nordestino.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-11 11:09:42 UTC</pubDate>
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         <title>Vozes da Seca</title>
         <author>juliaana1</author>
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         <description><![CDATA[<blockquote>"Livre assim nóis da ismola, que no fim dessa estiage<br>Lhe pagamo inté os juru sem gastar nossa corage<br>Se o doutô fizer assim salva o povo do sertão<br>Quando um dia a chuva vim, que riqueza pra nação!<br>Nunca mais nóis pensa em seca, vai dá tudo nesse chão<br>Como vê nosso distino mercê tem nas vossa mãos"</blockquote><div>Em uma de suas piores secas, em 1953, a população nordestina ficou com fome e sem apoio. Luiz Gonzaga lançou a música como forma de protesto contra a apatia do Estado.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=CJPcyXWhPKc" />
         <pubDate>2022-10-11 12:25:35 UTC</pubDate>
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         <title>Canção Nordestina: Êxodo Rural </title>
         <author>juliaana1</author>
         <link>https://padlet.com/alanykarine/y3g0c7aq89q6vzru/wish/2335179796</link>
         <description><![CDATA[<blockquote>"A minha mãe naquele dia me falou do mundo como ele é<br>Parece que ela conhecia cada pedra que eu iria pôr o pé<br>E sempre ao lado do meu pai da pequena cidade<br>ela jamais saiu<br>Ela me disse assim meu filho vá com Deus<br>Que este mundo inteiro é seu"</blockquote><div>A saída de pessoas do Sertão Nordestino é causado principalmente pela falta de subsistência nos períodos de escassez. Os sertanejos saem em busca de melhores condições de vida.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-11 12:33:41 UTC</pubDate>
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         <title>Nordestino sim, Nordestinado não</title>
         <author>juliaana1</author>
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         <description><![CDATA[<blockquote>"Mas não é o Pai Celeste<br>Que faz sair do Nordeste<br>Legiões de retirantes<br>Os grandes martírios seus<br>Não é permissão de Deus<br>É culpa dos governantes<br>&nbsp;<br>Já sabemos muito bem<br>De onde nasce e de onde vem<br>A raiz do grande mal<br>Vem da situação crítica<br>Desigualdade política<br>Econômica e social"</blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-08 22:22:38 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>juliaana1</author>
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         <description><![CDATA[<blockquote>Tão ligado o porquê da conta bancária tão alta.<br>Só tá sobrando lá, porque na de alguém tá em falta.</blockquote><div><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-08 22:35:02 UTC</pubDate>
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