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      <title>Atividade Pedagogia histórico- crítica by valquiria Guimarães</title>
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      <description>Criado com a força necessária para ter sucesso</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-05-20 23:16:58 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>valquiriavitoria22</author>
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         <description><![CDATA[<div>Políticas educacionais: da pedagogia das competências à pedagogia histórico-crítica.</div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-20 23:19:06 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>valquiriavitoria22</author>
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         <description><![CDATA[<div>A pedagogia histórico-crítica: uma elaboração potente contra neoconservadorismo na educação as políticas educacionais por competências</div><div>nasce buscando seus avanços, a pedagogia histórica -critica, mas foi confundida com pedagogia conteudista em 1980 na disputa por uma nova LDB</div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-20 23:21:03 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>valquiriavitoria22</author>
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         <description><![CDATA[<div>Pedagogia histórico- crítica ainda não chegou no chão da escola, como uma contraposição necessária a tendência contemporânea de pedagogias da existência (Suchodolski, 1978; saviani,1985), que tem no pragmatismo uma das suas raízes e no escolanovismo uma de suas expressões a pedagogia das competências. Nessas concepções, o conhecimento é somente insumo para o desenvolvimento de esquemas mentais adaptáveis ao ambiente.</div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-20 23:22:42 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>valquiriavitoria22</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Já na perspectiva histórico- critica, ao contrário, a apreensão do mundo real- físico e&nbsp; social-,dos processos históricos de representação valorização e conceituação desse&nbsp; &nbsp; mundo é bom lembrar que a pedagogia histórico-crítica a questão educacional é sempre referida ao problema do desenvolvimento social e das classes.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-20 23:23:56 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>valquiriavitoria22</author>
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         <description><![CDATA[<div>A vinculação entre interesses populares e educação é explícita. Os defensores da proposta desejam a transformação da sociedade. se este marco não está presente, não é da pedagogia histórico-crítica esses interesses são interesses de classe</div><div>e, portanto, de natureza ético-política (o que não elide os interesses subjetivos,</div><div>mas que se identificam com a classe) Saviani (2005, p. 83) adverte: por isso, os objetos da educação são elementos culturais que precisam ser assimilados pelos indivíduos da espécie humana para que eles se tornem, de fato humanos; conhecimento esses [1]científicos, tecnológicos, sócio[1]históricos, éticos e estéticos[1]produzidos pela intervenção humana.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-20 23:24:34 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>valquiriavitoria22</author>
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         <description><![CDATA[<div>A escolha dessas competências, segundo Perrenoud (1999) dependeria da resposta à pergunta sobre que tipo de seres humanos a escola quer formar, com vista a que práticas familiares, sexuais, políticas, sindicais, artísticas esportivas, associativas etc. O problema tem-se dado em dois sentidos, pelo primeiro, instaura-se a formação condutivista e tecnicista., mediante a transposição de situações típicas de trabalho para currículo e a realização do ensino centrado em desempenhos. Tais</div><div>situações, à medida que demandam determinadas competências do trabalhador, são também a referência para a proposição de módulos de ensino - unidades pedagógicas autônomas que visariam ao desenvolvimento de um conjunto de competências correspondentes a ocupações ou funções de trabalho – que podem compor diferentes itinerários formativos, conforme demandas e necessidades da produção.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-20 23:25:52 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>valquiriavitoria22</author>
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         <description><![CDATA[<div>Essas competências se definem e evidenciam um duplo viés da pedagogia das competências por um lado, despertam um (neo) pragmatismo (doll júnior, 1997); por outro um (neo) tecnicismo (Saviani, 2007). neste último caso, vê-se que elas: reduzem as chamadas competências de desempenhos observáveis, reduzem a natureza do conhecimento ao desempenho que ele pode desencadear, consideram a atividade competente como uma justaposição de comportamentos elementares cuja aquisição obedeceria a um processo cumulativo, e não colocam a efetiva questão sobre os processos de aprendizagem, que subjazem aos comportamentos e desempenhos: os conteúdos da capacidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-20 23:28:23 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>valquiriavitoria22</author>
         <link>https://padlet.com/valquiriavitoria22/y100ru015ro70nbv/wish/2193576639</link>
         <description><![CDATA[<div>Caminho da pedagogia das competências[1]finais de 1990 início de 2000- concepção difundida pela organização internacional do trabalho cultura (Unesco) Banco interamericano de desenvolvimento e organização para a cooperação e</div><div>desenvolvimento econômico (OCDE) adentrou no brasil especialmente por meio das</div><div>diretrizes curriculares nacionais para etapas da educação básica e mais tarde para</div><div>educação superior somente em 2013 outro documento vem propor orientação de</div><div>instituições numa direção distinta, mediante a discussão das novas</div><div>DCNEM, nessas foram encontrados alguns princípios da pedagogia</div><div>histórico-crítico (ramos, 2011a; ramos; Ciavatta, 2012, ainda no</div><div>sentido híbrido pela conjugação de princípios progressistas e</div><div>conservadores de perspectivas que valorizam, por um lado o</div><div>conhecimento sistematizado e, por outro, enfatizam aspectos</div><div>psicológicos da aprendizagem.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-20 23:28:57 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>valquiriavitoria22</author>
         <link>https://padlet.com/valquiriavitoria22/y100ru015ro70nbv/wish/2193576810</link>
         <description><![CDATA[<div>No brasil, as diretrizes curriculares para educação profissional</div><div>de nível técnico, instituídas pelo parecer da câmara de educação</div><div>básica do conselho nacional de educação n. 16/99 define a</div><div>competência profissional como a capacidade de articular,</div><div>mobilizar e colocar em ação valores, conhecimentos e habilidades</div><div>requeridas pela natureza do trabalho, já no âmbito da educação</div><div>básica, encontramos, a definição de competência: "competências</div><div>são modalidades estruturais da inteligência, ou melhor, ações e</div><div>operações que utilizamos para estabelecer relações com e entre</div><div>objetos, situações, fenômenos e pessoas que desejamos conhecer'.</div><div>(brasil, 1999, p 7)</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-20 23:29:24 UTC</pubDate>
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         <title>Educação para além do trabalho</title>
         <author>valquiriavitoria22</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-05-20 23:32:49 UTC</pubDate>
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         <title>A PEDAGOGIA HISTÓRICO-CRÍTICA: UMA ELABORAÇÃO POTENTE CONTRA O NEOCONSERVADORISMO NA EDUCAÇÃO</title>
         <author>valquiriavitoria22</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-05-20 23:41:51 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>valquiriavitoria22</author>
         <link>https://padlet.com/valquiriavitoria22/y100ru015ro70nbv/wish/2193585240</link>
         <description><![CDATA[<div>Entendemos a pedagogia histórico-crítica como uma contraposição necessária a tendências contemporâneas de "pedagogias da existência (SUCHODOLSKI, 1978; SAVIANI, 1985), que tem no pragmatismo uma das suas raízes e no escolaovismo uma de suas expressões. A pedagogia das competências, em nossa compreensão, é a forma atual dessas tendências. Nessas concepções, o conhecimento é somente insumo para o desenvolvimento de esquemas mentais adaptativos ao ambiente. Já na perspectiva histórico-crítica, ao contrário, a apreensão do mundo pelos homens inclui os conhecimentos das propriedades do mundo real — físico e social —, dos processos históricos de representação, valorização e conceituação desse mundo. Por isso, os objetos da educação são os elementos culturais que precisam ser assimilados pelos indivíduos da espécie humana para que eles se tornem, de fato, humanos; conhecimento esses — científicos, tecnológicos, sócio-históricos, éticos e estéticos — produzidos pela intervenção humana.</div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-20 23:49:40 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>valquiriavitoria22</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os objetivos educativos exigem partir e tomar como referência o</div><div>saber objetivo produzido historicamente, dentre esses, distinguindo[1]se o essencial e o acidental, o principal e o secundário, o fundamental e o acessório. Esses emergirão, pela mediação do trabalho pedagógico, como saberes da aprendizagem, sendo esses os que interessam diretamente à escola. Portanto, a escola é uma</div><div>instituição cujo papel consiste na socialização do saber sistematizado.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-20 23:54:40 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>valquiriavitoria22</author>
         <link>https://padlet.com/valquiriavitoria22/y100ru015ro70nbv/wish/2193587434</link>
         <description><![CDATA[<div>A escola tradicional perdeu de vista os fins</div><div>educacionais, tornando os conteúdos mecânicos e</div><div>vazios, a Escola Nova tendeu a classificar toda</div><div>transmissão de conteúdos como anticrítica. A</div><div>primeira reificou os conteúdos pelos conteúdos; a</div><div>segunda, reificou os métodos em nome da</div><div>criatividade e do pensamento reflexivo,</div><div>independentemente dos conteúdos. Para a</div><div>pedagogia histórico-crítica, ao contrário, conteúdo</div><div>e método formam uma unidade, sendo que as</div><div>escolhas são definidas pelos interesses dos</div><div>dominados, posto que a escola visa garantir aos</div><div>trabalhadores o acesso ao saber sistematizado e a</div><div>sua efetiva apropriação. Esses interesses são interesses de classe e, portanto, de natureza ético[1]política (o que não elide os interesses subjetivos, mas que se identificam com a classe).</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-20 23:55:55 UTC</pubDate>
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         <title>Saviani (2005, p. 83) adverte:</title>
         <author>valquiriavitoria22</author>
         <link>https://padlet.com/valquiriavitoria22/y100ru015ro70nbv/wish/2193587902</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>'E bom lembrar que na pedagogia histórico-crítica a questão educacional é sempre referia ao problema do desenvolvimento social e das classes. A vinculação entre interesses populares e educação é explícita. Os defensores</div><div>da proposta desejam a transformação da sociedade. Se este marco não está presente, não é da pedagogia histórico-crítica.' a. Prática social (comum a professores e alunos). Professores e alunos podem posicionar-se como agentes sociais diferenciados. Eles também se encontram em</div><div>níveis diferentes de compreensão (conhecimento e experiência) da prática social. b. Problematização (identificação dos principais problemas da prática social). Trata-se de detectar que questões precisam ser resolvidas no âmbito da prática social e, em consequência, que conhecimentos é necessário dominar. c. Instrumentalização (apropriação dos instrumentos teóricos e práticos necessários ao equacionamento dos problemas detectados na prática social). Tais instrumentos são produzidos socialmente e preservados historicamente; a sua apropriação pelos alunos está a dependência de sua transmissão direta ou indireta por parte do professor. d.</div><div>Catarse (efetiva incorporação dos instrumentos culturais, transformados em elementos ativos de transformação social). e. Prática social.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-20 23:57:12 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>valquiriavitoria22</author>
         <link>https://padlet.com/valquiriavitoria22/y100ru015ro70nbv/wish/2193592384</link>
         <description><![CDATA[<div>Inspirados nos passos da pedagogia histórico-crítica os quais, por sua vez, trazem para essa esfera princípios do método histórico-dialético de conhecimento, propusemos, em outros textos (RAMOS, 2005, 2014) um caminho para o desenho da proposta curricular que implica:&nbsp;</div><div>a) Problematizar fenómenos — fatos e situações significativas e relevantes para compreendermos o mundo em que vivemos, bem como processos tecnológicos da área profissional para a qual se pretende formar — como objetos de conhecimento, buscando compreendê-los em múltiplas perspectivas: tecnológica, económica, histórica, ambiental, social, cultural etc.;&nbsp;</div><div>b) Explicitar teorias e conceitos fundamentais para a compreensão do(s) objeto(s) estudado(s) nas múltiplas perspectivas em que foi problematizada e localizá-los nos respectivos campos da ciência (áreas do conhecimento, disciplinas científicas elou profissionais), identificando suas relações com outros conceitos do mesmo campo (disciplinaridade) e de campos distintos do saber (interdisciplinaridade);&nbsp;</div><div>c) Situar os conceitos como conhecimentos de formação geral e profissional (se for o caso), tendo como referência a base científica dos conceitos e sua apropriação tecnológica, social e cultural;&nbsp;</div><div>d) A partir dessa localização e das múltiplas relações, organizar os componentes curriculares e as práticas pedagógicas, visando a corresponder, nas</div><div>escolhas, nas relações e nas realizações, ao pressuposto da totalidade do real como síntese de múltiplas determinações.</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-21 00:10:10 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>O QUADRO ABAIXO DEMONSTRA OS ELEMENTOS DE ORGANIZAÇÃO CURRICULAR QUE ESSE CAMINHO NOS AJUDA A PRODUZIR.</title>
         <author>valquiriavitoria22</author>
         <link>https://padlet.com/valquiriavitoria22/y100ru015ro70nbv/wish/2193593147</link>
         <description><![CDATA[<div>ELABORAÇÃO COLETIVA DA PROPOSTA CURRICULAR INTEGRADA</div><div>Momento da elaboração Resultado da elaboração</div><div>I. Problematizar o processo de produção em múltiplas perspectivas: tecnológica, económica, histórica, ambiental. social, cultural, etc. Conjunto de questões que servem tanto à seleção integrada de conteúdos quanto à posterior abordagem didática.</div><div>2. Explicitar teorias e conceitos fundamentais para a compreensão do (s) objeto(s) estudado(s) nas múltiplas perspectivas em que foi problematizada Seleção integrada dos conteúdos de ensino.</div><div>3. Localizar as teorias e os conceitos explicitados nos respectivos campos da ciência (áreas do conhecimento, disciplinas científicas elou profissionais) Definição de componentes curriculares</div><div>4. Identificar relações dessas teorias e conceitos com outros do mesmo campo (disciplinaridade)</div><div>Complementação da seleção dos conteúdos de ensino visando aos fundamentos científico-tecnológicos, sócio[1]históricos e culturais.</div><div>5. Situar os conceitos como formação geral e específica a fim de identificar complementações necessárias à formação específica Complementação da seleção dos conteúdos em termos de exigências da formação geral e da formação profissional.</div><div>6. Identificar relações com outros conceitos de campos distintos (interdisciplinaridade) Indicação de necessidades/atividades interdisciplinares</div><div>7. Organização dos componentes, sequencias, tempos e espaços disciplinares e interdisciplinares Proposta curricular contendo:</div><div>&nbsp;</div><div>a) componentes curriculares (disciplinas e projetos interdisciplinares);</div><div>b) sequência curricular, com relação de co e pré-requisitos, se houver;</div><div>c) distribuição de atividades, tempos e espaços curriculares, considerando:</div><div>tempos de problematização (a síncrese como ponto de partida); tempos de instrumentalização (ensino de conteúdos disciplinares); tempos de experimentação (prática produtiva e social); tempos de orientação (acompanhamento disciplinar ou interdisciplinar); tempos de sistematização (síntese/revisão de problemas, conteúdos e relações); tempos de consolidação (avaliação formativa).</div><div>Fonte: autoria própria</div><div>&nbsp;</div><div>Os seis primeiros momentos produziriam os elementos constitutivos do</div><div>currículo formal, produzidos, porém, não em instâncias ou por pessoas</div><div>externas à escola, mas sim pelos próprios educadores em diálogo</div><div>interdisciplinar e orientados por referências ético-políticas e</div><div>epistemológicas histórico-críticas. O sétimo momento, por sua vez,</div><div>remetem-nos ao currículo em movimento, especialmente à dinâmica</div><div>pedagógica construída nos diversos tempos e espaços curriculares.</div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-21 00:12:22 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>valquiriavitoria22</author>
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         <description><![CDATA[<div>Tempos/espaços e práticas/passos pedagógicos</div><div>TEMPOS/ESPAÇOS PASSOS PEDAGÓGICOS</div><div>Prática social como ponto de partida. Tempos de problematização (a síncrese como ponto de partida); quando os educandos enfrentam os problemas da prática social a partir de seus próprios conhecimentos.</div><div>Tempos de instrumentalização (ensino de conteúdos disciplinares com sua historicidade); O conhecimento já produzido precisa ser aprendido pelos estudantes de forma sistematizada e didática para que se tornem mediações para a superação da síncrese em direção à síntese; isco é, a compreensão do processo, do fenômeno, do problema ou do fato, agora não mais somente por sua sensibilidade empírica cotidiana, mas de forma pensada e elaborada.</div><div>Tempos de experimentação (prática produtiva e social); Momentos disciplinares elou interdisciplinares de contato direto e, o quanto possível, prático, com o processo, fenômeno, problema ou fato, promovendo momentos em que se percebe a insuficiência dos conhecimentos que os estudantes possuem até então e se há a necessidade de aprendizagem de novos conhecimentos.</div><div>Tempos de orientação (acompanhamento disciplinar ou interdisciplinar); Estudantes estão com o(s) professor(es) e relação dialógica, individualmente ou em grupo, sendo esses as proposições, cabendo aos professores conduzir o processo segundo as necessidades identificadas pelos estudantes.</div><div>Tempos de sistematização (revisão de problemas, conteúdos e relações); Estudantes e professores estão juntos par atividades de sistematização dos conteúdos; permanecem como relação dialógica, mas o professor especialista</div><div>assume o protagonismo, a partir dos conteúdos a serem trabalhados sistematicamente, inclusive por meio da exposição didática. Este é o momento em que se preserva a especificidade epistemológica e metodológica dos</div><div>diferentes campos do saber. Tempos de consolidação (sínteses) Momentos de avaliações, sempre com a finalidade formativa, em que o estudantes é desafiado e pode perceber singularmente limites com perspectivas de sua nova aprendiza cm.</div><div>Catarse como ponto de chegada</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-21 00:15:59 UTC</pubDate>
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         <title>Considerações</title>
         <author>valquiriavitoria22</author>
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         <description><![CDATA[<div>Com esses princípios, é função da pedagogia socializar os sujeitos no mundo material e social concreto, preparando-o para conhecê-lo, enfrentá-lo e transformá-lo. Isto exige a apreensão de conhecimentos anteriores, cuja transmissão às novas gerações permanece como um dos sentidos da escola. A aprendizagem, por sua vez, se dá na unidade entre o desenvolvimento cognitivo e assimilação de conhecimentos objetivos, de maneira que a distinção entre pedagogias centradas no ensino e na aprendizagem parecem-nos um falso problema. O que torna o conhecimento vivo e significativo é a sua historicidade, isto é, saber que todo conhecimento foi produzido porque a humanidade se colocou problemas a resolver. Tais problemas, porém, não são neutros nem, necessariamente, universais.</div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-21 00:17:50 UTC</pubDate>
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         <title>REFERÊNCIAS</title>
         <author>valquiriavitoria22</author>
         <link>https://padlet.com/valquiriavitoria22/y100ru015ro70nbv/wish/2193595859</link>
         <description><![CDATA[<div>BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Câmara de Educação Básica. Resolução CEB/ CNE n. 02, de 30</div><div>de janeiro de 2012. Define Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 31 jan. 2012.</div><div>BRASIL. Ministério da Educação. Parecer CEB/CNE n. 05, de 04 de maio de 2011. Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino</div><div>Médio. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 2011.</div><div>BRASIL. Ministério da Educação. Exame Nacional do Ensino Médio: documento básico 2000. Brasília, DF: INER 1999.</div><div>DOLL JÚNIOR, W. Currículo: uma perspectiva pós-moderna. 🤬 Alegre: Artes Médicas, 1997.</div><div>GRAMSCI, A. Os intelectuais e a organização da cultura. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1991.</div><div>PERRENOUD, P. Construir as competências desde a escola. Porto Alegre: Artes Médicas, 1999.</div><div>RAMOS, M. N. A pedagogia das competências e a psicologização das questões sociais. Boletim Técnico do SEIVAC, Rio de</div><div>Janeiro, v. 27, n. 3, p. 1-64, 2001.</div><div>RAMOS, M. N. É possível uma Pedagogia das Competências contra-hegemónica? Relações entre pedagogia das competências,</div><div>construtivismo e neopragmatismo. Trabalho, Educação e SaÚde, Rio de Janeiro, v. 1, n.1, p. 93-114, 2003.</div><div>RAMOS, M. N. Possibilidades e Desafios na Organização do Currículo Integrado. In: RAMOS, M. N.; FRIGOTTO, Gaudêncio;</div><div>CIAVATTA, Maria. Ensino Médio Integrado: Concepção e Contradições. São Paulo: Cortez, 2005, p. 106-127</div><div>RAMOS, M. N. O currículo para o ensino médio em suas diferentes modalidades: concepções, propostas e problemas. Educação &amp;</div><div>Sociedade, Campinas, v. 32, p. 771-788, 2011a.</div><div>RAMOS, M. N. A pedagogia das competências a partir das reformas educacionais dos anos de 1990: relações entre o</div><div>(neo)pragmatismo e o (neo)tecnicismo.</div><div>HISTÓRICO-CULTURAI-:</div><div>PARA A EDUCAÇÃO</div><div>In: ANDRADE, J.; PAIVA, L. Políticas públicas para a educação no Brasil contemporâneo: limites e contradições. Juiz de Fora:</div><div>Editora da UFJV, 2011 b. p. 56-71. RAMOS, M. N. Referências formativas sobre práticas em educação profissional: a perspectiva</div><div>histórico-crítica como contra-hegemonia às novas pedagogias. In: ARAUJO, R. M. L.; RODRIGUES, D. S. (Org.). Filosofia dapráxis e</div><div>didática da educação profissional. Campinas: Autores Associados, 201 IC. p. 45-66.</div><div>RAMOS, M. N. Filosofia da práxis e práticas pedagÓgicas de formação de trabalhadores. Trabalho &amp; Educação, Belo Horizonte, v.</div><div>23, n. 1, p. 207-218, jan./ abr. 2014.</div><div>RAMOS, M. N.; CIAVATTA, M. A era das diretrizes: a disputa pelo projeto de educação dos mais pobres. Revista Brasileira de</div><div>Educação, Rio de Janeiro, v. 17, p. 1 1-37, 2012.</div><div>RAMOS, M. N.; CIAVATTA, M.; FRIGOTTO, G. A educação de trabalhadores no Brasil contemporâneo: um direito que não se</div><div>completa. Germinal: marxismo e educação em debate, Salvador, v. 6, p. 65-76, 2014.</div><div>SACRISTÁN, J. Educar por competências: o que há de novo? Porto Alegre: Artmed, 2008.</div><div>SAMPAIO, C. T. A pedagogia das competências como política curricular do ensino médio na rede pública do Estado do Rio de</div><div>Janeiro: a hegemonia da formaçâo flexível? 2014. 99 f. Dissertação (Mestrado em Políticas Públicas e Formação Humana)-</div><div>Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2014.</div><div>SAVIANI, D. Escola e democracia. São Paulo: Cortez, 1985.</div><div>SAVIANI, D. Pedagogia histórico-crítica. Campinas: Autores Associados, 2005.</div><div>SAVIANI, D. História das ideias pedagógicas no Brasil. Campinas: Autores Associados, 2007.</div><div>SUCHODOLSKI, B. A pedagogia e as grandes correntes filosóficas. Lisboa, 1978. (Livros Horizonte)</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-21 00:18:33 UTC</pubDate>
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