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      <title>História da Química Forense by Sílvia Lopes</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-02-28 13:14:31 UTC</pubDate>
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         <title>Christian Schonbein</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Christian Friedrich Schönbein foi um químico e físico alemão-suiço. Descobriu o ozônio (1839), o princípio da célula de combustível (1838) e a trinitrocelulose (1846). </p><p><br></p><p>Em 1863, Christian Friedrich Schönbein descobriu o primeiro método confiável para a identificação de sangue humano. Schönbein expôs que ao adicionar peróxido de hidrogênio em manchas de sangue, o local era tomado por uma espécie de espuma. Essa descoberta permitiu um avanço considerável na época, pois havia muita dúvida na identificação de manchas já quando secas, pois vários tipos apresentavam o mesmo padrão das de sangue.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-28 13:18:43 UTC</pubDate>
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         <title>Christian Schonbein</title>
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         <description><![CDATA[<p>Christian Friedrich Schönbein (1799-1868), professor de química da Universidade da Basiléia na Suíça, é reconhecido principalmente pela descoberta do ozônio e pela invenção da nitrocelulose. Fato no mínimo curioso, sem no entanto ter relação com a cromatografia, foi a descoberta acidental do explosivo nitrocelulose em 1845. Ao realizar experimentos na cozinha de sua casa, certamente sem o consentimento de sua esposa, Schönbein usou um avental para limpar respingos de uma mistura de ácidos nítrico e sulfúrico de um experimento caseiro. Ao colocar o avental para secar sobre o fogão, certo de eliminar as provas de sua contravenção, este se incendiou e quase que instantaneamente desapareceu.<br>Após o susto, e motivado pela curiosidade científica, Schönbein acabou por inventar o explosivo nitrocelulose, preparado através da reação dos ácidos nítrico e sulfúrico com a celulose (Algodão pólvora).<br>Este explosivo é até os dias de hoje utilizado na fabricação de detonadores.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-28 13:19:18 UTC</pubDate>
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         <title>Jean Stas</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>famoso por seu trabalho sobre o número atômico do oxigênio, também  conduziu estudos sobre análise químicas sobre o míldio da batata e envenenamento por nicotina.</p><p>Stas, então professor de química na Universidade de Bruxelas e considerado líder no país por seus experimentos sobre determinação de venenos vegetais no corpo humano, teve seus conhecimentos solicitados na busca pelo entendimento de um crime ocorrido. Os órgãos da vítima foram analisados e pôde ser concluído que havia ocorrido um envenenamento por um produto natural, no caso a nicotina. Portanto,seus conhecimentos químicos serviram de prova na solução do crime em questão. Hoje em dia, a detecção de alcaloides é realizada por testes que utilizam a espectrofotometria.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-28 13:21:17 UTC</pubDate>
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         <title>IMPORTÂNCIA </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A importância da química forense até os dias de hoje é significativa e abrange diversas áreas da investigação criminal e da justiça. Esta disciplina utiliza os princípios da química para analisar evidências físicas encontradas em cenas de crime, como substâncias químicas, fibras, impressões digitais, entre outros, auxiliando na resolução de casos criminais. A química forense desempenha um papel crucial na identificação de substâncias ilícitas, na análise de amostras biológicas para identificação de DNA, na detecção de venenos e toxinas, na determinação da causa da morte, entre outras aplicações. Com o avanço da tecnologia e das técnicas analíticas, a química forense continua a evoluir e a contribuir para a investigação criminal e para a busca da verdade nos processos judiciais.</p><p>Quem faz Química pode ser perito criminal?</p><p>Para se tornar um perito criminal, é necessário possuir formação acadêmica em áreas como Medicina, Engenharia ou Química. Além disso, é fundamental ser aprovado em um concurso público específico para peritos criminais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-28 13:22:01 UTC</pubDate>
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         <title>James Marsh</title>
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         <description><![CDATA[<p>Os primeiros testes para detectar o arsênio foram introduzidos em meados de 1700, não havendo por muito tempo um método analítico fiável para a sua quantificação nos tecidos. Nessa altura, utilizava-se o teste de Hahnemann que consistia na precipitação do arsênio sob a forma de um composto amarelo, o trissulfeto de arsênio (As2S3). Contudo, havia frequentemente precipitação de outras substâncias, o que mascarava a presença de arsênio e tornava os resultados ambíguos.</p><p>   Em 1832 James Marsh, um químico britânico, frustrado com a falibilidade do teste de Hahnemann, decide melhorá-lo. O novo método desenvolvido por Marsh foi utilizado pela primeira vez no julgamento de Marie LaFarge na França em 1840, no qual LaFarge era acusada de envenenar o marido com bolos envenenados com arsênio.</p><p>   O teste consistia na mistura da amostra de interesse com um pedaço de zinco e ácido sulfúrico (garantia-se previamente que os reagentes não tinham qualquer vestígio de arsênio) e, se a amostra contivesse arsênio gerava-se uma mistura de gases inflamáveis, H2 e H3As, produzindo-se uma chama que ao contactar com um prato de cerâmica vidrada, levava à formação de um depósito prateado.</p><p>   Este método representou um ponto de viragem na deteção e quantificação do arsénio e o começo do fim das intoxicações e envenenamentos. Era considerado muito sensível naquele época, detectando o veneno em quantidades tão baixas quanto 0,02 mg.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-28 13:26:00 UTC</pubDate>
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         <title>James Mash</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Experimento para detecção de arsênio.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-28 13:30:11 UTC</pubDate>
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