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      <title>Microbioma oral by Juliana Santos</title>
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      <description>Características gerais do microbioma oral</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-01-24 18:51:56 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2026-02-01 11:21:31 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Composição geral</title>
         <author>julipezzi</author>
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         <description><![CDATA[<div>Varia muito de indivíduo para indivíduo e até dentro do mesmo indivíduo:</div><ul><li>&nbsp; Diferentes nichos ecológicos: mucosa, saliva, superfícies dentárias, dorso da língua, próteses e aparelhos ortodônticos, sulco gengival</li></ul><div><br></div><ol><li><strong><mark>Bactérias:</mark></strong></li></ol><div>&nbsp; &nbsp;</div><ul><li>&nbsp; &nbsp;Microrganismos predominantes;</li><li>&nbsp; &nbsp;Mais de 750 espécies e 6 filos predominantes.</li></ul><div><br>&nbsp; &nbsp;2. <strong><mark>Fungos:</mark></strong></div><div><br></div><ul><li>&nbsp; &nbsp;Pelo menos 85 gêneros, com a predominância da Candida sp.:&nbsp;</li></ul><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; - Pode causar infecções agudas e crônicas;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; - Tende a aumentar sua prevalência conforme maior a idade;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; - Está presente em cerca de metade da população de forma assintomática.<br><br>&nbsp; &nbsp;3. <strong><mark>Vírus:</mark></strong><br><br></div><ul><li>&nbsp; &nbsp;Primariamente associados a doenças, como caxumba, raiva, HIV, hepatites, IVAS virais, HSV, HPV, etc;</li><li>&nbsp; &nbsp;Predominância de bacteriófagos.</li></ul><div><br>&nbsp; &nbsp;4. <strong><mark>Protozoários:</mark></strong><br><br></div><ul><li>&nbsp; &nbsp;2 espécies principais: Entamoeba gingivalis e Trichomonas tenax;</li><li>&nbsp; &nbsp;São saprófitas não nocivos, por isso são mais presentes em pessoas com higiene oral deficiente (restos de alimento como nutrientes).</li></ul><div><br>&nbsp; &nbsp;5. <strong><mark>Arqueias:</mark></strong><br><br></div><ul><li>&nbsp; &nbsp;Menores microrganismos do microbioma oral;</li><li>&nbsp; &nbsp;Prevalente em indivíduos com periodontite, apesar de também ser encontradas em pessoas saudáveis;</li><li>&nbsp; &nbsp;1 espécie identificada: Methanobrevibacter oralis -&gt; metanogênica</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-24 19:35:08 UTC</pubDate>
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         <title>Principais espécies</title>
         <author>julipezzi</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Cocos Gram +</mark></strong>&nbsp; -&gt; Estreptococos "viridans"<br><br><strong><mark>Cocos Gram -</mark></strong>&nbsp; -&gt; Neisseria spp.; Veillonella spp.<br><br><strong><mark>Bacilos Gram +</mark></strong>&nbsp; -&gt; Actinomyces spp.; Lactobacillus spp; Bifidobacterium spp.<br><br><strong><mark>Bacilos Gram -</mark></strong>&nbsp; -&gt; Porphyromonas; Prevotella; Campylobacter, Fusobacterium<br><br><strong><mark>Outros</mark></strong>&nbsp; -&gt; Espiroquetas; Candida spp.; Trichomonas tenax; Entamoeba gingivalis; Methanobrevibacter oralis</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-24 19:43:00 UTC</pubDate>
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         <title>Aquisição e implantação</title>
         <author>julipezzi</author>
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         <description><![CDATA[<div>É passiva e varia com a idade.<br><br></div><ul><li><strong><mark>Pelo leite materno:&nbsp;</mark></strong></li></ul><div><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;- Muitas espécies diferentes, que variam desde o colostro até o leite maduro.</div><div><br></div><ul><li><strong><mark>Pelo parto:</mark></strong></li></ul><div><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;- Em condições normais, a placenta é estéril;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;- Pode conter patógenos em casos de infecção durante o trabalho de parto ou parto;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;- A bactéria Streptococcus agalactiae é uma exceção e pode entrar na placenta antes do trabalho de parto.<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; * O tipo de parto influencia na aquisição do microbioma: estudos mostraram menos espécies em intestinos de bebês de cesárea do que de parto normal; além da ausência de bactérias comensais e muitas bactérias oportunistas.</div><div><br></div><ul><li><strong><mark>Processo normal:</mark></strong></li></ul><div><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; - Ao nascer, a cavidade oral é estéril<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; - Com 6 horas de vida, existem poucos microrganismos<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; - De 6 a 10 horas de vida, ocorre um aumento rápido de microrganismos<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; - Essas espécies pioneiras (principalmente os estreptococos) se ligam às mucosas e facilitam a implantação de outras espécies por sua atividade metabólica, instalando-se uma comunidade clímax, complexa e em equilíbrio dinâmico<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;- Por volta de 1 ano de idade, são encontradas espécies como estreptococos, estafilococus, neissérias, lactobacilos, alguns aneróbios e etc</div><div><br></div><div>    - Quando ocorre a erupção dos dentes, aumenta a quantidade de microrganismos anaeróbios e facultativos, como o S. sanguinis, S. mutans e Actinomyces spp.<br><br>    - A partir da erupção dos dentes permanentes, a mudança que ocorre é nos sulcos gengivais, que passam a ter mais microrganismos aneróbios, como alguns bacilos Gram - e espiroquetas<br><br>    - A partir da velhice, caso ocorram muitas perdas dentárias, ocorre uma fase de segunda infância, em que o microbioma se assemelha muito ao da primeira infância<br><br>* O uso de aparelhos prostéticos aumenta a presença de Candida sp.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-24 20:42:09 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>O que pode interferir no crescimento das bactérias do microbioma oral?</title>
         <author>mafialho</author>
         <link>https://padlet.com/julipezzi/y1uvd52iimzd5443/wish/2009837325</link>
         <description><![CDATA[<div>→ <strong><mark>A nossa própria anatomia oral</mark></strong><br>• O formato dental, a presença de muitos sulcos na mesa oclusal e o mal alinhamento dos dentes (podem favorecer a implantação microbiana)<br>• Restaurações mal feitas (vulneráveis a cáries secundárias e ao biofilme associado a biomateriais)<br>• Epitélio gengival sulcular não-queratinizado (maior suscetibilidade a microrganismos)<br><br>→ <strong><mark>Saliva: agente duplo? (Enfim, a hipocrisia!)</mark></strong><br>• Ela fornece a película salivar adquirida (P.A.), fundamental para a implantação do biofilme<br>• É a fonte primária de nutrientes e também facilita a agregação das bactérias por prover microrganismos para o biofilme<br><strong>Porém...</strong><br>• Tem um papel de inibir o crescimento bacteriano por dispor de lisozima (enzima que efetua a lise da parede celular bacteriana), lactoferrina (sequestra ferro livre), IgA (anticorpo)<br>• Possui capacidade tamponante! Mantém o pH estável! (Atenção: isso pode ser ruim se o pH for ácido o tempo todo - ela pode mudar seu referencial de pH fisiológico para um pH mais baixo!)<br><br>→ <strong><mark>Fluido Gengival</mark></strong><br>• É capaz de "lavar" mecanicamente os microrganismos do sulco gengival<br>• É fonte primária de nutrientes (como a hemina, originada de hemácias, que é fonte de ferro) para bactérias proteolíticas (que são maioria no sulco da gengiva, especialmente em cenários de higiene deficiente)<br>• Também tem fatores de defesa como os fagócitos (inespecíficos) e imunoglobulinas (como IgG, mais específico)<br><strong><br>→ </strong><strong><mark>Vida em sociedade: nem sempre é um mar de rosas!</mark></strong><strong> </strong><br><strong>Os próprios microrganismos se atrapalham...</strong><br>• Fatores antagonistas como a competição por receptores e nutrientes, a produção de bacteriocinas/peróxido de hidrogênio e a variação de pH que favorece algumas porém impede a sobrevivência de outras... tudo isso caracteriza a resistência à colonização<br><strong>E se ajudam...</strong><br>• No sentido cooperativo, uma bactéria X conseguir se alimentar dos produtos metabólicos de uma bactéria Y. Além disso, há as agregações microbianas, como a famosa "Espiga de milho" (associação entre Fusobactérias e Streptococcus spp. que falaremos mais adiante).<br><br>→ <strong><mark>Fatores mais diversos que podem interferir</mark></strong><br>• pH e potencial de oxirredução<br>• Presença de substâncias microbianas<br>• Dieta do indivíduo (se for cariogênica - ou seja, rica em carboidratos fermentáveis - pode favorecer o biofilme, estimulando espécies acidúricas)<br>• Acidentes em procedimentos odontológicos (como contaminação cruzada se o cirurgião-dentista não seguir princípios de biossegurança)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-24 21:18:35 UTC</pubDate>
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         <title>A importância do microbioma oral para a saúde sistêmica</title>
         <author>mafialho</author>
         <link>https://padlet.com/julipezzi/y1uvd52iimzd5443/wish/2009917932</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>A saúde começa pela boca?</mark></strong><br>→ A cavidade oral é uma importante porta de entrada para o nosso organismo. Portanto, a perda da harmonia desse bioma pode favorecer a proliferação de espécies patogênicas que podem se disseminar para outros sistemas além do estomatognático. <strong>"O sentido inverso também é verdadeiro?" </strong>Sim! Uma condição sistêmica já presente no organismo é capaz de afetar a saúde bucal. Para ilustrar, há o exemplo da diabetes associada a doenças periodontais: o paciente diabético tem maior tendência a apresentar periodontites mais avançadas devido ao seu potencial de cicatrização reduzido. Essa relação com doenças periodontais também é encontrada na piora de outras condições sistêmicas, como artrite reumatoide e aterosclerose.</div><blockquote>"Outro exemplo ocorre com as cardiopatias. A colonização bacteriana da cavidade oral pode propiciar o desenvolvimento de inúmeras infecções como a endocardite bacteriana (que atinge gravemente o endocárdio e ocorre especialmente entre pessoas que possuem válvulas deficientes ou próteses). Além disso, a disseminação de microrganismos pode começar pela boca e atingir outras áreas do seu corpo através da corrente sanguínea e aumentar o nível da proteína C reativa, que indica a ocorrência de inflamação de vasos sanguíneos. De acordo com a American Heart Association, associação cardíaca dos Estados Unidos, a circulação desses germes pelo corpo pode originar não só a endocardite, mas também a aterosclerose (artérias entupidas) e o AVC (Acidente Vascular Cerebral)."&nbsp;</blockquote><h1><a href="https://www.uniodontosjc.com.br/noticias/por-que-a-saude-comeca-pela-boca">– "Por que a saúde começa pela boca?"</a> (Notícia do site da Universidade de Odontologia de São José dos Campos)</h1><div><br><strong><mark>"Eixo oro-pulmonar"</mark></strong><br>→ De maneira geral, as pessoas apresentam uma microbiota pulmonar (baixa em concentração mas rica em diversidade), que se assemelha bastante à microbiota oral! Isso se dá pela constante recolonização do pulmão via micro-aspiração e inalação desses microrganismos. Assim, ao contrário do que muitos pensam, a fonte primária do microbioma pulmonar não é a microbiota nasal, mas sim a microbiota oral!<br><br><strong><mark>Saúde cardiovascular</mark></strong><br>→ A microbiota oral também tem relação com a nossa saúde cardiovascular! Para entender o motivo, é preciso conhecer um pouco sobre o metabolismo do nitrato. 25% do nitrato que consumimos volta à cavidade oral via circuito entero-salivar, e muitas bactérias orais têm a capacidade de reduzir o nitrito a nitrato. Com isso, ele é absorvido gastricamente, cai na corrente sanguínea e é convertido em óxido nítrico. Aqui temos o nosso protagonista: o óxido nítrico tem importante efeito anti-hipertensivo! Daí o benefício para a saúde sistêmica.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-24 22:31:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mafialho</author>
         <link>https://padlet.com/julipezzi/y1uvd52iimzd5443/wish/2009920552</link>
         <description><![CDATA[<div>Tabela com resultados encontrados na literatura sobre a influência da microbiota oral no binômio saúde-doença (SANTOS JÚNIOR, J. C. C. dos; IZABEL, T. dos S. S.) <a href="https://doi.org/10.21527/2176-7114.2019.36.91-99">DOI</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-24 22:34:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Interações interespecíficas harmônicas</title>
         <author>melissafsutter</author>
         <link>https://padlet.com/julipezzi/y1uvd52iimzd5443/wish/2011536708</link>
         <description><![CDATA[<div>- Nas relações harmônicas, espécies diferentes se ajudam gerando benefícios para pelo menos um dos seres envolvidos. Alguns exemplos dessa relação na cavidade oral são:<br><br></div><ul><li>&nbsp;<em><mark>Aggregatibacter actinomycetemcomitans e Streptococcus gordonii</mark></em><em> = S. gordonni </em>produz a substância L-lactato, que, por acaso, é a principal fonte para o funcionamento do metabolismo<em> da A. actinomycetemcomitans. A bactéria actinomycetemcomitans </em>é conhecida por ser muito resistente e por colaborar no desenvolvimento da doença periodontite. <em>&nbsp;</em></li><li><h1><em><mark>Streptococcus sp</mark></em><mark>. e </mark><em><mark>Veillonella sp</mark></em>. = Streptococcus produz ácido lático, que é uma fonte de carbono prar o metabolismo da Veillonella. Dessa forma, Veillonella é capaz de se desenvolver e participar da formação do biofilme (placa bacteriana).</h1></li><li><em><mark>Fusobacterium spp., Streptococcus spp., Coryneobacterium, entre outras</mark></em><em> = Essas diversas espécies de</em> bactérias se unem para formar um tipo de biofilme supragengival conhecido como "espiga de milho".</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-25 15:57:30 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Interações interespecíficas desarmônicas</title>
         <author>melissafsutter</author>
         <link>https://padlet.com/julipezzi/y1uvd52iimzd5443/wish/2011820773</link>
         <description><![CDATA[<div>- Nas relações desarmônicas as diferentes espécies se relacionam de forma que um ser prejudica a sobrevivência do outro. são exemplos dessa relação na cavidade oral:<br><br></div><ul><li><em><mark>Prevotella nigrescens </mark></em><mark>e</mark><em><mark> Prevotella gingivalis</mark></em><em> = P. nigrescens </em>produz e libera uma proteína bactericida capaz de inibir o crescimento de<em> P. gingivalis.</em></li><li><em><mark>Streptococcus mutans</mark></em><mark> e </mark><em><mark>Streptococcus sanguinis</mark></em> = <em>S. mutans</em> libera mutacinas (bacteriocinas) que inibem o crescimento de <em>S. sanguinis</em>. Dessa forma, <em>S. mutans</em>, conhecido por ser um dos principais causadores de cárie, vai poder se desenvolver mais rapidamente, uma vez que seu competidor vai estar inibido.</li><li><em><mark>Streptococcus mutans </mark></em><mark>e</mark><em><mark> Sthaphylococcus spp.</mark></em> = Também pela produção e liberação de mutacinas, <em>S. mutans</em> inibe as bactérias da espécie <em>Staphylococcus.</em></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-25 17:45:33 UTC</pubDate>
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         <title>Como funciona um microbioma oral saudável?</title>
         <author>melissafsutter</author>
         <link>https://padlet.com/julipezzi/y1uvd52iimzd5443/wish/2012005513</link>
         <description><![CDATA[<div>Antes de tudo é preciso entender que o microbiona oral é formado por inúmeros microorganismos que convivem, se relacionam e são dependes das condições do ambiente.<br><br><strong><mark>Quais fatores influenciam a saúde bucal?<br><br></mark></strong>Diversos fatores influenciam. Mas os principais são: a alimentação, o pH (escala que determina se o ambiente está ácido ou básico), as relações interespecíficas, o sistema imune, e outros.<br><br><strong><mark>O que acontece se esses fatores estiverem desequilíbrados?<br><br></mark></strong>Nesse caso, o microbioma oral vai sair de uma situação de simbiose para uma disbiose. Falando na nossa língua, o que estava funcionando perfeitamente (simbiose), deixando a cavidade oral numa condição de saúde normal, vai começar a passar por um processo (disbiose) no qual a relação entre os microorganismos da cavidade oral ficará desequilibrada.<br><br><strong><mark>Mas como funciona o microbioma oral em simbiose?</mark></strong><br><br>Em simbiose, os microorganismos mantém relações tanto harmônicas quanto desarmônicas (o que regula o desenvolvimento das comunidades, evitando o aparecimento de doenças), o sistema imune age de forma a destruir microorganismos invasores além de regular as comunidades de microorganismos, o pH da saliva está em torno de 7,0 e fornece nutrientes para os microorganismos, mas também os combate com suas enzimas.<br><br><strong><mark>E como eu mantenho a saúde do meu microbioma?</mark></strong><br><br>O mais importante é manter uma boa higiene oral. Como fazer isso?</div><ol><li>Escovar os dentes com cuidado e atenção pelo menos 3x ao dia;</li><li>Usar pastas de dente com flúor para a escovação;</li><li>Usar fio dental pelo menos 1x ao dia, de preferência de noite.</li></ol><div>Além disso, também é importante manter uma alimentação balanceada, rica em alimentos saudáveis. Obviamente um docinho está liberado, sendo consumido com moderação o açúcar não fará mal para o microbioma oral.<br>Também é importante ir ao dentista regularmente, de 6 em 6 meses, para verificar a saúde da cavidade oral.<br>E, por último, mas não menos importante, também é interessante evitar o uso frequente de álcool, cigarros, drogas e de bebidas e alimentos ácidos. </div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-25 19:02:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Quais as funções do microbioma oral?</title>
         <author>luisfrade1</author>
         <link>https://padlet.com/julipezzi/y1uvd52iimzd5443/wish/2013306210</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Auxiliar na nutrição do hospedeiro por meio da digestão de alimentos e fornecimento de nutrientes;</li><li>Manutenção do sistema imune ativo, tornando mais rápida sua resposta;</li><li>&nbsp;Competir o espaço com microrganismos patogênicos;</li><li>Adaptar-se de acordo com as condições existentes e até certo ponto reagir de forma a compensar alterações do meio que venham a ocorrer;</li><li>&nbsp;Proteger o hospedeiro, sintetizando bacteriocinas, ácidos, peróxido de hidrogênio e outras substâncias contra microrganismos potenciais patógenos;</li><li>Contribuir para o desenvolvimento de doenças em momentos de desequilíbrio ambiental, além de poder se disseminar no organismo e causar doenças a nível sistêmico;</li><li>Possibilitar que as bactérias fiquem aderidas entre si e nas superfícies da cavidade oral;</li><li>Produzir ácidos a partir de carboidratos;</li><li>Usar proteínas para seu metabolismo;</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-26 11:32:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Disbiose e o desenvolvimento de doenças</title>
         <author>luisfrade1</author>
         <link>https://padlet.com/julipezzi/y1uvd52iimzd5443/wish/2013317305</link>
         <description><![CDATA[<div>No geral, a enorme variedade de microrganismos presentes na cavidade oral está relacionada a saúde, porém uma pertubação nesse equilíbrio é capaz de reduzir a população simbiótica, favorecendo a proliferação de microrganismos patogênicos. Esses microrganismo patogênicos e seus produtos vão provocar alterações patológicas nos tecidos da cavidade oral.&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-26 11:40:10 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Patologias associadas ao microbioma oral </title>
         <author>luisfrade1</author>
         <link>https://padlet.com/julipezzi/y1uvd52iimzd5443/wish/2013320216</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;<mark>→ Cárie:</mark> uma dieta rica em açúcares associada a higiene oral deficiente propicia o aumento de bactérias acidúricas e acidogênicas, sendo esse ácido produzido por elas responsável pela desmineralização dos tecidos duros do dente(esmalte, dentina e cemento).<br><mark>&nbsp;→ Gengivite:</mark> é uma doença causada pelo acúmulo de biofilme na gengiva, onde o contato das bactérias do biofilme com a gengiva gera uma inflamação nesse tecido que vai se apresentar avermelhado, inchado, sensível e com sangramentos frequentes. <br><mark>→ Periodontite:</mark> é um estágio mais avançado da gengivite, onde as bactérias penetram pelo sulco gengival atingindo os tecidos de sustentação do dente e provocando a sua destruição(gengiva, osso alveolar, ligamento periodontal e cemento).<br><mark>&nbsp;→ Pneumonia: </mark>a pneumonia aspirativa pode estar relacionada a bactérias associadas as doenças periodontais, ou seja, a aspiração da secreção de bactérias componentes do biofilme oral pode resultar numa infecção respiratória.<br><mark>&nbsp;→ Candidíase:</mark> o fungo Candida Albicans é o fungo mais prevalente do microbioma oral capaz de causar a candidíase oral em momentos de imunodepressão.<br><mark>&nbsp;→ Endocardite bacteriana:</mark> a endocardite pode ocorrer quando bactérias presentes nas doenças periodontais entram na corrente sanguínea e infectam a o revestimento interno do coração e as válvulas cardíacas.</div><div><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-26 11:42:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Referências</title>
         <author>melissafsutter</author>
         <link>https://padlet.com/julipezzi/y1uvd52iimzd5443/wish/2013350196</link>
         <description><![CDATA[<div>CHALMERS, Natalia I.; PALMER JR., Robert J.; CISAR, John O.; KOLENBRANDER, Paul E. Characterization of a Streptococcus sp.-Veillonella sp: Community Micromanipulated from Dental Plaque. <strong>Journal of Bacteriology</strong>, [<em>s. l.</em>], 19 set. 2008. DOI 10.1128/JB.00983-08. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC2593232/. Acesso em: 21 jan. 2022.</div><div><br></div><div>DEO, Priya Nimish; DESHMUKH, Revati. Oral microbiome: Unveiling the fundamentals. <strong>Journal of Oral and Maxillofacial Pathology</strong>, [<em>s. l.</em>], Jan-Apr 2019. DOI 10.4103/jomfp.JOMFP_304_18. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC6503789/. Acesso em: 21 jan. 2022.<br><br>HOSSAIN, Mohammad Shahnoor; BISWAS, Indranil. Mutacins from Streptococcus mutans UA159 Are Active against Multiple Streptococcal Species. <strong>Applied and Enviromental Microbiology</strong>, [<em>s. l.</em>], 4 fev. 2011. DOI 10.1128/AEM.02320-10. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3067413/. Acesso em: 22 jan. 2022.<br><br>JENKINSON, Howard F. Beyond the oral microbiome. <strong>Enviromental Microbiology</strong>, [<em>s. l.</em>], 12 set. 2011. DOI https://doi.org/10.1111/j.1462-2920.2011.02573.x. Disponível em: https://sfamjournals.onlinelibrary.wiley.com/doi/full/10.1111/j.1462-2920.2011.02573.x. Acesso em: 21 jan. 2022.<br><br></div><div>KILIAN, M. <em>et al</em>. The oral microbiome: an update for oral healthcare professionals. <strong>Britsh Dental Journal</strong>, [<em>s. l.</em>], 18 nov. 2016. Disponível em: https://www.nature.com/articles/sj.bdj.2016.865. Acesso em: 21 jan. 2022.<br><br></div><div>MERRITT, Justin; KRETH, Jens; SHI, Wenyuan; QI, Fengxia. LuxS controls bacteriocin production in Streptococcus mutans through a novel regulatory component. <strong>Molecular Microbiology</strong>, [<em>s. l.</em>], 30 jun. 2005. DOI https://doi.org/10.1111/j.1365-2958.2005.04733.x. Disponível em: https://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/j.1365-2958.2005.04733.x. Acesso em: 22 jan. 2022.<br><br></div><div>RAMSEY, Matthew M.; RUMBAUGH, Kendra P.; WHITELEY, Marvin. Metabolite Cross-Feeding Enhances Virulence in a Model Polymicrobial Infection. <strong>PLoS Pathog.</strong>, [<em>s. l.</em>], 31 mar. 2011. DOI 10.1371/journal.ppat.1002012. Disponível em: https://journals.plos.org/plospathogens/article?id=10.1371/journal.ppat.1002012. Acesso em: 21 jan. 2022.<br><br></div><div>SIMIONATO, Maria Regina. <strong>BIOFILME DENTAL</strong>: Mecanismos de formação, arquitetura e potencial patogênico. [<em>S. l.</em>], 2018. Disponível em: https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/4443090/mod_resource/content/1/Biofilmes_2018_Noturno.pdf. Acesso em: 22 jan. 2022.<br><br></div><div>&nbsp;DA SILVA, Ana Sofia Machado. <strong>Microbioma Oral</strong>: O seu papel na saúde e na doença. Dissertação (Grau de Mestre em Ciências Farmacêuticas) - Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, [<em>S. l.</em>], 2016. Disponível em: https://recil.ensinolusofona.pt/bitstream/10437/7475/1/Microbioma%20Oral%20final%20%282%29.pdf. Acesso em: 24 jan. 2022.<br><br>SANTOS JÚNIOR, J. C. C. dos; IZABEL, T. dos S. S. MICROBIOTA ORAL E SUA IMPLICAÇÃO NO BINÔMIO SAÚDE-DOENÇA. <strong>Revista Contexto &amp;amp; Saúde</strong>, <em>[S. l.]</em>, v. 19, n. 36, p. 91–99, 2019. DOI: 10.21527/2176-7114.2019.36.91-99. Disponível em: https://www.revistas.unijui.edu.br/index.php/contextoesaude/article/view/8624. Acesso em: 26 jan. 2022.<br><br></div><div><a href="https://www.nature.com/articles/sj.bdj.2016.865"><br></a><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-26 12:01:54 UTC</pubDate>
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