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      <title>Uma pequena história dos Museus e do ato de expor by PRISCILA MARIA DE JESUS</title>
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      <description>Criado com ♥ Material disponível da disciplina Expologia I</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-12-09 19:19:45 UTC</pubDate>
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         <title>Gabinetes de Curiosidades</title>
         <author>priscilamdj</author>
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         <description><![CDATA[<div>O processo de expor algo, para a contemplação, é tão antigo que não se pode datar. Desde das oferendas nos templos que originaram o Mouseion grego, ou a Biblioteca e Museu de Alexandria, que congregavam a arte com o saber.&nbsp;<br>Mas os antecessores dos museus modernos começam a se desenvolver a partir dos Gabinetes de Curiosidades e seu princípio da acumulação de bens, sem uma ordem ou sistematização, mas que atestavam o poder da nobreza europeia.<br>Seu caráter exclusivista, permitia a apenas um certo círculo de pessoas acessarem as obras em posse dessa nobreza e do clero, demonstrando seu poder econômico para os demais.<br>Essa disputa impulsiona o sistema de mecenato, quando um nobre ou a igreja passa a custear um determinado artista para a realização de obras exclusivas.<br>No âmbito das obras públicas, ou seja, para acesso na cidade como um todo, Florença se destaca ainda no Renascimento, ao realizar diversas ações e mecenatos com o intuito de realizar obras que tornem bela a sua cidade, dialogando com o estilo inspirado na antiguidade clássica (Grécia e Roma) em voga.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-09 19:38:39 UTC</pubDate>
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         <title>Museus &quot;Públicos&quot; ou para todos os públicos</title>
         <author>priscilamdj</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os séculos XVII e XVIII são marcados pela aberturas dos primeiros museus ao grande público, embora houvesse a ampliação, ainda assim existiam restrições quanto à entrada, ainda sendo espaços elitizados, destaca-se o&nbsp;<strong>Ashmolean Museum </strong>(1678)<strong>, </strong>primeiro museu público e universitário do mundo.<br>A revolução francesa e seus ideais de Igualdade, Liberdade e Fraternidade, impulsionaram a abertura de um dos maiores museus do mundo, a partir da coleção da nobreza francesa, o&nbsp;<strong>Museu do Louvre&nbsp;</strong>(1793).<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-09 19:52:15 UTC</pubDate>
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         <title>Museus no Século XIX</title>
         <author>priscilamdj</author>
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         <description><![CDATA[<div>No século XIX os museus passam a ganhar novos contornos, desde o surgimentos dos museus Nacionais que buscavam reforçar a identidade das novas nações em consolidação, ao próprio processo de sistematização, catalogação e aproximação dos museus com o conhecimento.&nbsp;<br>Os processos expositivos passam a ganhar contornos, com a separação dos objetos por tema, bem como a criação de instituições com tipologias específicas.<br>Leenhardt destaca que esses espaços passam a ser “O lugar onde as pessoas podem ver, conhecer várias coisas que antes eram desconhecidas, em particular no campo do desenvolvimento científico e técnico.” (apud GONÇALVES, 2004, p. 30).</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-09 20:12:10 UTC</pubDate>
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         <title>Exposição é...?</title>
         <author>priscilamdj</author>
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         <description><![CDATA[<div>Compartilhe com todxs o que você entende por exposição.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-19 16:56:35 UTC</pubDate>
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         <title>FICA A DICA... Exposições Universais</title>
         <author>priscilamdj</author>
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         <description><![CDATA[<div>Você já ouviu falar das Exposições universais?<br>Elas popularizaram e disseminaram o acesso ao desenvolvimento tecnológico das nações em criação, trazendo espaços onde cada país poderia mostrar aquilo de novo, interessante e diferente que tivesse.<br>Uma combinação de exposição e feiras, elas mobilizavam o público a descobrir e conhecer a cultura, tecnologia e diversidade (mas atenção, que devem ser interpretadas a partir de suas épocas) locais.<br>Para quem gosta de séries há uma passagem tanto no livro quanto na série da BBC "North and South", autoria de Elizabeth Gaskell.<br><br>Há também o livro da pesquisadora Heloisa Barbuy chamado "A Exposição Universal de 1889 em Paris", que faz um retrospecto do processo de elaboração da exposição a partir das fontes iconográficas e documentais da época, bem como uma visão da concepção espacial da própria.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-19 17:38:42 UTC</pubDate>
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         <title>FICA A DICA... Filmes sobre a Revolução Francesa</title>
         <author>priscilamdj</author>
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         <description><![CDATA[<div>Para quem gosta de filmes, alguns ajudam a entender o processo da Revolução Francesa e o período conturbado que resultou na criação de um dos maiores museus do Mundo, o Museu do Louvre.<br><br><strong>La Révolution (2020 - Netflix)</strong><br><strong>Maria Antonieta (2006)</strong><br><strong>La Révolution Française (1989)</strong><br><strong>Danton – O Processo da Revolução (1983)</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-19 17:51:31 UTC</pubDate>
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         <title>O Mouseion na Grécia antiga</title>
         <author>priscilamdj</author>
         <link>https://padlet.com/priscilamdj/y39of1qvz7kwfsmx/wish/2048403153</link>
         <description><![CDATA[<div>o Museu deriva do termo <em>mouseion</em>, espaço dedicado à contemplação e reverência aos deuses, especificamente às nove musas da mitologia grega, filhas de Zeus e a titânide Mnemosine (a Memória). Essa referência à memória, se perpetua na própria essência do espaço e se mantém, explicando o porquê de ser uma das narrativas mais presentes do mito de origem dos museus. As musas tinham por característica comandar os aspectos do fazer artístico e da criatividade do mundo clássico, como a poesia, o teatro, canto, dança, história, a música, a comédia, a astronomia e a tragédia.&nbsp;</div><div><br>"As Musas detêm o poder de tornar presente o que, sem elas, é ausente: é por isto que são a voz da memória, do que impede o esquecimento. Elas existem (e cantam) em continuidade - pois a memória não tem começo nem fim, não contém a origem do Cosmo e do Homem enquanto passado mas, sim, como atualidade de um viver contínuo. E a memória não implica numa cronologia, é a presença e a consciência. Sem memória há o esquecimento, que eqüivale à morte (o não-ser)" (SCHEINER, 1999, p. 137)<br><br></div><div>Desta forma, as Musas, em sua acepção mais básica eram responsáveis pelo dom da palavra, em seus cantos estavam o presente, o passado e o futuro, a partir do seu canto elas preservam e perpetuam a história e memória de seu povo permitindo, assim, a consolidação da identidade do cidadão grego. Se a casa das musas é o primeiro museu, assim, o seu templo, estrutura arquitetônica abriga não apenas os objetos provenientes das oferendas, mas também toda a simbologia que carrega a imaterialidade do pensar o museu, o que difere dos demais templos e oferendas. Essa relação da Memória, às artes e um espaço simbólico é que permite o surgimento da ideia de museu.</div><div>Em um plano mais tangível, a associação de museu, na Grécia, com elementos da arquitetura, permite essa concepção de um monumento ou bem que apresenta características distintivas que o diferencia dos demais. Segundo Poulot:<br><br></div><div>"A genealogia tradicional do museu evoca, de bom grado, o testemunho do geógrafo Pausânias, que, em sua <em>Descrição da Grécia</em>, fala de um pórtico na <em>ágora</em> de Atenas que era uma espécie de museu ao ar livre, assim como da <em>Pinacoteca </em>dos <em>Propileus</em>, na Acrópole. Em sua obra <em>História natural</em> - particularmente, nos livros XXXV e XXXVI -, Plínio, o Velho, cita também a exposição pública, em Roma" (POULOT, 2013, p. 15)<br><br></div><div>(Texto: JESUS, Priscila Maria de. Nem tudo no museu está disponível: um estudo do direito do autor nos museus. Programa de Pós-Graduação em Ciência da Propriedade Intelectual (Mestrado). Universidade Federal de Sergipe, 2021, p. 07-08)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-15 12:03:20 UTC</pubDate>
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         <title>Os espólios romanos e o museu de Alexandria</title>
         <author>priscilamdj</author>
         <link>https://padlet.com/priscilamdj/y39of1qvz7kwfsmx/wish/2048412339</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao associar o museu com a produção humana (arquitetura, pintura, escultura) seja por meio do templo e os objetos existentes em seu interior ou àqueles em exposição na cidade, grande parte fruto dos espólios da expansão do Império Romano, se vinculou a noção de museu ao objeto tangível, de natureza artística, que de alguma forma está em exposição para um determinado público, ou seja, aquilo que se apresenta diante dos olhos. Os espólios romanos formam, assim, coleções privadas que abrigam os mais distintos objetos, que demonstra para todo aquele que a vê, o poder militar e político de quem a detém, uma vez que as posses não se restringiam à uma única figura, mas sim, aos que detinham as mais altas hierarquias, maiores seriam suas aquisições. Esses objetos se inserem em uma rotina da própria sociedade que girava ao redor do fazer artístico, seja como prestígio, colecionismo ou proteção, uma vez que além do que era confiscado dos reinos e cidades que eram anexadas ao Império, este possuía uma expressividade própria na produção de uma arte notadamente romana. &nbsp;<br>De acordo com&nbsp; Zubiaur Carreño “Roma era un ‘museo al aire libre’, con mercado de arte, falsificaciones y restauraciones incluidas.”(2004, p. 18). Esses objetos colecionáveis demandam dois tipos de poder: o poder religioso, que advém de divindades para as quais tais objetos eram destinados como oferendas ou fruto do poder expansionista militar, ideológico e político de uma dada sociedade.</div><div>Em uma segunda concepção, a associação à ideia de produção artística humana é ampliada e passa a estabelecer uma relação enquanto espaço de conhecimento e reflexão, ou seja, além daquilo que se apresenta diante de um indivíduo é preciso também se ater ao que se fomenta ao pensar, ao vincular um dos testemunhos mais antigo de museu à Biblioteca de Alexandria, no qual “el museo haría referencia al <em>museion</em> y biblioteca de Alejandría, donde se reunían los estudiosos de la época clásica para dialogar y aprender el contenido de las ciencias.” (HERNÁNDEZ HERNÁNDEZ, 2006, p. 18). Sua referência ao que é produzido pelo homem a partir de um ato criativo compõe o fio norteador entre objeto e arte, que se vincula a um espaço detentor do status de guarda desse saber produzido em suas múltiplas acepções consolidando, assim, a formação de coleções.<br><br></div><div>(Texto: JESUS, Priscila Maria de. Nem tudo no museu está disponível: um estudo do direito do autor nos museus. Programa de Pós-Graduação em Ciência da Propriedade Intelectual (Mestrado). Universidade Federal de Sergipe, 2021, p. 8-9)</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-15 12:10:33 UTC</pubDate>
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