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      <title>As principais complicações do  do Diabetes Mellitus (agudas e crônicas) e tratamento. by Samanta Leite</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-09-11 13:43:57 UTC</pubDate>
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         <title> As principais complicações do Diabetes Mellitus (crônicas).</title>
         <author>samantaleite1</author>
         <link>https://padlet.com/samantaleite1/y1y46a1qv3zz9atj/wish/2291151055</link>
         <description><![CDATA[<div>O mau controle do diabetes pode causar complicações em diferentes partes do corpo. Isso porque, a longo prazo, a hiperglicemia (altas taxas de açúcar no sangue) danifica nervos e vasos sanguíneos.<br><br><br>As principais complicações crônicas são:<br><br></div><ul><li>Retinopatia - lesão da retina</li><li>Nefropatia - lesão renal</li><li>Neuropatia - lesão nos nervos do organismo</li><li>Macroangiopatia - doença coronária, cerebral e dos membros inferiores</li><li>Hipertensão arterial</li><li>Lipídeos no sangue - gorduras no sangue</li><li>Pé diabético - arteriopatia, neuropatia</li><li>Doenças cardiovasculares - angina de peito, ataques cardíacos e acidentes vasculares cerebrais</li><li>Obstrução arterial periférica - perturbação da circulação, por exemplo nas pernas e nos pés</li><li>Disfunção e impotência sexual - a primeira manifesta-se de diferentes formas em ambos os sexos</li><li>Infeções diversas e persistentes - boca e gengivas, infeções urinárias</li><li>infeções das cicatrizes depois das cirurgias.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-11 13:49:02 UTC</pubDate>
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         <title>As principais complicações do Diabetes Mellitus (agudas).</title>
         <author>samantaleite1</author>
         <link>https://padlet.com/samantaleite1/y1y46a1qv3zz9atj/wish/2291168390</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>As complicações agudas da diabetes:<br><br>Complicações agudas </strong>que podem surgir a qualquer momento, requerendo atenção imediata. As complicações agudas a níveis glicêmicos muito altos (hiperglicemia) como é o caso da cetoacidose diabética e do estado hiperglicêmico hiperosmolar, como a níveis glicêmicos muito baixos (episódios de hipoglicemia). Ambas as condições tem &nbsp; um desequilíbrio entre os vários fatores a controlar na diabetes. Ou seja, e a título de exemplo, a medicação (insulina ou antidiabéticos orais), a ingestão de alimentos e a atividade física. Este tipo de complicações agudas são relativamente frequentes e graves, exigindo um reconhecimento, diagnóstico e tratamento rápido.<br><br></div><div><strong>Cetoacidose diabética e estado hiperglicêmico hiperosmolar:</strong></div><div>&nbsp;</div><div>A cetoacidose diabética e o estado hiperglicêmico hiperosmolar são complicações agudas. Estas desenvolve-se como consequência de uma deficiência total ou grave de insulina o que impede a entrada de glicose para as células. Além disso, há um aumento de algumas hormonas (como, por exemplo, o glucagon e o cortisol) com uma ação oposta à da insulina para tentar fazer com que a glicose chegue às células. Em conjunto, estas hormonas estimulam um aumento da concentração de glicose no sangue que leva à hiperglicemia.</div><div>&nbsp;</div><div>No início, a hiperglicemia resultante é acompanhada por (diurese osmótica), na qual os rins passam a filtrar mais sangue e é produzida mais urina do que o normal, que passa também a ter glicose presente. Contudo, chega um momento em que este mecanismo de compensação deixa de ser suficiente, e a perda de água reduz o volume de sangue, a função renal é comprometida e há uma progressão ainda maior da hiperglicemia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-11 14:17:17 UTC</pubDate>
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         <title>As principais formas de tratamento utilizadas nos diabéticos :</title>
         <author>samantaleite1</author>
         <link>https://padlet.com/samantaleite1/y1y46a1qv3zz9atj/wish/2291178663</link>
         <description><![CDATA[<div>Os medicamentos para diabetes tipo 1 e tipo 2 ajudam a controlar os níveis de açúcar no sangue e mantêm a glicemia próxima de um nível normal, impedindo possíveis complicações da diabetes, como retinopatia ou insuficiência renal.<br>Na diabetes tipo 1, o principal medicamento é a insulina, que deve ser usada diariamente. Já no caso da diabetes tipo 2, geralmente são usados medicamentos antidiabéticos em comprimido, como metformina, glimepirida ou gliclazida, por exemplo. Além disto, a realização de uma dieta controlada em açúcar e gordura e a prática de exercícios é fundamental em todos os casos.</div><div>Como o remédio mais indicado para cada pessoa varia de acordo com vários fatores, que incluem o tipo de diabetes, a gravidade da doença e a idade.<br><br><strong>Para diabetes tipo 1:</strong></div><div><br>Como neste tipo de diabetes, o pâncreas não consegue produzir insulina ou produz em quantidades mínimas, o objetivo do tratamento é simular a produção natural deste hormônio, ou seja, nos mesmos horários e quantidades de acordo com as necessidades de cada pessoa, para impedir o aumento da glicose no sangue.</div><div>Desta forma, para simular a ação do pâncreas, é necessário que a pessoa com diabetes tipo 1 utilize, pelo menos, dois tipos de insulina.<br><strong>Insulina de ação rápida : ( </strong>Regular, Asparte, Lispro, Glulisina) Normalmente, é usada imediatamente antes das refeições ou logo após comer para manter os níveis de glicose regulados após a alimentação, impedindo que a glicose se acumule no sangue.<br><strong>Insulina lenta: (</strong>NPH, Detemir, Glargina) <br>Geralmente, é utilizada apenas de 1 a 2 vezes por dia, pois a sua ação dura de 12 a 24 horas, chegando alguma a atingir 30 horas, mantendo os níveis de açúcar estáveis durante todo o dia.<br>P<strong>ara diabetes tipo 2:<br></strong>Costuma ser feito com medicamentos antidiabéticos que podem atuar tanto aumentando a produção de insulina no pâncreas, melhorando a sensibilidade do organismo à insulina, diminuindo a produção de glicose pelo corpo ou mesmo diminuindo a absorção de glicose na alimentação.&nbsp;</div><div><br>Os remédios mais usados para diabetes tipo 2, são os hipoglicemiantes ou antidiabéticos orais, que podem ser tomados sozinhos ou combinados, de forma a controlar os níveis de açúcar no sangue.<br>Alguns dos principais exemplos destes remédios são Metformina, Glibenclamida, Gliclazida, Acarbose, Pioglitazona ou os mais novos como Vildagliptina, Sitagliptina ou Exenatida, por exemplo. A ingestão ou aplicação destes remédios costuma ser feita de 1 a 3 vezes ao dia, a depender do tipo e da gravidade da doença.<br>Geralmente, inicia-se o tratamento utilizando somente 1 destes medicamentos e depois o médico avalia a necessidade da combinação de outros, inclusive da Insulina, o que se torna necessário à medida que a doença piora, ao longo dos anos.&nbsp;<br><strong>Tratamento para diabetes gestacional:</strong></div><div><br>O tratamento do diabetes gestacional é orientado pelo obstetra e pelo endocrinologista, e a principal forma de tratamento consiste na dieta pobre em carboidratos e a prática regular de exercício físico moderado.&nbsp;<br>No entanto, nos casos mais graves onde a quantidade de açúcar no sangue é muito superior ao esperado, o médico poderá orientar uso de antidiabéticos orais, como Metformina ou Glibenclamida, ou até mesmo a Insulina. O diabetes gestacional é detectado após as 22 semanas de gestação, e surge devido a disfunções na produção e ação da insulina no organismo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-11 14:34:06 UTC</pubDate>
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         <title>Diabetes (diabetes mellitus)</title>
         <author>samantaleite1</author>
         <link>https://padlet.com/samantaleite1/y1y46a1qv3zz9atj/wish/2291192214</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Diabetes</strong> é uma doença causada pela produção insuficiente ou má absorção de insulina, hormônio que regula a glicose no sangue e garante energia para o organismo.<br><br></div><div>A <strong>insulina</strong> é um hormônio que tem a função de quebrar as moléculas de <strong>glicose (açúcar)</strong> transformando-a em energia para manutenção das células do nosso organismo.<br><br></div><div>O diabetes pode causar o aumento da glicemia e as altas taxas podem levar a complicações no coração, nas artérias, nos olhos, nos rins e nos nervos. Em casos mais graves, o diabetes pode levar à morte.<br><br>De acordo com a&nbsp; Sociedade Brasileira de Diabetes existem atualmente, no Brasil, mais de <strong>13 milhões de pessoas vivendo com a doença</strong>, o que representa 6,9% da população nacional.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-11 14:55:35 UTC</pubDate>
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