<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Século XVIII by Luana Cerqueira</title>
      <link>https://padlet.com/18916luanacerqueira/y2ohrnixsn3ptklq</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-03-31 10:04:08 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-04-04 14:57:17 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>1º Invasão Francesa</title>
         <author>18916luanacerqueira</author>
         <link>https://padlet.com/18916luanacerqueira/y2ohrnixsn3ptklq/wish/3389099811</link>
         <description><![CDATA[<p>Nos finais do séc. XVII, houve em França uma grande revolução que pôs fim à monarquia absoluta (absolutismo),que acabava com os direitos do clero e da nobreza, o que os fazia igual a qualquer cidadão. O seu lema era: «Liberdade, Igualdade e Fraternidade». Os manifestantes eram principalmente: o povo e a burguesia.</p><p><strong>Ideias da Revolução:</strong></p><ul><li><p>Fim do absolutismo do rei.</p></li><li><p>Liberdade de escolher as leis.</p></li><li><p>Lei de igualdade para todos os grupos sociais.</p></li></ul><p><strong>O Bloqueio Continental</strong></p><p>Napoleão Bonaparte, comandante das tropas francesas, conseguiu dominar uma grande parte da Europa.</p><p>Porem, a Inglaterra demonstrou ser um inimigo muito difícil de vencer, e em 21 de Novembro 1806, Napoleão ordenou aos outros países da Europa que fechassem os seus portos aos navios ingleses. A essa ordem chamou-se Bloqueio continental. Mas, no entanto, Portugal&nbsp; ainda mantinha relações comerciais com Inglaterra e não aderiu ao Bloqueio.&nbsp; Em resposta a esta atitude portuguesa, Napoleão ordenou a invasão de Portugal. </p><p><br/></p><p>Nos finais do séc. XVII, houve em França uma grande revolução que pôs fim à monarquia absoluta (absolutismo),que acabava com os direitos do clero e da nobreza, o que os fazia igual a qualquer cidadão. O seu lema era: «Liberdade, Igualdade e Fraternidade». Os manifestantes eram principalmente: o povo e a burguesia.</p><p><strong>Ideias da Revolução:</strong></p><ul><li><p>Fim do absolutismo do rei.</p></li><li><p>Liberdade de escolher as leis.</p></li><li><p>Lei de igualdade para todos os grupos sociais.</p></li></ul><p><strong>O Bloqueio Continental</strong></p><p>Napoleão Bonaparte, comandante das tropas francesas, conseguiu dominar uma grande parte da Europa.</p><p>Porem, a Inglaterra demonstrou ser um inimigo muito difícil de vencer, e em 21 de Novembro 1806, Napoleão ordenou aos outros países da Europa que fechassem os seus portos aos navios ingleses. A essa ordem chamou-se Bloqueio continental. Mas, no entanto, Portugal&nbsp; ainda mantinha relações comerciais com Inglaterra e não aderiu ao Bloqueio.&nbsp; Em resposta a esta atitude portuguesa, Napoleão ordenou a invasão de Portugal.</p><p><br/></p><p>Quando, em Lisboa, se soube que um exercito francês vinha a caminho, a família real portuguesa e a corte, retiram-se para o Brasil, porque se a rainha D. Maria I ou o príncipe D. João fossem presos ou mortos Portugal corria o risco de perder a independência.</p><p><br/></p><p><strong>A 1º Invasão</strong></p><p>Na primeira invasão, as tropas francesas, comandadas pelo general Junot, entraram em Portugal e atingiram rapidamente Lisboa, em 1807.</p><p>Junot tomou medidas que desagradaram aos portugueses:</p><ul><li><p>Acabou com a “Junta de Regência” e passou ele próprio a governar Portugal, em nome de Napoleão.</p></li><li><p>Mandou substituir a bandeira portuguesa pela francesa.</p></li></ul><p>Junot mandou os seus soldados destruir povoações, culturas, matar quem resistisse e roubar todos os objectos de valor.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2417607860/c61d5cafc8c11fd93dafca1018aec22e/06_as_invasoes_francesas_02_d.jpg" />
         <pubDate>2025-03-31 10:32:30 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/18916luanacerqueira/y2ohrnixsn3ptklq/wish/3389099811</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Fuga da familia real para o Brasil</title>
         <author>18916luanacerqueira</author>
         <link>https://padlet.com/18916luanacerqueira/y2ohrnixsn3ptklq/wish/3392553303</link>
         <description><![CDATA[<p>A fuga da familia real portuguesa para o brasil ocorreu em 1807, quando a familia real portuguesa realizou uma apressada saída de Lisboa para escapar aos invasores franceses.</p><p>A corte muda-se para o Brasil onde vai ficar até 1821. </p><p>O motivo da fuga foi a ameaça  de invasão  por Napoleão Bonaporte.</p><p>A vinda da familia real para o Brasil foi fundamental para a historia do país, pois marcou o inicio de uma nova fase na relação entre Portugal e a sua colonia americana</p>]]></description>
         <enclosure url="https://ensina.rtp.pt/artigo/a-fuga-para-o-brasil-da-familia-real/" />
         <pubDate>2025-04-02 10:13:08 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/18916luanacerqueira/y2ohrnixsn3ptklq/wish/3392553303</guid>
      </item>
      <item>
         <title>2º Invasão Francesa </title>
         <author>18916luanacerqueira</author>
         <link>https://padlet.com/18916luanacerqueira/y2ohrnixsn3ptklq/wish/3392568464</link>
         <description><![CDATA[<p>A segunda invasão ocorreu em 1809, durante a qual as forças napolenicas, sob o comando do marechal soult, enfrentaram forte resistencia de tropas regulares e guerrilhas em Portugal. </p><p>A invasão foi parte do contexto da União Ibérica, levando a uma ação conjunta entre portugueses e espanhois para expulsar os franceses da colonia. </p><p>Apesar das ambições de Soult, as forças anglo-portuguesas conseguiram rapidamente empurrar o exercito frances de volta para a Espanha.</p><p>A invasão teve um impacto significado na população civil, especialmente no Norte de Portugal, onde ocorreram sofrimentos consideraveis.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2417607860/3f7f86b48abc558bff09d104d0931890/image.png" />
         <pubDate>2025-04-02 10:28:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/18916luanacerqueira/y2ohrnixsn3ptklq/wish/3392568464</guid>
      </item>
      <item>
         <title>3º Invasão Francesa</title>
         <author>18916luanacerqueira</author>
         <link>https://padlet.com/18916luanacerqueira/y2ohrnixsn3ptklq/wish/3394325992</link>
         <description><![CDATA[<p>A <strong>Terceira Invasão Francesa</strong> teve início em Julho de 1810 e terminou em Abril de 1811, com a retirada das forças francesas para <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="mw-redirect" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ciudad_Rodrigo">Ciudad Rodrigo</a>. O exército invasor era o maior dos que já tinham invadido <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Portugal">Portugal</a>, em 1807 sob o comando de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Jean-Andoche_Junot">Junot</a> e 1809 sob o comando de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Nicolas_Jean_de_Dieu_Soult">Soult</a>. O comandante deste exército, o marechal <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Andr%C3%A9_Mass%C3%A9na">Massena</a>, era um dos mais conceituados marechais de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Fran%C3%A7a">França</a>. Para a sua derrota contribuiu não só a qualidade do exército anglo-luso, sob comando de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Arthur_Wellesley,_1.%C2%BA_Duque_de_Wellington">Wellesley</a>, o duque de Wellington, mas também a estratégia utilizada por este general e desenvolvida com base nas <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Linhas_de_Torres_Vedras">Linhas de Torres Vedras</a>.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2417607860/986205b07124935e81d7c0c0a7b3a361/image.png" />
         <pubDate>2025-04-03 11:11:42 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/18916luanacerqueira/y2ohrnixsn3ptklq/wish/3394325992</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Revolução Liberal Portuguesa</title>
         <author>18916luanacerqueira</author>
         <link>https://padlet.com/18916luanacerqueira/y2ohrnixsn3ptklq/wish/3394350471</link>
         <description><![CDATA[<p>A Revolução Liberal Portuguesa, tambem conhecida como Revolução Liberal do Porto, ocorreu em 1820 e visava derrubar o absolutismo em Portugal. </p><p>Os revolucionarios exigiam a promulgação de uma Constituição e a volta da Corte portuguesa, que estava no Brasil. </p><p>O movimento foi influenciado pela crise politica e economica das invasões Francesas e pela ausencia da familia real em Portugal. </p><p>A revolução resultou na primeira Constituição portuguesa, publicada em 1822, e marcou o inicio de um periodo de conflitos entra liberais e absolutistas</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2417607860/86f645f33c9faff6760945210f9788e3/image.png" />
         <pubDate>2025-04-03 11:36:10 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/18916luanacerqueira/y2ohrnixsn3ptklq/wish/3394350471</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Aprovação da primeira Constituição Portuguesa </title>
         <author>18916luanacerqueira</author>
         <link>https://padlet.com/18916luanacerqueira/y2ohrnixsn3ptklq/wish/3396135318</link>
         <description><![CDATA[<p>A <strong>Constituição Portuguesa de 1822</strong> Aprovada em 23 de setembro de 1822 foi o mais antigo texto constitucional português, tendo assinalado uma tentativa de pôr fim ao absolutismo e inaugurar em Portugal uma monarquia constitucional. Apesar de ter estado vigente apenas durante dois efémeros períodos:</p><p>O primeiro entre 1822 e 1823,</p><p>O segundo entre 1836 e 1838, foi um marco fundamental para a história da democracia em Portugal. </p><p>Foi substituída pela Carta Constitucional Portuguesa de 1826. </p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2417607860/7373c2931e380933c74ea783722a5453/image.png" />
         <pubDate>2025-04-04 14:09:33 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/18916luanacerqueira/y2ohrnixsn3ptklq/wish/3396135318</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Morte de D. João VI</title>
         <author>18916luanacerqueira</author>
         <link>https://padlet.com/18916luanacerqueira/y2ohrnixsn3ptklq/wish/3396143157</link>
         <description><![CDATA[<p>Ao longo da vida, o monarca <strong>Dom João VI</strong> esbanjou saúde; além de ser conhecido como um eximío comilão. </p><p>Não perdia um só evento real, comparecendo sempre que possível. </p><p>No início do seu último ano de vida, entretanto, a saúde do rei contrastou com seu conhecido fôlego, adoecendo gradativamente e sendo visto em raras aparições públicas.</p><p>No início de março de 1826, <strong>D. João</strong> apresentou diversos problemas de saúde, desde vômitos, colapsos nervosos e até desmaios, durante vários dias. </p><p>A pedido do próprio pai, sua filha, <strong>Isabel Maria</strong>, ficou ao seu lado, responsável por sua saúde e qualquer emergência imediata. Na noite do dia 9, as dores intensificaram, resultando em sua morte durante a madrugada, com 58 anos de idade.</p><p>O choque de seu falecimento repentino iniciou uma série de suspeitas sobre a causa de sua morte, desde atribuições ao seu estilo de vida, ao local que morava e, principalmente, a possibilidade de sabotagem. Internamente, a casa do rei atribuía a causa, principalmente, a um conhecido desafeto de <strong>João VI</strong>; sua esposa, Carlota Joaquina. </p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2417607860/994a666983e03953b0069be3b32fbcd1/image.png" />
         <pubDate>2025-04-04 14:14:42 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/18916luanacerqueira/y2ohrnixsn3ptklq/wish/3396143157</guid>
      </item>
      <item>
         <title>D. Pedro IV promulgou a carta constitucional </title>
         <author>18916luanacerqueira</author>
         <link>https://padlet.com/18916luanacerqueira/y2ohrnixsn3ptklq/wish/3396151552</link>
         <description><![CDATA[<p>Após a morte de D. João VI, a 10 de março de 1826, D. Pedro, legítimo herdeiro do trono de Portugal, sendo detentor da Coroa imperial brasileira, era considerado um estrangeiro, o que, pelas leis então vigentes quanto à sucessão do trono, o tornava inelegível para o trono português.<br>A regência, nomeada em 6 de março de 1826, apenas quatro dias antes da morte do rei, na pessoa da infanta D. Isabel Maria, declara D. Pedro Rei de Portugal. A situação, porém, não agradava nem a portugueses nem a brasileiros. Em Portugal, muitos defendiam a legitimidade do trono para D. Miguel, irmão de Pedro.<br>D. Pedro procurou uma solução conciliadora. Assim, após outorgar a Carta Constitucional a Portugal (29 de abril de 1826), abdicou em favor da sua filha D. Maria da Glória, na dupla condição de esta desposar o seu tio D. Miguel e de este jurar a Carta.<br>A Carta Constitucional da monarquia portuguesa baseou-se na Constituição brasileira que, por sua vez, se inspirara na Carta francesa de 1814, apoiando-se esta no sistema britânico. Há ainda, nalguns artigos, influências da Constituição de 1822. Pela sua natureza moderada, a Carta representou um compromisso entre os defensores da soberania nacional adotada na Constituição de 1822 e os defensores da reafirmação do poder régio.<br>O documento estipulava um sistema monárquico, de titularidade hereditária, em que ao rei caberia a responsabilidade última do poder executivo e uma função de moderação na sociedade; divulgava a abdicação de D. Pedro; definia os princípios gerais de administração do reino, prevendo a separação dos poderes (distinguindo-se os poderes legislativo, moderador, executivo e judicial); e garantia os direitos dos cidadãos, no tocante à liberdade, à segurança individual e à propriedade.<br>A Carta Constitucional teve três períodos de vigência.<br>O primeiro decorreu entre 31 de julho de 1826 e 3 de maio de 1828, data da convocação dos três estados do reino por D. Miguel, em oposição à Carta.<br>O segundo período iniciou-se em 27 de maio de 1834, com a Convenção de Évora Monte, que pôs termo à guerra civil entre os absolutistas de D. Miguel e os liberais de D. Pedro. A vitória destes repôs a Carta. Este período prolongar-se-ia somente até 9 de setembro de 1836, quando a Constituição de 1822 foi reposta pela revolução de setembro, até redação da nova Constituição (o que viria a acontecer em 1838).<br>O terceiro período de vigência iniciou-se com o golpe de Estado de Costa Cabral no Porto que proclamou a restauração da Carta em 27 de janeiro de 1842. Oficialmente, a Carta reentraria em vigor em 10 de fevereiro de 1842. Este período de vigência apenas terminaria em 5 de outubro de 1910, com a revolução republicana.<br>Durante este longo período de vigência, a Carta foi alvo de três revisões - os Atos Adicionais de 1852, 1855 e 1896.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2417607860/aceb75d66082dbad22bc87f6f7df3b88/image.png" />
         <pubDate>2025-04-04 14:20:42 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/18916luanacerqueira/y2ohrnixsn3ptklq/wish/3396151552</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Morte de D. Pedro IV</title>
         <author>18916luanacerqueira</author>
         <link>https://padlet.com/18916luanacerqueira/y2ohrnixsn3ptklq/wish/3396156706</link>
         <description><![CDATA[<p>A 24 de setembro de 1834, morre, em Queluz, Dom Pedro de Alcântara Francisco António João Carlos Xavier de Paula Miguel Rafael Joaquim José Gonzaga Pascoal Cipriano Serafim de Bragança e Bourbon, que foi o primeiro Imperador do Brasil, como D. Pedro I e, ainda, o vigésimo oitavo Rei de Portugal, como D. Pedro IV.</p><p>Havia nascido a 12 de outubro de 1798, no mesmo palácio onde haveria de morrer.</p><p>Era o quarto filho do Rei D. João VI de Portugal e de D. Carlota Joaquina.</p><p>Em 1807, as tropas francesas invadem Portugal com o intuito de exigir a abdicação do rei mas a família real muda-se para o Brasil, impossibilitando que os generais cumpram a ordem emitida por Napoleão que, na altura, tentava conquistar grande parte da Europa.</p><p>Dom Pedro, ainda infante, passa a viver na Quinta da Boa Vista, no Rio de Janeiro.</p><p>Casa-se, por procuração, no dia 13 de maio de 1817, com Maria Leopoldina da Áustria, com quem tem sete filhos: D. Maria, D. Miguel, D. João Carlos, D. Januária, D. Paula, D. Francisca e D. Pedro.</p><p>D. Pedro teve inúmeras aventuras extraconjugais, com destaque, pela sua longividade, para Domitila de Castro, Marquesa de Santos. Uma telenovela brasileira, transmitida em Portugal e em outros países de língua portuguesa, retrata ficcionalmente esse relacionamento. O Solar da Marquesa de Santos em São Paulo faz parte do roteiro turístico daquela cidade.</p><p>Na sequência da Revolução de 1820 em Portugal, as Cortes determinam o seu regresso à metrópole, mas D. Pedro recusa-se a embarcar para a Europa e, a 7 de setembro de 1822, declara a Independência do Brasil, constituíndo-se como seu primeiro imperador, até à data da sua abdicação para Pedro II, em 1831.</p><p>Após a morte de D. João VI, em 1826, D. Pedro é designado rei de Portugal pela regente D. Isabel Maria, subindo ao trono como D. Pedro IV. Outorga aos portugueses uma Carta Constitucional e abdica do trono a favor de sua filha, D. Maria da Glória (futura rainha D. Maria II), mas a guerra civil travada entre liberais, liderados por D. Pedro, e absolutistas, liderados por seu irmão D. Miguel, que também pretendia o trono, adia a coroação de D. Maria até 1834.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2417607860/c087b93ff39f49cec97fa441ccf197ae/image.png" />
         <pubDate>2025-04-04 14:24:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/18916luanacerqueira/y2ohrnixsn3ptklq/wish/3396156706</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Inicio do Reinado de D. Maria II </title>
         <author>18916luanacerqueira</author>
         <link>https://padlet.com/18916luanacerqueira/y2ohrnixsn3ptklq/wish/3396167113</link>
         <description><![CDATA[<p>Maria da Glória Joana Carlota&nbsp;Leopoldina da Cruz Francisca Xavier de Paula Isidora Micaela Gabriela Rafaela Gonzaga&nbsp;nasceu no Rio de Janeiro a 4 de abril de 1819&nbsp;filha do rei&nbsp;Pedro IV de Portugal&nbsp;e da&nbsp;arquiduquesa&nbsp;Dona Leopoldina de Áustria. Tinha&nbsp;apenas 7 anos quando o pai abdicou do trono de Portugal em seu favor (tornando-se Pedro I, imperador do Brasil).</p><p>D. Maria devia casar, logo que tivesse idade, com o tio D. Miguel, nomeado regente e lugar-tenente do reino em julho de 1826. Mas um&nbsp;levantamento absolutista liderado pelo regente, a 23 de Junho de 1828,&nbsp;levou-o a autoproclamar-se rei de Portugal.&nbsp;Começaram então as Guerras Liberais que se prolongam até 1834. Terminado o conflito, em 24 de setembro de 1834, D. Maria II assumiu o governo de Portugal, com 15 anos de idade. Teve um reinado conflituoso marcado não só pela guerra civil mas também por revoltas militares, como a dos Marechais, ou populares como a Maria da Fonte e a Patuleia.</p><p>A 15 de novembro de 1853, treze horas após o início do trabalho de parto do nado morto infante D. Eugénio, o 11.º filho, Maria II morreu. Sucedeu-lhe o filho mais velho – Pedro V.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2417607860/395f73e7ec2526d9abab98128e3ffabd/image.png" />
         <pubDate>2025-04-04 14:32:30 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/18916luanacerqueira/y2ohrnixsn3ptklq/wish/3396167113</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Revolta da Maria da Fonte</title>
         <author>18916luanacerqueira</author>
         <link>https://padlet.com/18916luanacerqueira/y2ohrnixsn3ptklq/wish/3396190779</link>
         <description><![CDATA[<p>Estávamos em Março de 1846 quando um grupo de mulheres armadas de foices e gadanhas decidiu protestar contra a nova lei que as proibia de enterrar os seus mortos no interior das igrejas.</p><p>Rapidamente, a revolta da Maria da Fonte, como ficou conhecida, passou a rebelião contra a ditadura política e a exploração económica de Costa Cabral, um dos chefes do movimento constitucionalista que, desde 1842, liderava o país. Os camponeses não queriam pagar os novos impostos decretados pelo governante, que iria ser demitido pela rainha D. Maria II. Queimavam cartórios para fazer desaparecer os registos das tributações, “as papeletas da ladroeira”. Durante o mês de Abril, nos recontros com as tropas, morreram populares e soldados. Quando tudo parecia ficar controlado, as colunas lideradas por José da Silva Cabral, irmão do ministro, recusam-se a combater contra o povo.</p><p>O regime era odiado. O estado vivia dos impostos cobrados ao povo, ao mesmo tempo concedia monopólios ou fazia contratos com os grandes capitalistas em troca de empréstimos. Surgiram grandes Companhias, como a dos Tabacos e do Sabão, muitas vezes fachadas de negócios especulativos. Em Abril de 1845, o “imposto de repartições” veio agravar o descontentamento dos trabalhadores. No ano a seguir dá-se a revolta popular. Costa Cabral tinha os dias contados. Mais tarde, depois da guerra civil da Patuleia, que só terminou com a intervenção de ingleses e franceses, António Bernardo da Costa Cabral seria reconduzido.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2417607860/dd7d91277fe3b3940b8cf75ed84eb03c/image.png" />
         <pubDate>2025-04-04 14:50:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/18916luanacerqueira/y2ohrnixsn3ptklq/wish/3396190779</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Revolta da Patuleia </title>
         <author>18916luanacerqueira</author>
         <link>https://padlet.com/18916luanacerqueira/y2ohrnixsn3ptklq/wish/3396197947</link>
         <description><![CDATA[<p>Em 1846, ainda sob o efeito da revolta da <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.infopedia.pt/$maria-da-fonte?intlink=true"><strong>Maria da Fonte</strong></a>, preparavam-se novas eleições legislativas, que, tudo indicava, dariam a vitória à união de anticabralistas radicais e moderados que tinham subido ao poder na sequência daquela revolta. Contudo, nas vésperas dessas eleições, a rainha D. Maria II, apoiada pelos marechais Saldanha e Terceira, desencadeia a 6 de outubro um golpe de estado que ficaria conhecido por <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.infopedia.pt/$emboscada?intlink=true"><strong>Emboscada</strong></a>. Nessa noite, o duque de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.infopedia.pt/$palmela?intlink=true"><strong>Palmela</strong></a>, chefe do <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.infopedia.pt/$governo?intlink=true"><strong>Governo</strong></a>, é chamado ao paço de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.infopedia.pt/$belem?intlink=true"><strong>Belém</strong></a>, onde é obrigado a referendar os decretos de exoneração do executivo existente e os de nomeação do que o iria substituir, ficando virtualmente detido.<br>Lisboa acorda, assim, com um novo ministério e um novo rumo político - nesse mesmo dia são suspensas as eleições, reintegrados os oficiais que haviam sido afastados, feitas várias prisões, suspensas as cortes e os jornais, tomando a rainha plenos poderes.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2417607860/05f28f3d4540fea3467e4c8092bfcde2/image.png" />
         <pubDate>2025-04-04 14:57:16 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/18916luanacerqueira/y2ohrnixsn3ptklq/wish/3396197947</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
