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      <title>Plantas Vasculares sem Sementes by Samuel Fonteles</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-07-12 02:33:15 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-01-22 06:00:11 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Introdução </title>
         <author>fonteless06</author>
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         <description><![CDATA[<div>Durante os primeiros 100 milhões de anos de evolução das plantas, as Briófitas foram o principal tipo de vegetação. Mas são as plantas vasculares que dominaram a maioria das paisagens de hoje. Com seu sistema condutor eficiente elas conseguiram colonizar de forma eficaz o ambiente terrestre, resolvendo assim o problema da distribuição de água e nutrientes que as Briófitas enfrentavam. A presença de lignina possibilitou a elas um maior crescimento. Além disso, as pteridófitas foram capazes de produzir esporófitos ramificados e, dessa forma, conseguiram ampliar o número de esporos viáveis para a dispersão&nbsp;<br>dessas plantas. Elas não tinham sementes, mas tinham novidades evolutivas que prepararam o palco para a ascensão das plantas vasculares. Nesse trabalho, mostraremos as características gerais, ciclo de vida e classificação desse intrigante tipo de planta.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-12 03:33:51 UTC</pubDate>
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         <title>Características Gerais</title>
         <author>fonteless06</author>
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         <description><![CDATA[<div>Criptógamas;<br>Vasos condutores de seiva (xilema e floema);<br>Órgãos verdadeiros (raiz, caule e folhas);<br>Caule do tipo rizoma (subterrâneo ou rente ao solo);<br>As folhas podem ser classificadas de acordo com a função em trofófilos, esporófitos e trofoesporófitos;<br>Alternância de gerações heteromórficas;<br>Esporófito (2n) dominante;<br>Dependem de água para se reproduzir.<br>Possuem embriões multicelulares. Formando uma linhagem monofilética: as Embriófitas</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-12 03:52:30 UTC</pubDate>
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         <title>Ciclo de Vida</title>
         <author>fonteless06</author>
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         <description><![CDATA[<div>As plantas vasculares oogâmicas, ou seja, apresentam grandes oosferas imóveis e pequenos anterozoides que nadam ou são conduzidos até a oosfera. Além disso, todas apresentam uma alternância de gerações heteromórficas, na qual o esporófito é maior e estruturalmente muito mais complexo do que o<br>gametófito. A oogamia é claramente favorecida nas plantas, já que apenas um dos tipos<br>de gametas deve “nadar” no ambiente hostil e externo à planta. As primeiras plantas vasculares produziam apenas um tipo de esporo como resultado da meiose; tais<br>plantas vasculares são denominadas homosporadas. Entre as plantas vasculares atuais, a homosporia<br>é encontrada em quase todas as samambaias, as cavalinhas (equisetófitas) e algumas das licófitas. Esta é claramente a condição basal da qual a heterosporia evolui. Por ocasião da germinação, os<br>esporos das plantas homosporadas têm o potencial de produzir gametófitos bissexuados – ou seja,<br>gametófitos que apresentam anterídios produtores de anterozoides e arquegônios produtores de<br>oosferas. Todavia, os esporófitos da maioria das samambaias são heterozigotos. Se o anterozoide de um gametófito bissexuado fecundasse uma oosfera deste mesmo gametófito, o esporófito resultante<br>seria homozigoto para todos os loci gênicos. A heterosporia – a produção de dois tipos de esporos em dois tipos diferentes de esporângios – é<br>encontrada em algumas das Lycophyta, assim como em umas poucas samambaias e todas as plantas<br>com sementes. A heterosporia originou-se várias vezes em grupos não relacionados durante a<br>evolução das plantas vasculares. Ela é comum desde o período Devoniano, com o primeiro registro<br>há cerca de 370 milhões de anos. Os dois tipos de esporos são chamados micrósporos e megásporos,<br>e são produzidos em microsporângios e megasporângios, respectivamente. Os dois tipos de esporos<br>são definidos com base na função e não necessariamente no tamanho relativo. Micrósporos dão<br>origem a gametófitos masculinos (microgametófitos), e megásporos dão origem a gametófitos<br>femininos (megagametófitos). Estes dois tipos de gametófitos unissexuados são muito reduzidos em<br>tamanho quando comparados com os gametófitos de plantas vasculares homosporadas. Outra<br>diferença é que, em plantas heterosporadas, o gametófito se desenvolve no interior do envoltório<br>formado pela parede do esporo (desenvolvimento endospórico), enquanto, em plantas homosporadas,<br>os gametófitos se desenvolvem fora do envoltório do esporo (desenvolvimento exospórico). Os gametófitos relativamente grandes das plantas homosporadas são independentes do esporófito<br>com relação à nutrição, embora os gametófitos subterrâneos de algumas espécies – tais como os de<br>Botrychium, Psilotum (ver Figura 17.29) e de vários gêneros de Lycopodiaceae – sejam<br>heterotróficos, dependentes de fungos endomicorrízicos para sua nutrição. Outros gêneros de<br>Lycopodiaceae, assim como as cavalinhas e a maioria das samambaias, possuem gametófitos<br>fotossintetizantes e de vida livre. Diferentemente, os gametófitos de muitas plantas vasculares<br>heterosporadas, e especialmente aqueles das plantas com sementes, são dependentes nutricionalmente<br>do esporófito. Os estágios iniciais da evolução das plantas a partir de ancestrais semelhantes a algas do táxon<br>Charophyceae envolveram elaboração e modificação do gametófito e do esporófito. Nas plantas<br>vasculares, entretanto, a evolução do gametófito se caracterizou por uma tendência geral no sentido<br>de redução no seu tamanho e na sua complexidade. Nas plantas vasculares sem sementes, o anterozoide móvel<br>nada na água para chegar ao arquegônio. Estas plantas devem, portanto, crescer em habitats onde a<br>água seja, pelo menos ocasionalmente, abundante.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-12 03:56:05 UTC</pubDate>
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         <title>Filo Rhyniophyta</title>
         <author>mikaeloliveira</author>
         <link>https://padlet.com/fonteless06/y1f8oye3y3yc8e71/wish/2244271811</link>
         <description><![CDATA[<div>O filo Rhyniophyta compreende as primeiras plantas vasculares que compreendemos com maior profundidade. Segundo datação fóssil, datam do Siluriano Médio, cerca de 425 Ma. A sua extinção, portanto, aconteceu durante o Devoniano, há cerca de 380 Ma. <br>As rinófitas não possuíam sementes, constituindo-se em eixos, ou cales, simples e ramificados e com esporângios terminais. A sua estrutura não é dividida em raíz, caule e folha, e são homosporadas.<br>Entre as primeiras riniófitas descritas, pode-se mencionar<em> Rhynia gwynne-vaughanii. </em>Provavelmente uma planta de brejo que consista em um sistema caulinar aéreo, ereto, dicotomicamente ramificado, preso a um rizoma, também dicotomicamente ramificado com rizoides.<br>A estrutura interna de <em>R. gwynne-vaughanii</em> era semelhante à de muitas plantas vasculares atuais.<br>Uma única camada de células superficiais – a epiderme – recobria o tecido fotossintetizante do<br>córtex, e o centro do eixo consistia em um cordão sólido de xilema circundado por uma ou duas<br>camadas de células semelhantes a floema.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-15 18:48:26 UTC</pubDate>
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         <title>Filo Zosterophyllophyta</title>
         <author>mikaeloliveira</author>
         <link>https://padlet.com/fonteless06/y1f8oye3y3yc8e71/wish/2244275903</link>
         <description><![CDATA[<div>Filo extinto caracterizado pela presença de fósseis datados do período Devoniano inferior ao superior, há aproximadamente 408 a 370 Ma.&nbsp;<br>Tais quais as riniófitas, eram dicotomicamente ramificados, sem a presença de folhas. Os caules aéreos eram revestidos por uma cutícula, entretanto, apenas os superiores tinham estomatos. Consequentemente, acredita-se que os inferiores estivessem submersos à lama.&nbsp;<br>Os ramos inferiores frequentemente dividiam-se em dois eixos: um para cima e outro para baixo. O eixo orientado para o solo, acredita-se que funcionava como raízes, servindo função de sustentação.&nbsp;<br>As zosterofilófitas são assim denominadas em virtude da sua<br>semelhança geral ao gênero Zostera, angiosperma marinha atual que se assemelha de modo<br>superficial a gramíneas.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-15 18:58:33 UTC</pubDate>
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         <title>Filo Trimerophytophyta</title>
         <author>mikaeloliveira</author>
         <link>https://padlet.com/fonteless06/y1f8oye3y3yc8e71/wish/2244288069</link>
         <description><![CDATA[<div>Filo que evoluiu diretamente das riniófitas, constituído por inúmeras plantas de linhagens distintas, representantes dos grupos ancestrais das samambaias e progimnospermas.&nbsp;<br>Se caracterizam como plantas mais complexas e diversificadas em comparação com as riniófitas e zosterófilas.&nbsp;<br>Os fósseis datam do Devoniano Inferior, há cerca de 380 Ma, e se tornaram extintas no final do Devoniano Médio, mais ou menos 20 Ma.<br>Embora fossem geralmente maiores e mais especializadas evolutivamente que as riniófitas, as<br>trimerófitas ainda careciam de folhas. A ramificação, entretanto, era mais complexa, com o eixo<br>principal formando sistemas de ramos laterais que se dicotomizavam várias vezes.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-15 19:47:04 UTC</pubDate>
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         <title>Filo Lycopodiophyta</title>
         <author>mikaeloliveira</author>
         <link>https://padlet.com/fonteless06/y1f8oye3y3yc8e71/wish/2244291015</link>
         <description><![CDATA[<div>Dentre as licófitas atuais, talvez o grupo dos licopódios seja o mais familiar, família Lycopodiaceae. Todos os gêneros, exceto dois gêneros de licofitas, pertencem essa família.&nbsp;<br>São encontrados, principalmente, no Canadá e nos EUA, habitando desde zonas árticas a tropicais. Porém, de 350 a 400 espécies da família habitam ecossistemas tropicais.&nbsp;<br>Os esporófitos da maioria dos gêneros da família Lycopodiaceae é constituído por um rizoma ramificados, do qual partem ramificações aéreas e raízes. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-15 19:58:31 UTC</pubDate>
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         <title>Filo Monilophyta</title>
         <author>mikaeloliveira</author>
         <link>https://padlet.com/fonteless06/y1f8oye3y3yc8e71/wish/2244293838</link>
         <description><![CDATA[<div>As monilófitas compreendem as samambaias e as cavalinhas (Equisetum spp.). Esses grupos já<br>foram considerados filos separados.<br>De acordo com a sua forma de desenvolvimento dos esporângios, podem ser classificadas em dois tipos: eusporangiadas ou leptosporangiadas.</div><ul><li>Eusporangiadas: as células parentais estão localizadas na superfície do tecido a partir do qual o esporângio é produzido. A divisão corre paralela à superfície, produzindo uma série de células internas e externas. A camada celular externa, através de divisões em ambos os planos, dá origem à parede do esporângio com várias camadas. Já a camada interna, dá origem às células-mãe dos esporos. Mais internamente, se forma o tapete.</li><li>Leptosporangiadas: diferentemente da origem multicelular dos eusporângios, os leptosporângios surgem a partir de uma única célula, que se divide obliquamente.</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-15 20:09:21 UTC</pubDate>
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